<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<!DOCTYPE ead PUBLIC "+//ISBN 1-931666-00-8//DTD ead.dtd (Encoded Archival Description (EAD) Version 2002)//EN" "http://lcweb2.loc.gov/xmlcommon/dtds/ead2002/ead.dtd">
<ead>
  <eadheader langencoding="iso639-2b" countryencoding="iso3166-1" dateencoding="iso8601" repositoryencoding="iso15511" scriptencoding="iso15924" relatedencoding="DC">
    <eadid identifier="projetos-de-pesquisa-4" countrycode="BR" mainagencycode="RJCOC" url="https://basearch.coc.fiocruz.br/index.php/projetos-de-pesquisa-4" encodinganalog="identifier">02</eadid>
    <filedesc>
      <titlestmt>
        <titleproper encodinganalog="title">Projetos de Pesquisa</titleproper>
      </titlestmt>
      <publicationstmt>
        <publisher encodinganalog="publisher">Fundação Oswaldo Cruz. Casa de Oswaldo Cruz</publisher>
        <address>
          <addressline>Av. Brasil, 4365 -<lb/>Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS) - 1º andar</addressline>
          <addressline>21040-361</addressline>
          <addressline>Telefone: (21) 2126-3492</addressline>
          <addressline>E-mail: dad.consulta@fiocruz.br</addressline>
          <addressline>https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-arquivos-historicos-da-fiocruz</addressline>
        </address>
        <date normal="2012-02-08" encodinganalog="date">2012-02-08</date>
      </publicationstmt>
    </filedesc>
    <profiledesc>
      <creation>
      Gerado por Access to Memory (AtoM) 2.8.2      <date normal="2026-05-16">2026-05-16 04:47 UTC</date>
    </creation>
      <langusage>
        <language langcode="por">português do Brasil</language>
      </langusage>
    </profiledesc>
  </eadheader>
  <archdesc level="series" relatedencoding="ISAD(G)v2">
    <did>
      <unittitle encodinganalog="3.1.2">Projetos de Pesquisa</unittitle>
      <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02</unitid>
      <unitdate normal="1982/2024" encodinganalog="3.1.3">1982-2024</unitdate>
      <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1.989 itens (fitas cassetes e CDs/DVDs)    </physdesc>
      <repository>
        <corpname>Fundação Oswaldo Cruz. Casa de Oswaldo Cruz</corpname>
        <address>
          <addressline>Av. Brasil, 4365 -<lb/>Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS) - 1º andar</addressline>
          <addressline>21040-361</addressline>
          <addressline>Telefone: (21) 2126-3492</addressline>
          <addressline>E-mail: dad.consulta@fiocruz.br</addressline>
          <addressline>https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-arquivos-historicos-da-fiocruz</addressline>
        </address>
      </repository>
    </did>
    <odd type="publicationStatus">
      <p>published</p>
    </odd>
    <odd type="levelOfDetail">
      <p>Integral</p>
    </odd>
    <odd type="statusDescription">
      <p>Preliminar</p>
    </odd>
    <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
      <p>Reúne depoimentos em áudio e/ou vídeo, distribuídos em 35 projetos de pesquisa que abordam temas como: história institucional de unidades da Fiocruz; história das políticas públicas de saúde e previdência no Brasil; história da pesquisa biomédica no Brasil; história das profissões em saúde; história das doenças; história e epidemias.</p>
    </scopecontent>
    <arrangement encodinganalog="3.3.4">
      <p>Transcrição ou sumário.</p>
    </arrangement>
    <controlaccess>
      <subject>História oral</subject>
    </controlaccess>
    <processinfo>
      <p>
        <date>Junho de 2010.</date>
      </p>
    </processinfo>
    <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
      <p>Sem restrição.</p>
    </accessrestrict>
    <userestrict encodinganalog="3.4.2">
      <p>Sem restrição.</p>
    </userestrict>
    <dsc type="combined">
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Memória de Manguinhos</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05</unitid>
          <unitdate normal="1985/1989" encodinganalog="3.1.3">1985-1989</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 342 fitas cassete (313h)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 30 depoimentos que foram coletados com o objetivo de reconstituir a história do Instituto Oswaldo Cruz através da vivência de alguns de seus cientistas, auxiliares e administradores, enfocando questões relativas ao ensino, pesquisa, política institucional e governamental, produção de terapêuticos e o desenvolvimento da ciência. As entrevistas tratam principalmente do período compreendido entre a década de 1930 e o "Massacre de Manguinhos" nos anos 1970. O projeto obteve apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Amilar Tavares da Silva</persname>
          <persname role="subject">Attílio Romulo Borriello</persname>
          <persname role="subject">Dalton Mario Hamilton</persname>
          <persname role="subject">Domingos Arthur Machado Filho</persname>
          <persname role="subject">Francisco José Rodrigues Gomes</persname>
          <persname role="subject">Hamlet William Aor</persname>
          <persname role="subject">Hugo de Souza Lopes</persname>
          <persname role="subject">José Fonseca da Cunha</persname>
          <persname role="subject">Manoel Isnard de Souza Teixeira</persname>
          <persname role="subject">Masao Goto</persname>
          <persname role="subject">Moacyr Vaz de Andrade</persname>
          <persname role="subject">Orlando Guerra Junior</persname>
          <persname role="subject">Sylvia Ecila Hasselmann</persname>
          <persname role="subject">Venâncio Bonfim</persname>
          <persname role="subject">Augusto Cid de Mello Perissé</persname>
          <persname role="subject">Wladimir Lobato Paraense</persname>
          <persname role="subject">Tito Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti</persname>
          <persname role="subject">Sebastião José de Oliveira</persname>
          <persname role="subject">Francisco da Silva Laranja Filho</persname>
          <persname role="subject">Amilcar Vianna Martins</persname>
          <persname role="subject">Fernando Braga Ubatuba</persname>
          <persname role="subject">Haity Moussatché</persname>
          <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
          <persname role="subject">Mário Ulysses Vianna Dias</persname>
          <persname role="subject">Pedrina Cunha de Oliveira</persname>
          <persname role="subject">Constança Felícia Carvalho Britto Arraes de Alencar</persname>
          <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
          <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
          <corpname role="subject">Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnólogico (CNPq)</corpname>
          <corpname role="subject">Instituto Evandro Chagas (IEC)</corpname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
          <subject>Memória</subject>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
        </phystech>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Revisão da descrição - Agosto de 2024</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
        </processinfo>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>Fundo Instituto Oswaldo Cruz</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição, exceto o depoimento de Miriam Tendler que não autorizou sua divulgação.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição, exceto o depoimento de Miriam Tendler que não autorizou sua divulgação.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Fundação Oswaldo Cruz, Casa de Oswaldo Cruz. Memória de Manguinhos, acervo de depoimentos. Rio de Janeiro, Fundação Oswaldo Cruz, Casa de Oswaldo Cruz, 1991. 120 p. ilus.</p>
        </otherfindaid>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>SANTOS, Paulo Roberto Elian dos; VIEIRA, Felipe Almeida. Os arquivos da Fiocruz: fontes para a pesquisa sobre a ciência ea saúde na ditadura militar (1964-1985). Ciência &amp; Saúde Coletiva, v. 29, n. 10, p. e12182024, 2024. Disponível em &lt;https://doi.org/10.1590/1413-812320242910.12182024&gt;. Acesso 25 set. 2024.</p>
        </bibliography>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Amilar Tavares</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-01</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">23 e 27/11/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete (4h27min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte). O lado B da fita 5 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/4/b/04b175c9f8810546ef5f89d48a15d740deb6193babd8581c3a6f03bdf4754835/Amilar_Tavares.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Rose Ingrid Goldschmidt e Wanda Hamilton, na Fiocruz (Rio de Janeiro-RJ), nos dias 23 e 27 de novembro de 1987.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: fitas 1 e 2<lb/>Origem familiar; formação escolar; o trabalho na casa comercial do pai durante as férias escolares; o teste para ingressar na Fundação Rockefeller em 1940; o trabalho inicial no biotério; a admiração pela eficácia administrativa dos americanos; o trabalho como contador na Rockefeller; o pânico causado entre os funcionários da Rockefeller pelas demissões sem indenização; a autonomia administrativa exigida ao governo Getúlio Vargas pela Rockefeller; o trabalho realizado pela Rockefeller no combate à febre amarela e à malária a pedido do governo brasileiro; a inexistência de legislação trabalhista para os empregados da Rockefeller; a organização do biotério; as facilidades concedidas pelo governo brasileiro à Rockefeller; comentários sobre Francisco Laranja e Joaquim Travassos da Rosa; a disparidade salarial entre a Rockefeller e outras instituições brasileiras de pesquisa; o controle da malária no Nordeste realizado pela Rockefeller; a transferência dos funcionários da Rockefeller para o IOC em 1950; a dificuldade de entrosamento entre antigos funcionários da Rockefeller e do IOC; a auditoria financeira conduzida por Rocha Lagoa durante a gestão de Oswaldo Cruz Filho no IOC.<lb/><lb/>2ª Sessão: fitas 3, 4 e 5<lb/>As dificuldades de relação entre antigos funcionários da Rockefeller e do IOC; o trabalho como chefe do escritório comercial de Manguinhos e a burocracia existente; a autonomia financeira do IOC garantida pelo Regimento de 1962; os inquéritos policial e administrativo; a implantação do ponto obrigatório de frequência durante o governo Jânio Quadros; a transformação jurídico-administrativa do IOC em Fundação Oswaldo Cruz em 1970; a contratação de estagiários como funcionários efetivos; o trabalho como chefe da seção financeira do IOC; a intervenção do diretor Rocha Lagoa no convênios interinstitucionais realizados pelos chefes de divisão do IOC; o convite de Rocha Lagoa para trabalhar no Ministério de Saúde como diretor do Departamento de Pessoal; comentários sobre os diretores do IOC e suas administrações; a gestão de Olympio da Fonseca no IOC; as dificuldades para a obtenção de verbas para a pesquisa; o crescimento da seção administrativa na gestão Olympio da Fonseca; a exoneração do Ministério da Saúde devido a desentendimentos com Rocha Lagoa; a transferência para a Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (SUCAM) e o trabalho como diretor da Divisão de Segurança e Informação do Ministério da Saúde; as atividades exercidas na Divisão de Segurança e Informação; o trabalho na Escola Superior de Guerra (ESG) e na Delegacia Federal de Saúde; a aposentadoria compulsória devido a problemas de saúde; o IOC durante a gestão de Rocha Lagoa; o desinteresse pela política; opinião sobre os presidentes da República e o regime militar.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Amilar Tavares da Silva</persname>
            <corpname role="subject">Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (Sucam)</corpname>
            <corpname role="subject">Fundação Rockefeller</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Abril de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Amilcar Vianna Martins</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-02</unitid>
            <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">24 e 25/11/1988</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (4h19min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/1/9/6196fdb827733e50c638f8d0057a9dcbcf68eff3a96f058323dd48512b68d3bd/Amilcar_Vianna_Martins.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Sumário<lb/>1ª Sessão: fitas 1 a 3 Lado A<lb/>O ingresso no Instituto Ezequiel Dias; a diversificação das áreas de pesquisa e as atividades científicas desenvolvidas nesse Instituto; a escassez de recursos financeiros para o Instituto; o projeto de Otávio Magalhães para a construção do Instituto Ezequiel Dias; o aprendizado das técnicas de produção de soros e vacinas no IOC; a produção de soro antiescorpiônico e sua paralisação em consequência da exoneração de Otávio Magalhães do Instituto; a introdução de novas técnicas para a produção do soro antiescorpiônico; a produção de soros antidiftérico e antiofídico; a fabricação de vacina antivariólica e de produtos veterinários no Instituto Ezequiel Dias; comentários sobre a criação do Instituto Ezequiel Dias; as reuniões entre os pesquisadores para escolha dos temas de pesquisa; o recrutamento de pesquisadores na faculdade de medicina; o interesse pela área de parasitologia; a autonomia e o ecletismo das pesquisas; o trabalho com doença de Chagas; perfil de Carlos Chagas; a importância das filiais do IOC; o intercâmbio entre o Instituto Ezequiel Dias e instituições estrangeiras de pesquisa; a viagem aos Estados Unidos para o estudo da febre maculosa das Montanhas Rochosas; a contaminação e as lesões causadas pela doença de Chagas.<lb/><lb/>2ª Sessão: fitas 3 lado B a 6<lb/>A nomeação para a diretoria do DNERu em 1959; a participação no diretório regional do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB); comentários sobre a Segunda Guerra Mundial e sua atuação como médico da FEB; a indicação de Juscelino Kubitschek para diretor do IOC; a crise interna no IOC; comentários sobre o Hospital Evandro Chagas; a oposição à sua administração no Instituto; a questão da distribuição de verbas aos laboratórios do Instituto; a inauguração do refeitório e a duplicação de recursos durante a sua gestão; o trabalho com esquistossomose na Faculdade de Medicina de Belo Horizonte; a criação do Instituto René Rachou; a relevância da produção de vacinas antiamarílica e antivariólica; comentários sobre a decadência de Manguinhos; a falta de interesse dos pesquisadores pelas doenças parasitárias e endêmicas; a constituição do INERu e do DNERu; o pedido de exoneração do IOC; a direção do DNERu; o problema da liberação de verbas públicas para a pesquisa científica; a relação de amizade com Juscelino Kubitschek; a pesquisa em doenças de Chagas no município de Bambuí (MG); a proibição de trabalhar com essa doença; a cassação em 1969 e o trabalho no exterior; comentários sobre a transmissão da leishmaniose e o combate a essa doença; comentários sobre a biblioteca do IOC.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Amilcar Vianna Martins</persname>
            <corpname role="subject">Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu)</corpname>
            <corpname role="subject">Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)</corpname>
            <corpname role="subject">Fundação Ezequiel Dias (Funed)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <subject>Parasitologia</subject>
            <subject>Ditadura Militar (1964-1985)</subject>
            <geogname>Belo Horizonte (MG)</geogname>
          </controlaccess>
          <custodhist encodinganalog="3.2.3">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Jaime Benchimol, em Belo Horizonte (MG), nos dias 24 e 25 de novembro de 1988.</p>
          </custodhist>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
            <p>Possui transcrição e sumário.</p>
          </otherfindaid>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Attílio Borriello</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-03</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">13 e 27/06/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete (4h56min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/f/9/cf9fd04883d2ae32869c5a22937cd2080ebdaaca4fca647292b22d16afa5edfc/Att__lio_Borriello.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Brito e Rose Ingrid Goldschmidt, na Fiocruz/RJ, nos dias 13 e 27 de junho de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica<lb/>Attílio Borriello nasceu a 20 de agosto de 1905, em São Luiz de Paraitinga, São Paulo, na casa da família Oswaldo Cruz. Aos 15 anos mudou-se para o Rio de Janeiro, sendo contratado em maio de 1920 pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC), onde iniciou seu trabalho como tipógrafo. Mais tarde, passou a trabalhar como auxiliar no laboratório de protozoologia, sob a chefia dos cientistas Henrique Aragão, Aristides Marques da Cunha e Júlio Muniz.<lb/>Paralelamente à atividade profissional, realizou estudos complementares no Colégio Pedro II e no Liceu Literário Português. Em 1931, trabalhou com Carlos Chagas, na época diretor do IOC. Com a morte do cientista em 1934, Attílio Boriello retornou ao laboratório de protozoologia, onde ficou até sua aposentadoria, em 1958.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 e 2<lb/>A família de imigrantes italianos e a infância em São Luiz de Paraitinga; a ligação com a família de Oswaldo Cruz; a mudança dos irmãos Borriello para o Rio de Janeiro e o ingresso em Manguinhos; o trabalho na tipografia do IOC em 1921; o trabalho no laboratório de protozoologia em 1924; a moradia dos funcionários de Manguinhos; os riscos do trabalho em laboratório no início do século; perfil de Henrique Aragão; os surtos de febre amarela em 1926 e 1928; a incorporação da Fundação Rockefeller ao IOC; a doação de amostras de culturas de leptospira feita por Noguchi ao IOC; o ingresso de Francisco Gomes ao IOC; comentários sobre os colegas e o cotidiano no laboratório; a localização do laboratório de Adolpho Lutz; o trabalho no laboratório do diretor Carlos Chagas em 1931; o perfil administrativo de Carlos Chagas; o Curso de Aplicação do IOC e os alunos Walter Oswaldo Cruz e Emmanuel Dias; a contribuição dos auxiliaras na formação de jovens cientistas; o orçamento do IOC e a verba proveniente da vacina contra a manqueira; a influência política de Carlos Chagas; a incidência de tuberculose no Rio de Janeiro no início do século; observações sobre a Revolução de 1930 e a de São Paulo em 1932; o contato com o prefeito Pedro Ernesto e a adesão ao getulismo; o Boletim Revolucionário feito no IOC em 1932; o apoio dos funcionários de Manguinhos ao prefeito do Distrito Federal, Henrique Dodsworth; os benefícios obtidos com a criação das leis trabalhistas; a hierarquia de funções no IOC; a participação dos auxiliares nas pesquisas dos cientistas; as dificuldades financeiras no IOC; a implantação do ponto freqüência com a criação do Departamento de Administração do Serviço Público (DASP) em 1938; a contratação de mulheres na administração de Olympio da Fonseca.<lb/><lb/>Fitas 3 a 5<lb/>A influência dos cientistas na formação profissional dos auxiliares; a contratação de Walter Oswaldo Cruz e de Emmanuel Dias para trabalhar no laboratório de Carlos Chagas; as diferentes áreas de pesquisa do IOC; comentários sobre o Curso de Aplicação do IOC; o namoro e o casamento com Ana da Cunha; as famílias de técnicos e auxiliares do IOC; os empregos em laboratórios particulares; comentários sobre a disparidade entre os salários de auxiliares e cientistas; o ingresso do filho no IOC; a amizade com Rocha Lagoa; o almoço dos auxiliares veteranos com Carlos Chagas Filho; a volta para a seção de protozoologia durante a administração Cardoso Fontes; observações sobre as administrações Carlos Chagas, Cardoso Fontes e Olympio da Fonseca; a insatisfação entre alguns pesquisadores provocada pela nomeação de Carlos Chagas para a direção do IOC; a gestão Cardoso Fontes e a vendetta contra Chagas; a ausência de projetos científicos significativos durante a administração de Cardoso Fontes e a decadência do IOC; descrição da ocupação física do prédio do castelo mourisco e do campus de Manguinhos; perfil de José Guilherme Lacorte.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Attílio Romulo Borriello</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <corpname role="subject">Colégio Pedro II</corpname>
            <persname role="subject">José Guilherme Lacôrte</persname>
            <persname role="subject">Carlos Chagas Filho</persname>
            <persname role="subject">Carlos Ribeiro Justiniano Chagas</persname>
            <persname role="subject">Henrique de Beaurepaire Rohan Aragão</persname>
            <persname role="subject">Heráclides César de Souza-Araújo</persname>
            <persname role="subject">Antonio Viegas Pugas</persname>
            <persname role="subject">Raymundo Honório Daniel</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Augusto Cid de Mello Perissé</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-04</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">27/02/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete (3h39min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 4 não foi gravado.
<lb/>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/5/d/e5d619c6509bd897fb1e082ca1197bc6000b060319d07e48c531c09c8f80905f/Augusto_Perisse.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada  por  Wanda Hamilton, na Fiocruz/RJ, no dia 27 de fevereiro de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica<lb/>Augusto Cid de Mello Perissé nasceu a 30 de abril de 1917, em Barbacena, Minas Gerais. Formado em 1938 pela Escola Nacional de Farmácia da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especializou-se em química orgânica e bioquímica no Instituto Oswaldo Cruz (IOC). Além disso, é doutor em ciências pela Universidade de São Paulo (USP).<lb/>Em 1943, ingressou no IOC como químico analista. Em Manguinhos, foi tecnologista, professor, pesquisador, e organizou o laboratório de química orgânica. Também lecionou química no Instituto de Tecnologia do Rio de Janeiro e na Universidade Federal da Bahia.<lb/>Em 1957, viajou para Frankfurt, Alemanha Ocidental, a fim de realizar um curso de pós-doutorado como bolsista do Serviço Germânico de Intercâmbio Acadêmico. Em seguida, passou dois anos no Collège de France, em Paris. Retornou à França, em 1965, como pesquisador visitante do Instituto de Química de Substâncias Naturais, publicando vários trabalhos com o professor Mester.<lb/>Membro da Sociedade Brasileira de Química, da Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC), das Sociedades de Química de Londres e da Alemanha, além da Sociedade de Biologia do Rio de Janeiro, Augusto Perissé, em 1970, teve seus diretos políticos cassados e foi aposentado compulsoriamente pelo Ato Institucional nº 5 (AI-5).<lb/>Embora tenha sido aprovado em concurso para professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (SP), foi impedido de ocupar o posto devido a sua cassação. Além disso, foi obrigado a interromper suas pesquisas sobre venenos de Diplopodas (gongolô) brasileiros.<lb/>Em 1971, viajou para a França a convite do professor Mester, voltando a trabalhar no Instituto de Química de Substâncias Naturais, onde permaneceu até 1975. Diretor de pesquisa do Instituto de Saúde e Pesquisa Médica de Paris, Augusto Perissé esteve ainda no Instituto Max Planck, de Heidelberg, trabalhando com síntese automática de proteínas, e na Universidade Técnica de Munique.<lb/>Em 1976, foi para Moçambique como professor catedrático concursado da Universidade Eduardo Mondlane. Porém, mais tarde, com a esposa gravemente enferma, retornou ao Brasil.<lb/>Augusto Perissé recomeçou seu trabalho em Manguinhos, em 1981, como bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), prestando consultoria à Vice-Presidência de Desenvolvimento e retomando suas pesquisas sobre os Diplopodas e sobre química e bioquímica da hanseníase.<lb/>Em 1986, foi reintegrado ao quadro de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Devido a problemas de saúde, afastou-se deste cargo em 1994.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 a 4<lb/>Origem familiar; os problemas financeiros na época em que era estudante de farmácia; a atração pela medicina; o trabalho como tecnologista da Marinha; o emprego numa fábrica de pólvora a convite de um professor; o ingresso no IOC em 1943; considerações sobre o curso de farmácia; o interesse pela botânica e a decisão de permanecer no IOC; o primeiro contato com a química; a proibição de trabalhar com síntese de composto orgânico pelo diretor do IOC, Henrique Aragão; o desenvolvimento da química no IOC e a introdução de novos cursos durante a gestão Olympio da Fonseca; o trabalho no Instituto Nacional de Tecnologia; a transferência para a USP a convite do professor Hauptman e a convivência com químicos alemães; a importância da biblioteca do IOC até 1964; comentários sobre o trabalho do professor Hauptman e de Rheinboldt; crítica à orientação científica do IOC no período pós-1964; comentários sobre o doutorado na USP; o trabalho na Bahia a convite de Edgard Santos; o curso de pós-doutorado na Alemanha; a importância das pesquisas em química experimental na USP; a vida e o trabalho em São Paulo; as dificuldades de desenvolvimento da química no Brasil; o estudo e o trabalho em bioquímica da hanseníase a importância do vínculo entre pesquisa e produção; a interrupção da pesquisa sobre hanseníase em consequência de sua cassação; a reconstrução do laboratório após o regresso a Manguinhos; as atividades profissionais em Paris durante o exílio; o trabalho realizado em Moçambique; a bolsa do CNPq para desenvolver pesquisa em hanseníase; comentários sobre a descoberta da hanseníase; a fase de decadência do IOC após a direção de Carlos Chagas; as atividades exercidas em Manguinhos entre 1943 e 1969; perfil e gestão de Olympio da Fonseca; o incentivo do CNPq à ciência no Brasil; a crença no progresso da humanidade através da ciência; a importância do Ministério da Ciência e Tecnologia para o desenvolvimento científico do país; o impacto das multinacionais sobre o desenvolvimento autônomo da ciência no país; a difícil sobrevivência dos institutos de pesquisa no Brasil; a redemocratização e legalização do Partido Comunista Brasileiro (PCB); a intervenção dos militares na vida política do país; os inquéritos militares e as cassações em Manguinhos; a solidariedade dos colegas do IOC e a repercussão das cassações; o fim do regime militar e a redemocratização na FIOCRUZ durante a gestão Sérgio Arouca; o caráter pessoal das perseguições movidas por Rocha Lagoa; o fechamento do laboratório de química e a perda de seus produtos após a cassação; o conflito ente os pesquisadores de Manguinhos; a paralisação da produção científica no IOC após 1970; o financiamento à pesquisa concedido pela Fundação Ford; a importância da construção de Far-Manguinhos e de Bio-Manguinhos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Augusto Cid de Mello Perissé</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <corpname role="subject">Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)</corpname>
            <corpname role="subject">Universidade de São Paulo (USP)</corpname>
            <persname role="subject">Miguel Ozório de Almeida</persname>
            <persname role="subject">Haity Moussatché</persname>
            <persname role="subject">Ernani de Paiva Ferreira Braga</persname>
            <persname role="subject">Francisco de Paula da Rocha Lagôa</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <subject>Hanseníase</subject>
            <subject>Ditadura Militar (1964-1985)</subject>
            <subject>Bioquímica</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Agosto de 2024; fevereiro de 2026;</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrições</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Carlos Chagas Filho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-05</unitid>
            <unitdate normal="1987/1988" encodinganalog="3.1.3">18/02/1987 a 30/09/1988</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 21 fitas cassete (18h55min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/0/d/90d6630dfe1c663aa188674825a4518d75bf526890c7f39c53ca70ebc846e7b4/Carlos_Chagas_Filho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara de Azevedo Brito, Paulo Gadelha, Luiz Fernando Ferreira e Rose Ingrid Goldschmidt, no Instituto de Biofísica (UFRJ), entre 18 de fevereiro de 1987 e 30 de setembro de 1988.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 a 3<lb/>O ingresso na faculdade de medicina; o encontro com Walter Oswaldo Cruz e Emanuel Dias no curso médico; a personalidade e inteligência de Walter Oswaldo Cruz; a penetração da literatura francesa no Brasil no início do século; A reforma de ensino Rocha Vaz e as repercussões no curso de medicina; o ingresso em Manguinhos com Walter Oswaldo Cruz e Emmanuel Dias; a experiência como adjunto de serviço de autópsia de Magarinos Torres, no Hospital São Francisco; o método e a dedicação do pai à atividade docente; a boemia nos tempos da juventude com os amigos Walter Oswaldo Cruz e Emmanuel Dias; o interesse de Walter Oswaldo Cruz pelo estudo de anemia; a opção pela universidade em detrimento de Manguinhos; a iniciativa da Fundação Ford em estabelecer cursos de pós-graduação no Brasil a partir de 1964; o perfil progressista de Walter Oswaldo Cruz; visão crítica sobre Rocha Lagoa; as gestões Francisco Laranja e Antonio Augusto Xavier no IOC; a decadência de Manguinhos; os conflitos internos gerados com a nomeação de Rocha Lagoa para a direção do IOC; o convite do presidente Castelo Branco para representar o Brasil na UNESCO; a reprovação de Rocha Lagoa no concurso promovido pelo Departamento de Administração do Serviço Público (DASP) para biologista de Manguinhos; a presença de militares no IOC durante a gestão de Rocha Lagoa; o último encontro com Walter Oswaldo Cruz em 1965 e o choque causado por sua morte em 1967; a atual superioridade científica de São Paulo sobre o Rio de Janeiro; o perfil profissional dos filhos de Oswaldo Cruz.<lb/><lb/>Fitas 4 e 5<lb/>A infância na rua Paissandú, Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro; os banhos de mar com o pai na Praia do Flamengo; a admiração de Carlos Chagas por Oswaldo Cruz e o choque provocado por sua morte; a divisão política do IOC depois da morte de Oswaldo Cruz e a luta pela direção de Manguinhos; as dificuldades financeiras do IOC com o fim da verba da vacina contra a manqueira; o esvaziamento do IOC após a criação das universidades e centros de pesquisa a partir da década de 30; comentários sobre as causas da morte de Oswaldo Cruz; a crença positivista da família e o forte sentimento religioso; a educação voltada para as diversas manifestações culturais e artísticas; a influência estrangeira no desenvolvimento científico brasileiro; as leituras preferidas do pai; o questionamento da Academia Nacional de Medicina a respeito da descoberta da doença de Chagas; o desprestígio da carreira universitária no início do século; a fundação de um centro de pesquisa em universidade brasileira; o caráter centralizador da gestão de Carlos Chagas no IOC.<lb/><lb/>Fitas 6 e 7<lb/>Os primeiros contatos com Manguinhos e com Joaquim Venâncio; a personalidade de Adolpho Lutz; a amizade com Francisco Gomes no laboratório de Astrogildo Machado; a experiência profissional adquirida no contato com Osvino Pena, Magarinos Torres e Burle Figueiredo no Hospital São Francisco de Assis; a vida boêmia de alguns cientistas do IOC; o perfil profissional de Carneiro Felipe; a relação paternalista dos cientistas do IOC com seus estagiários; a personalidade autoritária de Álvaro Osório de Almeida; a forte influência científico-cultural francesa nos fundadores de Manguinhos; comparações entre as questões sociais do início do século e as atuais; o crescimento das favelas do Rio de Janeiro após o Estado Novo; ausência de discriminação racial em Manguinhos; a participação na Aliança Liberal em 1930; o equívoco das políticas de saúde de Getúlio Vargas; resistência do pai à incorporação do IOC pelo Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP); o perfil político de Belisário Pena e sua relação com Carlos Chagas; ausência de grupos de esquerda organizados antes da década de 30; o mecenato de Guilherme Guinle e o financiamento ao SEGE dirigido por Evandro Chagas; o perfil profissional de Felipe Neri Guimarães e a coesão do grupo de cientistas do SEGE;  a desvalorização da ciência por parte das autoridades brasileiras; inexistência de um período de decadência na história de Manguinhos; comentários sobre a baixa qualidade da penicilina produzida por Manguinhos na década de 40; a dificuldade da gestão Aragão em visualizar o futuro desenvolvimento do IOC.<lb/><lb/>Fitas 8 e 9<lb/>Perfil do professor Pacheco Leão; a experiência profissional na expedição à Lassance e o contato com lepra e malária no interior do país; as condições de vida do povo brasileiro; as qualidades e carências do Curso de aplicação do IOC; a convivência com o arquiteto Luiz de Morais, com o bibliotecário Overmeer e o fotógrafo J. Pinto; as diversas fontes de financiamento do laboratório de biofísica; o nascimento da microscopia eletrônica brasileira; a formação de profissionais competentes no Instituto de Biofísica; os motivos da opção pela universidade em detrimento do IOC; a dificuldade na escolha da banca examinadora do concurso na Universidade do Brasil; o pedido para sua permanência em Manguinhos feito por Evandro Chagas; o desgosto de Evandro Chagas ao ser reprovado no concurso para a cátedra de doenças tropicais da Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil; a nomeação para chefia do SEGE em 1942 após a morte de Evandro Chagas; as diversas origens das verbas do IOC e o incentivo à pesquisa brasileira com a criação do CNPq; o auxílio da fundação Rockefeller para o desenvolvimento da pesquisa em radioisotopia no Instituto de Biofísica; a personalidade de Miguel Osório de Almeida; a prisão de Carlos Chagas na Revolução de 1930; Pedro Ernesto e a tentativa de democratizar o governo Vargas; defesa da formação interdisciplinar do médico e do sanitarista brasileiro.<lb/><lb/>Fitas 10 e 11<lb/>A luta pelo progresso da ciência brasileira; a elevação do custo de vida e as dificuldades financeiras durante o Estado Novo; o contato com grandes cientistas europeus na década de 40; a formação inicial do quadro de profissionais do Instituto de Biofísica; as dificuldades do desenvolvimento científico na sociedade brasileira; a tentativa de Barros Barreto de transformar o IOC em uma instituição de saúde pública; a prática de interdisciplina no Instituto de Biofísica; o incentivo do CNPq ao desenvolvimento científico; perfil do Almirante Álvaro Alberto; o desenvolvimento da física brasileira; defesa da autonomia de pesquisa nas universidades; os riscos provenientes da privatização das instituições de pesquisa; considerações sobre a importância da tecnologia no desenvolvimento científico do Terceiro Mundo.<lb/><lb/>Fitas 12 a 14<lb/>Os principais problemas do Terceiro Mundo; o caráter colonial do desenvolvimento científico brasileiro; a necessidade de harmonia cultural para o desenvolvimento econômico e social de um país; a valorização da ciência e tecnologia após a Segunda Guerra Mundial; crítica ao comportamento das elites brasileiras; comparação entre o ensino médico do início do século e da década de 60; os obstáculos à pesquisa criados pela Reforma Universitária de 1964; defesa do ensino religioso nas universidades brasileiras.<lb/><lb/>Fitas 15 e 16<lb/>A inconveniente privatização da biotecnologia; ausência de políticos voltados para a defesa do desenvolvimento da ciência e tecnologia nacional; a necessidade de diferenciação entre prática médica e atividade científica; histórico da criação do CNPq e o trabalho desenvolvido na Divisão de Ciência e Biologia; o preconceito do CNPq em relação às ciências sociais; comentários sobre a soma de recursos do CNPq investidas em Manguinhos; o aproveitamento de cientistas europeus exilados durante a Segunda Guerra Mundial por instituições de pesquisa de São Paulo; definição de vocação científica e a diferenciação entre cientistas e “empregados da ciência”; comentários sobre a obrigatoriedade de publicação regular de artigos científicos; as disputas internas no CNPq durante o governo Café Filho e a demissão do Almirante Álvaro Alberto; o controle da ciência e da tecnologia pelos militares a partir de 1964.<lb/><lb/>Fitas 17 e 18 - Lado A<lb/>O contato com o Instituto Pasteur e com Emile Marchou em 1937; a equiparação tecnológica do IOC com o Instituto Pasteur na década de 30; comentário sobre a atuação de pesquisadores do Instituto Pasteur na Resistência Francesa durante a Segunda Guerra Mundial; perfil de Heráclides César de Souza Araújo; Olympio da Fonseca e a tentativa de criar a área de microscopia eletrônica no IOC; o perfil acadêmico das universidades francesas.<lb/><lb/>Fitas 18 - lado B e 19<lb/>O trabalho da Academia Brasileira de Ciências na década de 60; as reuniões científicas com Álvaro Alberto e Arthur Moses; a questão da propriedade das patentes de vacina no IOC na década de 30; a supremacia do grupo biomédico na Academia Brasileira de Ciências a partir da década de 40; a valorização da saúde pelas autoridades públicas após a Reforma Carlos Chagas em 1921; a importância das academias científicas no desenvolvimento social e econômico dos países europeus; o trabalho desenvolvido como delegado do Brasil na UNESCO; o trabalho pela paz mundial; a importância de sua atuação como secretário geral da Conferência das Nações Unidas para a Aplicação da Ciência e Tecnologia ao Desenvolvimento realizada em 1962; a nomeação para presidente da Academia Pontifícia de  Ciências.<lb/><lb/>Fitas 20 e 21<lb/>Perfil da bibliotecária Emília de Bustamante; o distanciamento entre os avanços da ciência nos países desenvolvidos e nos subdesenvolvidos; a necessária priorização da educação pelos futuros governantes brasileiros; o caráter predatório das elites brasileiras; a luta empreendida pela Academia Pontifícia de Ciências contra a guerra nuclear e a destruição da camada de ozônio da atmosfera; a defesa pela Igreja do sistema Ptolomáico ameaçado por Copérnico; as dificuldades financeiras enfrentadas pelo Vaticano; comentários sobre a fé católica brasileira; a singular combinação entre ciência e religião e sua concepção de religiosidade; defesa da origem divina do universo; a forte religiosidade dos cientistas judeus; os méritos e defeitos da “Tecnologia da Libertação”; visão sobre o papel da ciência no desenvolvimento humano.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <corpname role="subject">Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)</corpname>
            <persname role="subject">Carlos Chagas Filho</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF/UFRJ)</corpname>
            <persname role="subject">Carlos Ribeiro Justiniano Chagas</persname>
            <persname role="subject">Francisco de Paula da Rocha Lagôa</persname>
            <persname role="subject">Heráclides César de Souza-Araújo</persname>
            <persname role="subject">Belisário Augusto de Oliveira Penna</persname>
            <persname role="subject">Emmanuel Pinto Dias</persname>
            <name role="subject">Francisco de Paulo Carneiro</name>
            <persname role="subject">Miguel Ozório de Almeida</persname>
            <persname role="subject">Antônio Cardoso Fontes</persname>
            <persname role="subject">Joaquim Venâncio Fernandes</persname>
            <persname role="subject">Astrogildo Machado</persname>
            <persname role="subject">José Guilherme Lacôrte</persname>
            <persname role="subject">José da Costa Cruz</persname>
            <corpname role="subject">Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnólogico (CNPq)</corpname>
            <persname role="subject">Georges Dumas</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Hanseníase</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Religião</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Agosto de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>ALMEIDA, Darcy Fontoura de. "A opção de Carlos Chagas Filho pela física biológica: razões e motivações". Hist. cienc. saude-Manguinhos, v. 15, n. 2, pp. 261-275, jun. 2008. Disponível em: &lt;http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59702008000200002&gt;.
<lb/>
<lb/>LIMA, Ana Luce Girão Soares de et al. "Ciência, política e paixão: o arquivo de Carlos Chagas Filho". Hist. cienc. saude-Manguinhos, v. 12, n. 1, pp. 185-198, abr. 2005. Disponível em: &lt;http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59702005000100010&gt;.
<lb/>
<lb/>LOURENÇO, Francisco dos Santos et al. "Biblioteca Virtual Carlos Chagas Filho: um espaço para divulgação da ciência brasileira contemporânea". Hist. cienc. saude-Manguinhos, v. 16, n. 3, pp. 779-788, set. 2009. Disponível em: &lt;http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59702009000300013&gt;.</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Constança Arraes de Alencar</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-06</unitid>
            <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">08/08/1989</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (1h46min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/7/9/6797d739d7ca2fef7dd7e1c1652ff084aeb113900d4b788159c2781d3f4e0f1e/Constan__a_Arraes_de_Alencar.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Lúcio Flávio Taveira e Rose Ingrid Goldschmidt, na Fiocruz, no dia 08 de agosto de 1989.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 a 3<lb/>Origem familiar; a formação profissional dos pais; o pioneirismo do avô imigrante; as atividades profissionais da mãe; o desejo pela experiência da maternidade; a infância em Ipanema; a vida escolar; a descoberta da vocação científica; a opção pelo curso médico e a posterior escolha pela biologia; o curso de biologia da UFRJ; a opção pela especialização em genética; o desprestígio do curso de biologia na década de 1970; o ingresso no Instituto Oswaldo Cruz (IOC) por intermédio de Carlos Morel; o fantasma da mão-de-obra barata presente no estágio da FIOCRUZ; o ingresso no curso de mestrado; as dificuldades do desenvolvimento científico em um país subdesenvolvido; comentários sobre as dificuldades advindas das restrições à contratação de pesquisadores e escassez de recursos materiais; os riscos de contaminação no trabalho diário com Trypanosoma cruzi; a gestão de Carlos Morel como chefe do departamento de bioquímica e Biologia Molecular; os vínculos entre os cursos de pós-graduação da UFRJ e da FIOCRUZ.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Constança Felícia Carvalho Britto Arraes de Alencar</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dalton Mario Hamilton</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-07</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">14/05 a 12/08/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 16 fitas cassete e 16 CDs (15h46min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/8/8/b88c5f49b748a2c04d3daa28bebc9ce7d591e812bbfe02764b28eee859ae8be9/Dalton_Mario_Hamilton.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Jaime Araújo Oliveira, Nara de Azevedo Brito e Rose Ingrid Goldschmidt, na Fiocruz (Rio de Janeiro/RJ), entre os dias 14 de maio e 12 de agosto de 1987.<lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: fitas 1 a 3<lb/>Origem familiar; a infância em Buenos Aires; formação escolar; o estudo em escolas públicas; perfil do pai; a vocação pela medicina; a morte do pai e o trabalho numa companhia de seguros; a experiência em empresas privadas e na administração de saúde pública; o trabalho como pediatra de um hospital público; as características do sistema de saúde argentino; a Escola de Medicina de Buenos Aires e as características do sistema universitário argentino; o governo peronista; o trabalho na campanha de diarréia estival e as primeiras ligações com saúde pública; a experiência de trabalho na província de Jujuy (AR); as opções político-partidárias; o planejamento em saúde pública; o exercício da medicina privada; a criação da Escola Nacional de Saúde Pública na Argentina em 1959; a realização do curso de saúde pública em 1963; as características do curso de saúde pública; a prática hospitalar dos médicos argentinos ligados à saúde pública e a dicotomia entre saúde e atenção médica no Brasil; a implantação do planejamento em saúde na América Latina através do método OPAS/CENDES – Centro Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Venezuela); a implementação de um sistema de informação em saúde na província de Tucumán (AR); a extensão do modelo Tucumán a todo o território argentino; o Modelo Nacional de Programação de Atividades em Saúde da Argentina em 1966; o método OPAS/CENDES e os discursos sobre planejamento; a tradição chilena em saúde pública; a introdução do planejamento em saúde nos países da América Latina; comparação entre o sistema de saúde no Brasil e na Argentina; o  planejamento estratégico e o caso Montes Claros; a atividade político-partidária na Argentina; o curso de mestrado na Universidade de Michigan (EUA); o Programa Nacional  de Estatística em Saúde na Argentina.<lb/><lb/>2ª Sessão: fitas 4 e 5<lb/>A elaboração do programa de saúde para o Partido Justicialista em 1973; a situação política argentina durante a década de 70; a morte de Perón e as perseguições políticas da Triple A (Aliança Anticomunista Argentina); a demissão do Ministério da Saúde da Argentina em meio à crise política; o trabalho nas obras sociais dos ferroviários; a mudança para o Brasil e o golpe militar em 1976 na Argentina; o trabalho como consultor da OPAS em Brasília; os primeiros contatos com Sérgio Arouca; o Programa de Preparação Estratégica de Pessoal em Saúde (PPREPS); a adaptação da família no Brasil; a experiência profissional de Susana Badino em Buenos Aires e na Escola Brasileira de Administração Pública (EBAP) da Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro; a solidariedade brasileira aos exilados argentinos; a mudança para o Rio de Janeiro contratado pela PAPPE; o Projeto de Caruaru.<lb/><lb/>3ª Sessão: fitas 5 a 7<lb/>O Projeto Integrado de Serviços de Saúde em Montes Claros; o Programa de Integração das Ações de Saúde e Saneamento (PIASS); a difusão do modelo Montes Claros; a lógica do planejamento estratégico; a  experiência do PIASS na Bahia; a criação do PIASS; a continuidade do projeto em Montes Claros após a sua saída.<lb/><lb/>4ª Sessão: fitas 8 e 9<lb/>O ingresso na ENSP em 1978; o Departamento de Administração e Planejamento; a coordenação do curso básico e dos cursos de especialização da ENSP; a criação dos cursos de mestrado e doutorado e dos cursos regionalizados para dinamizar áreas estratégicas de saúde; a incorporação da política ao planejamento; os cursos regionalizados em Alagoas, Minas Gerais, Pernambuco e Paraíba; a difusão dos cursos regionalizados; o intercâmbio entre o Instituto de Medicina Social (IMS), a EBAP e a ENSP; o primeiro curso de planejamento do IMS em 1976; os cursos de planejamento da ENSP; a busca de respostas às experiências políticas do momento; o papel dos argentinos na introdução do planejamento em saúde pública no Brasil; comparação entre a formação profissional em saúde no Brasil e na Argentina; a criação do curso especializado em planejamento da Escola de Medicina de Buenos Aires em 1973; Brasil e Colômbia: centros de referência em planejamento em saúde para a América Latina; os latino-americanos no Departamento de Planejamento da ENSP; a assessoria na Nicarágua a convite de Sérgio Arouca.<lb/><lb/>5ª Sessão: fitas 10 e 11<lb/>A experiência de Joaquim Moreira Nunes na área de administração hospitalar e na ENSP; o elo entre teoria e prática nos cursos de administração; as características da gestão Vinícius da Fonseca na FIOCRUZ; a gestão Guilardo Martins Alves na FIOCRUZ; o modelo administrativo da FIOCRUZ; a incorporação de unidades isoladas à FIOCRUZ e a dificuldade de implantação de um projeto modernista e integrador; a democratização brasileira e a indicação de Sérgio Arouca para  a Presidência da FIOCRUZ; a  gestão Arouca; a concentração de informações na Superintendência de Administração Geral (SAG) e a centralização de decisões na presidência devido à ineficácia da área administrativa; proposta de reestruturação do modelo organizacional da FIOCRUZ; a intervenção na SAG; a indicação para chefiar a SAG; o papel do poder burocrático durante o período de reformas.<lb/><lb/>6ª Sessão: fitas 12 e 13<lb/>Avaliação do sistema de saúde brasileiro nos últimos 15 anos; as propostas do “partido sanitário” e as divergências em torno da reforma sanitária; a unificação do sistema de saúde como medida de racionalização; a participação popular visando a melhoria dos serviços de saúde; as divergências entre os membros do “partido sanitário” na Previdência Social, na Comissão de Reforma Sanitária e no Ministério da Saúde; o retorno a Buenos Aires após a abertura democrática; a experiência como gerente de planejamento do Instituto de Servicios de Obras Sociales para Trabajadores Rurales (ISARA); a experiência de Susana Badino no Instituto de Administración Pública (INAP); o regresso ao Brasil.<lb/><lb/>7ª Sessão: fita 14<lb/>Relato de sua posse na SAG; a relação do antigo superintendente com os funcionários administrativos; a proposta de reformas na área administrativa e a adesão gradual dos funcionários; a legitimação no trabalho pelo aumento da eficiência; as mudanças na estrutura organizacional da SAG; a eleição dos funcionários para promoção; a descentralização das decisões administrativas; os problemas do Departamento de Recursos Humanos; a informatização de processos financeiros; as demissões de funcionários devido a irregularidades.<lb/><lb/>8ª Sessão: fitas 15 e 16<lb/>A democratização da SAG com a socialização de informação; a descentralização de programas e orçamentos; a transparência administrativa e a consequente dificuldade do aparecimento de processos ilícitos; os resultados da descentralização dos recursos em nível das unidades; a informatização dos processos como forma de desburocratizar o poder, socializar a informação e adequar tecnologicamente a SAG; as resistências internas ao processo de informatização; a facilidade de acesso às informações e ao acompanhamento de processos através da informatização; a relação das unidades da FIOCRUZ  com o processo de descentralização administrativa; as transformações da estrutura organizacional da SAG; a expectativa de irreversibilidade nas mudanças empreendidas na SAG.<lb/>NOTA: As 5ª, 7ª e 8ª sessões contaram com a participação de Joaquim Moreira Nunes e Susana Esther Badino.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Dalton Mario Hamilton</persname>
            <corpname role="subject">Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Domingos Arthur Machado Filho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-08</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">19/06 a 29/07/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 11 fitas cassete e 12 CDs (11h17min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/d/0/3d0ebc54082233cde81a702d4a667cab5ac887166aed669746bf22edbd36da41/Domingos_Arthur_Machado_Filho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Rose Ingrid Goldschmidt e Wanda Hamilton, na Universidade Santa Úrsula (RJ), entre os dias 19 de junho e 29 de julho de 1986.<lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: fitas 1 e 2<lb/>Origem familiar; formação escolar; influência do professor Mário Eugênio do colégio São José no seu interesse pela biologia; influência do irmão na escolha da profissão; a participação do pai na Revolução de 1930; o curso preparatório e o teste para a Escola Militar; o ingresso na Escola Nacional de Veterinária; as aulas de fisiologia de Miguel Osório de Almeida; o convite de Lauro Travassos para estagiar em Manguinhos; as aulas de parasitologia ministradas por Lauro Travassos na Escola Nacional de Veterinária; o trabalho na Fundação Rockefeller por indicação de Lauro Travassos e a campanha contra a febre amarela no sul de Minas Gerais; o convite de Hugo de Souza Lopes para se tornar seu assistente na Universidade do Brasil; o estágio não-remunerado no IOC e as dificuldades financeiras; o trabalho com Lauro Travassos em Manguinhos; a convocação para a guerra; o vestibular para a Escola de Medicina e Cirurgia.<lb/><lb/>2ª Sessão: fitas 3 e 4<lb/>O vestibular para o curso de história natural da UDF; comentários sobre professores e colegas de turma da UDF; a participação acidental na fundação da Ação Integralista Brasileira de 1933; o trabalho como professor de nível médio; o convite de Hélio Carvalho de Oliveira para a direção da Escola Técnica Visconde de Mauá; o telegrama enviado pelos pesquisadores do IOC apoiando Luís Carlos Prestes em 1946; a célula do Partido Comunista nos arredores do IOC; a contratação para o quadro permanente do IOC durante a gestão Olympio da Fonseca; comentários sobre César Pinto e Lauro Travassos; o financiamento de Guilherme Guinle à Revista Brasileira de Biologia; o trabalho como chefe de laboratório na Escola de Medicina e Cirurgia; a incorporação de Mário Vianna Dias na área de fisiologia da Escola de Medicina e Cirurgia; comentários sobre as faculdades da área biomédica no Rio de Janeiro; o ingresso no corpo docente da Faculdade de Medicina de Valença (RJ); opinião sobre o ensino universitário no Brasil; o exercício do magistério em detrimento da atividade de pesquisa; a homenagem prestada por Darcy Ribeiro, em 1985, aos cientistas cassados do IOC; o exercício da atividade clínica em Manguinhos.<lb/><lb/>3ª Sessão: fitas 5 e 6<lb/>A relação do IOC com os moradores da região próxima ao campus; o trabalho na seção de helmintologia; comentários sobre os auxiliares técnicos; as administrações de Cardoso Fontes e Henrique Aragão; a produtividade científica de Manguinhos; opinião sobre o desenvolvimento da ciência brasileira; os cursos de doutorado na área biomédica no Rio de Janeiro; a relação entre pesquisa pura e aplicada na helmintologia; a importância da ciência pura para a ampliação do conhecimento; a falta de verbas para a pesquisa no IOC; o trabalho de combate à malária e febre amarela na Fundação Rockefeller; a relação entre a Fundação Rockefeller e o IOC.<lb/><lb/>4ª Sessão: fitas 7 e 8<lb/>A orientação científica de Oswaldo Cruz para o IOC; a redemocratização da FIOCRUZ na administração Sérgio Arouca e o incentivo à pesquisa; a oposição de Afrânio Peixoto à descoberta da doença de Chagas; o prestígio político de Carlos Chagas; comentários sobre Olympio da Fonseca e o retorno ao IOC como diretor em 1950; os desentendimentos entre Olympio da Fonseca e Lauro Travassos; perfil de Herman Lent; o trabalho das mulheres em Manguinhos; o movimento pela deposição de Olympio da Fonseca; as dificuldade na obtenção de material para pesquisa no IOC; o IOC antes do golpe militar; a relação com Rocha Lagoa até a cassação em 1970; o relacionamento entre os cassados; a transferência de pesquisadores que não foram cassados; a gestão Francisco Laranja; a Lei de Desacumulação de Cargos e o ingresso no quadro permanente do IOC; a participação dos cientistas de Manguinhos na elaboração de dicionários e enciclopédias após a cassação.<lb/><lb/>5ª Sessão: fitas 9 a 11<lb/>Comentário sobre a gestão Antônio Augusto Xavier; o Conselho Deliberativo implantado na época de Francisco Laranja; a política desenvolvimentista de Juscelino Kubitchesk; as deficiências de equipamentos nas universidades do Rio de Janeiro; o pleito acadêmico Potsch-Mello Leitão; perfil de Hugo de Souza Lopes; as administrações de Tito Cavalcanti e Joaquim Travassos da Rosa; comentários sobre o acervo documental e bibliográfico de Manguinhos; ciência e tecnologia no Brasil a partir do governo Juscelino; o incentivo à pesquisa aplicada e à saúde pública no governo João Goulart; a instauração de inquéritos administrativo e militar em Manguinhos durante a gestão Rocha Lagoa; a repercussão do golpe militar no Instituto; a surpresa de cassação; o Inquérito Policial Militar (IPM) presidido pelo General Falcão em 1964; o clima político em Manguinhos após 1964; comentários sobre Geth Jansen; o incremento do setor de produção após 1964; a situação das instituições científicas no Brasil diante das perseguições políticas após o golpe de 1964; o fechamento dos laboratórios do IOC após as cassações dos pesquisadores; comentários sobre o Ministério da Ciência e Tecnologia criado no governo José Sarney; as dificuldades de trabalho e a situação financeira depois da cassação; opinião sobre o desenvolvimento atual da ciência no Brasil; o intercâmbio com cientistas do exterior antes da cassação; expectativas em relação à reintegração ao quadro de pesquisadores da FIOCRUZ.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Domingos Arthur Machado Filho</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <subject>Ditadura Militar (1964-1985)</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fernando Braga Ubatuba</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-09</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">21/11/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete (2h51min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/c/9/0c97419e4439cda8273294e1116839d882c3d373948e0b1d010287037ae9374c/Fernando_Ubatuba.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Fernando Braga Ubatuba</persname>
            <persname role="subject">Haity Moussatché</persname>
            <persname role="subject">Herman Lent</persname>
            <corpname role="subject">Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (FM/UFRJ)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Política de saúde</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <custodhist encodinganalog="3.2.3">
            <p>Entrevista realizada por Rose Ingrid Goldschmidt e Wanda Hamilton, na Fiocruz/Rio de Janeiro, no dia 21 de novembro de 1986.</p>
          </custodhist>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Agosto de 2024 e Janeiro de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Francisco Gomes</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-10</unitid>
            <unitdate normal="1985/1986" encodinganalog="3.1.3">09/12/1985 e 09/01/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (4h40min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/2/b/02bd3f7e450b5ee0159f6d245dc7adf8bdc0e277b4d5f1b9cd1df523d455e618/Francisco_Gomes.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Fernando Ferreira da Silva, Paulo Gadelha, Thereza Cristina Tavares e Wanda Hamilton, na Fiocruz (Rio de Janeiro/RJ), nos dias 09 de dezembro de 1985 e 09 de janeiro de 1986.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 e 2<lb/>O trabalho aos sete anos com Carlos Chagas em Lassance (MG); o ingresso no IOC em 1925; o estudo e o trabalho com Otávio Magalhães no Instituto Ezequiel Dias (MG); o retorno ao IOC após a morte de Carlos Chagas; o trabalho na seção de fisiologia com Miguel Osório de Almeida; o contato com pesquisadores e moradores locais durante o trabalho de campo; perfil de Carlos Chagas; o entrosamento da equipe de trabalho do IOC e a dedicação às pesquisas; as campanhas no Nordeste com Evandro Chagas, Olympio da Fonseca e Álvaro Lobo; o trabalho com Geth Jansen no combate à esquistossomose; a admiração por Joaquim Venâncio; a descoberta acidental do diagnóstico de gravidez por Joaquim Venâncio; as motivações de caráter pessoal como causa das perseguições de Rocha Lagoa aos pesquisadores; os inquéritos militar e administrativo no IOC e o caso do “vatapá subversivo”; comentários sobre o IOC após 1964; perfil de Walter Oswaldo Cruz, seu trabalho e relacionamento com a administração Rocha Lagoa; a relação do grupo de cassados com outros cientistas do Instituto; os vínculos do IOC com a Fundação Rockefeller durante a gestão Henrique Aragão.<lb/><lb/>Fitas 3 a 5<lb/>A campanha contra a doença de Chagas em Araxá (MG); a relação fraternal entre os pesquisadores do IOC; a experiência de trabalho com Thales Martins; comentários sobre a direção de Cardoso Fontes; a gestão Henrique Aragão; o programa de fabricação de penicilina; a incorporação da Fundação Rockefeller ao IOC; o fim da verba da vacina contra a manqueira; o trabalho com Evandro Chagas; comentários sobre as três primeiras gerações de pesquisadores; a transformação do IOC em Fundação em 1970; os inquéritos militares no IOC após o golpe de 1964; os motivos de caráter pessoal das cassações; a transferência dos pesquisadores não cassados em 1970; a decadência do IOC como consequência das cassações e da transferência de pesquisadores; o pedido de aposentadoria devido às perseguições sofridas; o trabalho voluntário com Gilberto Villela após a aposentadoria; a proibição de entrar no IOC depois de aposentado; opinião sobre a recuperação do Instituto durante a gestão Sérgio Arouca.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Francisco José Rodrigues Gomes</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Francisco Laranja</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-11</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">26/11 a 17/12/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 11 fitas cassete e 11 CDs (10h17min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/7/6/276df36815652296332113f94863257d492452283615ff847c5fbf2eb6ad2c4f/Francisco_Laranja.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Rose Ingrid Goldschmidt, Jaime Benchimol e Marcos Chor Maio, na Fiocruz, nos dias 26 de novembro, 08, 10 e 17 de dezembro de 1986.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 a 3<lb/>Origem familiar e a infância no interior do Rio Grande do Sul; formação escolar; o curso ginasial em Porto Alegre; a morte do pai; a experiência como capataz de fazenda na adolescência e as transformações da vida rural; o caráter do homem gaúcho; a influência da migração europeia no Rio Grande do Sul; as personalidades políticas do sul do país; a convivência com personalidades políticas; a Revolução de 1930; a conclusão do ginásio em Porto Alegre; a relação com os pais; o lazer na infância; as relações com a família de Getúlio Vargas; o quadro epidemiológico no interior do Rio Grande do Sul; o interesse pelos estudos e o vestibular para medicina; a cadeira de direito do trabalho criada por Lindolfo Collor; o convívio com os estudantes na pensão em Porto Alegre; o comunismo na década de 1930; o curso médico e o interesse pela psicologia; a primeira viagem ao Rio de Janeiro em busca do melhores condições de trabalho; o concurso para datilógrafo do IAPI; a transferência para a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro; o atentado integralista de 1938; o trabalho burocrático no IAPI.<lb/><lb/>Fitas 4 e 5<lb/>O concurso interno do IAPI; as atividades em cardiologia no IAPI; a atividade assistencial do IAPI; comentários sobre as doenças cardíacas no Brasil; a perícia e a consultoria médica do IAPI; a política salarial do IAPI na década de 1930; a questão da saúde pública durante o curso médico; o concurso para cardiologista do IAPI; a relação entre médico e paciente; a organização do posto de Bambuí (MG); a especialidade em cardiologia; o primeiro contato com a doença de Chagas; a profilaxia da doença de Chagas; a divulgação de trabalhos no exterior.<lb/><lb/>Fitas 6 a 8<lb/>O desdobramento do Ministério da Educação e Saúde e a repercussão no IOC; a gestão Olympio da Fonseca no IOC; o ingresso no IOC na gestão Henrique Aragão; críticas à centralização administrativa do IOC; a indicação para a direção do IOC em 1953; as divisões científicas e os pesquisadores do IOC; a descentralização de sua administração no IOC; a produção do IOC; os recursos do IOC; a política científica do IOC; a modificação na estrutura física de Manguinhos; a gestão Antônio Augusto Xavier; o serviço fotográfico do IOC; o Curso de Aplicação do IOC; comentários sobre a sua gestão no IOC; o retorno à pesquisa; comentários sobre o Estado Novo; avaliação da FIOCRUZ; a influência americana e os modelos de pesquisa; saúde pública e educação sanitária.<lb/><lb/>Fitas 9 a 11<lb/>A nomeação para a direção do SAMDU; os vínculos de amizade com João Goulart; a estrutura funcional do SAMDU; o retorno ao IAPI em 1964; referência ao Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS); a padronização dos serviços do SAMDU; definição político-ideológica; adesão ao getulismo e ao juscelinismo; os acordos para as indicações de cargos públicos; a descentralização administrativa de sua gestão no SAMDU; o orçamento do SAMDU; o desligamento do SAMDU no governo Jânio Quadros; a pressão partidária sobre a nomeação nos cargos públicos; o concurso para acadêmico de medicina do SAMDU; o atendimento ambulatorial; a instalação de postos ambulatoriais na região Centro-Oeste no governo Juscelino Kubitschek; a ligação entre o SAMDU e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB); a relação ambulatorial entre médico e paciente; a relação entre saúde pública e política salarial; os critérios adotados para a instalação de postos do SAMDU; a direção do SAMDU no final dos anos 1950; o retorno ao IAPI após o golpe de 1964; a viagem com Jango à URSS e Europa Oriental; o regresso ao IOC e os trabalhos desenvolvidos; comentários sobre a FIOCRUZ; a questão dos relatórios administrativos do IOC; o governo João Goulart; a administração da NOVACAP; o retorno à fazenda de Goiás após o golpe de 1964; o casamento e a vida em Brasília na década de 1970; a “cassação branca”; o concurso para cardiologista no Hospital Distrital; a interferência do Serviço Nacional de Informação (SNI) em sua vida profissional.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Francisco da Silva Laranja Filho</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Haity Moussatché</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-12</unitid>
            <unitdate normal="1985/1986" encodinganalog="3.1.3">28/11/1985 e 17/01/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (4h34min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/6/e/16e36b8c561990cb5dd8733351049f528b3d35017513832c2a0ae09fe8db1028/Haity_Moussatch__.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Arlindo Fábio Gomez de Souza, Luiz Fernando Ferreira, Paulo Gadelha, Cristina Tavares e Wanda Hamilton, na Fiocruz (Rio de Janeiro/RJ), nos dias 28 de novembro de 1985 e 17 de janeiro de 1986.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 a 3<lb/>Origem familiar; a influência das condições sanitárias do Rio de Janeiro sobre o fluxo migratório; o curso preparatório no Rio de Janeiro; a influência do professor César Salles na escolha dos estudos em biologia; a faculdade de medicina como instrumento para o estudo da biologia; o interesse pela parasitologia e os primeiros contatos com o IOC; o curso de fisiologia ministrado por Álvaro Osório de Almeida e a decisão de se dedicar à fisiologia; o pedido de Carlos Chagas para trabalhar no IOC; a inexistência de pesquisas em fisiologia no curso de  medicina; o laboratório de fisiologia da Álvaro Osório de Almeida na rua Machado de Assis (RJ); a atuação como monitor de Álvaro Osório de Almeida na faculdade de medicina;  os estudo de Miguel Osório de Almeida sobre o sinal de Babinsky; perfil dos irmãos Osório de Almeida; o convite de Carlos Chagas a Miguel Osório para instalar o Departamento de Fisiologia no IOC; o desinteresse pelos cursos da faculdade de medicina; a residência médica no Hospital Evandro Chagas; a opção pela fisiologia e o restrito mercado de trabalho; comentários sobre o atual ensino médico; a implantação do laboratório de fisiologia no IOC e as primeiras experiências desenvolvidas por Miguel Osório de Almeida; a saída de Miguel Osório de Almeida do IOC em 1921; o ingresso de Thales Martins no IOC; as pesquisas  pioneiras em etologia desenvolvidas por Thales Martins; perfil de Thales Martins; a transferência de Thales Martins para São Paulo em 1934; a participação de Branca Osório de Almeida nos trabalhos do laboratório da rua Machado de Assis; a influência de seu pai e de César Salles na escolha da carreira profissional; o positivismo no Brasil; a precariedade instrumental do laboratório de fisiologia da rua Machado de Assis e do IOC; a habilidade técnica dos irmãos Osório de Almeida; o uso da matemática por Miguel Osório de Almeida em suas pesquisas; o trabalho com cultura de tecidos de febre amarela; o concurso para ingresso no IOC em 1941; as dificuldades de promoção no IOC; crítica aos comentários sobre a decadência de Manguinhos; comentários sobre a qualidade profissional de vários pesquisadores do IOC; a relação entre desenvolvimento socioeconômico e ciência; o movimento pela separação do IOC do Ministério da Saúde; crítica à qualidade dos produtos farmacêuticos produzidos pelo IOC; a participação na discussão sobre o uso da energia nuclear no Brasil; a evasão de pesquisadores do IOC em decorrência das cassações; a desvalorização social da ciência no Brasil; e relação entre desenvolvimento econômico em São Paulo na década de 1930 e o florescimento científico; a falsa distinção entre ciência básica e aplicada; o papel da tecnologia no desenvolvimento da ciência; a luta no IOC pela liberdade de pesquisa.<lb/><lb/>Fitas 4 a 6<lb/>O laboratório de fisiologia do IOC como polo de atração da pesquisa básica; a pesquisa científica e o Instituto de Biofísica da Universidade do Brasil; os estudos realizados no laboratório de fisiologia do IOC por pesquisadores visitantes; o caso Arthur Moses no IOC; as disputas entre os pesquisadores na sucessão de Oswaldo Cruz; o perfil e gestão de Olympio da Fonseca no IOC; a luta pela modernização do IOC nas décadas de 1940 e 1950; a resistência de Henrique Aragão à criação de um conselho auxiliar para a direção do IOC; as diversas concepções no IOC quanto à orientação científica; a dificuldade de obtenção de recursos para a pesquisa básica no IOC; comentários sobre os motivos das cassações; os atuais contatos com o Ministério da Ciência e Tecnologia; a inexistência de investigação nas universidades; o retorno a Manguinhos e a reconstrução do laboratório de fisiologia; a conservação de material e equipamentos de seu laboratório feita por antigos auxiliares desde a cassação; a prisão de Fernando Ubatuba em 1968; os inquéritos policial-militar e administrativo no período pós-1964; as divergências político-ideológicas como explicação para a cassação dos pesquisadores em 1970; o papel de Rocha Lagoa no ato de cassação; a participação na criação da UnB; o exílio e o trabalho desenvolvido na Venezuela; o retorno ao Brasil e as expectativas  de trabalho na FIOCRUZ; comentários sobre o atual desenvolvimento do Brasil; a necessidade de relações científicas internacionais para o desenvolvimento socioeconômico da humanidade.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Haity Moussatché</persname>
            <persname role="subject">Maurício Oscar da Rocha e Silva</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <geogname>Turquia</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Hamlet William Aor</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-13</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">28/08 e 04/09/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (6h; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/f/5/0f5c2e5885f85205abc14c61acac96eac699d79e2499939324d288b1103f944a/Hamlet_William_Aor.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Jaime Benchimol, Nara Azevedo e Wanda Hamilton, na Fiocruz (Rio de Janeiro/RJ), nos dias 28 de agosto e 04 de setembro de 1986.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 a 3<lb/>Origem familiar; o trabalho de seu pai nas primeiras edificações do IOC, as primeiras edificações e a mão-de-obra estrangeira especializada; a importação de material de construção; perfil do pai e o ingresso no IOC após sua morte; formação escolar; a profissão de vidreiro; o curso profissionalizante na Faculdade de Farmácia da Universidade do Brasil; o conflito com Fábio Leoni Werneck, do laboratório de entomologia, e sua consequente demissão de Manguinhos; a militância no Partido Comunista Brasileiro (PCB) e a clandestinidade; a desmobilização política no IOC; defesa da posição de Prestes em 1945; o afastamento do PCB no começo dos anos 1950; a homenagem a Walter Oswaldo Cruz e Ernani Martins; o relacionamento de Oswaldo Cruz e Carlos Chagas com os funcionários; a excelência do trabalho dos auxiliares do IOC; a epidemia de gripe espanhola em 1918 e a atuação dos técnicos de Manguinhos.<lb/><lb/>Fitas 4 a 6<lb/>O trabalho na tipografia; a dificuldade de relacionamento com as chefias devido ao temperamento explosivo; a gestão Rocha Lagoa e as dificuldades de contratação; a formação dos auxiliares de Manguinhos; a remuneração das crianças aprendizes no IOC; a rigidez hierárquica no IOC; as dificuldades de acesso a Manguinhos; a rotina na seção de embalagem; os salários e as acomodações dos auxiliares no IOC em meados do século XX; as primeiras mulheres contratadas pelo IOC; o trabalho numa tipografia da cidade e no laboratório de produtos terapêuticos da prefeitura; o aprendizado profissional; comentários sobre as condições de vida no Rio de Janeiro no início do século; as aulas no Liceu de Artes e Ofícios; os comentários sobre o desenhista Raimundo Honório; as fotomontagens de J. Pinto; a franqueza e o não-convencionalismo de Adolpho Lutz; Miguel Osório de Almeida e os experimentos em fisiologia; o respeito e temor dos auxiliares pelos cientistas; a aprendizagem da fabricação de ampolas de vidro; o retorno a Manguinhos em 1926; a seção de vidraria; a saída do IOC em 1936; o trabalho na colocação de vitrais nas igrejas; a tradição de vidraria em Manguinhos; os auxiliares e o processo de sucessão de Carlos Chagas; as gratificações recebidas por alguns técnicos; perfil de J. Pinto; a descoberta do carteiro especialista em borboletas; a dedicação dos auxiliares ao trabalho; a criação do Centro Espírita Oswaldo Cruz em Bonsucesso; a experiência como professor do curso de vidraria na Universidade do Brasil; o trabalho com Walter Oswaldo Cruz.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Hamlet William Aor</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Hugo de Souza Lopes</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-14</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">03/04 a 01/07/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete e 8 CDs (7h56min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/0/e/d0eaab7f798e3b4c8ac178d7e10e9876c1a4996162c992cfdc9af9914e6cc6e1/Hugo_de_Souza_Lopes.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Paulo Gadelha, Rose Ingrid Goldschmidt e Wanda Hamilton, na Universidade Santa Úrsula (RJ), nos dias 03 e 09 de abril, 23 de maio e 01 de julho de 1986.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 e 2<lb/>A infância no sítio do pai; o ginásio no Colégio São Bento; o exame de história natural em Campos (RJ); o curso de veterinária na Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária; o contato com Lauro Travassos e o estágio no laboratório de helmintologia em 1931; a relação de liberdade que Lauro Travassos mantinha com seus subordinados; perfil de Oswaldo Cruz; observações sobre Arthur Moses; a entomologia médica; a sucessão de Oswaldo Cruz no IOC; perfil de Arthur Neiva e de Adolpho Lutz; os conflitos entre Lauro Travassos e Carlos Chagas; a nomeação para professor da Escola de Veterinária; o museu de anatomia do IOC; o Instituto de Biologia Vegetal no Jardim Botânico; o laboratório de parasitologia da UFRJ; as pesquisas desenvolvidas por Costa Lima e Frei Borgmeier no Instituto de Biologia Vegetal; a contratação no IOC durante a gestão Olympio da Fonseca.<lb/><lb/>Fitas 3 e 4<lb/>As atividades desenvolvidas no IOC; a divisão do IOC em grupos antagônicos; os assistentes de Lauro Travassos; o carteiro entomologista Ferreira de Almeida; a cassação dos cientistas do IOC; observações sobre Costa Lima; a entomologia agrícola; os arredores de Manguinhos no início do século XX; a arquitetura do castelo mourisco; as pesquisas desenvolvidas na seção de entomologia do IOC; a participação de pesquisadores do IOC nas reuniões da Sociedade Brasileira de Biologia; as coleções entomológicas do IOC; as verbas provenientes da venda da vacina contra a manqueira; a importância do Departamento de Entomologia do IOC; as funções dos auxiliares em Manguinhos; os efeitos negativos da pesquisa dirigida no desenvolvimento científico; o Curso de Aplicação do IOC e a decadência de Manguinhos; o Estado Novo e a organização da ciência médica no Rio de Janeiro; críticas à contratação de funcionários na gestão Olympio da Fonseca; a administração de Carlos Chagas; as expedições científicas dos pesquisadores de Manguinhos.<lb/><lb/>Fitas 5 e 6<lb/>Perfil de Cardoso Fontes; o prestígio internacional de Oswaldo Cruz e de Carlos Chagas; comentários sobre César Pinto; as administrações de Henrique Aragão e de Olympio da Fonseca; comentários sobre as instalações da Fundação Rockefeller no campus de Manguinhos; o telegrama de apoio enviado pelos pesquisadores do IOC a Luís Carlos Prestes em 1946; o abaixo-assinado dos pesquisadores do IOC enviado a Getúlio Vargas pedindo a demissão de Olympio da Fonseca; a gestão Francisco Laranja; o CNPq; a campanha “O Petróleo é Nosso”; o movimento pela criação do Ministério da Ciência e Tecnologia e o apoio da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da Academia Brasileira de Ciências; a administração de Joaquim Travassos da Rosa; o governo João Goulart e a reforma de base na área de saúde pública; as delações no IOC após o Golpe de 1964 e o inquérito administrativo do Ministério da Saúde.<lb/><lb/> Fitas 7 e 8<lb/>A nomeação de Joaquim Travassos da Rosa para o cargo de diretor do IOC; comentários sobre as áreas de pesquisa antes do Golpe de 1964; perfil de Olympio da Fonseca; considerações sobre a administração de Rocha Lagoa; o “Massacre de Manguinhos”; concepções sobre ciência, pesquisa e educação; perfil de Lauro Travassos; a zoologia no Brasil; as atividades docentes na USU; a reintegração ao quadro de funcionários de Manguinhos em 1986.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Hugo de Souza Lopes</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <subject>Hanseníase</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Cunha</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-15</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">26/03 e 02/04/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (5h10min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não possui transcrição.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara de Azevedo Brito e Wanda Hamilton, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 26 de março e 02 de abril de 1987.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 e 2<lb/>Origem familiar; o perfil do pai; a formação técnica autodidata no início do século; o emprego do irmão como guarda sanitário; impressões sobre o Rio de Janeiro de sua juventude; a epidemia de gripe espanhola em 1918; a família materna; a formação escolar; a morte do pai e a necessidade prematura de trabalhar; o emprego como encadernador; a evolução nas concepções de educação e saúde ao longo do século; o trabalho do auxiliar de laboratório; o curso de admissão; o ingresso no IOC em 1924; o trabalho no laboratório de bacteriologia de Genésio Pacheco; o interesse dos técnicos pela aprendizagem do serviço de laboratório; o trabalho na seção de protozoologia com Júlio Muniz; o relacionamento entre os técnicos de Manguinhos; o conflito entre auxiliares e cientistas; a contribuição de cientistas e auxiliares na sua formação; os conflitos entre os cientistas do IOC; as pesquisas do IOC na área de protozoologia; as diferenças entre os cargos de chefe de serviço e de laboratório; a viagem ao Pará com Evandro Chagas; as primeiras mulheres funcionárias do IOC e o perfil de Bertha Lutz; o aumento salarial concedido por Carlos Chagas; comparação entre os técnicos da Fundação Rockefeller e os do IOC; comentários sobre a gestão Henrique Aragão; o trabalho nos laboratórios privados dos cientistas de Manguinhos; a equipe de Evandro Chagas no IPEN; as diferenças salariais entre auxiliares e cientistas; as pesquisas de Júlio Muniz em diagnóstico da doença de Chagas; a decadência do IOC na década de 40; a gestão Carlos Chagas; o perfil científico de Carlos Chagas e as oposições à descoberta da doença de Chagas.<lb/><lb/>Fitas 3 a 5<lb/>A excursão a Angra dos Reis com Lauro Travassos; a tradição familiar dos técnicos de Manguinhos; o trabalho do fotógrafo J. Pinto no IOC; comentários sobre os arredores de Manguinhos; o salário dos auxiliares e a falta de mobilização política no IOC; a produção de vacinas no Instituto; o significado social do trabalho de Manguinhos; histórias pitorescas sobre os cientistas; comentários sobre a posição do auxiliar de laboratório na publicação de trabalhos científicos; a versatilidade dos técnicos do IOC; comparação entre os auxiliares do IOC e de outras instituições; a formação atual do técnico; o trabalho na Faculdade de Medicina de Nova Iguaçu; a incorporação da Fundação Rockefeller ao IOC em 1950; os conflitos internos em Manguinhos; a reforma administrativa de 1942; a sucessão de Carlos Chagas na direção do IOC e o perfil de Cardoso Fontes; a rigidez hierárquica entre auxiliares e cientistas; a regulamentação do cartão de ponto durante a gestão Henrique Aragão; a gestão Olympio da Fonseca e a contratação de pessoal; a divisão do IOC em grupos antagônicos; a gestão Francisco Laranja; os grupos de oposição e apoio às gestões Amilcar Vianna Martins e Joaquim Travassos; o perfil científico de Rocha Lagoa e sua gestão; o Curso de Aplicação do IOC; a cassação dos cientistas de Manguinhos; o esvaziamento dos laboratórios na década de 1970; perfil de Walter Oswaldo Cruz e o fechamento da seção de hematologia; a transferência para o laboratório de Bernardo Galvão e a perda das culturas de Júlio Muniz; o trabalho na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com preparação de antígenos; a aposentadoria em 1980; a diferença salarial entre o funcionário estatutário e o celetista; a atividade como professor de prática de laboratório na Faculdade de Medicina de Nova Iguaçu; a decadência do IOC e a renovação após a transformação em fundação; a relação dos antigos funcionários com Manguinhos; a premiação pelos 56 anos de serviços prestados à FIOCRUZ; as facilidades do trabalho técnico provenientes do avanço tecnológico; as semelhanças entre os técnicos antigos e os atuais.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">José Cunha</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Leônidas de Mello Deane</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-17</unitid>
