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Carlos Médicis Morel
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A biotecnologia em saúde no Brasil

Reúne 14 entrevistas de História Oral. O objetivo do projeto foi analisar a trajetória científica e profissional de pesquisadores da Fiocruz que atuam na área da biotecnologia. A pesquisa integrou um projeto maior realizado pela Vice-Presidência de Desenvolvimento Institucional da Fiocruz em convênio com a Organização Pan-americana de Saúde, que visou promover uma série de estudos sobre o panorama das instituições de pesquisa em saúde na América Latina, particularmente no que diz respeito a novos mecanismos de gestão e novos padrões de inovação científica e tecnológica. Foram realizadas entrevistas com pesquisadores e dirigentes institucionais da Fiocruz cujas trajetórias profissionais estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento da área de biotecnologia no Brasil e na instituição. Os depoimentos foram colhidos tendo como critério norteador os temas pertinentes à pesquisa, não se constituindo, portanto, em histórias de vida. As informações de natureza qualitativa, obtidas através das entrevistas, serviram como subsídio para a interpretação dos dados quantitativos resultantes de uma pesquisa realizada com o auxílio da plataforma Survey Monkey aplicada inicialmente, da qual participaram cerca de 100 pesquisadores vinculados à sete unidades técnico-científicas da Fiocruz.

Carlos Médicis Morel

Entrevista realizada por Nara Britto , Marília Coutinho e Luiz Otávio Ferreira nos dias 08 e 09 de dezembro de 1992.

Sumário
Fita 1
A escolha do curso de Medicina na Universidade Federal de Pernambuco. Influências da família. O vestibular em 1962. O convite para a monitoria na cadeira de Bioquímica. O estímulo à pesquisa no Departamento de Bioquímica. A decisão de fazer pós-graduação fora de Pernambuco. O curso de radioisótopos feito no Rio de Janeiro durante a graduação. O início do interesse pela Biologia Molecular. O curso de Biologia Molecular de Mauri Miranda. A leitura de revistas especializadas. Novidades importantes da época na área de Biologia Molecular. A participação no movimento estudantil. A família. A intimação para responder a um IPM. As atividades no diretório da faculdade. O interrogatório no IPM. A vontade de ir para o Rio de Janeiro. A viagem para a Europa e o encontro com a futura esposa. A vinda para o Rio de Janeiro no último ano da graduação, para a pós-graduação no Instituto de Biofísica. Os cursos da graduação. A família. O contato com a realidade social do Nordeste.

Fita 2
A opção pela pesquisa básica. O casamento em 1968. A escolha do projeto de tese. Os estudos sobre ricoceara. A retomada da participação política. A falta de perspectivas para a pesquisa no Rio de Janeiro. O encontro com Klaus [Scherrer]. O convite para trabalhar na Suíça. O convite para trabalhar na Universidade de Brasília. A ida para Brasília por um ano. A bolsa “sanduíche” do CNPq para fazer a tese na Suíça. Os cursos práticos que deu na UnB. A invasão da UnB em 1968. O corte da bolsa pelos militares às vésperas da viagem. A ajuda do pai e de Luiz Carlos Galvão Lobo. A bolsa da OMS. A ida para a Suíça. A ambientação em Lausane. A situação do Instituto de Biofísica do Rio de Janeiro na década de 60. A UnB e repressão política à universidade. A universidade como projeto dos governos militares. O grupo de Klaus [Scherrer] na Suíça. Os experimentos com isolamento de RNA mensageiro de células animais. A bolsa da European Molecular Organization. As colaborações e publicações. O curso em Cold Spring Harbor nos Estados Unidos em 1971. A competição na comunidade científica americana. O surgimento da Engenharia Genética. O contato com grandes nomes da Biologia Molecular. A consciência da necessidade de descobrir um sistema próprio. Trabalhos marcantes dessa época.

