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Pavilhão do Relógio

Usado por: Pavilhão da Peste, Pav. Relógio

  • A edificação foi projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. e construída em 1904. Foi um de seus primeiros pavilhões finalizados dentro do planejamento para abrigar as instalações do, então, Instituto Soroterápico Federal, dirigido por Oswaldo Cruz. Tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1981, faz parte do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). É também conhecido como Pavilhão da Peste e desde 1986 abriga a sede da Casa de Oswaldo Cruz, unidade técnico-científica da Fiocruz.
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Pavilhão Rocha Lima
  • A edificação foi projetada pelo arquiteto Waldyr Ramos, da Divisão de Obras do Ministério da Saúde, e construída entre 1956 e 1965. O prédio seguiu a linha de edifícios de tipologia do monobloco vertical, adotada pela Divisão de Obras naquele período para a construção de instituições para a saúde. Atualmente abriga a sede de Bio- Manguinhos.
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Portaria da Avenida Brasil
  • A edificação foi projetada por Nabor Foster, da Divisão de Obras do Ministério da Educação e Saúde, e construída entre 1954 e 1955.
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Residência Oficial

Usado por: Residência para Diretor

  • A edificação foi projetada em 1965 para ser a residência do diretor do Instituto Oswaldo Cruz, na época, Francisco de Paula da Rocha Lagoa; é também conhecida como Residência para Diretor.
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Pavilhão Mourisco

Usado por: Castelo, Castelo Mourisco

  • A edificação foi projetada entre 1903 e 1908 pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. sob orientação de Oswaldo Cruz, e inaugurada em 1909. Desde então, abriga o espaço de trabalho do diretor do Instituto Oswaldo Cruz. Sua arquitetura constitui hoje, no Rio de Janeiro, a maior referência à linguagem neomourisca, herdeira do movimento arquitetônico denominado alhambrismo. É tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), fazendo parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Também é conhecido como Castelo Mourisco ou Castelo da Fiocruz.
185 0
Cavalariça

Usado por: Antiga Estrebaria

  • A edificação foi projetada entre 1903 e 1904 pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. É tombada pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), fazendo parte do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM), e é também conhecida como Antiga Estrebaria.
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Doença de depósito de glicogênio

Usado por: Doença de Von Guerke

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Leishmaniose visceral

Usado por: Febre negra

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Malária

Usado por: Paludismo, Impaludismo, Maleita, Febre do Mangue, Febre Malárica

  • Doença causada em humanos por protozoários de quatro espécies do gênero Plasmodium.
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Meio ambiente 119 0
Meningite

Usado por: Doença meningocócica

  • Inflamação das membranas de recobrimento do encéfalo e/ou medula espinal.
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Febre amarela
  • Doença infecciosa aguda originariamente dos trópicos, causada por um vírus e transmitida ao homem por mosquitos dos gêneros Aedes e Haemagogus.
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Febre reumática

Usado por: Artrite Reumática

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Febre tifóide

Usado por: Febre entérica

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Pavilhão Adolpho Lutz
  • A edificação foi construída na década de 1950 e abriga laboratórios de estudos malacológicos.
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Pavilhão Henrique Aragão

Usado por: Pavilhão da Febre Amarela, Laboratório de Febre Amarela, LAFA

  • A edificação foi projetada em 1955 pelo arquiteto Roberto Nadalutti, da Divisão de Engenharia do Serviço Especial de Saúde Pública, com financiamento do Instituto de Assuntos Interamericanos (IAIA), e inaugurada em 1960. O projeto original previa dois blocos e sua localização no bairro de Vila Isabel. A transferência para o campus de Manguinhos, articulada pelo então diretor do Instituto Oswaldo Cruz, Francisco da Silva Laranja Filho, não permitiu que se construísse o pavilhão anexo, de apoio ao bloco principal. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural do Estado do Rio de Janeiro (Inepac), faz parte do conjunto modernista do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). É também conhecido como SNFA, Pavilhão da Febre Amarela e Laboratório de Febre Amarela.
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Pavilhão Arthur Neiva

Usado por: Pavilhão de Cursos

  • A edificação foi projetada pelo arquiteto Jorge Ferreira, para a Divisão de Obras do Ministério da Educação e Saúde, e construída entre 1947 e 1951, durante as gestões de Henrique Aragão e de Olympio da Fonseca na diretoria do Instituto Oswaldo Cruz (IOC). Desde 1998 o edifício está tombado pelo Instituto Estadual de Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro (Inepac) por constituir um significativo representante do modernismo arquitetônico carioca, fazendo parte do conjunto modernista do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). É também conhecido como Pavilhão de Cursos. Conta com painel de azulejos, obra de Roberto Burle Marx.
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Pavilhão Carlos Augusto da Silva