            <unitdate normal="1987/1988" encodinganalog="3.1.3">11/01/1987-17/06/1988</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 27 fitas cassete (24h18min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/4/f/f4f52777353012440e1460e01d7baa3ac159bd868ac08a2f728a085211a85828/Leonidas_Deane.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara de Azevedo Brito, Paulo Gadelha, Rosbinda Nuñes e Rose Ingrid Goldschmidt, na Fiocruz (RJ), nos dias 11 de janeiro de 1987, 20 de janeiro, 02 e 09 de fevereiro, 10 e 17 de março e 17 de junho de 1988.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1<lb/>A família e a infância no Pará; a influência da cultura europeia na formação escolar; o curso de desenho; os estudos nos colégios Progresso Paraense e Moderno; a Faculdade de Medicina do Pará; a repercussão da passagem de Oswaldo Cruz por Belém; o contato com Antônio Acatauaçu Nunes Filho e o trabalho no laboratório de análises clínicas da Sana Casa da Misericórdia de Belém em 1930; o contato com Henry Kumm e o interesse pela entomologia.<lb/><lb/>Fitas 2 e 3<lb/>Evandro Chagas e a criação do IPEN; o convite para trabalhar no IPEN; a influência profissional de Antônio Acatauaçu Nunes Filho e de Jaime Aben Athar;  a precariedade dos meios de comunicação e transporte no Brasil no início do século; a primeira doença estudada pelo IPEN; a excursão com Evandro Chagas a Abaeté (BA) em 1936 e a pesquisa da leishmaniose visceral americana; a atividade clínica paralela às pesquisas de campo; a liderança de Evandro Chagas; a relação de Evandro Chagas com o IOC; a Fundação Rockefeller e a campanha contra o Anopheles gambiae em 1938 no Nordeste; as conseqüências da morte de Evandro Chagas para continuidade dos trabalhos no IPEN; o apoio de Carlos Chagas Filho à campanha contra o Anopheles gambiae; a chegada de Emanuel Dias a Belém e a formação de um novo grupo de pesquisadores; a contribuição do IPEN para o avanço da ciência; comentários sobre Felipe Neri Guimarães, Leoberto Ferreira e Oliveira Castro; a primeira visita ao IOC.<lb/><lb/>Fitas 4 a 6<lb/>Os resultados das pesquisas em Abaeté; a inoculação voluntária com leishmânia; os diários de campo enviados a Evandro Chagas; a pesquisa sobre o mal de cadeiras em Marajó; a campanha contra o Anopheles gambiae em 1938 e a campanha do Serviço de Malária do Nordeste em 1940; os riscos presentes nas pesquisas de campo; o início dos trabalhos no Serviço de Malária; a participação de Gladstone Deane e de Maria von Paumgartten Deane na campanha; o contato com Marshal Barber e o trabalho no laboratório do Serviço de Malária.<lb/><lb/>Fitas 7 a 9<lb/>A migração do Anopheles gambiae da África para o Brasil em navios franceses durante a Segunda Guerra Mundial; Marshal Barber e o Método do Verde Paris; Carlos Chagas e o combate à epidemia de malária em 1905; a dificuldade na implementação de métodos de erradicação de doenças no início do século; o Serviço de Demarcação de Limites do Anopheles gambiae e o trabalho dos guardas sanitários; comparação entre a atuação da Fundação Rockefeller nos Estados Unidos e no Brasil; Manoel Ferreira e a campanha contra a malária na Baixada Fluminense; considerações sobre as profecias do Padre Cícero e a crendice das populações do Nordeste; comentários sobre Lampião; o prédio da sede do Serviço de Malária na zona rural de Aracati e o estudo sobre a ecologia do Anopheles gambiae em Cumbe; as dificuldades de controle da malária na África devido a questões políticas; a tradição brasileira em campanhas nacionais; a equipe do Serviço de Malária do Nordeste aproveitada pelo SESP em 1942; os guardas sanitários formados em entomologia; o fim da campanha contra o Anopheles gambiae; impressões sobre a cidade de Fortaleza em 1941.<lb/><lb/>Fitas 9 a 11<lb/>A incorporação do Instituto Evandro Chagas ao SESP; o retorno ao Instituto Evandro Chagas em 1942; os estudos sobre doenças tropicais; os cursos de treinamento para técnicos e médicos no Instituto Evandro Chagas; o grau de contaminação da malária no interior do Brasil; o primeiro estudo de campo para verificar o papel preventivo da cloroquina no Pará; as experiências com o DDT no Brasil em 1945; o controle da malária na Amazônia pelo SESP em 1946; o curso de mestrado em saúde pública na Universidade Johns Hopkins em 1942 e a especialização em entomologia na Universidade de Michigan em 1943; o desenvolvimento da área de saúde pública nos Estados Unidos; o interesse pela medicina experimental; o grupo de sanitaristas brasileiros que cursaram a Universidade Johns Hopkins e o seu papel no desenvolvimento da saúde pública; comparação entre as escolas de saúde pública do Rio de Janeiro e de São Paulo; o SESP e a primeira pesquisa sobre filariose no Brasil; a produção de DDT nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial; as excursões científicas com Maria von Paumgartten Deane pelo Brasil; a participação nas campanhas conta a filariose em 1945 e contra a bouba em 1950; comentários sobre Mário Pinotti.<lb/><lb/>Fitas 12 e 13<lb/>Avaliação do desempenho do SESP; o trabalho no Instituto de Malariologia no Rio de Janeiro em 1949; a administração de Marcolino Candau na OMS; a instrução de professoras primárias pelo SESP; a chefia da Divisão de Malária de São Paulo; a utilização de sal cloroquinado no combate à malária entre 1958 e 1959; as diferenças entre campanhas de controle e campanhas de erradicação de doenças; a passagem do Serviço Nacional de Malária para Campanha de Erradicação da Malária; comentários sobre o funcionamento do Serviço Nacional de Malária; o início das campanhas de erradicação no país; o Instituto de Malariologia e as pesquisas com mosquitos transmissores da malária; os problemas de localização do Instituto de Malariologia; o convite de Samuel Pessoa para lecionar na Faculdade de Medicina de São Paulo em 1953.<lb/><lb/>Fitas 14 a 16<lb/>As pesquisas sobre malária em Ilhéus e Itabuna (BA); a evolução das técnicas na área de epidemiologia; a política de desmatamento no combate à malária em Santa Catarina; as expedições científicas pelo Brasil; o adiamento da tese sobre parasitos em animais da Amazônia e o trabalho na campanha contra o calazar no Ceará em 1953; o Prêmio Oswaldo Cruz em 1955 com o trabalho sobre a campanha contra o calazar; o perfil de Samuel Pessoa e sua equipe de pesquisadores; a prioridade à pesquisa aplicada e o convívio de Samuel Pessoa com a população da zona rural; as fontes de financiamento para as grandes campanhas; as bandeiras científicas e o interesse por saúde pública despertado em seus participantes; o fim das bandeiras científicas com o golpe de 1964; a pesquisa sobre malária em macacos e sua relação com a malária humana.<lb/><lb/>Fitas 17 a 20<lb/>A experiência adquirida no Departamento de Parasitologia da Universidade de São Paulo (USP); as pesquisas em reservatórios do Trypanosoma cruzi no Norte; os recursos provenientes da OMS para as pesquisas sobre malária em macacos; o Inquérito Policial-Militar (IPM) na Faculdade de Medicina de São Paulo em 1964; o esvaziamento da faculdade depois do inquérito e o fechamento do Departamento de Parasitologia; o exílio da filha na França em 1968; a prisão da filha em Buenos Aires em 1974; o trabalho no Instituto de Medicina Tropical de Lisboa; o exílio na Venezuela em 1976 e o trabalho como orientador de pós-graduação; o retorno ao Brasil em 1979 e o trabalho no Departamento de Entomologia do IOC; avaliação do Departamento de Pesquisa em Parasitologia de Portugal e da Venezuela; o Departamento de Parasitologia organizado por Maria Deane na Venezuela; a participação na Comissão de Consultores em Pesquisa Médica da OMS na Venezuela; as instituições de pesquisa no Brasil durante a ditadura militar; a situação de Manguinhos na década de 1950; a auto-suficiência financeiro-administrativa da Faculdade de Medicina de São Paulo; o curso sobre o método de determinação da idade do mosquito na Universidade de Londres em 1958; a tradição do estudo em parasitologia no Brasil; o papel desempenhado pelo IOC na área de parasitologia; o interesse de Oswaldo Cruz e de Samuel Pessoa pela saúde pública.<lb/><lb/>Fita 21<lb/>A descoberta da tripanossomíase americana e o reconhecimento internacional de Carlos Chagas; os estudos sobre o Trypanosoma cruzi no Brasil e o prêmio do Congresso Internacional de Higiene em Berlim; Gaspar Viana e a descoberta do tártaro emético para o tratamento da leishmaniose tegumentar; Henrique Aragão e o estudo sobre parasitos da malária em pombos; o fenômeno Oswaldo Cruz; Alcides Godoy e a descoberta da vacina contra a manqueira; Rocha Lima e as pesquisas em tifo exantemático; as contribuições de Arthur Neiva e Costa Lima para o desenvolvimento da entomologia no Brasil; considerações sobre as diferentes vocações de Oswaldo Cruz e Carlos Chagas; o destaque de Adolpho Lutz na área de parasitologia; a oposição de alguns sanitaristas à intervenção da Fundação Rockefeller no Brasil; o convite para a conferência em homenagem a Fred Soper em Los Angeles em 1987.<lb/><lb/>Fitas 22 a 24<lb/>O aspecto militarista da atividade sanitária no Brasil; a filosofia disciplinar da Fundação Rockefeller; os financiamentos e incentivos da Fundação Rockefeller às faculdades de São Paulo; a importância da participação da Fundação Rockefeller nas campanhas de controle de doenças; os trabalhos sobre febre amarela e malária desenvolvidos no Brasil nas décadas de 1940 e 1950; o serviço de combate à malária instalado na Baixada Fluminense pela Fundação Rockefeller em 1922; a contribuição da Fundação Rockefeller na produção de vacinas contra a febre amarela; a falta de confiança da Fundação Rockefeller nos cientistas brasileiros; a importância da viscerotomia para os estudos epidemiológicos; o papel da Universidade Johns Hopkins na formação de uma mentalidade sanitária homogênea; a influência da tradição científica francesa na formação dos sanitaristas brasileiros no início do século; os sanitaristas brasileiros formados pela Universidade Johns Hopkins; os estudos sobre leishmaniose desenvolvidos por Samuel Pessoa; comparação entre as linhas de pesquisa de Barros Barreto, Samuel Pessoa e Mário Magalhães; a saúde pública sob as gestões de Oswaldo Cruz e Carlos Chagas; a deficiência tecnológica para o controle de doenças nos últimos 30 anos do século XX; a utilização de sal cloroquinado no controle da malária; a atuação de Mário Pinotti no Ministério da Saúde nas décadas de 1950, 1960 e 1970.<lb/><lb/>Fitas 25 a 27<lb/>O retorno ao Brasil em 1979 e o convite para trabalhar no Departamento de Entomologia do IOC; comentários sobre o técnico Archibaldo Galvão; os laboratórios do Departamento de Entomologia e as atuais pesquisas em desenvolvimento; as pesquisas de classificação de insetos nas florestas do Rio de Janeiro; o período de estagnação dos estudos sobre doença de Chagas e o desenvolvimento das recentes pesquisas dessa doença; a pesquisa de Maria Deane sobre a transmissão do Trypanosoma cruzi pelo gambá; a valorização do estudo biológico da doença de Chagas em detrimento do estudo clínico; a diferença entre ciência básica e aplicada; os estudos de Antônio Paulino sobre oncocercose na Amazônia; as pesquisas sobre malária na FIOCRUZ; o projeto de estudo sobre malária em macacos; a importância da coleção entomológica da FIOCRUZ; comparação entre o IOC e outras instituições de pesquisa no Brasil; comentários sobre o Instituto Evandro Chagas; as pesquisas sobre doença de Chagas desenvolvidas por Joaquim Eduardo de Alencar na Universidade Federal do Ceará; comentários sobre o Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães; os trabalhos desenvolvidos na Faculdade de Medicina da Paraíba; comentários sobre a Escola Tropicalista Baiana; a polêmica na comunidade científica sobre a utilização racista da teoria darwinista; comentários sobre o Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz e a Fundação Ezequiel Dias; as pesquisas científicas nas instituições do sul do país; comentários sobre o Instituto de Biofísica; comparação entre os institutos de pesquisa do Rio de Janeiro e os de São Paulo; as pesquisas em parasitologia desenvolvidas na FIOCRUZ e sua importância em relação ao Terceiro Mundo; o estágio de desenvolvimento do Instituto Venezuelano de Investigação Científica; avaliação das instituições de pesquisa estrangeiras e seu intercâmbio com o Brasil; as pesquisas em parasitologia no Brasil e sua importância em relação aos países desenvolvidos; as pesquisas em parasitologia desenvolvidas atualmente em Manguinhos; comentários sobre o desempenho da atividade científica.<lb/><lb/>Fitas 25 a 27<lb/>Comparação entre as pesquisas em parasitologia desenvolvidas no IOC e em outras instituições do Brasil; as pesquisas de Patrick Manson sobre filariose; a influência da teoria darwinista na comunidade científica brasileira; Otávio Mangabeira e a direção do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz; comentários sobre a Fundação Ezequiel Dias; as pesquisas em parasitologia realizadas por institutos e universidades brasileiras; a situação da ciência brasileira em relação aos países do Terceiro Mundo; a situação da ciência brasileira em relação aos países desenvolvidos; a qualidade do ensino universitário no Brasil; perspectivas em relação ao desenvolvimento da ciência no Brasil.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Maria José von Paumgartten Deane</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Evandro Chagas (IEC)</corpname>
            <persname role="subject">Evandro Serafim Lobo Chagas</persname>
            <persname role="subject">Samuel Barnsley Pessoa</persname>
            <persname role="subject">Carlos Chagas Filho</persname>
            <persname role="subject">Haity Moussatché</persname>
            <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
            <corpname role="subject">Universidade de São Paulo (USP)</corpname>
            <persname role="subject">Gaspar de Oliveira Vianna</persname>
            <persname role="subject">Mário Magalhães da Silveira</persname>
            <persname role="subject">Mário Pinotti</persname>
            <corpname role="subject">Fundação Ezequiel Dias (Funed)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF/UFRJ)</corpname>
            <persname role="subject">Leonard Eustace Deane</persname>
            <persname role="subject">Helvécia de Mello Deane</persname>
            <persname role="subject">Henry William Kumm</persname>
            <corpname role="subject">Fundação Rockefeller</corpname>
            <persname role="subject">Oswaldo Novis</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Parasitologia</subject>
            <subject>Pesquisa</subject>
            <subject>Entomologia</subject>
            <subject>Aedes aegypti</subject>
            <subject>Malária</subject>
            <subject>Expedição científica </subject>
            <subject>Viscerotomia</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Agosto de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Manuel Isnard Teixeira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-18</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">17/06 a 04/11/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 25 fitas cassete e 25 CDs (22h18min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>A transcrição da fita 21 está incompleta, a parte que falta está marcada no documento. O lado B das fitas 1, 11 e 14 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Roberto Oliveira, Flávio Edler e Rose Ingrid Goldschmidt, na Santa Casa de Misericórdia (RJ), entre os dias 16 de junho e  04 de novembro de 1987.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 a 3<lb/>A infância no interior do Ceará; o coronelismo e a disputa pelo poder em Itapipoca; o antigo costume da alfabetização doméstica; a formação escolar em Fortaleza; a paixão pelo futebol; o curso preparatório; o apoio familiar na escolha profissional; a participação em movimentos políticos na faculdade; a organização do 1º Congresso Leigo Acadêmico do Brasil realizado na Bahia em 1933; a formação político-ideológica; a participação no movimento Ala Médica Reivindicadora organizado em 1934; impressões sobre a Revolução de 1930; a atuação na Juventude Comunista da Bahia; a penetração da ideologia comunista na classe operária baiana; a participação do PCB na Revolução de 1930 e o posicionamento teórico de seus dirigentes; observações sobre a prisão de Luís Carlos Prestes em 1936 e a posterior perseguição aos comunistas; a passagem pela Aliança Nacional Libertadora (ANL) em 1935; as influências francesa e inglesa no curso médico; referência à reforma de Rocha Vaz; avaliação das reformas curriculares do curso de medicina; o perfil acadêmico da Faculdade de Medicina da Bahia; a influência do jornal Gazeta de Notícias em sua saída da prisão; a indicação para o cargo de chefe de laboratório de Inspetoria de Defesa Sanitária Animal de Fortaleza em 1936; impressões sobre a Constituinte de 1934; a experiência como preso político e a candidatura a deputado federal pela União Sindical da Bahia; defesa da medicina previdenciária.<lb/><lb/>Fitas 4 e 5<lb/>O ingresso no Curso de Aplicação do IOC; impressões sobre o curso de medicina tropical ministrado por Carlos Chagas; a fragilidade dos movimentos sociais na década de 30; a participação no Socorro Vermelho antes do ingresso no PCB; o aperfeiçoamento em bacteriologia no IOC; a pesquisa em leishmaniose realizada na Fundação Gonçalo Moniz; o desenvolvimento da medicina legal na Bahia; a baixa frequência feminina no curso médico nas décadas de 1930 e 1940; o difícil acesso a Manguinhos; comentários sobre a rotina de trabalho de um estagiário no IOC.<lb/><lb/>Fitas 6 a 8<lb/>O ingresso no IOC; a projeção internacional do IOC na primeira metade do século XX; a perda de autonomia científica do IOC com a reforma administrativa do ministro Gustavo Capanema; as diferenças pessoais e ideológicas entre Carlos Chagas e Cardoso Fontes; o perfil de alguns cientistas mineiros do IOC; a administração Carlos Chagas e sua relação com a comunidade científica de Manguinhos; o acelerado ritmo de trabalho dos cientistas do IOC até os anos 1950; o processo de especialização do trabalho técnico nos laboratórios do IOC; as dificuldades financeiras do IOC com o fim da verba da vacina contra a manqueira na década de 1930; a alienação da ciência pura e o processo de aristocratização da ciência no IOC; a influência americana nas medidas sanitárias implantadas por João Barros Barreto; os interesses econômicos da Fundação Rockefeller no Brasil; a reprovação no concurso promovido pelo Departamento de Administração do Serviço Público (DASP) por motivos políticos; a experiência como aluno do Curso de Aplicação do IOC e o aproveitamento dos alunos desse curso por organismos públicos e privados; o perfil profissional de Genésio Pacheco; o trabalho do DNSP nos anos 1940; a importância de Barros Barreto na formação dos profissionais da área de saúde pública; o perfil político e profissional de Mário Magalhães.<lb/><lb/>Fitas 9 a 11<lb/>O perfil profissional de Evandro Chagas e o desenvolvimento do Serviço de Estudos de Grandes Endemias (SEGE) com o apoio financeiro de empresas privadas; o vandalismo cultural do poder público denunciado pela destruição de prédios públicos; a desistência do exercício da medicina liberal; a expulsão de Carlos Lacerda da Juventude Comunista; a participação na Comissão Jurídica e Popular responsável pela apuração de crimes políticos; o alto índice de tuberculose no Brasil desde o início do século XX; a relação entre a Ordem dos Médicos e o Sindicato dos Médicos; a receptividade às ideias fascistas no meio intelectual e em Manguinhos; a alienação política dos cientistas do IOC; a separação entre ciência pura e ciência aplicada e o consequente declínio de Manguinhos; o fracasso acadêmico da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP); o encontro com a futura esposa em Manguinhos e seu perfil profissional; avaliação da experiência na School of Higiene of Johns Hopkins University como bolsista do Institute of American Affairs; a participação no manifesto pela legalização do PCB em 1945; o convite para dirigir o Instituto Evandro Chagas em Belém; o ingresso no Instituto de Nutrição e a nomeação para assistente de microbiologia da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1944; o trabalho em saúde pública no Nordeste; o trabalho no laboratório Eduardo Bezerra S.A.; a bolsa de estudos para os Estados Unidos; a arcaica tecnologia na preparação da vacina contra a febre aftosa; a supremacia de São Paulo no desenvolvimento da saúde pública brasileira; o contato com Amilcar Vianna Martins e Otávio Magalhães no Instituto Biológico de São Paulo; a nomeação para chefe de laboratório do Serviço Nacional de Tuberculose em 1961; comentários sobre o modelo de pesquisa do Instituto Biológico em São Paulo e do Instituto Ezequiel Dias em Minas Gerais; a influência científico-tecnológica europeia e norte-americana sobre o IOC.<lb/><lb/>Fitas 12 a 14<lb/>A rotina de trabalho na Inspetoria Sanitária de Defesa Animal de Fortaleza; o contato com Raimundo Arraes em Crato (CE) em 1932; observações sobre o clima de guerra fomentado pelo interventor do Ceará durante o Estado Novo; a identificação política do ministro Gustavo Capanema sobre questões sanitárias; perfil de Gustavo Capanema e o brilho intelectual de seus assessores; a diferença entre as atuações de Gustavo Capanema e Barros Barreto; observações sobre a conjuntura política brasileira no pós-64; a convivência com o imperialismo nos anos 1940; Barros Barreto e o projeto de formação de enfermeiras especialistas em saúde pública; o interrogatório sofrido no Departamento de Imigração em sua viagem aos Estados Unidos.<lb/><lb/>Fita 15<lb/>O perfil político do PC americano; o papel desempenhado pelo Institute of Interamerican Affairs durante a Segunda Guerra Mundial; a experiência adquirida na visita a diferentes laboratórios e cursos nos Estados Unidos; a utilização inicial da penicilina no combate ao pneumococo; observações sobre a divisão técnica do trabalho nos laboratórios norte-americanos na década de 1940; o perfil profissional dos professores Adauto Botelho e Jorge Bandeira e Mello.<lb/><lb/>Fitas 16 e 17<lb/>O trabalho no instituto Evandro Chagas nos anos 1940; o programa de combate à malária desenvolvido pelo Serviço Especial de Saúde Pública (SESP) no Norte do Brasil e a utilização do DDT no combate aos focos da malária no fim da década de 1940; o caráter imperialista do SESP no Brasil; o perfil profissional dos funcionários do SESP; o interesse americano pela borracha brasileira durante a Segunda Guerra Mundial; a descontinuidade entre o trabalho sanitário desenvolvido pelo IOC no início do século e o programa do SESP nos anos 1940; o trabalho no Instituto Nacional de Nutrição com Josué de Castro.<lb/><lb/>Fitas 18 e 19<lb/>O perfil profissional de Marcolino Gomes Candau e Ernani Braga; os acordos políticos na obtenção de recursos para o desenvolvimento de programas de saúde pública; o oportunismo político do SESP; críticas às reformas empreendidas por Miguel Couto Filho nos cargos de direção da área de saúde; a atuação de Roberval Cordeiro de Farias na Secretaria Nacional de Fiscalização da Medicina; a candidatura a deputado federal na Assembléia Constituinte de 1946 e a atuação da corporação médica na defesa dos interesses da saúde; o discurso de Alcedo Coutinho na Assembléia Constituinte sobre a organização da saúde pública; a alienação política das associações médicas brasileiras; o estoicismo dos comunistas brasileiros; a grande aceitação popular do movimento comunista brasileiro após a Segunda Guerra Mundial; o trabalho como professor assistente da cadeira de microbiologia da Faculdade Nacional de Medicina.<lb/><lb/>Fitas 20 e 21<lb/>A atuação na campanha de helmintoses dirigida pela Divisão de Organização Sanitária de 1947 a 1954; o levantamento epidemiológico de helmintoses nas escolas nordestinas; o impacto do desenvolvimento da indústria farmacêutica sobre a saúde pública na década de 1940; a formação de quadros na área de saúde pública como obstáculo à burocratização dos serviços; a defesa da medicina liberal pelos médicos conservadores; a criação da AMDF, em 1950, com a participação de comunistas e previdenciários.<lb/><lb/>Fitas 22 e 23<lb/>A constituição dos institutos de aposentadoria e pensões nos anos 1930; Castelo Branco e a unificação da assistência médico-previdenciária com a criação do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS); o perfil profissional de Erlindo Salsano na direção do DNSP; a importância social do Serviço Nacional de Lepra; a falta de especialização do corpo profissional da Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (SUCAM); a experiência como chefe de laboratório do Serviço Nacional de Tuberculose; o perfil profissional de Bichat de Almeida Rodrigues; a tese do professor José Oliveira Coutinho sobre a semelhança entre malária e esquistossomose; o trabalho de Mário Pinotti no Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu); os gastos do Serviço Nacional de Tuberculose; a renúncia de Jânio Quadros.<lb/><lb/>Fitas 24 e 25<lb/>Os vínculos com a OMS e as viagens ao Canadá, Estados Unidos e México para estudar a técnica de produção de vacina BCG; o contato com a China maoísta como representante da OMS; a importância da medicina popular para o desenvolvimento das instituições médicas da China comunista; o posicionamento do Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB) quanto às políticas de saúde pública; o perfil profissional de Carlos Gentile de Mello; o golpe militar de 1964; o aparecimento do Movimento Médico Renovador em 1968; a impossibilidade ideológica e prática de trabalhar em Manguinhos; a constante alienação política do pesquisadores do IOC em função da total dedicação ao trabalho; a influência norte-americana na ENSP; o inquérito administrativo do Ministério da Saúde em 1964; a aposentadoria compulsória por motivos políticos; avaliação de sua trajetória de vida; perspectivas em relação ao futuro do país.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Manoel Isnard de Souza Teixeira</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <subject>Hanseníase</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria José Deane</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-19</unitid>
            <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">12/09/1989</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h18min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado.
<lb/>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/b/0/cb0e86ad56bf7c63d97d3448c89a9a4e0e11caf036f906240fb30637ecab2dd4/Maria_Jos___Deane.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Lúcio Flávio Taveira e Rose Ingrid Goldschmidt, na Fiocruz (RJ), no dia 12 de setembro de 1989.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 e 2<lb/>As heranças austríaca, portuguesa e italiana presentes na formação dos pais; observações sobre a morte da irmã por difteria; recordações da infância em Belém; comentários sobre o avô e a busca da riqueza na Amazônia; o desprezo ao título de nobreza da família von Paumgartten; o empobrecimento da família devido à Primeira Guerra Mundial; a disciplina na educação e a valorização da literatura desde a infância; a formação francesa da mãe; o vínculo direto de Belém com a Europa no início do século; a qualidade do ensino público em Belém durante o ciclo da borracha; a organização do Colégio von Paumgartten pelas tias educadoras; a formação do pai; a morte do avô; o casamento por procuração dos pais; o curso normal realizado pela mãe em Paris; a aversão pelos movimentos políticos e ideológicos; críticas ao conceito de vocação nata; a escolha profissional; o desenvolvimento do senso crítico e o desprezo aos dogmas religiosos; a liberdade concedida pela família na escolha profissional; o significativo número de mulheres na turma da faculdade de medicina; o encontro com Leônidas Deane na faculdade e sua influência no interesse pela pesquisa científica; o estágio como interna na Santa Casa da Misericórdia; o ingresso na equipe de Evandro Chagas e a presença feminina em grupo de pesquisadores exclusivamente masculino; a recepção como cientista no interior do Brasil; a questão da virgindade e o questionamento da importância do casamento; o contato com a família Chagas na década de 1930; o choque causado pela morte de Evandro Chagas; as aventuras presentes nas campanhas pelo interior do Brasil; a importância do estágio realizado no Curso de Aplicação do IOC; a ausência de nomes femininos de peso no IOC na década de 1930; o trabalho em hematologia com Walter Oswaldo Cruz; o ingresso na campanha contra o Anopheles gambiae e a briga com Evandro Chagas; a estruturação da Fundação Rockefeller nas campanhas contra a malária; a discriminação em sua carreira profissional; as mudanças profissionais devido à maternidade; as aulas preparadas a partir da narrativa de experiências passada; a opção pela dedicação exclusiva à maternidade durante os primeiros anos da filha; o convite de Samuel Pessoa para ingressar na USP; o envolvimento da filha em movimentos estudantis durante a ditadura militar e a sua fuga para a Argentina; a violência moral sofrida pelos presos políticos; comentários sobre a ditadura militar argentina.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Leônidas de Mello Deane</persname>
            <persname role="subject">Evandro Serafim Lobo Chagas</persname>
            <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Evandro Chagas (IEC)</corpname>
            <corpname role="subject">Fundação Rockefeller</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Parasitologia</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Agosto de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Mário Vianna Dias</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-20</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">08/05 a 09/07/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 30 fitas cassete e 30 CDs (29h20min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo Brito, Rose Ingrid Goldschmidt e Wanda Hamilton, na Academia Brasileira de Ciências (RJ), nos dias 08, 15, 21 e 29 de maio, 06, 12, 19 e 25 de junho, 02 e 09 de julho de 1987.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 a Fita 3<lb/><lb/>Origem familiar; a infância em Petrópolis; formação escolar e educação familiar; as concepções de religiosidade e morte; o prematuro interesse pela ciência; crítica aos métodos educacionais de sua época; a iniciação intelectual; os primeiros contatos com o IOC e a morte de Oswaldo Cruz; o índice de sífilis na cidade do Rio de Janeiro no início do século XX; o status social do cientista brasileiro na primeira metade do século.<lb/><lb/>Fita 3 – Lado B a Fita 6<lb/><lb/>O ingresso na Faculdade Nacional de Medicina do Rio de Janeiro o curso médico e suas disciplinas; impressões sobre a Revolução de 30; os professores e métodos de ensino do curso de medicina; o ingresso em Manguinhos e o trabalho com Miguel Osório de Almeida; o prestígio do laboratório de fisiologia dos irmãos Osório de Almeida no meio acadêmico; as características do Curso de Aplicação do IIOC; a experiência profissional no setor de psiquiatria da Santa Casa de Misericórdia; o desenvolvimento da terapêutica no início do século XX; a formação acadêmica dos irmãos Osório de Almeida; história do desenvolvimento fisiologia no cenário cientifico brasileiro; a escola naturalista de Adolpho Lutz.<lb/><lb/>Fita 7 a Fita 10 – Lado A<lb/><lb/>O trabalho na Comissão Técnica de Piscicultura do Nordeste na década de 30; perfil profissional de Arthur Neiva; Rodolfo Von Ihering e o desenvolvimento da piscicultura no Brasil ; Barros Barreto e a criação da Divisão de Higiene do IOC; o papel do IOC nas políticas de saúde pública e na institucionalização da pesquisa biomédica; o desenvolvimento da pesquisa científica com a fundação da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Distrito Federal (UDF); o conflito científico entre Arthur Moses e Oswaldo Cruz; a relação de Cardoso Fontes com o Ministro Gustavo Capanema; a vulnerabilidade política do IOC após a morte de Carlos Chagas; o abandono das pesquisas de ponta após a morte de Oswaldo Cruz e a permanência do IOC nos moldes das instituições científicas do século XIX; o desenvolvimento científico do IOC; a vulnerabilidade político do IOC durante a ditadura militar; a desvalorização da ciência pura na sociedade brasileira, os institutos de pesquisa e a criação das universidades; os objetivos principais da gestão Olympio da Fonseca; o caráter personalizado e centralizador das direções do IOC.<lb/><lb/>Fita 10 – Lado B a Fita 13<lb/><lb/>A equipe da Comissão Técnica de Piscicultura do Nordeste e a rotina de trabalho em Campina Grande (PB); as atividades profissionais desenvolvidas no seu Museu Goeldi; o impacto causado pela descoberta da fauna e flora amazônica; o trabalho da translação de espécies de peixe; a pesquisa de campo no interior do Nordeste; comentários sobre Lampião; a queda qualitativa das pesquisas da comissão Técnica de Piscicultura do Nordeste após 1937; a importância do mecenato de Guilherme Guinle para as atividades científicas no Brasil; o retorno ao Rio de Janeiro, em 1937 e a conclusão do curso de medicina; o trabalho desenvolvido por Aity Moussatché na Fundação Rockefeller; a tentativa de transformar Manguinhos em campas universitário e a conjuntura política durante a ditadura Vargas; impressões sobre os movimentos comunistas e integralistas nos anos 30; a guerra civil espanhola e o totalitarismo europeu.<lb/><lb/>Fita 14 a Fita 17 – Lado A<lb/><lb/>A contratação pelo IOC em 1938; as aulas de higiene ministradas pelo professor Arfando Peixoto; o perfil da psiquiatria brasileira em mediados do século XX; a influência do Instituto Pasteur na formação dos cientistas brasileiros no início do século; as influências francesa e alemã no desenvolvimento científico brasileiro; o caráter prático das pesquisa realizadas pela Fundação Rockefeller no Brasil; a relação entre ciência e saúde pública no IOC; a formação técnica dos sanitaristas brasileiros até meados do século XX; a importância da atividade prática na formação médica; o perfil profissional de Evandro Chagas, o conflito entre a Faculdade Nacional de Medicina e o IOC; a posição da Academia Nacional de Medicina diante da descoberta do Trypanossoma cruzi por Carlos Chagas; comentários sobre o antigo processo de doutoramento na área médica; a experiência profissional na área de parasitologia como aluno de Olympio da Fonseca; o concurso para biologista promovido pelo DASP para integrar o quadro do IOC; o desprestígio da seção de fisiologia em Manguinhos até os anos 30; a organização da Divisão de Fisiologia do IOC; observações sobre as vantagens e desvantagens do vínculo administrativo entre instituições de pesquisa e universidades no Brasil; as deficiências no Curso de Aplicação do IOC na área de fisiologia; comparação entre o desenvolvimento científico do Rio de Janeiro e de São Paulo; a baixa qualidade dos profissionais recrutados pelo IOC durante algumas administrações; o caráter centralizador das direções do IOC.<lb/><lb/>Fita 17 – Lado B e Fita 18<lb/><lb/>O impulso dado por Miguel Osório de Almeida e Thales Martins à fisiologia no IOC; a equipe de Miguel Osório de Almeida na seção de fisiologia; a relação com Antônio Augusto Xavier; o perfil profissional de Thales Martins; a relação de Thales Martins com os colegas de trabalho; as pesquisas desenvolvidas por Fernando Ubatuba e Thales Martins em endocrinologia; a competência profissional da equipe de Thales Margins; a necessidade de independência na escolha das linhas de pesquisa, pesquisas e o ambiente de trabalho no laboratório de Miguel Osório, perfil científico de Carlos Chagas Filho e o Instituto de biofísica.<lb/><lb/>Fita 19 a Fita 21<lb/><lb/>Os pesquisadores estrangeiros visitantes do laboratório de fisiologia; Miguel Osório de Almeida a criação do Instituto Franco-Brasileiro de Alta Cultura; a influência estrangeira na ciência brasileira; a formação francesa de Miguel Osório de Almeida o trabalho desenvolvido em neurologia; a influência americana na fisiologia brasileira; os primeiros contatos com o acervo bibliográfico do IOC; perfil da família Osório de Almeida; o interesse de Miguel Osório de Almeida pelo movimento cultural de sua época; o perfil ideológico dos irmãos Osório de Almeida e o envolvimento com a Associação Brasileira de Ensinos.<lb/><lb/>Fita 22 a Fita 24<lb/><lb/>O impacto da Segunda Guerra Mundial no Rio de Janeiro; a produção científica durante a Segunda Guerra Mundial e a sua utilização para fins bélicos; o impacto causado pela explosão da bomba atômica e a evolução tecnológica no período pós-guerra; a tentativa de Olympio da Fonseca em equipar tecnicamente o IOC; a baixa qualidade dos pesquisadores contratados pelo IOC nos anos 50 e 60; a avaliação da reforma dos cursos do IOC realizada por Olympio da Fonseca; o trabalho em nutrição desenvolvido por Moura Campos no IOC; o desenvolvimento da fisiologia em São Paulo nas décadas de 40 e 50; o trabalho desenvolvido por Paulo Galvão em fisiologia no Instituto Biológico de São Paulo; a importância da Sociedade de Fisiologia e dos pesquisadores mineiros; comparação entre o desenvolvimento tecnológico do IOC e das demais instituições de pesquisa do país; os métodos de trabalho utilizados por Miguel Osório de Almeida e a orientação para o desenvolvimento de pesquisas em áreas diversificadas.<lb/><lb/>Fita 24 a Fita 26<lb/><lb/>As divergências entre o Ministro Clemente Mariani e o diretor do IOC Henrique Aragão; a participação de Olympio  da Fonseca no pleito acadêmico Potsch-Mello Leitão; as reivindicações pela criação de um conselho consultivo do IOC; a gestão Francisco Laranja; a relação pessoal e profissional de Olympio da Fonseca com os pesquisadores do IOC; crítica à gestão Antônio Augusto Xavier; a luta do Herman Lent e Haity Moussatché pelo intercâmbio entre o IOC e as universidades; a influência negativa da política na escolha da direção do IOC; a fragilidade política e científica do Ministério da Saúde; as gestões Tito Cavalcanti e Amilcar Vianna Martins; a criação do CNPq em 1951 e os benefícios obtidos pelo IOC; o militarismo na América Latina e o caráter corporativo dos militares; a importância da participação dos pesquisadores nos rumos da política científica; a ciência e como instrumento de poder e seu papel na política; a marginalização da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) na política nuclear durante o governo Geisel; o trabalho desenvolvido no National Instituto for Medical Reasearch em Londres com Lindon Brown; o trabalho com Francisco Gomes e a importância da colaboração dos auxiliares para o desenvolvimento da pesquisa no IOC; perfil de Joaquim Venâncio; o perfil profissional dos bibliotecários Mário Araújo Filho e Emília de Bustamante; a qualidade do acervo bibliográfico de Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 27 a Fita 30<lb/><lb/>Impressões sobre o governo João Goulart; a gestão Joaquim Travassos; a tentativa de implantação da pesquisa aplicada no IOC durante o governo Goulart e a reação dos pesquisadores; perfil de Nicanor Botafogo; crítica ao baixo investimento da União do IOC; o trabalho em microbiologia desenvolvido por Genésio Pacheco; a baixa credibilidade científica de José Guilherme Lacorte; o cenário político no início dos anos 60; o descrédito político de Getúlio Vargas e de Juscelino Kubitschek em Manguinhos; o golpe militar em 1964 e a repercussão em Manguinhos; a perseguição de Olympio da Fonseca e Herman Lent; a perseguição de Rocha Lagoa a Walter Oswaldo Cruz; a divisão ideológica da comunidade científica brasileira;  prisão do filho de Herman Lent; as motivações de caráter pessoal como causa das perseguições políticas no IOC; a personalidade de Rocha Lagoa; o convite para a direção do Instituto Biomédico da UFF; as cassações dos pesquisadores; as consequências para o IOC; as ligações pessoais de Rocha Lagoa com os militares; avaliação das pesquisas em fisiologia realizadas na UFF; o desejo de retornar a Manguinhos; a situação atual das instituições de pesquisa no país; comentários sobre a gestão Sérgio Arouca na Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Fitas 27 a 30.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Mário Ulysses Vianna Dias</persname>
            <corpname role="subject">Museu Paraense Emílio Goeldi</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <subject>Ditadura Militar (1964-1985)</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Masao Goto</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-21</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">02/09/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h33min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O Lado B da fita 4 não foi gravado. </p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo de Brito e Wanda Hamilton, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 02 de setembro de 1986.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 a 4<lb/>Comentários sobre o curso da faculdade de medicina; o concurso para biologista extranumerário de Manguinhos em 1944; a linha de trabalho desenvolvida em Manguinhos na seção de micologia; a interrupção das pesquisas após o golpe de 1964; a posição do IOC em relação às outras instituições de pesquisa do país; a prioridade dada à pesquisa aplicada em detrimento da pesquisa básica; a transformação do IOC em fundação em 1970 e a implantação do regime celetista; a influência da política eleitoral na produção de vacinas; comentários sobre a administração de Rocha Lagoa; o impacto causado pela notícia da cassação; o papel de Rocha Lagoa como ministro da Saúde na cassação de pesquisadores do IOC; a utilização do telegrama enviado por cientistas a Luiz Carlos Prestes em 1946, como prova incriminatória nos inquéritos administrativo e policial pós-1964; o Inquérito Policial-Militar (IPM) no IOC; os entendimentos de Rocha Lagoa com o Centro de Informações da Marinha (CENIMAR); a indicação de Olympio da Fonseca para presidir o inquérito administrativo no IOC; a posição política dos cientistas; a Escola Nacional de Veterinária; o estágio de Sebastião de Oliveira na seção de entomologia do IOC em 1939; o seu trabalho no Serviço de Malária da Baixada Fluminense e no Serviço de Controle de Malária do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) em Minas Gerais em 1942; a participação de Sebastião de Oliveira na construção do primeiro hospital de Governador Valadares (MG); o seu trabalho com inseticidas na Geigy do Brasil S.A. em 1944 e na linha de classificação de insetos no IOC antes do golpe de 1964; a sua atuação na área de entomologia após 1964; o curso de química na Universidade do Distrito Federal (UDF); o concurso do Departamento de Administração do Serviço Público (DASP) para biologista do IOC e o trabalho de Moacyr Vaz de Andrade como químico analista; o contato de Moacyr Vaz de Andrade com Gilberto Villela e o seu trabalho na Divisão de Bioquímica e na seção de micologia; o projeto desenvolvido por Moacyr Vaz de Andrade e Arêa Leão sobre metabolismo de fungos em 1964; a interrupção de suas pesquisas após a cassação; as consequências do golpe de 1964 em Manguinhos; a administração de Rocha Lagoa no IOC e sua relação com a comunidade científica; a influência da Igreja e da Escola Superior de Guerra (ESG) na indicação de Rocha Lagoa para a direção do IOC; comentários sobre o projeto de criação de um ministério da ciência; as motivações de caráter pessoal como causa das perseguições políticas no IOC; a importância da participação dos cientistas na definição da política científica do país; as áreas de pesquisa privilegiadas na gestão Rocha Lagoa; observações sobre a conjuntura política do IOC pós-1964; o perfil profissional de Walter Oswaldo Cruz; a situação financeira de Moacyr Vaz de Andrade e as perspectivas de trabalho após a cassação; as consequências das cassações no desenvolvimento da ciência brasileira; a “feijoada e o vatapá subversivos” no IOC; as atuais perspectivas de trabalho na FIOCRUZ.<lb/>Nota: Entrevista temática sobre o episódio denominado “Massacre de Manguinhos”, que contou com a participação dos pesquisadores Sebastião de Oliveira e Moacyr Vaz de Andrade.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Masao Goto</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <subject>Ditadura Militar (1964-1985)</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Moacyr Vaz de Andrade</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-23</unitid>
            <unitdate normal="1987/1988" encodinganalog="3.1.3">14/12/1987 a 05/02/1988</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 7 fitas cassete e 7 CDs (6h20min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/a/d/cadb90d37ebaaeecf69dc62095b6e3da3a8999adc8e616abc14a1d62fafb7347/Moacyr_Vaz_de_Andrade.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Rose Ingrid Goldschmidt e Wanda Hamilton, na Fiocruz, nos dias 14 e 16 de dezembro de 1987, 29 de janeiro e 05 de fevereiro de 1988.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 e Fita 2 – Lado A<lb/><lb/>Origem familiar; a importância do meio universitário na formação do indivíduo; a influência do Colégio Batista em sua vida; formação religiosa; o interesse pela leitura; a atividade do pai como líder sindical; o clima de diálogo na família; a descoberta do marxismo; o rompimento com o Partido Comunista Brasileiro (PCB); a militância política no PCB; o ingresso no PCB em 1945; a célula do PCB no IOC; o desligamento do Partido na época da ilegalidade; a preparação para o vestibular de medicina no Colégio Universitário; a reprovação no exame de física; o vestibular para química na Universidade do Distrito Federal (UDF); a encampação da UDF pela Faculdade Nacional de Filosofia em 1937; o interesse pela ciência através do contato com o professor Victor Strawinsky; comentários sobre a UDF; a Segunda Guerra Mundial e o retorno dos professores estrangeiros à Europa; o ingresso na seção de ensaios biológicos e controle do IOC; as dificuldades para se tornar pesquisador; o incentivo do professor Hasselmann e o concurso de Manguinhos; a orientação do curso de química voltada para a formação de professores do segundo grau; os vínculos entre Brasil e Estados Unidos na área de química; o mercado de trabalho na área de química; a convocação para a guerra e o adiamento da contratação no IOC.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado B a Fita 4 – Lado A<lb/><lb/>O trabalho desenvolvido na seção de ensaios biológicos e controle; a química no IOC; a implantação do ponto obrigatório no IOC; o papel de Gilberto Villela no desenvolvimento da bioquímica no Brasil; a produção de plasma seco durante a guerra; a relação dos pesquisadores do IOC com a Sociedade de Biologia do Rio de Janeiro; o trabalho de controle de produtos farmacêuticos no IOC; a escassez de mercado de trabalho na área de pesquisa; a produção de penicilina no IOC; a  produção de vacinas no IOC; a gestão Henrique Aragão no IOC; o prestígio pessoal como elemento fundamental na distribuição de verbas para o IOC; as irregularidades na administração do IOC; os inquéritos militares e administrativos no IOC e as perseguições aos pesquisadores; o Congresso de Microbiologia realizado em 1950; os desníveis salariais entre funcionários do IOC; o Curso de Aplicação do IOC; a transferência para a seção de micologia a convite de Arêa Leão; as disputas entre os pesquisadores pelo uso de equipamentos científicos.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado B a Fita 6 – Lado A<lb/><lb/>A amizade com Masao Goto; o trabalho na seção de micologia; a interrupção da pesquisa em conseqüência da cassação e os planos para continuá-la ao retornar a Manguinhos; as pesquisas sobre câncer desenvolvidas por Arêa Leão; a atividade política e comercial da fabricação de vacinas; o perfil de Arêa Leão; a realização profissional na micologia; o veto de Rocha Lagoa à homenagem a Arêa Leão; o afastamento de Olympio da Fonseca do IOC e sua volta como diretor em 1950; a falta de incentivo à pesquisa no Brasil; o desenvolvimento da micologia no IOC; o desenvolvimento da micoteca; os cursos de Manguinhos na área de micologia; as dificuldades profissionais em conseqüência da cassação; o trabalho como professor de fisiologia e bioquímica de fungos; a importância da criação de um conselho administrativo no IOC; opinião sobre a administração de Sérgio Arouca; a ilegalidade do PCB e a apreensão de seus arquivos em 1964; o retorno a Manguinhos depois da cassação.<lb/><lb/>Fita 6 – Lado B e Fita 7<lb/><lb/>As aulas de micologia no Curso de Aplicação do IOC; o aproveitamento de alunos do curso como estagiários; a crise do IOC durante a gestão Olympio da Fonseca; a gestão Travassos da Rosa e a exoneração de funcionários; o trabalho desenvolvido na administração do IOC; os conflitos entre os setores de pesquisa e de produção; as dificuldades em conciliar pesquisa e administração; a surpresa pela cassação; o grupo de cassados e o entusiasmo pelo trabalho; a administração de Olympio da Fonseca; a produção de vacinas no IOC; o perfil de José Fonseca da Cunha e seu relacionamento com os pesquisadores; o interesse político-governamental na área de produção; as dificuldades para a realização de pesquisas no Brasil.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Moacyr Vaz de Andrade</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Orlando Guerra Junior</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-24</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">10/06 a 03/07/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 10 fitas cassete e 10 CDs (9h; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 10 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara de Azevedo Britto, Rose Ingrid Goldschmidt e Wanda Hamilton, na Fiocruz, nos dias 10, 11 e 26 de junho e 03 de julho de 1986.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 e Fita 2<lb/><lb/>A família de imigrantes alemães; o perfil aristocrático da família materna; o talento musical da família e a amizade com Villa-Lobos; o autoritarismo e a disciplina educacional das crianças da classe média; a amizade com parentes idosos; a perseguição aos alemães no Estado Novo; a facilidade para aprender idiomas estrangeiros na infância; o caráter filantrópico da atividade médica do pai; o impacto da medicina previdenciária sobre a corporação médica do Rio de Janeiro nos anos 1930; a influência paterna na escolha da profissão; o contato com o professor Mello Leitão no curso de Biologia; a participação nos movimentos estudantis da década de 1960; a experiência política no Centro Popular de Cultura e no Diretório Acadêmico da Faculdade Nacional de Filosofia; a demissão por motivos políticos da função de professor do Colégio de Aplicação da UFRJ em 1966; avaliação dos movimentos políticos dos anos 1960 e o surgimento da guerrilha urbana; a influência do Partido Comunista Brasileiro (PCB) na Faculdade Nacional de Filosofia e a greve estudantil de 1963; o perfil conservador de Sobral Pinto; o cotidiano no curso de Biologia.<lb/><lb/>Fita 3 a Fita 5 – Lado A<lb/><lb/>Ausência de pesquisa científica e a formação técnica nas universidades brasileiras; a estagnação das universidades brasileiras decorrente das cátedras vitalícias; argumentos em defesa da liberdade de pesquisa; a criação e a experiência no Curso Alba; a experiência profissional na Universidade Gama Filho; o ingresso no IOC como estagiário em 1959; o perfil do cientista Hugo de Souza Lopes e seu interesse em formar novos pesquisadores; a marginalização das mulheres nas universidades brasileiras; os projetos científicos dos diretores de Manguinhos; a falência da ciência básica em Manguinhos após 1964; a perseguição de Rocha Lagoa a seus adversários; a comissão de inquérito presidida por Olympio da Fonseca em Manguinhos; o corte de verbas para a compra de material científico no exterior durante a gestão Rocha Lagoa no IOC; o método científico e os critérios para o estabelecimento da verdade; os limites da experimentação nas pesquisas científicas; as restrições ao desenvolvimento da pesquisa científica nas universidades brasileiras; a remuneração dos cientistas do IOC antes de 1964 e posterior deterioração desta.<lb/><lb/>Fita 5 – Lado B a Fita 7<lb/><lb/>As dúvidas quanto à escolha da carreira profissional; a opção pelo status econômico privilegiado do cientista; o preconceito acadêmico em relação à carreira universitária na década de 1960; o curso de mergulhador na Marinha para desenvolver trabalhos em biologia marinha; a inviabilidade da pesquisa básica no IOC na década de 1970; as dificuldades impostas por Rocha Lagoa para obtenção de recursos externos; as diferentes concepções sobre a atividade científica como origem dos conflitos no IOC; os projetos para o desenvolvimento de um tratado de zoologia no Brasil; a inconveniência de unificar ciência e tecnologia em um mesmo ministério; a incapacidade do poder público em reconhecer a ciência básica como fator de desenvolvimento tecnológico; as dificuldades de afirmação da ciência nacional em um país dependente; a necessidade de reformas político-sociais na liberação de verbas para as pesquisas científicas; a visão sanitarista da administração Sergio Arouca; os perigos decorrentes de se priorizar tecnologia em detrimento da ciência; observações sobe o caráter despersonificado da "big-science"; a necessária utilização dos métodos científicos do século XIX para o desenvolvimento da ciência no Brasil; o processo social brasileiro pós-1964; a perseguição política e a cassação dos cientistas de Manguinhos nos anos 1960; a rapinagem do acervo histórico do IOC nas administrações Rocha Lagoa e Vinícius Fonseca; ausência de zoólogos lato sensu no IOC; o projeto de produção de soros antiofídicos em Manguinhos; o prestígio dos estagiários do IOC no meio acadêmico; críticas à "big-science".<lb/><lb/>Fita 8 a Fita 10<lb/><lb/>O aperfeiçoamento profissional; a proibição por motivos políticos de fazer o curso de doutorado em Marselha em 1968; o curso no Museu Britânico em 1972; perfil de Geth Jansen; o caráter solitário da pesquisa científica; o perfil profissional e ideológico de Rudolf Barth; a influência positivista na ciência no início do século XX; o reconhecimento social do cientista brasileiro; a política científica brasileira pós-1964; a visão tecnocrática na seleção do quadro científico do IOC nos anos 1980; a reintegração dos cientistas cassados na FIOCRUZ; a necessidade de elaboração de uma política científica para a área de Biologia.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Orlando Guerra Junior</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Pedrina Cunha de Oliveira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-25</unitid>
            <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">06/06/1989</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h53min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/2/1/121f6b0718440226e551838b02c8e3fe4d428844437d53238697d3b5a55c9b43/Pedrina_Cunha_de_Oliveira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Lúcio Flávio Taveira e Rose Ingrid Goldschmidt, na Fiocruz (RJ), no dia 06 de junho de 1989.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 a 3<lb/>Origem familiar; o perfil do pai; a infância em uma fazenda em Goiás; a personalidade da mãe; as dificuldades de comunicação no interior do Brasil na década de 1940; a educação familiar voltada para o trabalho; a ausência de preconceito na educação informal; a igualdade no trato com os trabalhadores da fazenda; os papéis sociais do homem e da mulher no interior brasileiro em meados do século XIX; o espaço doméstico como locus feminino; a profissionalização como caminho para a emancipação; a generosidade característica da educação materna; os papéis familiares: a mãe educadora e pai provedor; a população “encardida” de Goiás; os primeiros estudos realizados na comunidade local; o ingresso no colégio interno feminino; a rígida disciplina de uma instituição religiosa; o cotidiano no internato; a “disciplinarização” do diálogo e a preocupação com a higiene na escola; a vigilância do corpo nos banhos no internato; a preocupação das freiras com a educação humanitária; a censura à literatura; o ingresso em colégio leigo de Goiânia; a liberdade na escolha profissional; a opção pelo curso de farmácia; o desejo inicial de retornar a Goiás após a graduação; a fascinação pelo trabalho laboratorial; o curso de farmácia da UFRJ na década de 1950; a ausência de preconceito sexual na faculdade; as qualidades da Faculdade de Farmácia da UFRJ; a opção por não retornar a Goiás e o primeiro contato com o IOC; o ingresso em Manguinhos como estagiária e o trabalho desenvolvido com Oswaldo Lazzarini Peckolt no Departamento de Química; a rápida efetivação no IOC; os trabalhos realizados com Fernando Ubatuba nos laboratórios das Pioneiras Sociais e o seu abandono devido ao trabalho no IOC em tempo integral; o preconceito em Manguinhos pelo trabalho feminino; a admiração por Bertha Lutz; a mudança para o Departamento de Micologia; o Curso de Aplicação do IOC; o corpo de pesquisadores do Departamento de Micologia na década de 1960; a qualificação profissional de Adolpho Furtado e sua marginalização em Manguinhos; as dificuldades dos pesquisadores do IOC em optarem  pelo regime celetista na década de 70; o casamento em 1970 e a experiência da maternidade; a opção pela família no momento de crise do IOC; as dificuldades em conciliar vida privada e vida profissional; o intercâmbio com o Instituto de Biologia de São Paulo; histórico do desenvolvimento da micologia no Brasil desde a década de 50; a demanda de conhecimento da micologia provocada pelo desenvolvimento tecnológico dos últimos anos; a trajetória profissional no Departamento de Micologia; a situação da mulher nas instituições científicas internacionais; a experiência adquirida no mestrado realizado na Universidade de Sheffield; a conscientização feminina na Inglaterra; os grandes nomes da micologia brasileira: Antônio Arêa-Leão e Adolpho Furtado; a organização do Departamento de Micologia a partir da gestão Coura e a demanda de conhecimento dos setores agrícola e  industrial do Brasil.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Pedrina Cunha de Oliveira</persname>
            <corpname role="subject">Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)</corpname>
            <persname role="subject">Oswaldo de Lazzarini Peckolt</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Sebastião de Oliveira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-26</unitid>
            <unitdate normal="1986/1987" encodinganalog="3.1.3">01/09/1986 a 25/02/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 18 fitas cassete e 18 CDs (16h07min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B das fitas 3, 12 e 18 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara de Azevedo Britto e Wanda Hamilton, na Fiocruz (RJ), nos dias 01, 11 e 24 de setembro, 30 de outubro, 08 e 09 de dezembro de 1986 e 25 de dezembro de 1987.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1<lb/>Origem familiar; a influência exercida pelo irmão mais velho e pelo professor Ernani Xavier de Brito; a paixão pela aviação na infância; as raízes africanas presentes na avó materna; os primeiros contatos com Manguinhos; a infância junto aos ferroviários; a vida no subúrbio de Cascadura (RJ).<lb/><lb/>Fitas 2 e 3<lb/>O bairro em que morava e os seus vizinhos; a amizade com uma família espanhola anarquista e com a comunidade árabe de Cascadura; as festas populares do Rio de Janeiro: o Carnaval, as festas de Santo Antônio, São João e São Pedro e a festa da Penha; a incidência de tuberculose no Rio de Janeiro até meados do século XX; a posição política do pai e sua atuação junto ao sindicato dos ferroviários; as influências culturais traduzidas pelo samba, chorinho e pela seresta.<lb/><lb/>Fitas 4 a 8<lb/>A vida escolar em Cascadura; a recepção a Getúlio Vargas em Cascadura em 1930; o exame de admissão realizado no Colégio Pedro II e o nível de escolaridade das crianças do subúrbio na década de 30; o desenvolvimento da rede escolar no governo Pedro Ernesto; as tendências fascistas presentes no Estado Novo; o currículo ginasial e a reforma do ensino realizada pelo ministro Francisco Campos nos anos 1930; a influência do curso complementar na escolha profissional; a estratégia para escapar do serviço militar; os movimentos integralista e comunista em Cascadura; o ingresso na Escola Nacional de Veterinária; o contato com professores e futuros colegas de trabalho no IOC; a opção pela entomologia; o perfil profissional e a personalidade de Joaquim Venâncio e de Bertha Lutz; o preconceito racial no IOC; a influência das pesquisas sobre febre amarela e malária no desenvolvimento de estudos sobre mosquitos em Manguinhos; a atuação do IOC na área de saúde pública; a Fundação Rockefeller no Brasil e o estudo sobre malária na América Latina; os colegas da Escola Nacional de Veterinária; a participação em movimentos negros; a divisão político-ideológica do movimento negro nas eleições de 1986; considerações sobre a Segunda Guerra Mundial; o perfil profissional dos professores da Escola Nacional de Veterinária.<lb/><lb/>Fitas 9 e 10<lb/>O trabalho no Ministério da Agricultura; a formação na área biológica; o perfil profissional de César Pinto e de Lauro Travassos; as expedições científicas do IOC promovidas por Lauro Travassos nas décadas de 1950 e 1960; comentários sobre a metodologia científica desenvolvida no IOC; as influências estrangeiras presentes nas atividades de pesquisas do IOC; as expedições à Fazenda Japuíba em Angra dos Reis (RJ) para coleta de insetos; a influência da Semana de Arte Moderna na ciência brasileira; a amizade com Peter Vigodzinsky; a vida cultural no Rio de Janeiro na década de 40; o trabalho com inseticida na Geigy do Brasil S.A.; observações sobre a administração de Cardoso Fontes; comentários sobe a questão ciência pura versus ciência aplicada.<lb/><lb/>Fitas 11 a 13<lb/>A desqualificação profissional de alguns pesquisadores do IOC na gestão Henrique Aragão; o perfil de Henrique Aragão; a gestão Olympio da Fonseca; as dificuldades financeiras enfrentadas no IOC durante o Estado Novo; a relação de trabalho entre Lauro Travassos e seus colaboradores no laboratório de helmintologia; a estruturação da Divisão de Zoologia Médica; a Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (SUCAM) e o combate à dengue no Rio de Janeiro em 1986; a avaliação do desenvolvimento atual da entomologia no IOC.<lb/><lb/>Fitas 14 e 15<lb/>O ingresso no IOC; o trabalho de controle da malária com César Pinto em Governador Valadares (MG); os métodos de controle e prevenção da malária existentes na década de 1940; o trabalho de atendimento médico prestado em Governador Valadares; a contratação no IOC durante a gestão Olympio da Fonseca; o desprestígio da administração Olympio da Fonseca junto a alguns pesquisadores; a preocupação de Olympio da Fonseca em desenvolver a área de química no IOC; a desqualificação profissional de Rocha Lagoa.<lb/><lb/>Fitas 16 a 18<lb/>O impacto da explosão da bomba atômica na comunidade científica e a criação do Conselho Brasileiro de Pesquisas Físicas; a visita de Oppenheimer ao Brasil; o desenvolvimento da tecnologia nuclear e sua utilização pelas Forças Armadas; os riscos das usinas nucleares no Brasil; a inexistência de pesquisas com energia nuclear no IOC; as vantagens do IOC em se manter independente das universidades; a falta de orientação do IOC no sentido de atender às necessidades sanitárias do país; a relação entre o IOC e o Ministério da Saúde; o trabalho atual com quironomídeos-marinhos; avaliação da situação atual da entomologia no Brasil.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Sebastião José de Oliveira</persname>
            <corpname role="subject">Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Entomologia</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <subject>Ditadura Militar (1964-1985)</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Sylvia Hasselmann</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-27</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">17/03/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h55min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/2/6/5261e1c289e0f7e47b4176c595b132e908bfb4d7e36bcd899562de7a3979792a/Sylvia_Hasselmann.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Paulo Gadelha e Ruth B. Martins, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 17 de março de 1987.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 a 3<lb/>Perfil de Walter Oswaldo Cruz; o encontro de Sylvia Hasselmann com Walter Oswaldo Cruz no Curso de Aplicação do IOC; as dificuldades burocráticas enfrentadas por Walter Oswaldo Cruz no IOC para o desenvolvimento de pesquisas; o círculo de amizades de Walter Oswaldo Cruz; a seriedade no relacionamento com os colegas de trabalho; a amizade com Haity Moussatché e Herman Lent; as dificuldades impostas pela gestão Cardoso Fontes às pesquisas de Walter Oswaldo Cruz; a opção de Sylvia Hasselmann pela família em detrimento da carreira científica; o perfil boêmio de Walter Oswaldo Cruz; o apoio na administração do laboratório do marido; a captação de recursos financeiros externos para a pesquisa no IOC; comentários sobre a utilização política do mito Oswaldo Cruz; as relações entre Walter Oswaldo Cruz e o pai; a personalidade competitiva do marido; a vida familiar; o auxílio financeiro de Guilherme Guinle às pesquisas de Walter Oswaldo Cruz; a crítica de Walter Oswaldo Cruz aos diretores do IOC; os motivos que levaram Walter Oswaldo Cruz a assinar o telegrama de apoio a Luís Carlos Prestes; a ligação de Walter Oswaldo Cruz com o Partido Comunista Brasileiro (PCB); a crença de Walter Oswaldo Cruz na libertação nacional através do desenvolvimento tecnológico; o boicote às pesquisas de Walter Oswaldo Cruz em Manguinhos; a defesa da pesquisa básica e direcional; o relacionamento de Walter Oswaldo Cruz  com o desenvolvimento tecnológico; o processo de seleção enfrentado pelos estagiários do laboratório de Walter Oswaldo Cruz; a admiração profissional por Walter Oswaldo Cruz dos pesquisadores cassados; os métodos educacionais de Walter Oswaldo Cruz; o processo de perseguição a Walter Oswaldo Cruz no IOC e o boicote às suas pesquisas após 1964.<lb/>Nota: A entrevista de Sylvia Hasselmann é sobre Walter Oswaldo Cruz e contou com a participação de sua filha Vera.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Sylvia Ecila Hasselmann</persname>
            <persname role="subject">Walter Oswaldo Cruz</persname>
            <persname role="subject">Mário Magalhães da Silveira</persname>
            <persname role="subject">Nise Magalhães da Silveira</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Tito Cavalcanti</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-28</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">19 e 27/02/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h36min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/3/f/63f67a77405c5aee7df20c7da1f930efbc959de84aed93caaff045a0d44ef899/Tito_Cavalcanti.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Paulo Gadelha e Wanda Hamilton, na Fiocruz/Rio de Janeiro, nos dias 19 e 27 de fevereiro de 1986.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Tito Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti</persname>
            <corpname role="subject">Ministério da Educação e Saúde (MES)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <subject>Ditadura Militar (1964-1985)</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Política de saúde</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição - criação em janeiro de 2003 (Débora Monteiro)</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Revisão da descrição - Janeiro de 2026 (Laurinda Rosa Maciel)</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Venâncio Bonfim</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-29</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">11/11 e 18/12/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (4h59min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Flávio Edler, Jaime Benchimol e Rose Ingrid Goldschmidt, na Fiocruz (RJ), nos dias 11 de novembro e 18 de dezembro de 1986.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 e 2<lb/>A família e a infância em Juiz de Fora; a ligação com a família de Carlos Chagas; o impacto causado pela primeira viagem ao Rio de Janeiro; o trabalho do pai como administrador de fazenda; a mudança definitiva para o Rio de Janeiro e o trabalho com o tio; a moradia dos funcionários em Manguinhos; os estudos no Liceu Comercial da Penha e no Instituto Lacé; o ingresso no IOC como servente em 1937; o trabalho com  Genésio Pacheco no laboratório de bacteriologia e imunologia em 1939; perfil de Cardoso Fontes e de Henrique Aragão; a função dos auxiliares nos laboratórios; as diferenças entre a Fundação Rockefeller e o IOC na organização do trabalho; os produtos biológicos de Manguinhos; as pesquisas sobre o soro antigangrenoso desenvolvidas no laboratório de Genésio Pacheco; a produção de soro antigangrenoso no IOC; o impacto da descoberta da penicilina em 1943; a relação de Genésio Pacheco com Henrique Aragão; comentários sobre a produção de penicilina no IOC; a localização dos laboratórios;  a repercussão da incorporação da Fundação Rockefeller ao IOC; os empregos em laboratórios particulares.<lb/><lb/>Fitas 3 e 4<lb/>O trabalho no laboratório de Genésio Pacheco e a formação profissional do técnico; a campanha contra a brucelose e a viagem ao Nordeste em 1958; as mudanças no IOC durante as administrações de Henrique Aragão, Francisco Laranja e Antônio Augusto Xavier; comentários sobre o preconceito racial no IOC; relato da viagem ao Nordeste; as diferenças entre as expedições organizadas pela Fundação Rockefeller e pelo IOC; a segunda viagem ao Nordeste em 1959 e o curso sobre brucelose; o convite de Francisco Laranja para trabalhar na instalação de postos de saúde em Brasília; a chefia do Setor de Esterilização e Meios de Cultura em 1962; comentários sobre as administrações de Joaquim Travassos da Rosa e Amilcar Vianna Martins; a administração de Rocha Lagoa; comentários sobre os inquéritos administrativo e militar no IOC; a relação profissional de Genésio Pacheco com José Guilherme Lacorte; a chefia da seção de biologia em 1967; a experiência no Projeto Rondon; a cassação dos cientistas em 1970; a colaboração na produção de vacina anticolérica enviada à Nicarágua em 1971; a participação na inauguração do Pavilhão Joaquim Venâncio.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Venâncio Bonfim</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Wladimir Lobato Paraense</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-30</unitid>
            <unitdate normal="1987/1989" encodinganalog="3.1.3">14/03/1988 a 31/05/1989</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 53 fitas cassete e 53 CDs (49h11min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Rose Ingrid Goldschmidt e Wanda Hamilton, na Fiocruz (RJ), entre os dias 14 de março de 1988 a 31 de maio de 1989.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 e 2<lb/>A infância em Belém; a cidade de Belém no início do século; o incentivo da família aos estudos; a formação escolar; o ingresso na Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará em 1931 e o encontro com Leônidas Deane.<lb/><lb/>Fitas 2 a 4<lb/>A vocação pelo jornalismo e o gosto pela astronomia; o papel científico do IOC no início do século; a decadência de Manguinhos; a opção pela medicina; a bolsa de estudos em anatomia patológica na Faculdade de Medicina de São Paulo em 1938; o curso de malariologia no Instituto Evandro Chagas em 1940.<lb/><lb/>Fitas 5 a 7<lb/>A Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará na década de 1930; as aulas de histologia com Jaime Aben Athar; comentários sobre a expedição de Oswaldo Cruz, Costa Lima e Jaime Aben Athar no Pará no início do século; comentários sobre o Instituto Evandro Chagas; perfil profissional de Jaime Aben Athar; o trabalho no laboratório de histologia da Santa Casa; a viagem para Recife em 1936; o contato com Jorge Lobo e o concurso para o internato no Hospital Oswaldo Cruz em Pernambuco; o ingresso na Faculdade de Medicina de Recife.<lb/><lb/>Fitas 8 e 9<lb/>Comparação entre as faculdades de medicina de Belém e de Recife na década de 1930; a carência de laboratórios de análises clínicas no início do século no Rio de Janeiro; o trabalho no laboratório de anatomia patológica da Faculdade de Recife; as Memórias do IOC; a participação no curso de parasitologia ministrado por Samuel Pessoa na Faculdade de Medicina de Recife em 1936; perfil de Samuel Pessoa; a repercussão do movimento comunista em 1935 entre os estudantes; comentários sobre o trabalho no Hospital Oswaldo Cruz e na Faculdade de Medicina de Pernambuco; as condições sanitárias de Recife no início do século.<lb/><lb/>Fitas 10 a 12<lb/>O método de controle biológico no combate à esquistossomose apresentado no Congresso Nacional de Biologia em 1948; o trabalho com Jorge Lobo e Aggeu Magalhães no Hospital Oswaldo Cruz; a criação da cadeira de medicina tropical por Carlos Chagas; as bolsas de estudo dos Diários Associados concedidas por Assis Chateubriand em 1938; a organização do laboratório de patologia do IOC em 1939; o curso de patologia da malária no Instituto de Patologia Experimental do Norte (IPEN) e a participação no Serviço de Malária do Nordeste em 1940; a contratação pelo IOC em 1941.<lb/><lb/>Fitas 13 a 15<lb/>O retorno ao Rio de Janeiro em 1939 e as pesquisas sobre leishmaniose visceral em Manguinhos; o grupo de pesquisadores do SEGE; a falta de apoio institucional e financeiro da direção do IOC às pesquisas de Evandro Chagas durante a gestão Cardoso Fontes; o financiamento concedido por Guilherme Guinle a Evandro Chagas; o apoio financeiro de Evandro Chagas às pesquisas sobre anemia ancilostomótica desenvolvidas por Walter Oswaldo Cruz e Lauro Travassos; o desligamento de Leônidas Deane do IPEN devido aos conflitos com Evandro Chagas; a morte de Evandro Chagas e o apoio de Carlos Chagas Filho ao SEGE; o concurso do DASP para auxiliar de biologia no IOC em 1941; a reforma administrativa do Ministério da Saúde em 1942 e a criação da Divisão de Estudos de Grandes Endemias no IOC; a decadência de Manguinhos; comentários sobre a criação do Serviço Especial de Saúde Pública (SESP); o apoio de Getúlio Vargas a Evandro Chagas; a ocupação de seu laboratório por Neri Guimarães quando de sua viagem a Pernambuco em 1941; suas pesquisas sobre pênfigo foliáceo em Minas Gerais entre 1942 e 1944; o retorno ao IOC em 1945; as pesquisas em esquistossomose durante a gestão de Olympio da Fonseca no IOC; a aposentadoria compulsória no IOC; o convite de Vinícius da Fonseca para ocupar a vice-presidência de pesquisa da FIOCRUZ em 1976.<lb/><lb/>Fitas 16 e 17<lb/>Os cientistas de Manguinhos na época de Oswaldo Cruz; a produção de soros e vacinas no IOC; a verba proveniente da venda da vacina contra a manqueira; o papel desempenhado por Oswaldo Cruz no desenvolvimento de Manguinhos; Oswaldo Cruz e o combate à peste bubônica em 1889; a fabricação do soro contra a peste bubônica em Manguinhos; o reconhecimento internacional do IOC durante a gestão Oswaldo Cruz; o desenvolvimento da pesquisa aplicada no IOC no início do século; o Curso de Aplicação do IOC.<lb/><lb/>Fitas 18 a 20<lb/>Avaliação dos primeiros trabalhos publicados nas Memórias do IOC; a produção de vacina antivariólica e do soro antipestoso no Instituto durante a gestão Oswaldo Cruz; os conflitos entre os cientistas de Manguinhos no início do século; o fim da produção da vacina contra a manqueira (carbúnculo sintomático em bovino) e a decadência de Manguinhos; o reconhecimento internacional das Memórias do IOC; as áreas de pesquisa durante a gestão Carlos Chagas; a falta de farmacologistas no Brasil no início do século; a necessidade da ciência aplicada no Brasil; o desenvolvimento da fisiologia no IOC durante a gestão Carlos Chagas; Evandro Chagas e a continuidade ao projeto científico de Oswaldo Cruz; as pesquisas desenvolvidas no IOC e a atuação de Walter Oswaldo Cruz e de Lauro Travassos nas décadas de 1940 e 1950; o DASP e a não-exigência de qualificação profissional para ingressar no IOC.<lb/><lb/>Fitas 21 a 23<lb/>As atividades do Hospital Evandro Chagas entre 1941 e 1945; a participação no curso sobre malária organizado por Evandro Chagas no Pará em 1940; o curso de citologia do sistema nervoso ministrado a convite de Jaime Aben Athar em 1940; a morte de Evandro Chagas e a falta de interesse da gestão Cardoso Fontes pelos trabalhos desenvolvidos no SEGE; os estudos sobre doença de Chagas orientados por Emanuel Dias no IOC; a dependência científico-tecnológica do Brasil; a chefia do serviço clínico do Hospital Evandro Chagas; comentários sobre a patologia no Brasil.<lb/><lb/>Fitas 24 a 26<lb/>As transformações na estrutura administrativa do IOC na década de 1940; as pesquisas sobre brucelose desenvolvidas por Genésio Pacheco; Costa Cruz e as pesquisas com bacteriófagos; comentários sobre a área de bacteriologia do IOC; Olympio da Fonseca e a seção de micologia; a organização da micoteca de Manguinhos; as conseqüências da Lei de Desacumulação de Cargos de 1937 para os cientistas de Manguinhos; o laboratório de vacina antimicótica de Arêa Leão e Genésio Pacheco em Cuba; o pioneirismo do IOC na produção de penicilina; a seção de microbiologia do IOC; comentários sobre os setores de produção e pesquisa do Instituto; a gestão Francisco Laranja e o quadro de decadência na instituição; as verbas governamentais destinadas à área de produção do IOC; a separação entre pesquisa básica e aplicada no IOC na década de 1940; comentários sobre o trabalho desenvolvido atualmente no Hospital Evandro Chagas.<lb/><lb/>Fitas 26 a 28<lb/>A seção de produção de vacinas do IOC; Gilberto Villela e a introdução da bioquímica no Brasil; Baeta Viana e a introdução da eletroforese no Brasil; o padrão internacional da química paulista; Barros Barreto e a criação da Divisão de Higiene no IOC durante a gestão Henrique Aragão; o convite de Otto Bier para trabalhar no Instituto Butantan; as dificuldades de relacionamento com Olympio da Fonseca; os recursos do CNPq para o IOC; a relativa liberdade de pesquisa no Brasil.<lb/><lb/>Fitas 29 a 31<lb/>A experiência como conselheiro da Academia Brasileira de Ciências em 1950; a falta de respaldo e legitimidade da pesquisa científica nos países do Terceiro Mundo; o desinteresse dos cientistas brasileiros em desenvolver tecnologia própria e o uso de técnicas importadas; a mobilização em torno da criação de um ministério de ciência no final da década de 1950; a falta de equipamentos adequados à pesquisa nas universidades e a atual insuficiência de formação acadêmica dos professores; as atividades da Fundação Rockefeller no Brasil; as doações de equipamentos feitas pela Fundação Rockefeller às instituições científicas brasileiras; os estudos sobre leishmaniose visceral de Evandro Chagas baseados em informações coletadas pela Fundação Rockefeller; a incorporação da Fundação Rockefeller ao IOC em 1950.<lb/><lb/>Fitas 31 a 33<lb/>A viagem para Belo Horizonte em 1942 e a avaliação dos trabalhos desenvolvidos nesse período; a comunidade científica de Belo Horizonte; as experiências com penicilina; as pesquisas com cortisona no tratamento do pênfigo foliáceo; a criação do SESP durante a Segunda Guerra Mundial; a viagem para Belo Horizonte e os trabalhos com leishmaniose, malária e esquistossomose.<lb/><lb/>Fitas 34 a 36<lb/>A situação atual da bioquímica no Brasil; a importância do posto de Bambuí na época de Emanuel Dias; a participação no curso de protozoologia do IOC a convite de Olympio da Fonseca; a coordenação do curso de fisiologia na Faculdade de Medicina de Belo Horizonte em 1950; o trabalho no SESP e as pesquisas sobre esquistossomose na década de 1950.<lb/><lb/>Fitas 36 a 38<lb/>Comentários sobre o ingresso na Fundação SESP; as pesquisas sobre esquistossomose na região de Lagoa Santa em Belo Horizonte em 1954; o trabalho na campanha de controle da esquistossomose na Amazônia a convite de Maia Penido em 1953; o uso de moluscicida no combate aos caramujos transmissores da esquistossomose.<lb/><lb/>Fitas 39 e 40<lb/>O trabalho de classificação de caramujos no SESP; a coleta de moluscos planorbídeos no Peru, na Bolívia, no México, em Cuba e na Venezuela em 1956 com o apoio do CNPq; comentários sobre a Revolução Cubana; a proposta da OMS de criar um centro de referência de identificação de planorbídeos no seu laboratório; o convite para participar do Programa Especial de Pesquisa e Treinamento em Doenças Tropicais da OMS.<lb/><lb/>Fitas 41 a 43<lb/>A criação do DNERu na década de 1950; o trabalho com genética de caramujo no Instituto Aggeu Magalhães em 1957; a falta de apoio às pesquisas científicas durante a gestão de Antônio Augusto Xavier no IOC; a decadência de Manguinhos; o cargo de vice-presidente de pesquisa da FIOCRUZ em 1976; a direção do INERu na década de 1960; as pesquisas desenvolvidas em Belo Horizonte e em Pernambuco pelo INERu.<lb/><lb/>Fitas 43 a 46<lb/>Comentários sobre Samuel Pessoa; as instituições de pesquisa que atuam no campo das doenças endêmicas; as pesquisas desenvolvidas pelo INERu no início da década de 1960; comentários sobre Mário Pinotti; as pesquisas sobre planorbídeos americanos em convênio com a OPAS e a OMS entre 1961 e 1976; a criação do centro de referência de identificação de planorbídeos no seu laboratório em Belo Horizonte em 1964.<lb/><lb/>Fitas 46 a 48<lb/>As reuniões no CNPq e a escolha do conselheiro para a área de biologia; as acusações de José Guilherme Lacorte sobre suas ligações com o Partido Comunista; comentários sobre Walter Oswaldo Cruz; a organização do curso de pós-graduação em biologia parasitária na Universidade de Brasília (UnB) em 1968.<lb/><lb/>Fitas 49 a 51<lb/>Observações sobre a nomeação de Rocha Lagoa para a direção do IOC; a participação de José Guilherme Lacorte no “Massacre de Manguinhos”; o convite para a vice-direção do IOC em 1964; a baixa qualidade da produção científica do grupo de Rocha Lagoa na instituição; a legitimidade alcançada pelo IOC devido à produção de terapêuticos; a suspensão de Herman Lent em função de críticas acadêmicas feitas a Rocha Lagoa; os mitos envolvendo a vida e a morte de Walter Oswaldo Cruz; o boicote de Rocha Lagoa ao trabalho realizado pelo INERu; o processo de decadência de Manguinhos a partir de 1940; as ameaças feitas por Rocha Lagoa de colocá-lo em disponibilidade; as perseguições pessoais realizadas por Rocha Lagoa quando Ministro da Saúde; o desenvolvimento técnico-científico do IOC durante a gestão Vinícius da Fonseca; o Plano Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e sua penetração na FIOCRUZ; a defesa das conquistas materiais da FIOCRUZ durante o período desenvolvimentista; as relações entre Vinícius da Fonseca e Reis Veloso; a organização de Bio-Manguinhos feita por Akira Homma e os convênios com o Japão; a priorização dos estudos de endemias brasileiras durante a gestão Vinícius da Fonseca; a tentativa de Vinícius da Fonseca em estabelecer revistas policiais entre os pesquisadores de Manguinhos; o processo de seleção dos pesquisadores durante a atuação como vice-presidente de pesquisa da FIOCRUZ; o desenvolvimento da biologia molecular em Manguinhos durante a gestão Vinícius da Fonseca e o ataque denominado “ciência de ponta”.<lb/><lb/>Fitas 51 a 53<lb/>A participação ativa nas eventuais reuniões da Tropical Disease Research na Suíça; o empenho na renovação do quadro de pesquisadores da FIOCRUZ; o trabalho desenvolvido por Carlos Morel na UnB e sua posterior inserção na FIOCRUZ; a questão da verdade científica; a formação de pesquisadores e sanitaristas na ENSP; o trabalho desenvolvido pelo Centro de Pesquisa René Rachou durante a gestão Guilardo Martins Alves; os convênios estabelecidos entre a FIOCRUZ e os estados da União durante a gestão Vinícius da Fonseca; a tentativa de Vinícius da Fonseca em enfrentar as disputas internas na FIOCRUZ; a resistência dos pesquisadores da FIOCRUZ em aceitar a avaliação de produtividade científica; o trabalho de recuperação financeira e administrativa realizado por Vinícius da Fonseca na FIOCRUZ; a atuação do Ministro Paulo de Almeida Machado durante a presidência Geisel; a direção informal de José Rodrigues Coura durante a gestão Guilardo Martins Alves; o despropósito da campanha de Sergio Arouca contra a administração de Guilardo Martins Alves; a defesa da escolha política do presidente da FIOCRUZ; a priorização das políticas sanitárias durante a administração Arouca na FIOCRUZ; a questão da centralização e da redistribuição de recursos durante a gestão Arouca; críticas aos pesquisadores que assinaram o telegrama de apoio a Luís Carlos Prestes em 1946; a utilização do trabalho científico de Pavlov pelo sistema stalinista; o esforço pessoal para tornar-se um pesquisador exemplar.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Wladimir Lobato Paraense</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Fonseca da Cunha</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-05-16</unitid>