Fita 3
O interesse de Klaus em assumir o projeto. A recusa ao convite de Klaus para trabalhar em Paris. A decisão de voltar ao Brasil. A necessidade de desenvolver um projeto próprio. Os preconceitos na Europa contra estrangeiros. A composição do grupo de Klaus. A importância do trabalho na Suíça para sua carreira. A necessidade de ter liberdade e autonomia intelectual. As dificuldades do início do trabalho na Suíça. A volta para a UnB. O início da redação da tese e da formação de um grupo de pesquisa. A transferência para o Instituto de Biologia. A disponibilidade de recursos na Universidade. Trabalhos de orientandos. O interesse pela Engenharia Genética. O contanto com Isaac Roitman e o início dos trabalhos com Trypanosoma cruzi em 1974. A notícia do PIDE e da disponibilidade de recursos. A primeira participação na Reunião Anual de Pesquisa Básica em doença de Chagas em Caxambu em 1975. A idéia de trabalhar com caracterização de cepas de T. cruzi. As dificuldades para obter as enzimas de restrição. Os primeiros experimentos. A apresentação dos resultados em Caxambu. O grande interesse de Agda Simpson. A publicação do trabalho. As reações ao trabalho. O curso em Paris sobre Engenharia Genética. A invasão e repressão na UnB em 1977. A decisão de sair da UnB. Os convites para a Fiocruz, para a Escola Paulista de Medicina e para o Instituto de Biofísica. A decisão de ir para a Fiocruz. O veto do SNI. A luta pela autorização da contratação. As pressões dos colegas para não ir para a Fiocruz. O pedido de demissão da UnB.

Fita 4
A competição no exterior. A opção por não abrir mão da criatividade intelectual. A preocupação em trabalhar num tema que, além de permitir o desenvolvimento de uma boa pesquisa básica, tivesse resultados práticos para a área de saúde. A formação do grupo de pesquisa básica de doença de Chagas. As “agenedas” para a escolha do tema de pesquisa. As pessoas que tiveram influência nesta escolha. O interesse dos pesquisadores pela doença de Chagas. O estímulo fundamental dos recursos do PIDE. A influência do PIDE na sua escolha do tema. O grupo da Reunião Anual de Pesquisa Básica em Doença de Chagas. A primeira reunião. A relação entre o momento da descoberta da doença de Chagas, em 1909, e a pesquisa nos anos 70. A idéia de publicar os resumos da reunião de Caxambu como volume especial das Memórias. A relação com os pesquisadores mais velhos do grupo do congresso de Chagas. O PIDE. A importância do PIDE para sua escolha do tema e para a montagem de seu grupo de pesquisa. O TDR. O trabalho dos exilados nesse período. A interação com estas pessoas. Suas primeiras referências sobre Manguinhos. Os primeiros contatos com a obra de Carlos Chagas. A admiração pelo trabalho de Carlos Chagas e a atração por Manguinhos. As mudanças nas “Memórias’. A luta para indexar as Memórias no [Current Contents].

Fita 5
Resistências à sua ida para a Fiocruz. O início da montagem do laboratório. A epidemia de meningite e os recursos para a aparelhagem do laboratório. A colaboração com Larry Simpson. O veto do SNI à viagem para os Estados Unidos. A luta pela liberação. A criação da Associação dos Docentes, Pesquisadores e Tecnologistas da Fundação Oswaldo Cruz. O discurso em homenagem aos cassados de Manguinhos. A viagem para os Estados Unidos. Os experimentos no laboratório de Larry Simpson. Os experimentos com Erney Camargo sobre clones de T. cruzi. A publicação em uma importante revista científica.

Fita 6
Experimentos no início dos anos 80. O projeto para o TDR. A legitimação e o reconhecimento. O convite para a chefia do Departamento de Bioquímica. As perspectivas abertas com as novas tecnologias de sequenciamento de DNA. A colaboração com um pesquisador belga na área de Engenharia Genética. Os ex-estudantes. A diversificação e ampliação da pesquisa no departamento. O financiamento do TDR para a montagem de um curso internacional no departamento. O manual do curso. A influência do curso em Cold Spring Harbor. A originalidade do manual. Os desenhos de seu filho para o manual. A importância do curso.

