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Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos

Usado por: Pavilhão da Química, Pavilhão do Quinino, Quinino, Pavilhão dos medicamentos oficiais

  • A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. em dois pavimentos, formando um conjunto harmonioso com os demais edifícios da Praça Pasteur, também de sua autoria. Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
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Pavilhão Gomes de Faria
  • A edificação foi construída em 1962, substituindo as ruínas do antigo aquário, projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Jr.
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Pavilhão Henrique Aragão

Usado por: Pavilhão da Febre Amarela, Laboratório de Febre Amarela, LAFA

  • A edificação foi projetada em 1955 pelo arquiteto Roberto Nadalutti, da Divisão de Engenharia do Serviço Especial de Saúde Pública, com financiamento do Instituto de Assuntos Interamericanos (IAIA), e inaugurada em 1960. O projeto original previa dois blocos e sua localização no bairro de Vila Isabel. A transferência para o campus de Manguinhos, articulada pelo então diretor do Instituto Oswaldo Cruz, Francisco da Silva Laranja Filho, não permitiu que se construísse o pavilhão anexo, de apoio ao bloco principal. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural do Estado do Rio de Janeiro (Inepac), faz parte do conjunto modernista do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). É também conhecido como SNFA, Pavilhão da Febre Amarela e Laboratório de Febre Amarela.
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Pavilhão Lauro Travassos

Usado por: Biotério Velho, Antigo Biotério

  • A edificação foi construída na década de 1930 após um período sem construções em Manguinhos e constitui uma das primeiras elaboradas no âmbito do Ministério de Educação e Saúde Pública, não tendo, portanto, a autoria do arquiteto Luiz Moraes Jr. Suas instalações originais iniciadas em 1937, com apenas um pavimento, sofreram inúmeros acréscimos ao longo dos anos para poder servir de biotério. Após a construção do Biotério Central (atual Cecal), esse pavilhão passou a ser identificado como Biotério Velho ou Antigo Biotério, até ser contemplado com o nome atual de Pavilhão Lauro Travassos.
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Pavilhão Leônidas Deane

Usado por: Edifício 26, Pavilhão Gaspar Vianna, Hospital Evandro Chagas (1956-80)

  • A edificação foi projetada em 1956 para substituir as instalações originais do antigo Hospital Oswaldo Cruz, mas passou muitos anos em obras e foi de fato inaugurada apenas na década de 2000, com o nome de Leônidas Deane, embora seja conhecida também como Edifício 26. Entre 1956 e 1980 recebeu o nome de Hospital Evandro Chagas.
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Pavilhão Lobato Paraense

Usado por: Casa Amarela, Pavilhão Vacinogênico, Vila Residencial

  • A edificação foi projetada em 1922 pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. para abrigar as atividades do antigo Instituto Vacínico ou Vacinogênico localizado no Catete e transferido para o campus de Manguinhos. Com a desativação de suas funções de Instituto Vacínico, passou a abrigar quartos para acomodação de visitantes e hoje é conhecido como Casa Amarela. Tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
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Pavilhão Maria Deane

Usado por: Edifício 34

  • A edificação foi construída na década de 1970 para servir de área de apoio ao Hospital Evandro Chagas. Conhecida como Edifício 34, foi batizada na década de 2000 como Pavilhão Maria Deane, em homenagem à pesquisadora Maria José Von Paumgartten Deane (1916-1995).
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Pavilhão Mourisco

Usado por: Castelo, Castelo Mourisco

  • A edificação foi projetada entre 1903 e 1908 pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. sob orientação de Oswaldo Cruz, e inaugurada em 1909. Desde então, abriga o espaço de trabalho do diretor do Instituto Oswaldo Cruz. Sua arquitetura constitui hoje, no Rio de Janeiro, a maior referência à linguagem neomourisca, herdeira do movimento arquitetônico denominado alhambrismo. É tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), fazendo parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Também é conhecido como Castelo Mourisco ou Castelo da Fiocruz.
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Pavilhão Rocha Lima
  • A edificação foi projetada pelo arquiteto Waldyr Ramos, da Divisão de Obras do Ministério da Saúde, e construída entre 1956 e 1965. O prédio seguiu a linha de edifícios de tipologia do monobloco vertical, adotada pela Divisão de Obras naquele período para a construção de instituições para a saúde. Atualmente abriga a sede de Bio- Manguinhos.
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Pavilhão Rockefeller
  • A edificação foi projetada por profissionais norte-americanos e construída entre 1935 e 1937. Sua arquitetura rompe com a tradição formal adotada nos edifícios ecléticos projetados até então pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. para o Instituto Oswaldo Cruz e simboliza a chegada da arquitetura moderna a Manguinhos.
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Pesquisa
  • Especificar
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Peste 43 0
Planejamento 21 0
Pobreza 23 0
Poliomielite 38 0
Política de saúde 144 0
Política partidária

Usado por: Partido político

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Política pública 152 0
População rural 3 0
População urbana 34 0
Portaria da Avenida Brasil
  • A edificação foi projetada por Nabor Foster, da Divisão de Obras do Ministério da Educação e Saúde, e construída entre 1954 e 1955.
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Portaria Leopoldo Bulhões
  • A edificação foi projetada por Flodoaldo Albano, da Divisão de Obras, do Ministério da Saúde, para dar acesso ao Instituto Oswaldo Cruz pela Avenida Leopoldo Bulhões.
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Povos indígenas

Usado por: Índio, Índios

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Prédio da ENSP
  • A edificação foi projetada pelos arquitetos Flodoaldo Albano e Josélio Médici, da Divisão de Obras do Ministério da Saúde, e construída entre 1965 e 1966. A ENSP foi instalada aproveitando-se a estrutura já existente, que abrigaria um anexo do Hospital Torres Homem, que nunca foi construído.
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Prédio do INCQS
  • A edificação foi projetada pelos arquitetos Ary Celso France e Salomão Tandeta, da empresa Internacional de Consultoria e Planejamento S.A. (Icoplan), e inaugurada em 1981. O antigo Laboratório Central de Controle de Drogas, Medicamentos e Alimentos (LCCDMA), atual Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), foi transferido da estrutura da administração direta do Ministério da Saúde para o campus de Manguinhos em 1978.
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Prédio do INERu
  • A edificação foi construída na década de 1950. Localizada em Jacarepaguá, fora do campus de Manguinhos, abrigou o Instituto Nacional de Endemias Rurais (Ineru) que foi incorporado à Fiocruz na década de 1970 para ser um posto avançado da instituição.
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Prestação de serviço 36 0
Previdência privada 2 0
Previdência social 89 0
Produto químico 73 0
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