Síndrome da imunodeficiência adquirida

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Informativos

  • BR RJCOC ED-DP-LP-05.v.1-v.2
  • Dossiê
  • 1964 - 11/1993
  • Parte de Eduardo Costa

Boletim Nacional de Epidemiologia (BNE)

Chefe do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública

  • BR RJCOC SZ-GI-AI-02.v.1-v.3
  • Dossiê
  • 15/07/1965 - 01/06/1988
  • Parte de Szachna Cynamon

Relatórios, folhetos, cartas, leis, processos judiciais, tabelas, publicações, cartões, listas de livros, decretos, atas, listas de referências bibliográficas, catálogos das publicações do instituto de pesquisas rodoviárias, planos de ação, memorandos, estudos de casos, ordens de serviço, informativos, memorandos circulares, ofícios, nomeações, portarias, resoluções, ofícios circulares, comunicados, recibos, atos da presidência, cartas circulares, instruções normativas, faturas, fichas de cadastros, apontamentos, bilhetes, convites, ensaios, formulários, listas de avaliação de participantes, listas de participantes, projetos, prospectos, minutas de convênios, organogramas, folhetos, ementas, listas de itens, roteiros de avaliação, roteiros de discussão, diretrizes, programas de eventos, convênios, publicação: plano decenal de desenvolvimento econômico e social, notas técnicas.

Gestor da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro

  • BR RJCOC CA-GI-AI-02.v.1-v.8
  • Dossiê
  • 1965 - 1998
  • Parte de Cláudio Amaral

Reúne apontamentos, apostilas de cursos, artigos, atos administrativos, cartas, convites, informativos, informes técnicos, jornais, listas de projetos, listas de redes hospitalares, manuais, ofícios, ordens de serviços, questionários, organogramas, planos ação, programas, projetos, propostas, prospectos, publicações, recortes de jornais, relatórios, resumos, tabelas, textos, cartazes e trabalhos escolares.

Coordenador da campanha de prevenção da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - AIDS

  • BR RJCOC CA-GI-EP-03.v.1-v.10
  • Dossiê
  • 1976 - 1992
  • Parte de Cláudio Amaral

Reúne declarações de óbitos, recortes de revistas, cartas, artigos, calendários, planos de ação, manuais, recortes de jornais, prospectos, programas de eventos, bilhetes, catálogos, relatórios, informativos, atos administrativos, atas de reunião, comunicados, discursos, informes técnicos, memorandos, programas de reunião, projetos, ofícios, revistas, publicações, apontamentos, cartilhas, formulários, textos, transcrições de comunicação, convites, prontuários, cartas-circulares, questionários de pesquisa, apontamentos, fotografias, cartazes, listas de lugares e listas de slides relativos à coordenação da campanha de prevenção da AIDS.

Síndrome de Imunodeficiência Adquirida - AIDS

  • BR RJCOC CA-PQ-LI-29.v.1-v.4
  • Dossiê
  • 1978 - 1998
  • Parte de Cláudio Amaral

Reúne artigos, prospectos, manuais, questionários de pesquisa, relatórios de pesquisa, textos, informativos, publicações, programas de eventos, cartas, recortes de revistas, recortes de jornais e organogramas.

Vice-Presidente da Fundação Nacional de Saúde - FUNASA

  • BR RJCOC CA-GI-AI-05.v.1-v.7
  • Dossiê
  • 1978 - 2001
  • Parte de Cláudio Amaral

Reúne apontamentos, artigos, atas, atos administrativos, avisos, cartas, contratos, cronogramas, currículos, discursos, gráficos, informativos, informes técnicos, laudos, listas de funcionários, manuais, mapas, memorandos, mensagens, minutas de contratos, ofícios, organogramas, pareceres, planos de ação, procurações, programas, projetos, propostas, prospectos, publicações, recortes de jornais (O Globo), regimentos, relatórios, tabelas, textos, fotografias e transparências.

Dossiê Grupo Trabalho Comunicação Social

Cartas, relatórios de reuniões, relatórios de atividades, relatórios de acompanhamento, relatório de despesas, atas de reunião, ofícios, orçamentos, comunicados, listas de cheques, listas de políticos, listas de concessionárias de energia elétrica, listas de instituições, listas de delegados, listas de distribuição, listas de documentos, listas de funções administrativas, listas de instituições, listas de itens, listas de jornais, listas de materiais, listas de membros, listas dos sindicatos de jornalistas, listas de ajuda de custo, guias de remessas, memorandos, resumos, discursos de abertura, solicitação de reembolsos, autorizações, notas para imprensa, recortes de jornal, mensagens por fax, projetos, declarações, cadernos de protocolo, pautas de reunião, credenciais, cartões, telex, fichas de inscrição, informativos, telegramas, programas de eventos, prospectos, bilhetes, formulários, apontamentos, anteprojetos, fichas cadastrais, manifestos, organogramas, poesias, propostas, questionários, roteiros para a televisão, roteiros de eventos, convites.