Fita 7
A repercussão do curso. O reconhecimento do departamento. A indicação para a diretoria do IOC. A indicação e a campanha de Sérgio Arouca para a presidência da Fiocruz. A vitória na eleição da lista tríplice para a diretoria do IOC. O apoio à campanha de Arouca. As dificuldades para assumir a direção do IOC. O convite de Arouca para a vice-presidência de pesquisa. A oposição a Arouca no IOC. A reformulação do IOC. A luta contra a corrupção. A demissão de Ivanildo da [ASSAG]. A conjuntura atual. Seu cargo como presidente da Fiocruz. As perspectivas favoráveis do governo Itamar Franco. Sua divisão entre o trabalho acadêmico e as atividades administrativas. A estrutura dos departamentos na época em que assumiu a direção do IOC e atualmente. A saída do Departamento de Bioquímica. A escolha de Samuel Goldemberg para substituí-lo como chefe do departamento. A volta para a chefia do departamento. A liderança do departamento em produtividade no IOC. A campanha para a presidência da Fiocruz. A dificuldade de voltar para o departamento. A dúvida quanto a deixar novamente as atividades de pesquisa do departamento para assumir a presidência. A importância e os desafios do cargo de presidente da Fiocruz. Os investimentos na área de informação em ciência e tecnologia. A participação no Task Force do Health Research for Development. A preocupação com o incentivo a pesquisas que levem em conta as prioridades de cada país. A continuidade de seu grupo de pesquisa no departamento. A projeção, em cargos-chave, de membros da comunidade científica de Chagas. A importância do apoio da comunidade científica. A trajetória de sucesso do grupo da temática de Chagas. Os primeiros sinais de seu perfil de liderança. Sua vivência em atividades políticas. A importância da gestão Arouca. A especificidade do grupo de Manguinhos na comunidade científica de Chagas. A dinamização institucional com a gestão Arouca. O congresso interno da Fiocruz. A revitalização da Fiocruz. Sugestões para novas entrevistas. A estrutura de organização do grupo do congresso anual de Chagas em Caxambu.

Fita 8
Os critérios para a escolha dos organizadores do Congresso Anual de Doença de Chagas. Nomes para outras entrevistas. A 20ª Reunião Anual de Pesquisa Básica de doença de Chagas. A influência da experiência no Congresso de Chagas na sua atuação nos comitês da OMS. A participação nos comitês da OMS. Sua concepção de novos mecanismos de fortalecimento da pesquisa científica. A importância das sociedades científicas e dos mecanismos coletivos de fortalecimento. A necessidade de programas de pesquisa que abordem questões relevantes para a realidade do país. As instituições financiadoras da pesquisa em doença de Chagas. A ideia de uma rede de financiamento interno na Fiocruz.

Carlos Médicis Morel

Entrevista realizada por Nara Azevedo, Simone Kropf e Luiz Otávio Ferreira, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 05 e 06 ou 08 de janeiro de 1998.

Sumário
Fita 1
Comentários sobre sua inserção na área de biologia molecular; o nascimento da biotecnologia moderna; o curso de biologia molecular realizado em Harvard em 1971; breves considerações sobre o nascimento da engenharia genética; panorama da engenharia genética nos anos 70; as pesquisas com Trypanosoma cruzi; o trabalho no laboratório de Biofísica da UFRJ; o interesse pelo campo da engenharia genética; o convite para trabalhar em Paris; comentários sobre seus projetos desenvolvidos com DNA; as pesquisas em biologia celular no Brasil; a decisão em trabalhar com biologia molecular na Fiocruz; a relação da bioquímica com a biologia molecular; breves comentários sobre o surgimento da biologia molecular; o desenvolvimento de pesquisas em biologia molecular no Brasil; a ida para a Universidade de Brasília; breve comentário sobre a questão da pesquisa básica e pesquisa aplicada; impressões sobre sua visita à Fiocruz; considerações sobre novas perspectivas entre pesquisa básica e pesquisa aplicada; o exemplo de cientista observado em Samuel Pessôa; o debate sobre as patentes; a pós-graduação no Instituto de Biofísica da UFRJ; a pós-graduação na UNB.