            <unitdate normal="1987/1988" encodinganalog="3.1.3">13/08 a 21/10/1988</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 30 fitas cassete e 30 CDs (26h23min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/c/8/5c88d395e1aaf37db511db24e347eb9286eefedab9a3461e9416f11b99c5df2f/Jos___Fonseca_da_Cunha.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Jaime Benchimol, Nara de Azevedo Brito e Wanda Hamilton, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 13 de agosto, 03, 10, 17, 24  de setembro, 01 de outubro de 1987, 25 de fevereiro, 03, 16 de março, 31 de agosto, 09 de setembro, 14, 21 e 21 de outubro de 1988.<lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 e 2<lb/>Origem familiar; a tradicional família mineira; a infância em Itanhandú (MG); o desejo de ingressar na Marinha quando criança; a opção pelo curso de medicina no Rio de Janeiro; o rigor da educação familiar; os primeiros estudos em Minas Gerais; os hábitos formais da vida universitária nos anos 1930; os trotes na faculdade de medicina; o primeiro contato com a medicina; as aulas de anatomia e histologia; a experiência com o professor de anatomia patológica Leitão da Cunha; a descrença na eficácia da medicina; o estágio com o professor Augusto Paulini na Santa Casa de Misericórdia; comentários sobre as aulas de parasitologia do Professor Olympio da Fonseca; o concurso para estagiário da Assistência Municipal do Rio de Janeiro; os métodos do ensino universitário nos anos 1930; a superficialidade atual da formação médica; o ingresso na Fundação Rockefeller; o trabalho no Serviço Nacional de Febre Amarela na década de 1940.<lb/><lb/>Fitas 3 e 4<lb/>O treinamento profissional na Fundação Rockefeller; as dificuldades de conservação das vacinas no interior do país na década de 1940; os métodos de convencimento da população utilizados nas campanhas de vacinação; os efeitos colaterais da vacina contra a febre amarela; os problemas criados pela prática da vicerotomia no interior do país; a descoberta da hepatite virótica; descrição do processo de preparo da vacina antivariólica com a utilização de animais; a importância do estudo em Londres para a introdução do processo de liofilização na produção de vacinas no Brasil; o avanço tecnológico na produção de vacina antivariólica; histórico da erradicação da varíola no Brasil e no mundo.<lb/><lb/>Fitas 5 e 6<lb/>A estrutura e o funcionamento do Serviço Nacional de Febre Amarela; a contribuição de Magarinos Torres para o estudo da febre amarela; o índice de contaminação na produção de vacina contra a febre amarela; o arcaísmo de terapêutica da sífilis e da bouba antes do aparecimento da penicilina; a utilização eleitoral das campanhas de vacinação pelos políticos do interior; comentários sobre a precariedade do sistema viário do país; o desconhecimento da população interiorana em relação às doenças; a atuação da Fundação Rockefeller no interior do país; a utilização comercial de medicamentos fornecidos gratuitamente pelas campanhas de vacinação.<lb/><lb/>Fitas 7 e 8<lb/>O quadro epidemiológico da Amazônia; o auxílio técnico-financeiro da Fundação Rockefeller ao Serviço de Malária do Nordeste; resistência popular à vacinação e as precárias condições de conservação das vacinas; aspectos e características da febre amarela urbana e silvestre; as dificuldades de erradicação do Aedes aegypti nas grandes cidades; a eficiência administrativa das instituições americanas; perfil de Fred Sopper e de Hugo Schmidt; o descaso das atuais autoridades com relação à saúde pública; a experiência da Ford Corporation na produção da borracha no Norte do país; o trabalho desenvolvido pela Fundação Serviço Especial de Saúde Pública (SESP) na Amazônia e no Mato Grosso; as dificuldades enfrentadas na campanha de vacinação antiamarílica em Cuiabá.<lb/><lb/>Fitas 9 a 11 (Lado A)<lb/>O auxílio técnico-financeiro prestado pela Fundação Rockefeller ao Serviço Nacional da Malária; o êxito da Fundação Rockefeller devido a rigidez disciplinar do seu trabalho; a descoberta da febre amarela silvestre; a importância científica da captura dos animais portadores do vírus da febre amarela; comentários sobre os integrantes da OPAS; o ingresso no Curso de Aplicação do IOC; influência de Henrique Pena em sua formação profissional; o trabalho desenvolvido na direção do Hospital Evandro Chagas; histórico da atuação da Fundação Rockefeller no Brasil; a admiração por Henrique Aragão; a transferência das instalações da Fundação Rockefeller para o IOC no final dos anos 1940; o descaso do IOC para com as pesquisas em febre amarela.<lb/><lb/>Fitas 11 (Lado B) a 13<lb/>A Revolução de 1930 e a fuga para a fazenda da família Scarpa em Minas Gerais; a vida de estudante no bairro do Catete (RJ); os protestos conta o aumento do preço do bonde; a vida cultural carioca na década de 1930; observações sobre a Revolução de 1932 em São Paulo e o movimento comunista de 1935; a admiração por Juscelino Kubitschek; o choque emocional da população com o suicídio de Vargas; os problemas familiares e o segundo casamento; os métodos de trabalho do administrador financeiro do IOC Teófilo Abreu; a administração da área de produção em Manguinhos e as dificuldades na obtenção de verbas; as condições de vida da população brasileira e sua relação com o quadro sanitário; as dificuldades orçamentárias da gestão Olympio da Fonseca no IOC.<lb/><lb/>Fitas 14 e 15 (Lado A)<lb/>A participação na organização do Simpósio Internacional sobre Febre Amarela realizado no Brasil em 1988; a primazia da FIOCRUZ na produção de vacina antiamarílica; os custos da FIOCRUZ com a produção de vacinas; origem da Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (SUCAM); o trabalho na Divisão de Virologia do IOC na década de 1950; a questão da incorporação da Fundação Rockefeller ao IOC; o conflito entre pesquisa e produção em Manguinhos.<lb/><lb/>Fitas 15 (Lado B) a 17<lb/>Avaliação da produção de vacinas no IOC a partir de 1950; a impossibilidade de produzir vacina contra a poliomielite na FIOCRUZ; a admiração pela gestão Vinícius da Fonseca e seu caráter centralizador; a bolsa concedida pela OPAS para o aperfeiçoamento das técnicas de produção de vacina antivariólica; comentários sobre as campanhas de vacinação no Brasil; o avanço tecnológico na produção de vacinas no Brasil a partir de 1960; comparação entre a produção de vacinas no Império e na década de 1960; a importação tecnológica para produção de vacinas; a tradição do Curso de Aplicação do IOC; a personalidade de Olympio da Fonseca e a suspeita de desvio de verbas durante a sua gestão; comentários sobre a administração de Francisco Laranja; a gestão Vinícius da Fonseca no IOC.<lb/><lb/>Fitas 18 e 19<lb/>A divisão do IOC em grupos; o cargo de secretário do IOC; as dificuldades orçamentárias na gestão Antonio Augusto Xavier; a distribuição desigual de recursos entre as áreas de produção e pesquisa; a pesquisa no Hospital Evandro Chagas e sua posterior deterioração; a falta de autonomia científica no IOC.<lb/><lb/>Fitas 20 e 21<lb/>A extinção do Conselho Consultivo na gestão Antonio Augusto Xavier; a utilização do Hospital Evandro Chagas pela Legião Brasileira de Assistência (LBA) dirigida por Sarah Kubitschek; a divisão dos pesquisadores de Manguinhos em grupos antagônicos; a "politicagem" nas instituições públicas brasileiras; a campanha de erradicação da varíola na gestão Amilcar Vianna Martins e os recursos procedentes da Fundação SESP para o IOC; ausência de práticas "eleitoreiras" na Campanha Nacional de Erradicação da Varíola; a separação do Ministério da Educação e Saúde Pública em 1953; consideração sobre a atuação do Ministro da Saúde Raimundo de Brito; o prestígio político do IOC decorrente da produção de vacinas; a centralização administrativa do IOC defendida por Rocha Lagoa; as excursões ao Planalto Central em 1964 para o levantamento epidemiológico da região; o incremento da produção de vacinas na gestão Rocha Lagoa; a perseguição política aos funcionários durante a gestão Rocha Lagoa; a falta de reconhecimento social da ciência no Brasil.<lb/><lb/>Fitas 22 e 23<lb/>A liderança da FIOCRUZ na produção de vacinas antiamarílica e antivariólica; a importância da venda de vacinas para a aquisição de equipamentos tecnologicamente avançados; o papel político das campanhas de vacinação nos períodos eleitorais; o crescimento da produção de vacinas no IOC entre 1962 e 1972; o prestígio político e familiar de Rocha Lagoa; a influência da divisão político-partidária na formação de grupos no IOC; a participação compulsória nos inquéritos administrativos do IOC; as motivações de caráter pessoal como causa das perseguições políticas no IOC; o telegrama de apoio a Luís Carlos Prestes enviado por pesquisadores de Manguinhos em 1946 e sua utilização nos inquéritos instaurados no IOC pós-1964; a participação nas investigações contra Walter Oswaldo Cruz.<lb/><lb/>Fitas 24 e 25<lb/>A nomeação de Rocha Lagoa para Ministro da Saúde e o convite para a chefia de gabinete; as preocupações de Rocha Lagoa com o saneamento básico; os inconvenientes decorrentes do aparato de segurança em torno dos funcionários do primeiro escalão do governo; a deficiência orçamentária do Ministério da Saúde na gestão Rocha Lagoa; as prioridades da gestão Rocha Lagoa no Ministério da Saúde; as concessões às multinacionais da área de saúde e sua influência no governo na década de 1970; a tentativa de Rocha Lagoa de unificar o Ministério da Previdência e o da Saúde; as dificuldades enfrentadas pela assistência médica no Brasil; a atuação da Fundação SESP no planejamento sanitário brasileiro; os recursos provenientes do Ministério da Saúde e da OMS nas campanhas de vacinação realizadas no Brasil; as tentativas de controle de natalidade no Brasil no início da década de 70 e a oposição da Igreja; a transformação do IOC em Fundação em 1970; a relativa autonomia da FIOCRUZ; as dificuldades de relacionamento entre o Ministro Rocha Lagoa e o governo militar; a participação no Inquérito Policial-Militar (IPM) em Manguinhos.<lb/><lb/>Fitas 26 e 27<lb/>A invulnerabilidade do laboratório de febre amarela diante das oscilações  políticas da instituição; perfil profissional de Osvino Pena; a incorporação da seção de produção de soros e vacinas à FIOCRUZ; a carência de verbas e tecnologia na FIOCRUZ; as atuais perspectivas de construção do laboratório de produção de vacina contra a poliomielite; a dispersão do corpo de pesquisadores durante a gestão Oswaldo Cruz Filho; o projeto de auto-suficiência imunobiológica de Bio-Manguinhos na gestão Vinícius da Fonseca; os problemas administrativos na gestão Oswaldo Cruz Filho; o incentivo de Vinícius da Fonseca à área de produção da FIOCRUZ; o trabalho desenvolvido pela Fundação Ataulfo de Paiva na produção de vacinas; comentários sobre o fortalecimento da assistência médica privada na década de 1970.<lb/><lb/>Fitas 28 a 30 (Lado A)<lb/>A necessidade da realização de pesquisa tecnológica na área de produção de vacinas; o debate sobre pesquisa básica e pesquisa aplicada; as diferenças entre os processos de produção de vacinas bacterianas e virais; a superioridade imunológica da BCG intradérmica em relação à oral; a hegemonia da Fundação Ataulfo de Paiva na produção da BCG; a polêmica interna causada pelo fim da gestão Vinícius da Fonseca; o acordo assinado entre a FIOCRUZ e o governo japonês para a produção de vacina contra sarampo em 1980; as dificuldades burocráticas para receber as gratificações dos cargos de chefia na FIOCRUZ; a presença de militares na FIOCRUZ durante a gestão Guilardo Martins Alves; a polêmica sobre a validade da vacina anti-herpética; as atuais necessidades tecnológicas da área de produção de imunobiológicos da FIOCRUZ.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Fonseca da Cunha</persname>
            <persname role="subject">Ernani Agricola</persname>
            <persname role="subject">Waldemar da Silva Sá Antunes</persname>
            <persname role="subject">Manoel José Ferreira</persname>
            <persname role="subject">Mário Ferreira dos Santos</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Ditadura Militar (1964-1985)</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">1995: 50 anos de criação do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-03</unitid>
          <unitdate normal="1994/1995" encodinganalog="3.1.3">1994-1995</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 56 fitas cassete (47h58min; arquivos  digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne cinco entrevistas de História oral realizadas no âmbito do projeto coordenado por André de Faria Pereira Neto, cujo objetivo foi recuperar a memória de criação do Conselho de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) por ocasião do seu cinquentenário. A conjuntura de criação do Conselho situa-se entre a fundação do Sindicato dos Médicos em 1927 e a institucionalização definitiva dos Conselhos de Medicina no Brasil em 1957, quando foi promulgado o decreto-lei nº 3.268. Este projeto faz parte de uma pesquisa mais abrangente desenvolvida no Departamento de Pesquisa da Casa de Oswaldo Cruz que objetiva recuperar a História das Instituições, Políticas e Profissões de Saúde. Possui como instrumento de pesquisa um catálogo, além da descrição dos seguintes fundos documentais: “Fundo Sindicato dos Médicos” e “Fundo Álvaro Tavares de Souza”, localizados respectivamente no Arquivo do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro e no Departamento de Arquivo e Documentação, da Casa de Oswaldo Cruz. As entrevistas foram realizadas entre 18/10/1994 e 18/07/1995.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Descrição por item, organizado em ordem alfabética.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Antonio Jorge Abunahman</persname>
          <persname role="subject">Carlos Renato Grey</persname>
          <persname role="subject">Ermiro Estevam de Lima</persname>
          <persname role="subject">Renato Pacheco Filho</persname>
          <persname role="subject">Sylvio Lengruber Sertã</persname>
          <corpname role="subject">Associação Médica do Distrito Federal (AMDF)</corpname>
          <corpname role="subject">Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj)</corpname>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Instituição de saúde</subject>
          <subject>Memória</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>PEREIRA NETO, André de Faria. Ética e institucionalização da profissão médica (1927-1957): repertório de fontes documentais para uma história da criação dos conselhos de medicina. Rio de Janeiro, COC/Cremerj, 1997. 144 p. tab.</p>
        </otherfindaid>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>PEREIRA NETO, André de Faria. "The ethics of the medical profession and its professionalization (1927-57): A repertory of sources in the constitution of medical associations". Hist. cienc. saude-Manguinhos, v. 5, n. 2, pp. 435-441, out. 1998. Disponível em: &lt;http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59701998000200008&gt;.</p>
        </bibliography>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Antônio Jorge Abunahman</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-03-01</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">31/05/1995 a 27/06/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 7 fitas cassete e 7 CDs (5h36min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 7 não foi gravado.  </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/4/8/b48ea81eaae36128649ceb3f9275827ab4600e6887b8f5d3ed1aaeb12145c558/Ant__nio_Jorge_Abunahman.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por André de Faria Pereira Neto, Érika Gemino Mendes e Sérgio Luiz Alves da Rocha, em Niterói (RJ), nos dias 31 de maio, 06, 13 e 21 de junho de 1995.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>A chegada dos pais, imigrantes libaneses, ao Rio de Janeiro em 1907; a instalação da família em Neves (São Gonçalo); a mudança para Cachoeiras de Macacu; sua infância e vida escolar em Cachoeiras de Macacu; o período no colégio interno, em Petrópolis, e no ginásio, em Niterói; o vestibular para medicina; a vida de estudante de medicina; a influência de Almir Madeira na opção pela medicina; a atividade de comerciante do pai; o reencontro com Almir Madeira como aluno da faculdade; seu irmão, Emílio Abunahmam; a morte de dois de seus irmãos; as condições de saúde de Cachoeiras no período da infância; a família; o regime disciplinar do colégio em Petrópolis; a fundação da Academia Literária e do jornal O Acadêmico; sua experiência de vida fora de casa; o relacionamento com o pai; o desejo de participar da Revolução de 1930; a simpatia inicial por Getúlio Vargas e a posterior decepção; a política em Cachoeiras de Macacu em 1930; o início da faculdade de medicina em 1932; o entusiasmo pela medicina; as transformações ocorridas na medicina durante seu período na faculdade; a visão da época sobre a tuberculose; o tratamento de ricos e pobres; as terapias utilizadas na época; a aplicação do pneumotórax nas mulheres.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>O prestígio da carreira de médico; a influência exercida por Almir Madeira; as faculdades de medicina do Rio de Janeiro e de Niterói; sua opção pela faculdade em Niterói; como era realizado um exame de coração; a importância do exame clínico na "medicina sacrificada" de seu tempo; os raios X, um dos poucos recursos tecnológicos da época; o paralelo entre o diagnóstico feito hoje e o do tempo em que atuava como médico; o relacionamento do médico com seus pacientes; o número de formandos em medicina e sua péssima formação; o excesso de faculdades de medicina no Brasil; a origem social de seus colegas de faculdade; como sobrevivia durante o período da faculdade; as experiências na faculdade; sua opção pela tisiologia, influenciado pelo professor Mazine Bueno; o debate entre comunistas e integralistas na Faculdade; a recusa em participar da política partidária; sua opinião sobre o período do Estado Novo.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Mazine Bueno e sua influência sobre a opção de Abunahmam pela tisiologia; o trabalho como interno no Hospital de Isolamento do Barreto; os métodos para tratar os casos mais graves; o aparecimento dos quimioterápicos; a preocupação com o contágio pela tuberculose; as precauções tomadas; as outras doenças dos pulmões; a mortalidade dentro do hospital; sua participação, como estudante, no primeiro curso de especialização em tuberculose do país (1937); sua dedicação aos pacientes tuberculosos (incuráveis); o surgimento do remédio contra a tuberculose em 1947; as consequências do abandono do tratamento antes da cura da doença; a satisfação por ter a certeza de ter cumprido o dever de médico; a monitoria na cadeira de tisiologia; como conseguiu um lugar no hospital público Ary Parreiras; o Hospital Ary Parreiras: o regime de trabalho, a localização, a clientela, as especialidades e o espaço físico; como encarava o risco de vida no trato cotidiano com a tuberculose; o sanatório montado em sociedade com outros dois colegas em Nova Friburgo; o período como interno do Hospital Escola São João Batista.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>A organização do horário entre as aulas na faculdade, o internato no Hospital Escola e no Ary Parreiras; os colegas de faculdade e a vida de estudante; a atuação como diretor do Hospital Ary Parreiras e as dificuldades que teve que enfrentar; o período em que dirigiu o dispensário de tuberculose no Centro de Saúde São Lourenço; o cadastro dos doentes e a carteira de saúde; como dividia o tempo entre o dispensário, a atividade docente e o consultório; a sublocação de seu primeiro consultório; as primeiras aquisições para o consultório; a sua organização física; o medo dos pacientes em permanecer próximos uns dos outros; as 140 mil fichas deixadas quando se aposentou; algumas considerações sobre Jorge Eduardo Manhães de Carvalho, seu substituto na clínica; como adquiriu o consultório e o aparelho de raios X; a clientela de classe média e a diferença dos pacientes do dispensário; a relação entre a clientela do hospital e a do consultório; a cobrança de honorários.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>A clientela do interior e os tipos de pagamento; o relato de um caso curioso; a difícil vida de médico; seu constrangimento em receber os honorários diretamente das mãos dos clientes; o serviço público coma fonte de aprendizagem e experiência profissional; a importância da consideração pelos pacientes; os atendimentos gratuitos que realizava; as transformações tecnológicas na ciência médica; um histórico dos. tratamentos contra a tuberculose; a reação dos médicos à vacina BCG; a aplicação do pneumotórax e seu efeito no tratamento da tuberculose; Mazine Bueno: um dos maiores especialistas em tuberculose do Brasil; referências às suas amizades com Aloysio de Paula, José Rosemberg, Germano Gerardt Filho e Nilton Bethlem; sua amizade com Manoel de Abreu; a cultura humanista dos médicos de sua época; a situação do tratamento da tuberculose no Brasil e no exterior; a ação do governo com relação ao combate à tuberculose.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>A ação do governo com relação ao combate à tuberculose nas décadas de 1930/1940; a utilidade dos sanatórios no combate à tuberculose; a introdução dos quimioterápicos no tratamento da tuberculose; os avanços do tratamento e as modificações na relação entre o médico e seu paciente; o que eram as hemoptises.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>As especialidades na década de 1940 e a comparação com a situação atual; algumas considerações sobre o número de formandos das faculdades de medicina em 1937; a limitação do número de vagas pelo governo em 1932; a importância atual do Sindicato dos Médicos; o Primeiro Conselho Federal de Medicina (1944/45); sua atuação como presidente do Conselho Regional de Medicina de Estado do Rio de Janeiro (1956); o Código de 1945 e a proibição à "concorrência desleal" e aos anúncios de curas milagrosas; a importância das conferências médicas; as associações médicas e sua importância para o aprendizado do médico; o papel do médico perito; o relacionamento entre médicos e farmacêuticos; a fiscalização do charlatanismo ontem e hoje; as práticas utilizadas pelos curandeiros e o relacionamento entre médicos alopatas e homeopatas; o segredo médico.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>A indústria dos agradecimentos; seu posicionamento diante do assalariamento; o salário dos médicos nas décadas de 1940 e hoje; as consultas gratuitas; a atuação do Conselho depois de 1956, as normas para os anúncios médicos estabelecidas pelo Conselho; a entrada de jovens médicos no mercado de trabalho e a introdução de novos métodos; as modificações na medicina a partir de 1950; sua atuação à frente do Conselho filiando os médicos; o período em que foi presidente da Associação Médica Fluminense (AMF); o receio dos médicos se filiarem ao Conselho; a criação da Associação de Medicina e Cirurgia de Niterói (1920); como se tornou presidente da AMF em 1956; seu desinteresse pela política partidária; o status do cargo de presidente da AME.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>O movimento da "Letra O" em Niterói, sua atuação à frente do Conselho; o processo de escolha dos primeiros presidentes dos conselhos regionais; as obrigações dos médicos para com o Conselho; a imagem do Conselho como um órgão apenas punitivo; as estratégias de convencimento utilizadas por ele para filiar os médicos ao Conselho; o desconhecimento do Código de Ética de 1957; João Gomes da Silva: seu sucessor no Conselho.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>A sua participação em congressos internacionais; as relações entre os médicos clínicos e os sanitaristas; como conciliava as atividades do consultório, da docência e do Hospital São Lourenço; a importância do trabalho desenvolvido lá; o prestígio do professor universitário; o receio dos médicos de optarem pela tisiologia; a relação entre a cátedra e o consultório particular; o risco de o médico contrair a tuberculose e os cuidados que ele tomava para evitar a doença; a aplicação de pneumotórax; o relacionamento entre médico e enfermeira.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>O comportamento dos doentes de diferentes classes sociais diante das determinações médicas; o pavor das famílias e dos pacientes diante da hemoptise; como tratava hemorragia, como identificava o pulmão afetado sem dispor de qualquer tipo de equipamento; o relacionamento do médico com o doente e sua família; a gratidão dos doentes; o exame dos pacientes hoje, a evolução da medicina nos últimos 50 anos; sua crítica à utilização, sem critérios, da tecnologia médica; a dedicação ao estudo e a formação humanista dos médicos de seu tempo; as razões de ter participado da vida associativa; o status conferido às lideranças médicas; as razões de seu sucesso como médico tisiologista em Niterói; a participação dos médicos comunistas na Associação Médica Fluminense; sua indicação para a presidência do Conselho Regional; sua atuação à frente do Conselho; a indicação de seu sucessor; a disputa pela presidência da Associação Médica.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado B<lb/>O medo dos médicos de que o Conselho fosse apenas um órgão punitivo; o aumento de sua popularidade depois de ter sido presidente do Conselho; sua falta de conhecimento do texto do Código de 1957; o relacionamento entre os médicos em Niterói; os anúncios de curas milagrosas para doenças incuráveis; as razões de seu sucesso profissional; sua emoção como médico diante da vida e da morte; os remédios que curam a tuberculose; a ação dos curandeiros hoje; a ação do Conselho com relação aos curandeiros durante a sua gestão; as razões para a diminuição do mercado de trabalho para o tisiólogo; um paralelo entre a formação dos médicos em seu tempo de estudante e de hoje; o relacionamento médico/ paciente hoje; sua opinião sobre o paciente ideal ontem e hoje; o segredo profissional; a liberdade do paciente em escolher o médico; a autonomia do médico.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado A<lb/>O pudor em receber os seus honorários das mãos dos pacientes; o estímulo dado a sua carreira pelo Dr. Mazine Bueno; Dr. Jorge Eduardo Manhães de Carvalho: o continuador de sua clínica e de seu consultório.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Antonio Jorge Abunahman</persname>
            <corpname role="subject">Associação Médica do Distrito Federal (AMDF)</corpname>
            <corpname role="subject">Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Tuberculose</subject>
            <geogname>Niterói (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Carlos Renato Grey</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-03-02</unitid>
            <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">18/10/1994 a 28/11/1994</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros:15 fitas cassete (12h40min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)
<lb/>O lado B das fitas 10 e 14 não foi gravado.
<lb/>O lado B da fita 5 possui menos de 2 minutos de gravação. Sua transcrição foi realizada, contudo não entrou no sumário de assuntos da entrevista. 
<lb/></p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/c/8/1c8083a0be0d6893af8344dede6ec872414dcc2b7baec4446f6bf1ccd7d74d8f/Carlos_Renato_Grey.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por André de Faria Pereira Neto e Sérgio Luiz da Rocha, no Rio de Janeiro, nos dias 18, 24 e 31 de outubro e 6, 14 e 28 de novembro de 1994.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>As influências para a escolha da carreira de médico; a atuação de seu pai durante a gripe espanhola; a formação do pai; o curso primário com a tia Josefina Calvet; a organização do sistema de ensino na época; a atuação do pai como professor substituto na cadeira de ginecologia da Faculdade do Paraná; a influência do primo Jorge de Moraes Grey; o convívio com os colegas da faculdade em sua casa; o serviço de Jorge Soares de Gouvêa no Hospital São Francisco de Assis: a grande escola cirúrgica do Rio de Janeiro; a Santa Casa da Misericórdia: a primeira escola cirúrgica do Brasil; a importância do Rio de Janeiro como centro de formação de médicos; como foi sua entrada para o serviço de Jorge Gouvêa; a situação da cirurgia de crânio no Brasil no início do século e o pioneirismo de Alfredo Monteiro.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Alfredo Monteiro: um pioneiro da cirurgia de crânio no Brasil; a morte de seus irmãos; alguns fatos sobre a família; as relações com o primo Jorge de Moraes Grey; o período como interno no Hospital São Francisco; a condição sócio-econômica de sua família; os centros de formação em medicina, engenharia e direito no país; a Lei Rocha Vaz: a estrutura do ensino e a dinâmica dos exames; a volta de sua família do Paraná em 1926 e a mudança para o Flamengo (RJ); a situação da cirurgia de úlcera ontem e hoje; seu pai: sua formação e a área de atuação.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>A formação de seu pai no Instituto Pasteur; suas lembranças sobre a gripe espanhola; a atuação de seu pai neste período na Tijuca, Andaraí e Vila Isabel (RJ); as dificuldades iniciais de inserção no mercado depois de formado; seu trabalho no consultório do primo Jorge de Moraes; referências a Evandro Chagas, seu professor na cadeira de medicina tropical; seu trabalho no Nordeste (1940-1942), no Centro de Estudos da Malária (convênio com a Fundação Rockefeller); o sucesso de seu trabalho no Nordeste; sua trajetória associativa no Ginásio Paraense; seus pais; a concorrência como exercício permanente rumo à perfeição; o ingresso na faculdade de medicina; a relação entre a generalidade e a particularidade na medicina; sua participação na fundação da Sociedade Brasileira de Urologia.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Sua formação na faculdade: a ênfase na embriologia e na anatomia; a relação entre a generalidade e a especialidade; a fundação da Faculdade de Medicina de São Paulo pela Fundação Rockefeller; a evolução da cirurgia no Rio de Janeiro; o 'feudo' na cirurgia carioca do período; os institutos como instrumentos de democratização do acesso ao mercado de trabalho médico; o governo Getúlio Vargas e algumas de suas realizações; sua opinião sobre como deveria ser a organização dos serviços de saúde no Brasil de hoje; o prestígio da profissão médica no início do século; a importância da hierarquia salarial no hospital; o vestibular para medicina na década de 1930: o grau de dificuldade, o número de vagas, o sistema de avaliação.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>As lembranças de seus colegas de turma na faculdade; a estrutura curricular do curso de medicina; algumas das técnicas utilizadas na cirurgia na época; referências aos chamados médicos medalhões e a convivência destes com os médicos mais novos; o cotidiano das aulas na faculdade; seu período como monitor na faculdade de medicina; o processo de avaliação na faculdade; os amigos de faculdade.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>A experiência associativa na época do Ginásio Paranaense e depois na faculdade de medicina; como se tornou líder no período da faculdade; a França: centro médico e filosófico mundial da época; referências ao Bloco Operário Camponês; sua posição crítica diante dos regimes totalitários durante a Segunda Guerra Mundial; as relações internacionais no pós-Segunda Guerra; sua participação política na época da faculdade; a situação política brasileira: a Aliança Nacional Libertadora e o Partido Integralista Brasileiro de Plínio Salgado; a hegemonia dos integralistas na faculdade e a sua posição destoante; sua escolha para orador na formatura de 1937; as polêmicas no movimento estudantil no período na faculdade; sua participação na Revolução Constitucionalista de 1932.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Sua participação no Movimento de 1932; os objetivos do Movimento de 1932; o posicionamento de integralistas e comunistas com relação ao Movimento de 1932; a Revolução de 1935; o regime da 'copa e cozinha'; seu trabalho como jornalista da Agência Brasileira; a 'compra' de empregos; a UDN e o PSD; a competição como exercício para o aperfeiçoamento; sua atuação como diretor de intercâmbio do Diretório Central dos Estudantes; as reivindicações do movimento estudantil de sua época; a atuação de Anísio Teixeira na área educacional.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>A preocupação, durante a sua formação, com a generalidade; seu período na Cruz Vermelha; o interesse pela microbiologia; seu período como monitor de histologia; as atividades realizadas pelos internos; os recursos da medicina da época; sua atuação, depois de formado, no Hospital São Francisco; o relacionamento do médico assistente com os chamados médicos 'medalhões'; como conciliava os vários trabalhos; a experiência do Hospital do Pronto Socorro na cirurgia de urgência; a vivência no Hospital do Pronto Socorro; o trabalho com seu primo Jorge (1938).<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>Sua atividade no consultório do primo Jorge; o concurso como possibilidade de 'alçar voo' - autonomia técnica; o concurso dos comerciários como o momento profissional mais importante de sua vida profissional; o processo seletivo do Colégio Brasileiro de Cirurgiões ontem e hoje; o processo de avaliação na faculdade; o professor Evandro Chagas e a proposta de trabalho em medicina tropical; a ida para o serviço de malária do Nordeste (1940-1042); a importância da erradicação do mosquito anofelino no Nordeste; seu trabalho no serviço do primo Jorge de Moraes no Hospital Nossa Senhora do Socorro; seu consultório particular; seu trabalho como médico na Embaixada Americana.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>A erradicação do mosquito anofelino e seu trabalho posterior; como foi selecionado para este trabalho no Nordeste; a importância do trabalho nos hospitais públicos: aquisição de experiência; o convite feito a ele por Evandro Chagas para trabalhar no Nordeste, o curso de propedêutica médica com Feijó; a preparação para o concurso do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários; como conciliava suas várias atividades; o seu consultório: a clientela, a constituição física; a aprovação no concurso do Instituto dos Comerciários e as consequências para a sua carreira profissional; o Hospital Nossa Senhora das Vitórias; a amizade com Euclides Figueiredo.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado B<lb/>Suas relações com Euclides Figueiredo; os efeitos profissionais de sua aprovação no concurso para o Instituto dos Comerciários; a compra do atual Hospital de Ipanema pelo Instituto dos Comerciários; o movimento para pôr fim ao "regime da copa e cozinha" em 1944; a atuação de Álvaro Tavares de Souza à frente do Sindicato dos Médicos; sua participação no IV Congresso Médico Sindicalista e suas propostas; a briga com os 'senhores feudais da cirurgia' pelo pagamento de seus auxiliares, participação de Getúlio na criação do Conselho e na reformulação do Código; a queda de Getúlio e a ascensão de Dutra; o conflito entre o PSD e a UDN; a composição do Conselho Provisório de Disciplina Profissional; a posição política de Álvaro Tavares de Souza; o relacionamento entre Tavares de Souza e o presidente Getúlio Vargas; as limitações do presidente Dutra.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado A<lb/>O atentado da rua Tonelero; Getúlio Vargas e sua compulsão pelo poder; as causas da queda do presidente Getúlio Vargas em 1945; o IV Congresso Médico Sindicalista: perfil de seus participantes e de seus principais temas; a necessidade da reformulação ética e administrativa; a seleção para o internato ontem e hoje.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado B<lb/>O processo de seleção de internos para o serviço de Jorge de Gouvêa; o crescimento da medicina em São Paulo com a fundação da faculdade de medicina; os motivos que levavam os médicos a participar do IV Congresso Médico Sindicalista; o Sindicato e suas funções éticas e administrativas; a repercussão das ações do Sindicato entre a categoria médica; os anúncios médicos e a ação do Sindicato; os anúncios médicos hoje; a divisão entre a Academia Nacional de Medicina e o Colégio Brasileiro de Cirurgiões; o processo seletivo para o Colégio na época de seu ingresso; a fundação do Colégio; a Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro: suas funções e atuação; sua opinião sobre a maneira pela qual os serviços de saúde deveriam ser organizados.<lb/>´<lb/>Fita 8 - Lado A<lb/>As dificuldades de inserção no mercado nas décadas de 1930 e 1940; o aparecimento da residência médica no Brasil; os donos da cirurgia no Rio de Janeiro; o significado da carreira universitária (docência); o serviço do hospital como uma forma de realizar sua formação técnica; a Fundação Rockefeller e a criação do hospital da Faculdade de São Paulo; a Revolução de 1930 e os seus efeitos sobre o mercado de trabalho médico; a criação das Caixas como um novo elemento na reordenação do mercado de trabalho médico; sua ida ao Nordeste a partir de um convênio com a Fundação Rockefeller; as facilidades de inserção no mercado de trabalho para os médicos sanitaristas; o relacionamento entre os médicos 'medalhões' e os médicos assistentes.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado B<lb/>As deformações no processo de constituição dos serviços médicos dos institutos; as três fases da cirurgia no Rio de Janeiro: a Santa Casa, o Pronto Socorro e os Institutos; a imprensa médica da época; o serviço dos médicos nas Caixas; seu trabalho no Instituto dos Comerciários; seu Serviço no Board Economic Affairs (Embaixada Americana); o aprendizado no Hospital Nossa Senhora do Socorro; o aspecto caritativo da prática médica do período; o surgimento da Previdência e a diminuição dos pacientes pobres na Santa Casa; a qualidade técnica do corpo de médicos do Instituto dos Industriários e dos Comerciários; a experiência adquirida no estágio no Hospital do Pronto Socorro; a primeira cirurgia de coração no Brasil.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado A<lb/>A natureza da prática cirúrgica; o erro médico; os concursos como forma de elevar o nível do serviço; o processo de formação dos residentes; a residência na formação de bons profissionais,. a residência hoje; como o médico conquistava sua clientela; a competição como forma de aperfeiçoamento; o processo de especialização na urologia e na medicina em geral; a relação entre a generalidade e a particularidade; sua opção pela urologia; a formação de seu pai; a concorrência no mercado de trabalho médico.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado B<lb/>Sua opção pela urologia; a 'escola' de Jorge de Gouvêa; as principais especializações da medicina no seu período de formado; a insatisfação dos médicos recém formados com as limitações do mercado de trabalho; sua preparação para o primeiro concurso público; a tentativa de ir aos Estados Unidos como bolsista; a abertura dos concursos; sua entrada no Sindicato juntamente com outros médicos recém-formados; os objetivos do IV Congresso Médico Sindicalista; seu atrito com Álvaro Cumplido Sant'Anna em relação ao valor do salário mínimo.<lb/><lb/>Fita 10 - Lado A<lb/>A reunião com o presidente Getúlio Vargas para expor as deliberações do IV Congresso Médico Sindicalista; as sugestões do presidente em relação à criação do Conselho de Medicina; os membros do Conselho Provisório de 1945; a importância do IV Congresso Médico Sindicalista; sua atuação neste Congresso; sua explicação para a queda de Getúlio Vargas.<lb/><lb/>Fita 11 - Lado A<lb/>O horário do consultório; o significado profissional da aprovação no concurso para o Instituto dos Comerciários; o concurso: número de vagas, candidatos, estrutura das provas; a relação entre o concurso para os Comerciários e a sua clínica particular; o regime de trabalho no Instituto dos Comerciários: salário, carga horária e o cotidiano de trabalho; a discussão em torno da acumulação de empregos pelos médicos nas décadas de 1930 e 1940; sua crítica à acumulação de empregos pelos médicos; sua participação em associações cientificas; a preocupação em 'fazer clínica'.<lb/><lb/>Fita 11 - Lado B<lb/>As referências à sua capacidade de estudo e aos motivos que o levavam a participar de associações cientificas; suas críticas ao Código de 1931; as razões que o levaram a participar do Conselho de Medicina; a exploração dos médicos assistentes pelos denominados médicos 'medalhões'; a exploração dos médicos pela Santa Casa; sua posição em relação à ação dos charlatães e curandeiros; sua proposta para a organização dos serviços de saúde; a luta pelo estabelecimento da residência nos moldes americanos; a questão da livre escolha do médico pelo paciente; como atuava o Sindicato com relação à propaganda médica na imprensa leiga; a ação do Colégio Brasileiro de Cirurgiões com relação à propaganda médica na imprensa leiga.<lb/><lb/>Fita 12 - Lado A<lb/>Sua opinião sobre os anúncios médicos na imprensa leiga; o direito dos pacientes em manter a sua privacidade; as opiniões do Conselho sobre a questão dos anúncios; a importância do sigilo médico; a situação da indústria farmacêutica no Brasil nas décadas de 1930 e 1940 e também na atualidade; a utilidade para os serviços de saúde dos consultórios localizados nas farmácias; Pedro Ernesto e a ampliação dos serviços de saúde no Distrito Federal; as conferências médicas: o que eram, como se realizavam; a medicina como ciência conjecturai e sua tendência a tornar-se uma ciência exata; a relação entre o médico generalista e o especialista; o médico assistente (Código de 1931); a tendência da medicina para utilizar o diagnóstico feito pela imagem.<lb/><lb/>Fita 12 - Lado B<lb/>A opinião do Conselho sobre a questão do atendimento gratuito; as discussões sobre o salário mínimo dos médicos; sua opinião sobre o Sistema Único de Saúde; as 'disputas ideológicas' no movimento médico depois de 1964; sua opinião sobre a ação do Estado com relação aos serviços de saúde: como e a quem atender; como deve ser a remuneração do médico; a relação entre o Conselho e os médicos; a conjuntura política nacional na década de 1940; a atuação do Conselho hoje; a representatividade do Conselho nas décadas de 1940 e 1950; as disputas eleitorais para o Conselho hoje; o atual desrespeito ao Código de ética; a greve da letra 'O'.<lb/><lb/>Fita 13 - Lado A<lb/>A ação da Santa Casa revertendo as decisões do IV Congresso Médico Sindicalista; sua fama de comunista; a diferença entre a liberdade e o livre arbítrio; o impacto da Reforma Pedro Ernesto sobre o mercado de trabalho médico; os motivos da prisão de Pedro Ernesto; a queda de Getúlio Vargas em 1945; um balanço de sua vida profissional; a evolução da urologia e da cirurgia no mundo e no Brasil; os efeitos dessa evolução sobre a prática médica; o avanço tecnológico e a desumanização da medicina; a tendência da medicina a tornar-se no futuro uma ciência exata.<lb/><lb/>Fita 13 - Lado B<lb/>Os motivos de sua entrada no Colégio Brasileiro de Cirurgiões; a situação do Colégio Brasileiro de Cirurgiões e da Academia Nacional de Medicina ontem e hoje; a relação da medicina alopata com as práticas denominadas 'alternativas'; as contribuições da psicanálise à pratica médica; a medicina e sua tendência a tornar-se ciência exata; as relações entre a medicina científica e a medicina popular; a medicina e o espiritismo; os fatores que auxiliaram a sua formação profissional.<lb/><lb/>Fita 14 - Lado A<lb/>As características do paciente ideal; o relacionamento médico/paciente; os princípios básicos do exercício profissional; as dificuldades causadas por seu parentesco com Jorge Moraes Grey; suas relações de trabalho com seu primo Jorge de Moraes Grey.<lb/><lb/>Fita 15 - Lado A<lb/>O Dr. Grey tece alguns comentários sobre uma série de fotografias por ele escolhidas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Carlos Renato Grey</persname>
            <corpname role="subject">Associação Médica do Distrito Federal (AMDF)</corpname>
            <corpname role="subject">Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj)</corpname>
            <corpname role="subject">Associação Médica Brasileira (AMB)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Instituição de saúde</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ermiro Estevam de Lima</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-03-03</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">20/04/1995 a 11/05/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete e 9 CDs (8h12min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 9 não foi gravado</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/f/d/6fd30865e348387066454a79a450906c0e9c7e0f76c56493aaed1e2d05bcff06/Ermiro_Estevam_de_Lima.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por André de Faria Pereira Neto, Patrícia Loyola do Amaral e Sérgio Luiz Alves da Rocha, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 20 e 27 de abril e 01, 04 e 11 de maio de 1995.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>A infância em Bezerros e Recife (PE); seu fascínio pela engenharia mecânica; sua opção pela medicina: a influência de Paulo Afonso; o cotidiano na Faculdade de Medicina da Bahia; o vestibular para medicina em 1921; a entrada na faculdade; a família: a profissão de seu pai e de seus irmãos; a cidade de Bezerros na sua infância; o curso primário; a formação deficiente dos médicos deste período; os motivos de sua opção pela medicina; sua clientela em Bezerros e nas cidades vizinhas; as razões que o levaram a vir para o Rio de Janeiro: a influência de Álvaro Fróes da Fonseca; seus estudos de anatomia no Rio de Janeiro; a transferência de Fróes da Fonseca da Faculdade de Medicina da Bahia para a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro; o concurso; sua vida como estudante na faculdade; sua carreira durante os dez anos em que se dedicou à anatomia; a Faculdade de Medicina da Bahia e o seu prestígio na época; o perfil de Ermiro Lima como estudante e professor; o primeiro concurso de docência na Faculdade de Anatomia.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A importância dos concursos para a docência: sua repercussão profissional e social; o apoio recebido por ocasião de seu primeiro concurso; sua transição para a otorrinolaringologia; as relações entre a anatomia e a cirurgia; a influência de Eduardo Morais na opção pela otorrinolaringologia; a dedicação à clínica de otorrinolaringologia; o trabalho no Hospital Santa Isabel (BA); Eduardo de Morais e o seu prestígio científico e político; as atividades desenvolvidas como auxiliar de ensino de Fróes da Fonseca; Fróes da Fonseca e Morais: símbolos de médicos eruditos; a trajetória de Fróes da Fonseca; o processo de especialização e as polêmicas a respeito; a influência da medicina americana; a trajetória profissional de Morais; sua tese de doutoramento.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>O salvamento da vítima de osteonite; o regime de cobrança de honorários; sua recusa em estipular a quantia da consulta; sua clínica em Bezerros: organização do espaço físico, especialidades tratadas, localização; o perfil socioeconômico de sua clientela em Bezerros; o perfil de seus pais; o seu casamento em 1951.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>A época de seus estudos em medicina na Bahia; o perfil socioeconômico e cultural dos estudantes de medicina da Bahia nos anos 1920; as diferenças entre a vida universitária em Pernambuco e na Bahia; a entrada na faculdade em 1920; a vida do médico neste período; sua clínica em Bezerros e o grande número de clientes; sua recusa em estipular o preço da consulta; suas atividades associativas no período universitário,. a participação na Sociedade Literária; os reflexos da semana de 1922 na faculdade de medicina; os reflexos da fundação do PCB sobre os estudantes de medicina da Bahia; as influências da atuação de Luís Carlos Prestes, Juarez Távora e Siqueira Campos; o movimento integralista e o comunista e sua repercussão sobre os estudantes de medicina da Bahia; sua amizade com Plínio Salgado; os debates entre as vertentes comunista e integralista na sociedade.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>O atentado no Palácio Guanabara e os integralistas; as diferenças entre Gustavo Barroso e Plínio Salgado; a estrutura dos concursos para a faculdade; a remuneração do professor; seu concurso de livre-docência em anatomia no Rio de Janeiro (1928); Fróes da Fonseca e seu interesse pela anatomia e antropologia dos índios; suas relações com Roquete Pinto - diretor do Museu Nacional; seus estudos sobre a conformação nasal dos índios brasileiros; o convite de Fróes para se estabelecer no Rio de Janeiro; o período em que passou a exercer a otorrinolaringologia gratuitamente, visando seu aperfeiçoamento profissional; seu trabalho na Policlínica Geral do Rio de Janeiro; a formação de sua clientela particular; o consultório com Linhares; o consultório com a família Conde; um histórico da otorrinolaringologia; o trabalho no Hospital São Francisco de Assis; a cátedra na Universidade de Farmácia e Odontologia e a cátedra de anatomia da Faculdade de Odontologia da Universidade do Brasil; o prestígio do professor universitário; o concurso de 1944 com David Sanson.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>A clientela da Policlínica; as especialidades existentes; a montagem de seu consultório; o mercado de trabalho para a otorrinolaringologia naquela época; a história da otorrinolaringologia no Brasil; a importância dos médicos Hilário de Gouvêa, João Marinho, Hélio Hungria e David Sanzon para o desenvolvimento da otorrinolaringologia no Brasil; seu concurso para a cátedra de anatomia (1939); sua entrada para a faculdade na década de 1950; seu período nos Estados Unidos no fim da Segunda Guerra Mundial.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>A cronologia dos concursos realizados por Ermiro Lima: de 1928 a 1944; seu trabalho nos hospitais de Boston, Saint Louis e Filadélfia no ano de 1945; sua nomeação para diretor do Hospital dos Servidores do Estado (1947); sua atividade como docente; o horário do consultório e das aulas na faculdade,- a montagem de seu consultório particular; o prestígio conseguido através do incidente de 1944; o seu novo consultório: a localização; como conseguiu montar este consultório; o mercado de trabalho para o otorrino na época; as modificações feitas no consultório devido aos avanços tecnológicos; a relação entre médico e paciente; a relação entre os próprios médicos.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>O prestígio na relação médico/paciente; o perfil teórico e o perfil artesanal dos médicos; as ligações entre a prática médica e a arte; sensibilidade e subjetividade versus tecnologia e objetividade no diagnóstico médico; os debates e controvérsias entre a generalidade e as especialidades em medicina; as relações entre a moral e o prestígio médicos; a concorrência entre a medicina e as outras formas de cura não-cientificas; a existência do charlatanismo diplomado; as condições de trabalho no hospital público; os fatores responsáveis pela cura.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>A relação médico/paciente; a propaganda médica; o perfil socioeconômico de sua clientela; o estabelecimento de uma clientela fixa; a relação entre a docência e o consultório privado; o Hospital dos Servidores: tecnologia versus remuneração; o Hospital dos Servidores, local de prestígio médico; sua atividade associativa: a passagem no Sindicato Médico; comentários sobre Alvares Tavares de Souza; como se tornou líder da greve da letra "O"; a posição do Sindicato com relação ao assalariamento; a política classista do Sindicato; os motivos para a fundação da Associação Médica do Distrito Federal (AMDF).<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>Os motivos da proliferação associativa na categoria; as diferenças entre a AMDF,  o Sindicato dos Médicos e a Associação Médica Brasileira (AMB); a posição dos médicos Alípio Correia Neto (cirurgião) e Jairo Ramos (pioneiro da cardiologia em SP), representantes paulistas da AMB contrários à AMDF; os motivos das divergências entre a AMDF e a AMB com relação à realização da greve; a posição do Sindicato contrária à greve; o perfil dos médicos que lideravam o movimento; os motivos para a escolha de Ermiro Lima para a presidência da AMDF; os motivos para a greve da letra "O"; a figura de Alencastro Guimarães, ministro do Trabalho, na época da greve da letra "O".<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>As razões para a fundação da Associação Médica do Distrito Federal (AMDF); o primeiro presidente da AMDF: Couto e Silva; as relações entre a AMDF e a AMB; a relação entre o associativismo e o prestígio médico; o relacionamento entre médicos e entre estes e seus clientes; a luta da AMDF pela aprovação do projeto de lei n° 1.082/50; o envolvimento do Sindicato dos Médicos, da AMB e da AMDF na campanha de aprovação do Projeto de Lei 1.082/50, que significava para os médicos atingir a letra "O".<lb/><lb/>Fita 6 - Lado B<lb/>Os motivos da greve da letra "O"; remuneração versus prestígio; as divergências no interior da categoria; os motivos que o levaram a liderar a greve da letra "O"; suas atividades associativas posteriores à liderança da greve; o protesto dos médicos no Palácio do Cateter o veto do presidente Café Filho ao Projeto de Lei n° 1.082/50; as concepções dos médicos sobre a greve; o que era a greve simbólica; sua prisão; a influência dos médicos comunistas no movimento; o processo de decisão das greves simbólicas ou jornadas de protesto.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado A<lb/>Como foi decidido o início e o fim do movimento da letra "O"; a tendência esquerdista de Afrânio de Alencar Mattos (membro da diretoria da AMDF); a posição dos médicos Isnard Teixeira, Borreli, Júlio Sanderson, Carlos Grey e Renato Pacheco com relação à greve da letra "O" e as suas relações com a AMDF; o posicionamento da Academia Nacional de Medicina em relação à greve; o interesse do governo em rotular a greve como um movimento comunista; o posicionamento da imprensa em relação à greve da letra "O"; o boicote aos laboratórios farmacêuticos de Assis Chateaubriand; o final do movimento: ganhos e perdas; o samba "Maria Candelária" e sua relação com o movimento grevista sobre a letra "O"; o novo Código de Ética proposto pela AMB em 1953.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado B<lb/>A AMB em 1953; a origem da AMB; as relações conflituosas entre a AMDF e a AMB; a criação do Conselho de Medicina em 1957 e a aprovação do Código de Ética em 1953; os motivos que levaram a AMB a propor um novo Código de Ética nos anos 1950; a oficialização do código em 1957; a normatização da relação entre os médicos; o desvio de clientes; as relações entre médicos e pacientes; a relação entre o médico especialista e o médico generalista ou antigo médico de família; o processo de especialização da medicina.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado A<lb/>As modificações introduzidas na prática médica pela incorporação de novas tecnologias; o funcionamento dos hospitais hoje; o surgimento das especialidades médicas; a contribuição da sofisticação dos instrumentos para a especialização médica; a interrelação entre as várias especialidades médicas; a predominância no código de 1957 do médico generalista sobre o especialista; a relação médico/paciente; o cliente privado e o cliente público; a clínica no Hospital São Francisco e o convívio com clientes de diversas camadas sociais; a primeira diretoria do Conselho de Medicina; as reuniões do Conselho; considerações sobre si mesmo e sobre Álvaro de Mello Dória: os representantes da AMEG na chapa vitoriosa que assumiu o Conselho em 1958.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado B<lb/>Os debates nas reuniões do Conselho sobre medicina geral e especializada; a relação médico/médico; a relação médico/paciente; as modificações ocorridas no mercado referente à otorrinolaringologia; a história da otorrinolaringologia; os avanços técnicos e a especialização na otorrinolaringologia; a restrição do campo de atuação na área da otorrinolaringologia; o caso da fonoaudiologia; o perfil do paciente "ideal"; os princípios do exercício da medicina: segredo profissional, liberdade de escolha do paciente em relação ao médico.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado A<lb/>Os princípios da medicina: a liberdade de prescrição; a liberdade de ter o seu próprio consultório; o pagamento no ato da consulta; algumas considerações sobre a carga de trabalho médico; a concorrência entre a medicina, o curandeirismo, o charlatanismo e as práticas espíritas; o caso da homeopatia; a distinção entre o curandeiro e o charlatão; a presença do deputado Tenório Cavalcanti nas assembleias sobre a deflagração da greve da letra "O"; agradecimentos e palavras finais.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Ermiro Estevam de Lima</persname>
            <corpname role="subject">Associação Médica do Distrito Federal (AMDF)</corpname>
            <corpname role="subject">Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Sylvio Lemgruber Sertã</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-03-05</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">13/06/1995 a 18/07/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 12 fitas cassete (10h26min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)
<lb/>A transcrição das fitas 6 e 10 está comprometida por problemas no áudio. A fita 12 não possui sumário completo. O lado B das fitas 4 e 10 não foi gravado.  
<lb/></p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/c/a/9cae329a475c01d491165e8237c3e50ac6ade8f958ab967c1f116ee3cc825275/Sylvio_Lemgruber_Sert__.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por André de Faria Pereira Neto, Jeane Azevedo de Souza e Sérgio Luiz Alves da Rocha, no Rio de Janeiro, nos dias 13, 20 e 27 de junho e 04, 11 e 18 de julho de 1995.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>A infância no Carmo (RJ); seu pai: sua formação e a sua clínica médica no Carmo no início do século; sua família; as razões que levaram seu tio e seu pai a optarem pela medicina; o casamento de seus pais; a morte do avô; a morte de sua mãe e o novo casamento de seu pai; a casa no Carmo; o mini-hospital do pai.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Sua alfabetização; as lembranças de seu primeiro professor; a mudança para o Rio de Janeiro (Tijuca); o consultório do pai no Rio de Janeiro; os exames preparatórios no Colégio Pedro II; o Ginásio Bittencourt; sua opção pela medicina; seu pai e o exercício da medicina: médico dedicado; a biblioteca do pai; como seu pai era remunerado pelas consultas médicas no Carmo: o farmacêutico-anestesista que atuava como assistente de seu pai; o equipamento cirúrgico de seu pai.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Os instrumentos cirúrgicos utilizados pelo pai; a evolução tecnológica da medicina; a "Escola do Doutor Aguinaga" versus a "Escola do Doutor Fernando de Magalhães"; as doações de sangue até a década de 1920; as primeiras determinações de tipo sanguíneo no Brasil; o tratamento do câncer em pacientes grávidas.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>O período na universidade (1923-1928); seu trabalho como interno no Hospital Escola São Francisco de Assis; os serviços no Hospital São Francisco de Assis; como eram realizadas a anestesia e a cirurgia neste período; como conciliava os horários no hospital e os estudos na faculdade; a escolha das disciplinas na faculdade; o incidente com Miguel Osório de Almeida; os efeitos da Reforma Rocha Vaz; como se deslocava da faculdade para o hospital; o Hospital São Francisco de Assis como uma escola; o comportamento ético de Armando Aguinaga e o seu significado para a ginecologia no Brasil; sua opção pela ginecologia; a ginecologia na década de 1930.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>A relação com Armando Aguinaga; o relacionamento entre médico e paciente na década de 1920; como sobrevivia no período em que cursava a faculdade; o atendimento no Hospital São Francisco de Assis; os debates ideológicos sobre o nazi-facismo nos tempos da faculdade; a Revolução de 1924; Arthur Bernardes e a Previdência Social; a Revolução de 1930; sua desilusão com Getúlio Vargas; a Revolução Constitucionalista e seu posicionamento; a vida associativa na faculdade; o perfil socioeconômico dos estudantes de medicina em 1928; os estudantes de outros Estados do país.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>A família; o início de carreira; referências aos médicos Abreu Fialho, Álvaro Osório de Almeida e Cardoso Fontes; a tendência à especialização da medicina em 1928; sua cerimônia de formatura; a utilização da vacina contra a tuberculose na Escola de Enfermagem Ana Nery e no Hospital São Francisco de Assis; os efeitos da vacina; como era encarada a "medicina preventiva" no seu tempo; o tratamento dos doentes de câncer; a posição de Armando Aguinaga com relação ao curandeirismo; o ideal da medicina ontem e hoje; a opinião sobre cada um dos formados de sua turma; o perfil socioeconômico da clientela do Hospital São Francisco de Assis; as Caixas de Aposentadorias e Pensões.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>O número de hospitais do Rio de Janeiro no final da década de 1920; a Assistência Municipal, a Beneficência Portuguesa e a Casa de Saúde São José; o trabalho no hospital logo no início da faculdade; a opinião sobre o avanço da medicina gratuita, a fundação das Caixas de Aposentadorias e Pensões; a situação da Previdência Social no Brasil hoje; a construção da maternidade Thompson Motta; o número de leitos da enfermaria da Escola Ana Nery.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>A compra de cadáveres pelos estudantes de medicina; as aulas de anatomia; a reação na primeira dissecação; a reação dos calouros quando viam sangue pela primeira vez; o trabalho no consultório de Armando Aguinaga; o desejo de atuar no magistério superior; a atual falta de conhecimento obstétrico por parte dos médicos e as suas consequências, a experiência como professor da Escola de Enfermagem Ana Nery; a origem social das alunas da Escola Ana Nery; o "manequim obstétrico de Pinar"; seus estudos sobre o choque obstétrico; o curso de parteiras que criou na Escola Ana Nery; a relação entre os médicos e as parteiras; a ideia de fundar um plano de assistência na década de 1930.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>A polêmica criada em torno do primeiro plano de assistência; a medicina de grupo hoje; alguns comentários a respeito de algumas fotografias; a maternidade da Escola Ana Nery; a construção da 19ª Enfermaria da Maternidade Thompson Motta por Armando Aguinaga; como Armando Aguinaga conciliava as suas atividades na Santa Casa e na Maternidade; os anúncios médicos e de produtos farmacêuticos; as diferenças entre os consultórios em 1935, 1938 e 1952; os cursos na maternidade do Hospital São Francisco de Assis.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>Um caso de cirurgia realizada em Petrópolis; o primeiro consultório particular com Armando Aguinaga; como conciliava os horários da Escola Ana Nery e do consultório; o perfil socioeconômico de seus pacientes; o tempo de constituição de sua clientela, seu relacionamento com os pacientes do hospital e do consultório; os chamados de emergência, a compra de sua casa na rua Maria Angélica, o erro médico; a relação entre os médicos a partir da progressiva especialização da medicina; a importância da clínica médica para a formação do médico; as mudanças de localização de seu consultório, os consultórios em farmácias (1910/1920); as conferências médicas; a carreira como docente na Faculdade Nacional de Medicina e no Instituto Hahnemanniano; as diferenças entre essas duas instituições; o relacionamento entre alopatas e homeopatas.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado B<lb/>Comparação entre o Instituto Hahnemanniano e a Faculdade de Medicina; a Casa de Saúde São José, o número de vagas no Instituto Hanemanniano e na Faculdade Nacional de Medicina; o que eram os "cursos equiparados"; seu concurso para professor titular no Instituto Hanemaniano e na Faculdade Nacional de Medicina; as relações entre o magistério e a clínica; as relações entre o hospital e a clínica; seu relacionamento com os pacientes do hospital e do consultório; a realização das transfusões de sangue e a determinação do fator Rh.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado A<lb/>O mercado de trabalho na década de 1940 e hoje; o cargo público como um empecilho na carreira do médico; a relação entre os concursos e a clínica particular; a cadeira de clínica obstétrica na Faculdade Nacional de Medicina e no Instituto Hahnemaniano; o perfil socioeconômico dos colegas de turma; a concorrência dos Institutos e suas consequências para o mercado de trabalho do médico liberal; a transformação da medicina "liberal" para a medicina "tecnologizada"; as transformações na ginecologia nas décadas de 1930 e 1940; os estudos hormonais na Europa e nos Estados Unidos e a sua repercussão no Brasil; a prevenção do câncer; o avanço científico e as reformulações de seus cursos; a fundação da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro; a fundação do Sindicato Médico Brasileiro; o Ministério da Educação e a criação dos Conselhos de Medicina; a Ordem dos Advogados e a Ordem dos Médicos da França; a questão ética na década de 1930 no Brasil e na França; a concorrência desleal na década de 1930; o comportamento dos médicos hoje em dia com relação à concorrência desleal; seu desinteresse pelas associações médicas; a reduzida repercussão do IV Congresso Médico Sindicalista Brasileiro no interior da categoria; referência a Roberval Cordeiro de Farias.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado B<lb/>Como o Sindicato era visto pela categoria médica; como os médicos encaravam a criação do Conselho de Medicina; alguns comentários sobre Álvaro Tavares de Souza; a polêmica em torno da filiação ao Conselho nas décadas de 1940/1950; os médicos que participaram da criação do Conselho; os médicos "democráticos" e os médicos "esquerdistas"; a vida acadêmica e associativa dos médicos.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado A<lb/>A indicação de Roberval Cordeiro de Farias para o Conselho; o desconhecimento da categoria do texto do Código de 1945; os médicos indicados para a primeira diretoria do Conselho; o Código de Deontologia Médica de 1945 e a "concorrência desleal"; o médico assistente e sua relação com o especialista; o "mercenarismo" na profissão; os problemas criados pela especialização.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado B<lb/>As conferências médicas na década de 1940; a atuação do médico perito; a relação médico versus farmacêutico na década de 1940; a influência negativa do espiritismo; sua opinião sobre a homeopatia; o curandeirismo na década de 1940; a procura, pelos pacientes, por métodos "não-científicos"; o segredo médico na década de 1940; o Código de Deontologia Médica de 1945; a "indústria dos agradecimentos" e a ética profissional.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado A<lb/>A gestão do Conselho no período anterior a sua posse na presidência; onde e como eram realizadas as reuniões para a confecção do projeto provisório do Conselho; a origem das verbas do Conselho; a promulgação do Decreto-Lei 7.955; a localização do Conselho Provisório; o Código de Ética da AMB; a criação da AMB; o movimento de criação da AMDF e a greve da letra "O"; como compatibilizar a greve com o juramento feito pelos médicos; a pluralidade de organizações associativas no Brasil; a ação da Associação Médica Americana (AMA); o Sindicato dos Médicos.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado B<lb/>A Sociedade de Medicina e Cirurgia; o Código de Ética de 1967; o regime de trabalho no Hospital São Francisco de Assis; o primeiro convênio firmado entre um hospital e o INPS; os médicos-estudantes do Hospital São Francisco de Assis; as "escolas" dos médicos; a participação dos médicos na greve da letra "O"; o médico funcionário público e a "medicina liberal"; seu plano de um hospital-piloto; o status adquirido por trabalhar com Armando Aguinaga; suas pretensões com a candidatura para o Conselho; a eleição de 1954; os nomes dos componentes do Conselho de Medicina do Distrito Federal e do Conselho Federal de Medicina; a origem dos recursos para o funcionamento do Conselho entre 1954-1958.<lb/><lb/>Fita 10 - Lado A<lb/>As atas do Conselho Provisório; o decreto-lei n° 3.268 de 1957 aprovado pela Câmara dos Deputados; a obrigatoriedade de inscrição dos médicos nos Conselhos de Medicina; o Código de 1953 aprovado pela AMB; a resistência dos médicos ao Conselho; a composição da chapa para a eleição de 1958; os "vermelhinhos" da AMEG; seus conflitos com o presidente Heitor Carpinteiro Peres; a atuação do Conselho com o Código de 1957; o Regimento Interno do Conselho; comentários sobre Serafim Chaves Soares e Paulo Arthur Pinto da Rocha.<lb/><lb/>Fita 11 - Lado A<lb/>Sua opinião sobre alguns dos membros da diretoria do CREMEDF; as eleições para o Conselho em 1963; a chapa vencedora das eleições; comentários sobre alguns nomes que tiveram atuação destacada durante o processo de criação e instituição do Conselho.<lb/><lb/>Fita 11 - Lado B<lb/>As eleições de 1963; o período em que foi presidente do CREMEDF; o Código de Ética de 1963; a atuação do Conselho com relação à ética.<lb/><lb/>Fita 12 - Lado A<lb/>O relato da punição de um médico pelo Conselho; o período em que foi presidente do Conselho, em 1978; a chapa que foi eleita mas não empossada; a composição da diretoria antes de 1978; o Conselho Regional e a "iniciativa" de Rothier.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Sylvio Lengruber Sertã</persname>
            <corpname role="subject">Associação Médica do Distrito Federal (AMDF)</corpname>
            <corpname role="subject">Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Instituição de saúde</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Renato Pacheco Filho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-03-04</unitid>
            <unitdate normal="1994/1995" encodinganalog="3.1.3">25/11/1994 a 16/01/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 13 fitas cassete e 13 CDs  (11h02min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>A fita 13 não possui sumário. O lado B da fita 9 não foi gravado.  </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/b/e/dbe887bfa39a28622867159f47b419904b51387c9f83cb7acb60f9c3b18435c3/Renato_Pacheco_Filho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por André de Faria Pereira Neto e Sérgio Luiz de Alves Rocha, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 25 de novembro, 02, 08, 21 de dezembro de 1994 e 16 de janeiro de 1995.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>O trabalho de seu pai como médico de família; a morte de sua mãe; as brigas entre seu pai e a família de sua mãe; sua infância; suas experiências na escola Sarmiento; as influências na sua opção pela medicina.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Suas impressões sobre o Rio de Janeiro durante o período de sua infância no Jardim Botânico e Leblon; a atuação de seu pai como médico de família durante a gripe de 1918; referência ao seu pai como um homem preparado tecnicamente, ético e trabalhador; os problemas enfrentados por Renato Pacheco Filho para ingressar na faculdade de medicina; os primeiros anos na faculdade de medicina; o perfil socioeconômico dos estudantes de medicina em fins da década de 1920 e início de 1930; o sistema de aulas; as modificações introduzidas pela Reforma Rocha Vaz; as diferenças entre a Academia Nacional de Medicina e a Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro; sua experiência no quarto ano da faculdade como acadêmico vacinador da Saúde Pública; o trabalho no quinto ano como interno "de clínica cirúrgica na faculdade de medicina".<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Sua experiência como vacinador da Saúde Pública; a situação da assistência médica no Rio até 1907; os concursos públicos realizados por seu pai; a vida do estudante de medicina; a origem profissional dos pais de seus colegas de faculdade; como eram as aulas na faculdade; o cotidiano de um estudante de medicina (locais de estudo); o grau de dificuldade do curso; sua participação como secretário do Clube Atlético e como diretor da Federação Acadêmica; Santiago Dantas e a solidariedade a Washington Luís; suas relações com pessoas de 'esquerda' e de 'direita'; a Revolução de 1930 e o Movimento Integralista; o debate ideológico no meio estudantil; as atividades por ele desenvolvidas durante o estágio no serviço de Paulino Werneck; o segundo e o terceiro anos de faculdade; o seu primeiro vencimento como acadêmico vacinador da Saúde Pública.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>O internato de propedêutica no quarto ano com Rocha Vaz; as diferenças entre os hospitais São Francisco de Paula, São Francisco de Assis e a Santa Casa; suas experiências como 'peru' (aluno que, por decisão pessoal, desenvolve trabalho com o professor sem ter vínculo institucional ou remuneração) na Santa Casa com Augusto Paulino; sua primeira experiência na sala cirúrgica como estudante; a personalidade do professor Rocha Vaz (1929); as modificações introduzidas no ensino após a reforma Rocha Vaz; a dinâmica das aulas; o número de internos por professor e o valor que recebiam; os internos e os internos voluntários.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Sua experiência como interno de clínica cirúrgica (1930/1934) com o Professor Figueiredo Baena; a personalidade deste professor e como ele atingiu a cátedra; sua experiência como 'peru' de Aldair C. Figueiredo; o trabalho com o Professor Figueiredo Baena: a remuneração e as atividades desempenhadas; como conciliava as atividades na profilaxia, na faculdade e no internato; a organização do ensino nas várias clínicas; o perfil profissional dos médicos que participavam da Academia Nacional de Medicina e do Sindicato dos Médicos; as diferenças entre estas duas instituições; a atuação de seu pai no SMB e na Confederação Brasileira de Desportos; o surgimento do Colégio Brasileiro de Cirurgiões; as instituições médicas dos anos 1920: a Academia Nacional de Medicina, a Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, o Sindicato Médico Brasileiro e o Colégio Brasileiro de Cirurgiões; as faculdades de medicina existentes quando de sua formatura; sua explicação para a existência de várias entidades representativas dos médicos; como ocorreu sua filiação ao SMB; algumas considerações sobre a representatividade do SMB; a visão do SMB sobre o processo de assalariamento.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>As obrigações do médico assistente; seu desinteresse pela carreira do magistério; como conciliava o trabalho na faculdade e na Santa Casa (1931-1934); o trabalho com Figueiredo Baena em sua clínica privada; o funcionamento do serviço social da Santa Casa; sua opção pela cirurgia; os pré-requisitos, na época, para o trabalho do cirurgião (técnica versus habilidade); a delimitação da competência entre clínicos e cirurgiões; o conflito entre os cirurgiões e os leigos; o SMB e o combate às práticas médicas condenadas; sua nomeação (1933) para o cargo de cirurgião auxiliar da Prefeitura do Distrito Federal (Hospital do Pronto Socorro); a Reforma Pedro Ernesto e a carreira médica da Assistência; a situação dos hospitais antes da reforma; as diferenças entre os cargos de cirurgião auxiliar, adjunto, assistente e chefe de serviço; como os médicos conciliavam suas atividades na Assistência com sua clínica privada; como conseguiu montar o seu consultório particular e a constituição de sua clientela.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>O consultório no Hospital São Francisco de Assis; seu tempo de trabalho no consultório; o trabalho com seu pai; a formação de sua clientela; o relacionamento com seus clientes; as características de sua clientela; seu período livre; a diferença entre o trabalho no hospital e na clinica privada; sua atuação no Souza Aguiar (1933); as origens do Souza Aguiar; a organização de seu espaço físico; sua importância para o atendimento de urgência na época; a organização dos seus serviços médicos (equipes ou serviços); a organização do trabalho dos acadêmicos neste hospital; a remuneração paga pelo paciente; o salário; a carga horária do hospital; a relação entre os médicos auxiliares e os assistentes; a sua ascensão dentro da Assistência; a perseguição da "cúpula" da Assistência a Dr Aldair Figueiredo; a volta dos 'carcomidos' depois da prisão de Pedro Ernesto; a comissão do Departamento Geral da Assistência; a prisão de Aldair Figueiredo.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>A prisão de Aldair Figueiredo e a perseguição da 'cúpula' da Assistência; a participação na Comissão Organizadora do Formulário da Secretária Geral da Assistência (1938); a amizade com Pedro Nava; a obtenção do prêmio "Doutorandos de 1900" promovido pela ANM; a competição no meio médico da época; a atuação de Aldair Figueiredo na Revolução Constitucionalista de 1932; suas críticas ao então secretário da Assistência Publica, Irineu Malagueta, e a Monteiro Autran, seu chefe de gabinete; os motivos que levaram Getúlio Vargas a perseguir Pedro Ernesto.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>A popularidade de Pedro Ernesto depois da Reforma; a eleição de Pedro Ernesto para a Prefeitura do Distrito Federal em 1934; a origem do dinheiro utilizado nas obras da Reforma Pedro Ernesto; as críticas feitas a Pedro Ernesto; o contato de Pedro Ernesto com Luiz Carlos Prestes; a Intentona Comunista (1935) e a participação de alguns auxiliares de Pedro Ernesto; Carlos Lacerda e a queda de Getúlio Vargas em 1955; a prisão de Pedro Ernesto; sua saída da prisão; o Dispensário Rocha Faria em Campo Grande: sua organização física e a composição das equipes; sua ida para Campo Grande e o acesso até lá naquela época; a clientela atendida; o tempo de serviço; sua transferência para o Paulino Werneck na Ilha do Governador; a inauguração dos hospitais construídos por Pedro Ernesto; a localização do Hospital Rocha Faria; o Hospital Paulino Werneck: a organização interna técnica do espaço; as especialidades existentes; o acesso ate lá; o número de leitos; o serviço; sua convivência com Pedro Nava; porque Pedro Ernesto fez os hospitais em locais onde não havia pacientes.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>Sua convivência com Pedro Nava; a experiência no Hospital Carlos Chagas como chefe de clínica; os motivos de sua saída.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>O Hospital Souza Aguiar (1933): as ocorrências, as especialidades e a organização dos serviços (equipes); as modificações introduzidas pela Reforma Pedro Ernesto; o critério de nomeação dos chefes de serviço; as ampliações no Hospital Souza Aguiar depois da Reforma Pedro Ernesto; as atribuições dos chefes de serviço,. o relacionamento entre clínicos e cirurgiões no Souza Aguiar; a clientela atendida; a remuneração paga pelo paciente; a Assistência Médica antes da Reforma Pedro Ernesto; a reação popular ao funcionamento do Pronto Socorro quando de sua inauguração; a faixa etária de seus colegas de trabalho; o Souza Aguiar como uma grande escola; como compatibilizava o seu horário no Souza Aguiar com o de seu consultório; a clientela de seu consultório; as diferenças entre a clínica privada ontem e hoje; as razões de sua saída do Souza Aguiar; as referências a Aldair Figueiredo; sua opinião sobre a Revolução de 1930.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado B<lb/>Seu relacionamento com Pedro Ernesto; o serviço no Hospital Rocha Faria: o espaço físico, o número de equipes, sua constituição e clientela; sua ascensão de cirurgião assistente a chefe de serviço no Carlos Chagas; o serviço no Paulino Werneck; a comparação entre as clientelas do Souza Aguiar, do Paulino Werneck e do Rocha Faria; o motivo de sua saída do Paulino Werneck; como se tornou chefe de clínica do Carlos Chagas; quando começaram a ser construídos os hospitais Paulino Werneck, Carlos Chagas e Getúlio Vargas; a administração posterior à de Pedro Ernesto; o posto de afogados do Lido: os motivos para a sua fundação; a visão do SMB sobre a Reforma Pedro Ernesto; a atuação de Pedro Ernesto como interventor do Distrito Federal.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado A<lb/>O posicionamento do Sindicato diante das reformas promovidas por Pedro Ernesto; a Faculdade de Ciências Médicas fundada por Rolando Monteiro; o relacionamento entre as faculdades e o SMB; o impacto das idéias de Pedro Ernesto sobre a assistência pública e sobre o mercado de trabalho médico; a posição do Sindicato com relação à criação do Conselho de Medicina; a proposta de fundação da Ordem dos Médicos; a reação da opinião pública à Reforma Pedro Ernesto; a saída de Pedro Ernesto da prisão; os motivos da popularidade de Pedro Ernesto; a posição de Pedro Ernesto em relação ao integralismo e ao comunismo; o trabalho na Ilha do Governador; os médicos da Assistência e seus consultórios particulares; o desvio de clientes para o consultório particular ontem e hoje; o status alcançado pelo trabalho na Assistência; sua nomeação para chefe de clínica do Hospital Carlos Chagas; o espaço físico do hospital; a organização das equipes.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado B<lb/>O Hospital Carlos Chagas: a organização técnica do espaço, o número de leitos, a clientela, o número de médicos; a transfusão de sangue neste período; referências a Aldair Figueiredo e a sua saída e posterior reintegração na Assistência; o seu salário na assistência; a sua dedicação à profissão como exemplo herdado de seu pai; a atitude mercenária dos médicos de sua época; seu retorno ao Souza Aguiar e as diferenças em relação ao período anterior; seus atritos com os diretores do Hospitais Souza Aguiar e Carlos Chagas; sua transferência para o Méier.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado A<lb/>Seu período como médico da Beneficência Portuguesa (1937-1941); o trabalho no ambulatório; o relacionamento entre diretor e médico do ponto de vista da determinação do número de clientes a serem atendidas; sua atuação na Revista Médica Municipal; as revistas médicas existentes no início da década de 1940; o Hospital Getúlio Vargas, o espaço físico e sua organização técnica, as especialidades, a constituição das equipes, o número de leitos e o sistema de trabalho; a criação da Associação Médica Brasileira; a fundação da AMDF.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado B<lb/>As disputas entre a AMB e a AMDF; a origem do Conselho de Medicina e o concomitante refluxo do SMB; a AMB e a defesa dos interesses dos médicos paulistas; as relações entre a AMB, a AMDF e o Sindicato dos Médicos; sua candidatura à presidência da AMDF (1955); sua atuação como presidente da AMDF; suas relações com o presidente Juscelino Kubitschek; sua indicação para a comissão de estudos para a confecção do decreto presidencial que reconhecia o risco de vida para os médicos; a censura da AMB às iniciativas tomadas pela AMDF.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado A<lb/>O pedido de prisão contra ele e os demais membros da AMDF sob a acusação de serem todos comunistas (1964); as disputas entre a AMDF, a AMB e a Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro; de que maneira a SMCRJ tornou-se representante da AMB no Rio de Janeiro; os motivos da proliferação institucional no movimento médico; o SMB e a oposição à criação do Conselho de Medicina; a proposta de criação da Ordem dos Médicos; o achatamento salarial dos médicos de 1940 a 1952; a AMB e a palavra de ordem: "emprego único para os médicos"; as distorções do comportamento médico como efeito da baixa remuneração; os cargos que ocupou no Colégio Brasileiro de Cirurgiões; como se tornou presidente do CBC; a relação entre a participação em associações médicas e o status; sua atuação como presidente do CBC e suas principais contribuições ao CBC; o CBC hoje; a sua atuação no movimento da greve da letra 'O'.<lb/><lb/>Fita 10 - Lado A<lb/>A participação em entidades médicas; sua entrada para o Colégio Brasileiro de Cirurgiões (1932); o Colégio Brasileiro de Cirurgiões neste período; sua atuação como relator nas reformas estatutárias do Colégio; as diferenças entre o Colégio e a Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro; o Colégio de Cirurgiões hoje; as diferenças entre o Colégio e as demais instituições médicas do período; os benefícios; por que não participou de maneira ativa do Sindicato; a clientela do Sindicato; como se tornou sócio do Sindicato; que tipo de relacionamento seu pai tinha com Álvaro Tavares; a atuação de Álvaro Tavares à frente do Sindicato; a posição do Sindicato com relação à entrada do Estado na Assistência Médica; as relações do Colégio com os professores das faculdades de medicina; sua participação em entidades médicas internacionais.<lb/><lb/>Fita 10 - Lado B<lb/>O perfil da profissão na década de 1940; as relações entre os médicos; as estratégias para angariar clientes; a importância do trabalho no serviço público; o seguro saúde e o credenciamento dos médicos como solução para os médicos; as relações entre a prática médica e a política; a constituinte de 1933 e a eleição do candidato dos médicos: Cumplido Sant'Anna; onde se formavam os médicos que atuavam no RJ; como eram as relações entre alopatas e homeopatas na década de 1940; a origem social de seus colegas de turma na década de 1930; a presença da medicina na imprensa leiga - os anúncios médicos; a posição contrária do SMB à criação do Conselho em 1945; as razões da demora da tramitação do Projeto 7.955 na Câmara; o Código de Ética de 1945.<lb/><lb/>Fita 11 - Lado A<lb/>O Código de 1945; as funções de um código de ética; como eram as relações entre os médicos na década de 1940; as conferências médicas: o que eram e como eram realizadas; a especialização da medicina e os dilemas éticos; as diferenças entre o médico assistente e o médico perito (1945); as relações entre os médicos e os farmacêuticos na década de 1940; a mercantilização da farmácia depois da Segunda Grande Guerra; os tipos de charlatanismo; o relacionamento do doente com o charlatão; a posição do Colégio Brasileiro de Cirurgiões em relação ao charlatanismo; os avanços técnicos na medicina; o desenvolvimento das lentes de contato depois da grande guerra; a posição do Conselho com relação ao charlatanismo; o segredo médico; os anúncios médicos e a indústria dos agradecimentos; o seguro saúde e a proletarização dos médicos; as consultas pelo rádio e pelos jornais; a entrada do Estado na Assistência Médica e as suas consequências para a prática médica.<lb/><lb/>Fita 11 - Lado B<lb/>A criação do seguro saúde no Brasil, na França, nos Estados Unidos e na Inglaterra; o funcionamento do seguro saúde no Brasil; sua relação com a autonomia profissional e com o mercado de trabalho médico; o trabalho gratuito; a transferência de pacientes da clínica pública para a clinica privada; o caso do "Dr. Pulha".<lb/><lb/>Fita 12 - Lado A<lb/>O perfil profissional do médico na década de 1950; a atuação do médico de família no início do século; as modificações no ensino prático da medicina na década de 1940; os limites de atuação do SMB; a atuação de Álvaro à frente do Sindicato; como o Sindicato via a opção dos médicos pelo serviço público; as faculdades existentes na época em que se formou; as razões para o declínio da clínica privada; sua opinião sobre o assalariamento e sobre a autonomia; o Sindicato e a crítica à Reforma Pedro Ernesto; a Reforma Pedro Ernesto e a ampliação do mercado de trabalho do médico carioca; a relação ambígua do Sindicato com relação a Pedro Ernesto; a verificação da indigência nos Hospitais da Assistência; as diferenças entre o Hospital do Pronto Socorro e o Dispensário do Méier.<lb/><lb/>Fita 12 - Lado B<lb/>O movimento de criação da AMDF; o perfil dos médicos participantes da AMB; a proposta de fundação de uma associação de bases nacionais; a criação da AMDF; a discriminação aos médicos cariocas da AMDF pela AMB; a participação dos médicos 'comunistas' na AMDF; as relações entre a AMDF e a greve da letra 'O'; os motivos da greve da letra 'O'; o veto ao projeto que criava a letra 'O' e a reação da AMDF; como foi obtido o aumento dos médicos pela AMDF; a repercussão da greve na imprensa.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Renato Pacheco Filho</persname>