A fala dos comprometidos: ONGs e AIDS no Brasil

Reúne 13 entrevistas com pessoas ligadas à organizações não governamentais destinadas à AIDS. O projeto, coordenado por Dilene Raimundo do Nascimento, buscou rastrear os caminhos percorridos por estes grupos, na medida em que a atuação junto aos soropositivos e à sociedade em geral adquiriu crescente relevância, tanto no que diz respeito à contribuição para políticas governamentais voltadas para a AIDS quanto à re-elaboração individual e coletiva da doença.

Euclides Ayres Castilho

Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Marcos Roma Santa, em Brasília (DF), no dia 06 de novembro de 1996.
Sumário
Fita 1 – Lado A
Sua formação em medicina preventiva; o trabalho como professor da USP; as funções desempenhadas na Fundação Oswaldo Cruz; a origem de seu interesse profissional pela Aids; o ingresso na Comissão Nacional de Aids, em 1987; a presidência do Comitê Diretivo de Pesquisa do Programa nacional de Aids e do Comitê de Vacinas do Programa Nacional de Aids, ambos em 1993; dificuldades em ajustar o trabalho acadêmico às demandas da área do serviço. Considerações sobre os aspectos técnicos, políticos e institucionais que envolvem o enfrentamento da Aids no Brasil; o processo de incorporação da Aids como uma questão pública, as primeiras iniciativas da comunidade científica, o surgimento das Ongs/Aids. Critica a supervalorização da questão da Aids, diante de outras questões graves de saúde pública no Brasil. Os aspectos burocráticos e administrativos que limitam a implantação e a execução das políticas públicas de combate à epidemia no país; as iniciativas do Programa para assessorar os estados e municípios na captação e administração dos recursos destinados à implantação dos programas regionais de combate à doença. Considerações sobre a imagem que a sociedade tem da Aids. Ressalta seu esforço pessoal em não deixar que seus valores morais interfiram na execução de seu trabalho. As implicações e o inquestionável valor científico do uso da categoria “grupo de risco” na epidemiologia. A redução das atitudes discriminatórias da comunidade médica, principalmente entre os que atuam cotidianamente na área clínica.

Fita 1 – Lado B
Sua relação pessoal com a ameaça da Aids. Considerações sobre as complexas redes de relações sociais que possibilitaram a disseminação da doença no mundo; o crescimento no índice de contaminação através de relações penivaginais. Ressalta o equívoco cometido por alguns colegas ao afirmarem não haver risco de contaminação da mulher para o homem. O medo da contaminação. Aspectos morais que permeiam as considerações técnico-científicas do discurso médico no processo de elaboração das campanhas de prevenção à Aids; destaca toda a complexidade que envolve a produção e a veiculação das campanhas. A polêmica em torno da proposta de “redução de danos” aplicada entre os usuários de drogas injetáveis. Considerações pessoais sobre a relação entre pesquisadores e pacientes; comentários a respeito dos livros de Hervé Guibert, “Ao amigo que não me salvou a vida”, onde o autor expõe sua mágoa diante da postura fria dos pesquisadores diante do drama dos doentes de Aids. Ressalta os aspectos clínicos no uso dos medicamentos anti-Aids e o seu efeito, pelo menos momentâneo, na garantia de uma maior qualidade de vida dos doentes; o impacto do coquetel anti-Aids na sociedade brasileira e as distorções em seu entendimento; a contribuição das atividades comunitárias desenvolvidas pelas ONG's Aids e a preocupação com a pauperização da epidemia no país.

Fita 2 – Lado A
Avaliação positiva da parceria institucional entre o governo e as ONG's-Aids. Considerações sobre uma possível lentidão nas respostas governamentais de combate ao avanço da epidemia; restrições do conhecimento científico sobre o vírus e o pessimismo diante da possibilidade de uma vacina eficaz a curto prazo; os resultados promissores das pesquisas nas áreas clínicas e farmacológicas. O aumento da incidência de Aids entre as mulheres. Comentários sobre o trabalho e o caráter de Lair Guerra, coordenadora do PNDST/AIDS. Sua opinião pessoal sobre a vida em tempos de Aids.