Fita 2
Comentários sobre o curso de pós-graduação que organizou no IOC; a organização do IOC antes de sua chegada no Instituto; o convite para organizar o Departamento de Bioquímica do IOC; novas considerações sobre a organização do curso de pós-graduação do IOC e a escolha de professores para o curso; as perspectivas da biologia molecular e seu avanço no Brasil; descrição da estrutura do curso de pós-graduação em Biologia Molecular do IOC; breve comentário sobre o perfil dos alunos que entram para os cursos de pós-graduação do IOC; o perfil de alguns pesquisadores que ingressaram no quadro de funcionários da Fiocruz; breve consideração sobre o primeiro financiamento recebido para pesquisa no IOC; a atração pelo trabalho no IOC e a decisão em ir trabalhar na Fiocruz; breve comentário sobre sua visão em relação à tradição de pesquisas na Fiocruz; comentários sobre a gestão de Vinícius da Fonseca como presidente da Fundação Oswaldo Cruz; considerações sobre a contribuição de seu trabalho na Fiocruz; comentário sobre a importância de suas publicações científicas; a instalação do laboratório de biologia molecular no IOC; o pedido de verbas para pesquisas em seu laboratório; o financiamento concedido pelo CNPq e a ida para a Califórnia; considerações sobre sua vinda para a Fiocruz; comentários sobre sua participação na Sociedade Brasileira de Genética; o contexto da ciência nos anos 1970 e sua vinda para a Fiocruz; considerações sobre o convite que alguns pesquisadores receberam para trabalhar no IOC; as relações de trabalho entre o Departamento de Biologia Molecular e o Departamento de Imunologia no IOC; comentários sobre os pesquisadores considerados paradigmáticos no IOC.

Fita 3
Perspectivas da biologia molecular no Brasil; comentário sobre o Pronab (Programa Nacional de Biotecnologia); o significado das políticas de Ciência e Tecnologia no Brasil nos anos 70; comentários sobre a atuação do CNPq na década de 1970 na área de ciência e tecnologia; considerações sobre o Pronex; considerações sobre a implantação do Papes à época de sua gestão como Presidente da Fiocruz; o debate entre planejadores e cientistas; as relações entre política e a ciência no Brasil e no mundo; a relação entre ciência e imprensa; o papel de Sérgio Arouca em defesa da ciência; a relação entre ciência e política; o CNPq e as prioridades para a ciência no Brasil; a função do balcão do CNPq para a ciência; breve comentário sobre a questão do orçamento para desenvolvimento de Ciência e Tecnologia no Brasil; a elaboração do PRONAB; comentários sobre a política de ciência e tecnologia no país; a questão da auto-suficiência tecnológica no campo da ciência e da saúde; a discussão sobre patentes na Fiocruz e no Brasil.

Fita 4
Considerações sobre a questão das patentes na Fiocruz e no Brasil; a necessidade de haver uma política institucional específica para biotecnologia; breves comentários sobre a gestão de Sérgio Arouca como presidente da Fiocruz; a opção por não se filiar a nenhum partido político; a decisão em ser diretor do IOC; comentário sobre o que considera como definidor da identidade do cientista; o trabalho na presidência da Fiocruz; a admiração por Cristóvão Buarque; comentário sobre seu trabalho como vice-presidente da Fiocruz; comentário sobre o perfil de Sérgio Arouca; considerações sobre a candidatura de Sérgio Arouca para presidência da Fiocruz; a indicação para ser diretor do IOC; considerações sobre a participação na campanha de Sérgio Arouca para presidente da Fiocruz; comentários sobre a decisão de Arouca para que acumulasse a função de diretor do IOC e vice-presidente de pesquisa; considerações sobre sua aproximação com Arouca; as três grandes crises pelas quais passou a Fiocruz no início da gestão de Sérgio Arouca e o papel do IOC; considerações sobre a necessidade de aproximação entre o IOC e a ENSP.

Fita 5
Considerações sobre a gestão de Sérgio Arouca como presidente da Fiocruz; os projetos implantados por Sérgio Arouca na área de produção; considerações sobre a área de produção de vacinas da Fiocruz; breve comentário sobre sua gestão como presidente do IOC; considerações sobre o orçamento da Fiocruz; comentários sobre as relações de trabalho com Mario Hamilton, vice-presidente de Desenvolvimento Institucional durante sua gestão como presidente da Fiocruz..

Fita 6
Considerações sobre os recursos financeiros recebidos durante sua gestão como diretor do IOC; balanço geral sobre a questão dos recursos financeiros da Fiocruz; o Conselho Deliberativo instituído na gestão de Sérgio Arouca; a contratação de pesquisadores na gestão de Sérgio Arouca; a volta dos pesquisadores cassados para a Fiocruz; breve consideração sobre a questão do concurso público para ingresso na Fiocruz; a organização do Ministério da Ciência e Tecnologia e o apoio de Renato Archer à Fiocruz; comentários sobre a criação do Ministério da Ciência e Tecnologia; a questão da ciência e tecnologia versus a pesquisa e ensino no Brasil; a normatização da política de patentes durante sua gestão como presidente; o processo de informatização da fiocruz; a criação do Fórum de Pesquisa e Saúde para o desenvolvimento; comentários sobre o PIDE; a origem dos Programas Integrados da Fiocruz; a idéia em criar um programa institucional em esquistossomose; o surgimento do Programa Integrado de Esquistossomose; o início dos programas institucionais na Fiocruz; a importância da gestão tecnológica no desenvolvimento de pesquisa; o projeto Gene-Manguinhos; a idéia de criação do Centro de Biotecnologia da Fiocruz.