            <corpname role="subject">Associação Médica Brasileira (AMB)</corpname>
            <corpname role="subject">Associação Médica do Distrito Federal (AMDF)</corpname>
            <corpname role="subject">Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj)</corpname>
            <corpname role="subject">Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">História e memória do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04</unitid>
          <unitdate normal="1995/1996" encodinganalog="3.1.3">1995 - 1996</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 55 fitas cassete (44h40min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Este projeto foi desenvolvido em comemoração aos 45 anos de atividades do Instituto Aggeu Magalhães, localizado em Recife e desde 1970 subordinado à Fundação Oswaldo Cruz. Reúne 19 depoimentos com personagens de diversas áreas da instituição como diretores, pesquisadores e funcionários administrativos, em exercício ou não de suas atividades institucionais.<lb/>Entrevistados: Aggeu de Godoy Magalhães Filho, Alexandre Bezerra de Carvalho, Alzira Maria Paiva de Almeida, André Freire Furtado, Antônio Sérgio da Silva Arouca, Arcelino Ferreira Farias, Célio Rodrigues de Almeida, Diva Vitória Cardim, Eridan de Medeiros Coutinho, Frederico Adolfo Simões Barbosa, Frederico Guilherme Coutinho Abath, Gerusa Dreyer Vieira, Hélio Bezerra Coutinho, José Carlos de Morais, Luciana Abrantes, Marcelo Vasconcelos, Otamires Alves da Silva, Plenete Cavalcante Marques e Saul Tavares de Melo.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Transcrição integral.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
          <persname role="subject">Aggeu de Godoy Magalhães Filho</persname>
          <persname role="subject">Alexandre Bezerra de Carvalho</persname>
          <persname role="subject">Alzira Maria Paiva de Almeida</persname>
          <persname role="subject">André Freire Furtado</persname>
          <persname role="subject">Célio Rodrigues de Almeida</persname>
          <persname role="subject">Eridan de Medeiros Coutinho</persname>
          <persname role="subject">Frederico Guilherme Coutinho Abath</persname>
          <persname role="subject">Frederico Adolfo Simões Barbosa</persname>
          <persname role="subject">Gerusa Dreyer Vieira</persname>
          <persname role="subject">Hélio Bezerra Coutinho</persname>
          <persname role="subject">Saul Tavares de Melo</persname>
          <persname role="subject">Antônio Sérgio da Silva Arouca</persname>
          <subject>História oral</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>Fundo ENSP</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>MONTENEGRO, Antonio Torres (org.), FERNANDES, Tania (org.). Memórias revisitadas: o Instituto Aggeu Magalhães na vida de seus personagens. Rio de Janeiro. Fundação Oswaldo Cruz: Casa de Oswaldo Cruz, 1997. 500 p. ilus.</p>
        </otherfindaid>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ageu Magalhães Filho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-01</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">04/01/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h52min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/4/3/e4321dfdf6fca99b4b258f8dee9df23aaea18029e0880a45e8bd909fb902fcd5/Ageu_Magalhaes_Filho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antônio Torres Montenegro e Tânia Fernandes, em Recife (PE), no dia 04 de janeiro de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>A trajetória profissional de Aggeu Magalhães (pai); o trabalho científico do pai nos EUA; referência a Agamenon Magalhães; a criação do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO); o descobrimento da esquistossomose em Pernambuco e a gastroenterite infantil no SVO; a produção de estatística anual de causa mortis; a Fiocruz e o financiamento de projetos ligados à esquistossomose; a Fundação Rockefeller e a relação com o SVO; a articulação para a criação do centro de helmintoses de Pernambuco; o falecimento do pai; as instalações do Instituto Aggeu Magalhães (IAM).<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>O seu trabalho na anatomia patológica do IAM; a gestão de Durval Lucena; os avanços na pesquisa da esquistossomose nos EUA; a bolsa de estudos; o retorno da pós-graduação para o Departamento de Anatomia Patológica; a relação do IAM com a Divisão de Organização Sanitária (DOS); o Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães (CPqAM) após 1964; o convênio entre a Fundação Kellogg e a UFPE; a criação do Núcleo de Imunopatologia na UFPE; a possibilidade de fechamento do CPqAM; o contato com Keizo Asami; sua gestão no CPqAM; o convênio com a FINEP para a produção de antígenos; transferência de Célio e Alzira para Recife; as conquistas científicas no campo da peste e no estudo de bactérias; o projeto com o Japão.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>O Acordo UFPE/Fiocruz para a construção do novo prédio do CPqAM; a movimentação política para a aprovação do acordo; a construção do Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami (LIKA); a ligação da UFPE com a Fiocruz; o convênio com o Japão; o financiamento da OMS para a construção do LIKA e do CPqAM; o CPqAM e o trabalho sobre filariose; a participação de dr. Frederico; a reforma na estação de campo de São Lourenço da Mata; EXU e a ligação com o Ministério da Saúde; a articulação política para montar uma escola de saúde pública em Pernambuco; o Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (NESC); a filariose e a esquistossomose.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Celeuma médica: aspectos ineficientes do tratamento com antimônio; a tecnologia avançada do LIKA; o novo tratamento para a esquistossomose; as dificuldades do LIKA; o apoio do Japan International Cooperation Agency (JICA); o Instituto de Antibióticos; a sua saída da direção do CPqAM; a atuação política de Aggeu Magalhães (pai); as perseguições políticas aos familiares de Agamenon Magalhães; a formação humanística de Aloísio Magalhães.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Lembranças da infância; a adolescência: as professoras e a convocação para as forças armadas; a vida na época da universidade; a clínica médica e o início da profissão; a faculdade e o trabalho de pesquisa.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Impressões sobre literatura e ciência; opiniões sobre política e educação; o curso de medicina; hospitais ligados ao estado de Pernambuco e à Santa Casa da Misericórdia; Aloísio Magalhães.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Aloísio Magalhães e o tombamento de Manguinhos (Fiocruz/RJ); a cadeira de anatomia patológica da UFPE e o Hospital Pedro lI; a boemia no bairro do Recife; a mulher americana; comentários sobre a energia e o mundo; Agamenon Magalhães, Aggeu (pai) e a influência na sua vida; a violência política dos anos 1930.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>A política de Agamenon no estado: impostos, mocambos e o governo federal; o trabalho na Universidade da Paraíba; descreve o início da sua carreira como médico no Instituto Oswaldo Cruz; a criação da Faculdade de Ciências Médicas de Pernambuco e o Hospital do Sancho.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Aggeu de Godoy Magalhães Filho</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Alexandre Bezerra de Carvalho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-02</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">09/05/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h29min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/f/f/aff1abae02fd1bd3f251189779454aad9d57e6b7b60f7f6654a91189f3817135/Alexandre_Bezerra_de_Carvalho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro e Tânia Fernandes, em Recife (PE), no dia 09 de maio de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Lembranças da infância e da cidade onde nasceu; as características de sua família; menção ao pai, médico; a influência do pai e da família na opção pela formação médica; lembranças do ambiente familiar; lembrança da morte de um dos seus irmãos; a influência do pai em sua vida de pesquisador; a mudança para Recife; o curso de Medicina Preventiva no IMIP; a ida para São Paulo; seu ingresso no Hospital das Clínicas em São Paulo; o concurso público para o Hospital dos Servidores do Estado de São Paulo; as consequências pela aprovação no concurso; sua participação na criação de um grupo especializado em fígado; referência a um acidente sofrido em São Paulo; a volta para Campina Grande (PB); o retorno para Recife; seu ingresso no Hemope; a saída do Hemope; o convite de Aggeu Magalhães para ingressar no CPqAM; considerações sobre sua carreira acadêmica; seu ingresso no governo como Secretário adjunto de Saúde do Estado; considerações sobre sua vida pública; lembranças da infância e da vida escolar; a relação com o pai; o acidente com seu irmão e as consequências na família; o suicídio de um outro irmão; o acidente com uma irmã; considerações da mudança para Recife; lembranças de sua estada no Hospital da Aeronáutica; as relação com o pai; o consultório em Boa Viagem; considerações sobre a Fundação SESP; a aptidão para o piano; a opção pela medicina; lembranças do ginásio; considerações sobre o Colégio Estadual de Campina Grande; o acidente com seu irmão; as experiências e dúvidas na juventude; o vestibular para medicina; o desejo na juventude de estudar física nuclear; a sua formação humanística; lembranças de sua prisão no golpe de 1964; o seu apartidarismo; a época universitária; o Teatro Popular do Nordeste; sua participação no meio artístico e cultural; sua atuação nas boates de São Paulo como pianista; a opção pela medicina.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Lembranças do seu acidente em São Paulo; a volta para Campina Grande; considerações sobre a Faculdade de Medicina de Campina Grande; referência à sua esposa; a vinda para Recife; o ingresso no Hemope; considerações sobre o Hemope; referência aos seus estudos sobre sangue; a montagem de um banco de sangue com o seu pai; sua formação em clínica; referência a uma irmã; considerações sobre Aggeu Magalhães; considerações sobre as relações entre o CPqAM e a universidade; considerações sobre as relações entre o CPqAM e a Secretaria de Saúde do Estado; a ligação do CPqAM com o DNERu; a ligação do CPqAM com a FNS; o início das relações entre o CPqAM e a universidade; considerações sobre a transferência do CPqAM para o campus da UFPE; as relações do CPqAM com o LIKA; seu ingresso no CPqAM; a atuação dos diretores do CPqAM com quem trabalhou; o papel do governo japonês; as relações entre a universidade e a JICA; as relações entre a universidade, a JICA e a Fiocruz; a reforma no CPqAM; sua ida para a Secretaria de Saúde; sua atuação na campanha de combate à cólera; considerações sobre o SUS; a volta ao CPqAM; as relações do CPqAM com os outros centros de pesquisas ligados à Fiocruz.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Considerações sobre o relacionamento do CPqAM com os outros centros ligados à Fiocruz; os financiamentos do CPqAM; considerações sobre a Fiocruz; referência a seu trabalho no CPqAM; o trabalho com o Hemope; considerações sobre um Instituto de Saúde de Pernambuco; referência a uma viagem a Washington; sua formação de recursos humanos; referência ao setor saúde no Brasil; seu interesse na área da saúde pública; o trabalho dos irmãos e do pai; o afastamento de suas irmãs do piano; referência a seus filhos; considerações sobre a informática; relação entre o curso médico e outros cursos; considerações sobre as transformações no mundo; as mudanças no perfil dos médicos; considerações sobre a robótica e a medicina; as mudanças nos currículos dos cursos de medicina; referência ao seu gosto pela medicina.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Alexandre Bezerra de Carvalho</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Alzira Maria Paiva de Almeida</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-03</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">17/04/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h16min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/2/d/f2d6e069abd69e3564089d06226f93fc5463f1a01082c57c1bb79be446c96b9b/Alzira_Maria_Paiva_de_Almeida.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antônio Torres Montenegro, em Recife (PE), no dia 17 de abril de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Considerações sobre a educação colegial; as residências na infância; o magistério; a decisão pelo curso de nutrição; a preparação para o vestibular; o período universitário; o Instituto de Nutrição; as dificuldades pós-64; a ida para o CPqAM; a experiência em Exu (PE); a mudança para Garanhuns (PE); o trabalho com a peste; as bolsas de estudo no exterior; a produção de antígeno antipestoso; a vigilância sorológica em Garanhuns; o CDC; a construção do laboratório.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A colaboração de Darcy Pascoal Brasil; a ida para Garanhuns; o laboratório e os equipamentos; a produção de antígenos conjugados; a importância da França; a experiência do tio na II Grande Guerra; a família: o avô e o pai; a presença francesa no laboratório em Exu; o desejo de doutorar-se e as dificuldades pela falta do título; o doutoramento na França; as dificuldades de adaptação; a vida profissional e a vida familiar; a relação com a orientadora; o trabalho conjunto com o Brasil.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>O aprendizado na França; áreas de interesse; as conversas com o avô e o tio; as dificuldades durante a II Guerra; a morte da mãe e a relação deste fato com Eva Perón; o estudo como interna em colégios de freiras; a influência das colegas; a ida para o Colégio Nossa Senhora do Carmo.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Alzira Maria Paiva de Almeida</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">André Freire Furtado</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-04</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">11 w 18/06/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 8 CDs (5h48min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro e Tânia Fernandes, em Recife (PE), nos dias 11 e  e 28 de junho de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Lembranças da Infância no Ceará e a família; as secas no interior; o estudo; a chegada de um irmão Marista; comentários sobre os irmãos Maristas; o convite para ir para o Colégio Marista e a reação dos pais; a mudança para Recife, para o colégio dos irmãos Maristas; o juvenato; a conclusão dos cursos primário, ginásio e científico; a mudança; para Campina Grande (PB), para o noviciato; a transferência para Aracati (CE) para dar aulas; as matérias que ensinava; o aprendizado de línguas estrangeiras; comentários sobre a Congregação e a presença de maristas de outros países no Brasil; as ordens religiosas francesas; a religião hoje; o conceito social sobre os religiosos hoje; sua opinião sobre a religião; sua posição sobre o Colégio Marista e a origem dos alunos; suas tarefas em Aracati; o hábito de ler e estudar.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>O vestibular na Universidade Católica; a relação financeira com a Ordem Marista; a socialização dos bens; o término do curso de biologia e a transferência para o Instituto de Teologia em Roma; o questionamento sobre os hábitos do convento; a desavença com a direção; a transferência para a França; sua saída da Congregação dos Maristas; o retorno ao estudo de biologia; a sobrevivência; a visita à faculdade em Paris; o ingresso nos cursos de mestrado e doutorado, em Paris; referência às aulas e apresentação de pesquisas; a movimentação política dos alunos e o receio de ser deportado.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Continuação dos comentários sobre os movimentos contra o governo francês, em 1968; a mudança na Sorbonne e no ensino francês; o ingresso na universidade, no Departamento de Biologia e Patologia Gerais; a experiência em ensino programados na área de genética; comentários sobre o ensino secundário; a experiência em Nazaré da Mata; críticas à formação nos Estados Unidos; a bolsa de estudos para retornar à França; o retorno ao Brasil e a criação do Departamento de Entogênese; referências ao curso de francês; a opção pelo estudo em transmissores de doença de Chagas; o crescimento do laboratório e a pesquisa na universidade; o processo eleitoral para reitor; a indicação para continuar como chefe do Departamento de Biologia; reflexões sobre a ciência e a religião; críticas à universidade; a bolsa para ir à Califórnia, para o curso de biologia molecular antes do retorno à França; referência ao golpe de 1964 no Brasil; um episódio no retorno na viagem de navio; o período na Alemanha; comentários sobre o financiamento de pesquisas no Brasil; o episódio com o gasto de uma verba de pesquisa; a relação pesquisa-ensino na universidade; o convite para trabalhar no CPqAM, no Laboratório de Imunologia; o convite para dirigir o Instituto Aggeu Magalhães; o aceite para a vice-direção e as primeiras medidas tomadas; a busca de financiamento; as bolsas para estudo no exterior; a tentativa de aplicação de um método de avaliação; o marasmo na pesquisa; a construção do prédio do CPqAM no campus da UFPE; o termo aditivo ao convênio com a UFPE.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Comentários sobre a especialização de pessoal e os intercâmbios institucionais; definições das linhas de pesquisa no Aggeu; a interdisciplinaridade; os financiamentos externos; o relatório de pesquisa; as bolsas para pesquisa e a formação de pessoal; os assessores da OMS e as pesquisas em filariose; o convênio com o governo japonês; o LIKA e seu financiamento; o intercâmbio do LIKA com o Japão; críticas a algumas opções de intercâmbio; críticas ao LIKA; comentários sobre sua gestão e o papel do diretor.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Comentários sobre o papel do diretor e o acidente com a equipe de filsariose; comentários sobre os grupos de pesquisa do CPqAM e a produção científica; a isonomia na ciência.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Algumas lembranças de infância; a opção pela formação como irmão Marista; o crescimento de Várzea Alegre; a finalidade da Congregação dos Marista; o conflito com a formação religiosa e a cidadania; o gosto pela leitura; a discordância filosófica com os Maristas; o interesse pela genética e a evolução; as doenças estudadas; a situação da doença de Chagas no Brasil e o desinteresse dos pesquisadores nos anos 1990; a inserção na filariose; o trabalho do CPqAM em filariose e o financiamento da OMS; os equipamentos do Centro na década de 1980; a atuação em Zonas Especiais de Interesse Social para o estudo da filariose; as desavenças com o TDR da OMS; o programa RHAE; os projetos desenvolvidos no Aggeu no início da sua gestão.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>O retorno ao trabalho de pesquisa; a possibilidade de reeleição como diretor; a associação da pesquisa com a direção; a filariose e a entomologia; os financiamentos de projetos; as atividades como vice-diretor; o projeto "FINEPÃO" da Fiocruz; as bolsas conquistadas para formação de pessoal e a publicação no Centro; o intercâmbio científico e o núcleo de estudos; referência a alguns pesquisadores; a criação de departamentos no Instituto Aggeu Magalhães (IAM); os pesquisadores visitantes; críticas ao financiamento da OMS; os grupos de pesquisa em filariose.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>O controle da filariose em Recife; a criação de postos de saúde nas favelas; a obrigatoriedade dos estagiários em trabalhar nos referidos postos de saúde; o episódio com uma estagiária da equipe de filariose; a relação entre os dois grupos de filariose; a importância das pesquisas em filariose; a criação do LIKA; a participação de Morei no CPqAM; a relação dos centros regionais com a Fiocruz; o LIKA e o convênio com a UFPE; a posição da Fiocruz; a distância entre o LIKA e o CPqAM; a relação do LIKA com a universidade; o casamento, a família e os filhos.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>A esposa; sua visão sobre a ciência no Brasil; a desigualdade científica entre o Nordeste e o Sudeste; a ciência na Fiocruz; a ciência e o governo militar; os governos pós-ditadura; a reforma do Estado hoje e a universidade; a questão das vacinas em Campinas; o vírus da varíola e sua destruição consciente pelo homem; a criação do NESC; a composição e os cursos ministrados no NESC; crítica à estrutura do NESC e a carência de profissionais.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>Continuação dos comentários sobre o NESC; a direção e a relação com as Secretarias de Saúde; o trabalho de peste em Exu e Garanhuns; o programa PAPES/ Fiocruz; a burocracia para o gasto de dinheiro em pesquisa; a atuação da FACEPE e o programa induzido; a reforma da Fiocruz e o Congresso Interno.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">André Freire Furtado</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Filariose</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Arcelino Ferreira Farias</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-05</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">20/04/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 3 CDs (2h18min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro, em Natal (RN), no dia 20 de abril de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Lembranças da infância em Baixio; a seca no sertão; a mudança para Recife; o estudo com a intenção de ser padre; o rádio; reminiscências do cotidiano no interior do Ceará; a economia da região de Baixio (CE); a Revolução de 1930.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A Revolução de 1930; a seca no sertão de Baixio; o trabalho no IBGE e no Serviço Nacional de Malária; a 2ª Guerra Mundial; a Divisão de Organização Sanitária, o DNERu e o INERu; referências a partidos políticos: UDN, PCB e PSB; o ingresso no CPqAM; os diretores do Instituto Aggeu Magalhães (IAM); a burocracia do CPqAM.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Os problemas com a burocracia do Ministério da Saúde; o trabalho em Exu (PE); o Laboratório Regional de Peste; considerações sobre o DDT; breves comentários sobre os ex-diretores do CPqAM.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>O trabalho em Exu; a administração de André Furtado; a devolução da verba do Banco do Brasil; a reforma administrativa do governo Juscelino; relações de nomes de funcionários do CPqAM; o processo de aposentadoria.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Considerações sobre as 'injustiças' no serviço público; a mudança do regime no CPqAM para CLT; recordação sobre os colegas de trabalho do CPqAM.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Natal (RN)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Célio Rodrigues de Almeida</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-06</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete e 9 CDs (6h25min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro e Tânia Fernandes, em Recife (PE), nos dias 31 de janeiro a 14 de agosto de 1996. O lado A da fita 5 e as fitas 6 e 7 sofreram danificação; a entrevista foi refeita nas fitas 8 e 9.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Lembranças da infância em Canhotinho (PE); o trabalho do pai como motorista; Ascenso Ferreira em Canhotinho; o casamento do pai e a mudança para Canhotinho; mudança de toda a família para Garanhuns (PE); lembranças da adolescência em Garanhuns: o Colégio Diocesano e as matinês de cinema aos domingos.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A namorada, o carnaval, o irmão gêmeo falecido; os longos cabelos cacheados da infância; as diversões, os trabalhos domésticos auxiliando a mãe; a missa e a religiosidade; a mudança para Recife para servir o Exército.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>O trabalho em teatro; lembranças da família; lembranças da 2ª Guerra Mundial e da Copa do Mundo de 1950; a situação política; o crime do padre Hosana de Siqueira e Silva; a participação no movimento anti-comunista; lembranças de Canhotinho e Garanhuns.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Lembranças da infância; a morte de Getúlio Vargas e de Francisco Alves; o interesse pela dança de salão; o serviço militar em Recife (PE); os estudos no Ginásio Pernambucano; o primeiro emprego; o ingresso na universidade; o vestibular em Recife; o início da carreira profissional.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Lembranças do vestibular; o ingresso no Laboratório Central da Peste; lembranças da adolescência; lembranças da ampliação da Avenida Conde da Boa Vista; a participação de congresso em Manaus (AM); a especialização em micopatologia; o golpe de 1964; os convites para trabalhar no sertão.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>O ingresso no CPqAM; os trabalhos com a peste; a organização do projeto da peste; o estágio no Rio de Janeiro e alguns episódios; convênios com a SUDENE para o projeto da peste; o trabalho em Garanhuns; montagem do biotério em Garanhuns; a missão francesa e a escolha de Exu (PE).<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>O radioamador como sistema de comunicação; Exu (PE) como foco da peste; os programas de profilaxia da peste no Brasil; comentários sobre a história da peste no Brasil; Oswaldo Cruz e o trabalho na epidemia de peste em Santos; Oswaldo Cruz e a desratização no Rio de Janeiro; a peste em Pernambuco; urbanização da peste; a peste em Triunfo (PE); a criação do Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu) e a atuação do governo federal nas grandes campanhas nacionais; a evolução de medidas contra a peste; o uso do DDT; o ciclo da peste; o caso do lança-chamas; as mudanças no combate à peste em 1958; o surto de peste em 1961; a divergência entre os pestólogos; o trabalho em Exu lembranças da vida naquela cidade.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>A pesquisa em Exu; a ameaça de paralização dos trabalhos em Exu; o cotidiano em Exu; a perda de contatos com a França e o Irã nos anos 1970; a apresentação de trabalhos em Fortaleza (CE), em 1971; a produção científica do CPqAM e a peste; a relação com a Fiocruz sob a gestão de Vinícius da Fonseca; a polêmica em Fortaleza; a sustentação da tese de transmissão da peste por pulgas silvestres; o congresso em Fortaleza; o prestígio do tralho do CPqAM em peste; a incorporação à Fiocruz; o apoio aos estados do Nordeste; as mudanças nos meios de controle da peste.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>O estágio em Paris; os trabalhos no Institut Pasteur; lembranças da França; a visita do ministro da Saúde brasileiro ao Institut Pasteur; a construção do laboratório em Garanhuns; a vinda de pesquisadores americanos a Garanhuns; trabalhos na área da peste em Garanhuns; a disputa por cargos na Fundação; as bolsas de pesquisa; a fase áurea do Instituto; as incompatibilidades em Garanhuns; a transferência para o Instituto Aggeu Magalhães (IAM), em Recife.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado A<lb/>O convite para participar de um congresso na Rússia; a situação da peste na Rússia; os preparativos para a viagem à Rússia; a proibição da entrada de brasileiros na Rússia; a mudança da viagem; o estágio no Institut Pasteur, em Paris; a implantação dos cursos de peste em Garanhuns; a transformação do laboratório de Garanhuns em um laboratório regional, e do CPqAM em central para a peste; a pesquisa em Garanhuns e a relação com o CPqAM; as outras áreas de pesquisa no CPqAM naquela época; a gestão de Dirceu Pessoa no CPqAM; os estados e as localidades com maior incidência de peste no Brasil; o controle da peste; exemplo de controle na Rússia; o desaparecimento do foco de peste na Europa; referências à peste medieval; a situação da incidência da peste nos anos 1990 no Brasil; os focos de peste no Brasil; a situação em Exu nos anos 1990; os laboratórios no Ceará, Paraíba e Pernambuco; o trabalho de educação sanitária; o trabalho em Exu; os cursos oferecidos em Garanhuns; lembranças do trabalho em Garanhuns; o surto de peste em 1960, em Pernambuco; o Departamento de Bacteriologia no CPqAM; os estudos em biologia molecular no CPqAM.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado B<lb/>Comentários sobre sua experiência em Garanhuns; a reunião no Rio de Janeiro com o Ministério da Saúde para delinear o projeto de controle da peste; o projeto de Baltazar, do Institut Pasteur, e o financiamento da OMS; a escolha de Garanhuns para o início do projeto; o CPqAM e a SUDENE como encarregados do projeto; a estruturação do laboratório em Garanhuns e a montagem de um biotério; as dificuldades de instalação do Biotério; a escolha de Exu para implantação do trabalho; a escola agrícola em Exu; a transferência de Exu para Garanhuns; o curso na Universidade Gama Filho; as gestões de Saul Tavares e de Dirceu Pessoa; a Fiocruz e o projeto em Exu; referência aos pesquisadores que trabalhavam no CPqAM; a transferência de Garanhuns para Recife; o trabalho no CPqAM; o foco de peste no Rio de Janeiro; o envio de material da Fiocruz para o CPqAM; a peste na zona rural do Rio de Janeiro; a falta de um combate excessivo à peste; o ressurgimento da peste em 1961; o processo de readaptação no IAM; a saída de Exu para Recife.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado A<lb/>A campanha de peste da Fundação Nacional de Saúde; a organização dos trabalhos pesquisados; a criação de pulgas; o trabalho de campo e a transmissão de conhecimentos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Célio Rodrigues de Almeida</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <corpname role="subject">Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Diva Vitória Cardim</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-07</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">10/05/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 4 CDs (2h06min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro e Tânia Fernandes, em Recife (PE), no dia 10 de maio de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Lembranças da infância e da família; a vida no sítio; o curso primário; o estudo dos irmãos; o diploma de professora; o primeiro emprego de secretária; o curso de especialização para professoras na Secretaria de Educação; o ingresso na profissão de educadora; o trabalho no preventório Bruno Veloso; a atuação como diretora de uma creche em Beberibe (Recife/PE); trabalho na Campanha Pernambucana Pró-Infância; o trabalho na Secretaria de Educação fora da regência de cadeira; a função como assistente social e a chefia das caixas escolares; a dificuldade na sala de aula por alergia ao giz; as viagens em Pernambuco como chefe de Caixa Escolar; a proposta de trabalho de controle da esquistossomose; o ingresso no DNERu como educadora sanitária; a proposta de participação no curso de educação em saúde; referência à Hortência Holanda; a campanha contra a filariose; o tratamento da filariose na época; o contato com Rinaldo de Azevedo; referência ao chefe Airton; a elaboração de material audiovisual; as palestras de educação preventiva contra a filariose; o trabalho de visitadora sanitária; a divulgação dos métodos preventivos em filariose; o apoio da companhia de eletricidade, da imprensa etc; a ideia da produção de um filme sobre prevenção da filariose.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A produção de um filme sobre filariose; a dúvida sobre o paradeiro do filme hoje; descrição do filme; o levantamento de recursos para a realização do filme educativo; a busca de um cineasta; as dificuldades para a produção do filme e problemas com a administração do DNERu; a finalização do filme; a utilização por várias instituições; as dificuldades em continuar o trabalho; a indicação de transferência para o sertão; as desavenças no DNERu; a participação na secretaria do XV Congresso Brasileiro de Higiene; o ingresso no Instituto de Higiene como secretária; o retorno ao DNERu; a intervenção na direção do DNERu; o ingresso no CPqAM como educadora sanitária; o trabalho com Frederico Simões Barbosa; o trabalho na Escola de Química; a tentativa de mudança do Ministério da Saúde para o de Educação; a campanha de desratização na Prefeitura de Recife; a elaboração de uma cartilha.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>O trabalho no CPqAM na época do convênio da SUDENE para pesquisas ligadas à peste e à esquistossomose; considerações sobre Frederico Simões Barbosa e as atividades assumidas com a sua viagem; as responsabilidades na gestão do convênio com a SUDENE; referências ao trabalho na Secretaria de Higiene na Prefeitura; o Curso Básico Regionalizado de Saúde Pública, os professores, os alunos, as exigências; o início dos problemas pessoais de saúde; o trabalho no Centro de Saúde Couto Lessa Andrade; a licença médica; referências a André Furtado; os problemas com o afastamento; o retorno à secretaria dos cursos de saúde pública; a reclassificação na Fiocruz; a criação do NESC; o processo de aposentadoria; o agravamento de seu quadro de saúde; referência a seu processo de aposentadoria; referência a Arcelino e o processo de reclassificação; o criadouro de muriçocas para a realização do filme.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>O criadouro de muriçocas e a alimentação dos insetos; o estúdio improvisado na garagem da casa; referência ao trabalho do pai e seus problemas de saúde; lembranças da infância, as brincadeiras e os castigos; comentários sobre a irmã; a doença do pai e o diagnóstico; a cirurgia do pai; a medicação trazida do Japão para o pai; o período com o pai no hospital; o falecimento do pai; o falecimento da mãe; os problemas de saúde e a cirurgia cardíaca; referência ao NESC e à documentação em sua posse; a campanha contra as muriçocas.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>O filme sobre filariose: comentários na imprensa, a filmagem.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <corpname role="subject">Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Eridan Coutinho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-08</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h42min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>A depoente faleceu no dia 22 de março de 2024.
<lb/> https://www.cpqam.fiocruz.br/institucional/noticias/fiocruz-pe-perde-a-sua-primeira-diretora-eridan-coutinho</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro e Tânia Fernandes, em Recife (PE), nos dias 30 e 31 de janeiro de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Considerações sobre o seu pai; a ação revolucionária do pai; o exemplo dado às filhas; a juventude do pai; o ingresso do pai no Exército; o movimento de 1930; a prisão do pai; a vida após a prisão; o nascimento de Eridan; a prisão do pai em Fernando de Noronha; a anistia; a carreira do pai no Exército; as constantes transferências de moradia; os estudos; a escola; a liberdade na juventude; a juventude em Fortaleza; a opção pela medicina; o vestibular; a mudança de universidade; a política estudantil; o desejo de estudar na Faculdade de Medicina da Bahia; a transferência para a Faculdade de Recife; o desejo de ser pesquisadora; a opção pela anatomia patológica; a monitoria; o ingresso no CPqAM; o convívio com José Carneiro; a vida acadêmica.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A bolsa de estudos nos laboratórios Pravás; o fim da participação política (em Recife); a política estudantil em Fortaleza; lembrança de alguns professores; a estada em São Paulo; a experiência como auxiliar acadêmica; a estrutura laboratorial do CPqAM; o primeiro Laboratório de Bioquímica dos Caramujos; o casamento e o primeiro filho; a estada nos EUA; a experiência na Harvard School of Public Health; o trabalho no Departamento de Nutrição; a relação entre parasitoses e desnutrição; a experiência na faculdade; o doutorado.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>A livre-docência; a experiência na Inglaterra; a relação do CPqAM com a Secretaria de Saúde Pública de Pernambuco; a importância da saúde pública; a falta de sintonia com os problemas regionais; a ligação mais direta com o governo federal; as grandes campanhas de saúde pública; as relações com outros órgãos governamentais; a Fundação SESP; a entrada no INERu; a mudança de Instituto para Centro de Pesquisas; a incorporação à Fiocruz; a gestão de Sergio Arouca; o convênio com o governo japonês; os acordos para a construção do novo prédio; a gestão de Ageu Magalhães Filho.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>A busca de um local para o laboratório japonês; o acordo com a universidade; as movimentações políticas; a elaboração de um organograma para o Centro; o convênio entre a Fiocruz e a universidade; a fundação do LIKA; a relação entre o CPqAM e o LIKA.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>A infância e a influência do pai, as irmãs e a mãe; a vida em família; o trabalho e os filhos; os filhos, noras e genros; a época passada na Bahia; a 2ª Guerra Mundial; a partida do pai; os namoros; as brincadeiras de colégio; o gosto pelas piadas; as brincadeiras e os estudos; a participação no diretório acadêmico; o estudo de música; as atividades extra-curriculares; a ação na política partidária de Fortaleza; as decepções com a política; a narrativa de um fato durante a ditadura militar.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Referência ao seu casamento; comentários sobre Frederico Abath; o divórcio; os filhos; o estudo dos filhos; sua influência sobre a escolha profissional dos filhos; a presença do avô na criação dos filhos; os estudos nos EUA; a influência da ditadura militar no CPqAM; as transformações ocorridas na gestão Arouca; a ampliação do espaço físico e do pessoal do CPqAM.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Considerações sobre sua gestão; a qualificação de recursos humanos; linhas de pesquisa do CPqAM; intercâmbio com outros centros; a relação com Far-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>Considerações sobre sua participação na história do CPqAM.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Eridan de Medeiros Coutinho</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Endemias Rurais (INERu)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Frederico Guilherme Coutinho Abath</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-10</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (56min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/9/9/a9981f8b2eb1bfd571ec3b183c258b1cfb06211bdfbec313853352a28de95b28/Frederico_Guilherme_Coutinho_Abath.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro, em Recife (PE), no dia 03 de abril de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Lembranças da Infância; a relação familiar; comentários sobre as conversas acadêmicas dos pais; a opção profissional; lembranças da vida escolar; o ingresso na universidade; a residência médica em cardiologia; a incorporação ao CPqAM; o vínculo com a Fiocruz; a vida científica; o doutorado em Londres; o retorno ao Brasil; as áreas de interesse para pesquisa; comentários sobre o doutoramento e a ciência na Inglaterra; o nascimento das filhas; comparação entre o trabalho científico nos dois países; a chefia de departamento no CPqAM; comentários sobre a Fiocruz e a pesquisa no CPqAM nos anos 1990; a separação dos pais e os irmãos; lembranças da infância; a viagem dos pais para os EUA; a reforma da casa da família; o casamento do pai e os novos irmãos; observações sobre as classes sociais e sua relação, quando criança, com crianças pobres.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A primeira experiência sexual; o namoro; a consciência política e a ditadura de 1964; a perseguição aos seus pais; a cultura, música e artes na década de 1960 e comparações com a atualidade; seu gosto musical; as leituras recentes; comentários sobre seu avô materno.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Frederico Guilherme Coutinho Abath</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Frederico Adolfo Simões Barbosa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-09</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">16 e 17/12/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h48min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/b/6/8b6fff2fb6066f4a17d8738b7f30eaf8eb7c5a205c0362f7e8f820d62219d5fd/Frederico_Adolfo_Sim__es_Barbosa_.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro e Tânia Fernandes, em Recife (PE), nos dias 16 e 17 de dezembro de 1995.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Lembranças da infância; a vocação profissional do pai e do avô; o espaço da cidade para uma criança naquele tempo; a inauguração do Hospital Centenário; a festa de inauguração; a Revolução de 1930; comentários sobre Pessoa de Queiroz; o alistamento do irmão e a convocação do mesmo para a Revolução de 1932; a prisão do pai; comentários sobre Agamenon Magalhães; o episódio de invasão da Folha da Manhã.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Continuação da narrativa sobre o episódio contra o jornal de Agamenon Magalhães; a perseguição de Agamenon a sua família; Agamenon como interventor e sua perseguição aos integralistas; a perseguição sofrida e sua saída de Pernambuco; as dificuldades com o curso de medicina; a interferência da condessa e do conde Pereira Carneiro para sua liberação e a realização das provas de conclusão do curso de medicina; retorno ao Rio de Janeiro; a bolsa de estudos concedida por Assis Chateaubriand, em São Paulo; a Faculdade de Medicina; a opção pelo curso de medicina; a cultura médica brasileira e a influência europeia; o estágio no Hospital Centenário; referência a Samuel Pessoa e o curso de parasitologia, Aggeu Magalhães e Ulisses Pernambuco; o envolvimento com a psiquiatria e com a antropologia; a Aliança Nacional Libertadora (ANL); as reuniões políticas na faculdade; a pós-graduação com Samuel Pessoa, na USP.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>A pós-graduação em São Paulo e a ajuda de Assis Chateaubriand a estudantes nordestinos; a moradia em uma pensão; comentários sobre Samuel Pessoa e a Revolução de 1932; contatos com o grupo de Samuel Pessoa; a estada no Rio de Janeiro; o alistamento nas tropas da 2ª Guerra Mundial e o retorno a Recife; a década de 1945; a denúncia de falsificação de exames de fezes no Hospital da Aeronáutica; o assassinato de Demócrito em 1945; suas primeiras leituras marxistas; sua inscrição para ir à guerra; a possibilidade de ir para o Rio de Janeiro, a desistência e o acidente com avião; o curso de mestrado nos EUA e sua opção pelo trabalho de campo; a reação americana no fim da guerra; fatos marcantes da passagem pelos EUA; episódio de racismo.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Continuação dos relatos do episódio de racismo; o primeiro casamento e as experiências de rapaz; a volta ao Brasil; as eleições no Brasil; o papel de Amílcar Barca Pellon e Aggeu Magalhães [pai] na organização do Centro; Aggeu (pai) e a organização da anatomia patológica de Pernambuco; comentários sobre Aggeu [pai]; a ida de Evandro Chagas a Recife; a criação do Serviço de Verificação de Óbitos e os primeiros estudos sobre esquistossomose; a construção do CPqAM; a indicação de seu nome para a direção do Centro; comentários sobre Barbosa Lima Sobrinho; o acompanhamento da construção do IAM; a inauguração do IAM e da Fundação Joaquim Nabuco; os funcionários do IAM; a esquistossomose; a criação dos centros de Belo Horizonte (MG) e da Bahia; as dificuldades financeiras no IAM e o financiamento por instituições estrangeiras; o controle da endemia de esquistossomose; as discussões contra os moluscicidas e o controle da esquistossomose no Egito.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>As discussões sobre o uso dos moluscicidas e as tentativas com produtos naturais; a mudança de Instituto para Centro de Pesquisas; a publicação de trabalhos sobre os moluscicidas; os demais centros de pesquisa brasileiros; a pesquisa no Centro de Belo Horizonte; a política de controle da esquistossomose em Pernambuco; o uso de moluscicidas em meados da década de 1950 em caráter experimental; o trabalho na OMS; algumas experiências com moluscicidas no Egito; a Bayer e os moluscicidas; as desavenças na OMS; as pesquisas no CPqAM e a liberdade de contratação e demissão; a relação com Agamenom e Aggeu; as atividades na universidade; a demissão do CPqAM; a gestão do Centro e as relações políticas com os governos; o INERu na gestão de José Rodrigues da Silva; a aposentadoria precoce.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>A experiência na OMS e os interesses políticos; o veto aos relatórios sobre restrições ao uso dos moluscicidas; a viagem a Gana; fatos marcantes na OMS; o retorno ao Brasil e os convites das universidades; o envolvimento com a educação médica e o cargo de presidente da ABEM; a escolha por Brasília e as divergências políticas; a relação com Pernambuco e a manutenção do trabalho no IAM; comentários sobre Francisco Arruda; o concurso de livre docência; comentários sobre o sistema de cátedras; a experiência em Brasília e a repressão na universidade; a aposentadoria especial; o título *honoris causa*; a gestão como diretor da Faculdade de Ciências da Saúde e as desavenças com o reitor; a criação da Associação de Docentes e sua participação; a invasão da Universidade de Brasília pela polícia; o financiamento de organizações internacionais de pesquisa.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>O programa comunitário em Planaltina (cidade Satélite/Brasília); o cancelamento de convênios; a perseguição do reitor ao seu trabalho; referência a um documento papal sobre a absolvição de Galileu pela Igreja; o artigo 477: sua ação sobre os estudantes universitários e a posição da Congregação; o episódio na casa de um amigo ligado ao governo militar; o trabalho no Ministério da Educação, em Brasília; a perseguição em Brasília à sua esposa; as articulações com o CNPq; a Universidade de São Carlos; o processo eleitoral para reitor e a recusa da ministra; a separação da segunda esposa; Ernani Braga e o concurso para a Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp); a direção do Departamento de Epidemiologia e da Ensp; as atividades na ABEM; os quatro cargos ocupados na Fiocruz; a anistia e abertura política; a candidatura de Sergio Arouca para a Fiocruz; comentários sobre a política na Fiocruz.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>O posicionamento político da Fiocruz; as novas diretorias e sua gestão; o Estatuto da Fundação; as dificuldades políticas; o retorno ao departamento e a criação do Núcleo de Estudos Samuel Pessoa; a aposentadoria na Ensp e o contrato como pesquisador visitante; o retorno a Recife; a incorporação ao CPqAM e o trabalho com esquistossomose; as homenagens recebidas; a Festa das Rosas e a arrecadação de fundos para o Hospital Centenário.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Frederico Adolfo Simões Barbosa</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Esquistossomose</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Gerusa Dreyer</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-11</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h35min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/4/3/a/43ac207c9ba78263080008a2aabc01284fd99983e390f3d24bce49a4a052594c/Gerusa_Dreyer_Vieira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro e Tânia Fernandes, em Recife (PE), no dia 01 de janeiro de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Comentários sobre seu nascimento; a infância, o respeito à hierarquia; a curiosidade nata; a família e as dificuldades; o papel da mãe; os estudos; a doença do pai; o espírito dos avós; a filosofia de vida; as férias no interior; os estudos primários; o vestibular.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>O acidente; a estada no hospital; os erros médicos e as consequências no nascimento da primeira filha; a leitura durante a convalescença; o ingresso na faculdade; o retorno ao hospital; o novo vestibular; sua relação com os pacientes; a convivência com a filariose; o primeiro contato com a doença; o ingresso no CPqAM; seus primeiros estudos da doença; o curso de psicologia; as aplicações do conhecimento psicológico; a relação com a cirurgia; a formação clínica; a ida aos EUA; o trabalho no Centro de Hemoterapia.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Os problemas durante a primeira gravidez; as dificuldades no parto; a filha recém-nascida e doente; a cura da filha; a terceira gravidez; o acidente que havia sofrido e os consequentes problemas; a recuperação; a reconstituição plástica da face; o ingresso no CPqAM; o processo de tratamento da filariose; a projeção internacional do trabalho; as pesquisas para a elaboração de uma vacina; a possibilidade de recuperação; a filariose; os problemas burocráticos; as dificuldades no estudo da filária; o ideal de uma organização.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>A burocracia; a geografia da elefantíase; a erradicação no Sul do Brasil; o aspecto dos doentes; a repercussão da doença nas funções sexual e mental do paciente; a cura corporal e psicológica; a importância da urologia; repercussões sexuais; o sofrimento com a doença; a desvalorização do Nordeste brasileiro; a porcentagem de regressão da doença; a integração multidisciplinar; a importância da observação dos pacientes; a utilização da ultrassonografia; a observação clínica; a relação na equipe.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Reflexões sobre a morte; a continuidade da pesquisa; a comemoração pelos dez anos do programa; a convivência com Amaury Coutinho; a afeição recíproca entre os membros da equipe; sua relação com o trabalho; considerações sobre o trabalho do pesquisador; o doente no Centro de Pesquisas; considerações sobre a vida e a morte; a continuidade de seu trabalho.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Gerusa Dreyer Vieira</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Hélio Bezerra Coutinho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-12</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h58min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/7/a/57acae06bd00d6f63d32131061c6844e521d40207d23ea5fa25d6552453562e5/H__lio_Bezerra_Coutinho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro, em Recife (PE), no dia 05 de abril de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>A infância e a família; o encaminhamento para o curso de medicina; o cotidiano da infância; a vida escolar; o curso pré-médico; a convocação para o Exército; o mestrado nos EUA; o incêndio do edifício nos EUA; o aprendizado em embriologia e histologia na Universidade de Michigan; o concurso para a Fundação Kellogg; a criação de uma cadeira no Departamento de Histologia, na Faculdade de Odontologia de Pernambuco; a reforma universitária (1968); o convite para trabalhar em ensino programado com especialistas de Porto Rico; os problemas com o Serviço Nacional de Informação (SNI); a experiência na Inglaterra; a Fiocruz; o trabalho na universidade; os convênios firmados na Escócia para o CPqAM.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A pesquisa no Brasil; o convite para trabalhar no CPqAM; sua gestão no CPqAM; a aquisição de recursos para a produção científica; o movimento de 1935; o teste para a escola experimental; lembranças de uma antiga professora; comentários sobre Cristiano Cordeiro; o período ginasial; a Faculdade de Medicina; o período em que esteve no quartel.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>O Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro (CPOR); a dedicação exclusiva na universidade; a participação nos movimentos políticos; o episódio Demócrito; o Partido Comunista; o Comitê Nacional de Organização e Preparação do Partido (CNOP); o golpe de 1964; a vida no bairro do Recife; a convivência com o mundo intelectual de Recife; os cinemas do período e o cinema mudo; o trabalho no CPqAM; a pesquisa científica no Brasil; as homenagens e os títulos recebidos.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>A experiência de trabalhos na Inglaterra; memórias de Portugal; o contato com o mundo acadêmico português; o período pós-revolucionário em Portugal; os alunos portugueses; a falta de adaptação da esposa em Portugal.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Hélio Bezerra Coutinho</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Carlos de Moraes</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-13</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h48min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro e Tânia Fernandes, em Recife (PE), nos dias 18 e 19 de janeiro de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Considerações sobre a cidade de Quipapá (PE); suas atividades quando era criança; o trabalho do seu pai; lembranças da infância e da escola; as festas em Quipapá; seus irmãos; sua atuação como coroinha da missa; o assassinato do bispo de Garanhuns (PE); o livro sobre o assassinato do bispo Dom Francisco Expedito Lopes; referência ao padre Hosana de Siqueira e Silva; considerações sobre a religião; lembranças da infância; as diferenças sociais em Quipapá; seu cotidiano em Quipapá; lembrança de uma namorada; seu desejo de ser seminarista; referência ao cinema de Quipapá; considerações sobre seu pai; as desigualdades entre os frequentadores do cinema de Quipapá.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Considerações sobre o cinema; considerações sobre Quipapá; as peças teatrais escolares; o professor Amaro Matias; a atuação da Fundação SESP em Quipapá; o curso de admissão em Caruaru (PE); seu desejo de sair de Quipapá; a inauguração do Posto de Saúde de Quipapá; referência ao parteiro Cláudio Lopes; o jogo do bicho no interior; a primeira namorada; sua saída de Quipapá para Caruaru; lembranças dos estudos em Caruaru; o primeiro emprego em Caruaru; lembranças do seu trabalho em uma gráfica; referência a seu cunhado; o curso de contabilidade; o interesse por mecânica; a vinda para Recife; o trabalho na COPERBO; lembranças de Recife; a deposição de Miguel Arraes; a ida para o Rio de Janeiro.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Lembranças da infância; atuação de seu pai no jogo de bilhar; lembranças da chegada do primeiro televisor em Quipapá; os banhos públicos; os trabalhos em Recife; a simpatia por Francisco Julião; lembrança de um comunista em Quipapá; a atuação política do pai; os anos da ditadura em Quipapá; a chegada no Rio de Janeiro; referência a um amigo; considerações sobre a vida no Rio de Janeiro; o primeiro emprego no jornal Última Hora; o trabalho na Construtora Rabêlo; considerações sobre o Lloyd Brasileiro; o ingresso na Montreal Engenharia; o desejo de trabalhar por conta própria; reflexões sobre a morte de um amigo; considerações sobre o início de um trabalho independente.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Considerações sobre o início de um trabalho independente; o ingresso na Fundação SESP; referência ao trabalho na ABIFARMA; o trabalho na Unidade de Planejamento do Ministério da Saúde; lembrança de médicos famosos; o primeiro casamento; as amizades no Ministério da Saúde; considerações sobre as intrigas no Ministério da Saúde; a ida para Brasília; o segundo casamento; a estada em Brasília; o fim do segundo casamento; o ingresso na Fundação Oswaldo Cruz; considerações sobre suas viagens.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Considerações sobre o programa PIASS; considerações sobre o SUS; o trabalho antes de ingressar na Fiocruz; referência à vida social em Brasília; a chegada na Fiocruz e os relacionamentos; o cargo no Rio de Janeiro; o retorno a Recife; referência a sua transferência para o CPqAM; comparação entre o Rio de Janeiro e Recife; considerações sobre o CPqAM; as suas realizações no CPqAM; referência ao FioPrev; referência ao seu relacionamento no CPqAM.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Considerações acerca do setor de pesquisa do CPqAM; o seu relacionamento no CPqAM; considerações sobre as suas características pessoais; referência ao período em que perdeu a memória; referência aos problemas enfrentados no CPqAM.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Luciana Abrantes</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-14</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (35min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro, em Recife (PE), no dia 24 de janeiro de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Lembranças da infância; influência cultural do pai; referência aos locais onde morou quando criança; os veraneios em Piedade (Recife/PE); considerações sobre o período escolar; recordações do cinema Luã; considerações sobre filmes que assistiu quando criança; a religião; a morte do pai; considerações sobre a adolescência; preferências intelectuais na juventude; o desejo de se casar na juventude; considerações sobre a opção pelo curso de biblioteconomia; o ingresso no CPqAM; descrição da biblioteca do CPqAM quando chegou; a aquisição de periódicos para a biblioteca; considerações sobre a informática; a produção de trabalhos no CPqAM; a clientela da biblioteca do CPqAM; a situação financeira da biblioteca; a aquisição de livros para a biblioteca do CPqAM; características do cargo que ocupou na biblioteca do CPqAM; referência às publicações do CPqAM.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Referência às publicações do CPqAM; a gestão de André Furtado; referência a Eridan Coutinho e sua gestão no CPqAM; a produção científica do CPqAM; considerações sobre o período em que trabalhou no CPqAM.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Marcelo Vasconcelos</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-15</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (52min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/f/6/9f66ac5f64cbd9b368f20210b0de03b92a963ef8061f9658ce330a2ce40a2ad6/Marcelo_Vasconcelos.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro, em Belo Horizonte (MG), no dia 28 de fevereiro de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Recordações da Infância; chegada a Recife (PE); o curso de medicina e o ingresso no CPqAM; a estrutura inicial do CPqAM; o trabalho com Frederico Simões Barbosa; o contato com Wladimir Lobato Paraense, em Belo Horizonte; comentários sobre Nelson Chaves; a direção no Instituto em Belo Horizonte; as linhas de pesquisa no Instituto; o curso em Jerusalém; comentários sobre a ciência em Jerusalém; sua atividade como reitor da universidade; a organização da pós-graduação na universidade.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>O período de trabalho no CPqAM; a repercussão do golpe de 1964 na universidade e no IAM; o trabalho com a esquistossomose no CPqAM; comparação da experiência de trabalho no IAM com outras instituições do Brasil; a formação como pesquisador; a ciência no Brasil e o pesquisador no Brasil.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Esquistossomose</subject>
            <geogname>Belo Horizonte (MG)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Otamires Alves da Silva</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-16</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (48min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro, em Recife (PE), no dia 24 de abril de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Lembraças de Timbaúba (PE); a infância na Capunga (Recife/PE); a escola; a liberdade feminina; a universidade; o estágio com o Frederico Simões Barbosa e Ivete Barbosa, no antigo Instituto de Higiene, atual Laboratório de Higiene e Segurança do Trabalho (LHST); as diversões na adolescência; os filmes marcantes; os cantores da época; a contratação para o CPqAM; os trabalhos em esquistossomose; a atuação em educação sanitária; o trabalho com a peste, em Garanhuns (PE); os trabalhos com doença de Chagas.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A experiência na França; o doutorado; o convênio com a comunidade europeia; as pesquisas com vacina para a leishmaniose; os testes vacinogênicos em seres humanos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Esquistossomose</subject>
            <subject>Leishmaniose</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Plenete Cavalcante Marques</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-17</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (28min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/9/5/d95e346ba284bb42915737126b367f4d4ca4ddd382b4105d571e746a2748b853/Plenete_Cavalcante.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro e Tânia Fernandes, em Recife (PE), no dia 25 de janeiro de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Memórias da infância e a doença do pai; a vida escolar; o ingresso no CPqAM como auxiliar de escritório; o DNERu e o vínculo deste com o CPqAM; o retorno aos estudos e o término do 2° grau, atual Ensino Médio; os cursos de especialização; as atividades desenvolvidas no CPqAM; a evolução do IAM; as festas religiosas e o carnaval; o cotidiano em bairros como Beberibe, Arruda e Espinheiro (PE); comentários sobre as administrações do IAM; o FioPrev em Recife; os cursos no Rio de Janeiro; suas atividades e a gestão de André Furtado; a relação com os pesquisadores; a incorporação do CPqAM à Fiocruz; o Plano de Cargos e Salários; o número de pesquisadores e funcionários no CPqAM nos anos 1990; a aposentadoria e a Reforma de Estado; a contribuição para o trabalho no IAM; a aposentadoria.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <corpname role="subject">Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Saul Tavares de Melo</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-04-18</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h20min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Antonio Torres Montenegro e Tânia Fernandes, em Brasília (DF), nos dias 01 de fevereiro e 01 de março de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Lembranças da infância e da família; o engenho do pai e a produção de açúcar; o acidente com um tiro; a moradia na casa de detenção; a bolsa de estudos; a carteira de investigador; referência a "Zé" Francisco; alguns episódios no estádio de futebol; referência a algumas pessoas de Pernambuco, inclusive Joaquim Francisco; referência aos irmãos; o concurso para o Ministério da Saúde/Serviço Nacional de Peste; a experiência no interior; a chefia de um setor do Serviço Nacional de Peste, em Alagoas; referência a uma matéria de jornal e sua reação; referência à família Góes Monteiro; os filhos e suas atuações profissionais em Brasília; a formatura do filho; alusão à sua formatura; a opção pela medicina; referência a Celso Arcoverde; o trabalho contra a peste em Crato (CE); a estada no Rio de Janeiro na época do final da Copa do Mundo de 1950; o jogo Brasil x Uruguai; o curso de saúde pública no Rio; referência à sogra; os estágios; a volta para Recife; o trabalho em Fernando de Noronha.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>O trabalho em Fernando de Noronha; o socorro a uma grávida; a cirurgia cardíaca; referência à sua posição política na eleição de Collor de Mello; o convite da Oficina Sanitária Pan-Americana; o trabalho no Haiti com a campanha contra bouba; a campanha de "casa em casa" de bouba no Brasil; o financiamento da casa na CEF; o DNERu; a homenagem da filha na época de sua cirurgia; o CPqAM; referência a alguns diretores; a circunstância pela qual foi convidado para dirigi-lo; referências ao CPqAM e a algumas pessoas; a pesquisa na sua gestão; a sua homenagem no CPqAM; o motivo da transferência para Brasília; o trabalho dos filhos; a atuação contra as endemias no Ministério da Saúde/ SUGAM; o trabalho na erradicação da varíola; o reconhecimento pelo seu trabalho; referência a um episódio no IAM.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Referência a um episódio de agressividade de um funcionário no IAM; memórias da revolução de 1930; o relacionamento com a família Queiroz Galvão; o período de Agamenon Magalhães; as correspondências com Ledo Ivo; referências ao amigo Pedro Nava; o hábito da leitura; as amizades escassas em Recife; o relacionamento com a família em Recife; a leitura dos Sermões de Padre Antonio Vieira; a adaptação dos filhos em Brasília (DF); a situação dos filhos; o trabalho de saúde pública em Brasília; as campanhas de saúde e as viagens pelos estados; referência a Érico Veríssimo; a situação da saúde pública nos anos 1990.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>A repressão do governo de Agamenon e a interferência de Aggeu; comentários sobre Ageu [filho] e Frederico Simões Barbosa; a comemoração de 45 anos do CPqAM e o discurso de Eridan Coutinho; a repressão na faculdade no período de Agamenon; o Laboratório de Peste em Exu (PE); lembranças da faculdade; os professores marcantes na faculdade; o professor Anibal Bruno; a distração na barraca do Brito; a leitura do livro de Darcy Ribeiro; comentários sobre a neta; o apoio a Collor; o primário em Macaparana (PE) e o professor italiano Luís Égano; o professor Luís Égano e o episódio da 2ª Guerra Mundial; o engenho; a doença da irmã e a perda do engenho; o livro do irmão Lourenço Tavares de Melo sobre memórias do engenho Tabocas; a ida para Recife e a situação do engenho; as viagens de trem; referência a Mauro Mota e Potiguar Matos.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Lembranças do engenho; os versos da filha em virtude do recebimento de uma medalha; os elogios do colega Joaquim de Castro; a infância e o jogo do bicho; a vida em Recife, estudos e moradia; o recebimento de mesada através de um amigo português; a situação do engenho quando da ida da família para Recife.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Saul Tavares de Melo</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
            <corpname role="subject">Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Bouba</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Plantas medicinais: história e memória da pesquisa e da política científica no Brasil</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09</unitid>
          <unitdate normal="1995/2001" encodinganalog="3.1.3">1995 - 2001</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 90 fitas cassete (76h30min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 16 depoimentos orais de cientistas e professores vinculados à universidades e institutos dedicados à pesquisa na área de plantas medicinais. Estes depoentes foram escolhidos em função de sua inserção acadêmica e participação na condução e organização de grupos de pesquisa. Foram entrevistados, ainda, dois técnicos do Ministério da Saúde que tiveram relevante atuação neste processo. Questões de fundamental importância para o tema, como a relação entre ciência e tecnologia, a indústria farmacêutica nacional, a legislação sobre patentes na área, as agências de fomento à pesquisa e os financiamentos de projetos e programas foram abordados no âmbito do projeto.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Transcrição integral.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Alaíde Braga de Oliveira</persname>
          <persname role="subject">João Batista Calixto</persname>
          <persname role="subject">Nikolai Sharapin</persname>
          <persname role="subject">Paulo Barragat</persname>
          <persname role="subject">Benjamin Gilbert</persname>
          <persname role="subject">Walter Baptist Mors</persname>
          <persname role="subject">Elisaldo Luiz de Araújo Carlini</persname>
          <persname role="subject">Otto Richard Gottlieb</persname>
          <persname role="subject">Nuno Alvares Pereira</persname>
          <name role="subject">Edmundo Machado Netto</name>
          <persname role="subject">Cyrene dos Santos Alves</persname>
          <persname role="subject">Delby Fernandes de Medeiros</persname>
          <persname role="subject">Francisco José de Abreu Matos</persname>
          <persname role="subject">Antonio José Lapa</persname>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>Farmacologia</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>FERNANDES, Tania Maria Dias. Plantas Medicinais: memória da ciência no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2004.</p>
        </bibliography>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Alaíde Braga de Oliveira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-01</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">14/04/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h39min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/4/8/048b8f6e139a43b91ed84f78cd80e141bff1f6eef3e4a02f83a9d300abdaa237/Ala__de_Braga_de_Oliveira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Fernando Dumas, em Belo Horizonte (MG), no dia 14 de abril de 1998.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Comenta sua infância, família, seus estudos básicos e de seus irmãos; seu interesse pela Química e a influência do Prof. Henrique Lacombe; sobre a entrada na Faculdade de Farmácia; sua relação com o Prof. Otto Gottlieb; sua formação acadêmica; a mudança para Brasília, a conclusão do mestrado, a experiência como auxiliar de ensino na Universidade de Brasília (UnB); seu doutoramento; seus estudos de pós-doutorado na Inglaterra; suas atividades de docência e orientação de teses na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); a criação da pós-graduação em Fármaco-Química na UFMG; as mudanças de cátedras nas disciplinas dos cursos  universitários; a opção de não se envolver em atividades de gestão na universidade.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Referência aos financiamentos e estrutura para pesquisa na universidade; sua escolha de objeto de pesquisa; sobre a utilização e repercussão social do conhecimento produzido na universidade; sobre metodologia de pesquisa; sobre a relação do químico com o biólogo; sua atividade de pesquisa e a relação com outros departamento e instituições;  a relação de suas pesquisas com o conhecimento popular; patentes; o estudo de plantas brasileiras no país; o projeto comunitário que participou para cultivo de plantas.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Comenta sobre a formação de recursos humanos, mercado de trabalho e identificação de plantas medicinais; seus ex-orientandos de tese; congressos e simpósios de plantas medicinais; recursos técnicos e financiamento para pesquisa; o trabalho de screming de plantas na indústria farmacêutica; a relação da Química com a Agronomia e seu envolvimento de suas pesquisas com o EMBRAPA; as pesquisas com Espinheira Santa; projetos de pesquisa da Central de medicamentos (CEME); a entrada e a influência das indústrias farmacêuticas multinacionais no mercado brasileiro e o impacto nas condições de saúde da população; sua relação com a indústria farmacêutica.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>A relação da universidade com a indústria farmacêutica; a relação da indústria com pesquisas de produtos naturais;  atividade dos farmacologistas na UFMG; os primeiros trabalhos de Fitoquímica e o interesse por plantas medicinais; o desenvolvimento das áreas de pesquisa de produtos naturais no país; política e investimentos governamental na área científica; investimento provado na área de pesquisas científicas; financiamento de agências internacionais para realização de pesquisas; orçamento médio para realizar um pesquisa; tradição de estudos de substâncias hidrosolúveis no país.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>A tradição de estudos de substâncias hidrosolúveis e metodologia de trabalho; as instituições que desenvolvem trabalho com fitoterapia no país e países que se destacam na Fitoterapia; a opção pela carreira acadêmica; a relação entre Etnofarmacologia e a Botânica  no trabalho de Fitoquímica; a opção das plantas como objeto de pesquisa; a Químio-sistemática;  o conceito de ciência;  a formação profissional dos filhos.<lb/><lb/>Fita 3 - lado B<lb/>A formação profissional dos filhos e do marido; seu trabalho junto com o marido;  sua aposentadoria.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Alaíde Braga de Oliveira</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Antônio José Lapa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-02</unitid>
            <unitdate normal="1999/2000" encodinganalog="3.1.3">21/09/1999 a 30/11/2000</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 11 fitas cassete e 11 CDs (9h54min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/5/1/95173c7fbaa9b7aa08331178290d5feec2afbe08fac992d41d68c08318b20c31/Ant__nio_Lapa.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Fernando Dumas, em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 21 e 22 de setembro de 1999 e 30 de novembro de 2000.<lb/><lb/>Sumário<lb/><lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Referência a sua origem familiar, sua vida e seus estudos em Marília (SP); comentário sobre sua mudança para São Paulo e seu interesse pela medicina; seus estudos preparatórios para o curso de medicina; sua entrada na Escola Paulista de Medicina e sua rotina como aluno da faculdade; o envolvimento com a farmacologia e a relação com os professores Ribeiro do Vale e Leal Prado.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Comentário sobre a criação do Laboratório de Farmacologia na Escola Paulista de Medicina; a trajetória acadêmica de Ribeiro do Vale e as viagens pelo nordeste do país com este professor.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Referência a sua experiência como estudante de medicina nas instituições de ensino e pesquisa no nordeste do país; comenta sobre seu interesse e estudos sobre maconha e o interesse de Ribeiro do Vale por plantas; sua entrada como professor na Escola Paulista de Medicina; aborda a criação da Pós-graduação no país e o curso de farmacologia no Chile.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Comenta a formação acadêmica de colegas no curso de farmacologia no Chile e  o retorno ao Brasil; suas pesquisas e tese sobre hormônios e o canal deferente; a conjuntura política pós-64; discute sobre sua decisão de não fazer uma tese sobre maconha; comentário sobre a eletrofisiologia e suas experiências nos Estados Unidos; o retorno ao Brasil e a  segunda viagem ao Estados Unidos; a entrada na Escola Paulista de Medicina.<lb/><lb/>Fita3 - Lado B<lb/>Comentário sobre as dificuldades financeiras que sofreu quando veio dos Estados Unidos para o Brasil; referência ao convite para prestar concurso para a Universidade de São Paulo e convite de Ribeiro do Vale para coordenar projeto de plantas medicinais; sobre a escolha das plantas medicinais como objeto de estudo científico; sobre a interrupção do projeto de plantas medicinais pela Central de Medicamento (CEME); sobre a proposta de criação de um projeto integrado de produtos naturais e sua relação com a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP); comentário sobre a sua proposta pessoal para se estudar plantas medicinais no país.<lb/><lb/>Fita4 - Lado A<lb/>Comentário sobre a aplicação de um projeto de especialização em farmacologia no norte e nordeste do país: instituições envolvidas, dificuldades, qualificação dos alunos e repercussão social dos cursos; comenta o fato da CAPES ter cortado o financiamento do projeto de especialização em farmacologia; o convite para trabalhar em projeto da CEME de plantas medicinais.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>Referência a grupos e projetos de estudo sobre plantas organizados pela CEME: problemas, investimentos e resultados; o projeto e estudos de toxidade de substâncias; a necessidade de treinamento de pessoal para se fazer testes de toxidade em substâncias; testes em medicamentos e o uso de cães como cobaias.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>Referência a correlação entre os projetos da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Tecnológico (CAPES) e da Central de Medicamentos (CEME) sobre plantas medicinais no período de 1982 à 1988; as correntes científicas e o conhecimento popular sobre plantas; a necessidade de se formar farmacêuticos e a instalação de indústrias farmacêuticas multinacionais no país; o desenvolvimento da toxicologia;  a diferença entre efeito colateral e tóxico.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>Referência ao conceito de reação tóxica;  a relação do projeto de formação de farmacologistas no país da CAPES e da CEME;  fontes de financiamento para projetos de plantas medicinais; a relação entre subdesenvolvimento e investimento na atividade científica; o envio de plantas para fora do Brasil; a relação da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) com os projetos de plantas no país; diferença entre as gerações de farmacologistas e a mudança no conceito de toxidade.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>Comentário sobre a indústria de fitoterápicos e consumo de medicamentos no país; o processo de valorização da planta para a produção de medicamentos; a importação de técnicas e métodos de pesquisas científicas estrangeiras; marcadores e testes biológicos;  a relação das universidades com a indústria farmacêutica.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado B<lb/>Referência a relação entre a produção de medicamentos, testes de toxidade e medicamentos inovadores; a distribuição e comercialização de medicamentos; o papel do medicamento natural nos Estados Unidos e Europa ocidental.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado A<lb/>Referência a relação entre o estudo clínico das plantas e o pré-clínico; o desenvolvimento da clínica no país; ação, risco e toxidade das plantas;  lei de patente no Brasil, controle de qualidade e legislação de vigilância sanitária.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado B<lb/>Comentário sobre política de patentes; a diferença entre legalidade e legitimidade para se patentear produtos naturais; a relação entre a política de patentes e a Central de Medicamentos (CEME).<lb/><lb/>Fita 8 - Lado A<lb/>Referência a atividade de pesquisa na período posterior ao presidente Fernando Collor de Mello; o regionalismo na prática científica; os aspectos quantitativos de eventos acadêmicos sobre plantas.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado A<lb/>Considerações sobre a organização da comunidade científica de plantas medicinais e as agências de fomento; a Escola Paulista de Medicina  e a instituição e credenciamento da pós-graduação em farmacologia; o curso de farmacologia no Chile em 1968; referência ao intercâmbio com cientistas e os encontros latino-americanos; o curso nos Estados Unidos; menção a Ribeiro do Valle.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado B<lb/>Referência a Carlini e o setor de psicobiologia; considerações sobre a farmacologia acadêmica e de plantas medicinais; menção ao trabalho nos Estados Unidos; Ribeiro do Valle e a coordenação do projeto de plantas medicinais da CEME; a questão da integração entre farmacologia, química e botânica; a CEME e os 13 projetos integrados de plantas medicinais.<lb/><lb/>Fita 10 - Lado A<lb/>Continuação dos comentários sobre a interação dos grupos de pesquisa de plantas medicinais e o fim do projeto da CEME em 1978; a elaboração do Projeto Integrado de Botânica, Farmacologia e Química de Produtos Naturais e a questão do financiamento da FINEP; a relação dos projetos de produtos naturais e de plantas medicinais; o convênio entre  CAPES e a universidade para os cursos de recrutamento e formação de farmacologistas; considerações sobre a área de farmacologia e a formação acadêmica dos profissionais envolvidos na pesquisa com plantas medicinais; referência a Delby Fernandes.<lb/><lb/>Fita 10 - Lado B<lb/>Continuação das considerações sobre Delby Fernandes e a estrutura da pós-graduação na UFPb; a elaboração do protocolo de pesquisa de farmacologia em plantas medicinais em 1982; breve menção ao Programa Flora; os grupos de toxicologia para medicamentos; os estudos toxicológicos e os testes clínicos; referência ao Programa da CEME, a Portaria nº 6 e os estudos de toxicidade para fitoterápicos; o Comitê de Ética e os testes com cápsula.<lb/><lb/>Fita 11 - Lado A<lb/>Os projetos da CEME e a pesquisa em plantas medicinais; a questão da divulgação da eficácia nos estudos de plantas; a produção de cápsula para testes; o desenvolvimento de medicamentos e a discussão das patentes; o financiamento hoje e a área de plantas medicinais; referência aos simpósios de plantas medicinais.<lb/><lb/>Fita 11 - Lado B<lb/>Considerações sobre os recursos para pesquisa no Brasil, os órgãos de fomento e a questão da produção de medicamentos; o financiamento do CNPq para projetos regionais e o compromisso das pró-reitorias das universidades; menção ao programa da CEME, o PROCADE, o PRONEX (Programa de Apoio a Núcleos de Excelência) e os grupos de pesquisa com plantas medicinais; crítica  a ausência de incentivo e financiamento para pesquisa de plantas no Brasil; referência a criação da Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais em 1998.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Antonio José Lapa</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Benjamin Gilbert</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-03</unitid>
            <unitdate normal="1995/1999" encodinganalog="3.1.3">21/11/1995 a 14/09/1999</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete (7h07min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O depoente faleceu no dia 9 de fevereiro de 2024, na cidade do Rio de Janeiro, aos 94 anos de idade. 