Usado por: Refeitório Central, Refeitório de Cozinha, Asfoc

  • A edificação foi projetada pelo arquiteto Jorge Ferreira e premiado na categoria Menção pelo júri da I Bienal de Arquitetura de São Paulo, em 1951. Foi tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural do Estado do Rio de Janeiro (Inepac) por suas qualidades arquitetônicas e representativas do Movimento Moderno Carioca, fazendo parte do conjunto modernista do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Conta com painel de azulejos de Paulo Osir Rossi.
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Pavilhão da Biologia
  • A edificação foi projetada pelo arquiteto J. O. Bonnard, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, e inaugurada em 1947, durante a gestão de Henrique Aragão na direção do Instituto Oswaldo Cruz.
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Pavilhão de Seres Marinhos

Usado por: Viveiro de peixes

  • A edificação foi projetada para compor parte das instalações do Instituto Oswaldo Cruz na antiga Ilha do Pinheiro ou Ilha dos Macacos, sendo responsável pelos serviços de estudo de seres marinhos. Demolido em 1980.
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Pavilhão Evandro Chagas

Usado por: Hospital Evandro Chagas, Pavilhão 26, Hospital Oswaldo Cruz (1918-1941), Hospital Evandro Chagas, Pavilhão 26, Pavilhão Gaspar Vianna

  • A edificação foi projetada entre 1912 e 1918, pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O projeto original previa seis pavilhões, mas apenas um foi construído. Na década de 1950, outro edifício foi projetado por Ramiro Pereira, da Divisão de Obras do Ministério da Saúde, para substituir as instalações originais do antigo hospital, e recebeu o nome de Hospital Evandro Chagas, que permaneceu de 1956 até 1980. Desde 1989, está protegido por lei federal (Iphan) junto aos demais edifícios componentes do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Outros nomes relacionados ao pavilhão de 1956 são Pavilhão 26. O Hospital Oswaldo Cruz, por sua vez, entre 1959 e 1978, recebeu nome de Pavilhão Gaspar Vianna.
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Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos

Usado por: Pavilhão da Química, Pavilhão do Quinino, Quinino, Pavilhão dos medicamentos oficiais

  • A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. em dois pavimentos, formando um conjunto harmonioso com os demais edifícios da Praça Pasteur, também de sua autoria. Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
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Pavilhão Leônidas Deane

Usado por: Edifício 26, Pavilhão Gaspar Vianna, Hospital Evandro Chagas (1956-80)

  • A edificação foi projetada em 1956 para substituir as instalações originais do antigo Hospital Oswaldo Cruz, mas passou muitos anos em obras e foi de fato inaugurada apenas na década de 2000, com o nome de Leônidas Deane, embora seja conhecida também como Edifício 26. Entre 1956 e 1980 recebeu o nome de Hospital Evandro Chagas.
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Pavilhão Lobato Paraense

Usado por: Casa Amarela, Pavilhão Vacinogênico, Vila Residencial

  • A edificação foi projetada em 1922 pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. para abrigar as atividades do antigo Instituto Vacínico ou Vacinogênico localizado no Catete e transferido para o campus de Manguinhos. Com a desativação de suas funções de Instituto Vacínico, passou a abrigar quartos para acomodação de visitantes e hoje é conhecido como Casa Amarela. Tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
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Assistência hospitalar 3 0
Ditadura militar (1964-1985)
  • Período que inicia com o golpe de Estado deflagrado em 31 de março de 1964 até a eleição de Tancredo Neves em 1985. Durante esse tempo o país teve cinco presidentes militares. Caracterizado por um regime autoritário, centralizador e burocratizante, com conseqüências econômicas de forte compressão salarial e grande concentração de renda e capital. Na superfície político-institucional, identificou-se como um movimento político-militar conservador, em oposição às “reformas de base” nacional-populistas e à participação política de setores populares, tradicionalmente excluídos do pacto de poder.
11 0
Evento
  • Use com o termo relacionado ao tipo de evento
195 0
Nectomys squamipes 1 0
Clerada apicicornis
  • Espécie de percevejo
1 0
População rural 3 0
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