Fita 7
Comentários sobre a idéia de criação do Centro de Biotecnologia da Fiocruz e a gestão de Akira Homma como presidente da Fiocruz; a relação entre Bio-Manguinhos e o IOC; comentários sobre os objetivos da construção do Centro de Biotecnologia; a construção da planta industrial para produção de vacinas bacterianas na Fiocruz; novas considerações sobre sua gestão como presidente da Fiocruz; o orçamento para a construção da planta industrial da Fiocruz; comentários sobre o aumento do orçamento da Fiocruz durante sua gestão como presidente; considerações sobre o papel da planta industrial da Fiocruz; o desenvolvimento tecnológico na produção de vacinas pela Fiocruz; críticas em relação à rotatividade de Ministros da Saúde no governo brasileiro; considerações sobre a informatização das unidades da Fiocruz; as novas tecnologias de comunicação e a criação do CICT; a produção de vacinas na Fiocruz; os desafios da gestão de Elói Garcia como presidente de Fiocruz; as novas tecnologias e sua aplicação na ciência; considerações sobre a qualificação dos recursos humanos na Fiocruz; considerações sobre a formação de recursos humanos em Bio-Manguinhos; principais diferenças na área de biotecnologia entre Brasil e Cuba; a questão da biotecnologia na Fiocruz; visões sobre o que é biotecnologia.

Fita 8
Definições sobre o campo da microbiologia; as novas áreas do campo da microbiologia; os avanços da Fiocruz na engenharia genética; o programa TDR da OMS, do qual foi dirigente; novas perspectivas de pesquisa na Fiocruz; a importância da infra-estrutura para o trabalho dos pesquisadores; o trabalho desenvolvido em Far-Manguinhos e Bio-Manguinhos; breves considerações sobre o futuro das pesquisas na Fiocruz.

Cartas

  • BR RJCOC JJ-DP-IC-01.v.1-v.2
  • Dossiê
  • 20/06/1961 - 29/11/2004
  • Parte de José Jurberg

Chainey, J. E.

Cartas

  • BR RJCOC HL-VP-RS-01
  • Dossiê
  • 08/05/1935 - 28/01/2004
  • Parte de Herman Lent

Revista Veja e Jornal do Brasil

Cartas

  • BR RJCOC DN-GI-04
  • Dossiê
  • 19/02/1992-10/04/1997
  • Parte de Dely Noronha

Cartas

Referência à Sociedade Algodoeira do Nordeste Brasileiro S/A; Blair, H. A.; Anne F. Wilde; Angel Carillo Lugo; Álvaro Leitão; Alfredo Estrano; Alberto Vidal; Beatriz Fair; Caio Kerr; Carper W. Buckley; Cecilia M. Kirby; Celmira Tirado E.; Clotilde de Lourdes Franco; Cynthia A. de Wit; Chou Pei-Yuan; Chen-Yan Lee; César Nahoum; Daniel Marante; Edward L. Rhodes; Efrain G. Pardo; Ernesto Luiz de Oliveira; Eleanor E. Buckley; Eladio Gomes; Estella Grunebaum; Francisco Carlos Herrera Kompanek; Francisco Montes Oca; Guy Deleuze; Hans R. Friedli; Huntly D. Millar; Bein, H. J.; Ivan Caldas Marins; Katsuichi Matsuda; Juan J. Lewis; José Lopez Cuadra; John C. Perez; Jay I. Goodman; Jacob Tarasantchi; Maurice Mc Morrissette; Mary Krelo; Martha M. Janizaki; Mariano Lamela Júnior; Maria Josefina Yanguas; Marcel Tabak; Melle C. Grandon; Maria del Socorro Alvarez; Manuel S. Yepez; Oswaldo Ochoa Añez; Paulo de Assis Melo; Orlando Francisco Amodeo Bueno; Sergio Lima de Barros Azevedo; Raquel Joane Rodrigues; Victor Alves de Brito; William Ivor Cornman