<lb/>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/7/a/e7abdbbd0969b1dfc8e34275700aeb38fc1ef6b3bdd84da4b6f91447c7bbd33f/Benjamin_Gilbert.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 21 de novembro  e 15 de dezembro de 1995, 09 de janeiro de 1996 e 14 de setembro de 1999.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 – Lado A<lb/>Aborda sua origem familiar e infância; a vida e o trabalho dos pais; seus estudos e a vida na Inglaterra.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Continua a referência a seus estudos e seus trabalhos com química; seus professores de química na Universidade de Bristol; aborda a organização administrativa das universidades inglesas; a cidade de Bristol no contexto das grandes guerras.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Comenta sobre sua família: as atividades de sua mãe, seus irmãos e seu pai; referência aos professores e as pesquisas na Universidade de Bristol.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Aborda a estrutura de ensino e pesquisa na pós-graduação na Inglaterra; comenta a distinção entre produto natural e sintético; o isolamento e a produção de substâncias químicas; a relação entre o cientista, a instituição de pesquisa e a indústria; referência aos ensaios clínicos em plantas de uso medicinal pela população.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Comenta o seu trabalho junto aos professores Wilson Baker e David Ollis; seu trabalho com plantas-piloto; suas atividades como auxiliar de ensino na Universidade de Bristol; a relação de seu trabalho com os interesses militares durante a Segunda Guerra Mundial.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Continua abordando a relação de seu trabalho com os interesses militares durante a Segunda Guerra Mundial; sua mudança para a Universidade de Harvard (EUA); suas pesquisas nos Estados Unidos e no México; sua mudança para o Brasil; sua relação com a Universidade de Stanford quando estava no Brasil; suas pesquisas no Brasil.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Continua abordando suas pesquisas e viagens pelo Brasil; seu interesse pela área de doenças endêmicas; seu trabalho com esquistossomose no Estado de Minas Gerais; comenta sobre o combate à Doença de Chagas no Brasil; sua viagem para o Estado da Bahia.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>Referência aos seus estudos de combate à Doença de Chagas na Bahia; seu trabalho sobre esquistossomose no Instituto de Pesquisa da Marinha; suas pesquisas com a planta pita; suas atividades com a substância TBTO (organo-estanho).<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>Continua abordando sobre suas pesquisas com a substância TBTO.<lb/><lb/>Não há sumário das fitas 6 a 9</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Benjamin Gilbert</persname>
            <corpname role="subject">Central de Medicamentos (Ceme)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Fármacos de Manguinhos (Farmanguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Abdon José Murad Neto</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Medicina alternativa</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Junho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Cyrene dos Santos Alves</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-04</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">15/05/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (57min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/5/3/d5351c1bc72efab3654f2e73d0a4c6b13eb0de77680b1ff54fc8c37376f67ed1/Cyrene_Alves.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Fernando Dumas, em Brasília (DF), no dia 15 de maio de 2001.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>A formação na área de biologia; o trabalho na CEME (Central de Medicamentos) e a participação na implantação e operacionalização do programa de fármacos e de incentivo a Pesquisa em Plantas Medicinais (PPM); menção ao Projeto Flora e o Banco de Dados de plantas medicinais; referência a Comissão de seleção de plantas coordenada por Carlini e a Portaria 93/92; considerações sobre o orçamento da CEME destinado aos sintéticos e fitoterápicos; a comissão julgadora e o processo de seleção dos projetos da CEME; os convênios da CEME e a participação do CNPq como interveniente; comentários sobre a participação dos laboratórios oficiais para a produção de medicamentos da CEME; a crise em 1990 e 91 e a retomada da pesquisa de 92 a 97; articulação e integração entre químicos e farmacólogos.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A Comissão de Seleção de Plantas e a escolha de 36 projetos e 21 plantas pela CEME; referência as mudanças ministeriais da CEME; as discussões para elaboração do projeto de mudança da CEME para Secretaria de Insumos em 1993; a desativação da CEME e a situação dos laboratórios oficiais; as indústrias farmacêuticas e o investimento em fitoterápicos; referência ao Encontro bi-anual de Avaliação do Programa de Pesquisa em Plantas Medicinais; a CEME e o financiamento de projetos da Fiocruz;  menção a legislação da CEME em 1975 e os projetos desenvolvidos em conjunto com a Secretaria de Tecnologia Industrial (STI).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Cyrene dos Santos Alves</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Delby Fernandes de Medeiros</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-05</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">25 e 27/03/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (4h58min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/5/7/b57fec3c3189da1d68db9fbc0ab875f3cc0587dcc226c47aef23f4b7d4d29bf0/Delby_Fernandes.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tânia Fernandes e Fernando Dumas, em João Pessoa (PB) nos dias 25 e 27 de março de 1998.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Aborda a sua infância, sua família e a farmácia de seu pai no Rio Grande do Norte; sua formação escolar até o curso de graduação na cidade de Recife; seu trabalho na Rhodya e a compra do Laboratório Rabelo; o trabalho de seu pai na farmácia da família e a intenção de escrever um livro de memórias; a criação da Faculdade de Farmácia em João Pessoa.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Referência a equipe de trabalho no Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF); o sobrinho que foi estudar farmacologia na França; suas atividades docentes na Faculdade de Farmácia; a criação do LTF e a tentativa de contratação de cientistas brasileiros para trabalhar no laboratório.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Comenta os problemas com os pesquisadores estrangeiros contratados para trabalhar no LTF; compara o curso de Farmácia de seu pai com o que fez e o que está montando; as cadeiras que deveriam ser extintas no curso de Farmácia; a relação do LTF com a Faculdade de Química.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Faz referência as pesquisas realizadas no LTF; as patentes e o convênio da Rhodya com o LTF; as situação atual do LTF: investimentos e financiamentos; a relação das universidades estatais paulistas com o setor privado e a atividade científica no Brasil; a constituição acadêmica da farmacologia e a farmácia; a diferença entre pesquisa básica e aplicada; referência a Laércio e Severino.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Aborda o curso de Limpeza que organizou no LTF e a trajetória de Jonas, aluno do curso; as bolsas de estudo no LTF e a fundação da Faculdade de Farmácia; o Núcleo de Fitoterapia do Centro de Ciências da Saúde e sua relação com o LTF.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Comentário sobre a criação e sua inserção na Faculdade de Farmácia; a mudança de catedrático para titular nas universidades; a relação do Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF) com a Central de Medicamentos (CEME); o Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (LAFEP); a produção de fitoterápicos no LTF; o contexto político do período pós-64 e sua saída da direção do LTF; o processo de sucessão na direção do LTF.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>Referência ao seu trabalho na comissão de avaliação de projetos de laboratórios universitários; o convite do Estado do Tocatins para organizar um laboratório no Estado; seu trabalho na Universidade de Tocatins; sua indicação e seu trabalho na reitoria da Universidade de Tocatins; o vínculo atual com o LTF; suas atividades atualmente e sua infância na fazenda da família.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>Aborda a produção de medicamentos e a política da CEME; o Projeto Flora; a pesquisa com o “Ipê Roxo” e o princípio ativo em plantas.<lb/><lb/>Fita 5 - lado B<lb/>Comenta a diferença entre substâncias solúveis em água e em clorofórmio; o Projeto Plantas Medicinais do Nordeste como fonte de medicamentos; as áreas de interesse para as agências de fomento à pesquisa; o SIMPRONAT.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>Sobre o êxito do LTF; o JAICA e a formação acadêmica do farmacêutico; os grupos de pesquisa que trabalham com plantas medicinais no Brasil e fora do país.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Delby Fernandes de Medeiros</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Edmundo Machado Neto</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-06</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">15/05/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h55min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/a/2/9a2e7ff887cbcd3c945466d26754b5360f1243f054a034d748ff6c70c5e8830a/Edmundo_Machado.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Fernando Dumas, em Brasília (DF), no dia 15 de maio de 2001.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>A formação em Química pela UnB em 1972 e o trabalho na CEME como assessor e coordenador de pesquisa; as mudanças da CEME para diferentes ministérios e a questão da autonomia; a proposta da CEME de assegurar a distribuição de medicamentos aos programas governamentais de Saúde; o Programa de pesquisa em Plantas Medicinais e o Programa de síntese química; o processo de seleção dos projetos pela CEME; menção a demanda de testes clínicos; as universidades e a farmacologia clínica; a pesquisa em plantas medicinais e o papel do farmacologista e do botânico; a articulação da CEME com a Fiocruz na década de 80; a formalização do Programa de pesquisa em Plantas Medicinais em 1982.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Comentários sobre produto sintético, produto intermediário e a RENAME; o Programa da CEME e as indústrias farmacêuticas; a pesquisa em plantas medicinais e a falta de estrutura para produção de medicamentos; considerações sobre a estrutura da CEME; referência a Carlini, Lapa e Matos; a proposta da CEME em transformar uma empresa brasileira de medicamentos em 1979; a desativação da CEME em 1997 e os laboratórios; a ANVISA e o registro de medicamento feito no Brasil; a legislação de fitoterápico e a Portaria nº 6.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Continuação dos comentários sobre a legislação de fitoterápicos e a Portaria nº 6; considerações sobre o processo de registro de medicamentos; a transformação da Vigilância Sanitária em Agência e a revisão da Portaria nº 6 que recebeu o nome de RDC - Resolução de Diretoria Colegiada (17) 2000; as indústrias farmacêuticas brasileiras, a produção de medicamento fitoterápico e a demanda do mercado; a questão da pesquisa e patente de medicamentos; menção a ausência de um programa de pesquisa em química fina; referência a fiscalização de medicamentos vendidos em farmácias.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>A questão da Vigilância municipal e estadual e a fiscalização das farmácias; a ANVISA; a diferença entre similares e genéricos; a legislação e o registro de medicamentos; considerações sobre a CEME e o vácuo deixado na área de pesquisa e medicamentos com a sua extinção; a recomendação da OPAS e do MS para a formação de uma comissão nacional de produtos fitoterápicos; a RENAME e a padronização de produtos; referência a Farmácia Viva e os LTFs; menção a Clabin.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Edmundo Machado Netto</name>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Elisaldo Carlini</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-07</unitid>
            <unitdate normal="1999/2000" encodinganalog="3.1.3">16/04/1999 a 04/12/2000</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete (8h31min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/1/2/8124483b5409a3da591be61b3ff933f141f62f7dc806f6bf37f7dc806dd55ab5/Elisaldo_Carlini.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tânia Fernandes (TF), Fernando Dumas (FD) e Daiana Crus (DC), em São Paulo (SP), nos dias 16 de abril, 23 de julho, 23 e 24 de agosto de 1999 e 04 de dezembro de 2000.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Referência à sua infância em Ribeirão Preto: seus pais e irmãos; a mudança para Pirajá e a vida da família naquele local; o interesse pelas plantas na infância; referência aos irmãos como profissionais na área médica; a morte de seu pai; sua experiência na Escola Rural de Pirajá (escola primária); a mudança da família para José do Rio Preto e a entrada para o ginásio; seu interesse por criação de galinhas no sítio de seu tio e a vida em família; a chegada em São Paulo; seu primeiro emprego; sua experiência no curso científico; o término do científico e o início do curso preparatório para estudar medicina; o desempenho escolar dos irmãos; a Escola Paulista de Medicina; seu emprego como datilógrafo em agencia bancária e, como farmacêutico, no Laboratório Antipiol; sua tentativa de ingressar na Universidade de São Paulo; seu segundo ano de curso preparatório e a entrada para a Escola Paulista de Medicina; o trabalho no Laboratório Geiger; o encanto pela bioquímica e farmacologia e a influência dos professores Ribeiro do Vale e José Leal Prado; suas experiências na Faculdade e considerações sobre a formação do cientista atualmente; referência aos seus primeiros trabalhos publicados; consideração sobre bolsa de estudo da Fundação Rockefeller; comentários sobre a vida profissional de sua esposa e sobre seus casamentos.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Comenta seu trabalho com plantas e sua primeira pesquisa científica na Sociedade Paulista de Biologia; sua ida para a Universidade de Toulaine e seu interesse pela psicofarmacologia; a Universidade de Yale e seu trabalho com o prof. Jack Peter Green; a defasagem do conhecimento científico no Brasil em relação aos Estados Unidos; considerações sobre sua volta para o Brasil na época do golpe de 64 e sobre sua não nomeação para titular na Escola Paulista de Medicina; seu trabalho na universidade como assistente voluntário; sua transferência para o Instituto Biológico e para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa; seu livro Farmacologia prática sem aparelhagem.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Comenta o período militar no país; sua entrada para a Escola Paulista de Medicina e sua relação com o Partido dos Trabalhadores (PT); sua saída da Santa Casa e seu ingresso na Escola Paulista de Medicina; referência aos investimentos e verbas em pesquisa; seu trabalho com plantas, especialmente a Espinheira Santa, na Escola Paulista de Medicina; os produtos à base de plantas no país, as patentes e os mestrados profissionalizantes no país.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Continua referência aos mestrados profissionalizantes, a política de patentes de produtos naturais e sua relação com a atividade de pesquisa no país.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A (Making Off)<lb/>Comentário sobre sua descendência espanhola, italiana e portuguesa; o processo de miscigenação no país; sua trajetória desde Ribeirão Preto, onde nasceu, até chegar em São Paulo para trabalhar e estudar medicina; a importância da planta para a cura das doenças; as etapas de desenvolvimento de medicamentos; discute a importância do conhecimento popular sobre plantas terapêuticas; comenta o grande potencial de plantas terapêuticas no país; aponta o descaso do governo brasileiro com a atividade científica e o cientista; os convênios da Universidade Paulista de Medicina com laboratórios particulares e as vantagens de se trabalhar com plantas; aborda as plantas que estão sendo patenteadas.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Relaciona o estágio que fez com os professores Ribeiro do Vale e Leal do Prado na Escola Paulista de Medicina a sua formação em metodologia de pesquisa; a Revista Psicofarmacologia e seu interesse pelas plantas medicinais; sua mudança para os Estados Unidos; a Universidade de Yale e Toulaine; o tratamento dispensado pela comunidade científica norte-americana aos latino-americanos; seu retorno ao Brasil, a rotina e o trabalho sobre maconha no Instituto Biológico de São Paulo; o curso de medicina que fundou na Santa Casa de Misericórdia; o golpe militar de 1964 e a liberdade de expressão nos Estados Unidos; a publicação Farmacologia sem a prática, sem a aparelhagem; comenta discussão entre Otto Gottlieb e Luiz Gonzaga Laboriaux; os simpósios que organizou.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Comenta a formação dos participantes dos simpósios sobre plantas medicinais atualmente; a interdisciplinaridade entre botânica, química, medicina e biologia; o grupo de pesquisadores de Ribeirão Preto; referências a Federação da Sociedade Brasileira de Biologia Experimental, a Associação Brasileira para Progresso da Ciência, a Fundação Brasileira de Plantas Medicinais; o Projeto Flora e o sistema americano de informação Napralete; aborda a relação do CNPq com os simpósios que organizou;  a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP); projeto que desenvolveu sob a aprovação da Central de Medicamentos (CEME); o PRONEX; a necessidade de financiamento de um banco de insumos para abastecimento de matérias-primas.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Aborda aspectos internacionais e nacionais relacionados a valorização da pesquisa de plantas medicinais no país; a engenharia genética; convênios com instituições de pesquisa estrangeiras; a parceria com o Departamento de Química da Universidade Federal de Minas Gerais.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>Comenta a relação com laboratórios particulares; as universidades em Cuba e na América Latina; discute esquemas de produção de pesquisas em plantas; comenta os costumes e usos populares das plantas; a medicina chinesa.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>Aborda a relação entre a fitoterápico e o medicamento; o suporte, investimento e desenvolvimento da pesquisa de fitoterápicos no país; a ação da planta “nó de cachorro”; a quantidade de farmacólogos no país e a organização de grupos de estudos de plantas no Brasil; a relação dos médicos com a fitoterapia; o “Biotônico Fontoura” e os medicamentos genéricos; monopólio do diagnóstico de doenças pelos médicos.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>Comentário sobre o screening farmacológico; o biotério e os padrões de comportamento de cobaias; a mixagem higiênica de animais e a produção e utilização das cobaias; seu trabalho de pesquisa atualmente.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>Referência as verbas públicas para pagar pessoal da equipe do Grupo Plantas; comenta a formação acadêmica dos integrantes desse grupo de trabalho; sua decisão de se aposentar; os padrões de biotipo e importação de medicamentos; a bioequivalência; o início de sua carreira no Ministério da Saúde: seus projetos e programas.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado B<lb/>Sua saída do Ministério da Saúde e os processos judiciais que sofreu; o desaparecimento de portaria que assinou na Vigilância Sanitária; o Instituto Nacional de Controle de Qualidade de Medicamentos (INCQS); a necessidade de um programa nacional de controle de qualidade dos medicamentos.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado A<lb/>Aborda o desfecho dos projetos judiciais que sofreu e a perseguição à Haity Moussatché; a relação do Instituto de Biotecnologia da Amazônia com a Agronomia.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado A<lb/>Comentários sobre a instituição e regulamentação das pós-graduações na década de 60 e o papel desempenhado pelo CNPq; considerações sobre o 1º Simpósio de Plantas Medicinais; a Fundação Rockefeller e o financiamento em pesquisa na Escola Paulista de Medicina; a CEME e o projeto de financiamento em pesquisa em plantas medicinais e produção de medicamentos; os grupos de pesquisa financiados pela CEME e o trabalho com plantas; o processo de patenteamento do uso terapêutico de plantas e a oposição a Lei de Patentes no Brasil; a discussão no Congresso em Recife em torno da questão de patentes.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado B<lb/>Continuação dos comentários sobre o Simpósio em Recife e a discussão das patentes; considerações sobre a ciência no Brasil e a questão da propriedade intelectual; o processo de patentes no exterior e no Brasil; referências ao II Programa Nacional de Desenvolvimento (PND) e o Projeto Flora; considerações sobre o período como assessor do CNPq e o financiamento em ciência; a discussão em torno da Farmacologia acadêmica e a Farmacologia aplicada e as mudanças no status do medicamento de plantas.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado A<lb/>A FAPESP e o financiamento de projetos; o trabalho como assessor da FAPESP e a análise de projetos; considerações sobre o convênio universitário do SUS; a pesquisa em Psicobiologia do Sono; a parceria das indústrias com as universidades; o financiamento das indústrias em projetos de pesquisa com plantas medicinais.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado B<lb/>Considerações sobre a Associação de Plantas Medicinais; menção a organização dos Simpósios de Plantas Medicinais; considerações sobre a importância da pesquisa em plantas; a SBPC, a FESB e a questão da política em ciência; a formação de uma agregação de indústrias nacionais e o financiamento de laboratórios de pesquisa; associação da indústria com a universidade; ABIFARMA; a Alanac e a defesa dos interesses dos laboratórios nacionais; a questão dos genéricos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Elisaldo Luiz de Araújo Carlini</persname>
            <persname role="subject">Otto Richard Gottlieb</persname>
            <persname role="subject">Haity Moussatché</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Biológico</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Política de saúde</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Francisco Matos</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-08</unitid>
            <unitdate normal="1997/1997" encodinganalog="3.1.3">10 e 11/06/1997</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (5h48min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/b/1/9b11b2e30740e004f4227616bee078f744847d04c85a738beaf40c04b9133ca9/Francisco_Matos.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Fernando Dumas, em Fortaleza (CE), nos dias 10 e 11 de junho de 1997.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Comenta sua origem familiar; sua experiência no Exército; a entrada para a faculdade de farmácia, como aluno e professor; sua experiência de trabalho junto ao professor Richard Wasicky em São Paulo; o trabalho na farmácia de propriedade da família; o trabalho no Laboratório Lilly; referência ao ensino e as pesquisas em química no Estado do Ceará; as atividades dos farmacêuticos nas farmácias do país e o papel dos estabelecimentos farmacêuticos na saúde pública brasileira; referência ao Projeto Flora.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Continua comentário sobre o Projeto Flora; faz referência ao Projeto de Pesquisa em Plantas Medicinais (PPPN) e aos materiais e informações do Projeto Flora; comenta o banco de dados sobre plantas medicinais na Universidade de Illinois (EUA); suas pesquisas antes do desenvolvimento do Projeto Flora.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Referência ao Projeto Botânica, Química e Farmacologia; sua experiência no Instituto de Química Agrícola (IQA); a relação com o prof. Otto Gottlieb; comenta o fechamento do IQA; a relação entre a pesquisa científica pura e a aplicada no Brasil; referência ao trabalho do Centro de Pesquisas Pluridisciplinares de Química, Biologia e Agricultura; aborda a política pública brasileira para plantas medicinais.<lb/><lb/>Fita 2 - lado B<lb/>Continua comentário sobre política pública no setor de plantas medicinais; referência aos programas Saúde da família e Farmácia Viva; a relação da medicina com o conhecimento popular sobre plantas; sua relação com a indústria farmacêutica; faz referência a idealização e organização do Projeto Farmácia Viva; a relação do Projeto Farmácia Viva com a universidade e a criação do Laboratório de Produtos Naturais (LPN).<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Comenta as políticas científicas no Brasil e a organização de grupos de estudo de produtos naturais: o Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF), financiamento e bolsas de pesquisa; aborda a pesquisa de produtos naturais a época que era estudante de Farmácia e, posteriormente, como docente; a relação entre os pesquisadores de produtos naturais na década de 50; a relação ensino-pesquisa; a contratação e incorporação de professores nas universidades brasileiras; as mudanças na organização do trabalho científico da década de 50 ao período atual.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Continua abordando as mudanças operadas no trabalho científico; transformações no padrão de avaliação dos pesquisadores; o papel da titulação acadêmica na área de pesquisa; a importância da patente para a carreira do pesquisador na área de produtos naturais.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Aborda sua experiência administrativa na universidade; avalia historicamente a administração pública nas universidades; a repercussão do Golpe Militar de 1964 na Universidade Federal do Ceará (UFC); sua transferência do Departamento de Farmácia para o Departamento de Química na UFC.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>Comenta transformações históricas durante o século XX no curso de farmácia e a formação profissional do seu paí, avô e bisavô; a trajetória profissional do pai; a relação entre os farmacêuticos a época de seu pai; as motivações para seguir o curso de farmácia; a trajetória profissional dos colegas de faculdade; a relação entre a farmácia e as análises clínicas; a relação entre a medicina e a farmácia; o papel da fitoterapia atualmente.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>Aborda a criação do Projeto Farmácias Vivas; a interação do Projeto Farmácias Vivas com os Centros Integrados de Educação e Saúde; os projetos similares ao Projeto Farmácias Vivas; a criação e a utilização dos hortos nas pesquisas científicas; os trabalhos dos professores Selerino (Carriconde?) e Evani; avalia o trabalho das pastorais da Igreja; sua viagem para Barra do Corda (MA); o conhecimento popular sobre plantas; a utilização das plantas medicinais e nocivas; a integração do conhecimento científico e popular<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>Referência a utilização e as pesquisas com a Aroeira; a relação da fitoterapia com a saúde pública; a regulamentação do trabalho do fitoterapêuta; o papel da tradição para o conhecimento popular das plantas; o Projeto Integrado Botânica-Química-Farmacologia e as pesquisas com moluscos; a relação do trabalho nas universidades e as necessidades do sistema de saúde pública do Estado; o trabalho do Programa Estadual de Fitoterapia; o financiamento do Projeto Farmácias Vivas.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>Aborda suas atividades como sindicalista na área de farmácia; a orientação de teses acadêmicas e o trabalho de Teresa N. de Castro Dantas; a organização dos simpósios de plantas medicinais; as publicações em fitoterapia e o trabalho com a cidreira; os núcleos de plantas medicinais que ajudou a criar no país; a relação dos cientistas com a indústria em matéria de fomento e investimento em pesquisa; o trabalho do Dr. Afrânio Craveiro.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado B<lb/>Continua a referência as pesquisas do Afânio Craveiro; comenta os trabalhos do Projeto Farmácia Viva e da Oficina Farmacêutica; a relação dos médicos dos postos de saúde com os fitoterápicos; as pragas e o tratamento dos hortos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Francisco José de Abreu Matos</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">João Batista Calixto</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-09</unitid>
            <unitdate normal="1998/2000" encodinganalog="3.1.3">30/09/1998 a 13/12/2000</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 10 fitas cassete e 10 CDs (8h36min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/5/d/d5da9f11c4f22d5cba5b59add15987e7fafaa9fc66c607be44d87229b135cc9e/Jo__oCalixto.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Fernando Dumas,  em Florianópolis (SC) e no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 30 de setembro. 01 e 02 de outubro de 1998 e 13 de dezembro de 2000.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Sua origem familiar e infância; a pós-graduação na Faculdade Paulista de Medicina; sua experiência em São Paulo e o interesse pela farmacologia; referência a atividade de pesquisa em farmacologia na Universidade de Brasília; o início das pesquisas em farmacologia na Faculdade Paulista de Medicina; os investimentos da Central de Medicamentos (CEME) em pesquisa com plantas; o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento de Científico e Tecnológico (CNPq) às pesquisas na Escola Paulista de Medicina; a coordenação do projeto sobre plantas em 1979; aborda a trajetória profissional de Rosendo Yunes; a diferença entre o trabalho com plantas e produtos sintéticos; aborda o apoio de Kasper Stainer, reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, à pesquisa com plantas.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Continua a referência à Kasper Stainer; os primeiros resultados positivos nas suas pesquisas com plantas; a pesquisa com planta anti-ofídica e o investimento da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP); a patente e a publicação do trabalho com planta anti-ofídica; sua relação com a indústria farmacêutica e outros grupos de pesquisa.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>A repercussão social da pesquisa com planta antí-ofídica e a consolidação do grupo de pesquisa da Universidade de Santa Catarina (USC); o grupo de trabalho na USC; as dificuldades na pesquisa com a planta antí-ofídica; as plantas que trabalhou em seu primeiro projeto de pesquisa científico na USC; a escolha das plantas para a pesquisa científica; o Projeto Flora; a pesquisa fundamental e o treinamento para se trabalhar com plantas medicinais.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>A expansão e a importância dos medicamentos fitoterápicos; a utilização das plantas para fins terapêuticos; a elaboração e fabricação dos medicamentos; a fitoterapia na China.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Referência a sua família, sua educação básica e o curso científico; o período pós-64; sua mudança para Brasília e sua entrada na Universidade de Brasília (UnB); suas atividades como bolsista de iniciação científica na microbiologia na UnB; sua transferência para a Escola Paulista de Medicina; sua mudança para a Universidade Federal de Santa Catarina; a relação das reformas universitárias e a criação da área de plantas medicinais.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Comenta a estrutura política e administrativa das universidades; um panorama histórico do financiamento à pesquisa; o Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF).<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Referência ao investimento da indústria farmacêutica em pesquisa científica e a relação dos pesquisadores com a indústria; a política de patentes no Brasil, Estados Unidos e Europa; aborda historicamente o desenvolvimento de medicamentos sintéticos e fitoterápicos no Brasil e no mundo; a Central de Medicamentos (CEME).<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>Continua o comentário sobre a CEME; a pesquisa de plantas medicinais e o investimento e apoio da CEME à pesquisa; a relação entre a CEME e as universidades; a Escola de Farmácia do Rio Grande do Sul; a relação do Núcleo de Pesquisas em Produtos Naturais (NPPN) com a população; o desenvolvimento da farmacologia em Curitiba; o papel da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) na coordenação nacional da pesquisa científica.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>O papel dos simpósios de plantas medicinais; a falsificação de medicamentos; controle de qualidade dos medicamentos; PROBEM; a relação da indústria farmacêutica com as plantas medicinais; a Vigilância Sanitária.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>A saída de Elisaldo Carlini da direção da Vigilância Sanitária; o papel do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS); grupos de pesquisa de plantas no Estado de São Paulo; a pesquisa de produtos naturais na região nordeste, norte e sudeste do país; o desenvolvimento da farmacologia no Brasil; a relação da indústria farmacêutica com o mercado de trabalho: técnicos e acadêmicos.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>Perspectiva da área de plantas medicinais no Brasil; a utilização da fitoterapia como tratamento preventivo; perspectivas de crescimento do mercado consumidor de fitoterápicos; patente de plantas medicinais; a produção de plantas por biotecnologia; crescimento da indústria farmacêutica e a oferta de empregos.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado B<lb/>Referência a lei de patente no Brasil; o relacionamento de grupos de pesquisa em plantas com a indústria farmacêutica no Brasil; a extração de plantas e a biodiversidade; o impacto da regulamentação do setor de plantas medicinais na indústria e no uso popular das plantas; a pesquisa com a copaíba; propriedades maléficas das plantas; fóruns internacionais de debate sobre plantas.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado A<lb/>Continua abordando os congressos e simpósios sobre plantas; comenta a avaliação da imprensa sobre a pesquisa e produção de medicamentos fitoterápicos no país; a produção de medicamentos fitoterápicos no Brasil; a interação da universidade e a indústria farmacêutica; a política governamental  para o setor de plantas medicinais; o papel da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) na pesquisa e produção de medicamentos; a relação do governo brasileiro com a indústria farmacêutica; o desenvolvimento do mercado de produtos naturais; comenta suas condições de trabalho e a possibilidade de mudança para outro Estado.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado A<lb/>A pós-graduação e o trabalho em Florianópolis; considerações sobre a Farmacologia prática; discussão da ética em pesquisa experimental com animais e o Comitê de Ética; a questão da biodiversidade; o PROBEM; referência a ECO-92; comentários sobre a capacitação tecnológica na área de medicamentos no Brasil e a falta de um programa nacional para a área; a lei de registro de medicamentos fitoterápicos.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado B<lb/>Continuação dos comentários sobre a lei de registros de medicamentos; definição de fitoterápico; referência ao processo de patente; a questão dos medicamentos genéricos; o custo de produção do laboratório; a situação atual no Brasil de patente, pesquisa e produção de medicamentos fitoterápicos; convênio entre empresas farmacêuticas e universidades; crítica a ausência de programas de desenvolvimento de medicamentos no país; considerações sobre a área de farmacologia no Brasil e o investimento em fitoterápico.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado A<lb/>Comentários sobre a questão da biodiversidade, a biotecnologia e as indústrias brasileiras; o produto fitoterápico; menção ao PROBEM; a entrada de multinacionais na área de fitoterápicos; a parceria de indústrias farmacêuticas com universidades; o MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia) e os Fundos setoriais; a Finep e a questão do financiamento em pesquisa.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado B<lb/>Considerações  sobre a competência científica na universidade brasileira e as agências de fomento; o programa de formação de recurso humano criado na década de 70; referência a área de Química, Farmacologia e Botânica; o processo de desenvolvimento de medicamento fitoterápico; a formação na pós-graduação e a demanda de profissionais no mercado farmacêutico; a questão dos trangênicos e a biodiversidade; os Simpósios de Plantas Medicinais; menção ao Pronex (Programa de Apoio a Núcleos de Excelência), SBPC e a Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais; a publicação de revistas especializadas na área de plantas.<lb/><lb/>Fita 10 - Lado A<lb/>Continuação dos comentários sobre as publicações em plantas medicinais; referência ao PIBIO (Programa Institucional de Biotecnologia) e a estrutura do Departamento de Farmacologia da UFSC; as  indústrias farmacêuticas, a pesquisa e o investimento tecnológico; panorama dos principais grupos de pesquisa que trabalham na área de fitoterápico no Brasil e a questão do financiamento.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">João Batista Calixto</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Marcelo Sobral</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-10</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">26/03/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Dimensão e suporte: Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h48min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte); Não há transcrição da fita número 2, apenas o sumário; acesso ao arquivo de áudio.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/4/5/045c25c6ddd335cb6faf5580791e2a7663aeb1e57f71c685b624b04fc64323d0/Marcelo_Sobral.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Fernando Dumas, em João Pessoa (PB) , no dia 26 de março de 1998.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Referência ao trabalho desenvolvido pelo Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF); a produção do LTF; o processo de validação científica do fitoterápico; a relação do LTF com a indústria farmacêutica; a publicação de resultados de pesquisas e a política de patentes; a relação da Universidade de São Paulo (USP) com a indústria farmacêutica; a relação do LTF com os organismos estatais.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Continua abordando a relação do LTF com o Estado; o papel do LTF na formação dos farmacêuticos; a relação do LTF com a Faculdade de Farmácia; a equipe de trabalho do LTF; os recursos e custos de manutenção do LTF; a relação do LTF com a etnofarmacologia; substâncias produzidas pelo LTF.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Comenta sobre os objetos de pesquisa do LTF; a disseminação das receitas populares de plantas e a validação do fitoterápico; a relação do LTF com a farmacologia e a fitoterapia; a relação do farmacologia com a fitoterapia; a pesquisa com plantas no Brasil; a comprovação científica dos fitoterápicos.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Referência a importância do fitoterápico no Brasil; sua escolha pela carreira de farmacêutico e sua trajetória acadêmica; a captação de recursos no LTF; a direção do LTF; a política salarial para os funcionários do LTF.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Central de Medicamentos (Ceme)</corpname>
            <persname role="subject">Otto Richard Gottlieb</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Farmacologia</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Margareth Formiga e Rinalda Araújo</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-11</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">26/03/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h33min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/b/d/1bdc3f21c28ff027b00059986c900849b197fb56f9f1993c6d49b6fd00d4f174/Margareth_Formiga_e_Rinalda_Araujo.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tânia Fernandes e Fernando Dumas, em João Pessoa (PB), no dia 26 de março de 1998.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Referência ao Programa Especial de Treinamento (PET); o trabalho de Virgínia Siqueira Lemos; os grupos de pesquisa em plantas medicinais; as disciplinas de homeopatia e fitoterapia; a relação do farmacêutico com a química; o trabalho com plantas medicinais e a relação com o conhecimento popular; o banco de dados em plantas medicinais PLANED.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Continuam abordando o PLANED; o Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF); a confirmação científica da eficácia terapêutica do uso popular das plantas; a fitoterapia no Brasil e fora do país.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Comenta a relação dos médicos clínicos com as plantas medicinais; a relação da igreja com a fitoterapia; o acompanhamento dos usuários de plantas medicinais; os Encontros Nacionais de Terapias e Serviço Público; simpósios de fitoterapia; política de patentes; o trabalho do Dr. Francisco José de Abreu Matos; suas relações com a Secretaria de Saúde do Estado.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Otto Richard Gottlieb</persname>
            <corpname role="subject">Central de Medicamentos (Ceme)</corpname>
            <persname role="subject">Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz</persname>
            <persname role="subject">Rinalda Araújo Guerra de Oliveira</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Farmacologia</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão em julho de 2024</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Nikolai Sharapin</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-12</unitid>
            <unitdate normal="1997/1997" encodinganalog="3.1.3">06/08 e 08/09/1997</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (2h45min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/d/2/dd2f548be7d8728182d0a5111f0e440b79863e8d2704da45557ca468619dc978/Nikolai_Sharapin.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes (TF) e Lina Rodrigues (LR), em Niterói (RJ), nos dias 06 de agosto e 08 de setembro de 1997.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>A vida de sua família na China e a imigração para o Brasil; o primeiro emprego e os estudos no Brasil; o interesse pela Química; referência ao seu curso de Farmácia e o trabalho do professor Donald Quintela; o curso de Anatomia avulso na Faculdade de Farmácia; o curso de Farmácia na Universidade Federal Fluminense (UFF); a relação entre a Faculdade de Farmácia e a Faculdade de Química; o convite para trabalhar no Instituto de Química Agrícola (IQA); os trabalhos que realizou como monitor na faculdade; o curso na Faculdade de Farmácia de Química Bromatológica em Natal; o trabalho do professor Paulo Lacaz e o trabalho de pesquisa dos professores da faculdade; a disciplina de Química Biológica, a relação de sua faculdade com outras instituições de ensino nacionais e internacionais; a entrada no IQA.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>As atividades de pesquisa no IQA; seu colega de faculdade Hugo Jorge Monteiro; a extinção do IQA e a migração de seus  pesquisadores para outras instituições de pesquisa; a transferência para o Núcleo de Pesquisas em Produtos Naturais (NPPN); o descontentamento com o NPPN e a transferência para o Centro de Tecnologia Agrícola e Alimentar (CTAA); referência aos financiamentos e  escolha dos objetos de pesquisa do NPPN, IQA e CTAA; o retorno e seus trabalhos no IQA; a entrada no Instituto de Química da UFF como professor; o trabalho como farmacêutico hospitalar no Miguel Couto e no Laboratório Estadual de Produtos Farmacêuticos (LEPF); a produção e a extinção do LEPF; o trabalho na Indústria Farmacêutica Merck; o concurso que realizou para professor adjunto para faculdade em Juiz de Fora; a passagem para professor de 40 horas na UFF e o convite para trabalhar na Universidade de Campinas (UNICAMP).<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Referência as suas dificuldades para dar aulas na UNICAMP e seu desligamento da instituição; o trabalho na UNICAMP, a relação de suas atividades na instituição e a Pontifícia Universidade Católica (PUC);  a relação institucional entre a UNICAMP e a PUC; o trabalho na Faculdade de Farmácia da PUC e a formação dos alunos.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Comenta a migração de russos para construção da Estrada de Ferro Leste da China e a relação da comunidade russa com os chineses;  a situação política e social da China na primeira metade do século XX; o problema da cidadania russa no final dos conflitos e guerras na China; a dispersão de russos da China e a migração de sua família; a chegada ao Brasil e o aprendizado da língua portuguesa; as primeiras atividades de sua família no país; a adaptação e os estudos no Brasil até a faculdade; sua posição e o trabalho no Instituto de Química Agrícola (IQA); o não enquadramento como funcionário no IQA; a extinção do IQA e a dispersão dos pesquisadores; a mudança para o Núcleo de Pesquisas de Produtos Naturais (NPPN).<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Referência ao seu descontentamento com o NPPN; sua mudança e o seu trabalho no Centro de Tecnologia Agrícola e Alimentar (CTAA); o trabalho no Instituto Agronômico de Campinas; a relação do Centro de Pesquisas Pluridisciplinares de Química, Biologia e Agricultura com outras instituições de pesquisa; a contribuição do Instituto de Agronomia de Campinas à agricultura nacional; o envolvimento da Universidade Federal Fluminense (UFF) com pesquisas de produtos naturais; as redes nacionais de pesquisadores que trabalham com química de produtos naturais; a análise química e síntese orgânica; a relação e o trabalho da Vital Brasil; a química no Brasil e a relação com a química internacional.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Comenta sobre a condução de pesquisas com solventes orgânicos e a utilização de outras técnicas no exterior; a relação do desenvolvimento da ecologia e o uso terapêutico de plantas no Brasil; a necessidade de se coletar amostras botânicas para as pesquisas com plantas medicinais; a relação da UFF com os colégios técnicos agrícolas; os congressos de profissionais na área de produtos naturais; compara as políticas de financiamento de pesquisas com plantas do Brasil e da China; a política de investimento e verbas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); o investimento da UFF em pesquisas científicas e a política de ensino básico, secundário e de graduação no país.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>Referência ao interesse dos alunos de graduação pelos produtos naturais; a diferença na formação acadêmica na área de produtos naturais entre o Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Nikolai Sharapin</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Nuno Alvares Pereira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-13</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">28/08 e 27/11/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h21min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/6/3/663bd21cc3cb4318f80e758b57bb3f77c643b4c06935b92a8561bd64afafc34d/Nuno_Pereira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, Fernando Dumas e Lina Rodrigues, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 28 de agosto e 27 de novembro de 1996.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Comenta a formação e as atividades profissionais de seu pai; sua mudança e a infância no bairro de Irajá; as atividades na farmácia do pai;  a entrada nas faculdades de Farmácia e de Medicina;  o curso de Farmácia e suas primeiras atividades profissionais; a entrada e as atividades no Instituto Oswaldo Cruz (IOC); a tese de Livre-Docência e a orientação de Haity Moussatché; a saída do IOC;  a biblioteca do IOC.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A educação básica e seus estudos no Colégio Pedro II; a rotina em Vicente Carvalho; as atividades como professor de Farmacologia na antiga Escola de Medicina (UERJ); a relação entre a Farmácia e a Química; sua opção de trabalhar com produtos naturais.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Referência à sua tese para concurso de titular; os meios de transporte para Manguinhos; a mudanças no currículo do curso de Farmácia, a atividade como professor de Farmacodinâmica na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e seu relacionamento com Paulo Sollero; sua posse como diretor do Centro de Ciências Biomédicas da UFRJ; o programa que fez para o curso de “Plantas tóxicas e medicinais” para o mestrado em Botânica do Museu Nacional; o trabalho como professor e orientador de teses no Museu Nacional; as atividades no doutorado em Botânica do Museu Nacional; a relação entre a Química, Farmácia, Botânica e Medicina; o campo de trabalho com plantas medicinais; a pesquisa com a pervinca para o tratamento da leucemia; a relação da pesquisa acadêmica com a medicina popular e suas pesquisas com plantas anti-ofídicas.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>As plantas e substâncias químicas anti-ofídicas e o uso terapêutico de plantas.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Comenta pesquisas de Haity Moussatché com plantas anti-ofídicas e com alcalóides com pacientes de Alzhaimer; sobre o medicamento Específico Pessoa; as teses e pesquisas com plantas anto-ofídicas; a pesquisa de Vital Brasil com plantas anto-ofídicas; as dificuldades com pesquisa de plantas anti-ofídicas; a relação da FIOCRUZ com pesquisas com plantas anti-ofídicas atualmente e a política de patentes; a criação do Núcleo de Pesquisa de Produtos Naturais (NPPN).<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>A relação da universidade com a iniciativa privada e a prestação de serviços pagos; os congressos e simpósios de plantas medicinais no país; o trabalho de síntese de substâncias; o congresso de plantas medicinais realizado em Florianópolis; o impacto da legislação de patentes na comunidade acadêmica.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>As patentes de produtos naturais; a farmacopéia; o trabalho do prof. Delby Fernandes na Universidade Federal da Paraíba e na de Tocatins; o Instituto de Antibióticos de Pernambuco;o uso da penicilina; o pioneirismo na ciência do Instituto Oswaldo Cruz e sua relação com o prof. Haity Moussatché.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Nuno Alvares Pereira</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Otto Richard Gottlieb</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-14</unitid>
            <unitdate normal="1996/1999" encodinganalog="3.1.3">28/05/1996 a 12/02/1999</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete e 9 CDs (7h08min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/b/2/bb276cb6edeab256e9af40902f787bd936723d15353f9623a6d2ba4e58d2957f/Otto_Gottlieb.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Lina Rodrigues , no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 28 de maio, 10 de junho, 03 de julho, 02 de dezembro de 1996 e 12 de fevereiro de 1999.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Comentário sobre sua família, a infância fora do país e a mudança para o Brasil; os estudos sobre Química na década de 40; a relação de seus pais com a música.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Aborda a saída da sua família da Tchecoslováquia; suas atividades como funcionário em fábrica de óleo no Rio de Janeiro; o Instituto de Química Agrícola (IQA); referências a Pérola Zaltzman e Roderick Barros; os amigos de infância que migraram durante as guerras mundiais; a extinção do IQA.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Referência a sua ida para a Universidade de Brasília e as universidades no Brasil; a ida para ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia; referência ao estagiário inglês na Universidade de Brasília (UnB); a decadência da UnB; a ida para a Universidade Rural do Rio de Janeiro.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Comentário sobre convite para ir à Universidade de São Paulo (USP) e o trabalho na USP.<lb/><lb/>Fita 3 - lado A<lb/>Referência a origem de seus avós maternos e a relação de sua família com o comércio de café brasileiro; a vinda para o Brasil; seu pai e a fábrica de louça esmaltada; a educação na Inglaterra e os estudos no Brasil.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Referência aos professores e o curso na Escola Nacional de Química; o trabalho de químico na indústria; a mudança de ramo de trabalho da família: de louças esmaltadas para óleos essenciais; a passagem pelo Instituto Weizman em Israel.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Aborda a diferença entre substância natural e substância sintética; o Instituto de Química Agrícola e a ida para a Universidade de Brasília (UnB); a viagem para a Inglaterra e para os Estados Unidos como professor da UnB; a saída da UnB e a ida para a Universidade Rural do Rio de Janeiro; o curso de Química na Universidade Rural; a relação com a Organização dos Estados Americanos (OEA).<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>Comenta seus estágios nos Estados Unidos e na Inglaterra; a atividade docente no Brasil; a Faculdade de Química da UnB;  as características e propriedades das plantas.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>Referência a sua ida para o Instituto de Química da Universidade de São Paulo; as pesquisas sobre plantas; seu trabalho no Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>Referência a seu trabalho no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA); o estado da pesquisa científica em Química no país: recursos humanos, órgãos de fomento à pesquisa, planejamento e coordenação da área.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado A<lb/>Comenta a extinção do Instituto de Química Agrícola (IQA); referência a Joaquim B. de Morais e o envio de plantas e extratos para fora do Brasil; o químico Djerassi; a relação do IQA com outras instituições de pesquisa; o avanço técnico da química orgânica e a introdução de novas tecnologias (espectrômetros) no país; a relação do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) com outras instituições de pesquisa; a situação do INPA e sua relação atual com a instituição.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado B<lb/>Comenta sobre a atividade dos técnicos na área de pesquisa; a produção de artigos sobre produtos naturais no Brasil e fora do país; o trabalho de FAR-MANGUINHOS e a necessidade de automação nas pesquisas sobre plantas; avalia quantitativamente as pesquisas sobre plantas no país.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado A<lb/>Aborda o envolvimento do Japão na pesquisa de plantas; o papel das instituições e do pessoal qualificado para pesquisa de plantas; o sistema de ensino nas universidade brasileiras; a política de patentes; referência ao livro que publicou sobre biodiversidade; sua equipe de trabalho e suas atividades atualmente.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado A<lb/>Comenta a situação do campo profissional dos produtos naturais no Brasil atualmente; aborda os simpósios sobre plantas medicinais no país; referência a política de  patentes de produtos naturais; comenta sobre espaços de divulgação de trabalhos de química e farmácia; discute a estrutura de produção de pesquisa na área de plantas medicinais no Brasil.<lb/><lb/>Fita 9 - Lado B<lb/>Comenta sobre o cultivo aleatório das plantas medicinais e a relevância da pesquisa científica; aborda experiência de trabalho de grupo brasileiro com plantas medicinais;  referência a simpósios de plantas medicinais no país; comenta o trabalho da Reunião de Ecologia e Produção Sistemática; discute a abordagem interdisciplinar no trabalho com plantas; tece comentário sobre as pesquisas científicas na China com plantas medicinais.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Otto Richard Gottlieb</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Paulo Barragat</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-15</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">22/08 e 12/12/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (4h10min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/4/2/c422a401fd7c994775970cc1221be69132201b0d681f7c7a2ef741aa732b60a7/Paulo_Barragat.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, Lina Rodrigues e Maria Gilda de Oliveira, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 22 de agosto e 12 de dezembro de 1996.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Aborda sua origem familiar, a formação e as atividades profissionais do pai na Cidade de Petrópolis; sua educação básica e sua afinidade com a Química e a aviação; sobre concurso para aviador da Força Aérea Brasileira (FAB); sobre curso de Químico na Universidade do Brasil; sobre sua esposa; sua experiência como aluno do Colégio Interno São José; seu estágio no Instituto de Química Agrícola (IQA) e sua passagem pelo Instituto de Malariologia.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Sobre suas atividades e as condições de trabalho no Instituto de Malariologia; sobre a criação do Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu); suas atividades no IQA e no laboratório de sua residência; sobre a Universidade do Brasil; sobre trabalho com inseticidas no Instituto de Malariologia; sobre o desenvolvimento e a patente dos inseticidas DDT e BHC.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Sobre as atividades do Instituto de Malariologia; sobre a Campanha Gambia promovida pela Fundação Rockefeller; sobre as atividades de Nestor e Madeira no Instituto de Malariologia; sobre Walter Mors e o trabalho de Jarede na aplicação de inseticidas; sobre as atividades do Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu); sobre sua equipe de trabalho e sua mudança para Manguinhos; sobre a constituição da Fundação Instituto Oswaldo Cruz e a criação do Instituto de Produção de Medicamentos (INPROMED).<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Sobre a criação da FAR-Manguinhos e a BIO-Manguinhos; sobre a relação da FIOCRUZ com a Central de Medicamentos (CEME) e a produção de medicamentos; sobre a relação da FIOCRUZ com a FINEP; sobre seu trabalho no conselho de Desenvolvimento Industrial do Ministério da Saúde; sobre patentes; sobre a relação da universidade com a indústria farmacêutica.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Referência à criação, objetivos e atividades do Instituto de Malariologia; sobre o funcionamento, direção e as pesquisas do Instituto Nacional de Endemias Rurais (INERu); sobre a trajetória de Mário Pinotti; sobre as instalações do Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu) na Av. Rio Branco, Centro do Rio de Janeiro; sobre a fabricação do inseticida BHC.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Sobre o Serviço de Produtos Profiláticos (SPP); sua experiência e seus estudos nos Estados Unidos e sua ida para Manguinhos; sobre Carlos Modesto; sobre a Cidade das Meninas; sua mudança para o Serviço Nacional de Malária; sua saída do Instituto de Química Agrícola (IQA); suas atividades no Aeroclube de Manguinhos; sua atividade docente na Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP); sobre a aplicação do DDT nas residências e sobre acidente com ácido sulfúrico.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Referência à Neri Guimarães; sobre o Instituto Nacional de Produção de Medicamentos (INPROMED); sobre a localização de FAR-Manguinhos; sobre Wilson Aguiar; sobre suas atividades com a Central de Medicamentos (CEME); sobre a saída da CEME do Ministério da Saúde e sua subordinação ao INPS; sobre financiamento para fabricação de medicamentos no Serviço de Produtos Profiláticos (SPP); sobre a criação do  SPP.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>Sobre sua nomeação para direção do INPROMED; sobre convênio entre a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) com a FIOCRUZ e a NORQUISA para produção de medicamentos; sobre produção de soda cáustica na Indústria Salgema; sobre a criação e a atividade do Grupo da Indústria Farmacêutica (GIFAR); sobre sua nomeação para assessor da presidência da FIOCRUZ; sobre suas atividades atualmente na FIOCRUZ; sobre árvore que produz resina na Amazônia.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>Sobre a produção de medicamentos e inseticida a partir de uma resina extraída de planta; sobre sua visita ao Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA); sobre a possibilidade de industrialização de resina de árvore.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Paulo Barragat</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Walter Mors</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-09-16</unitid>
            <unitdate normal="1995/1996" encodinganalog="3.1.3">06/11/1995 a 07/05/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 7 fitas cassete e 7 CDs (3h27min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/b/3/0b38923ba977953123bd3d1f744a42f38c5b02b0664ac777e631797cde9e29e4/Walter_Mors.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Maria Dias Fernandes, Sérgio Gil Marques e Lina Rodrigues, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 06 e 14 de novembro de 1995 e 10 de janeiro e 07 de maio de 1996.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Referência à sua origem familiar, a vida de seus pais na Europa, a imigração para o Brasil e as atividades da família no país; seus estudos básicos em São Paulo; as atividades da família no Brasil durante as guerras; a discriminação que seu pai sofreu no país durante as grandes guerras; a formação religiosa da família; a criação da Universidade de São Paulo (USP) e a contratação de professores estrangeiros; a influência dos professores alemães no Instituto de Química da USP.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Comenta a relação do Instituto de Química com outras instituições ligadas à Farmácia, Biologia e Botânica; sua opção pela Faculdade de Química; a sua trajetória na faculdade; o interesse dos químicos no Brasil por produtos naturais; o isolamento e a utilização do Manitol; a relação entre a Química e a Farmácia; os trabalhos dos cientistas Guilherme Piso, Markgraf e Theodoro Peckolt com plantas no país; seu interesse por plantas medicinais.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>A possibilidade de ir para o Instituto Agronômico do Norte em Belém; o conceito de planta útil; o Timbó e o uso da planta pelos indígenas; a criação de institutos de pesquisa no Brasil para a melhoria das plantações no país; sua viagem para Belém e a estrutura de equipamentos e pessoal do Instituto Agronômico do Norte; a cidade de Belém; a mudança para o Instituto Químico Agrícola (IQA).<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Sobre o químico Mário Saraiva e sua chegada no IQA.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>O papel de seu pai no Oriente Médio durante a Primeira Guerra Mundial; a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP) e seu interesse pela Botânica; o trabalho com cremagem para tratamento da borracha; a saída do Instituto Agronômico do Norte em Belém e seu casamento; a opção pelo Instituto de Química Agrícola (IQA); o químico Mário Saraiva; a direção de Oscar Ribeiro no IQA e a mudança nas linhas de pesquisa.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Comenta sobre os temas de estudo no IQA e os financiamentos para pesquisa; sua relação com o professor Carl Djerassi e a ida para os Estados Unidos como bolsista da Fundação Rockefeller; a saída do IQA e as mudanças na direção da instituição; o desenvolvimento da Genética na Universidade de São Paulo (USP) com os professores André Dreyfus e Dobzhansky; referência a área onde foi construído o Instituto Agronômico do Norte em Belém;  a relação da Fundação Rockefeller com o IQA; Carl Djerassi; a relação com Otto Gottlieb; a relação do IQA com outras instituições de pesquisa; a relação entre os pesquisadores no IQA; seu retorno dos Estados Unidos para o IQA.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A:<lb/>A extinção do IQA; o ingresso na universidade e na Academia Brasileira de Ciências; a mudança para o Rio de Janeiro; a extinção do IQA e a criação do Centro Nacional de pesquisas de Tecnologia Agro-Industrial de Alimentos (CTAA); a repercussão da extinção do IQA nas universidades e na Academia Brasileira de Ciências; o trabalho na direção do CTAA e as pesquisas com mandioca; a diferença entre mandioca e aipim; a orientação das pesquisas no CTAA.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>A situação do CTAA antes de assumir a direção; a biblioteca do IQA; o convite da direção do CTAA para escrever um trabalho em homenagem aos antigos pesquisadores da instituição; as diferentes atribuições das equipes do CTAA, do Núcleo de Pesquisas em Plantas Medicinais (NPPN) e da Universidade de Brasília; o golpe militar de 1964 e a repercussão nas universidades brasileiras.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>Comenta sua trajetória acadêmica e a relação da Química com outras ciências; o interesse científico pela esquistossomose; o desenvolvimento da Química Pura em produtos naturais; o trabalho de orientação de teses acadêmicas.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>Seu livro Botânica Econômica Brasileira; a relação entre as pesquisas de Botânica Econômica e a indústria química; a Central de medicamentos (CEME) e a relação com a química; o Programa de Cultivos Pioneiros; o Programa Flora; o banco de dados sobre plantas medicinais organizado por Alda Regina e o Programa Interciência de Recursos Biológicos; o trabalho como diretor do Instituto de Tecnologia Agrícola.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>O trabalho como diretor do Instituto de Tecnologia Agrícola e as pesquisas com farinha de mandioca; o surgimento do Centro de Tecnologia Agrícola e Alimentar (CTAA) e o papel da instituição atualmente; a relação entre o ensino e a pesquisa na área de produtos naturais; os órgãos de fomento e convênios para pesquisa; o destaque à ecologia atualmente; o perfil do cientista; a política de patentes; as instituições que se destacaram com pesquisas com produtos naturais.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado B<lb/>Referência às instituições que se destacaram com pesquisas com produtos naturais.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado A<lb/>Comenta seu vínculo atual com a universidade; a publicação de seus trabalhos, orientação de teses e as atividades de seus ex-orientando; sua atividade e o objeto atual de pesquisa; a utilização científica do conhecimento popular; os Programas de Cultivos Pioneiros e o Flora; o Banco de dados “Trabalhos Brasileiros sobre Plantas Medicinais do Brasil”; os congressos e simpósios sobre plantas medicinais; o professor Nuno Álvares Pereira.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Walter Baptist Mors</persname>
          </controlaccess>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">A fala dos comprometidos: ONGs e AIDS no Brasil</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06</unitid>
          <unitdate normal="1996/1998" encodinganalog="3.1.3">1996 - 1998</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 59 fitas cassete (50h22min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 13 entrevistas com pessoas ligadas à organizações não governamentais destinadas à AIDS. O projeto, coordenado por Dilene Raimundo do Nascimento, buscou rastrear os caminhos percorridos por estes grupos, na medida em que a atuação junto aos soropositivos e à sociedade em geral adquiriu crescente relevância, tanto no que diz respeito à contribuição para políticas governamentais voltadas para a AIDS quanto à re-elaboração individual e coletiva da doença.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Descrição por item, organizado em ordem alfabética.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Alexandre do Valle Silva do Quental de Menezes</persname>
          <persname role="subject">Antônio Drauzio Varella</persname>
          <persname role="subject">Conceição Lemes</persname>
          <persname role="subject">Euclides Ayres de Castilho</persname>
          <persname role="subject">Dayse de Mello Agra</persname>
          <persname role="subject">Maria Magdalena Lyra Valente</persname>
          <persname role="subject">Hibernon Costa Guerreiro</persname>
          <persname role="subject">Simone Maria Borges Lira Bezerra</persname>
          <persname role="subject">Maria Terezinha Vilela Duarte</persname>
          <persname role="subject">Ronaldo Fernandes Espíndola</persname>
          <persname role="subject">Rosemere de Souza Moniz</persname>
          <persname role="subject">Ana Maria Bontempo Dias</persname>
          <persname role="subject">Angela Maria Cunha Furtado</persname>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>Doença infecto-contagiosa</subject>
          <geogname>Rio de Janeiro</geogname>
          <geogname>Brasília (DF)</geogname>
          <geogname>São Paulo (SP)</geogname>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>NASCIMENTO, Dilene Raimundo do. As pestes do século XX. Tuberculose e Aids no Brasil: uma história comparada. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2005. 
<lb/>
<lb/>NASCIMENTO, D. R.. "A construção de si: uma narrativa em torno da experiência da Aids". Revista de História Regional, Ponta Grossa-Paraná, v. 3, n. 2, 1998, pp. 157-166. 
<lb/>
<lb/>VIANNA, Eliza da Silva. AIDS por elas: experiências soropositivas de mulheres nos anos 1990. Tese de Doutorado. Casa de Oswaldo Cruz, 2018. Disponível em &lt;https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/31058/2/Tese-Eliza%20da%20Silva%20Vianna.pdf&gt;. Acessado em maio de 2021. </p>
        </bibliography>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Alexandre do Valle</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-01</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">27/04/1998 a 18/05/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (4h43min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/4/0/340c1b912205b9befc9d619f871deb4c13a41913be4184badc8c4318d9a32bd1/Alexandre_do_Valle.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Ana Paula Zaquieu e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 27 de abril, 04 e 18 de maio de 1998.<lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 27 de abril<lb/>Fita 1 – Lado A<lb/>Aspectos de sua vida pessoal: a infância; a família; a situação financeira da família; a separação dos pais; o distanciamento do pai; o novo casamento da mãe; a relação com o padrasto. A opção profissional pela psicologia; o ingresso na PUC-Rio; as possibilidades oferecidas pelo curso de graduação e as dúvidas quanto à linha terapêutica a seguir; considerações sobre a psicoterapia existencialista; o interesse pela psicanálise e pelos textos de Gilles Deleuze e Félix Gattari. O início da vida sexual, o uso de preservativo como método anticoncepcional; o impacto limitado das informações sobre Aids em sua vida sexual.<lb/><lb/>Fita 1 – Lado B<lb/>Rápida menção as campanhas de prevenção.  Os primeiros contatos com a Aids; as leituras de Michel Foucault e a influência profissional do psicanalista Jurandir Freire Costa. Menção ao engajamento no curso de graduação e à participação na organização de eventos na universidade. As primeiras informações sobre o Grupo pela Vidda, ainda durante a faculdade; o interesse “teórico” pela Aids; o impacto dos textos de Herbert Daniel. A relação entre seu comportamento “marginal” e o interesse pela temática da Aids; o sofrimento causado por seu comportamento “fora dos padrões”; as inquietações de ordem social; a identificação com as questões ideológicas ligadas às minorias. A monografia sobre Aids; a ida ao Grupo pela Vidda no final de 1992; o impacto da reunião de recepção e o ingresso definitivo no grupo; o desconforto inicial; o processo de integração; o convite para auxiliar na “recepção” do Grupo.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado A<lb/>Breve histórico da “recepção” do Grupo pela Vidda e de seus objetivos; a composição dos voluntários; a integração no grupo. Ressalta a experiência pessoal adquirida durante os três anos na coordenação da reunião de recepção do Grupo Pela Vidda; as distinções entre a intervenção clínica e a proposta “política” da recepção, com o seu estímulo à uma maior interação comunitária. Os objetivos do Pela Vidda, a luta coletiva contra o isolamento, a opção de seus gestores por atividades de integração que não se assemelham aos serviços de assistência; o ingresso de novos voluntários para ajudar na recepção. Considerações sobre as múltiplas representações da Aids; o interesse profissional por questões relacionadas à construção de identidade. Relembra a ruptura brutal imposta aos soropositivos e o peso da identidade de “aidético” à época de seu ingresso no grupo. Define a “recepção” como um espaço de estímulo à pluralidade e a diversidade no que se refere à relação com a Aids.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado B<lb/>O objetivo das reuniões de recepção, dinâmica, respeito às particularidades, o estímulo à multiplicidade na convivência com a doença; alusão à um episódio que ilustra a diversidade presente em todas as reuniões. Menção às suas atividades profissionais anteriores ao Grupo; as dificuldades financeiras; a primeira remuneração como coordenador da reunião de recepção; o envolvimento em outras atividades internas; a especialização profissional em temas ligados à Aids e à sexualidade; o trabalho voluntário no Disque-Aids. A participação num projeto coordenado pelo pesquisador Richard Parker da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA). Comenta a tensão entre a ABIA e o Grupo pela Vidda, ressaltando as dificuldades em estar trabalhando nas duas instituições. Histórico do Grupo Pela Vidda: a origem como projeto da ABIA; a dependência financeira da ABIA; as relações entre as duas instituições sob a liderança de Herbert Daniel; a morte de Herbert Daniel e o início da incompatibilidade de interesses; as tensões referentes ao financiamento do projeto HSH (Homens que fazem sexo com homens); os desentendimentos que resultaram na ruptura final. Alusão ao seu desinteresse profissional pela área acadêmica e a clara opção pelas atividades do Grupo Pela Vidda. O ingresso no projeto HSH. Menção às duas coisas que marcaram profundamente sua trajetória profissional em 1994: a vitória no concurso financiado pela USAID, permitindo-lhe a ida para o curso de capacitação sobre “elaboração e implementação de projetos na área de Aids” na Califórnia e a participação, como representante do Pela Vidda, no Congresso de Yokohama, no Japão.<lb/><lb/>2ª Sessão: 04 de maio<lb/>Fita 3 – Lado A<lb/>Longas considerações sobre Aids e o uso de drogas; a participação num curso sobre redução de danos para os usuários de drogas; a proposta do curso. Alusão à realidade carioca e à difícil penetração no universo dos usuários de drogas injetáveis na cidade do Rio de Janeiro. Menção às experiências bem sucedidas da Austrália e da Holanda; as especificidades da realidade brasileira e dificuldades em se implantar um programa deste tipo no Brasil. Rápidos comentários sobre o grupo de convivência criado para usuário de drogas contaminados pelo HIV no Pela Vidda. Referência ao forte “tabu” que cerca o uso de drogas no Brasil, dificultando o seu enfrentamento. O distanciamento atual do Pela Vidda com questões relacionadas às drogas. O desinteresse profissional pela questão das drogas; a falta de estímulo diante dos baixos índices de sucesso no tratamento clínico com usuários de drogas; o desinteresse do Pela Vidda em atuar junto aos usuários de drogas. Comenta o contato com o trabalho desenvolvido em Osasco/SP. O impacto, em sua vida pessoal, da aproximação com as questões relacionadas à Aids. A percepção da sexualidade como uma construção social. Considerações sobre o processo de construção de identidade. Os aspectos culturais que envolvem as atividades de prevenção. A sua relação pessoal com a sexualidade: as inquietações da adolescência; a opção sexual pelas mulheres, a despeito de suas características pouco máculas; a sua relação afetiva com os homens. Ressalta os aspectos interessantes de sua “ambiguidade”. Discussão sobre a origem da homossexualidade; rechaço à ideia da predisposição genética. Enfatiza os aspectos culturais e históricos que fazem com que os significados da homossexualidade se transformem no tempo e no espaço. Volta a falar da experiência adquirida no curso de capacitação financiado pela USAID na Califórnia.<lb/><lb/>Fita 3 – Lado B<lb/>A experiência cultural proporcionada pelo curso; a convivência com o grupo de africanos que compunha a turma; a realidade sexual africana e a forma como a luta contra a Aids se organiza naquele continente. A organização comunitária contra a Aids em São Francisco. Os desdobramentos do curso no Brasil. As especificidades das organizações comunitárias americanas. A tensão crescente entre a ABIA e o Grupo pela Vidda; os privilégios garantidos à ABIA em função de sua organização e do prestígio acadêmico dos seus integrantes.  A secundarização e a falta de autonomia do “staff” do Pela Vidda na execução do projeto HSH; o fim da participação do Pela Vidda na execução do projeto HSH; a mudança de sede, em 1995. Menção às suas próprias dificuldades financeiras. As propostas de Herbert Daniel; o seu papel, fundamental, de liderança junto às duas instituições. A morte, em 1992, de Herbert Daniel e o início das tensões institucionais entre os dois Grupos, que culminariam numa ruptura final em 1995. A mudança de sede do Pela Vidda. As diferenças institucionais entre a ABIA e o Grupo pela Vidda: o perfil “tradicional” da ABIA, com ênfase na formação técnico-profissional de seus funcionários; em oposição ao perfil engajado, mantido por um grande número de voluntários, do Grupo pela Vidda. Menção à participação do Betinho na ABIA e do Herbert Daniel e no Grupo pela Vidda. A ida à Conferência Internacional de Aids no Japão, em 1994; suas impressões sobre a Conferência.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado A<lb/>Características culturais do Japão, a forte repressão sexual e a desinformação sobre Aids. A ênfase do Encontro nas discussões sobre sexualidade. A participação, como coordenador, do projeto “Banco de Horas”; o convite, recusado, para trabalhar como coordenador de aconselhamento do programa de Aids do Ministério da Saúde. Longa exposição sobre a história do projeto “Banco de Horas”, cujo objetivo é, através de uma rede de profissionais, oferecer psicoterapia gratuita para soropositivos. A participação na organização do show “Questão de Honra”, cujo objetivo era mobilizar a classe artística na luta contra a Aids. As atividades e os financiadores atuais do projeto; o alto nível do material de apoio produzido; o perfil socioeconômico da clientela atendida; a distribuição regional dos profissionais filiados ao projeto; as áreas de concentração de interesse do projeto. A atuação como coordenador de projetos do Pela Vidda.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado B<lb/>Menção à sobrecarga de trabalho; o prazeroso papel de gestor do grupo. A organização institucional do Grupo, as coordenações de projeto, os financiamentos; referência ao projeto “Buddy”, que se propõe fazer acompanhamento domiciliar aos doentes de Aids; o contato com os financiadores. Considerações sobre a tensão existente entre soropositivos e soronegativos no interior do grupo; o efeito do empobrecimento da epidemia sobre o perfil dos participantes do grupo. A visibilidade alcançada pelo Grupo. Menção a episódios que ilustram essa tensão no dia-a-dia do grupo, as tentativas, ainda frustradas, de superação dos conflitos.<lb/><lb/>3ª Sessão: 18 de maio<lb/>Fita 5 – Lado A<lb/>O papel das Ongs/Aids no cenário público brasileiro; a herança do movimento gay; as semelhanças com as organizações comunitárias europeias e americanas; o impacto político de sua luta por direitos de cidadania e contra o avanço da epidemia. Traça a trajetória das Ongs/Aids no Brasil, dividindo-as em duas gerações: a primeira, onde estariam incluídos os GAPAS e a ABIA, de perfil mais intelectualizado e voltadas para uma política de monitoramento das ações governamentais; e a segunda, onde estariam os Grupos pela Vidda e o GIVE-SP, instituições que se propuseram, deste sua fundação, a criar um espaço de voz e atuação política dos doentes. A fragmentação dos objetivos das Ongs atualmente; as iniciativas de integração através dos fóruns regionais. O papel das Ongs como um espaço de referência fundamental para as pessoas que vivem com Aids, diante da contínua fragilização dos serviços oferecidos pelo governo. Os efeitos da parceria com o governo; o processo de institucionalização do Grupo e de legitimação das Ongs no mundo. Considerações sobre o arrefecimento das críticas às ações governamentais na luta contra a epidemia no Brasil; o avanço das políticas públicas de combate à epidemia. Avaliação positiva dos serviços de saúde oferecidos no Rio de Janeiro. Crítica à postura política descompromissada do governo do estado do Rio de Janeiro e da administração municipal da cidade do Rio de Janeiro para com as Ongs. Os limites e as possibilidades das negociações com os canais oficiais; a pouca receptividade do ativismo político atualmente e a necessidade de reinvenção contínua de canais de negociação. Menção ao papel do Encontro Anual de Pessoas Vivendo Com Aids (Vivendo), organizado em parceria entre o Grupo e pelo Grupo pela Vidda- Niterói; o processo de organização do evento; o impacto do evento, a mobilização desencadeada por ele e seus desdobramentos.<lb/><lb/>Fita 5 – Lado B<lb/>Rápida avaliação dos Encontros anuais promovidos pelo Grupo: preocupação com o crescimento contínuo do evento; a participação maciça de representantes de Ongs de outros estados; o perfil do voluntariado; os financiadores. Avaliação das campanhas oficiais de prevenção à Aids; a sua pouca eficácia; as limitações das estratégias adotadas; o equívoco das campanhas centradas no carnaval e no dia 1º de dezembro (Dia Mundial de Luta contra Aids); o alcance limitado das campanhas de televisão; o difícil caminho da inovação no âmbito da transmissão de informação e da mudança de comportamento; a burocracia e as disputas políticas que acompanham todo o processo de elaboração das campanhas. O equívoco e a inutilidade da rígida categorização dos grupos de risco; ressaltando os complexos específicos aspectos culturais e identitários que envolvem a questão.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Alexandre do Valle Silva do Quental de Menezes</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Doença infecto-contagiosa</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ana Maria Bontempo Dias</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-02</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">20/03/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs  (2h03min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/b/7/7b73bafa526c72eb7ae78146dc5632660a1c62b51054953458e77ca078ed0770/Ana_Maria_Bontempo_Dias.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Ana Paula Zaquieu e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 20 de março de 1998.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 – Lado A<lb/>O início do envolvimento com a questão da Aids; o desinteresse da equipe de trabalho de sua empresa (SESI) pelo assunto. As leituras sobre o tema; o contato com dados epidemiológicos que indicavam o aumento no número de mulheres infectadas; a percepção da sua própria condição de risco. O interesse pelas atividades desenvolvidas pelas Ongs-Aids; o contato com a ABIA e o Grupo Pela Vidda; o evento organizado no SESI em parceria com o Grupo Sim a Vida, grupo voltado para um trabalho terapêutico junto aos soropositivos; o interesse pela linha de prevenção desenvolvida pelo Grupo Pela Vidda, que não discrimina a condição sorológica de seus voluntários; o contato com o trabalho do GAPA, que desenvolve trabalhos na linha de visita domiciliar e hospitalar. A sua opção por trabalhos preventivos em consequência do seu despreparo emocional em lidar com doenças e com espaços hospitalares. Comenta a sua curiosidade, durante os primeiros contatos com estas organizações, em distinguir os soropositivos. A mudança na percepção das pessoas que vivem com a Aids, após o ingresso no Grupo Pela Vidda. Ao comentar a forma natural como encara as questões relacionadas à sexualidade, cita um episódio de preconceito contra dois homossexuais. Condena a postura preconceituosa contra os homossexuais, afirmando acreditar que, em alguns anos, os tabus relacionados à opção sexual estejam superados.  Discute as suas restrições à bissexualidade manifestada por homens casados. Fala da relação com a homossexualidade de seu primeiro marido. Menciona sua experiência como plantonista do Disque-Aids, citando casos de homens casados bissexuais que ligam, buscando auxílio. Ressalta a ausência de preconceito em suas relações sociais com homossexuais e travestis. Menciona a sua intenção de voltar sua linha de trabalho para a prevenção entre soropositivos. O impacto dos medicamentos na garantia de uma maior sobrevida do doente de Aids. Aponta a necessidade de esclarecer a população sobre os efeitos colaterais dos remédios, para desmistificar a ideia de que o coquetel representa a cura da doença. Comenta sua preocupação com a palestra do Grupo na Fetransporte, organizada por ela, ressaltando a importante transformação na postura dos donos de empresa com relação à prevenção da Aids entre seus empregados.<lb/><lb/>Fita 1 – Lado B<lb/>Menciona, a partir de dados estatísticos, as mudanças no padrão epidemiológico da doença, apontando para o crescimento no número de casos entre os heterossexuais. Cita alguns dos meios usados para convencer os empresários do setor rodoviário sobre a importância e as vantagens das campanhas de prevenção junto aos seus funcionários; as estratégias de abordagem junto aos trabalhadores; a proposta de levar as palestras para o próprio local de trabalho; ressalta as vantagens desse tipo de estratégia; menciona uma experiência junto aos funcionários de um salão de beleza. Considerações sobre as dificuldades em abordar questões relacionadas à Aids e à sexualidade; a ausência de discussões sobre o assunto entre os casais; a resistência masculina ao preservativo; menciona, chocada, o relato de um médico ginecologista que, para evitar conflitos familiares, afirma não notificar suas pacientes sobre o aparecimento clínico de DSTs. O impacto das campanhas no nível de informação  sobre a Aids; a contradição entre o acúmulo de informações e a resistência em adotar comportamentos mais seguros; o comportamento, segundo suas próprias observações, de mulheres jovens e solteiras que optaram por abrir mão da vida sexual; as limitações intrínsecas às campanhas de massas, tendo em vista toda a complexidade que envolve o processo de mudança comportamental; menciona a experiência frustrada de uma empresa de transportes que distribuía   preservativos junto com o salário mensal dos funcionários, sem nenhum esclarecimento sobre a doença e sobre o uso do preservativo. Finaliza o assunto, ressaltando que as palestras informam sobre a Aids, mas que só a dinâmica das oficinas é eficaz no processo de mudança de comportamento. O impacto das palestras ministradas por soropositivos; cita a experiência de uma palestra, quando o seu acompanhante precisou interromper sua fala para tomar o coquetel Anti-Aids. Explica, rapidamente, a dinâmica das oficinas de prevenção. Explica a origem de seu interesse pelo trabalho técnico de prevenção à Aids junto às empresas, surgido ainda quando funcionária do SESI. Relembra o seu  projeto de treinamento de agentes multiplicadores, voltado para os funcionários das empresas filiadas ao SESI, numa parceria entre a instituição e a Secretaria de Estado de Saúde; as estratégias para atrair o interesse dos funcionários; a recusa da direção do SESI em autorizar os treinamentos para os seus próprios funcionários; rápida avaliação dos resultados; a elaboração de um manual, logo publicado pelo SESI, contendo as técnicas de dinâmicas de grupo e informações básicas sobre  Aids. O otimismo diante do ingresso de outros técnicos no Grupo Pela Vidda, interessados em desenvolver oficinas de prevenção junto às empresas. Ressalta a importância das oficinas no processo de interiorização das noções de prevenção à Aids. Comenta o desafio de fazer uma oficina com um grupo de travestis. Suas atividades no Grupo como palestrante, atendente no Disque-Aids e voluntária esporádica do Grupo de Mulheres. Enfatiza a importância do Grupo de Mulheres.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado A<lb/>Considerações sobre o Grupo de Mulheres, ressalta o seu interesse pelas experiências das voluntárias do Grupo; a sua opção por uma postura menos interativa nas reuniões do Grupo; a sugestão, dada à coordenadora, de criar um momento, dentro da reunião, para falar sobre prevenção. Os objetivos da “Tribuna Livre”. A eficácia dos meios informais criados pelo Grupo Pela Vidda para divulgar informações sobre a doença. Menciona suas atuais atribuições no Disque-Aids, no Grupo de Mulheres e na área de prevenção à Aids no local de trabalho. O interesse do Ministério de Saúde em incentivar a organização de oficinas para treinamento de agentes multiplicadores nas empresas; cita o documento “Aids-2” enviado pelo Ministério e explica, em detalhes, a proposta voltada para prevenção no local de trabalho. A flexibilidade do Grupo ao negociar com as empresas as formas de pagamento das palestras; cita algumas experiências de negociações anteriores. A percepção das ONGs como empresas e a sua preocupação com a qualidade do trabalho prestado, principalmente, à comunidade empresarial e escolar. O aprendizado adquirido durante as oficinas. Reitera seu esforço pessoal em investigar a fundo as questões relacionadas à Aids. Sua percepção pessoal sobre os riscos de contaminação pelo vírus HIV. Reflete sobre as motivações que à levaram a trabalhar com Aids; a opção de não usar preservativo no relacionamento conjugal; o diálogo com o marido sobre fidelidade e uso de preservativo. A proximidade com as questões relacionadas à Aids proporcionada pelo trabalho; a ideia do “viver com Aids”, defendida pelo Grupo; cita uma experiência surpreendente e gratificante vivida junto à um soropositivo solitário. Menciona um episódio doloroso, envolvendo uma funcionária soropositiva do SESI que a procurou para pedir informações sobre Aids e, três dias depois, jogou-se da Ponte Rio Niterói; a culpa diante de sua insensibilidade em não perceber e se disponibilizar diante do estado de angústia da funcionária.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado B<lb/>Ressalta a importância das ONGs que atuam com seriedade na luta contra Aids, citando como exemplo os grupos Pela Vidda e o Sim a Vida; o papel destas instituições no processo de mudança na percepção da doença. A visibilidade do Pela Vidda e o reconhecimento público do seu trabalho; o crescente interesse das empresas; elogia a seriedade de seu trabalho institucional. Finaliza, apontando à necessidade de relações mais solidárias entre as pessoas; rejeita veementemente o comportamento preconceituoso e intolerante dos que categorizam os soropositivos através da forma de contágio, rejeitando os homossexuais e vitimizando os hemofílicos e os demais transfundidos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Ana Maria Bontempo Dias</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Doença infecto-contagiosa</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Angela Maria Cunha Furtado</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-03</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">24/03/1998 e 31/03/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h24min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/7/9/0794dd36d850926de86c3ef79ba76555cc7c235c39a68e964e3d288f24fc8680/Angela_Maria_Cunha_Furtado.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Ana Paula Zaquier e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 24 e 31 de março de 1998.<lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 24 de março<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Inicia relatando lembranças da infância. O nascimento em São Paulo, durante uma viagem dos pais; a convivência com a constante ausência paterna, que era jogador de futebol profissional; a separação dos pais e o afastamento definitivo do pai; o ingresso da mãe no mercado de trabalho; a convivência na casa dos tios. Ressalta as constantes transferências de casa; a descoberta, tardia, da morte do pai. Destaca a assistência concedida pela família materna, após o abandono paterno. Detalha a composição familiar; o comportamento da mãe, a sua opção por relacionamento informais, com exceção do relacionamento com seu pai, com o qual houve oficialização do casamento. Relembra a dificuldade, em princípio, de compreender o comportamento materno. A instabilidade da vida escolar; o comportamento rebelde. O afastamento do irmão mais velho, que optou em morar com o pai. A convivência mais próxima com o irmão do meio, com quem partilhava o comportamento rebelde; a internação num colégio de correção. A compreensão, a posteriori, da revolta que motivava o mau comportamento. As mudanças frequentes de escola e o desinteresse pelos estudos. Relaciona seu comportamento, entendido por ela como desviante, com as atitudes apreendidas da mãe. A participação restrita da mãe em sua educação, a dispersão entre os irmãos, que foram espalhados entre as casas dos parentes; a proximidade com o irmão do meio. A reaproximação da família, que passa a morar em apartamento cedido por um primo. A pouca convivência com o irmão mais velho, que nesta época também volta a morar com a mãe. O casamento aos 18 anos e o grande número de namorados na adolescência, ressaltando a inexistência de contatos sexuais mais íntimos; a proteção dos amigos homens; a irritação diante do controle exercido pelos irmãos mais velhos e a opção pela obediência; desentendimentos com a mãe, que insistia em controlar seu comportamento. As expectativas da mãe em vê-la casada na igreja; o hábito de exteriorizar uma imagem negativa de seu comportamento; as estratégias para tentar conquistar a confiança materna; os constantes desentendimentos entre ambas; o desejo da mãe de torná-la uma mulher ajustada aos padrões da família. A discrição da mãe, que não permitia contato entre os filhos e os seus namorados. A contradição entre o desejo de ser diferente da mãe e a exteriorização de um comportamento reprovável aos olhos da família. Relembra um antigo namorado, por quem se apaixonou e o fim do namoro. Narra longamente o primeiro encontro com o ex-marido e o início do namoro. Destaca a sua própria beleza e o seu temperamento cativante durante a juventude. O noivado e a decisão de assumir um comportamento mais sério. A pressão exercida pela mãe e a opção, a contragosto, pelo casamento. A descrença da mãe em sua virgindade. O comportamento destoante de suas contemporâneas.<lb/><lb/>Fita 1 – Lado B<lb/>A forte afinidade com os homens, contrapondo-se às dificuldades de relacionamento com mulheres. Considerações sobre a atitude opressiva da mãe, avaliando negativamente sua decisão de forçá-la ao casamento. O nascimento do primeiro filho e a opção precoce pelo casamento e maternidade.  O término do curso de formação de professor; as dificuldades em conciliar os cuidados com o bebê e o cumprimento das exigências do curso. A experiência profissional com o magistério. A melhora no padrão de vida da família. A transferência do marido para Salvador (BA). O delicado estado de saúde da mãe, a dificuldade em aceitar sua mudança para Salvador e seu falecimento anos depois. Relembra o entusiasmo com o emprego de professora e a frustração de ter que abandoná-lo. Razões que a fizeram acompanhar o marido em sua mudança para Salvador. A dificuldade de engravidar e a decisão, depois da experiência da primeira gravidez, de não ter outros filhos. A opção por interromper uma gravidez tempos depois do nascimento do primeiro filho. A nova gravidez, descoberta durante a mudança para Salvador; o entusiasmo com a chegada da criança, seguida da decepção com o aborto espontâneo. A nova gravidez e a resistência em reconhecê-la; o nascimento do segundo filho, seguido de outra gravidez, quando nasce uma menina. A decisão de pegar a sobrinha para criar; a preocupação de recebê-la de forma calorosa, evitando repetir o descaso que vivera na casa dos tios durante a infância. O cuidado em garantir para a sobrinha o mesmo conforto dado ao filho. O incômodo diante do comportamento sem limites e arrogante da sobrinha, o descaso de seus pais naturais; a dificuldade de aprendizagem e as diferenças no desempenho escolar entre a sobrinha e o filho mais velho; a decisão de transferi-la para um colégio menos exigente.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado A<lb/>A sensível melhora no desempenho da sobrinha no novo colégio; a descoberta da figura do pai e o agravamento das tensões entre a sobrinha e o tio; a decisão de levá-la ao psicólogo; a descoberta da origem de seus problemas com o tio; a irritação com as chantagens da menina; a decisão final da sobrinha em ir morar com a família de seu pai natural em outro estado. Ressalta a omissão e a falta de afeto de seu irmão em relação à filha; o difícil processo de separação da sobrinha; os problemas iniciais de adaptação da sobrinha na nova casa; o casamento e o nascimento de seu primeiro bebê. Retoma o nascimento de seu segundo filho. Destaca seu desprendimento das coisas materiais. O efeito da mudança para Salvador em seu comportamento; a obesidade em decorrência do nascimento seguido dos dois últimos filhos. A insatisfação com um cotidiano restrito aos cuidados com a família e a decisão, repentina, de transformar seu cotidiano. A preocupação com o corpo e a recuperação da beleza e da autoestima; os ciúmes do marido e sua mágoa por ele não valorizar sua vaidade. Menciona o relacionamento com uma amiga que foi morar em Salvador e comenta sobre as traições das amigas, destacando sua opção pela fidelidade. A insistência da amiga em apresentá-la ao seu irmão; o desinteresse inicial pelo garoto de 18 anos que, ao contrário, tinha se apaixonado por ela. Relembra as estratégias para estar sempre próximo, ressaltando sua ingenuidade em relação aos interesses dele. O desagrado do marido que, desconfiado, proibiu a ida do rapaz à sua casa durante sua ausência. Conta, em detalhes, o momento em que o rapaz declarou sua paixão por ela.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado B<lb/>Descreve sua reação de repúdio diante da declaração do rapaz e o envaidecimento posterior ao se sentir desejada e o desejo, reprimido em princípio, de se envolver com o rapaz. O falecimento repentino da mãe, no Rio de Janeiro; a vinda para o enterro e o reencontro com os irmãos; a mágoa pelo marido tê-la deixado viajar sozinha para assistir ao enterro da mãe; a decisão de traí-lo, em represália por tê-la deixado sozinha. A volta para Salvador, a atitude calorosa do rapaz, contrapondo-se à indiferença do marido. Conta, em detalhes, o processo que os levou a tornarem-se amantes e as motivações para manter um relacionamento paralelo ao casamento durante 15 anos. Comenta a decisão dos dois de manterem vidas independentes. A mudança para Minas Gerais e o afastamento compulsório entre eles; a alegria dos encontros de férias; o amor dividido entre o marido e o amante. Nova mudança, agora para São Paulo; a vinda do amante para o Rio de Janeiro e a perda de contato entre os dois. As constantes ausências do marido; o reencontro com o amante; a descoberta da contaminação pelo vírus HIV.<lb/><lb/>2ª Sessão: 31 de março<lb/>Fita 3 – Lado A<lb/>O reencontro com o amante, no Rio de Janeiro; os encontros frequentes entre os dois; a inadaptação em São Paulo e as constantes vindas para o Rio de Janeiro. Destaca que, mesmo sabendo das trocas constantes de parceiras do amante, não se imaginava em risco. Os primeiros sintomas da doença, uma pneumonia e o receio de ele estar com a Aids. A ida, de férias, para Salvador e a decisão de fazerem juntos o teste Elisa. Considerações sobre a sua incredulidade num diagnóstico positivo. Descreve o momento do diagnóstico; a clareza sobre os caminhos que a levaram à doença; o medo de ter contaminado o marido; os receios diante dos possíveis desdobramentos da revelação de sua soropositividade; a solidariedade dos amigos que estavam com ela em Salvador; a dificuldade em tratar o assunto na família. Considerações sobre sua percepção do risco em se contaminar com a doença; a experiência de se ver contaminada pelo vírus. A volta para São Paulo e a decisão de esconder do marido a verdade; as estratégias para evitar contatos sexuais com o marido. Tece explicações sobre as motivações que a levaram a manter dois relacionamentos por 15 anos. O medo de ser tocada pelo marido. Volta a mencionar as estratégias usadas para evitar ficar a sós com o marido; o constrangimento durante a noite, diante de sua insistência em tocá-la. A consulta com o médico da família; a conversa sincera com o médico e a decisão fazer o exame Western Blot, para confirmar o diagnóstico. A confirmação do diagnóstico e a decisão, sugerida pelo médico, de contar a verdade para o marido. As dúvidas sobre como contar a verdade para o marido e o receio em comprometer os amigos que sabiam do seu relacionamento. Comenta a preocupação da família em vê-la emocionalmente abalada. A decisão de contar a verdade para o marido. Descreve os momentos de expectativa e de medo que antecederam o encontro; a reação de incredulidade do marido. Fala sobre sua reação e da decisão, impulsiva, de fantasiar relacionamentos extraconjugais que não aconteceram. Faz algumas considerações sobre o adultério. Cita as motivações que a levaram ao adultério, destacando os elementos que diferenciam a sua experiência extraconjugal de um adultério comum.<lb/><lb/>Fita 3 – Lado B<lb/>Reproduz parte do diálogo com o marido; a sua reação de perplexidade e decepção; a decisão de apoiá-la e de manter, formalmente, o casamento; a preocupação em manter o diagnóstico em segredo. O cotidiano de angústia e solidão; a reação dos filhos diante de seu comportamento; o sentimento de alívio com o resultado negativo do exame do marido. A insatisfação com o casamento, a percepção dos filhos. A aproximação do amante; a angústia diante do afastamento do marido; os sinais de desgaste no relacionamento entre os dois e a reação dos filhos. Relembra a insatisfação com o seu alto padrão de vida, proporcionado pelo marido; os diálogos com os filhos sobre a insatisfação com a casa de São Paulo e o desejo de mudar para um apartamento no Rio de Janeiro. Descreve as características do condomínio onde morava em São Paulo. O desejo inicial dos filhos em morar com ela. A percepção das mudanças no comportamento do marido e o desejo crescente de sair de casa. A mudança para o Rio de Janeiro e a publicização do novo relacionamento do ex-marido. Considera a possibilidade de ter sido traída por ele; avalia positivamente a nova fase do relacionamento com o ex-marido. Reflete longamente sobre os motivos que levaram ao fim de seu casamento e sobre a vida de ambos após a separação. Menção aos momentos em que o ex-marido buscou nela a verdade sobre a contaminação, ressaltando sua opção por omitir dele a verdade sobre sua contaminação.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado A<lb/>A preocupação em preservar os amigos que sabiam de sua relação extraconjugal. Descreve o período final do processo de separação; a mudança para o Rio de Janeiro sem os filhos e a decisão de vender "cachorro quente" com duas amigas. A inadaptação no trabalho e a opção de viver da mesada dada pelo marido. A mudança para um apartamento pequeno; a insatisfação com a casa e o condomínio em que morava em São Paulo; compara os condomínios de Alphaville, em São Paulo e os condomínios da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Menciona alguns desentendimentos com as sócias. O cuidado em informar a filha adolescente sobre a importância do uso do preservativo nas relações sexuais. A omissão dos filhos sobre sua própria condição sorológica. A abordagem sutil durante os diálogos com a filha sobre as questões relacionadas à Aids e sobre a sua participação no Grupo Pela Vidda. As dificuldades em lidar com a sexualidade da filha; a insistência em entregar-lhe camisinhas, mesmo sem ela ter iniciado sua vida sexual. Avalia negativamente a despreocupação dos amigos de sua filha com a ameaça da Aids, mas vê com otimismo a incorporação gradativa da camisinha no cotidiano dos adolescentes. Ressalta os tabus que cercam a questão do uso da camisinha. Comenta as experiências sexuais do filho mais velho e sua resistência em usar preservativo com a namorada. Menciona os amigos que, mesmo acompanhando o seu sofrimento com a doença, resistem ao uso da camisinha. Avalia a sua própria percepção do risco da doença, durante os anos em que manteve um relacionamento extraconjugal. O lento afastamento do amante; avalia os motivos que levaram ao desinteresse entre ambos.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado B<lb/>Avalia positivamente sua atual fase e destaca a estabilidade de seu quadro clínico. Cita a discussão com o seu médico sobre a necessidade do uso de medicamentos em casos assintomáticos e o medo de desenvolver os sintomas da doença. Menciona a questão dos filhos e da necessidade crescente de falar com eles sobre a sua contaminação. Relembra o primeiro contato com o Grupo pela Vidda; a proximidade com uma de suas voluntárias; o ingresso definitivo no Grupo após a mudança para o Rio de Janeiro. Relativiza a convicção, comum entre as mulheres do Grupo, sobre a responsabilidade dos homens na transmissão do vírus. Afirma não ter guardado rancor pelo afastamento do amante. Pondera sobre os efeitos positivos da Aids em sua vida. Menciona o contato com as experiências de outros integrantes do Grupo, enfatizando a importância do apoio e da descrição do marido. Finaliza, ressaltando as mudanças em sua relação com o corpo e com a sua saúde após a descoberta do diagnóstico.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Angela Maria Cunha Furtado</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Doença infecto-contagiosa</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dráuzio Varella</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-04</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">02/05/1998 e 09/05/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h14min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/0/3/603f473a01b063f93b0165f9aceff2adac1e340f4b7266e136f934cb306db6f6/Drauzio_Varella.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Ana Paula Zaquieu e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 02 e 09 de maio de 1998.<lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 02 de maio<lb/>Fita 1 – Lado A<lb/>A infância em um bairro operário em São Paulo; a origem europeia, pais, avós, o cotidiano no cortiço de imigrantes e a morte prematura da mãe; diferenças culturais entre espanhóis e portugueses; dedicação do pai ao trabalho e o esforço que os filhos fossem universitários; ingresso na faculdade de medicina da USP e o trabalho como professor de cursinho pré-vestibular; temperamento autoritário do pai; desempenho 'medíocre' ao longo do curso de medicina e sua conclusão; período de indefinição profissional, encontro com Vicente Amato e a ida para o hospital do Servidor Público; o grande interesse por medicina contrapondo-se ao descaso com o curso médico; contato com a equipe médica do Hospital dos Servidores, interesse por imunologia e a grande virada profissional, no início dos anos 1970; avanços nas pesquisas em imunologia e a aproximação com a oncologia; a pesquisa clínica com o uso de BCG oral em pacientes com Melanoma.<lb/><lb/>Fita 1 – Lado B<lb/>O sucesso e a repercussão das primeiras pesquisas clínicas com BCG oral em doentes com Melanoma; intercâmbio com o hospital Memorial de Nova Iorque, ida para Nova Iorque, em 1983, e o primeiro contato com casos de Sarcoma de Kaposi em doentes de AIDS; o despreparo dos médicos em lidar com a doença, comentário sobre os altos índices de morbi-mortalidade da Síndrome, perfil 'chic' dos primeiros contaminados e o contato com os doentes homossexuais; a 'antevisão' da ampla rede de transmissão heterossexual da doença no Brasil; considerações sobre os mecanismos gerais de transmissão dos agentes infecciosos; ênfase no equívoco científico da apressada associação da AIDS à comunidade homossexual e consequências para o controle futuro; crítica ao preconceito contra os homossexuais; condicionantes genéticos do comportamento sexual; a alta contagiosidade das drogas injetáveis e a ineficácia das campanhas de distribuição de seringas descartáveis; comentário sobre a experiência com uma 'roda de baque' (roda de usuários de cocaína injetável), assistida e gravada em São Paulo, e a descrição do comportamento dos envolvidos; alternativa de prevenção entre os usuários de drogas: substituição da droga injetável pelo 'crack'; a experiência com usuários de drogas no Carandiru (SP).<lb/><lb/>Fita 2 – Lado A<lb/>As diferenças de ação e efeito entre a cocaína injetada, inalada e o crack no organismo humano; a experiência de substituição da droga injetada pelo crack entre os presos do Carandiru; os efeitos nocivos do crack e da cocaína inalada; a pesquisa conduzida entre os presos do Carandiru e o trabalho de intervenção: estratégias de persuasão, atendimento clínico, informações básicas sobre a transmissão da Aids, contaminação via droga injetável; os sinais de sucesso da iniciativa; efeito da proximidade dos presos com a Aids e o medo da morte como uma possível explicação da substituição da droga injetável pelo crack; a subnotificação da doença e seus problemas; a predileção pela oncologia e o fascínio pelo desafio à morte; os avanços da ciência médica e o papel do médico junto ao paciente; relação de complementaridade entre a arte (as relações humanas) e a técnica (o saber científico) no processo de cura; comentários sobre a fundamentação técnico-científica da chamada medicina alternativa.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado B<lb/>A interação entre técnica e relações humanas como o caminho para a medicina do futuro e a mudança na relação médico-paciente; episódios de desrespeito no atendimento ao paciente presenciados em seu período de 'interno' no Hospital das Clínicas (SP); a precariedade dos hospitais públicos no Brasil, o equívoco na concepção do Estado como entidade prestadora dos serviços de saúde e a experiência como chefe do serviço de oncologia num hospital do INAMPS; a reação de seus pacientes diante do diagnóstico de AIDS; impacto dos novos tratamentos sobre os soropositivos e mudanças na concepção da doença.<lb/><lb/>2ª Sessão: 09 de maio<lb/>Fita 3 – Lado A<lb/>A ascendência europeia, o sentimento de pertencimento à cultura brasileira e a opção por viver no Brasil; exaltação à diversidade cultural do Brasil e comparação entre as características culturais dos brasileiros e dos europeus; seus casamentos; comentários sobre o comportamento contraditório dos detentos do Carandiru diante da morte e do diagnóstico de AIDS; comentários sobre as campanhas de prevenção; o equívoco das iniciativas de distribuição de seringas como meio de prevenção da transmissão da doença; a experiência de substituição da droga injetável pelo crack entre os detentos do Carandiru; as especificidades culturais dos países europeus onde a experiência apresentou resultados significativos; o costume de partilhar a droga como uma característica que inviabiliza a eficácia dos programas de distribuição de seringas individuais; a experiência com campanhas de prevenção em emissoras de rádios paulistas e a eficácia das campanhas voltadas para públicos específicos; comentários sobre a campanha do “Bráulio”; o equívoco das campanhas de carnaval; a questão dos preservativos e a reduzida oferta no mercado brasileiro; a importância de campanhas objetivas e tecnicamente engajadas.<lb/><lb/>Fita 3 – Lado B<lb/>A intervenção da Igreja e a influência de interesses políticos no processo de elaboração das campanhas; defesa por campanhas menos políticas e mais técnicas; avaliação positiva da atuação das ONG's/Aids no Brasil; as condições que propiciaram a proliferação do vírus HIV nas comunidades homossexuais; o pioneirismo das ONG's/Aids; participação na Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo no início dos anos 1990; o projeto de prevenção às DST's; os resultados práticos durante sua participação no governo; a burocracia e irracionalidade dos meios adotados pelos técnicos do governo de São Paulo para a gestão do empréstimo do BIRD destinado ao controle e prevenção da Aids no Brasil, no início dos anos 1990; avaliação dos resultados destes empréstimos; descrição dos avanços gradativos no tratamento clínico da doença e as dificuldades iniciais em diagnosticar as doenças oportunistas; os efeitos limitados dos primeiros medicamentos disponíveis para o controle clínico da doença; o impacto de sua entrevista num programa de TV sobre estes medicamentos e a rápida liberação de novos medicamentos; a divulgação impactante dos avanços da medicina sobre a comunidade médica como estratégia para os médicos se atualizarem; o grande avanço clínico representado pelos 'inibidores de protease'.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado A<lb/>Razões que permitem que doentes de AIDS com elevada carga viral e baixíssimo número de CD4 não desenvolvam doenças oportunistas; a formação genética dos vírus, a ação do vírus HIV e possíveis formas de combatê-lo; os possíveis efeitos colaterais, a longo prazo, das novas terapias anti retrovirais; avaliação dos congressos científicos internacionais; crítica ao comportamento dos ativistas europeus e americanos; garantia de uma maior sobrevida proporcionada pelos retrovirais; o alto índice de desistência durante o tratamento e as dificuldades encontradas pelos pacientes em mantê-lo; a convivência com a morte frequente de pacientes; o fascínio pelos desafios da oncologia; a descoberta, depois de anos de medicina, do importante papel do médico nos últimos momentos de vida dos pacientes em fase terminal; a relação com a morte e a Aids: o caso de seu irmão.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado B<lb/>A serenidade do irmão durante o tratamento; sobre a sua relação pessoal com a morte; a AIDS como um dos resultados do processo liberação sexual dos anos 1960; o impacto da AIDS sobre o comportamento sexual da juventude.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Antônio Drauzio Varella</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Doença infecto-contagiosa</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Conceição Lemes</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-05</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">28/11/1996 e 29/11/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (4h17min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 5 não foi gravado. </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/4/b/64bf2cfe38305c7dd29b88ffbb0376378fa82eb95e8b831cc30394267d2e7f48/Concei____o_Lemes.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo Nascimento e Marcos Roma Santa, em São Paulo (SP), nos dias 28 e 29 de novembro de 1996.<lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 28 de novembro<lb/>Fita 1 – Lado A<lb/>Inicia relatando a infância, composição familiar, influência do caráter solidário do pai, as cobranças dos pais, a precocidade, o impacto da morte repentina do pai e o peso da responsabilidade pelos irmãos menores. O término do ginásio; a escolha pelo curso de formação de professores. As dificuldades financeiras das famílias e a mudança para a escola pública. A decepção com o catolicismo e o descontentamento com o curso de formação de professores. O rompimento com a família de seu pai. A influência intelectual da professora de sociologia durante o curso de formação de professores; o ingresso no curso pré-vestibular; a opção pelo curso de comunicação (jornalismo) na USP. Dificuldades financeiras com a morte do pai e a força da mãe em manter os filhos unidos e estudando. Lamenta o excesso de responsabilidade com a família durante a adolescência. A opção por jornalismo, a seriedade durante a graduação, a despeito das frustrações com a qualidade do curso.<lb/><lb/>Fita 1 – Lado B<lb/>Explica a estrutura do curso de comunicação na USP e o porquê da opção pelo jornalismo. Considerações sobre o papel educativo da informação. Seu compromisso de educar e formar os irmãos. A pouca participação no movimento estudantil de oposição à ditadura militar e menciona um episódio em que, por engano, confundiram-na com uma estudante envolvida com os grupos de resistência à ditadura; o clima de medo que pairava sobre os alunos na época; a ameaça dos agentes da repressão infiltrados na universidade. O momento de hesitação pela carreira acadêmica; as atividades acadêmicas e extra-acadêmicas desenvolvidas no curso de graduação; o ingresso na pós-graduação e o imediato desencanto com as exaustivas teorizações da carreira universitária. O envolvimento profissional com o jornalismo sindical. Ressalta seu compromisso com a transformação; a emoção com o culto ecumênico na Praça da Sé em decorrência do assassinato do jornalista Vladimir Herzog, em 1975; a indignação com a indiferença da turma de pós-graduação diante dos acontecimentos políticos da época. A criação, junto com o marido, do jornal sindical “Hora” na região do ABC paulista; o convívio com os movimentos sindicais do ABC; a importância dessa experiência profissional; a falência do jornal e a ida para a Rádio Globo; as dificuldades políticas e financeiras para estruturar o jornal.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado A<lb/>A proposta de uma linguagem voltada para a classe trabalhadora, as matérias mais marcantes e o aprendizado adquirido com o jornal. O trabalho na Rádio Globo; as dificuldades políticas em se ajustar à uma emissora de rádio notoriamente de direita; as conquistas e a abertura de espaço para discussões políticas na rádio; sua liderança nos movimentos reivindicatórios da categoria; a demissão da Rádio Globo e os dois anos de desemprego. Avaliação sobre a mal sucedida greve dos jornalistas de 1979; a falta de compromisso ideológico e ético das pessoas envolvidas no movimento; o desemprego e os primeiros trabalhos, ainda não especializados, como “freelancer”; as primeiras matérias sobre saúde, na Revista Nova, o ingresso na Revista Capricho e a preocupação, independentemente do perfil do veículo, em usar o espaço jornalístico de forma crítica, competente e comprometida com mudança. Os anos de trabalho como redatora na Revista Saúde da editora Abril.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado B<lb/>A mudança de chefia na Revista Saúde e o início do descontentamento, que resultaria em seu pedido de demissão. O seu interesse pela Aids, ainda na Revista Saúde e o acompanhamento da epidemia, desde seu início; o primeiro contato com a doença por meio de revistas estrangeiras; as matérias sobre questões relacionadas à Aids e a entrevista com Herbert Daniel. O contato com Stalin Pedrosa, do Grupo Pela Vidda, e a proposta de uma matéria investigativa sobre os chamados tratamentos alternativos contra a Aids; o prêmio Abril de Jornalismo; a matéria sobre Aids, feita sob encomenda pela revista Playboy; as dificuldades na execução do projeto em função das especificidades do público da revista e as particularidades que diferenciam seu estilo jornalístico.<lb/><lb/>Fita 3 – Lado A<lb/>Ainda sobre a matéria publicada na Playboy e a complexidade que envolve a questão; as especificidades do público alvo; as estratégias de convencimento; seu papel como jornalista; implicações éticas das matérias que tratam de saúde; a falta de compromisso da imprensa com as expectativas das pessoas, ao publicizar informações equivocadas e inconsistentes sobre Aids. O interesse profissional pela doença e seu gradativo envolvimento pessoal na luta contra a doença. Longa discussão sobre o papel da mídia na construção do significado social da Aids; crítica à omissão da sociedade civil diante das informações equivocadas sobre Aids veiculadas pela imprensa; o papel político da imprensa. Ressalta aspectos positivos da imprensa, como o compromisso social e a audácia do editor da Playboy que se dispôs a financiar  a matéria sobre Aids; a percepção da imprensa como um espaço de mudança.<lb/><lb/>2ª Sessão: 29 de novembro<lb/>Fita 3 – Lado B<lb/>Longas considerações sobre o papel da mídia e as responsabilidades do jornalista; o alto custo das matérias; a própria complexidade das questões que envolvem a Aids e que tornam mais difíceis a produção de matérias sérias sobre o assunto. A Conferência Internacional de Vancouver e os equívocos divulgados pela imprensa sobre a eficácia do “coquetel anti-Aids”. O impacto positivo do lançamento do “Coquetel” durante a Conferência de Vancouver; o clima de otimismo e esperança da Conferência. Sua crença na qualidade da imprensa brasileira; a defesa dos “protocolos científicos”; o compromisso ético e científico dos pesquisadores e as expectativas dos doentes que esperam ansiosos por tratamentos eficazes.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado A<lb/>As especificidades da epidemia da Aids; seu impacto político, ao despertar uma série de movimentos reivindicatórios e tornar possível uma reorientação da relação médico/paciente. A preponderância do perfil dos primeiros infectados, a maioria pertencente à uma elite pensante e ativista, na condução diferenciada da luta institucional contra a Aids no mundo; os possíveis desdobramentos do processo de pauperização da epidemia; o modismo em torno das discussões sobre a doença. Sua experiência profissional com o jornalismo e os aspectos subjetivos inerentes à produção jornalística séria. O oportunismo que cerca a doença, o número crescente de profissionais que veem na Aids uma oportunidade de projeção; ou mesmo de pacientes, que usam a doença para fazer “chantagem”. Numa reconsideração, exclui a classe jornalística dessa categoria de profissionais oportunistas. Longa discussão a respeito do papel e dos equívocos da imprensa na construção do significado social da Aids; a assimilação e a divulgação pouco crítica de informações, com grande carga de juízo moral, produzidas pela comunidade científica no início da epidemia; a repercussão destes estereótipos na percepção do risco da doença na sociedade em geral. Considerações em torno da polêmica camiseta produzida pelo Grupo Pela Vidda para marcar o Dia Mundial de Luta Contra a Aids: uma estampa envolvendo o Sagrado Coração de Maria em uma camisinha, despertando a indignação do prefeito da cidade do Rio de Janeiro, César Maia que, como católico, entrou na justiça para proibir a distribuição da camiseta.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado B<lb/>Reflete a respeito dos objetivos de uma campanha tão provocativa e, mesmo, agressiva para os católicos; os riscos de campanhas que são elaboradas em cima de símbolos religiosos; os equívocos das campanhas preventivas calcadas no discurso da abstinência sexual e da fidelidade. Considerações sobre o crescente índice de contaminação de mulheres que não apresentam o chamado “comportamento de risco”; as diferenças geracionais na percepção da doença e dos riscos de contaminação. Menciona a pesquisa feita pelo Ibope para dar suporte à matéria da Playboy mostrando que os adolescentes formavam o grupo que mais usava preservativo. Menciona o uso de um broche, que representa a luta contra a Aids, como uma atitude pessoal de desmistificar a doença. Os critérios para a seleção de seus consultores. Sua avaliação sobre a relação entre as Ongs/Aids, os órgãos oficiais e os laboratórios privados.<lb/><lb/>Fita 5 – Lado A<lb/>As implicações, na própria autonomia destas instituições, do maciço financiamento do governo. O financiamento oferecido pelos laboratórios farmacêuticos e exemplo para mostrar os desdobramentos deste tipo de dependência financeira. Menciona sua participação num Comitê Científico do Programa Nacional de DST e Aids; a baixa qualidade de parte dos projetos enviados. Questiona os critérios de avaliação do Ministério da Saúde; seu compromisso pessoal em fazer uma avaliação justa; a interferência dos interesses políticos no processo de distribuição de financiamento.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Conceição Lemes</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Doença infecto-contagiosa</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dayse de Mello Agra</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-06</unitid>
            <unitdate normal="1997/1997" encodinganalog="3.1.3">24/10/1997 a 18/12/1997</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete e 8 CDs (4h40min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 1 não foi digitalizado, contudo a transcrição dessa parte encontra-se registrada no documento. O lado B das fitas 2, 4, 6 e 8 não foi gravado. </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/b/9/0b9642a1904e943884347cdd683b783f232897cefb69f09f90f4860387d04601/Dayse_de_Mello_Agra.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Ana Paula Zaquieu e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 24, 30 de outubro, 06 de novembro e 18 de dezembro de 1997.<lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 24 de outubro<lb/>Fita 1 – Lado A<lb/>A composição familiar; a doença do pai; a mudança de São Paulo para o Rio de Janeiro, durante a infância; a mudança para o estado de Minas Gerais, aos 12 anos. A trajetória marcada por problemas de saúde na família e a rejeição a qualquer profissão ligada à área de saúde e educação. O casamento; a boa convivência familiar, a despeito das diferenças pessoais com a irmã; o restrito convívio social da família; as atividades profissionais dos pais; a indefinição profissional e a formação escolar. A volta para o Rio de Janeiro, o abandono da escola e a opção pelo trabalho. As primeiras atividades como comerciária seguida pelo ingresso no serviço público. O ingresso do marido na polícia federal; o casamento no ano de 1955. O nascimento do primeiro filho; as dificuldades em conciliar o trabalho e as atividades domésticas, resultando no pedido de demissão do serviço público. A opção por mais de um filho devido à experiência do marido como filho único. O caráter autoritário e reservado do marido; a origem tradicional de sua família. Considerações sobre a oposição do pai ao seu casamento e as diferenças de valores entre as duas famílias. Os passeios em Paquetá. A transferência do marido para Paquetá e a mudança definitiva para lá com os filhos.<lb/><lb/>Fita 1 – Lado B<lb/>Menciona as funções do marido na ilha, sua autoridade no local, ressaltando sua honestidade no trabalho. Comenta a crise política pela qual estava passando o Brasil, no início dos anos 1960 e a preocupação do marido com uma possível transferência para Brasília. A volta para o apartamento localizado no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Fala longamente sobre o marido; faz referência a seu comportamento, frisando a dificuldade em desobedecer às ordens do pai; sua tensão, diante da possibilidade de uma transferência do Rio de Janeiro; os primeiros sintomas do Mal de Parkinson; o início das dificuldades no trabalho, resultando na aposentadoria por invalidez. As dificuldades no relacionamento com a irmã. A morte da sogra e a mudança para o apartamento do sogro. Relembra as dificuldades em dar assistência à família e cuidar do sogro já idoso e da mãe, devido à negligência da irmã. Sua submissão ao marido, seu temperamento autoritário e as restrições impostas aos filhos. As diferenças de comportamento entre os irmãos: enquanto o mais velho obedecia, sem questionar, às ordens do pai e se dedicava aos estudos, o menor sempre encontrava uma forma de subverter restrições e não demonstrava nenhum interesse pela escola.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado A<lb/>O interesse em participar de um trabalho voluntário desenvolvido no posto de saúde do Catete, junto às outras mães do colégio de seus filhos. Volta a mencionar as diferenças de comportamento entre os irmãos. Fala longamente das características do filho mais novo, sua insistência em compará-lo com o irmão e suas iniciativas para estimular o gosto pelos estudos. A opção por trabalhar profissionalmente com barcos no Caribe e reflexão sobre sua postura diante do comportamento dos filhos e da inesperada morte do filho mais velho.<lb/><lb/>2ª Sessão: 30 de outubro<lb/>Fita 3 – Lado A<lb/>Longas considerações sobre as diferenças de comportamento entre ela e a irmã; o esforço para obter uma condição de vida mais confortável e a disponibilidade em acompanhar os doentes da família, contrapondo-se ao comportamento omisso e desinteressado da irmã e do cunhado. A mágoa diante do distanciamento da irmã, durante o período de adoecimento do filho. A doença e morte da mãe e sua decisão de não se envolver com os trâmites do enterro. Para explicar a tensão que seguiu o inventário da mãe, volta no tempo para relembrar um episódio, logo após a morte do pai, quando sua irmã se indignou com os termos do testamento deixado pelo pai.<lb/><lb/>Fita 3 – Lado B<lb/>Menciona a restrita composição familiar, ressaltando o comportamento distante da irmã. Longas considerações sobre as diferenças entre os dois filhos; lembranças de episódios da infância de ambos; o comportamento extrovertido e versátil de Anderson e o comportamento sério e estudioso de Jefferson. A trajetória de Jefferson e seu grande interesse por pescaria; o ingresso no curso de Geologia da UFRJ; a viagem a Paris; o desempenho universitário; o estágio na Petrobrás; a mudança para Bahia; a formatura; o ingresso definitivo nos quadros da Petrobrás.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>A aprovação do filho para uma pós-graduação em Austin, no Texas, pela Petrobras; a volta para o Brasil depois de dois anos e a decisão de morar sozinho. Os primeiros sinais da doença e a tentativa de omiti-la da família; a negação da doença. A conversa com a médica e a descoberta do verdadeiro diagnóstico do filho; a sua reação e o temor diante da associação Aids/homossexualidade.<lb/><lb/>3ª Sessão: 06 de novembro<lb/>Fita 5 – Lado A<lb/>Seu total desconhecimento sobre a doença e ressalta o despreparo médico em lidar com a Aids, durante o tratamento do filho. Longa descrição da fase posterior ao diagnóstico; o início do tratamento, o diálogo com o marido e, em seguida com o filho, sobre seu diagnóstico e a decisão de voltar para a casa dos pais. A maior atenção ao comportamento do filho, o receio de sua possível homossexualidade. A emoção do momento em que o filho voltou para a casa. Considerações sobre a associação Aids/culpa; a opção por não fazer perguntas sobre a forma do contágio. A aproximação entre os dois irmãos. O agravamento do quadro clínico e a internação. Já no hospital, a curiosidade das pessoas em torno do filho, um dos únicos pacientes de Aids; o preconceito dos profissionais do hospital, que decidiu transferi-lo para o isolamento. Referência a associação Aids/culpa, Aids/homossexualidade. Ressalta o exemplo de luta e resignação do filho diante do avanço da doença.<lb/><lb/>Fita 5 – Lado B<lb/>Longos comentários sobre o período da internação do filho na Beneficência Portuguesa e a solidariedade dos amigos da Petrobrás; o comportamento bem humorado; a ausência da tia; o gradativo agravamento de seu quadro clínico; o tratamento carinhoso e alegre de uma das auxiliares de enfermagem; a visita dos amigos de Paquetá; o sofrimento causado pelas fortes dores noturnas; a decisão de sedá-lo; a sua morte. Retoma o momento em que os amigos da Petrobrás, ao tomarem conhecimento da doença, decidiram consultar uma especialista, da qual ela não recorda o nome; a recusa do filho ao tratamento proposto pela médica.<lb/><lb/>Fita 6 – Lado A<lb/>Retorna à fase que antecedeu a internação filho; o primeiro contado com a real gravidade da Aids. Relembra as últimas vontades do filho; a divisão, em vida, dos seus pertences entre os amigos. Algumas considerações sobre o comportamento firme de ambos diante da doença.<lb/><lb/>4ª Sessão: 18 de dezembro<lb/>Fita 7 - Lado A<lb/>A dor pela morte do filho; as primeiras iniciativas para superar sua morte. O impacto do depoimento de Herbert Daniel num canal de televisão sobre as atividades do Grupo Pela Vidda. Considerações sobre sua discriminação contra os homossexuais. A recepção no Grupo. Referência à origem do Grupo; seu processo de organização; sua relação com a ABIA. A gradativa integração no Grupo; o medo dos homossexuais; a organização do Grupo de Mulheres. Considerações sobre a Aids: a forte associação Aids/ homossexualidade; o impacto do contato com mulheres infectadas pelo HIV sobre a sua percepção da Aids como doença de homossexuais; o equívoco do médico que afirmava que as mulheres não transmitiam o HIV; a ausência de informações consistentes sobre a doença e de medicamentos adequados; a busca por vacinas; o surgimento do AZT. A inauguração do Grupo; a influência do espírito de luta dos integrantes do Grupo. As especificidades do Grupo pela Vidda; sua autonomia em relação à ABIA. As consequências da insistência do médico Carlos Alberto Moraes e Sá em afirmar que as mulheres não transmitiam o HIV. Cita o caso de três mulheres que, orientando-se pelas afirmações do médico, além de comprometeram seriamente seu estado clínico ao engravidar, expuseram seus parceiros ao risco do contágio. A comercialização do AZT; as representações negativas sobre a droga; o medo dos seus efeitos colaterais; a experiência de Herbert Daniel com o medicamento.<lb/><lb/>Fita 7 – Lado B<lb/>A decisão de conceder entrevista para um programa televisivo; o apoio do filho mais novo, que lhe conta a discriminação sofrida após a morte do irmão. O crescente envolvimento com o Grupo; a coragem de falar publicamente sobre Aids; a importância do Grupo para os soropositivos. A dinâmica do Grupo de Mulheres; o efeito da troca de experiências. A visibilidade dos soropositivos; o impacto dos depoimentos dados por soropositivos no processo de transformação das representações sobre a Aids. Relembra a mobilização do Pela Vidda contra as primeiras campanhas de prevenção à Aids veiculadas pelo governo; a luta contra a associação Aids/morte e contra o preconceito. A primeira participação do Grupo nas campanhas oficiais de prevenção; a concessão de seu depoimento para uma dessas campanhas. A resistência das instituições escolares e das empresas em abrir espaço para as atividades de prevenção propostas pelo Grupo; seu trabalho de prevenção, chamado “sala de espera”, desenvolvido junto às pacientes do posto de saúde do Catete; suas estratégias de convencimento, os resultados.<lb/><lb/>Fita 8 – Lado A<lb/>As dificuldades para ampliar o trabalho de treinamento oferecido pelo Grupo aos voluntários, afim de adequá-los às linhas de atuação seguidas pela instituição. A proposta do Disque-Aids. A importância do Encontro de Pessoas Vivendo com Aids, organizado anualmente pelo Grupo. Relembra sua denúncia, durante um dos primeiros Encontros do grupo, da discriminação de hotéis da Zona Sul carioca contra as comitivas vindas de outros estados para o evento. O impacto da participação do cientista francês Luc Montagnier em um dos Encontros. Cita algumas das instituições financiadores do Encontro. Considerações sobre a parceria entre o governo brasileiro e o Grupo; as mudanças na relação médico- paciente; as restrições impostas pela medicação; as disputas entre os laboratórios; as implicações éticas das pesquisas que utilizam cobaias humanas; os ótimos resultados nos tratamentos para as crianças; a prevenção à Aids vertical; as campanhas de prevenção; o efeito da parceria entre o governo e as ONG's na mudança no perfil das campanhas; as dificuldades relacionadas à mudança de comportamento e às discussões que envolvem sexualidade; a eficácia dos trabalhos comunitários na prevenção à doença; o vídeo de mulheres produzido pelo Grupo.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Dayse de Mello Agra</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Euclides Ayres Castilho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-07</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">06/11/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs  (1h28min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado. </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/0/c/10ccba60ae12067e45cf4ce75f21cd039a173612fbb1b29ead9f452a648f32bb/Euclides_Ayres_Castilho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Marcos Roma Santa, em Brasília (DF), no dia 06 de novembro de 1996.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 – Lado A<lb/>Sua formação em medicina preventiva; o trabalho como professor da USP; as funções desempenhadas na Fundação Oswaldo Cruz; a origem de seu interesse profissional pela Aids; o ingresso na Comissão Nacional de Aids, em 1987; a presidência do Comitê Diretivo de Pesquisa do Programa nacional de Aids e do Comitê de Vacinas do Programa Nacional de Aids, ambos em 1993; dificuldades em ajustar o trabalho acadêmico às demandas da área do serviço. Considerações sobre os aspectos técnicos, políticos e institucionais que envolvem o enfrentamento da Aids no Brasil; o processo de incorporação da Aids como uma questão pública, as primeiras iniciativas da comunidade científica, o surgimento das Ongs/Aids. Critica a supervalorização da questão da Aids, diante de outras questões graves de saúde pública no Brasil. Os aspectos burocráticos e administrativos que limitam a implantação e a execução das políticas públicas de combate à epidemia no país; as iniciativas do Programa para assessorar os estados e municípios na captação e administração dos recursos destinados à implantação dos programas regionais de combate à doença. Considerações sobre a imagem que a sociedade tem da Aids. Ressalta seu esforço pessoal em não deixar que seus valores morais interfiram na execução de seu trabalho. As implicações e o inquestionável valor científico do uso da categoria “grupo de risco” na epidemiologia. A redução das atitudes discriminatórias da comunidade médica, principalmente entre os que atuam cotidianamente na área clínica.<lb/><lb/>Fita 1 – Lado B<lb/>Sua relação pessoal com a ameaça da Aids. Considerações sobre as complexas redes de relações sociais que possibilitaram a disseminação da doença no mundo; o crescimento no índice de contaminação através de relações penivaginais. Ressalta o equívoco cometido por alguns colegas ao afirmarem não haver risco de contaminação da mulher para o homem. O medo da contaminação. Aspectos morais que permeiam as considerações técnico-científicas do discurso médico no processo de elaboração das campanhas de prevenção à Aids; destaca toda a complexidade que envolve a produção e a veiculação das campanhas. A polêmica em torno da proposta de “redução de danos” aplicada entre os usuários de drogas injetáveis. Considerações pessoais sobre a relação entre pesquisadores e pacientes; comentários a respeito dos livros de Hervé Guibert, “Ao amigo que não me salvou a vida”, onde o autor expõe sua mágoa diante da postura fria dos pesquisadores diante do drama dos doentes de Aids. Ressalta os aspectos clínicos no uso dos medicamentos anti-Aids e o seu efeito, pelo menos momentâneo, na garantia de uma maior qualidade de vida dos doentes; o impacto do coquetel anti-Aids na sociedade brasileira e as distorções em seu entendimento; a contribuição das atividades comunitárias desenvolvidas pelas ONG's Aids e a preocupação com a pauperização da epidemia no país.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado A<lb/>Avaliação positiva da parceria institucional entre o governo e as ONG's-Aids. Considerações sobre uma possível lentidão nas respostas governamentais de combate ao avanço da epidemia; restrições do conhecimento científico sobre o vírus e o pessimismo diante da possibilidade de uma vacina eficaz a curto prazo; os resultados promissores das pesquisas nas áreas clínicas e farmacológicas. O aumento da incidência de Aids entre as mulheres. Comentários sobre o trabalho e o caráter de Lair Guerra, coordenadora do PNDST/AIDS. Sua opinião pessoal sobre a vida em tempos de Aids.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Euclides Ayres de Castilho</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
            <subject>Hanseníase</subject>
            <geogname>Brasília (DF)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>"Análise espaço-temporal dos casos de Aids no Brasil" (pesquisa concluída). Disponível em: &lt;https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/16495/analise-espaco-temporal-dos-casos-de-aids-no-brasil/&gt;.</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Hibernon Costa Guerreiro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-08</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">18/03/1998 e 27/03/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs  (2h; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/4/8/d48ad38171d5a42ed04b5cd572ff54186b5f500b6d74dd935a6a9a41fdeb2d18/Hibernon_Costa_Guerreiro.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Ana Paula Zaquieu e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 18 e 27 de março de 1998.<lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 18 de março<lb/>Fita 1 – Lado A<lb/>A infância em Rocha Miranda, origem operária dos pais e o ingresso no mercado de trabalho aos 14 anos; discordâncias com o irmão mais velho e a responsabilidade com o sustento da família. O valor do trabalho para seus pais. O uso recente de drogas. A relação dos pais com sua homossexualidade, a iniciativa atual de se “heterossexualizar” e as poucas experiências sexuais com mulheres. A iniciativa dos pais em levá-lo ao psicólogo aos 10 anos de idade. O escândalo com a descoberta de seu envolvimento sexual com um parente; o relacionamento entre seus pais e sua decisão em não discutir sua homossexualidade com eles. O trabalho operário ainda na adolescência, o ingresso na Marinha aos 18 anos e as dificuldades em viver lá sua homossexualidade; a importância do Grupo Pela Vidda no processo de assumir sua homossexualidade. Ressalta a sua capacidade de separar a sua vida sexual de seu desempenho profissional. A descoberta da contaminação pelo vírus durante  um exame periódico na Marinha, em 1990; descreve todo o processo de investigação clínica até o resultado final; o desabafo com um primo na noite de Natal; o choque no momento do diagnóstico definitivo; a postura insensível do médico; o encontro emocionado com o primo no caminho para o hospital; o início do tratamento no hospital Marcílio Dias; a opção de omitir o diagnóstico dos pais. As estratégias usadas para impedir que seus pais soubessem da licença médica concedida pela Marinha. O trabalho como contador e a sociedade em um escritório.<lb/><lb/>Fita 1 – Lado B<lb/>As questões e problemas com a sócia e seus atos de má fé que, sem seu conhecimento, desviava sua parte na divisão dos rendimentos e o fim da sociedade. As maneiras encontradas para passar o tempo, diante da falta de ocupação diária para poder, assim, omitir dos pais o afastamento compulsório da Marinha. O ingresso, em setembro de 1995, no Grupo Pela Vidda. Crítica à falta de plantonistas permanentes no Grupo; a rápida integração na equipe organizadora do Encontro Nacional de Pessoas Vivendo com Aids de 1995. A importância do Grupo Pela Vidda em seu processo de reintegração social; seu sentimento de vergonha e solidão; o medo da rejeição; o afastamento dos amigos da Marinha após aposentadoria compulsória. Rápidos comentários sobre os superfaturamentos nos processos de licitação na Marinha envolvendo os clientes de seu escritório de contabilidade. As consequências da  falta de informações sobre a Aids; a associação Aids/morte; a desistência do tratamento médico; o efeito das informações obtidas nas reuniões do Grupo em sua vida social e afetiva; o efeito do contato com soropositivos e soronegativos que não demonstravam preconceito; o fim de seu próprio preconceito e a publicização, para os amigos, de sua opção sexual e de sua soropositividade.<lb/><lb/>2ª Sessão: 27 de março<lb/>Fita 2 – Lado A<lb/>A forma como a tia e a mãe tomaram conhecimento de sua soropositividade; a carta anônima enviada à sua mãe e a decisão de contar-lhe a verdade; os cuidados dos pais com a sua saúde; as motivações que o levaram a sair da casa dos pais; a reação dos pais diante de sua revelação e a iniciativa deles em buscar mais informações sobre a doença; sua decisão de contar, de maneira informal, para o restante da família e a atitude receptiva dos familiares que já sabiam de sua contaminação; a atitude tranquila do irmão homossexual que vive nos Estados Unidos ao saber de seu diagnóstico. A profunda reorientação em sua maneira de perceber a Aids e o papel fundamental do Grupo pela Vida em seu processo de reintegração social; a gratificante sensação de poder estar dividindo e transformando junto a outros a convivência com a Aids. Sua vida sexual depois do diagnóstico. Polemiza, ao questionar o uso contínuo da camisinha como método de prevenção à Aids. Menciona seu parceiro sexual, com quem manteve relações sexuais desprotegidas por dois anos sem contaminá-lo. Relativiza as probabilidades de contaminação pelo vírus da Aids por via sexual; afirma praticar sexo oral sem preservativo. Aponta a demagogia das pessoas que defendem o uso de preservativo, mas que, quando indagadas, confessam que não praticam sexo com o uso regular do preservativo. Ressalta sua opção, consciente e sem culpas, de manter relações sexuais sem preservativo; defende a responsabilidade, quanto à prevenção, partilhada entre os parceiros.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado B<lb/>Na discussão quanto ao aumento progressivo nos índices de contágio, ressalta a sua adoção do coito interrompido na falta de preservativos disponíveis. Questiona a ideia, divulgada pela comunidade científica, da recontaminação. Afirma abdicar de qualquer método preventivo em relações sexuais com parceiros soropositivos e duvida que soropositivos usem preservativos em relações sexuais com soropositivos. Ressalta a sua preferência pela posição ativa durante a relação sexual. O ingresso no Grupo Pela Vidda; a oportunidade de se expressar e assumir sua homossexualidade e sua soropositividade. Considerações sobre a organização interna do Grupo; sua participação na diretoria oficial do Grupo decisões do Grupo. Ressalta a seriedade dos integrantes do Grupo. Comenta a respeito da nova chapa, da qual faz parte, que concorrerá à direção do Grupo. Critica os soronegativos que ingressam no Grupo com interesses carreiristas e financeiros. Menciona as tensões internas entre soronegativos e soropositivos, ressaltando sua postura contrária aos privilégios concedidos aos soronegativos. Comenta os altos salários pagos a funcionários soronegativos, comparando-os aos baixos rendimentos dos três soropositivos que recebem pelo trabalho desenvolvido no Grupo. Explica a organização orçamentária do Grupo; critica os meios e os critérios de seleção dos participantes dos projetos; a postura oportunista de alguns voluntários. Considerações sobre o processo eleitoral no qual sua chapa está inscrita; a função dos curadores; sua contundente atuação para romper com os grupos de interesse que agem no Grupo; as propostas de sua chapa; mudanças nas funções e na representação da nova diretoria eleita. Tenta definir as razões que o levam a querer transformar as relações dentro do Grupo; o descontentamento generalizado dos voluntários soropositivos. Cita um exemplo do que chama de “panelinha” existente no Grupo: a distribuição de convites doados ao Grupo entre soronegativos, sem que os soropositivos tomem conhecimento dos convites.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Hibernon Costa Guerreiro</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria Magdalena Lyra Valente</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-09</unitid>
            <unitdate normal="1997/1998" encodinganalog="3.1.3">09/10/1997 a 19/05/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 7 fitas cassete e 7 CDs  (6h36min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/e/6/ae601fda3ae3ab41a412f89f128ec930108c3df9485aec3a88e9ec6da9f1450d/Maria_Mgdalena_Lyra_Valente.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Ana Paula Zaquieu e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 09, 14 de outubro de 1997 e 19 de maio de 1998.<lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 09 de outubro<lb/>Fita 1 – Lado A<lb/>Relata o trauma de ter sido entregue pelos pais para ser criada pelos avós, sua perplexidade diante da rejeição dos pais e a importância dos avós em sua formação; a morte da mãe e seu ressentimento diante do distanciamento dos irmãos; o envolvimento de toda a família com o magistério; sua formação como professora; as lembranças dos colégios de seu pai; a sua segunda gravidez e a frustração com a notícia da gravidez simultânea de sua mãe; o desejo, realizado, por um filho homem; a insistente comparação de sua mãe entre as duas crianças; a aversão recíproca entre ela e o irmão mais novo e a dedicação exagerada deste aos estudos; a influência dos pais na atitude amedrontada do irmão com ela; o sucesso profissional do irmão e a formalidade no relacionamento entre ambos, mesmo depois de adultos. As afinidades com seu pai; o fascínio pela língua portuguesa e a habilidade na escrita; seu espírito fantasioso e vaidoso. Recorda-se das brincadeiras solitárias no jardim de sua casa e das longas conversas reservadas com sua bisavó, quando as duas fingiam-se de amigas; a relação de cumplicidade com seu avô, os passeios à tarde; as recordações da Praça Saens Pena, dos bailes e das festas.<lb/><lb/>Fita 1 – Lado B<lb/>Relembra o primeiro namorado, enfatizando suas fantasias de encontrar o homem ideal e ressalta sua vaidade. Comenta a insistência do rapaz em reatar o namoro. Relembra as paqueras da juventude, os vários pretendentes; o primeiro contato com o futuro marido e o sentimento de amor à primeira vista; o impacto do temperamento carismático do futuro marido. A vida escolar, formação como professora primária, o gosto pela leitura e a facilidade para escrever; a influência do professor de português sobre sua opção profissional e no método pedagógico que ela utilizava. Ressalta a sua capacidade de se autovalorizar. A origem nordestina das famílias de seus pais; a convivência com os primos educados por seu pai; o interesse de sua avó por política e suas relações com famílias de políticos importantes. Recorda os almoços semanais na casa do sogro do cirurgião plástico Ivo Pitanguy e o convite para que ele fosse, mais tarde, seu padrinho de casamento. Comenta sua identificação com pessoas mais velhas. A frustração com o casamento; a doença do marido, o abandono da família dele e sua dedicação ao tratamento que ele realizava. Recorda os longos períodos passados em hospitais, durante suas internações; o seu prazer em tratar de doentes; o contato recorrente com casos de doença na família. A convivência difícil com o marido, mesmo antes de seu adoecimento; a péssima relação do marido com os filhos, principalmente com a filha.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado A<lb/>A relação hostil do marido com os dois filhos; a sugestão, aceita pelo filho, para que entrasse em uma academia militar e a aprovação na Academia da Força Aérea; os preparativos para o processo de seleção. Comenta o constrangimento diante do interesse demonstrado pelo coronel do Exército que à auxiliou durante os treinos de educação física do filho. O agravamento do estado clínico do marido, seus delírios e a perseguição à filha; as mágoas dos filhos. Relaciona a homossexualidade do filho ao comportamento agressivo e indiferente do marido. As qualidades do filho como perfeccionismo, obediência e organização; a relação de amor e cumplicidade entre eles; relembra as noites em que, rezando, pedia a Jesus que o filho não fosse homossexual; as dificuldades do próprio filho em aceitar sua homossexualidade e a tentativa de suicídio, a gravidade de seu estado clínico, o longo tempo de internação, a mudança de hospital e a receptividade dos médicos.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado B<lb/>A melhora do estado clínico do filho e a revelação, ainda no hospital, sobre sua homossexualidade. Ressalta sua naturalidade diante da notícia. Relembra o dia em que o filho, pálido, chegou em casa e lhe contou estar com Aids; sua reação segura e solidária. Volta no tempo e relembra da notícia da gravidez inesperada da filha e da alegria, sua e do filho, com a chegada do bebê. O ótimo relacionamento do filho com o sobrinho; a forte reação do neto ao saber da contaminação do tio. Crítica à incompetência da infectologista responsável pelo tratamento inicial do filho.<lb/><lb/>2ª Sessão: 14 de outubro<lb/>Fita 3 – Lado A<lb/>Fala longamente sobre seu casamento, a falta de reciprocidade no relacionamento,  o distanciamento entre as famílias, o ótimo relacionamento com o sogro, o temperamento autoritário e dissimulado do marido; sua hostilidade com a filha, sua relação doentia com o pai e o consequente desentendimento com o resto da família; a morte do sogro e o agravamento do quadro clínico do marido. Relembra algumas características do caráter do marido; sua rejeição aos filhos, contrapondo-se ao seu desejo de ter muitos filhos. Suas expectativas em relação ao filho e ao casamento; a valorização da virgindade. A mudança para uma quitinete no bairro do Flamengo, ainda solteira, lugar de onde saiu para se casar; o impacto da morte do avô sobre seu padrão de vida, fala sobre o período em que morou com a avó e a tia num dos colégios dos pais; a predileção dos pais pelos outros irmãos; as dificuldades para entender os motivos da rejeição deles; a crença na falta de caráter da mãe e o seu desafeto por ela; o ressentimento, nunca superado, pela decisão dos pais em lhes cobrar aluguel pelos cômodos, em princípio, cedidos a elas.<lb/><lb/>Fita 3 – Lado B<lb/>A decisão da avó de alugar outro apartamento; a falta de recursos; omissão dos outros tios; a decepção, ainda na primeira noite, com o casamento. Os detalhes do casamento: o vestido de noiva, a cerimônia, a recepção, os presentes dos alunos e ressalta sua competência como professora primária e de piano. A expectativa com “lua de mel”; a viagem, ainda na noite do casamento, para Teresópolis; o constrangimento com a vinda inesperada da menstruação; a dificuldade em lidar com a situação, em virtude da educação conservadora que tivera; a frustração da primeira noite; a volta para o Rio de Janeiro, nova frustração com o seu comportamento; a convivência, ao longo de todo o casamento, com o egoísmo e a indiferença sexual do marido. Ressalta a dedicação integral ao marido no período em que este esteve doente; compara sua dedicação à dedicação ao cantor Cazuza, descrita por Lucinha Araújo no livro “Só as mães são felizes”. A reação diante da morte do marido; a preocupação com os detalhes da cerimônia fúnebre; a decisão de oferecer a ele um enterro de luxo, como uma forma de entregar-lhe parte de seu patrimônio; o sentimento de libertação deixado por sua morte, os últimos meses de vida do marido. O impacto da descoberta por meio de uma conhecida, de sua traição, ocorrida alguns anos antes.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado A<lb/>A decisão de conversar com o marido sobre sua traição; a reação dos filhos. A insistência do marido em acreditar na recuperação; seu apego às coisas materiais; a opção por contar-lhe a verdade sobre o seu verdadeiro estado clínico e sobre a proximidade da morte. A busca, no espiritismo, de conforto para suportar os seus problemas. A apreensão diante do comportamento desorientado do marido; a hostilidade de sua sogra pelo filho; comparação entre a rejeição de sua mãe e a rejeição de sua sogra pelo filho; a convicção de ter agido corretamente ao contar ao marido sobre o agravamento de seu estado de saúde. O início de uma nova etapa em sua vida. A inesperada gravidez da filha; o relacionamento carinhoso entre o filho e o neto; a afeição aos seus dois netos. Ressalta sua condição de supermãe; a indiferença aos possíveis comentários sobre a gravidez inesperada da filha; o temperamento antipático dos dois filhos em contraste com sua alegria e extroversão; o seu carinho com o neto; o ótimo relacionamento com o genro. A mudança para o Leblon e, logo depois, para Ipanema.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado B<lb/>O adoecimento da mãe, novo período envolvida com internações. Descreve, em detalhes, a rotina de acompanhar as internações da mãe na Beneficência Portuguesa. Fala longamente sobre seu romance com o chefe da equipe médica que cuidou de sua mãe; as motivações que a levaram aceitar o relacionamento; o receio de levar o relacionamento adiante. Sua imagem de mulher rica. Ressalta os privilégios obtidos na Beneficência Portuguesa, em decorrência do encanto despertado em alguns presidentes da instituição. O fim do relacionamento com o médico. Início de uma nova etapa e a forma como conheceu Renato, seu namorado à época da entrevista; a forma inusitada do primeiro contato; o primeiro encontro.<lb/><lb/>3ª Sessão: 19 de maio<lb/>Fita 5 – Lado A<lb/>A reação de solidariedade diante do diagnóstico do filho, no início dos anos 1990. A primeira consulta médica e a decisão dele participar de um tratamento experimental. Explica, rapidamente, os procedimentos clínicos do tratamento. A demissão do filho da Vale do Rio Doce; a opção por mudar de médica. A primeira doença oportunista do filho, Tuberculose Pulmonar. Menciona algumas acusações contra os procedimentos clínicos da ex-médica de seu filho. A queda no poder aquisitivo da família; as circunstâncias em que ocorreu a demissão do filho. Ressalta a competência profissional do filho e sua decisão de não recorrer contra a demissão. A lenta superação de seu constrangimento em ter que buscar os medicamentos no posto de saúde, graças aos primeiros contatos com outros soropositivos de se nível social. Nova doença oportunista: Hepatite C. A impossibilidade clínica, logo revista em um congresso médico, de conciliar o tratamento das duas doenças. O início do tratamento para a Hepatite C e sua rápida resposta aos medicamentos. Ressalta as considerações da médica, para quem, essa preocupação com a medição da carga viral é um equívoco. Os novos sintomas clínicos de origem neurológica do filho e a indefinição do diagnóstico.<lb/><lb/>Fita 5 – Lado B<lb/>A ineficácia do remédio prescrito pela médica. A decisão de aceitar o pedido do filho para acompanhá-lo à consulta médica. Enfatiza a mudança de comportamento do filho depois que ingressou no Grupo Pela Vidda e passou a evitar sua companhia durante as consultas médicas. O desentendimento com a médica: a firmeza ao expor toda sua insatisfação com o seu comportamento recriminando, especificamente, sua atitude hostil com um paciente, Vanderlei, para quem ela havia lhe indicado seu nome. Comenta um episódio para ilustrar o comportamento da médica; a ligação de Vanderlei que, da emergência de um hospital, lhe pede auxílio; a ida, imediata, para o hospital; a resistência da médica em considerar o desconforto do paciente; sua veemência em fazê-la ver que seu quadro clínico exigia cuidados. Cita outro episódio em que seu filho aponta uma informação equivocada da médica. Avaliação do estado de saúde atual do filho: o diagnóstico de neuropatia aguda; recapitulação das doenças oportunistas que já o acometeram. Comenta a aflição da irmã diante de sua perda de peso. A forma de lidar com tantos casos de doença neurológica na família; o apoio encontrado no espiritismo; a preocupação com o agravamento dos sintomas da neuropatia do filho; a angústia diante da falta de respostas consistentes da medicina para seu caso; os esforços para tentar aliviar o sofrimento do filho; o pessimismo quanto a uma possível melhora de seu estado de saúde. A mágoa com Deus; a incapacidade de entender o porquê de seu filho estar passando por esta situação; o esforço para que ele não perceba sua angústia; sua total disponibilidade a ele. Manifesta compreensão diante de mães que se mantêm indiferentes aos filhos soropositivos, visto que a contaminação poderia ter sido evitada. O sentimento de impotência em não poder ajudá-lo. Lembra-se de um rapaz que não teve coragem de contar para a mãe, posteriormente gravemente adoentada, sobre sua sorologia positiva para o HIV.<lb/><lb/>Fita 6 – Lado A<lb/>Cita o exemplo de outra mãe que responsabiliza o filho pela contaminação. Embora não responsabilize os soropositivos pela contaminação, nem a relacione exclusivamente ao homossexualismo, afirma acreditar que existe uma falta de cuidados com as contaminações. Enfatiza considerar-se uma mãe “homossexualizada”, apontando exemplos que visam comprovar a mudança de atitude diante da homossexualidade do filho. Comenta o desentendimento com um dos integrantes do Grupo Pela Vidda e as repercussões em seu relacionamento com o filho; expõe ao filho as razões que a levaram a romper com o rapaz; o esforço para encerrar os desentendimentos em casa. Encontra no espiritismo a explicação para a sua recorrente proximidade com casos clínicos ligados à neurologia. Responsabiliza este integrante do Grupo Pela Vidda pelos constantes desentendimentos com o filho; o encontro entre os dois, durante um evento promovido pelo Grupo Pela Vidda, na Petrobrás. Narra outro episódio envolvendo o mesmo rapaz, agora, na festa de natal organizada pelo Grupo, quanto ele importunou a médica de seu filho. Ressalta seu descontentamento com a amizade entre os dois. O alívio depois do afastamento entre eles. Crítica ao comportamento promíscuo das pessoas que frequentam o apartamento do rapaz, situado na Zona Sul carioca. A resistência às provocações do filho, que aluga um filme com forte apelo emocional, “A última festa”; detalha a problemática abordada pelo filme.<lb/><lb/>Fita 6 – Lado B<lb/>Dá continuidade a narrativa sobre o filme; enfatiza a beleza do amor entre homossexuais. Longas considerações sobre a origem da homossexualidade de seu filho e sobre o papel dos pais na definição sexual da criança. A atitude mórbida do filho diante da Aids, o deboche em relação à morte. A importância do Grupo Pela Vidda para o filho; cita dois exemplos para ilustrar o trabalho desenvolvido pelo filho no serviço de assessoria jurídica oferecido pelo Grupo. Conta como foi o contato, que ocorreu em momentos diferentes, entre eles e o Grupo Pela Vidda. Fala longamente de suas vivências no Grupo de Mulheres, as experiências de algumas das voluntárias, a forte identificação com duas jovens; críticas à condução das reuniões promovidas pelo Grupo; menciona um desentendimento com uma voluntária, cujo comportamento ela condena; a festa de aniversário organizada por ela. O desejo, logo desestimulado pelo filho, de organizar uma recreação para as crianças que acompanhavam as mães nas reuniões. Ressalta que a origem do desentendimento que gerou o seu afastamento não teve relação direta com o Grupo, mas sim, com um de seus integrantes.<lb/><lb/>Fita 7 – Lado A<lb/>Fala longamente sobre seu tumultuado relacionamento com o integrante do Grupo; dos contínuos desentendimentos entre eles; da disputa com a mãe dele; a crescente antipatia entre os dois; a certeza quanto as intenções nocivas do rapaz e sua influência na deterioração de seu relacionamento com o filho. A veemência em rejeitar qualquer possibilidade de um relacionamento amoroso entre o filho e o rapaz. Reitera a sua completa abertura para aceitar os relacionamentos homossexuais do filho. As responsabilidades inerentes à maternidade; a forte preocupação em proteger os filhos; relembra um episódio em que decidiu trazer a filha para que seu parto fosse feito por um médico de sua confiança aqui no Rio de Janeiro. Volta a ressaltar sua abertura em aceitar a homossexualidade do filho e seus possíveis parceiros. A vergonha inicial do filho em assumir sua homossexualidade; a sua atual procura por um parceiro que apresente uma postura masculina; o sofrimento com suas provocações.<lb/><lb/>Fita 7 – Lado B<lb/>A decisão do filho de usar brinco, a compra de uma aliança. Destaca a postura impassível diante das provocações do filho; cita exemplos. Reitera as qualidades do filho, afirmando compreender seu momento de conflito existencial. Tentativa de finalizar a entrevista; rápidas considerações da pesquisadora sobre o processo de reconstrução da memória; avaliação da depoente sobre sua entrevista; avaliação crítica da eficácia das terapias psicológicas. Ressalta a ausência dos sentimentos de culpa e a certeza do dever cumprido. Faz longa referência ao filme “Sentimentos selvagens”, para discutir o relacionamento com seu filho, ressaltando nunca ter manifestado preferência explícita por ele. O sofrimento causado pela doença do filho; o desejo de manter-se viva para poder acompanhá-lo até sua morte; menções aleatórias às experiências vividas no Grupo.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Maria Magdalena Lyra Valente</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ronaldo Fernandes Espíndola</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-11</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">21/05/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs  (1h46min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/2/e/d2e7b3e6af00aa416fb556b05805b0f6bde8fbe2329868f75a866a1b83f45fa6/Ronaldo_Fernandes_Esp__ndola.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Ana Paula Zaquieu e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 21 de maio de 1998.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 – Lado A<lb/>A formação familiar; a profissão do pai; Corumbá (MT), sua cidade de origem; as viagens do pai, que era ferroviário; a separação dos pais; a ascendência espanhola por parte de pai. Rápidas considerações sobre o caráter dos espanhóis; as lembranças do pai, sua seriedade e rigidez na educação dos filhos. O impacto causado pela descoberta da traição do pai, que constituiu, em segredo, outra família. O retorno do pai e a recusa da mãe em reatar o casamento. A resistência diante da imposição do pai, que queria colocá-lo numa escola agrícola; a melhora na condição financeira do pai; a fragilidade de seu estado de saúde atual; a preocupação dos irmãos com a partilha dos bens adquiridos pelo pai. A sua liderança entre os demais irmãos e a construção da casa de sua mãe em Corumbá; a morte de um dos seus irmãos. Ressalta sua liderança, mesmo que exercida à distância. Relembra outros episódios de desavenças familiares em que ficou marcada sua liderança sobre o restante da família. O impacto da separação dos pais na rotina da família; a morte de uma tia e a atitude de sua mãe que, comovida, acolheu toda a família em casa. O impacto do crescimento repentino da família em seu cotidiano.<lb/><lb/>Fita 1 – Lado B<lb/>Os encontros agradáveis com os primos e as lembranças da infância de dificuldades, vivida junto aos irmãos e aos sete primos. A trajetória escolar: o curso profissionalizante no SENAC e o ingresso na Marinha, como fuzileiro naval, aos 17 anos; a mudança para o Rio de Janeiro. A volta do pai e a recusa da mãe em aceitá-lo; a exclusão do pai das decisões da família; seu apoio à decisão da mãe; o descontentamento inicial com a chegada dos 7 primos pequenos e o posterior aprendizado a partir da convivência com a nova família; a amizade estabelecida entre eles. O ingresso na Marinha, transferência para o Rio de Janeiro, estratégias para conhecer a cidade e sua rápida adaptação; a permanência na Marinha até o afastamento compulsório devido à sua soropositividade. As namoradas; a opção por manter relacionamentos estáveis e duradouros; o relacionamento com a mãe de seu filho; a gravidez inesperada e a decisão de morarem juntos no Rio de Janeiro; o fim do relacionamento. A experiência da paternidade; a resistência da família da namorada em aceitar sua gravidez; as mudanças no relacionamento com o filho; a atual proximidade entre eles. A separação e a decisão de morar com uns amigos do quartel na Ilha do Governador. Problemas com vizinhos e a decisão do grupo de mudar para uma casa, ainda na Ilha do Governador; o ótimo relacionamento com os amigos. O casamento dos amigos. Os relacionamentos: o longo namoro com Hadne; a paixão por Alice e o início deste relacionamento com Alice; o contato com seus pais.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado A<lb/>A ida à casa dos pais da nova namorada; sua paciência com a impontualidade dela; o constrangimento diante da naturalidade com que ela o convidou para conversar no quarto; o flagra com outra mulher e o fim do romance; o arrependimento por tê-la traído. A iniciação sexual; os contatos com as primas; o controle da mãe e da avó sobre o comportamento das crianças; os contatos sexuais com as namoradas da escola; os passeios com as meninas; relembra o constrangimento de uma menina ao ficar menstruada durante um dos passeios da escola. A mudança para a escola rural; cita uma festa organizada, sem o consentimento da direção da escola, durante a visita para conhecer a escola. Cita dois momentos em que fez prevalecer seu senso de responsabilidade: a desistência em manter relações sexuais com uma colega de escola ao saber de sua virgindade e, anos depois, quando se recusou a manter relações sexuais sem preservativo, durante o primeiro carnaval depois do diagnóstico. O uso de preservativo apenas como método contraceptivo. Os objetivos e a periodicidade do exame de saúde exigido pela Marinha; a surpresa diante do teste positivo para HIV. A retrospectiva de alguns relacionamentos anteriores; o alívio depois de constatado que suas parceiras não tinham sido contaminadas. A vontade de manter contato com Alice, uma de suas ex-namoradas. A decepção com Hádna, a namorada que ameaçou processá-lo por tê-la exposto ao risco de contaminação. O longo tempo de relacionamento entre os dois, a opção de morarem juntos; o fim do relacionamento.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado B<lb/>A opção pela praticidade de morar junto; o desejo de casar oficialmente com a atual mulher. O impacto do diagnóstico; descreve a rotina que antecedeu a notificação de seu diagnóstico; a consulta com o médico da Marinha; a volta para a casa; a surpreendente solidariedade dos amigos do quartel que, apesar da total desinformação sobre a doença, foram com suas famílias visitá-lo. O contato superficial com o médico que iria acompanhar seu tratamento; a certeza da morte imediata e a decisão de abandonar tudo e viajar pelo país. A volta definitiva para o Rio de Janeiro e o início do tratamento no hospital Marcílio Dias.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Ronaldo Fernandes Espíndola</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Rosemere de Souza Moniz</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-12</unitid>
            <unitdate normal="1997/1997" encodinganalog="3.1.3">07/10/1997 a 19/12/1997</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs  (4h42min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/8/1/f819075c85df75eca96b38a843f55a88f800252636b2afab5ea93df245826b0d/Rosemere_de_Souza_Moniz.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Ana Paula Zaquieu e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 07 de outubro, 05 e 19 de dezembro de 1997.<lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 07 de outubro<lb/>Fita 1 – Lado A<lb/>Sua família e ressalta sua condição de adotada. Detalha o processo de sua adoção; explica que, na verdade, seu nascimento é fruto de uma relação extraconjugal de seu pai. A verdade sobre sua paternidade, já na adolescência, por intermédio de sua madrinha. Explica detalhadamente a composição de sua família adotiva e a diferença de idade entre ela e os irmãos mais velhos. O casamento dos irmãos mais velhos; a predileção de seu pai; a separação dos pais, seguida da morte violenta do pai. A rejeição das irmãs mais velhas. A educação conservadora; a convivência feliz com o pai e o impacto de sua morte; a convivência com a mãe e a ida para a casa dos padrinhos. Convivência com os primos maiores e as brincadeiras de criança. Os primeiros anos da adolescência; a conversão religiosa da mãe e o início da tensão no relacionamento entre elas. Os bailes e os namoros da adolescência. O rigor materno; as desconfianças da mãe quanto à perda de sua virgindade. O constrangimento durante a consulta ao ginecologista para a confirmação de sua virgindade; o completo desconhecimento sobre seu corpo. Destaca os rigorosos valores morais da mãe. O impacto da primeira menstruação; a surra dada pela mãe ao saber que ela havia contado para a vizinha sobre o que se passara. Enfatiza as diferenças existentes entre elas, principalmente no que refere aos valores morais. As lembranças da proteção paterna. A fuga da casa da mãe aos 13 anos de idade, devido à tentativa de abuso sexual do irmão. A escolaridade; a vida confortável da família; o cotidiano distanciado das atividades domésticas. O temperamento seco e distante da mãe. O ciúme e o ressentimento dos irmãos diante do temperamento violento do pai e de sua predileção por ela. O desconhecimento dos irmãos a respeito da verdade sobre sua adoção. Avalia a boa educação recebida de sua mãe e episódio do impedimento de seu casamento com um namorado. Ressalta o seu comportamento incontrolável durante a adolescência. O conflito com o irmão, que resultou em sua fuga de casa. O primeiro contato com a rua; a escolha aleatória pela Praça Mauá; a perda da virgindade, ainda no primeiro dia de fuga. As estratégias de sobrevivência aprendidas na rua. O emprego como doméstica e as dificuldades iniciais pela sua inexperiência. A boa adaptação no segundo emprego. A iniciativa de provocar a mãe, ligando para contar-lhe sobre o seu desvirginamento. As complicações com o Juizado de Menores, depois que a mãe denunciou sua fuga; a percepção negativa do Juizado de Menores. A convivência harmoniosa com a segunda família que lhe empregou. A gravidez inesperada do primeiro filho e a saída do trabalho.  Menciona a dor da primeira relação sexual e as dificuldades iniciais em manter uma vida sexual plena. Os novos relacionamentos e o fim das dificuldades sexuais. Ressalta o desinteresse por relacionamentos afetivos estáveis; a resistência ao uso de bebidas alcoólicas. Os anos de trabalho como doméstica no bairro do Estácio; a boa convivência com a família que lhe empregara. A pequena reaproximação com a mãe e o completo distanciamento dos irmãos. Retorna às brigas entre seus pais, relembrando o comportamento violento e ciumento do pai que, em uma das brigas, resultou num ferimento à bala na empregada da família. Faz uma avaliação positiva do relacionamento dos pais. Cita as atividades profissionais da mãe, comentando que os pais não eram casados legalmente.<lb/><lb/>Fita 1 – Lado B<lb/>As diferenças de idade entre os irmãos. Os momentos de lazer, o relacionamento afetuoso no trabalho; o sentimento de pertencimento à família que lhe empregara. A gravidez inesperada do primeiro filho, o desemprego e a volta para as ruas. O afastamento do pai da criança; os conflitos quanto manter ou não a gravidez. O primeiro marido e a mudança para a Central do Brasil. O casamento sem amor; o nascimento do primeiro filho; a decisão do marido de reconhecer a paternidade da criança. Alusão aos frequentadores de sua casa atrás da Central do Brasil e ao uso indiscriminado de drogas e bebidas alcoólicas pelo grupo. Comenta seu envolvimento com ladrões de residência e a sua participação na guarda dos produtos roubados. O convívio cotidiano com usuários de drogas, destacando a resistência em se drogar. A falta de contato com a mãe. Os constantes conflitos com o marido; a decisão de traí-lo, para, em seguida, contar-lhe sobre a traição. Afirma nunca ter sentido medo durante a adolescência. Comentários sobre um episódio que resultara em problemas com a polícia. A boa convivência com a polícia. Relembra dos amigos. O seu temperamento abusado; a ausência de medo da morte. A separação do marido. A inserção no mundo da prostituição; o trabalho como prostituta na Avenida Atlântica (Rio de Janeiro). Relata, em detalhes, o cotidiano da prostituição, citando algumas dicas sobre a execução do trabalho. A organização, os códigos e as regras da prostituição na orla de Copacabana: a divisão dos espaços, a ausência de “cafetões”, os tipos e os preços dos “programas”, a relação com a polícia, a prostituição infantil, o uso de drogas, a média de ganhos diários, os horários de movimento, a relação com os clientes. Menciona a desilusão com os sonhos de casamento. Fala de seu primeiro casamento, classificando-o como um período de “bagunça”. Relembra as situações de perigo e da constante proximidade com a morte. Frisa a solidariedade existente entre as prostitutas. Menciona episódios que resultaram na morte violenta de alguns de seus amigos. Ao comentar os riscos e as ameaças do universo da prostituição, salienta a sua capacidade de articulação. Ressalta sua lucidez e resistência a qualquer tipo de vício.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado A<lb/>O início do trabalho na “pista”, a convivência com um fugitivo da polícia, que seria seu segundo marido. O início do romance; sua recaptura pela polícia. A decisão de não o abandonar na prisão. O fim de sua pena e a decisão de abandonar o trabalho na pista, para viverem juntos em Itaguaí. A infidelidade do marido. Narra uma das brigas do casal por ciúmes. Ressalta a dedicação durante o período em que o marido esteve preso e a sua predileção por ela. A segunda gravidez. Cita as preocupações do grupo de prostitutas com as DST's, com risco constante de uma gravidez indesejada e o sadismo dos clientes. Ressalta seu completo desconhecimento sobre a Aids e a resistência dos clientes em usar preservativo. Menciona algumas experiências com clientes; os momentos divertidos; as situações de perigo; a prostituição infantil; as constantes batidas policiais; o estupro de uma colega; o preço e o pagamento pelos programas. A organização e as regras de convivência entre as   prostitutas. O relacionamento com os clientes. Traça um perfil dos clientes, destacando o predomínio de homens casados. A desilusão com o casamento formal e a descrença na fidelidade. A percepção pragmática dos relacionamentos amorosos. Os relacionamentos amorosos das prostitutas; o número reduzido de prostitutas que saem para o casamento; a dificuldade de algumas em abandonar a prostituição; o vínculo corrente com amantes; o zelo com os filhos; a permanente proximidade com o universo da prostituição.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado B<lb/>O retorno à Copacabana e a constatação da morte precoce de várias companheiras de sua “época”. As ameaças que cercam a vida nas ruas. A traição, a separação e a morte violenta do segundo marido. Afirma ter “encomendado” no Candomblé a morte do marido. A reaproximação com a mãe; a solidariedade dos amigos. Relembra a desaprovação da família quanto ao seu envolvimento com a prostituição. A volta para a casa da mãe no bairro suburbano de Costa Barros, após a separação do segundo marido; o novo emprego e a decisão de internar o filho em uma instituição para menores. O terceiro marido; relembra um aborto que, supostamente, a teria esterilizado; o temperamento violento do marido. Comenta as circunstâncias em que foi feito o aborto. A primeira pneumonia, a recuperação e a notícia, inesperada, de uma nova gravidez, em 1995. As brigas com o marido; o pré-natal; o intenso mal-estar; o diagnóstico de anemia. O contato com a Aids através da TV; o diagnóstico equivocado. O parto prematuro; o início dos exames; a volta para casa com o bebê.<lb/><lb/>2ª Sessão: 05 de dezembro<lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>As duras experiências vividas na prostituição em Copacabana; conta sobre a “curra” que sofreu na época, que resultou na saída definitiva das “ruas”. A volta para casa com bebê e os primeiros sintomas da criança; as passagens pelo hospital e o exame para o HIV ainda no ano de 1995; a indignação diante da solicitação do exame pela médica; o resultado positivo, dois meses depois do parto; a incredulidade no diagnóstico; a imprudência do médico ao informar a família sobre o diagnóstico. O choque diante do diagnóstico; a imediata associação Aids/morte. A reação dos amigos e de seu marido; o medo do preconceito dos vizinhos; a surpreendente reação solidária da vizinhança. A postura diante da doença. Relembra momentos difíceis da sua vida, ressaltando sua personalidade “guerreira”. A busca de tratamento; o exame dos filhos e o diagnóstico positivo da filha Tainara. Especula sobre o possível responsável por sua contaminação. Numa retrospecção, cita o romance com Jorge, ocorrido durante a prisão do segundo marido; o abandono da prostituição, aos 19 anos; a ida para Fundação Leão XIII; a mudança para Itaguaí; o fim da pena do marido; o início da fase em que virou “dona de casa” e a gravidez da filha Tainara. Retorna à questão da contaminação e a partir de algumas recordações, afirma ser seu segundo marido o responsável pela contaminação. O início do tratamento no posto de saúde Treze de Maio. O agravamento do quadro clínico do filho; a busca por maiores informações sobre a doença; a indicação, dada por um médico, do Grupo Pela Vidda. Fala longamente sobre o bebê, menciona a fragilidade de seu estado de saúde; o desentendimento com o pediatra, destacando sua relação com a criança.<lb/><lb/>Fita 3 – Lado B<lb/>Retorna comentando a importância do carinho dos amigos de Barros Filho. O fim do terceiro casamento; a contaminação do marido; a sua reação violenta diante do diagnóstico; as brigas do casal. Menciona a surra levada do marido, durante o período de internação do bebê. Ressalta a solidariedade dos vizinhos de Barros Filho. A sua desinformação sobre a doença; a reaproximação da mãe. Cita algumas situações isoladas de preconceito. Volta a comentar o agravamento do estado de saúde do bebê, ressaltando a relação afetiva existente entre eles. Sua última visita ao filho; a morte do bebê aos 9 meses de idade; o ingresso definitivo no Grupo pela Vidda. Fala sobre o medo de perder a filha Tainara. A decepção com a fuga do filho mais velho. Menciona alguns episódios que poderiam explicar o comportamento arredio do filho mais velho: a invasão de sua casa, em Costa Barros; a morte  da avó; a mudança para a casa do padrasto, com quem ele não se dava; e a segunda  mudança, quando,  expulsos de casa pelo ex-marido, ela e os filhos ficaram  abrigados numa casa próxima; o medo de perder a família. Enfatiza a postura intransigente em relação a fuga do filho. A doença da filha Tainara; a estabilidade de seu quadro clínico; a confiança em sua médica; a relação dos médicos do Hospital Jesus com sua filha. Menciona a cesta básica recebida pela filha do projeto Renascer; explica as finalidades do projeto, que assiste crianças carentes no Hospital da Lagoa. Elogia o tratamento recebido no hospital dos Servidores do Estado, local onde faz o acompanhamento clínico da doença.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado A<lb/>Acentua os benefícios do coquetel de drogas contra Aids, mencionando a redução dos sintomas da doença em seu corpo. Explica em detalhes origem, finalidades, funcionamento e atividades do grupo organizado pelos pacientes do Hospital dos Servidores do Estado, chamado Viva a Vida. Menciona a intenção de criar um grupo de mães no hospital Jesus; dá informações sobre outros projetos e sobre o sistema de distribuição de cestas básicas para soropositivos no Rio de Janeiro e Niterói. O ingresso no grupo pela Vidda, após a morte do filho em 1996; a intenção de ajudar outras mães soropositivas; a solidariedade encontrada junto aos outros voluntários; a frequência no Grupo de Mulheres. Ressalta a importância dos Grupos de apoio aos soropositivos, inclusive o Pela Vidda. Para ilustrar, comenta a experiência com uma mãe soropositiva no Hospital Jesus. Inicia uma longa avaliação sobre as campanhas de prevenção à Aids elaboradas pelo Ministério da Saúde; entre suas críticas, enfatiza a necessidade de campanhas direcionadas para as camadas populares. Comenta a mudança na concepção da doença a partir do lançamento do “coquetel de drogas” e a sua contribuição para uma maior banalização da Aids; a resistência ao uso de preservativo. Critica o desejo de engravidar manifestado por mulheres soropositivas. Fala sobre sua resistência ao uso de preservativo. Destaca a opção pela abstinência sexual, após a separação do terceiro marido. Comenta as especificidades que tornam as mulheres um segmento mais vulnerável à Aids. Ressalta os estereótipos que caracterizam, para as pessoas comuns, os doentes de Aids. Cita as iniciativas frustradas de iniciar um novo relacionamento; critica o descaso dos homens com as mulheres. Tece comentários sobre sua própria condição de soropositiva, a partir de um programa de TV, onde foi abordado o impacto da contaminação e as possíveis formas de lidar com o preconceito contra o soropositivo.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado B<lb/>Continuando a discussão sobre preconceito, relembra um dos episódios em que foi vítima de discriminação. Retorna à questão das campanhas, afirmando que elas são ineficazes junto às camadas populares. Fala um pouco de sua experiência como voluntária na luta contra a Aids, do seu contato cotidiano com os vizinhos e dos resultados, percebidos através da mudança no comportamento de amigos. Enfatiza o desejo de desenvolver um trabalho voluntário com mães soropositivas. Explica as razões de a filha Tainara da escola; menciona as dificuldades de cuidar da saúde da menina e a preocupação com o preconceito. Volta a mencionar as campanhas de prevenção do governo, enfatizando a necessidade de campanhas direcionadas para as classes populares. Faz referência às experiências de suas amigas; ao comportamento masculino; à resistência a qualquer tipo de mudança de comportamento; a submissão feminina. Ao falar da omissão da mulher diante da infidelidade masculina, menciona um antigo relacionamento de seis anos com um homem casado. Mais uma vez afirma jamais ter usado preservativo. Fala rapidamente sobre seus últimos amantes e da possibilidade de tê-los contaminado. Menciona as estratégias para não pensar na morte. A doença, o sofrimento causado aos filhos, as restrições impostas à filha hoje. A percepção sobre seu atual estado de saúde. Relaciona a contaminação pelo HIV e sua trajetória de vida. Comenta os sonhos de encontrar um companheiro; o cuidado com sua saúde. Ressalta a responsabilidade com o tratamento da filha e o custo do tratamento de Aids. Destaca a dor pela perda do filho; a morte de todos os parentes próximos e a importância da solidariedade dos amigos. Volta a destacar a necessidade de campanhas preventivas nas favelas. Reafirma a vontade de viver; enfatiza a importância da solidariedade oferecida pelos amigos. O esforço pessoal para se manter bem; o tratamento; a relação estabelecida com o vírus HIV; o convívio cotidiano com a possibilidade da morte; o zelo com a filha.<lb/><lb/>3ª Sessão: 19 de dezembro<lb/>Fita 5 – Lado A<lb/>Sua opinião a respeito da eficácia das campanhas de prevenção à Aids, elaboradas pelo ministério da Saúde. Ressalta o distanciamento entre as campanhas e os pobres, propõe como alternativa mais eficiente a adoção de trabalhos de prevenção desenvolvidos diretamente nas comunidades carentes.  Comenta o alto custo do tratamento da Aids. Enfatiza a necessidade de aproximar a Aids da realidade cotidiana das pessoas, priorizando jovens e adolescentes. Explica a forma como aborda questões relacionadas ao sexo e à Aids com os filhos. Associa sexo, Aids e a infidelidade masculina com inibição sexual das mulheres casadas. Ressalta a importância do sexo no casamento; sua experiência sexual; o modelo de mulher ideal; a necessidade de conversas diretas sobre sexo durante as oficinas de prevenção à Aids. Relembra o ótimo relacionamento sexual com o segundo marido e os motivos que levaram ao fim do casamento. Defende o retorno à fidelidade conjugal como a melhor forma de prevenir a Aids. Cita um exemplo de traição feminina. Define as diferenças, na prostituição, dos “serviços” oferecidos pela prostituta e pelo travesti.<lb/><lb/>Fita 5 – Lado B<lb/>Menciona o projeto voltado para mães de crianças soropositivas a ser desenvolvido no ambulatório do Hospital Jesus. Destaca o desejo de produzir um vídeo informativo para mães soropositivas. Fala da convivência com a doença; de seu bom estado de saúde; de seus compromissos cotidianos; dos problemas familiares; da luta diária contra a doença; da responsabilidade com os filhos; de suas atividades semanais; da gratificação encontrada na convivência com os integrantes do Grupo pela Vidda. Ressalta o esforço em viver da melhor forma possível com a Aids; os resultados de seus cuidados com a filha e o importante papel da mãe no tratamento de crianças soropositivas. Reafirma a necessidade de um programa informativo voltado para mães soropositivas e a importância da alimentação para os soropositivos. Conclui, destacando a importância da superação do preconceito do próprio soropositivo.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Rosemere de Souza Moniz</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Simone Maria Borges Lira Bezerra</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-13</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">•	22/01/1998 a 08/02/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs  (4h58min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 3 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/f/2/af25dafaaf987292c09dd74547e2166055d6c251ad8178ace492aae153609650/Simone_Maria_Borges_Lira_Bezerra.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Ana Paula Zaquieu e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 22, 27 de janeiro e 08 de fevereiro de 1998.<lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 22 de janeiro<lb/>Fita 1 – Lado A<lb/>A composição familiar, separação dos pais e a ida para Recife com a mãe; o segundo casamento da mãe e sua morte; a volta para o Rio de Janeiro, os amigos; a forte ligação afetiva com uma das irmãs. A volta para o Rio de Janeiro, a vida mais independente do meio familiar; a diferença de idade e o distanciamento dos outros irmãos; as escolas que frequentou no Rio e Recife; a escola de freiras em Recife; a intensa participação nas atividades propostas pelo colégio; o engajamento político e a importância da escola pernambucana. O ingresso na faculdade de medicina veterinária; a morte da mãe.<lb/><lb/>Fita 1 – Lado B<lb/>A volta para o Rio de Janeiro; a interrupção da faculdade; os irmãos; a opção pelo trabalho; longos comentários sobre o emprego atual, a função exercida, o ambiente de trabalho, a relação de prazer com suas atividades. O HIV e a percepção da morte, a vontade de viver bem. Cita livros e filmes que impactaram sua vida afetiva, a busca por uma maior valorização do outro. A relação com o HIV.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado A<lb/>Sua condição clínica anterior, a Diabetes descoberta no final da adolescência; a descoberta do HIV; a crença na impossibilidade da contaminação; a relação com os membros do Grupo pela Vidda, o preconceito. Considerações sobre seu distanciamento das questões relacionadas à doença antes do diagnóstico, o descuido com a prevenção, o entendimento da Aids como doença do outro, a dificuldade da sociedade em tratar questões relacionadas à Aids e à sexualidade. O desespero do momento do diagnóstico agravado pela falta de informação sobre a doença, pela omissão da sociedade diante da doença e pelos tabus que cercam a Aids. A imagem do Cazuza como representação do doente de Aids. O doloroso processo até a confirmação do diagnóstico, a solidariedade de uma colega de trabalho. Menção às diferenças individuais no momento do diagnóstico de Aids e às especificidades do significado da doença entre as classes populares. A reação solidária do namorado; as férias na casa da irmã no Recife e o adiamento na confirmação do diagnóstico, vista hoje como uma forma de “fugir” do HIV. A relação distante entre os outros irmãos e a opção em ocultar-lhes o diagnóstico.<lb/><lb/>Fita 2 – Lado B<lb/>Algumas considerações sobre o relacionamento entre os irmãos. O contato com o Grupo Pela Vidda poucos meses depois do diagnóstico; a consulta com um especialista em Aids e a relação de segurança estabelecida com o médico. Considerações sobre as contradições dos relacionamentos amorosos diante da Aids: o silêncio sobre a Aids, o abandono do preservativo a partir do momento em que a relação se torna estável, o uso do preservativo como método anticoncepcional. Comentários sobre a reação do namorado que optou por não fazer o teste anti-Aids. A preocupação em não contaminar o parceiro; crítica aos soropositivos que mantêm relações sexuais sem preservativos. Avaliação da sua vida sexual após o contágio; o medo diante da possibilidade de sexo; menção à um episódio em que a sensação de medo interrompeu um contato mais íntimo com o ex-namorado. Considerações sobre o relacionamento cúmplice e amigo com o ex-namorado. O contato com a experiência individual de outras pessoas e a gradativa superação do bloqueio sexual; a busca por um apoio terapêutico. O impacto do primeiro contato com o Grupo pela Vidda; o diálogo com antigos integrantes do Grupo; a mudança gradativa na relação cotidiana com a doença.<lb/><lb/>Fita 3 – Lado A<lb/>O processo de assumir a doença; a busca do equilíbrio, o gradativo amadurecimento no convívio com a doença e com os outros, o efeito da primeira participação numa manifestação organizada pelo Grupo. O convite de uma revista interessada em depoimentos de mulheres soropositivas para uma entrevista. Parênteses para, contrapondo-se à visão negativa sobre a imprensa, avaliar sua importância estratégica. A elaboração de um texto retratando seus sentimentos em relação à doença. A concessão da entrevista e a publicação do texto. Considerações sobre a repercussão da matéria.<lb/><lb/>2ª Sessão: 27 de janeiro<lb/>Fita 4 – Lado A<lb/>O processo de integração no Grupo Pela Vidda, a participação intensa nos debates promovidos pela Tribuna Livre - espaço do Grupo destinado às discussões referentes à Aids. Considerações sobre o que ela chama de “auto-preconceito”, ou seja, a dificuldade do soropositivo em aceitar sua nova condição. A importância da identificação entre os integrantes do Grupo, o despertar de um sentimento de integração e pertencimento. Os receios quanto a um novo relacionamento com um “soronegativo”. A resistência, comum entre as pessoas que, por negarem a doença, não usam preservativo. Comentários sobre os aspectos comportamentais que envolvem a questão do preservativo, tais como: o silêncio, a desinformação que envolve a sexualidade, o amor, a irresponsabilidade, a superficialidade, os tabus sexuais, a pluralidade no processo de assimilação das informações sobre a doença, a percepção do risco. Para ilustrar, cita a participação no evento em comemoração ao dia 1º de dezembro (Dia Mundial de Luta Contra Aids), para avaliar as diferentes reações das pessoas diante da abordagem do Grupo que, na ocasião, distribuía preservativo aos passantes. Questionamento quanto à maneira mais apropriada de estimular a prevenção.<lb/><lb/>Fita 4 – Lado B<lb/>A revelação do diagnóstico entre as amigas. Aponta as fases do processo até a aceitação da doença. A partir de sua experiência pessoal, avalia o importante papel do soropositivo na construção de uma imagem mais positiva da Aids. A falta de autoestima como uma das possíveis explicações para a resistência ao uso do preservativo. Menção a sua experiência pessoal para ilustrar o peso da associação Aids/preservativo; a necessidade afetiva de manter uma relação sexual com um parceiro soropositivo sem preservativo. Considerações sobre a ineficácia das campanhas; longa discussão na busca de caminhos alternativos mais eficazes na luta contra o avanço da doença; menção aos aspectos culturais e identitários que envolvem a percepção do risco da doença.<lb/><lb/>Fita 5 – Lado A<lb/>O efeito exemplar das trajetórias de integrantes do Grupo que aprenderam, ao longo do tempo, a conviver com a doença. O esforço pessoal em tentar viver bem, a despeito da doença; a busca por uma maior autoestima; a vontade de continuar vivendo. A visão do Grupo como um espaço que leva as pessoas a construírem formas mais positivas de conviver com a Aids; ressalta as diferenças individuais na forma de lidar com a doença e na própria convivência no Grupo. Opinião sobre as questões que envolvem a maternidade entre mulheres soropositivas. Considerações gerais sobre o comportamento preconceituoso e radical das pessoas, e de sua busca pessoal por uma vida feliz.<lb/><lb/>3ª Sessão: 08 de fevereiro<lb/>Fita 6 – Lado B<lb/>Leitura do texto sobre sua experiência pessoal com o HIV publicado na revista Mulher de Hoje.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Simone Maria Borges Lira Bezerra</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria Terezinha Vilela Duarte</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-06-10</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">16/04/1998 a 07/05/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 7 fitas cassete e 7 CDs (6h29min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui sumário.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/4/2/94294680505dcc0dd801b9c5b2a180541cccf56c1bef6f252dff4a34bf8fc3f9/Maria_Terezinha_Vilela_Duarte.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Ana Paula Zaquieu, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 16 e 28 de abril e 07 de maio de 1998.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Maria Terezinha Vilela Duarte</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Síndrome da imunodeficiência adquirida</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">A história da poliomielite e de sua erradicação no Brasil</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07</unitid>
          <unitdate normal="2000/2002" encodinganalog="3.1.3">2000 - 2002</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 92 fitas cassete (79h45min; arquivos digitais)    </physdesc>
          <note type="generalNote">
            <p>O catálogo de depoimentos orais "Memória da Poliomielite: acervo de depoimentos orais" encontra-se disponível no portal da Biblioteca Virtual em Saúde - História e Patrimônio das Ciências e da Saúde (BVS-HPCS), através do endereço: &lt;http://www.bvspolio.coc.fiocruz.br/polio/brasil/acervo/memoriaPoliomielite/index.htm&gt;.</p>
          </note>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>O projeto de pesquisa contou com uma equipe que foi dividida em três grupos que analisaram os aspectos iconográficos (cartazes das campanhas de vacinação e fotografias), documentos textuais (fontes primárias e secundárias) e orais (constituição de um acervo de história oral). Em relação aos depoimentos, foram ouvidas 31 personagens com formação variada e que atuaram em aspectos como gestão de políticas de saúde, pesquisa básica em vacinas, campanhas de vacinação, dentre outros que contemplam a história da doença poliomielite e do seu processo de erradicação no Brasil.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Transcrição integral.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Airton Fischmann</persname>
          <persname role="subject">Akira Homma</persname>
          <persname role="subject">Anita Ivoni Camilotti Monteiro</persname>
          <persname role="subject">Arcelino Chicré Miguel Bitar</persname>
          <persname role="subject">Edri Archimedes Theodoro</persname>
          <persname role="subject">Ciro de Quadros</persname>
          <persname role="subject">Cláudio Marcos da Silveira</persname>
          <persname role="subject">Cristina Maria Vieira da Rocha</persname>
          <persname role="subject">Edson Elias da Silva</persname>
          <persname role="subject">Eduardo Severiano Ponce Maranhão</persname>
          <persname role="subject">Fábio Moherdaui</persname>
          <persname role="subject">Fernando Laender</persname>
          <persname role="subject">Guido Antonio Espírito Santo Palmeira</persname>
          <persname role="subject">Helvécio Bueno</persname>
          <persname role="subject">Isabel Cristina Aparecida Stefano Pellizzari</persname>
          <persname role="subject">Ivanildo Tajra Franzosi</persname>
          <persname role="subject">João Lima Filho</persname>
          <persname role="subject">José Fernando de Souza Verani</persname>
          <persname role="subject">Maria Cristina Pedreira</persname>
          <persname role="subject">Maria da Luz Fernandes Leal</persname>
          <persname role="subject">Maria de Lourdes de Souza Maia</persname>
          <persname role="subject">Maria Lúcia Carnelosso</persname>
          <persname role="subject">Mitiko Fujita</persname>
          <persname role="subject">Mozart de Abreu e Lima</persname>
          <persname role="subject">Oacyr de Almeida Pinto</persname>
          <persname role="subject">Arlindo Fábio Gômez de Sousa</persname>
          <persname role="subject">Hermann Gonçalves Schatzmayr</persname>
          <persname role="subject">João Baptista Risi Júnior</persname>
          <persname role="subject">Roberto Augusto Becker</persname>
          <persname role="subject">Cláudio do Amaral Júnior</persname>
          <corpname role="subject">Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</corpname>
          <corpname role="subject">Organização Mundial da Saúde (OMS)</corpname>
          <corpname role="subject">Programa de Ações Integradas de Saúde (PAIS)</corpname>
          <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
          <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
          <corpname role="subject">Ministério da Saúde (MS)</corpname>
          <corpname role="subject">Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.</corpname>
          <corpname role="subject">Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ)</corpname>
          <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>Vacinação</subject>
          <subject>Poliomielite </subject>
          <geogname>Brasília (DF)</geogname>
          <geogname>São Paulo (SP)</geogname>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. CASA DE OSWALDO CRUZ. Memória da poliomielite: acervo de depoimentos orais. Rio de Janeiro, Fundação Oswaldo Cruz, 2005. 144p. ilus.</p>
        </otherfindaid>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>NASCIMENTO, D. R.; CAMPOS, André Luiz Vieira de ; MARANHÃO, Eduardo Ponce . A história da poliomielite no Brasil e seu controle por imunização. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, Rio de Janeiro, v. 10, n.2, p. 573-600, 2003.