Cartas

  • BR RJCOC AP-FC-ST-09
  • Dossiê
  • 23/03/1964 - 11/09/1991
  • Parte de Augusto Perissé

Raymund Adams; Nicolau Barbeito Corredeira

Cartas

Cartas

  • BR RJCOC JJ-DP-OT-03
  • Dossiê
  • 14/09/1970 - 08/05/1997
  • Parte de José Jurberg

Ângela Maria Paolino Rebordões; Celso Luiz dos Santos Gomes; Denise Maria Bulhões; Gerda Weisser; Luiz Henrique Giraldo; Margareth Vogel Gomes de Mello; Maria Lúcia Nepomuceno Alves; Michel Sarre; Stéphane Legros; Neide Maria das Graças Nobrega; Suely Brasílio de Almeida; Vera Ruth Gonçalves Reis; Zilá Luz Paulino Simões

Chefe do Departamento de Entomologia do Instituto Oswaldo Cruz

  • BR RJCOC JJ-GI-AI-07.v.01-v.10
  • Dossiê
  • 17/01/1991 - 1997
  • Parte de José Jurberg

Memorandos, relatórios de atividades, relatórios de viagens, relatórios técnicos de instalação, relatórios de reunião, relatórios sobre as condições das coleções entomológicas sistemáticas, atos da presidência, listas de equipamentos elétricos, listas de funcionários do departamento de entomologia, lista nominal de todos que entregaram relatórios de atividades, lista de beneficiados com o último suprimentos de fundos, listas de bens de terceiros do departamento de entomologia, listas de materiais de consumo de uso comum, listas de presença, listas de correspondências, listas de aluns do curso de especialização em entomologia, listas de servidores, listas de materiais sem movimentação no almoxarifado central, listas sintéticas de saída de material por requisitante, lista de assinaturas, listas de funcionários e pesquisados pós-graduados, listas de telefones dos setores do departamento, lista dos telenes da fundação Oswaldo Cruz, listas do pessoal técnico-científico de nível superior do departamento, atas de reunião, cartas, recibos de entrega de bilhetes de passagens aéreas, recibos de devolução de equipamentos, recibos de pagamentos, resoluções, declarações, requisições de materiais, notas fiscais, procurações de dados para cadastro e solicitação de passagens, solicitações de empréstimos de material, solicitações de serviços, solicitações de serviços, solicitações de listagens de produtos químicos, solicitação de suprimentos de fundos, comprovantes de pagamentos, comprovantes de transferência bancária, comunicados, convites, programas de eventos, programas de cursos, cartazes, ofícios, catálogos, fichas de bem patrimonial, fichas de cadastro de bolsistas e estagiários, fichas de insetos da coleção Rodolfo Carvalho, propostas para experimentação animal, propostas do departamento de entomologia aos candidatos a diretor do Instituto Oswaldo Cruz, propostas de reformulação da estrutura organizacional das atividades do Instituto Oswaldo Cruz, propostas de fornecedores, roteiros para operacionalização dos dispositivos do ato de presidência, roteiro de atividades, roteiros para avaliação de desempenho, roteiros para relatório anual, prospectos, balanços, termos de responsabilidade, termo de opção, autorizações, apontamentos, portarias, guias de remessa, guias de arrecadação, guias de movimentação de processos, dossiê: benefício-tíquete refeição, instruções para o preenchimento do formulário do programa de importação, instruções para o preenchimento do formulário do programa de importação, instruções de preenchimento do levantamento de necessidade de treinamento-LNT, instruções para autores, instruções normativas, faturas, certificados, cartas abertas, processos administrativos, bilhetes, recortes de jornais, informativos, despachos, exames médicos, dossiê: benefício-vale-transporte, atestados médicos, notas de fornecimento de material, acordos, avisos, diretrizes, formulários de inscrição para bolsa de iniciação científica, formulários de recursos de outras fontes nos laboratórios do Instituto Oswaldo Cruz, projetos de restauração, manutenção, atualização e informatização da coleção entomológica, projetos de pesquisas, anteprojetos, planos de estudos do pós-graduado, planos de metas e objetivos, cautelas, organogramas, regulamentos, plantas baixas, currículos, quadros demonstrativos de programa de importação, quadros demonstrativos do suprimento de fundos-DARF, quadros demonstrativos de diagnósticos do espaço físico e instalações dos departamentos, quadros demonstrativos de prestação de contas, quadros demonstrativos de programação de férias.

Chefe do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública

  • BR RJCOC SZ-GI-AI-02.v.1-v.3
  • Dossiê
  • 15/07/1965 - 01/06/1988
  • Parte de Szachna Cynamon

Relatórios, folhetos, cartas, leis, processos judiciais, tabelas, publicações, cartões, listas de livros, decretos, atas, listas de referências bibliográficas, catálogos das publicações do instituto de pesquisas rodoviárias, planos de ação, memorandos, estudos de casos, ordens de serviço, informativos, memorandos circulares, ofícios, nomeações, portarias, resoluções, ofícios circulares, comunicados, recibos, atos da presidência, cartas circulares, instruções normativas, faturas, fichas de cadastros, apontamentos, bilhetes, convites, ensaios, formulários, listas de avaliação de participantes, listas de participantes, projetos, prospectos, minutas de convênios, organogramas, folhetos, ementas, listas de itens, roteiros de avaliação, roteiros de discussão, diretrizes, programas de eventos, convênios, publicação: plano decenal de desenvolvimento econômico e social, notas técnicas.

Controle de doenças Endêmicas no Nordeste - Convênio Ministério da Saúde/Bird/Fiocruz

  • BR RJCOC JJ-GI-CT-01
  • Dossiê
  • 20/07/1978 - 03/10/2001
  • Parte de José Jurberg

Reúne memorandos, despacho, termos de convênio, termos aditivos de convênio, planos de trabalho, resoluções, planos de aplicação de recursos, cartas, ofícios, atos, memorial, balancetes financeiros, guias de remessa, contratos de trabalho, tabelas, programa do curso de Taxonomia em Triatomíneos, propostas de enquadramento funcional, propostas de programa de pesquisa, diários oficiais, orçamentos, cartão de congratulação, mensagem de fax, ofícios-circulares, recortes de jornais, declaração para bolsista de pesquisa, questionário, roteiro de visita, solicitações de auxílio individual à pesquisa, justificativas para viagem, lista de empenhos/gastos, lista de integrantes de pesquisa, lista de bens, lista de material permanente, lista de códigos de cargos, ficha cadastral, ficha de proposta para visitantes, recibos, resumos, pareceres, relatórios de atividades, relatórios de execução físico-financeira, extratos bancários, termos de cessão, manual, apontamentos, formulários de controle de passagem aérea, formulário de contratação de pessoal, instruções, currículos, telex e quadro demonstrativo de posição orçamentária.

Coordenador do Laboratório de Triatomíneos

  • BR RJCOC JJ-GI-AI-03
  • Dossiê
  • 27/10/1981 - 1989
  • Parte de José Jurberg

Cartas, notas fiscais, memorandos, declarações, recibos, atas da presidência, regimentos internos, ofícios, planos de ação, nota de pagamento, notas financeiras, notas de empenho, cartas-circulares, memorandos circulares, apontamentos, ofícios circulares, listas de comprovantes de despesas, listas de endereços, listas de espécies, listas de publicações, estudos de casos, quadros demonstrativos de metas, orçamentos por projeto, quadros de subsistema de previsão orçamentária, formulário de protocolo de cooperação técnica, convites, atas de reuniões, termos de convênios, declarações de importações, propostas de fornecedores, proposta de reestruturação do departamento de entomologia, propostas de mudanças na estrutura departamental, guias de remessa, conhecimentos aéreos, resoluções, telex, bilhetes, comunicações de incorreções, papéis timbrados, listas de sugestões.

Coordenador do Museu da Vida

  • BR RJCOC GA-GI-AI-02
  • Dossiê
  • 1995 - 27/10/1998
  • Parte de Paulo Gadelha

Dossiê: Fiocruz pra você; cartas; relatórios de atividades; propostas; memorandos; mensagens por faz; atas e reunião; pautas de reunião; croquis; desenhos; diretrizes; fotografias; programas de evento; projetos; prospectos; informativos.

Designações de Função

Reúne portarias e resoluções.
Gilberto de Freitas; Gilberto de Azevedo Teixeira; Fernando Cunha; Maria Diana Lacerda; Rubens Duprat; Elton Ronaldo Mendes de Carvalho; Rubem Salgado Ribeiro.

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