<lb/>MACIEL, Laurinda Rosa; ALMEIDA, Anna Beatriz de Sá . Controle e erradicação de uma doença: a história da poliomielite e seus atores. Tempo e Argumento, v. 2, p. 200-220, 2010.
<lb/>NASCIMENTO, Dilene R. (Org.). A história da poliomielite. 1. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2010. 416 p.
<lb/>NASCIMENTO, Dilene R.. As campanhas de vacinação contra a poliomielite no Brasil (1960-1990). Ciência e Saúde Coletiva, v. 16, n. 2, p. 501-512, 2011.</p>
        </bibliography>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Airton Fischmann</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-01</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">06/08/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Dimensão e suporte: Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 2 CDs (3h30min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/5/3/b537e0a0006b29a4756b8ea1a7285b230bc4c05e46d3bc6d899ec52503651755/Airton_Fischmann.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Laurinda Rosa Maciel,  no dia 06 de agosto de 2001, em Porto Alegre (RS).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Airton Fischmann</persname>
            <geogname>Porto Alegre (RS)</geogname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Akira Homma</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-02</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">27/03/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (52min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/2/b/52b2409424af45bac98802b3448ec537392bb50500eab944ecbedc96cd85aca4/Akira_Homma.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Dilene Raimundo do Nascimento, no dia 27 de março de 2002, no Rio de Janeiro.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Akira Homma</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Anita Ivoni Camilotti Monteiro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-03</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">07/08/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h07min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/b/c/ebce479f6859ca6ee63ce5324534cd8ba20af038fcc80b994c23e4b2385d33e4/Anita_Ivoni_Camilotti_Monteiro.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Laurinda Rosa Maciel no dia 07 de agosto de 2001, em Porto Alegre/RS.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Anita Ivoni Camilotti Monteiro</persname>
            <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
            <persname role="subject">Airton Fischmann</persname>
            <persname role="subject">Edson Elias da Silva</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Poliomielite </subject>
            <geogname>Porto Alegre (RS)</geogname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Arcelino Bitar</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-04</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">20/06/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h46min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/b/c/ebc46df443014cd3f7d7634c7964c29f3838ad42bf95e112ba1b605f4d87dbe3/Arcelino_Bitar.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Laurinda Rosa Maciel  no dia 20 de junho de 2002.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Arcelino Chicré Miguel Bitar</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Archimedes Theodoro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-05</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">10/05/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h48min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/e/9/ce9512e5bd6941159139ec162d682d006aa10804919587e0473df1c85855eb7d/Archimedes_Theodoro.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo Nascimento e Laurinda Rosa Maciel no dia 10 de maio de 2001, em Belo Horizonte (MG).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Edri Archimedes Theodoro</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Arlindo Fábio Gomes de Sousa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-06</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">21/11/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h58min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/6/2/f62717995a0dd79dde4ada65e4eb456cba52f453cfaeef430317f5a363ead0b7/Arlindo_F_G_de_Sousa.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz Almeida e Laurinda Rosa Maciel no dia 21 de novembro de 2001, no Rio de Janeiro (RJ).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Arlindo Fábio Gômez de Sousa</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ciro de Quadros</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-07</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">12/03/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete (2h14min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/c/9/2c9917575e98fa7309b1818d674731e4c5acdaf7d65c37770c2706c5d468caf9/Ciro_de_Quadros.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento, Eduardo Maranhão, Laurinda Rosa Maciel, Nísia Trindade, Jayme L. Benchimol e Carlos Fidélis da Ponte no dia 12 de março de 2001, no Rio de Janeiro (RJ).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Ciro de Quadros</persname>
            <corpname role="subject">Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</corpname>
            <corpname role="subject">Organização Mundial da Saúde (OMS)</corpname>
            <corpname role="subject">Ministério da Saúde (MS)</corpname>
            <corpname role="subject">Programa Nacional de Imunizações (PNI)</corpname>
            <corpname role="subject">Programa Ampliado de Imunização (PAI)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Poliomielite </subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Cláudio Amaral</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-08</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">01/06/2001-27/09/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 11 fitas cassete (9h52min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte).
<lb/>O depoente faleceu em 11 de outubro de 2019, em Niterói/RJ.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/7/7/277845ba00af596e602520151708e44d2154948ad26179ae8d1e39438ad26540/Claudio_Amaral.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Laurinda Rosa Maciel nos dias 01 de junho, 13 e 19 de julho e 27 de setembro de 2001, em Niterói (RJ).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Cláudio do Amaral Júnior</persname>
            <persname role="subject">Airton Fischmann</persname>
            <persname role="subject">Ciro de Quadros</persname>
            <persname role="subject">Cláudio Marcos da Silveira</persname>
            <corpname role="subject">Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</corpname>
            <corpname role="subject">Organização Mundial da Saúde (OMS)</corpname>
            <corpname role="subject">Programa Nacional de Imunizações (PNI)</corpname>
            <corpname role="subject">Programa Ampliado de Imunização (PAI)</corpname>
            <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Poliomielite </subject>
            <subject>Vacinação</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Janeiro de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Cláudio da Silveira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-09</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">03/08/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (4h42min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/b/9/5b9a5784c0c388edf2d329bc350625a2abf0e4e90dd93453bd85b0f341b3847e/Claudio_da_Silveira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida  e Laurinda Rosa Maciel no dia 03 de agosto de 2001, em Porto Alegre (RS).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Cláudio Marcos da Silveira</persname>
            <geogname>Porto Alegre (RS)</geogname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Cristina Maria Vieira da Rocha</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-10</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">24/05/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h37min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/0/1/b01577ec39c14c36d8933bbfc382919bea7881ce744ccd51b317495670b84ebe/Cristina_Rocha.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Anna Beatriz de Sá Almeida, no Rio de Janeiro, no dia 24 de maio de 2002.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Cristina Maria Vieira da Rocha</persname>
            <corpname role="subject">Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</corpname>
            <corpname role="subject">Programa Nacional de Imunizações (PNI)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Poliomielite </subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Edson Elias da Silva</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-11</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">30/10/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete (60min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/3/4/e344438304c3d6c157fbebfd11319c5445f0c7ef3b550d715954f530d3910eba/Edson_Elias_da_Silva.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada no Instituto Oswaldo Cruz/Fiocruz, por Laurinda Rosa Maciel e Anna Beatriz de Sá Almeida, no dia 30 de outubro de 2001.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Edson Elias da Silva</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <corpname role="subject">Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</corpname>
            <corpname role="subject">Programa Nacional de Imunizações (PNI)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Poliomielite </subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Eduardo Severiano Ponce Maranhão</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-12</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">16 e 17/04/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete (4h54min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/a/9/3a9a42c56e7d8c0c59d36577587eb738ecedb8903c972536471718baa588efd8/Eduardo_Maranh__o.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada no Rio de Janeriro, por Laurinda Rosa Maciel e Anna Beatriz de Sá Almeida, nos dias 16 e 17 de abril de 2001.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Eduardo Severiano Ponce Maranhão</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ)</corpname>
            <corpname role="subject">Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</corpname>
            <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
            <corpname role="subject">Programa Ampliado de Imunização (PAI)</corpname>
            <corpname role="subject">Programa Nacional de Imunizações (PNI)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Poliomielite </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Elizabeth Marques</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-13</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">02/05/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h50min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/f/6/3f6b9fa8335dfefc84a0327f2ab396e1d0c8e14af7c302aebb49aa5d93d4d3fe/Elizabeth_Marques.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Laurinda Rosa Maciel, na cidade de São Paulo, no dia 02 de maio de 2002.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</corpname>
            <corpname role="subject">Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp)</corpname>
            <corpname role="subject">Programa Ampliado de Imunização (PAI)</corpname>
            <corpname role="subject">Programa Nacional de Imunizações (PNI)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Poliomielite </subject>
            <geogname>São Paulo (SP)</geogname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fábio Moherdaui</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-14</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">20/06/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h07min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/1/5/f154588db4d9f5de33111c0775d29ae70610a3d85d59fc12df22e7b1996e9d8f/Fabio_Moherdaui.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista por Laurinda Rosa Maciel e Dilene Raimundo do Nascimento, em Brasília/Distrito Federal, em 20 de junho de 2001.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Fábio Moherdaui</persname>
            <corpname role="subject">Programa Ampliado de Imunização (PAI)</corpname>
            <corpname role="subject">Programa Nacional de Imunizações (PNI)</corpname>
            <corpname role="subject">Secretária Nacional de Ações Básicas (SNABS)</corpname>
            <corpname role="subject">Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Poliomielite </subject>
            <geogname>Brasília (DF)</geogname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fernando Laender</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-15</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">07/01/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete (60min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/1/d/c1dfe585c75872cc809e09f821ce22e440decc9b785be1875d34f8cb34043d30/Fernando_Laender.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Laurinda Rosa Maciel, no Rio de Janeiro, no dia 07 de janeiro de 2002.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Fernando Laender</persname>
            <corpname role="subject">Programa Nacional de Imunizações (PNI)</corpname>
            <corpname role="subject">Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</corpname>
            <corpname role="subject">Programa Ampliado de Imunização (PAI)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Poliomielite </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guido Antonio Espírito Santo Palmeira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-16</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">26/10/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h10min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/3/4/53452b389391cb80378ffdd418b4ee448fb005c7fcdc3ee45803cf8c685ce89b/Guido_Antonio_Esp__rito_Santo_Palmeira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Laurinda Rosa Maciel no dia 26 de outubro de 2001, no Rio de Janeiro (RJ).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Guido Antonio Espírito Santo Palmeira</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Helvécio Bueno</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-17</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">19/06/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (3h01min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/e/d/eed42f991d75802ea0e67164d7029e9b9b86a9f2a1be7d27570aa965c6025e3a/Helvecio_Bueno.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Laurinda Rosa Maciel no dia 19 de junho de 2001, em Brasília (DF).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Helvécio Bueno</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Hermann Schatzmayr</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-18</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">14/03/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (2h01min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/9/d/69d9b0f987d99ceca263d39a829898ef66d41ec5ffb0bed98943e8f1c52d95e9/Hermann_Schatzmayr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Dilene Raimundo do Nascimento no dia 14 de março de 2002, no Rio de Janeiro (RJ).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Hermann Gonçalves Schatzmayr</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Isabel Stefano</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-19</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">14/06/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h19min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/2/6/22650ef799f354e3364c5ad425c8bec6e658d0193e6e7795eebe046b459a78cb/Isabel_Stefano.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Fidélis da Ponte e Dilene Raimundo do Nascimento no dia 14 de junho de 2002, em Marília (SP).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Isabel Cristina Aparecida Stefano Pellizzari</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ivanildo Franzosi</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-20</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">11/12/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h42min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/c/1/bc1a77d5c6d8f731e230f087bf53695e34c238edd772e4ff55d13daa8b561f02/Ivanildo_Franzosi.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz Sá Almeida e Laurinda Rosa Maciel no dia 11 de dezembro de 2001, no Rio de Janeiro (RJ).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Erradicação de doenças</subject>
            <subject>Poliomielite </subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <subject>Política de saúde</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2023 - Débora Monteiro</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </otherfindaid>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">João Baptista Risi Junior</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-21</unitid>
            <unitdate normal="2000/2000" encodinganalog="3.1.3">21/11/2000</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h32min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/4/7/d47112dc3a00cc8d0f8eed415ae721dbcf259427cfb57e009f9f11a784e2ca65/Jo__o_Baptista_Risi_Junior.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Nascimento, Anna Beatriz Almeida e Eduardo Maranhão no dia 21 de novembro de 2000, no Rio de Janeiro (RJ).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">João Baptista Risi Júnior</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">João Lima Filho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-22</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">23/05/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h54min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/c/a/7ca07d9df0850b9a7a77ff9e76dcb22c804cd5b3fb914d6ba1a416441fef374f/Jo__o_Lima_Filho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Dilene Raimundo Nascimento no dia 23 de maio de 2002, em Recife (PE).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">João Lima Filho</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Fernando de Souza Verani</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-23</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">03/09/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h38min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/9/e/89ef1fe0b3dd63fccb5e87ddf6af61e6004467567c33c2f26c8332fd226e2f4d/Jos___Fernando_Souza_Verani.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Laurinda Rosa Maciel no dia 03 de setembro de 2001, no Rio de Janeiro (RJ).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Fernando de Souza Verani</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria Cristina Pedreira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-24</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">02/08/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h21min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/2/a/c2a61aa21521b9eae8fa7eb88e5daf777bad75095b834a932fdf889eb8ae2d10/Maria_Cristina_Pedreira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Laurinda Rosa Maciel no dia 02 de agosto de 2001, em Porto Alegre (RS).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Maria Cristina Pedreira</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria da Luz Fernandes Leal</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-25</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">18/01/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (1h; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/9/b/b9baad35240888871ee0f73122dcd42a990bec1de4ab3ca458a7d93459ef22bb/Maria_da_Luz_Fernandes_Leal.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Laurinda Rosa Maciel no dia 18 de janeiro de 2002,  no Rio de Janeiro (RJ).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Maria da Luz Fernandes Leal</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria de Lourdes de Souza Maia</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-26</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">08/05/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h45min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/f/6/df66944c817cac2c86d2a89e32028d7fb435ffcb485aee5f73f9c64daceb9f55/Maria_de_Lourdes_de_Souza_Maia.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Carlos Fidélis da Ponte no dia 08 de maio de 2002, em Brasília (DF).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Maria de Lourdes de Souza Maia</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria Lúcia Carnelosso</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-27</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">06/05/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h31min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/9/2/e9265f9fd747f9914bfb525a66905d6fc518f0893ed66d87dcdc6d3604746506/Maria_Lucia_Carnelosso.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida, Dilene Raimundo do Nascimento e Carlos Fidélis Ponte no dia 06 de maio de 2002, em Goiânia (GO).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Maria Lúcia Carnelosso</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Mitiko Fujita</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-28</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">12/11 e 05/12/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h46min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/0/f/90f23d23b0222eacd667e3f2a95d1df736eca2132e878d7a808e3ca65ec82d66/Mitiko_Fujita.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Laurinda Rosa Maciel nos dias 12 de novembro e 05 de dezembro de 2001, no Rio de Janeiro (RJ).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Mitiko Fujita</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Mozart de Abreu e Lima</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-29</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">12/04 e 07/05/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h22min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/1/a/d1a004b8a391d639858ddb8888a918d8cbce89ef0732882b8ef36e1b0ec20462/Mozart_de_Abreu_e_Lima.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Dilene Raimundo Nascimento nos dias 12 de abril e 07 de maio de 2002, no Rio de Janeiro (RJ).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Mozart de Abreu e Lima</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Oacyr de Almeida Pinto</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-30</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">27/11/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h36min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/0/2/c0204790e434644592c45c320903318b4da0e51b22874643391c6d03187bc515/Oacyr_de_Almeida_Pinto.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Angela de Araújo Porto no dia 27 de novembro de 2001, no Rio de Janeiro (RJ).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Oacyr de Almeida Pinto</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Roberto Augusto Becker</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-07-31</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">03/06/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (2h42min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/2/0/d208ad35570518a53bb7bce760274bcb4a350aa5d7b6e7ee2863924c5b9123ab/Roberto_Augusto_Becker.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo Nascimento no dia 03 de junho de 2002, em Brasília (DF).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Roberto Augusto Becker</persname>
          </controlaccess>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">A trajetória do intelectual e a visão de Freidson sobre a profissão médica: um estudo de história da sociologia médica norte americana</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-08</unitid>
          <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">2006</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos textuais: 9 itens    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="eng">inglês</language>
          </langmaterial>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 9 entrevistas que foram realizadas com objetivo de analisar a trajetória do sociólogo Eliot Lazarus Freidson e conhecer as estratégias que implementou para se transformar em referência acadêmica no campo da sociologia médica. Para uma análise do conteúdo de sua obra, optou-se por conhecer sua visão sociológica sobre a profissão médica, traduzida nos seis livros que publicou sobre o assunto. As entrevistas foram realizadas no âmbito de projeto de pesquisa de pós-doutorado de André Pereira Neto, em São Francisco, Califórnia (Estados Unidos).</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Juan Eugenio Corradi</persname>
          <persname role="subject">Kathleen Gerson</persname>
          <persname role="subject">Edward William Lehman</persname>
          <persname role="subject">Jane Freidson</persname>
          <persname role="subject">Adele Feldman</persname>
          <persname role="subject">Judith Lorber</persname>
          <persname role="subject">Ruth Kavesh</persname>
          <persname role="subject">Eliot Lazarus Freidson</persname>
          <persname role="subject">Barbara Lee Heyns</persname>
          <genreform>Textual</genreform>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>Medicina social</subject>
          <subject>Ciências sociais</subject>
          <geogname>São Francisco (Estados Unidos)</geogname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>Não há suportes de áudio, apenas de texto com as transcrições</p>
        </phystech>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Reforma ou contrarreforma? História e perspectivas do SUS no Brasil</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-19</unitid>
          <unitdate encodinganalog="3.1.3">s.d.</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 19 fitas cassete (15h56min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 3 depoimentos orais. O objetivo foi resgatar historicamente o SUS e analisar algumas tendências e perspectivas de seu processo de consolidação. Considerou-se que se trata de uma experiência pouco conhecida na América Latina e Caribe, a despeito de sua singularidade como projeto que surgiu na contramão das reformas neoliberais.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">José Carvalho de Noronha</persname>
          <persname role="subject">Hésio de Albuquerque Cordeiro</persname>
          <persname role="subject">Henri Eugene Jouval Júnior</persname>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Sistema Único de Saúde (SUS)</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Henri Eugene Jouval Junior</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-19-01</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">09/01/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (5h13min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/1/7/917b3bc9f7c3497ce25c2e401b96c659cf09b4a311123a5c8f27015dd203e947/Henri_Jouval_J__nior.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nísia Trindade Lima, Flávio Edler, Gilberto Hochman e Dilene Nascimento, no dia 09 de janeiro de 2004.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Henri Eugene Jouval Júnior</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Hesio de Albuquerque Cordeiro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-19-02</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">06 e 14/07/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (5h36min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Flávio Coelho Edler e Dilene Raimundo Nascimento, nos dias 06 e 14 de julho de 2004.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Hésio de Albuquerque Cordeiro</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Carvalho de Noronha</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-19-03</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">03 e 10/08/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 7 fitas cassete e 7 CDs (5h07min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Flávio Coelho Edler, Dilene Raimundo Nascimento e Rosana, nos dias 03 e 10 de agosto de 2004.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Carvalho de Noronha</persname>
          </controlaccess>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">História da pesquisa em doença de Chagas</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10</unitid>
          <unitdate normal="1992/2004" encodinganalog="3.1.3">1992 - 2004</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 127 fitas cassete (112h40min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 20 entrevistas de História Oral, realizadas entre 08 de dezembro de 1992 e 29 de setembro de 2004. O projeto, coordenado por Nara Azevedo, teve por objetivo investigar o processo de formação e institucionalização  dos principais grupos científicos brasileiros dedicados à pesquisa biomédica em temáticas relacionadas à doença de Chagas no período compreendido entre 1940 e 1980. Estudou-se o campo disciplinar e institucional que constitui a área de estudo das doenças endêmicas no Brasil. As entrevistas foram utilizadas no esforço de reconstituição e interpretação histórica das diferentes fases de institucionalização da pesquisa em doença de Chagas.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <subject>Doença de Chagas</subject>
          <subject>História oral</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>Kropf, Simone Petraglia. Doença de Chagas, doença do Brasil: ciência, saúde e nação. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2009.</p>
        </bibliography>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aluízio Rosa Prata</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-01</unitid>
            <unitdate normal="2000/2000" encodinganalog="3.1.3">04 e 05/07/2000</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete e 9 CDs (9h06min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/2/8/6286487f827f52a0ae789510a1af10e925e304edd289c0f6c2c8f1382a5759cd/Alu__zio_Rosa_Prata.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Simone Kropf nos dias 04 e 05 de julho de 2000.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Aluízio Rosa Prata</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Álvaro Moncayo Medina</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-02</unitid>
            <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">11/11/1993</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h40min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento como representante digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/d/3/dd3f7ac8e2e81417903807d96955519aff1a24e305ac76c6c4e656bd4b963cba/Alvaro_Moncayo.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Marília Coutinho e Nara Britto no dia 11 de novembro de 1993, na cidade de Caxambu/MG.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Carlos Médicis Morel</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Doença de Chagas</subject>
            <subject>Pesquisa</subject>
            <subject>Financiamento</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessivel por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Revisão da descrição em janeiro de 2026 - Laurinda Rosa Maciel</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Anis Rassi</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-03</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">05 e 07/06/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (1h58min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico com representante digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/8/0/380011926b0e026498f2c5d8d7b994655096936d329db479d4808e599a86f548/Anis_Rassi.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Wanda Hamilton e Simone Kropf, em Goiânia, nos dias 05 e 07 de junho de 2001.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Rodrigues Coura</persname>
            <persname role="subject">Emmanuel Dias</persname>
            <persname role="subject">João Carlos Pinto Dias</persname>
            <persname role="subject">Carlos Ribeiro Justiniano Chagas</persname>
            <persname role="subject">Zigman Brener</persname>
            <persname role="subject">Francisco da Silva Laranja Filho</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Doença de Chagas</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Pesquisa</subject>
            <subject>Relação de sociabilidade</subject>
            <geogname>Goiânia (GO)</geogname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Janeiro de 2023 (Criação: Débora Monteiro)</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição em janeiro de 2026</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; a fita 2 Lado A e fita 3 com áudio indisponível; contém transcrição de todas as fitas.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; a fita 2 Lado A e fita 3 com áudio indisponíve; contém transcrição de todas as fitas.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Carlos Médicis Morel</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-04</unitid>
            <unitdate normal="1992/1992" encodinganalog="3.1.3">08 e 09/12/1992</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete e 8 CDs (5h58min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B das fitas 5, 6 e 8 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/d/f/7df73eadc752abb5f12f2c66f4792618bdc89f00be6c8f8d873add8f678116c2/Carlos_Morel.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Britto, Marília Coutinho e Luiz Otávio Ferreira nos dias 08 e 09 de dezembro de 1992.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Antônio Sérgio da Silva Arouca</persname>
            <persname role="subject">Eloi de Souza Garcia</persname>
            <persname role="subject">Zigman Brener</persname>
            <persname role="subject">Erney Felício Plessmann de Camargo</persname>
            <persname role="subject">Luis Rey</persname>
            <persname role="subject">José Rodrigues Coura</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Doença de Chagas</subject>
            <subject>Pesquisa</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Administração pública </subject>
            <subject>Ditadura Militar (1964-1985)</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2023.<lb/>Revisão em janeiro de 2026.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Débora Monteiro - criação da descrição
<lb/>Laurinda Rosa Maciel - revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Celina Roitman</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-05</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">18/08/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h45min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada no dia 18 de agosto de 1995.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Celina Roitman</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Eloi de Souza Garcia</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-06</unitid>
            <unitdate normal="1992/1995" encodinganalog="3.1.3">09/12/1992 a 14/07/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 10 fitas cassete e 10 CDs (8h27min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/5/8/058443610d153f06ae49bf24464a361289d43eafc776608817b6395422984fbe/Eloi_Garcia.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Britto e Marília Coutinho nos dias 09 e 10 de dezembro de 1992 e 14 de julho de 1995.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Carlos Médicis Morel</persname>
            <persname role="subject">Haity Moussatché</persname>
            <persname role="subject">Fernando Braga Ubatuba</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Doença de Chagas</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Erney Camargo</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-07</unitid>
            <unitdate normal="2002/2004" encodinganalog="3.1.3">20/05/2002 a 29/09/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 13 fitas cassete e 13 CDs (11h36min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 6 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Simone Kropf, em São Paulo (SP), nos dias 20 e 21 de maio de 2002 e 28 e 29 de setembro de 2004.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Erney Felício Plessmann de Camargo</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fernando Correa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-08</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">19/05/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h56min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Simone Kropf no dia 19 de maio de 2002.</p>
          </scopecontent>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Francisco Ferrioli Filho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-09</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">24/05/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h55min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 4 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Simone Kropf, em Ribeirão Preto (SP), no dia 24 de maio de 2002.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Francisco Ferriolli Filho</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">João Pinto Dias</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-10</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">21/05/1998 - 22/05/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 12 fitas cassete e 12 CDs (10h57min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 12 não foi gravado.
<lb/>Faleceu em 31 de dezembro de 2025.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada nos dias 21 e 22 de maio de 1998.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Joffre Marcondes de Rezende</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-11</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">04 e 06/06/2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (5h49min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/c/6/8c6a0711902a0817e39c3f11c721da961c53f7616b50f7362690387210e2ee68/Joffre_Rezende.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Kropf e Wanda Hamilton, no Centro de Gastroenterologia em Goiânia (GO), nos dias 04 e 06 de junho de 2001.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2023 (Débora Monteiro)</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição (Janeiro de 2026)</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Carvalheiro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-12</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">21/05/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (4h06min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Simone Kropf, em São Paulo (SP) no dia 21 de maio de 2002.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José da Rocha Carvalheiro</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Rodrigues Coura</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-13</unitid>
            <unitdate normal="1998/2000" encodinganalog="3.1.3">08/01/1998 a 03/04/2000</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete e 8 CDs (7h30min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada nos dias 08 de janeiro de 1998, 09 e 22 de dezembro de 1999 e 03 de abril de 2000.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Rodrigues Coura</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição ao áudio; não possui transcrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição ao áudio, não possui transcrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Larry Simpson</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-14</unitid>
            <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">11/11/1994</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h06min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Marília Coutinho no dia 11 de novembro de 1994.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Larry Philip Simpson</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Luis Rey</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-15</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">03/06 a 03/07/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 15 fitas cassete e 15 CDs (14h35min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Kropf e Nara Azevedo, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 03, 06, 12, 18 e 20 de junho e 03 de julho de 2002.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Luis Rey</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ricardo Ribeiro Santos</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-16</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">25/05 a 06/07/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete e 9 CDs (8h18min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Britto e Luiz Otávio Ferreira nos dias 25 e 30 de maio, 13 de junho e 06 de julho de 1995.<lb/><lb/>Sumário<lb/><lb/>Fita 1<lb/>A militância política no movimento estudantil. A influência dos líderes na formação do pesquisador. A importância de Samuel Pessoa. O trabalho em laboratório no Instituto Adolfo Lutz. O pai. As origens da família. A prática de esportes na juventude. O interesse pela Medicina. O ingresso na Faculdade de Farmácia da USP. A mudança para a Faculdade de Medicina da Unicamp. O curso de Protozoologia Médica em Londres. A tese de doutorado sobre um novo modelo de vacina para doença de Chagas. A polêmica causada por esse modelo. O primeiro contato com a temática de doença de Chagas. O trabalho com animais isogênicos. O primeiro contato com Ribeirão Preto. O contato com Köberle. O convite de Köberle para montar o departamento de imunopatologia em Ribeirão. A vinda de Köberle para o Brasil. O projeto de Zeferino Vaz para Ribeirão. O contato de Köberle com a temática de Chagas. A pesquisa sobre os mecanismos de destruição dos neurônios. O conceito de auto-imunidade da doença de Chagas. A importância de Köberle na pesquisa sobre doença de Chagas no Brasil. A importância de Ribeirão na pesquisa sobre doença de Chagas.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>A influência do pai em sua visão da política. A participação no movimento estudantil. Mudanças em sua concepção política. A ciência como atividade voltada para o social. A consciência social da doença de Chagas. A importância da formação e do trabalho em clínica médica. A doença de Chagas como um problema social global. A reunião de Caxambu. A influência do PIDE na opção de muitos pesquisadores por doença de Chagas. Os poucos resultados da pesquisa “high-tech” em doença de Chagas. A contribuição de Morel. A utilidade dos kits diagnósticos. Sua pesquisa em Produtos Naturais para obter novas drogas para doença de Chagas. A produção de kits pela Fiocruz. As diferenciações internas na comunidade científica de Chagas. As reuniões de pesquisa básica e de pesquisa aplicada em doença de Chagas. O impacto social da doença de Chagas hoje.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>A falta de consciência social da doença de Chagas por parte de alguns pesquisadores. A ida das lideranças de pesquisa para o exterior. A mudança nas relações estudante-mestre. A falta de uma visão global da doença de Chagas por parte dos pesquisadores “high-tech”. A pesquisa “high-tech” e o reconhecimento institucional da comunidade de Chagas. A reunião de pesquisa básica em Caxambu. O desvirtuamento da pesquisa com a utilização de tecnologias e metodologias de ponta. As primeiras reuniões de Caxambu. A finalidade da reunião de Caxambu. O aumento de interesse por doença de Chagas em função do PIDE. A influência de Aluizio Prata durante o período do regime militar e na implantação do PIDE. A polêmica entre Zinton Andrade e Köberle. A trajetória de Zilton. A posição de Aluizio Prata durante o regime militar. O acidente pelo qual se infectou antes de viajar para a Inglaterra. O vínculo com a pesquisa logo depois de formado. Os irmãos. A primeira viagem para a Inglaterra. A importância de Köberle em sua formação.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>A relação com Köberle. A dificuldade em se definir em termos de formação. A formação em parasitologia. O concurso para titular em imunologia em Ribeirão Preto. A livre-docência em parasitologia. O ambulatório de chagásicos. A vontade de sair de Ribeirão. A vinda para a Fiocruz. A direção do Hospital Evandro Chagas. As dificuldades de trabalho na Fiocruz. As duas linhas de pesquisa desenvolvidas: a investigação sobre os mecanismos da não-doença e o trabalho de avaliação de atividade biológica.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>O encontro com Morel na UnB e em Caxambu. O Prêmio Isaac Roitman em Caxambu. Os objetivos da criação da reunião de Caxambu. A competição entre os grupos na comunidade de Chagas. O grupo de Goiânia. O sentido da criação de Caxambu. A cristalização de grupos a partir de Caxambu. O grupo de Ribeirão Preto. O público de Caxambu. As consequências da pós-graduação na pesquisa em doença de Chagas. A pouca quantidade de teses publicadas. O crescimento da comunidade de Chagas a partir de Caxambu. O mercado para a biologia molecular no Brasil. Os grupos de biologia molecular na Fiocruz. Os grupos de biologia molecular em Caxambu. Os grupos de imunologia. A importância do trabalho de Borges, da Fiocruz, em comunidades endêmicas em Chagas. O trabalho no ambulatório de chagásicos do Hospital Evandro Chagas. Os pesquisadores do IOC que trabalham em pesquisa aplicada no Hospital Evandro Chagas.<lb/><lb/>Fita 6<lb/>A dificuldade da maioria dos pesquisadores básicos em trabalhar com pacientes. A dificuldade de interação entre a área básica e a clínica. O esvaziamento, na Fiocruz, dos contingentes de pesquisadores com formação médica. O convite para ir para a Fiocruz. O mito da Fiocruz. O contato com Arouca. A imagem idealizada da Fiocruz. O departamento de imunologia da Fiocruz. A organização do laboratório de T. cruzi. A mudança do laboratório para o Hospital Evandro Chagas. Os recursos para sua pesquisa no hospital. O convite de Morel para ir para o departamento de bioquímica e biologia molecular. A falta de infraestrutura para a pesquisa no Brasil e a consequente necessidade de viajar periodicamente para o exterior para concluir os trabalhos. As parcerias com grupos estrangeiros. A particularidade da imunologia da doença de Chagas. Os atrativos da pesquisa em doença de Chagas para os grupos no exterior. As dificuldades para o gerenciamento da pesquisa científica no Brasil. A ajuda financeira da família. A lista da Folha de São Paulo sobre os mais citados na produção científica nacional. A falta de integração entre os pesquisadores e os técnicos da parte burocrátic-administrativa.<lb/><lb/>Fita 7<lb/>O problema de gerenciamento na Fiocruz. O papel de BioManguinhos no fornecimento de material para pesquisa. Os altos custos da pesquisa “high-tech”. O aproveitamento das novas tecnologias enquanto instrumento para outras pesquisas. A importância dos líderes formadores de grupos. A dificuldade destes líderes em voltar para o Brasil. A continuidade do perfil ideológico da Fiocruz. O documento da Fiocruz para a conferência sobre ciência e tecnologia em saúde, de 1994. O projeto atual para a privatização de certas áreas da Fiocruz.<lb/><lb/>Fita 8<lb/>Seu trabalho de pesquisa na Fiocruz. A especificidade da cardiopatia chagásica. O problema do transplante de coração em chagásicos. A continuidade com a pesquisa iniciada em Ribeirão Preto. A originalidade da pesquisa e a falta de competição com outros grupos. Os riscos de acidente. Os interesses pela comercialização do produto de sua pesquisa. Os testes para diagnóstico de Chagas. A técnica do PCR. O kit-diagnóstico. A representação de um dado científico. A situação de mercado para o kit-diagnóstico.<lb/><lb/>Fita 9<lb/>O trabalho de Samuel Goldemberg como biologista molecular na Fiocruz. A motivação de um biologista molecular. O trabalho de Morel. A crítica ao desvirtuamento da pesquisa em biologia molecular. A tentativa da Fiocruz em promover-se através da pesquisa de Samuel sobre um novo teste para diagnóstico em doença de Chagas. As dificuldades para a comercialização e produção desse teste pela Fiocruz. Outros grupos que trabalham com antígenos recombinantes em Chagas no Brasil. As perspectivas de aproveitamento do trabalho que vem desenvolvendo na Fiocruz. A parceria com um químico orgânico vindo de Harvard. A importância da multidisciplinaridade na pesquisa científica. As dificuldades de integração entre pesquisadores de áreas diferentes. A importância da informática para a pesquisa. O seu conhecimento e prática de informática. A idéia de fazer um programa multimídia sobre a pesquisa em doença de Chagas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Ricardo Ribeiro dos Santos</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Rodrigo Zeledón Araya</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-17</unitid>
            <unitdate normal="1997/2004" encodinganalog="3.1.3">09/09/1997 e 14/09/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h26min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado.
<lb/>A entrevista não possui transcrição.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada nos dias 09 de setembro de 1997 e 14 de setembro de 2004.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Rodrigo Zeledón Araya</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Tânia Cremonini de Araújo-Jorge</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-18</unitid>
            <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">17/06/1993</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h29min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado.
<lb/>A entrevista não possui transcrição.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada no dia 17 de junho de 1993.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Tânia Cremonini de Araújo-Jorge</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Zigman Brener</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-19</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">09 e 10/05/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (5h39min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/3/4/c3442609c8c8821f422ddd48333fa9903809601a1390e63905623fe750fbef8d/Zigman_Brener.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Luiz Otávio Ferreira, em Belo Horizonte, nos dias 09 e 10 de maio de 1995.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Zigman Brener</persname>
            <persname role="subject">Emmanuel Dias</persname>
            <persname role="subject">José Rodrigues Coura</persname>
            <persname role="subject">Leônidas de Mello Deane</persname>
            <persname role="subject">João Carlos Pinto Dias</persname>
            <persname role="subject">José Pellegrino</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Doença de Chagas</subject>
            <subject>Triatomíneo</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Instituição de saúde</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2023 - Débora Monteiro</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Revisão da descrição - Janeiro de 2026 - Laurinda Rosa Maciel</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Zilton de Araújo Andrade</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-10-20</unitid>
            <unitdate normal="2000-12-04" encodinganalog="3.1.3">12/04/2000</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (4h08min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/c/8/5c819f6d4f25e2eeff331feefe71d26b2a068922d44e575604b929255e83e7d7/Zilton_Andrade.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Kropf e Wanda Hamilton, nos dias 12 e 14 de abril de 2000.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Zigman Brener</persname>
            <persname role="subject">Carlos Bastos Magarinos Torres</persname>
            <persname role="subject">Carlos Médicis Morel</persname>
            <persname role="subject">Wladimir Lobato Paraense</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Doença de Chagas</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Criação da descrição - Janeiro de 2023 - Débora Monteiro</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição em janeiro de 2026</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Memória da saúde pública no Brasil</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11</unitid>
          <unitdate normal="1993/1999" encodinganalog="3.1.3">1993-1999</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 132 fitas cassete (118h58min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>O projeto de pesquisa realizou 14 entrevistas, com objetivo de analisar historicamente o desenvolvimento institucional da saúde pública no Brasil. Por meio da coleta de entrevistas procurou-se recuperar as trajetórias individuais de médicos sanitaristas que se destacaram enquanto atores na história da saúde pública brasileira e contribuíram na definição de políticas públicas para o setor saúde no período compreendido entre os anos de 1930 e 1980. A investigação originou também um instrumento de pesquisa intitulado Cronologia de atores, instituições e políticas de saúde.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Aldo Villas Bôas</persname>
          <persname role="subject">Bichat de Almeida Rodrigues</persname>
          <persname role="subject">Fausto Magalhães da Silveira</persname>
          <persname role="subject">Guilherme Rodrigues da Silva</persname>
          <persname role="subject">Paulo Marchiori Buss</persname>
          <persname role="subject">Walter Silva</persname>
          <persname role="subject">Fausto Pereira Guimarães</persname>
          <corpname role="subject">Departamento Nacional de Saúde (DNS)</corpname>
          <corpname role="subject">Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu)</corpname>
          <persname role="subject">Celso Arcoverde de Freitas</persname>
          <persname role="subject">Aristides Celso Ferreira Limaverde</persname>
          <persname role="subject">Wilson Fadul</persname>
          <persname role="subject">Alfredo Norberto Bica</persname>
          <persname role="subject">Almir Godofredo de Almeida e Castro</persname>
          <persname role="subject">Walter Sidney Pereira Leser</persname>
          <persname role="subject">Bertoldo Kruse Grande de Arruda</persname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Saúde pública </subject>
          <subject>Política de saúde</subject>
          <subject>Medicina preventiva </subject>
          <subject>Memória</subject>
          <geogname>Rio de Janeiro</geogname>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2015.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição aos documentos sonoros. Não há transcrição e sumário de todas as entrevistas</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>FONSECA, Cristina M. O. Saúde no Governo Vargas (1930-1945): dualidade institucional de um bem público. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005.</p>
        </bibliography>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aldo Villas Boas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-01</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">20/09/1995 a 01/11/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 11 fitas cassete e 11 CDs (10h05min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento em mp3 acessível por computador (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/c/0/bc050a50db8eead414fd75bc40bfec0d0c3d97a1c7c80a81c34ff69aab7d20b4/Aldo_Villas_Boas.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em cinco sessões, por Anna Beatriz de Sá Almeida, Wanda Hamilton e Maria Beatriz Guimarães, nos dias 20 de setembro (fitas 1 e 2);  27 de setembro (fitas 3 e 4); 5 de outubro (fitas 5 e 6); 10 de outubro (fitas 7 e 8) e 11 de novembro de 1995 (fitas 9 a 11).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Aldo Villas Bôas</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Almir Godofredo de Almeida e Castro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-03</unitid>
            <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">16/12/1994 a 10/02/1994</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete e 8 CDs (7h10min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento em MP3 acessível por computador (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/5/b/f5bf46454a27a569bc3c7599c64f9bd1635bfd091613b2aed0c082838355e848/Almir_de_Castro.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em quatro sessões, por Cristina Fonseca e Wanda Hamilton, nos dias 16 de dezembro de 1993 (fitas 1 e 2), 05 de janeiro de 1994 (fitas 3 e 4), 03 de fevereiro (fias 5 e 6) e 10 de fevereiro (fitas 7 e 8).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Almir Godofredo de Almeida e Castro</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Bertoldo Grande Kruse de Arruda</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-05</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">18 e 19/09/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 7 fitas cassete e 7 CDs (6h38min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento em mp3 acessível por computador (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/a/3/2a3f6c25976045401b63c4fcb1e20ca3f2567a0ae504ae8a565254caf57112b9/Bertoldo_de_Arruda.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em duas sessões, por Wanda Susana Hamilton e Anna Beatriz de Sá Almeida, na cidade de Recife/PE, nos dias 18 (fitas 1 e 2) e 19 de março de 1996 (fitas 3 a 7).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Bertoldo Kruse Grande de Arruda</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Bichat de Almeida Rodrigues</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-06</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">19 a 23/10/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h45min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento em mp3 acessível por computador (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/c/a/2ca1f335cd95f11b2a5714ee68b2201d96cba6e9e1779e88bbba314912f31b17/Bichat_de_Almeida.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Sonia Rodrigues e Solange Rodrigues, filhas do depoente, em Curitiba/PR, em duas sessões, nos dias 19 (fita 1) e 23 de outubro de 1995 (fitas 2 e 3).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Bichat de Almeida Rodrigues</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <geogname>Curitiba (PR)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Celso Arcoverde de Freitas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-07</unitid>
            <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">28/03/1994-10/06/1994</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 26 fitas cassete e 26 CDs (23h35min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento em mp3 acessível por computador (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/e/8/be8717a4f26bccdbdc991bc1ebb302af39c345188c9ca66066cd159c69cfe8d3/Celso_Arcoverde.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Cristina Fonseca, Wanda Hamilton e Maria Beatriz Guimarães, em 11 sessões, nos dias 28 de março (fitas 1 e 2), 04 de abril (fitas 3 a 5), 08 de abril (fitas 5 a 7), 15 de abril (fitas 8 e 9) e 25 de abril (fitas 10 a 12), 04 de maio (fitas 12 e 13), 25 de maio (fitas 14 e 15), 27 de maio (fitas 16 a 18), 01 de junho (fitas 19 a 21), 08 de junho (fitas 22 e 23) e 10 de junho de 1994 (fitas 24 a 26).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Celso Arcoverde de Freitas</persname>
            <corpname role="subject">Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu)</corpname>
            <persname role="subject">Oswaldo Novis</persname>
            <persname role="subject">Zamir de Oliveira</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Condições sanitárias</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fausto Magalhães da Silveira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-08</unitid>
            <unitdate normal="1994/1995" encodinganalog="3.1.3">16/12/1994 a 11/05/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 22 fitas cassete e 22 CDs (21h01min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento em mp3 acessível por computador (Área de descrição/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/7/3/a7320d7100d10558181c0c1824380295019fa2793bb98771a9a0adacaffd2ee0/Fausto_Magalh__es_da_Silveira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz Almeida, Cristina Barbosa e Wanda Hamilton, em 11 sessões, nos dias 16 de dezembro de 1994 (fitas 1 e 2), 31 de janeiro de 1995 (fitas 3 e 4), 08 de fevereiro (fitas 5 e 6), 16 de fevereiro (fitas 7 e 8), 17 de março (fitas 9 e 10), 31 de março (fitas 11 e 12), 11 de abril (fitas 13 e 14), 20 de abril (fitas 15 e 16), 05 de maio (fitas 17 e 18), 11 de maio (fitas 19 e 20) e 19 de maio de 1995 (fitas 20 a 22).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Fausto Magalhães da Silveira</persname>
            <corpname role="subject">Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu)</corpname>
            <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
            <corpname role="subject">Fundação Rockefeller</corpname>
            <persname role="subject">Odair Franco</persname>
            <persname role="subject">Mário Magalhães da Silveira</persname>
            <persname role="subject">Cláudio Magalhães da Silveira</persname>
            <persname role="subject">Nise Magalhães da Silveira</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Política de saúde</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <subject>Vigilância Sanitária</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fausto Pereira Guimarães</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-09</unitid>
            <unitdate normal="1997/1997" encodinganalog="3.1.3">06/06/1997 a 25/06/1997</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 10 fitas cassete e 10 CDs (10h18min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento em mp3 acessível por computador (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Cristina Fonseca e Eduardo Marques, em quatro sessões, nos dias 06 (fitas 1 e 2), 09 (fitas 3 e 4), 20 (fitas 5 a 8) e 25 de junho de 1997 (fitas 9 e 10).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Fausto Pereira Guimarães</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Enfermagem</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guilherme Rodrigues da Silva</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-10</unitid>
            <unitdate normal="1999/1999" encodinganalog="3.1.3">30/09/1999</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h29min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento em mp3 acessível por computador (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Eduardo Navarro Stotz  e Cristina Fonseca, no dia 30 de setembro de 1999.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Guilherme Rodrigues da Silva</persname>
            <corpname role="subject">Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)</corpname>
            <persname role="subject">Ernani de Paiva Ferreira Braga</persname>
            <persname role="subject">Frederico Adolfo Simões Barbosa</persname>
            <persname role="subject">Samuel Barnsley Pessoa</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; não tem transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Paulo Marchiori Buss</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-11</unitid>
            <unitdate normal="1999/1999" encodinganalog="3.1.3">06/07/1999 a 05/08/1999</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (2h25min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento em mp3 acessível por computador (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Eduardo Navarro Stotz e Cristina Fonseca, no Rio de Janeiro, em três sessões, nos dias 06 de julho (fitas 1 e 2), 15 de julho (fita 3) e 05 de agosto de 1999 (fita 4).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Paulo Marchiori Buss</persname>
            <persname role="subject">Hésio de Albuquerque Cordeiro</persname>
            <corpname role="subject">Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Projeto PESES/PEPPE</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Walter Sidney Pereira Lezer</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-12</unitid>
            <unitdate normal="1999/1999" encodinganalog="3.1.3">08/12/1999</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (2h04min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/a/9/ca97d206c75e6b4f32ce4687af8a2a6dbdc833c3fdf8322d3b09621a1028868e/Walter_Leser.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Cristina Fonseca, em Campinas/SP, no dia 08 de dezembro de 1999.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Walter Sidney Pereira Leser</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3 acessível por computador</p>
          </phystech>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Walter Silva</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-13</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">13/06/1995 a 23/08/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 21 fitas cassete e 21 CDs (19h08min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/f/8/ff82fba97b8f1cc69f956ca6d8c32cf21677d98130ccebd65bfd4c0338802a8b/Walter_Silva.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em 9 sessões por Anna Beatriz Almeida, Maria Beatriz Guimarães e Wanda Hamilton, nos dias 13 (fitas 1 e 2), 21 (fitas 3 e 4) e 30 de junho (fitas 5 e 6), 11 (fitas  7 a 9) e 18 de julho (fitas 9 a 11) e 03 (fitas 11 a 13), 08 (fitas 14 e 15), 17 (fitas 16 a 18) e 23 de agosto de 1995 (fitas 19 a 21).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Walter Silva</persname>
            <corpname role="subject">Organização Mundial da Saúde (OMS)</corpname>
            <corpname role="subject">Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu)</corpname>
            <persname role="subject">Josué Apolônio de Castro</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Wilson Fadul</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-14</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">20/11/1996 a 12/12/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 12 fitas cassete e 2 CDs (10h33min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/7/c/f7cdb0233ba41a8f75bbd087053d335c06a5ddc33709df084b57f1d19c4a2c71/Wilson_Fadul.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em 4 sessões, por Cristina M. Oliveira Fonseca e Anna Beatriz de Sá Almeida, nos dias 20 (fitas 1 e 2), 22 (fitas 3 a 5) e 26 de novembro (fitas 6 a 9) e 12 de dezembro de 1996 (fitas 10 a 12).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Wilson Fadul</persname>
            <corpname role="subject">Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (FM/UFRJ)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Medicina preventiva </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Alfredo Norberto Bica</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-02</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h40min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento em mp3 acessível por computador (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em 23 de fevereiro de 1995, por Wanda Hamilton, Cristina Fonseca e Maria Beatriz Guimarães.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aristides Celso Ferreira Limaverde</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-11-04</unitid>
            <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">18/08/1994</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete (57min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento em MP3 acessível por computador (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada no dia 18 de agosto de 1994, por Cristina Fonseca, Anna Beatriz de Sá Almeida e Cristina Barbosa.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Aristides Celso Ferreira Limaverde</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; não há transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">A biotecnologia em saúde no Brasil</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12</unitid>
          <unitdate normal="1995/1998" encodinganalog="3.1.3">1995 - 1998</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 73 fitas cassete (63h58min)    </physdesc>
          <note type="generalNote">
            <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
          </note>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 14 entrevistas de História Oral. O objetivo do projeto foi analisar a trajetória científica e profissional de pesquisadores da Fiocruz que atuam na área da biotecnologia. A pesquisa integrou um projeto maior realizado pela Vice-Presidência de Desenvolvimento Institucional da Fiocruz em convênio com a Organização Pan-americana de Saúde, que visou promover uma série de estudos sobre o panorama das instituições de pesquisa em saúde na América Latina, particularmente no que diz respeito a novos mecanismos de gestão e novos padrões de inovação científica e tecnológica. Foram realizadas entrevistas com pesquisadores e dirigentes institucionais da Fiocruz cujas trajetórias profissionais estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento da área de biotecnologia no Brasil e na instituição. Os depoimentos foram colhidos tendo como critério norteador os temas pertinentes à pesquisa, não se constituindo, portanto, em histórias de vida. As informações de natureza qualitativa, obtidas através das entrevistas, serviram como subsídio para a interpretação dos dados quantitativos resultantes de uma pesquisa realizada com o auxílio da plataforma Survey Monkey aplicada inicialmente, da qual participaram cerca de 100 pesquisadores vinculados à sete unidades técnico-científicas da Fiocruz.<lb/>Entrevistados: Akira Homma, Antônio Gomes Pinto Ferreira, Carlos Médicis Morel, Eduardo Walter Leser, Geraldo Armôa, Leon Rabinovitch, Maria Celeste Emerick, Maria Cristina Vidal Pessolani, Mauro Celio de Almeida Marzochi, Naftale Katz, Salvatore Giovanni de Simone, Samuel Goldenberg, Vinicius Fonseca e Wim Maurits Sylvain Degrave.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Descrição por item, organizado em ordem alfabética.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Carlos Médicis Morel</persname>
          <persname role="subject">Eduardo Walter Leser</persname>
          <persname role="subject">Leon Rabinovitch</persname>
          <persname role="subject">Naftale Katz</persname>
          <persname role="subject">Samuel Goldenberg</persname>
          <persname role="subject">Wim Maurits Sylvain Degrave</persname>
          <persname role="subject">Akira Homma</persname>
          <persname role="subject">Antônio Gomes Pinto Ferreira</persname>
          <persname role="subject">Salvatore Giovanni de Simone</persname>
          <persname role="subject">Vinicius Fonseca</persname>
          <persname role="subject">Mauro Celio de Almeida Marzochi</persname>
          <persname role="subject">Maria Celeste Emerick</persname>
          <persname role="subject">Maria Cristina Vidal Pessolani</persname>
          <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
          <corpname role="subject">Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular</corpname>
          <corpname role="subject">Universidade de Brasília (UnB)</corpname>
          <corpname role="subject">Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnólogico (CNPq)</corpname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>História institucional</subject>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>Biotecnologia </subject>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
        </phystech>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Revisão da descrição - Janeiro de 2024</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Akira Homma</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-01</unitid>
            <unitdate normal="1997/1998" encodinganalog="3.1.3">15/12/1997 a 03/02/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete (7h30min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/c/5/7c506c491bfe83158180cf5bb1724fb8817be6962566e99d54109c4a11f157db/Akira_Homma_entrevista_completa.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo, Luiz Otávio Ferreira, Wanda Hamilton e Simone Kropf, no Rio de Janeiro (RJ), em três sessões, nos dias 15 e 23 de dezembro de 1997 e 03 de fevereiro de 1998.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Akira Homma</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Fármacos de Manguinhos (Farmanguinhos)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Eloi de Souza Garcia</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>Pesquisa</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Janeiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Antonio Gomes Ferreira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-02</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">24/07/1996 e 09/10/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete (2h33min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B das fitas 2 e 4 não foi gravado. 
<lb/>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/4/d/6/4d62caf39c1ad74ebf002da9897cad95d9ab92e7ddffe2e6615885bdeab59135/Antonio_Gomes_Ferreira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Wanda Hamilton e Simone Kropf, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 24 de julho e 09 de outubro de 1996.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Antônio Gomes Pinto Ferreira</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador.</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Janeiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrção.</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Carlos Médicis Morel</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-03</unitid>
            <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">05 e 06/01/1998</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete (6h48min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B das fitas 5 e 8 não foi gravado. Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/e/0/fe04c63d863eb8dd4fe65921238af970aaad6dd459dac85ee1167dcc61167af0/Carlos_M__dicis_Morel.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo, Simone Kropf e Luiz Otávio Ferreira, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 05 e 08 de janeiro de 1998.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Carlos Médicis Morel</persname>
            <persname role="subject">Akira Homma</persname>
            <persname role="subject">Eloi de Souza Garcia</persname>
            <persname role="subject">Antônio Sérgio da Silva Arouca</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <corpname role="subject">Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnólogico (CNPq)</corpname>
            <corpname role="subject">Universidade de Brasília (UnB)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>História institucional</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Janeiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Eduardo Walter Leser</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-04</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">20/06/1996-27/06/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete (4h29min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui resenha biográfica. Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/a/c/0ac1aec6bd1ffd15e3e525a4919560aa79e8977a91a9ee820b027462ef869d4a/Eduardo_Leser.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Eduardo Walter Leser</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>História institucional</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/ Dimensão e suporte)</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Janeiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Geraldo Armôa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-05</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">20/11/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete (2h17min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui resenha biográfica. O lado B da fita 3 não foi gravado. Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/2/1/8216d9edeecceffb3e0aeff78efd524c4a6200869ad02707150bdc80dcccc601/Geraldo_Arm__a.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo, Luis Otávio Ferreira e Simone Kropf, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 20 de novembro de 1996.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Laurinda Rosa Maciel - Janeiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Leon Rabinovitch</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-06</unitid>
            <unitdate normal="1996/1997" encodinganalog="3.1.3">06/12/1996 e 13/01/1997</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete (5h16min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/2/9/c29bc850a932eedfcd03efdd820902ba987c7b1fcd314775e5671ca8fc702a72/Leon_Rabinovitch.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Wanda Hamilton, nos dias 6 de dezembro de 1996 e 13 de janeiro de 1997, no Rio de Janeiro.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Leon Rabinovitch</persname>
            <persname role="subject">Oswaldo Cruz Filho</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <persname role="subject">Vinicius Fonseca</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>História institucional</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Setembro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria Celeste Emerick</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-07</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">12/03/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h59min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/d/0/ed0f8ebfb8e52ae7f8b9a9417d02a26090f60822c5cfefd35959d10346610d60/MARIA_CELESTE_EMERICK.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo, em 12 de março de 1996, no Rio de Janeiro.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Maria Celeste Emerick</persname>
            <persname role="subject">Akira Homma</persname>
            <persname role="subject">Eloi de Souza Garcia</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Biotecnologia </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Janeiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria Cristina Vidal Pessolani</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-08</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">12 e 19/11/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h32min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui sumário; não possui resenha biográfica. 
<lb/>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/8/9/f8985f249f81a81fb5f0235bcb08c977fdb2bd3b6faa2f18f7ca12acb3b7205f/MARIA_CRISTINA_VIDAL_PESSOLANI.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo, Simone Kropf e Wanda Hamilton no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 12 e 19 de novembro de 1996.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Maria Cristina Vidal Pessolani</persname>
            <persname role="subject">Euzenir Nunes Sarno</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Hanseníase</subject>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data da descrição - Julho de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Mauro Mazochi</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-09</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">01/08/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete (2h32min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui resenha biográfica. O lado B da fita 3 não foi gravado.
<lb/>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/f/8/af86f026b66e2f1b048129fe1353c220438a64ad9b5d5e4f9dd5461a4d5f5bcf/Mauro_Celio_Marzochi.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Wanda Hamilton e Simone Kropf, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 01 de agosto de 1996.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Mauro Celio de Almeida Marzochi</persname>
            <persname role="subject">Samuel Barnsley Pessoa</persname>
            <corpname role="subject">Universidade de São Paulo (USP)</corpname>
            <persname role="subject">Luiz Fernando da Rocha Ferreira da Silva</persname>
            <persname role="subject">Vinicius Fonseca</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Biotecnologia </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Janeiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Naftale Katz</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-10</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">16/04/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete (3h08min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui resenha biográfica. O lado B da fita 2 não foi gravado.
<lb/>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/1/1/61180135ed2bcaa8d99dc97c36a99b61302625613b8eb2960311f8d6e7ad2e5f/Naftale_Katz.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Luis Otávio Ferreira, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 16 de abril de 1996.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Naftale Katz</persname>
            <persname role="subject">Amilcar Vianna Martins</persname>
            <persname role="subject">Vinicius Fonseca</persname>
            <persname role="subject">Aluízio Rosa Prata</persname>
            <corpname role="subject">Organização Mundial da Saúde (OMS)</corpname>
            <corpname role="subject">Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnólogico (CNPq)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto René Rachou (IRR)</corpname>
            <persname role="subject">Zigman Brener</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Endemias Rurais (INERu)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Janeiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Salvatore Giovanni de Simone</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-11</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">11/12/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete (3h11min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui resenha biográfica. O lado B da fita 4 não foi gravado.
<lb/>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/1/6/c16af4f49c3d31536d9bea674bd149d02618a31854ba8e9897e7b3413295e407/Salvatore_Giovanni_de_Simone.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Wanda Hamilton, Simone Kropf e Nara Azevedo, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 11 de dezembro de 1996.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Salvatore Giovanni de Simone</persname>
            <corpname role="subject">Universidade Gama Filho (UGF)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Câncer (INCA)</corpname>
            <persname role="subject">Bernardo Galvão Castro Filho</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Oswaldo Cruz (IOC)</corpname>
            <corpname role="subject">Universidade de Brasília (UnB)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Bioquímica</subject>
            <subject>Laboratório</subject>
            <subject>Leishmaniose</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Janeiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Vinicius da Fonseca</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-13</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">27/06 a 04/10/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 12 fitas cassete (11h22min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui resenha biográfica. Lado B da fita 2 não foi gravado. Esta entrevista também faz parte do projeto Memória de Manguinhos II.
<lb/>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/1/a/81a1a70fead2b430fa947ee50aa6db16356215cc0519224b5884e611a6069d70/Vinicius_da_Fonseca.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Brito e Wanda Hamilton, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 27 de junho, 07 e 22 de agosto, 03 e 04 de outubro de 1995.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Vinicius Fonseca</persname>
            <corpname role="subject">Partido Comunista do Brasil (PC do B)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</corpname>
            <corpname role="subject">Organização das Nações Unidas (ONU)</corpname>
            <persname role="subject">José Carneiro Felippe</persname>
            <corpname role="subject">Partido Social Democrático (PSD), 1945-1965</corpname>
            <corpname role="subject">União Democrática Nacional (UDN)</corpname>
            <persname role="subject">Francisco de Paula da Rocha Lagôa</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)</corpname>
            <persname role="subject">Haity Moussatché</persname>
            <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
            <corpname role="subject">Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (Sucam)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Endemias Rurais (INERu)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>Hamilton, Wanda; Azevedo, Nara. 'Um estranho no ninho: memórias de um ex-presidente da Fiocruz'. História, Ciências, Saúde - Manguinhos. Rio de Janeiro, mar-jun, 2001, p. 237-264</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Samuel Goldenberg</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-12</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">13/11/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete (3h49min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui resenha biográfica. 
<lb/>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/4/5/e45b69d6de7d97dc19f9bdca29e7a2857958db4e5b8b08eca19c5ceb2b12eecc/Samuel_Goldenberg.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Wanda Hamilton, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 13 de novembro de 1996.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Samuel Goldenberg</persname>
            <corpname role="subject">Universidade de Brasília (UnB)</corpname>
            <persname role="subject">Carlos Médicis Morel</persname>
            <corpname role="subject">Programa Integrado de Doenças Endêmicas (PIDE)</corpname>
            <corpname role="subject">Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnólogico (CNPq)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <corpname role="subject">Partido Comunista do Brasil (PC do B)</corpname>
            <persname role="subject">Wladimir Lobato Paraense</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Doença de Chagas</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Janeiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Wim Maurits Sylvain Degrave</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-12-14</unitid>
            <unitdate normal="1996/1996" encodinganalog="3.1.3">02/09 a 24/10/1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete (7h01min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui resenha biográfica. 
<lb/>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/a/4/2a4bc5ebb662aa4b82363ce3b1419727b93bd0328b8977f4c5d6c578975bd7c0/Wim_Maurits_Sylvain_Degrave.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo, Wanda Hamilton, Simone Kropf e Luis Otávio Ferreira, no Rio de Janeiro (RJ), em quatro sessões; 02 de setembro (fitas 1 e 2), 10 de outubro (fitas 3 e 4), 23 de outubro (fitas 5 e 6, lado A) e 24 de outubro de 1996 (fitas 7 e 8).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Wim Maurits Sylvain Degrave</persname>
            <persname role="subject">Carlos Médicis Morel</persname>
            <persname role="subject">Salvatore Giovanni de Simone</persname>
            <persname role="subject">Maria Cristina Vidal Pessolani</persname>
            <corpname role="subject">Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Memória familiar de Pedro Affonso</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-14</unitid>
          <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">1998</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete (2h22min; arquivos digitais).    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 6 depoimentos sobre o barão de Pedro Affonso, diretor do Instituto Soroterápico Federal, com Arnaldo Franco de Toledo; Gabriela Fontenelle Loureiro Lima; Guilherme Franco de Toledo; Lea Fontenelle; Jorge Fontenelle e Pedro Franco de Toledo.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Pedro Affonso Franco</persname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>História institucional</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Com restrição. Disponíveis apenas os arquivos de áudio. Não há transcrição nem sumário de assuntos.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Médicos do trabalho no Brasil: memória e história</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-15</unitid>
          <unitdate normal="1999/2000" encodinganalog="3.1.3">1999</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 13 fitas cassete (10h52min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>O projeto, que reúne duas entrevistas, analisou a constituição do campo da Medicina do Trabalho no Brasil, sua história no período entre 1930 e 1970 e os principais atores, instituições e políticas envolvidas. Um dos principais objetivos foi constituir um conjunto de entrevistas com médicos do trabalho que tiveram destacada atuação nos anos 1940 e 1950.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Thalita do Carmo Tudor</persname>
          <persname role="subject">Daphnis Ferreira Souto</persname>
          <subject>Medicina do trabalho</subject>
          <subject>História oral</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Memória de Manguinhos II</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-16</unitid>
          <unitdate normal="1995/2000" encodinganalog="3.1.3">1995 - 2000</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 26 fitas cassete (19h30min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne quatro depoimentos orais. Este projeto tem por objetivo dar continuidade ao projeto Memória de Manguinhos e gravar entrevistas com cientistas contemporâneos da instituição.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Ítalo Rodrigues de Araujo Sherlock</persname>
          <persname role="subject">Luiz Fernando da Rocha Ferreira da Silva</persname>
          <persname role="subject">Bernardo Galvão Castro Filho</persname>
          <persname role="subject">Vinicius Fonseca</persname>
          <subject>História oral</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Com restrição. Não há transcrição de todas as entrevistas nem sumário de assuntos.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Bernardo Galvão</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-16-01</unitid>
            <unitdate normal="2000/2000" encodinganalog="3.1.3">13/04/2000</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h25min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/b/d/fbd078d577b7047a314f3221d7b443464a9fb902b229c42209449977de8617cb/Bernardo_Galv__o.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Kropf e Wanda Hamilton, no dia 13 de abril de 2000.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 01<lb/>Referência ao local e ano de nascimento; a formação do pai como professor de geografia e história; o perfil profissional do pai; considerações sobre a dedicação de sua mãe à família; a dificuldade encontrada ao assumir a administração da escola de sua família por conta da doença do pai; a venda da escola de sua família; a decisão em não assumir a escola pelo fato de ter passado para medicina; a residência em patologia com o professor Zilton Andrade; os estudos no Colégio Estadual da Bahia; considerações sobre sua vocação em medicina; referência à carreira acadêmica de seus quatro irmãos; referência ao teste vocacional que realizou para decidir sua carreira acadêmica; considerações sobre seus objetivos em fazer medicina; o cursos de patologia na Escola Baiana de Medicina; a importância do professor Zilton Andrade no despertar de seu interesse em patologia; o grupo de pesquisadores em patologia dirigido pelo professor Zilton Andrade; considerações sobre os motivos que o levaram a fazer patologia; descrição do trabalho em patologia; as condições de pesquisa do grupo do professor Zilton Andrade e o ambiente de trabalho; o reconhecimento e o apoio dado ao grupo do professor Zilton Andrade; os estudos em patologia;  comentários sobre sua participação como membro do Partido Comunista; a militância política; considerações sobre a posição da universidade perante os alunos que eram militantes políticos; a opção pelos estudo e não pela militância política; a aprovação na residência médica; o convite do professor Zilton Andrade para trabalhar em Brasília; o perfil  de Aluízio Prata; as perseguições sofridas por Samuel Pessoa em conseqüência de sua militância política; a amizade com o Dr. Aluízio Prata; o convite do Dr. Aluízio Prata para trabalhar na Universidade de Brasília na cadeira de patologia; referência às dificuldades de vida encontradas em Brasília; a volta para a Bahia; considerações sobre o processo de seleção e avaliação do alunos que trabalhavam no laboratório do professor Zilton Andrade; os trabalhos desenvolvidos pelo grupo do professor Zilton Andrade; referência à metodologia de trabalho do grupo do professor Zilton Andrade; as sessões de anátomo-clínica realizadas na Faculdade de Medicina da Bahia; a linha de pesquisa de trabalho do professor Zilton Andrade em doenças parasitárias: chagas, esquistossomose , leishmaniose; a metodologia de trabalho realizada no laboratório do professor Zilton Andrade; o primeiro trabalho realizado com o professor Zilton Andrade; os casos de doenças parasitárias mais freqüentes que apareciam no hospital; considerações sobre  sua não adaptação em Brasília; o interesse em fazer mestrado; referência sobre seu interesse pessoal na qualificação de seus estudos; considerações sobre as novas técnicas que aprendeu no mestrado em Patologia Humana; o convite para fazer doutorado no laboratório da Organização Mundial de Saúde, na Universidade de  Genebra; considerações sobre as novas técnicas da área de imunologia que estavam entrando no Brasil; o corpo docente do mestrado em Patologia Humana; os avanços  tecnológicos na área de imunologia; o primeiro trabalho sobre “Miocardite Chagásica”,  publicado em 1970 em colaboração com o professor Zilton Andrade; considerações sobre seu trabalho em doença de chagas; referência às experiências feitas em camundongos infectados com Trypanosoma Cruzi; considerações sobre o trabalho de desenvolvido em Genebra; a volta para Salvador; considerações sobre a criação do TDR; referência aos problemas políticos enfrentados na implantação do Centro de Imunologia Parasitária em Salvador; comentários sobre o convite para fazer o doutorado em Genebra; o convite de Vinícius da Fonseca em 1977 para trabalhar na FIOCRUZ;  a montagem do laboratório de imunologia na FIOCRUZ; considerações sobre a participação de Paul Henrie Lambert na montagem de seu projeto de pesquisa na FIOCRUZ; a criação do Centro de Imunologia Parasitária no campus de Manguinhos; o quadro de pesquisadores que trabalharam no Centro de Imunologia Parasitária.<lb/><lb/>Fita 02<lb/>O crescimento da área de imunologia após a criação do Centro de Imunologia Parasitária na FIOCRUZ; os recursos do TDR para o Centro de Imunologia Parasitária; o vínculo do TDR com a FIOCRUZ; os trabalhos desenvolvidos no Departamento de Imunologia Parasitária sobre doença de chagas e as outras linhas de pesquisa; o apoio de Paul  Henrie Lambert na criação do Centro de Imunologia Parasitária; os recursos materiais adquiridos com o projeto de imunologia parasitária; os avanços na pesquisa sobre aids na FIOCRUZ; os motivos pelos quais foi levado a trabalhar em pesquisas relacionadas à aids; considerações sobre o sentido social da pesquisa; os primeiros contatos com os doentes de aids; a abertura de uma nova linha de pesquisa após o primeiro contato com um doente de aids; a reação das pessoas que trabalhavam no laboratório de imunologia parasitária em relação à aids; a organização de um projeto sobre aids em conjunto com o Hospital Grafée Guinle; o perfil de Hélio Gelli Pereira e sua colaboração nos projetos do laboratório de imunologia parasitária; referência ao isolamento do vírus da aids em 1983, na França; considerações sobre as primeiras células infectadas pelo vírus da aids que chegam ao Brasil para fins pesquisa, por intermédio da Drª. Marguerite Peggy Pereira; a montagem da primeira triagem de HIV em bancos de sangue no Brasil; o avanço da aids no Brasil e a sua prevalência nas cidades brasileiras; a produção de imunoflorescência para os estudos em aids em 1985; os cursos de diagnóstico sorológico para pesquisadores da América Latina e Brasil criados através do Departamento de Imunologia Parasitária da FIOCRUZ; o pioneirismo do laboratório de imunologia parasitária na América Latina em pesquisas sobre aids; as vantagens da infra-estrutura do laboratório de imunologia parasitária que foi propiciada através dos recursos  do TDR; considerações sobre o isolamento do vírus da aids em 1987, no Brasil; a repercussão do isolamento do vírus da aids na imprensa e a projeção da FIOCRUZ; considerações sobre os cursos de biologia molecular e celular que eram oferecidos para os jornalistas; a ascensão do jornalismo científico; o papel social da FOCRUZ perante a população e o aumento de seu prestígio na imprensa após o isolamento do vírus da aids em 1987; referência ao projeto de reforçamento institucional apresentado pelo Departamento de Imunologia ao TDR; considerações sobre outras modalidades de financiamento concedidas pelo TDR aos demais departamentos e pesquisadores da FIOCRUZ; a relação do Departamento de Imunologia com outros departamentos e outros grupos de pesquisa dentro da FIOCRUZ; as origens do Departamento de Imunologia; os grupos de maior afinidade dentro da FIOCRUZ com os profissionais do Departamento de Imunologia; considerações sobre as linhas de pesquisa do Departamento de Imunologia; os fatores da divisão estrutural  do Departamento de Imunologia em laboratórios; considerações sobre o desenvolvimento de pesquisas dentro da FIOCRUZ e sua política institucional; o Programa de AIDS da FIOCRUZ; considerações sobre a desarticulação do Programa de AIDS da FIOCRUZ; referência à disseminação da aids no Brasil e ao projeto apresentado à Fundação Banco do Brasil para obter financiamento nas pesquisas sobre aids.<lb/><lb/>Fita 03<lb/>Comentários sobre o desenvolvimento de um trabalho sobre aids com Maria Inês Carvalho, que era ligada ao Banco da Providência;  a ação de Don Eugênio Sales no auxílio aos doentes de aids; considerações sobre a intervenção de Don Eugênio Sales na continuidade e aprovação do projeto sobre aids; considerações sobre as idéias de descentralização da ações da FIOCRUZ na gestão de Sérgio Arouca; as razões da Construção do Laboratório Isolamento e Caracterização de HIV em Salvador; as hipóteses relacionadas ao perfil epidemiológico da aids no Brasil; considerações sobre o perfil epidemiológico da  aids na África e no Brasil; os investimentos da FIOCRUZ na obra de construção do laboratório de pesquisas em aids em Salvador e o financiamento do Banco do Brasil; considerações pessoais sobre os motivos que atrasaram o desenvolvimento da ciência e tecnologia no Brasil; os problemas enfrentados pelo laboratório de Salvador por estar politicamente vinculado ao IOC; referência às falhas da política de integração externa da FIOCRUZ; a dificuldade institucional que fora enfrentada no início da implementação do laboratório em pesquisa sobre aids em Salvador; as relações política na escolha de presidentes da FIOCRUZ; a intervenção de Hebert de Souza (Betinho) na questão política de escolha do diretor de Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz;  os problemas políticos internos enfrentados pelo programa institucional de aids; a insatisfação pessoal em relação à forma de integração do Laboratório Avançado de Saúde Pública (LASP) de Salvador com o IOC; os projetos financiados pelo Banco do Brasil na FIOCRUZ e as regras de financiamento; justificativa para a escolha da denominação “Laboratório Avançado de Saúde Pública”; os investimentos desenvolvidos em pesquisa após a criação do LASP; o perfil de Jairo Ivo dos Santos e sua importância no desenvolvimento do programa sobre aids; considerações sobre os objetivos da pesquisa em aids na época de criação do LASP;  as conquistas adquiridas após o isolamento do vírus da aids no Brasil; a participação no programa da ONU sobre avaliação de vacinas em aids; considerações sobre as primeiras caracterizações do vírus da aids no Brasil; a implantação da Rede Nacional de Isolamento e Caracterização de HIV no Brasil; os atuais objetivos e finalidades do LASP; as ONGs e a luta contra a aids no Brasil;  a sintonia entre os cientistas e as ONGs no que se refere às discussões sobre aids; o papel da FIOCRUZ perante a comunidade e o exercício de cidadania.<lb/><lb/>Fita 04<lb/>Considerações sobre o Projeto de Vigilância de Poliformismo do HIV no Brasil; os grupos científicos que trabalham em pesquisas sobre aids no Brasil; referência ao projeto  do PRONEX; a desarticulação do Programa de AIDS da FIOCRUZ; críticas à avaliação de projetos na FIOCRUZ; as perspectivas atuais na pesquisa sobre aids; o programa de vacina contra a aids; o papel do Brasil e da FIOCRUZ diante do panorama de desenvolvimento tecnológico em aids; as pesquisas de novas drogas de combate à aids no Brasil; as razões e o descontentamento pessoal por não ter o projeto aprovado pelo PRONEX; a atual situação dos bancos de sangue no Brasil; a “feminilização” da aids; os impactos das campanhas do Ministério da Saúde em relação à aids; as pesquisas em HTLV (vírus da família do vírus da aids); as origens da entrada do HTLV no Brasil; as perspectivas de pesquisas do LASP e a incorporação de novas tecnologias; a organização do VI Simpósio Nacional de HTLV no Brasil e os atuais planos de trabalho.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Bernardo Galvão Castro Filho</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Italo Sherlock</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-16-02</unitid>
            <unitdate normal="2000/2000" encodinganalog="3.1.3">10 e 11/04/2000</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (1h55min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/2/d/52de81870ba5fda9c4d2b0c8b0e4a6f5f9d3b5243e3daefa27e153208d9e5e22/Italo_Sherlock.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Wanda Hamilton e Simone Kropf , nos dias 10 e 11 de abril de 2000.<lb/><lb/>Sumário<lb/><lb/>Fita 1<lb/>Considerações sobre o local de nascimento e origem familiar; as áreas de atuação de seu pai; o hobby pessoal em desenho e pintura; o despertar da carreira de pesquisador entomologista ainda quando garoto; considerações sobre a criação de seu museu particular de história natural; seus irmãos e a história familiar; a profissão de sua mãe; os estudos no Ginásio Sobralense; referência aos destaques culturais da cidade de Sobral, no Estado do Ceará; a tendência para os estudos em ciências naturais; referência à visita dos professores Samuel Pessoa, Leônidas Deane e Maria Deane à cidade de Sobral na campanha da leishmaniose em 1952; o entusiasmo dos professores Samuel Pessoa, Leônidas Deane e Maria Deane com o museu de história natural e o convite, aos dezesseis anos, para trabalhar na campanha contra a leishmaniose; a iniciação de seus primeiros estudos em ciências e entomologia com o professor Arquibaldo Galvão; considerações sobre o trabalho de levantamento entomológico feito para os Deane na cidade de Sobral; a ida para São Paulo com os Deane e o curso de entomologia realizado na Faculdade de Higiene e Saúde Pública da Universidade de São Paulo; a ida para o Rio de Janeiro; o estágio no Instituto Oswaldo Cruz e aproximação com o professor Herman Lent e Hugo Lopes; o término do curso de entomologia na Faculdade de São Paulo e o quadro de professores do curso; a nomeação, aos vinte anos, como “Conselheiro da Sociedade Brasileira de Entomologia”; o estágio no laboratório do Dr. Herman Lent, no Instituto Oswaldo Cruz; o convite de Otávio Mangabeira Filho para trabalhar na Bahia; o Dr. Deane como “modelo” profissional; considerações sobre suas perspectivas em fazer ciência; o incentivo de Otávio Mangabeira Filho aos seus estudos na Faculdade de Medicina da Bahia; referência ao trabalho como bolsista de iniciação científica (CNPq)  do IOC; perfil profissional de Amilcar Viana Martins; referência aos trabalhos que desenvolveu sobre flebótomos; considerações sobre sua trajetória profissional; os trabalhos desenvolvidos com o Dr. Otávio Mangabeira Filho; o perfil de Otávio Mangabeira Filho; a criação da Fundação Gonçalo Moniz; breve referência aos problemas enfrentados por Otávio Mangabeira Filho após a criação da Fundação Gonçalo Moniz; a criação do Centro de Pesquisa da Bahia; a morte de Otávio Mangabeira Filho e a ocupação do cargo de diretor do Centro de Pesquisa da Bahia (Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz); os desafios enfrentados como diretor do Centro de Pesquisa; o vínculo do Centro de Pesquisa com outras instituições; os objetivos do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz; considerações sobre o perfil profissional de Otávio Mangabeira Filho; os estudos realizados por Otávio Mangabeira Filho acerca do vetor da leishmaniose; a proveniência dos recursos do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz; o quadro de pesquisadores do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz; as verbas do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz; as perspectivas do Centro de Pesquisas após a morte do Dr. Otávio Mangabeira Filho; considerações sobre sua incorporação no quadro de pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz; a admiração por Samuel Pessoa; as demandas em pesquisa do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz; referência aos trabalhos publicados em colaboração com Otávio Mangabeira Filho; considerações sobre a falta que sentiu do Dr. Mangabeira após o seu falecimento; a transferência do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz para o INERu; o incentivo de Samuel Pessoa para que ingressasse na especialização em otorrinolaringologia; os testes realizados para ingressar na especialização em otorrinolaringologia.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>Considerações sobre o ingresso no curso de otorrinolaringologia e seu trabalho em sua clínica particular; referência ao trabalho realizado como médico contratado da Marinha; ausência de militância política; a admiração por Samuel Pessoa; considerações sobre o período em que o Dr. Samuel Pessoa e sua esposa ficaram escondidos em sua casa; considerações sobre a transferência do Núcleo de Pesquisas em conseqüência da tomada do prédio pelo DENERu; referência à falta de instalação do Centro de Pesquisas em sua sede permanente como um dos impecílios para o desenvolvimento do Centro de Pesquisa; as decepções acumuladas em incertezas devido às peregrinações do Centro de Pesquisa por diversas sedes; os conflitos enfrentados pelo Centro de Pesquisa; os motivos do afastamento de Otávio Mangabeira Filho da Fundação Gonçalo Moniz e a criação do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz; os problemas enfrentados pelo Centro de Pesquisa após a morte do Dr. Mangabeira Filho; menção à sua premiação com a medalha Gerhard Domack, concedida pelo Laboratório Bayer; o sacrifício em manter o Centro de Pesquisas após a morte do Dr. Mangabeira Filho; a orientação das pesquisas durante os seus dezoito anos de chefia no Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz; a sua dedicação aos estudos em leishmaniose; a participação do Centro de Pesquisas no inquérito nacional sobre doença de Chagas; considerações sobre as experiências adquiridas na Faculdade de Medicina da Bahia; o desejo em se espelhar, na época de estudante,  em pesquisadores como o Dr. Deane, Samuel Pessoa e Otávio Mangabeira Filho; as cátedras da Faculdade de Medicina da Bahia; o apoio e incentivo do Dr. Mangabeira Filho em sua época de estudante de medicina; as matérias com que mais se identificou na faculdade de medicina; considerações sobre o perfil de Otávio Mangabeira Filho; as colaborações de Otávio Mangabeira Filho na universidade; o estatuto da Fundação Gonçalo Moniz, criada pelo Dr. Mangabeira Filho; breve histórico sobre a vida de Gonçalo Moniz; a origem do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz; as áreas de maior destaque na Faculdade de Medicina; a bolsa concedida pela Kellogg’s Fundation para o desenvolvimento de um projeto, ainda como estudante de medicina; a atuação de Edgar Santos como Reitor da Faculdade de Medicina da Bahia; referência ao projeto que desenvolveu como bolsista da Kellogg’s Fundation; os programas de controle para doença de Chagas no Estado da Bahia, em sua época de estudante de medicina, e sua participação em alguns destes projetos; referência ao trabalho do Dr. Mangabeira Filho sobre doença de Chagas; os contatos que teve com os grupos de pesquisadores que se dedicavam ao estudo da doença de Chagas; breve referência às dificuldades financeiras que teve em sua época de medicina e após a morte do Dr. Otávio Mangabeira Filho.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>Considerações sobre sua época de estudante na Faculdade de Medicina da Bahia; o curso de entomologia realizado na Faculdade de Higiene e Saúde Pública da Universidade de São Paulo; referência às dificuldades financeiras de sua família para ajudá-lo no estudos; o convênio  estabelecido, entre o Centro de Pesquisas e a Harvard School no período em que esteve como diretor do Centro de Pesquisas; breve referência aos cursos de especialização feitos após a conclusão da Faculdade de Medicina;  os pesquisadores da Harvard Schooll que desenvolveram projetos no Centro de Pesquisas; o trabalho sobre os barbeiros da Bahia publicado com o cientista da Harvard School  Phillip Mardsden; o encantamento dos cientistas da Harvard School com o tema das doenças tropicais; a dificuldade em manter os pesquisadores no Centro de Pesquisas no período de 1964 até 1970; referência à sua família, esposa e filhos; a vocação da esposa em cuidar da casa; a relação do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz com as Universidades fora do Brasil; os problemas enfrentados com a falta de instalação do Centro de Pesquisas; considerações sobre sua viagem à London ShoolI na década de 1970; as experiências adquiridas nas viagens para instituições da Inglaterra; breve referência a origem de seu sobrenome “Sherlock “; as relações com os institutos de pesquisa da Inglaterra e os pesquisadores com quem manteve contato; as experiências adquiridas na viagem à London School; breve referência aos pesquisadores estrangeiros que se instalaram no Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz para desenvolverem seus projetos; menção ao trabalho do Dr. Kenneth Mott e sua importante atuação no Centro de Pesquisas como intermediador entre a Harvard Scholl; os projetos do Centro de Pesquisas desenvolvidos em colaboração com institutos estrangeiros; o trabalho sobre doença de Chagas no interior da Bahia e o acordo com a Harvard Sholl; o interesse dos pesquisadores estrangeiros na área de medicina tropical; o término das colaborações entre o Centro de Pesquisa e os institutos estrangeiros  quando sai da direção do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz; os recursos mobilizados para o desenvolvimento do projeto em parceria com a Harvard School e as verbas destinadas ao Centro de Pesquisas; breve comentário sobre o desperdício na compra de aparelhos dentro das instituições; considerações acerca das mudanças ocorridas no Centro de Pesquisas em decorrência de sua integração à Fiocruz; as especialidades estabelecidas pelo Dr. Mangabeira Filho no Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz; as demandas em pesquisa aplicada do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz; referência ao modelo ideal de pesquisadores na visão do Dr. Otávio Mangabeira Filho; os intercâmbios do Centro de pesquisas com outros institutos do Nordeste; o Centro de Pesquisa como pólo de atração  de pesquisas na Região Nordeste; a atuação de Aluízio Prata no Centro de Pesquisas; descrição das pesquisas aplicadas desenvolvidas pelo Centro de Pesquisas; referência às dificuldades do centro de pesquisas após a sua incorporação  à Fundação Oswaldo Cruz; os motivos que levaram à extinção da Fundação Gonçalo Moniz; as grandes dificuldades em manter a sede do Centro de Pesquisas em um local fixo; os pesquisadores que pediram demissão do Centro de Pesquisas em decorrência da crise pela qual estava passando;  o convênio estabelecido com a Escola Nacional de Saúde Pública para a montagem de cursos regionalizados.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>Referência à sua opção  de passar de estatutário para CLT na Fiocruz; as razões por sua opção por CLT; a repercussão do prêmio Gerhard Domack que recebeu; a visita do presidente Ernesto Geisel à Fiocruz; a indicação do Dr. Aluízio Prata e do Dr. Zilton Andrade para serem membros do Conselho Científico Tecnológico na Bahia; os primeiros contatos do Dr. Zilton Andrade com o Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz através do Conselho Científico Tecnológico; considerações sobre o seu grande ressentimento com o Dr. Zilton Andrade; perfil profissional do Dr. Zilton Andrade considerações sobre as negociações acerca das instalações do Centro de Pesquisas; a interferência de Antônio Carlos Magalhães nas negociações do terreno de Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz; a gestão de Vinícius da Fonseca na presidência da Fiocruz; a assinatura do comodato como garantia das instalações físicas do Centro de Pesquisas; referência a seu afastamento do Centro de Pesquisas em 1980 e a nomeação do Dr. Zilton Andrade; referência às dificuldades do Centro de Pesquisas após o falecimento do Dr. Otávio Mangabeira Filho; os trabalhos realizados pelo Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz na gestão do Dr. Vinícius da Fonseca como presidente da Fiocruz; as dificuldades do Centro de Pesquisas no período em que ficou incorporado ao DENERu; referência a incorporação do INERu pela Fiocruz e as esperanças de prosperidade; a situação do Centro de Pesquisas após a incorporação com a Fiocruz; considerações sobre o seu período de gestão extra-oficial no Centro de Pesquisas; a nomeação do Dr. Zilton Andrade como diretor do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz; o desgaste pessoal perante as dificuldades porque passou o Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz; referência ao ressentimento pessoal com o Dr. Zilton Andrade; as decepções que considera ter sofrido na gestão de Zilton Andrade e Moyses Sadigurksy como diretores do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz; breve referência ao perfil profissional do Dr. Zilton Andrade; referência ao desenvolvimento atual de seu trabalho; o estudo atual sobre a interação do hospedeiro e vetor nas doenças parasitológicas; o doutorado em Biologia Parasitária; a perda de alguns funcionários de seu laboratório; descrição de alguns trabalhos sobre vetores de doenças parasitárias que possui para publicação; considerações sobre os projetos desenvolvidos para o PAPES e para o CNPq; sua dedicação e pioneirismo ao estudo da leishmaniose no Brasil; a decepção pessoal por nunca ter sido convidado para os projetos do PRONEX; a aprovação do projeto sobre doenças reemergentes no Brasil pelo CNPq; os estudos sobre leishmaniose visceral realizado por sua equipe; as hipóteses de trabalho sobre leishmaniose e o trabalho sobre doença de Chagas; referência à colônia de flebótomos que possui o laboratório; o convite para ser, em 2002, presidente do Simpósio Internacional de Flebótomos; breve avaliação sobre a  área de estudos e doenças parasitárias no Brasil; a utilização de técnicas de biologia molecular nas pesquisas de seu laboratório; a situação do controle da doença de Chagas na Bahia; a colaboração de pesquisadores e instituições no projeto sobre leishmaniose.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>Referência aos trabalhos desenvolvidos por sua equipe de pesquisa; opinião pessoal de que as perseguições que sofre ou sofreu não possui fundamentos; considerações sobre o descaso que um pesquisador sofre; o trabalho em seu consultório particular; o gosto pelo trabalho no Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz; os cursos e conferências que ministra na Faculdade de Medicina; os motivos pelos quais deixou de ser assistente de otorrinolaringologia na Universidade.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Ítalo Rodrigues de Araujo Sherlock</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Luiz Fernando Ferreira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-16-03</unitid>
            <unitdate normal="1999/1999" encodinganalog="3.1.3">07/12/1999</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (4h51min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/0/7/207b582ac827fa746216286d8c32b4687831564a0fa6554026bebe629736dbdc/Luiz_Fernando_Ferreira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Wanda Hamilton e Nara Azevedo, no dia 07 de dezembro de 1999.<lb/><lb/>Sumário<lb/><lb/>Fita 1<lb/>Origem familiar; a formação do pai em medicina e a especialização em cardiologia na Santa Casa de Misericórdia; a amizade do pai com Francisco Laranja e Genard Nóbrega; as pesquisas de Francisco Laranja em cardiopatia da doença de Chagas; as atividades literárias do pai; a influência  religiosa da mãe na pré-adolescência; o gosto pela leitura e a escolha da profissão médica; influências na escolha da profissão médica; os primeiros contatos com Manguinhos; a opção pela  pesquisa científica; o contato com o professor Hugo de Souza Lopes em Manguinhos; o trabalho com José Rodrigues da Silva; o heroísmo dos cientistas de sua época; sua dedicação à pesquisa básica na Faculdade de Medicina; as aulas na Faculdade Nacional de Medicina; sua admiração por Aloísio de Castro; a infra-estrutura da Faculdade de Medicina; a admiração por  Thales Martins; o estágio no laboratório de radiologia do Instituto de Biofísica; o trabalho no laboratório do Hospital Moncorvo Filho;  a publicação do primeiro trabalho na revista Vida Médica; o estudo de eletroforese em esquistossomose; o pioneirismo do Instituto de Biofísica; as dificuldades de se especializar fora do Brasil no tempo de seu pai; a bolsa concedida pelo Conselho de Pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil; as publicações na revista O Hospital; o vestibular para a Faculdade Nacional de Medicina; os estudos no Colégio Zacharias e no Colégio Juruena; a amizade com José Rodrigues Coura; a trajetória na Faculdade e sua inclinação para as áreas de microbiologia e parasitologia; o concurso para monitor oficial da cadeira de Medicina Tropical; a chefia do laboratório de dignóstico em parasitologia da cadeira de Medicina Tropical e as pesquisas em esquistossomose; o curso de protozoologia do INERu de Belo Horizonte.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>O curso de protozoologia oferecido pelo INERu em Belo Horizonte; os institutos do INERu; a importância de trabalhar com pesquisadores experientes; a volta de Belo Horizonte para terminar a Faculdade; perfil do professor Fróes da Fonseca; o trabalho em esquistossomose com Hélion Póvoa e a aproximação com o professor José Rodrigues da Silva; o convite para permanecer na cadeira de Medicina Tropical após a formatura; a efetivação como instrutor de ensino em 1960; a dedicação do professor Rodrigues da Silva à cadeira de Medicina Tropical; os laboratórios da Faculdade de Medicina; suas pesquisas em isosporose humana; a defesa da tese de doutorado  e o Prêmio Ganning; perfil de Adolpho Lutz; a amizade com o Dr. Olímpio da Fonseca; a imagem do cientista; a fundação e os objetivos da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical; a revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical; a liderança do professor Rodrigues da Silva na área de doenças tropicais e na Sociedade de Medicina Tropical; a admiração pelo professor Rodrigues da Silva e o Dr. Lutz; perfil do Dr. Mário Aragão; a indicação para a cátedra de parasitologia na Faculdade de Ciências Médicas; perfil anarquista de sua biblioteca particular; o curso de entomologia em Manguinhos; a entrada na Fundação Oswaldo Cruz; sua admiração pelo Dr. Manoel Frota Moreira; o trabalho desenvolvido na Fundação Oswaldo Cruz; o trabalho no Hospital São Francisco ligado à cadeira de Medicina Tropical da Faculdade; considerações sobre a Medicina Tropical.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>História da cadeira de Medicina Tropical da Faculdade Nacional de Medicina; a antiga sede da Escola Nacional de Saúde Pública; o curso de Parasitologia Médica da Escola de Saúde Pública; a criação do Departamento de Parasitologia na Escola Nacional de Saúde Pública; o trabalho no Hospital São Francisco de Assis; perfil do Dr. Edgar Cerqueira Falcão; a admiração por Gaspar Vianna; Manguinhos como pólo de atração e centro de referência para os estudantes de medicina; perfil dos professores da Faculdade Nacional de Medicina; a diversificação dos cursos de universitários; a criação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em São Paulo e no Rio de Janeiro; o convite para trabalhar na Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) em 1966; gestão de Edmar Terra Blois como diretor da ENSP; a criação da ENSP; a decisão de deixar a cadeira de Medicina Tropical da Faculdade Nacional de Medicina para chefiar o Departamento de Ciências Biológicas da ENSP; os cursos oferecidos pela ENSP; a criação dos departamentos da ENSP; a saída de Edmar Terra Blois da direção da ENSP; a importância da ENSP como centro de referência em saúde pública; a organização do Departamento de Ciências Biológicas; a criação da Fundação Oswaldo Cruz e a posterior transferência dos pesquisadores do Departamento de Ciências Biológicas para o IOC; a experimentação de novas drogas para esquistossomose e as pesquisas sobre  transfusão sangüínea da doença de Chagas desenvolvidas na Faculdade de Medicina; as pesquisas desenvolvidas no Departamento de Ciências Biológicas; a escola de Lauro Travassos e o Departamento de Helmintologia do IOC; o aspecto aplicado das pesquisas em parasitologia médica; o papel de Unidade Sanitária da ENSP; a relação dos alunos dos cursos de Saúde Pública da ENSP com o Departamento de Ciências Biológicas;<lb/><lb/>Fita 4<lb/>Os avanços da pesquisa científica a partir da década de 1950; a criação da Fundação Oswaldo Cruz; a indicação de Vinícius da Fonseca para ocupar a presidência da Fundação Oswaldo Cruz; a importância da gestão de Vinícius da Fonseca na Fiocruz; o convite de Vinícius da Fonseca para ocupar a direção da ENSP; a relação com Vinícius da Fonseca; a criação dos cursos de pós-graduação durante sua gestão como diretor da ENSP; a transferência dos cursos de pós-graduação em virologia e parasitologia para o IOC durante a gestão de José Rodrigues Coura como vice-presidente de Pesquisa da Fiocruz; a indicação de Guilardo Martins Alves para ocupar a presidência da Fiocruz; os problemas com o SNI para contratação de pessoal; a pesquisa sobre a origem da esquistossomose mansoni no continente americano; a criação do termo paleoparasitologia; a pesquisa sobre esquistossomose em roedores realizada em Sumidouro, RJ; a Medalha Samuel Pessoa pelo melhor trabalho apresentado no Congresso de Parasitologia de Belo Horizonte; o reconhecimento científico de suas pesquisas em paleoparasitologia; as pesquisas em paleoparasitologia desenvolvidas pelo seu grupo; os grupos internacionais em paleoparasitologia; perfil de Carl Reinhart; o uso das técnicas da biologia molecular nas pesquisas em paleoparasitologia a partir da década de 1980; comentários acerca da origem do homem americano; perfil de Maria Beltrão; o trabalho de Nied Guidon no Piauí; as hipóteses cerca da expansão histórica da esquistossomose; a relação com grupos internacionais de paleoparasitologia; perfil de Aidan Cockborn; a amizade com Sergio Arouca e o convite para ocupar a vice-presidencia de Ensino da Fiocruz;  suas inclinações anarquistas; a relação com os pesquisadores do IOC; a fundação da Sociedade Brasileira de Paleoparasitologia; a opção por permanecer na ENSP.<lb/><lb/> Fita 5<lb/>As mudanças introduzidas nos cursos para formação de sanitaristas; os motivos para a permanência do Departamento de Ciências Biológicas na ENSP; a introdução das ciências sociais na formação dos sanitaristas e a criação do Departamento de Ciências Sociais da ENSP; a escola parasitológica de Samuel Pessoa; perfil científico de José Rodrigues da Silva; os concursos para catedrático da cadeira de Medicina Tropical da Faculdade Nacional de Medicina; a admiração do pai por Miguel Couto; o convite para ocupar a chefia do Departamento de Helmintologia do IOC; as pesquisas de Miriam Tendler e Naftale Katz para o desenvolvimento da vacina contra a esquistossomose; a relação científica com os pesquisadores do Departamento de Helmintologia do IOC;  os motivos da criação da Sociedade de Parasitologia; a criação da Sociedade Brasileira de Paleopatologia; as perspectivas no campo da paleopatologia; as dificuldades do transporte de material científico; a opção pela não militância política; a ascensão à presidência interina da FIOCRUZ e as dificuldades enfrentadas na época do Governo Fernando Collor de Mello; a recusa de novos cargos administrativos e sua situação atual.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Luiz Fernando da Rocha Ferreira da Silva</persname>
            <persname role="subject">Eduardo Marques da Cruz Filho</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Vinícius da Fonseca</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-16-04</unitid>
            <unitdate normal="1995/1995" encodinganalog="3.1.3">27/06/1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 12 fitas cassete (11h22min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui resenha biográfica. Lado B da fita 2 não foi gravado. Esta entrevista também faz parte do projeto A biotecnologia em saúde no Brasil.
<lb/>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/5/5/6554dc02cc3dd6fbd761aa564c0203c265d911e072868c42cbd7def41d804dc5/Vinicius_da_Fonseca_Manguinhos_II.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Brito e Wanda Hamilton, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 27 de junho, 07 e 22 de agosto, 03 e 04 de outubro de 1995.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Vinicius Fonseca</persname>
            <corpname role="subject">Partido Comunista do Brasil (PC do B)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</corpname>
            <corpname role="subject">Organização das Nações Unidas (ONU)</corpname>
            <persname role="subject">José Carneiro Felippe</persname>
            <corpname role="subject">Partido Social Democrático (PSD), 1945-1965</corpname>
            <corpname role="subject">União Democrática Nacional (UDN)</corpname>
            <persname role="subject">Francisco de Paula da Rocha Lagôa</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)</corpname>
            <persname role="subject">Haity Moussatché</persname>
            <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
            <corpname role="subject">Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (Sucam)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Endemias Rurais (INERu)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>História institucional</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>Hamilton, Wanda; Azevedo, Nara. 'Um estranho no ninho: memórias de um ex-presidente da Fiocruz'. História, Ciências, Saúde - Manguinhos. Rio de Janeiro, mar-jun, 2001, p. 237-264.</p>
          </bibliography>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Gênero e ciência: carreira e profissionalização no IOC, Museu Nacional e Instituto de Biofísica</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17</unitid>
          <unitdate normal="2002/2014" encodinganalog="3.1.3">2002 a 2014</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 100 fitas cassete e 1 CD (92h01min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 14 entrevistas de História Oral. O projeto visou identificar a presença e a contribuição das mulheres cientistas, vis-à-vis a de seus colegas homens, para o desenvolvimento das ciências naturais no Instituto Oswaldo Cruz (IOC), no Museu Nacional e no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da UFRJ, no período 1939-1969.<lb/>Entrevistadas: Aída Hásson-Voloch, Anna Kohn Hoineff, Bartyra de Castro Arezzo, Charlotte Emerick, Darcy Fontoura de Almeida, Dyrce Lacombe de Almeida, Leda Dau, Luiza Krau, Margarete Emmerich, Neusa Feital Wöhrle, Ortrud Monika Barth Schatzmayr, Ottilia Rodrigues Affonso Mitidieri e Paula Parreiras Horta Laclette.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Descrição por item, organizado em ordem alfabética.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Anna Kohn Hoineff</persname>
          <persname role="subject">Bartyra de Castro Arezzo</persname>
          <persname role="subject">Darcy Fontoura de Almeida</persname>
          <persname role="subject">Dyrce Lacombe de Almeida</persname>
          <persname role="subject">Leda Dau</persname>
          <persname role="subject">Paula Parreiras Horta Laclette</persname>
          <persname role="subject">Aída Hásson-Voloch</persname>
          <persname role="subject">Margarete Emmerich</persname>
          <persname role="subject">Ortrud Monika Barth Schatzmayr</persname>
          <persname role="subject">Neusa Feital Wöhrle</persname>
          <persname role="subject">Ottilia Rodrigues Affonso Mitidieri</persname>
          <persname role="subject">Luiza Krau</persname>
          <corpname role="subject">Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF/UFRJ)</corpname>
          <corpname role="subject">Museu Nacional</corpname>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Ciências biológicas</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição ao áudio dos depoimentos; não há sumário e nem transcrição de todas as entrevistas.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>FERREIRA, Luiz Otávio; AZEVEDO, Nara; GUEDES, Moema; ANTUNES, Bianca. Institucionalização das ciências, sistema de gênero e produção científica no Brasil (1939-1969). História, Ciências, Saúde-Manguinhos, v. 15, p. 43-71, 2008. Disponível em: &lt;http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59702008000500003&gt;.
<lb/>
<lb/>DAU, Leda. Um caminho para a ciência: a trajetória da botânica Leda Dau. Entrevista e apresentação, Nara Azevedo, Bianca Antunes Cortes, Magali Romero Sá. Edição, Bianca Antunes Cortes. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v. 15, supl., p.209-229, jun. 2008. Disponível em: &lt;http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59702008000500011&gt;.</p>
        </bibliography>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aída Hasson-Voloch</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-01</unitid>
            <unitdate normal="2003/2003" encodinganalog="3.1.3">30/09 e 22/10/2003</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h42min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Bianca A. Cortes, no Rio de Janeiro (RJ, nos dias 30 de setembro e 22 de outubro de 2003..</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Aída Hásson-Voloch</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Anna Kohn Hoineff</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-02</unitid>
            <unitdate normal="2004/2005" encodinganalog="3.1.3">01/12/2004 a 01/02/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (4h13min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 5 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Bianca Cortes nos dias 01 e 06 de dezembro de 2004 e 01 de fevereiro de 2005.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Anna Kohn Hoineff</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Bartyra de Castro Arezzo</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-03</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">01 a 29/06/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 19 fitas cassete e 19 CDs (17h32min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>As fitas 1, 2 e 4 foram transcritas de forma completa, mas sem indicação da divisão de lado A e B no documento. </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/d/4/5d4d76766faf8ff4f36c7e7dc22f72928b2f07e2476c3da8907a8426d3c91150/Bartyra_de_Castro_Arezzo.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Bianca A. Cortes, nos dias 01, 08, 17, 22 e 29 de junho de 2004.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Bartyra de Castro Arezzo</persname>
            <subject>Hanseníase</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Charlotte Emerick</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-04</unitid>
            <unitdate normal="2003/2003" encodinganalog="3.1.3">03 e 24/06/2003</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (5h18min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 3 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada nos dias 03 e 24 de junho de 2003.</p>
          </scopecontent>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Darcy Fontoura de Almeida</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-05</unitid>
            <unitdate normal="2002/2003" encodinganalog="3.1.3">10/12/2002 a 18/06/2003</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 19 fitas cassete e 19 CDs (16h41min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>A entrevista não possui transcrição.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada nos dias 10 e 27 de dezembro de 2002; 28 de março, 11, 23 e 30 de abril;  06 e 18 de junho de 2003.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Darcy Fontoura de Almeida</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dyrce Lacombe</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-06</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">30/03 a 06/05/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (6h02min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/4/b/9/4b97c9387ea7c61010ca8995559585f537ad7f64c1a8accb336859e70a9693c0/Dyrce_Almeida.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Bianca Antunes Cortes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 30 de março, 15 de abril e 06 de maio de 2005.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Dyrce Lacombe de Almeida</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Leda Dau</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-07</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">14 e 28/04/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (4h11min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>A entrevista foi gravada em 6 fitas, contudo a fia 6 não está disponível. A transcrição está completa, contemplando as 6 fitas gravadas.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Bianca Antunes Cortes nos dias 14 e 28 de abril de 2004.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Leda Dau</persname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>O áudio da fita 6 não está disponível.</p>
          </phystech>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Luiza Krau</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-08</unitid>
            <unitdate normal="2014/2014" encodinganalog="3.1.3">14/05/2014</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 CD (1h55min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Magali Romero e Nara Azevedo no dia 14 de maio de 2014.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Luiza Krau</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Margareth Emmerick</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-09</unitid>
            <unitdate normal="2003/2003" encodinganalog="3.1.3">01 e 22/07/2003</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (5h41min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada nos dias 01 e 22 de julho de 2003.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Margarete Emmerich</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria Martha Barbosa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-10</unitid>
            <unitdate normal="2003/2003" encodinganalog="3.1.3">09/09 e 02/10/2003</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 7 fitas cassete e 7 CDs (6h03min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada nos dias 09 de setembro e 02 de outubro de 2003.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Maria Martha Barbosa</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Monika Barth</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-11</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">24/09 a 05/11/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 7 fitas cassete e 7 CDs (5h50min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B das fitas 2 e 5 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Bianca Cortes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 24 de setembro, 01, 22 e 29 de outubro e 05 de novembro de 2004.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Ortrud Monika Barth Schatzmayr</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Neusa Feital Wöhrle</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-12</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">11 e 18?07/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 7 fitas cassete e 7 CDs (6h08min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B das fitas 5 e 6 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Bianca Cortes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 11 e 18 de julho de 2005.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Neusa Feital Wöhrle</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ottilia Rodrigues Affonso Mitidieri</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-13</unitid>
            <unitdate normal="2003/2003" encodinganalog="3.1.3">02 a 16/12/2003</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete e 8 CDs (8h03min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/1/5/8157f02c55cf4fee89c80c23b80142a1ba54a69651e26924bf24af1872181b2b/Ottilia_Mittidieri.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Bianca Antunes Cortes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 02, 08 e 16 de dezembro de 2003.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Ottilia Rodrigues Affonso Mitidieri</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Paula Parreiras Horta Laclette</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-17-14</unitid>
            <unitdate normal="2002/2002" encodinganalog="3.1.3">26/11/2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h55min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/2/5/7251863739b88c750b3e894f61b6f76a3da84f88bc9ecaed2f7f47cdd93ed383/Paula_Laclette.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo, Bianca Cortes e Magali Sá, no dia 26 de novembro de 2002.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Botânica</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Ilustração científica</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Criação - Janeiro de 2023 (Débora Monteiro)</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição (Janeiro de 2026)</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">História da cooperação  técnica em recursos humanos para a saúde no Brasil</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-18</unitid>
          <unitdate normal="2000/2010" encodinganalog="3.1.3">2000 - 2010</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 31 fitas cassete e 1 DVD (34h10min; arquivos digitais)    </physdesc>
          <note type="sourcesDescription">
            <p>PIRES-ALVES, Fernando A., PAIVA, Carlos Henrique A. *Recursos críticos: história da cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos para a saúde (1975-1988). Parte II: Resenhas biográficas*. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2006. 204 p. https://books.scielo.org/id/tv/pdf/pires-9788575412923-09.pdf. Acesso 26 ago. 2025.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>A entrevista de Danilo Prado Garcia (item 04) não possui autorização para divulgação e nem transcrição. </p>
          </note>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne oito entrevistas de História oral realizadas no âmbito do projeto coordenado por Gilberto Hochman e Fernando Pires. O projeto investigou a história da cooperação técnica entre o governo brasileiro e a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) durante a década de 1970. Tal cooperação técnica implementada por acordos bilaterais foram fundamentais para o desenvolvimento de uma agenda de reformas na formação de recursos humanos para a saúde em nosso país. Nesse contexto, estudaram-se as conexões internacionais que concorreram para a elaboração, em 1975, do Acordo Complementar ao acordo de cooperação técnica celebrado em 1973 entre o governo brasileiro – por meio dos Ministérios da Saúde e da Educação e Cultura – e a OPAS para a realização de um Programa de Recursos Humanos para a Saúde, que significou importante avanço para a área. Sob ponto de vista mais amplo a pesquisa enfocou as propostas de mudanças institucionais relevantes no campo da formação dos recursos humanos em saúde pública no Brasil e na América Latina a partir dos anos 1960. Esta década é marcada pelo arranjo do Primeiro Plano Decenal de Saúde Pública da Aliança para o Progresso, documento que não apenas balizará os encontros de ministros da Saúde das Américas em Washington (1963), Buenos Aires (1968) e Santiago (1972), como trará mudanças teóricas, conceituais e práticas importantes na gestão de recursos humanos e nas políticas de saúde de todo o continente, inclusive do Brasil. As entrevistas foram realizadas entre 15/02/2000 a 10/03/2010.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Alberto Pellegrini Filho</persname>
          <persname role="subject">César Augusto de Barros Vieira</persname>
          <persname role="subject">Danilo Prado Garcia</persname>
          <persname role="subject">José Francisco Nogueira Paranaguá de Santana</persname>
          <persname role="subject">José Roberto de Araújo Ferreira</persname>
          <persname role="subject">Roberto Passos Nogueira</persname>
          <persname role="subject">Carlyle Guerra de Macedo</persname>
          <persname role="subject">Tânia Celeste Matos Nunes</persname>
          <subject>História oral</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição, exceto item 04: Danilo Prado Garcia.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição, exceto item 04: Danilo Prado Garcia.</p>
        </userestrict>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Alberto Pellegrini Filho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-18-01</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">07/06/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (3h04min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui a transcrição do lado B fita 3.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva e Gilberto Hochman, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 07 de junho de 2005.<lb/><lb/>Sumário<lb/>FITA 1 / LADO A<lb/>Sua vida estudantil e o início de sua trajetória profissional; o envolvimento com os temas da saúde pública, da medicina social, da medicina comunitária e da saúde coletiva; a criação do grupo do PPREPS; o PESES.<lb/>FITA 1 / LADO B<lb/>Seu trabalho no PIASS; o envolvimento com causas políticas no contexto da ditadura militar, comissão de saúde da câmara e a CNBB; a relação do grupo técnico da cooperação Opas-Brasil com a Opas-Washington; o nascimento do PREV-SAÚDE.<lb/>FITA 2 / LADO A<lb/>O fim do projeto PREV-Saúde; o componente de ciência e tecnologia na cooperação Opas-Brasil em recursos humanos; a organização da 8º Conferência Nacional de Saúde.<lb/>FITA 2 / LADO B<lb/>O movimento da Saúde Coletiva; o Boletim da Oficina Panamericana da Saúde, tecnologias na área de informação e a Bireme; o Programa de Livros Textos; a trajetória e o trabalho de George Alleyne na Opas.<lb/>FITA 3 / LADO A<lb/>As tecnologias na área de informação e o trabalho da Bireme; considerações gerais sobre o funcionamento do PPREPS.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Alberto Pellegrini Filho</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Carlyle Guerra de Macedo</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-18-02</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">01 e 02/03/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (4h21min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/2/3/823883aed23d954d84c21846352abbcb547c400748549657a3a217b69ba65704/Carlyle_Guerra_de_Macedo.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva, Fernando A. Pires-Alves, Gilberto Hochman e Janete Lima de Castro, em Brasília (DF), nos dias 01 e 02 de março de 2005.<lb/><lb/>Sumário<lb/>FITA 1 / LADO A<lb/>Seu envolvimento com os temas do planejamento e dos recursos humanos; a formação profissional no ILPES; a relação com Mário Magalhães; a Carta de Punta Del Este e o tema do planejamento e desenvolvimento; a relação do ILPES com a OPAS.<lb/>FITA 1 / LADO B<lb/>Seu ingresso na OPAS; a OPAS no contexto da criação da OMS; a criação do Programa de Preparação Estratégica de Pessoal de Saúde (PPREPS) e seu ingresso no Programa; sua candidatura e eleição para a direção da OPAS; a OPAS no início de sua gestão como diretor; o diagnóstico da situação dos recursos humanos em saúde no Brasil em meados dos anos 1970; a constituição do grupo de trabalho do PPREPS; o projeto Andrômeda e o movimento sanitário brasileiro.<lb/>FITA 2 / LADO A<lb/>A elaboração do documento do PPREPS; o legado do PPREPS e do PREV-SAÚDE ao sistema de saúde brasileiro; a relação da coordenação central do PPREPS com os estados; o fim do milagre econômico brasileiro e o financiamento dos programas de cooperação técnica Opas-Brasil; a OPAS no início de sua gestão como diretor; a criação da área da Saúde Coletiva e da ABRASCO; a avaliação da cooperação técnica Opas-Brasil no final de sua gestão como diretor da OPAS; as mudanças no PPREPS na renovação do Acordo de cooperação técnica Opas-Brasil em 1978.<lb/>FITA 3 / LADO A<lb/>A relação da Sede da OPAS, em Washington, com as representações nos países; a eleição para a direção da OPAS e a cooperação técnica OPAS-Brasil em recursos humanos na sua gestão; a política de criação dos centros de documentação da OPAS; a transformação da cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos em cooperação em infra-estrutura dos serviços de saúde; a agenda da formação de recursos humanos no quadro da cooperação técnica em infra-estrutura dos serviços de saúde.<lb/>FITA 3 / LADO B<lb/>O desenvolvimento do Projeto Larga Escala e o trabalho de Izabel dos Santos; o tema de recursos humanos em sua gestão como diretor da OPAS; a cooperação técnica na América Latina; o Programa “Saúde, uma ponte para paz”, a erradicação da poliomielite nas Américas e a formação de recursos humanos.<lb/>FITA 4 / LADO A<lb/>A organização político-administrativa da OPAS em sua gestão; a relação da OPAS com a OMS em sua gestão; sua candidatura para a direção da OMS; perspectivas da cooperação técnica em saúde.<lb/>FITA 4 / LADO B<lb/>A vida política e intelectual chilena; sua estada no Chile depois do golpe de estado que derrubou Allende (1973); as instituições internacionais no Chile após o golpe; as posições políticas da OPAS durante a Guerra Fria; os cursos de planejamento em saúde no Chile e nas Américas.<lb/>FITA 5 / LADO A<lb/>O debate entre saúde e desenvolvimento no Brasil; o tema da saúde e desenvolvimento em sua gestão como diretor da OPAS e sua relação com o Banco Mundial; o tema da gestão de conhecimento em sua administração na OPAS; a discussão sobre “tecnologia apropriada” e desenvolvimento, em sua gestão como diretor da OPAS; considerações sobre as escolas sanitárias brasileiras.<lb/>FITA 5 / LADO B<lb/>Sua relação com o Serviço Especial de Saúde Pública (SESP); a criação do campo da Saúde Coletiva no Brasil; a formação de recursos humanos no âmbito da Saúde Coletiva; sua gestão e a meta “Saúde para Todos no ano 2000”; as campanhas de combate à poliomielite; o tema da informação em saúde na sua gestão na OPAS.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Carlyle Guerra de Macedo</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Cezar Vieira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-18-03</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">14/10/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h21min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 4 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/b/1/eb1ddd9eaf5ab5b66fe3dd26371711f952489638347407c2d0abe01e35f7c644/C__zar_Vieira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva e Regina Celie Marques, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 14 de outubro de 2005.<lb/><lb/>Sumário<lb/>FITA 1 / LADO A<lb/>Sua vida estudantil e o início de sua trajetória profissional; seu envolvimento com os temas da saúde pública, da medicina social, da medicina comunitária e da saúde coletiva.<lb/>FITA 1 / LADO B<lb/>A temática do planejamento no campo da saúde e o método CENDES-OPS; suas experiências na Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais e na SUDENE; o Projeto Montes Claros e o sistema de saúde do Estado de Minas Gerais.<lb/>FITA 2 / LADO A<lb/>O seu ingresso na cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos; as diferentes percepções em torno da área de recursos humanos na Opas-Washington e na Opas-Brasil; a criação da ABRASCO; a gestão de Carlyle Guerra de Macedo na OPAS; a criação da Associação Latino-americana de Medicina Social ( ALAMES); o Plano Nacional de Saneamento (PLANASA) e o Banco Nacional da Habitação (BNH); o NUTES/CLATES e os demais centros regionais da OPAS; o Grupo técnico do PPREPS; a ampliação das atividades programáticas do PPREPS; a criação do PREV-SAÚDE.<lb/>FITA 2 / LADO B<lb/>A relação do PPREPS com a CIPLAN; a organização dos serviços de saúde e o SUS; a proposta do PREV-SAÚDE.<lb/>FITA 3 / LADO A<lb/>A cooperação técnica Opas-Brasil em RH na primeira metade dos anos 1980; o processo da eleição de Carlyle Guerra de Macedo; o relatório técnico de 1984 e a avaliação da cooperação Opas-Brasil em recursos humanos; sua gestão na coordenação da cooperação Opas-Brasil em recursos humanos; as temáticas etnicidade e saúde na OPAS; considerações sobre a situação atual da cooperação técnica promovida pela Opas; o Programa de Especialização em Residência de Saúde Internacional da OPAS; a dimensão nacional da cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos; a rede de Observatórios em Recursos Humanos para a saúde.<lb/>FITA 3 / LADO B<lb/>A representação brasileira na Opas; considerações sobre a cooperação técnica na Opas atualmente; a experiência do Programa Larga Escala e o déficit de pessoal de saúde nas Américas atualmente; a relação do PPREPS com as universidades.<lb/>FITA 4 / LADO A<lb/>O processo de seleção dos projetos enviados das instâncias estaduais para a equipe central do PPREPS; as diferentes fases de desenvolvimento do PPREPS.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">César Augusto de Barros Vieira</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Danilo Prado Garcia</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-18-04</unitid>
            <unitdate normal="2000/2000" encodinganalog="3.1.3">15/05/2000</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h22min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Não possui transcrição. O lado B da fita 3 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada no dia 15 de fevereiro de 2000.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Danilo Prado Garcia</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Acesso não autorizado pelo entrevistado.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Reprodução não autorizada pelo entrevistado.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Francisco Nogueira Paranaguá de Santana</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-18-05</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">21 e 22/02/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete e 8 CDs (7h19min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 8 não foi gravado. </p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva, Fernando Pires Alves, Gilberto Hochman e Janete Lima de Castro, em Brasília (DF), nos dias 21 e 22 de fevereiro de 2005.<lb/><lb/>Sumário<lb/>FITA 1 / LADO A<lb/>Referência à sua cidade natal, Campo Maior (PI); a mudança para Brasília e o curso de medicina na Universidade de Brasília (Unb); a influência da familiar nos estudos e na carreira; a formação profissional dos irmãos; sua participação no Projeto de Medicina Comunitária em Planaltina; o ambiente intelectual e a militância estudantil no curso de medicina na década 1970; sua vida e as influências intelectuais durante o curso de medicina; sua aproximação com o campo da Medicina Comunitária e da Saúde Pública na universidade; sua atuação como consultor da OMS; memórias da trajetória do doutor Bressame no Peru e de sua relação com Ernesto Che Guevara; o contexto de criação do campo da Medicina Social e da introdução das Ciências Sociais no campo da saúde durante sua formação como médico; a mudança dos currículos nas Universidades de Brasília, da Paraíba, de São Paulo (USP) e do Instituto de Medicina Social (UERJ); a criação de novos cursos no México e no Peru; a UNE nas universidades; as SESACS.<lb/>FITA 1 / LADO B<lb/>Sua dedicação à pesquisa básica e à Saúde Pública em meados dos anos 1970; os cursos de formação em Saúde Pública do Rio de Janeiro e de São Paulo; a Residência Médica no Brasil; a influência de Frederico Simões Barbosa na escolha da especialização em Medicina Comunitária na UnB; o Projeto Planaltina; o impacto do Projeto Planaltina na sua carreira profissional; sua atuação como bolsista no programa de Saúde Materno Infantil; o papel de Carlile Lavour na criação do agente comunitário de saúde no Ceará e no funcionamento do Programa de Saúde da Família no Brasil; suas atividades no Programa Geral para o Desenvolvimento de Recursos Humanos no Brasil (MS/MEC/OPAS).<lb/>FITA 2 / LADO A<lb/>Sua experiência no projeto Planaltina e o envolvimento com o tema dos Recursos Humanos; a formação de pessoal auxiliar de saúde no Brasil; suas atividades no Departamento de Assuntos Universitários e na Secretária de Educação Superior do Ministério da Educação e Cultura; o ingresso no grupo técnico do acordo de cooperação técnica da OPAS-Brasil para a formação de recursos humanos; suas principais referências teóricas em recursos humanos após a sua experiência no Projeto Planaltina; a mobilização da OPAS para a publicação de trabalhos no campo da educação médica e a Revista Educacion Medica y Salud; o PESES; o impacto da criação da OMS, da reunião de Punta del Mar (1961), dos encontros internacionais de Ministros de Saúde das Américas para a área de recursos humanos; a circulação de publicações da OPAS e da ABEM; a contribuição da gestão de Jarbas Passarinho no MEC para a expansão das escolas médicas; a relação entre formação de recursos humanos e o projeto de desenvolvimento nacional do governo militar; participação das universidades e da EMBRAPA na política de desenvolvimento de recursos humanos em diferentes áreas; a Conferência de Ministros de Viña del Mar e a área de recursos humanos; a ampliação da área de educação médica, da expansão dos cursos de medicina, da unificação do Instituto da Previdência e Assistência Social e dos investimentos governamentais através do FAS.<lb/>FITA 2 / LADO B<lb/>Os bastidores da assinatura do Acordo de cooperação técnica Opas-Brasil para formação de recursos humanos; o debate em torno da formação de recursos humanos na América Latina; a criação do Programa de Preparação Estratégica de Pessoal de Saúde – PPREPS; a cooperação técnica Opas-Brasil em RH para saúde no final dos anos 70 e sua inserção na PPREPS.<lb/>FITA 3 / LADO A<lb/>A cooperação técnica OPAS-Brasil em recursos humanos para a saúde; a importância dos ODRH no desenvolvimento de estruturas de recursos humanos; o contexto de criação da ABRASCO; a relação entre a ABEM e a OPAS; o Acordo de cooperação técnica e o PPREPS; a atuação da OPAS na área de recursos humanos a partir do ingresso de Alberto Pellegrini Filho na equipe do PPREPS; o significado e a especificidade do termo cooperação técnica para a OPAS; a diferença entre assistência técnica e cooperação técnica; a criação da OPAS; o processo de seleção de pessoal para o GTC/GAP do PPREPS, sua inserção no PPREPS.<lb/>FITA 3 / LADO B<lb/>Seu trabalho com a área de pós-graduação em Saúde Coletiva no MEC, o ingresso de Alberto Pellegrini Filho no PPREPS, a interdependência entre a área de recursos humanos e o desenvolvimento tecnológico e científico, os primeiros integrantes da primeira equipe técnica do PPREPS.<lb/>FITA 4 / LADO A<lb/>A relação do PPREPS com as secretarias estaduais de saúde; a estratégia de manutenção dos projetos financiados nas mudanças de governo; o PPREPS como parte do processo de desenvolvimento institucional da área de recursos humanos; os cursos descentralizados de saúde e o PPREPS; o Projeto Larga Escala; a iniciativa de Cícero Adolpho da Silva para a realização de estudo sobre escolas médicas no Brasil, seu envolvimento no projeto de expansão da pós-graduação em Medicina Preventiva; a dificuldade para expandir a residência em medicina preventiva no Brasil.<lb/>FITA 4 / LADO B<lb/>As Ações Integradas de Saúde – AIS; sua relação de trabalho e seus vínculos institucionais com a OPAS e os ministérios da saúde e da educação; as condições salariais na Opas e a reorganização da equipe do PPREPS no início da década de 80.<lb/>FITA 5 / LADO A<lb/>A transferência dos recursos financeiros para o Acordo de cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos; o processo de financiamento dos programas de cooperação técnica entre o Ministério da Saúde e a OPAS; as mudanças institucionais na cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos, o Termo de Cooperação Técnica nº 8 como remanescente do PPREPS; suas atividades no INAMPS, a cooperação técnica Opas-Brasil no período 1983-85; o GTC/GAP , a criação da ABRASCO e as Campanhas da Fraternidade da Igreja Católica; a experiência de descentralização do PPREPS e o regime militar; o Larga Escala como método pedagógico de trabalho; a formação dos agentes comunitários de saúde.<lb/>FITA 5 / LADO B<lb/>Os Núcleos de Saúde Coletiva como estratégia da cooperação técnica OPAS-Brasil para a formação de recursos humanos; a integração docente assistencial (IDA); o processo de descentralização das ações em saúde; a resistência das universidades aos projetos IDA; a influencia do Projeto Larga Escala na área de recursos humanos; resistência das universidades ao Projeto Larga Escala; a CIPLAN e a coordenação da cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos; o ingresso do Ministério da Previdência e Assistência Social na Cooperação Técnica Opas-Brasil; o processo de descentralização com a implantação do SUS e a formação de recursos humanos; o papel da cooperação técnica na constituição e no fortalecimento da rede de escolas técnicas do SUS; apoio da OPAS e das secretarias estaduais de saúde aos cursos de formação de pessoal de saúde de nível médio; sua participação no Projeto Larga Escala.<lb/>FITA 6 / LADO A<lb/>A negociação com o Banco Interamericano de Desenvolvimento para o financiamento do projeto de formação nacional de pessoal de enfermagem no Brasil; o Projeto de Decreto para incentivo de servidores do INAMPS realizarem curso de auxiliar de enfermagem; a transformação das Escolas do INAMPS em escolas ou centros formadores de recursos humanos de nível médio; a resistência dos Conselhos Federais e Regionais de enfermagem à formação de pessoal auxiliar de enfermagem; o papel da cooperação técnica Opas-Brasil na formação de recursos humanos em âmbito regional; o Plano de Desenvolvimento Gerencial para a realização de cursos descentralizados de formação em saúde; a reorganização das Secretarias de Saúde do Rio Grande do Norte e de Goiás.<lb/>FITA 6 / LADO B<lb/>A ENSP/FIOCRUZ e a promoção de cursos de especialização para o desenvolvimento em recursos humanos; a reestruturação da Secretária de Saúde de Rondônia; as experiências da ENSP e das Secretarias de Saúde do Rio Grande do Norte e de Goiás na difusão de cursos de especialização em saúde pública e a integração entre ensino e serviço; os projeto GERUS e CADRHU; o modelo gestão municipal com cursos de formação de gerentes de centro de saúde.<lb/>FITA 7 / LADO A<lb/>O GERUS como instrumento de articulação entre universidade e secretarias de saúde; as publicações de avaliação dos Projetos do CADRHU e do GERUS; os Observatórios de Recursos Humanos e a cooperação técnica OPAS-Brasil; os estudos sobre recursos humanos no Brasil; a iniciativa da OPAS na área dos direitos trabalhistas dos profissionais de saúde; seu trabalho como consultor da OPAS; a SEGETS; o projeto PROMED.<lb/>FITA 7 / LADO B<lb/>A relação da GTC/GAP do PPREPS com a OPAS-Washington; o dilema entre a cooperação técnica e a assistência técnica; a experiência brasileira como modelo para a orientação dos programas de cooperação técnica; as mudanças na direção da OPAS-Washington e a cooperação técnica OPAS-Brasil; a gestão de Carlyle Guerra de Macedo na OPAS e a cooperação técnica OPAS-Brasil; o desenvolvimento da cooperação técnica na área de tecnologia educacional, o NUTES e o CLATES.<lb/>FITA 8 / LADO A<lb/>A proposta do currículo integrado e o GERUS; a relação de Izabel dos Santos com Carlyle Guerra de Macedo; o projeto de IDA; a formação de pessoal de nível médio e o PROFAE; o desafio no campo da regulação das profissões.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Francisco Nogueira Paranaguá de Santana</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Roberto Ferreira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-18-06</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">15 e 16/03/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h34min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/3/c/a3cb490e820c12a9da0f96563803f3e47059345f3460d2c4404c511e550f7fd4/Jos___Roberto_Ferreira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva, Fernando Pires Alves, Gilberto Hochman e Janete Lima de Castro, no dia 15 de março de 2005.<lb/><lb/>Sumário<lb/>FITA 1 / LADO A<lb/>Seu ingresso na OPAS; a situação dos recursos humanos nas décadas de 1960-70; o contexto da criação da FEPAFEM; considerações sobre o termo “cooperação técnica”; a repercussão dos encontros e eventos sobre recursos humanos em saúde internacionais no Brasil; o papel das agências internacionais no campo da formação dos recursos humanos em saúde; a proposta da Conferência Internacional sobre Recursos Humanos para a Saúde e Educação Médica de 1967; os primeiros estudos da OPAS sobre a integração das demandas de recursos humanos às necessidades do ensino em saúde; a inserção do campo dos recursos humanos nas discussões sobre ensino médico; a integração profissional no Programa de Desenvolvimento de Recursos Humanos da OPAS.<lb/>FITA 1 / LADO B<lb/>A trajetória no Departamento de Recursos Humanos e Investigação da OPAS; o processo de integração entre os departamentos da OPAS; a diferença entre a gestão de Carlyle Guerra de Macedo e de George Alleyne; a criação das revistas da OPAS; o incentivo à criação de Centro Latino-americano para o Desenvolvimento de Tecnologia Educacional.<lb/>FITA 2 / LADO A<lb/>O surgimento do PPREPS; a seleção dos consultores do PPREPS; a relação institucional entre a OPAS e o Brasil; os acordos de cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos de 1973 e de 1975; a avaliação do PPREPS na primeira década de funcionamento.<lb/>FITA 2 / LADO B<lb/>A relação entre o programa de recursos humanos de Washington e do Brasil; o papel do PPREPS na cooperação técnica Opas-Brasil; aspectos históricos da cooperação da OPAS no campo da saúde; as características da cooperação técnica entre a OPAS e os países membros; a criação do BIREME e do PALTEX; a inserção do Larga Escala no programa de cooperação técnica da OPAS.<lb/>FITA 3 / LADO A<lb/>O movimento de escolas médicas no Brasil e na América Latina; criação da FEPAFEM; sua situação como funcionário da OPAS; o PPREPS ao final dos anos 1970; a cooperação técnica OPAS-Brasil e as experiências do CADRHU e do GERUS; o fim da função de consultor internacional na Opas.<lb/>FITA 3 / LADO B<lb/>A avaliação da gestão de Abraham Horwitz, de Héctor Acuña e do Carlyle Guerra de Macedo na OPAS; a área de recursos humanos na OPAS e o pensamento norte-americano; as linhas de pesquisa da área de recursos humanos; a situação dos recursos humanos nos anos 90 e no século XXI.<lb/>FITA 4 / LADO A<lb/>A Declaração de Alma-Ata e a Declaração de Otawa; a influência das agências financiadoras nas políticas de recursos humanos; a fundação das associações de Escolas Médicas; a idéia de nacionalização da cooperação técnica Opas-Brasil; as perspectivas em relação ao campo da medicina e suas tendências .<lb/> FITA 4 / LADO B<lb/> A proposta do PROMEDIS.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Roberto de Araújo Ferreira</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Roberto Passos Nogueira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-18-07</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">25 e 26/07/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h34min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/b/6/1b6e71fcb5b8f55a5b62fef04ca8defd731367069e398579e1768a9d5f43d162/Roberto_Passos_Nogueira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva e Janete Lima de Castro, no Rio de Janeiro, nos dias 25 e 26 de julho de 2005.<lb/><lb/>Sumário<lb/>FITA 1 / LADO A<lb/>A escolha pela formação em medicina e o interesse por psicologia e filosofia; o ingresso no IMS/UERJ; os professores e colegas no IMS/UERJ; o papel da OPAS na criação dos cursos de medicina social na América Latina; sua dissertação de mestrado; o envolvimento com o tema de recursos humanos.<lb/> FITA 1 / LADO B<lb/>Seu trabalho no primeiro curso descentralizado de saúde em Brasília; o ingresso no PPREPS; o método CENDES-OPS; a interface do planejamento com a formação de recursos humanos; a cooperação técnica e a integração docente-assistencial; a relação do GAP/PPREPS com as secretarias estaduais de saúde; a discussão em torno do aumento da cobertura dos serviços de saúde; o trabalho de Lia Fanuck e a cooperação técnica; a cooperação técnica e o Projeto Larga Escala.<lb/>FITA 2 / LADO A<lb/>O funcionamento do GAP; a cooperação em infra-estrutura dos serviços de saúde; o PREV-SAÚDE; a relação da OPAS-Brasil com a sede em Washington; sua contribuição à pesquisa em recursos humanos em saúde no Brasil.<lb/>FITA 2 / LADO B<lb/>A pesquisa em recursos humanos em saúde na pauta da cooperação técnica OPAS-Brasil; a singularidade da cooperação técnica OPAS-Brasil frente outras experiências da OPAS; a cooperação técnica na gestão de Carlyle Guerra de Macedo.<lb/>FITA 3 / LADO A<lb/>O Plano Decenal de Saúde e outras referências intelectuais para a cooperação OPAS-Brasil; O regime militar e a cooperação técnica OPAS-Brasil; burocracia, relações pessoais e a cooperação técnica OPAS-Brasil; os projetos de trabalho coordenados pelo GAP/PPREPS; a relação do GAP com a CIPLAN; a composição do GAP na década de 1980; a Revista Educacion Medica y Salut.<lb/>FITA 3 / LADO B<lb/>A Revista Educacion Medica y Salut e outros periódicos relevantes na área de educação médica e recursos humanos em saúde; as idéias de Paulo Freire e o processo de renovação da educação profissional no Brasil; as idéias de Paulo Freire, Juan Diaz Bordenave e a concepção do Projeto Larga Escala; a institucionalização do Projeto Larga Escala; sua ida para a sede da OPAS em Washington e seu trabalho na OPAS.<lb/>FITA 4 / LADO A<lb/>Sua vida pessoal e profissional em Washington; o papel da OPAS-Washington no desenvolvimento dos projetos CADRUH e GERUS; o papel da OPAS-Washington na organização dos Observatórios de Recursos Humanos; o papel da OPAS na construção da Rede de Núcleos de Estudos de Saúde Coletiva e de Saúde Pública; o papel da OPAS na formulação de políticas de saúde nacionais e o futuro da cooperação técnica OPAS-Brasil.<lb/>FITA 4 / LADO B<lb/>Personagens importantes do estado brasileiro para a cooperação técnica OPAS-Brasil; a cooperação técnica OPAS-Brasil nos estados.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Roberto Passos Nogueira</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Tânia Celeste Matos Nunes</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-18-08</unitid>
            <unitdate normal="2010/2010" encodinganalog="3.1.3">10/03/2010</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 DVD (6h35min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/0/5/f05803443cf09551d6bcfa72fd3d2aff8aa91c86dd5342a671997f9ba31f548f/T__nia_Celeste_Matos_Nunes.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva e Fernando Pires Alves, no Rio de Janeiro, no dia 10 de março de 2010.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Páginas: 1 - 30<lb/>Origem familiar e primeiros estudos; suas primeiras experiências como professora; sua escolha pelo curso de graduação em nutrição; sua experiência no curso de graduação em nutrição; seu trabalho na Campanha Nacional de Alimentação Escolar; seu trabalho na Central de Abastecimento e na CEASA; sua aproximação da saúde pública; a experiência do curso descentralizado em saúde pública na Bahia; o panorama da formação em medicina social e saúde pública na Bahia; seu trabalho no Centro de Treinamento (Cetre).<lb/>Páginas: 31 – 60<lb/>Seu trabalho no CETRE; o PPREPS/PIASS; a experiências de formação de pessoal de saúde de Porteirinha/MG; Hortênsia Hurpia de Hollanda e o debate sobre educação na formação de pessoal de saúde; sua indicação para a função de diretora do CETRE; o trabalho de Hortênsia Hollanda no CETRE; as experiências de Porteirinha/MG e Montes Claros/MG.<lb/>Páginas 61 – 79<lb/>A trajetória de Hortênsia Hollanda; o papel do PPREPS/PIASS e das universidades na constituição do campo de RH na Bahia; a reorganização do CETRE e sua transformação em Centro de Desenvolvimento de Recursos Humanos – CENDRHU; o debate sobre a formação de pessoal auxiliar de saúde na Bahia; a trajetória institucional do CENDRHU.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Tânia Celeste Matos Nunes</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Vacina antivariólica: história e memória da erradicação da varíola</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-29</unitid>
          <unitdate normal="2003/2005" encodinganalog="3.1.3">2003-2005</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros:16 fitas cassete (12h43min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 8 depoimentos orais: Airton Fischmann, Ciro de Quadros, Cláudio Marcos da Silveira, Diana Maul de Carvalho, Eduardo de Azeredo Costa, João Baptista Risi Júnior, José Fernando de Souza Verani e Lea Hardt da Silva. Este projeto fez parte da investigação “Imunização antivariólica: das práticas de variolização à erradicação da varíola”, que foi dividida em dois momentos com abordagens específicas. Esta pesquisa enfocou o processo de controle e erradicação da varíola desde a década de 1940 até fins de 1970.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Airton Fischmann</persname>
          <persname role="subject">Ciro de Quadros</persname>
          <persname role="subject">José Fernando de Souza Verani</persname>
          <persname role="subject">Eduardo de Azeredo Costa</persname>
          <persname role="subject">João Baptista Risi Júnior</persname>
          <persname role="subject">Cláudio Marcos da Silveira</persname>
          <subject>Varíola</subject>
          <subject>História oral</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição de acesso ao áudio dos depoimentos; não há transcrição nem sumário das entrevistas.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">História e memória das comunidades de Manguinhos</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20</unitid>
          <unitdate normal="2003/2008" encodinganalog="3.1.3">2003 - 2008</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 42 fitas cassete (28h; arquivos digitais)    </physdesc>
          <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/a/f/9af8ec391f77793858d236c6841e0ca32efd8b403e1485299411f157702dac71/Vilma_dos_Santos.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 23 depoimentos orais. Este projeto visou um estudo  sobre a ocupação de área de Manguinhos com o objetivo de dar suporte de caráter histórico ao Programa de Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável (DLIS/ Manguinhos) que vem sendo desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz junto às 14 comunidades territorialmente circunvizinhas ao seu campus, em Manguinhos. Este projeto maior assumiu como questão central a criação de uma instância de intervenção pedagógica que promova círculos de inclusão da comunidade, no âmbito do desenvolvimento ambiental, urbanístico, social e cultural.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Memória</subject>
          <geogname>Manguinhos (Rio de Janeiro, RJ)</geogname>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Alzira de Souza e Raquel Paula Duarte de Souza</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-01</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">12/05/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete (15min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/2/1/621e29a5b74dc3204bb5f9f757f37eb8d8d2d844c8e14e1d0a3d52666ea4402a/Alzira_de_Souza.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevistas realizadas por Fábio de Souza e Michele Soares, no Rio de Janeiro, no dia 12 de maio de 2005.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Condições de vida</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Carlos Cardoso</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-03</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">12/02/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete (25min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/6/e/f6e2473b3dbc714d142f27c6666333d131db03e7e431ad4b9a10c10304b902bd/Carlos_Cardoso.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tânia Fernandes, Renato Gama-Rosa, Michele Soares, Graziela Barros e Consuelo Guimarães, no Rio de Janeiro, no dia 12 de fevereiro de 2004.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Condições de vida</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Cristiane Pacheco</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-04</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">04/05/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (53min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/1/7/c17dd0a3f9c4a156745aed7abd3120e408d37427dab44a1abb6bb0e713d799b8/Cristiane_Pacheco.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Gleide Guimarães, Fábio de Souza e Michele Soares, no Rio de Janeiro, no dia 04 de maio de 2005.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Deusdete Soares</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-05</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">02/06/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (40min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/9/b/99bcb052bd76172ba033aa7151b87a9346b7c89ab51e269d397963744a801ff6/Deusdete_Soares.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tânia Fernandes, no Rio de Janeiro, no dia 02 de junho de 2004.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dulcinéia de Castro Lima Santos</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-06</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">12/05/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (30min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/0/1/80150a99bdb892ec14ea8c2e1af46a47ad78177ce9cc9120d50c9106d71f31c7/Dulcin__ia_de_Castro_Lima_Santos.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Fábio de Souza e Michele Soares no Rio de Janeiro, no dia 12 de maio de 2005.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Elmo da Silva Amador</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-07</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">08/09/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h24min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/e/8/5e830e77f923b6822a392acc0e424c4900e81bcdcab412d572975c3820315887/Elmo_Amador.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Fátima Piveta, Tânia Fernandes, Renato e Marcelo Fico, e Fábio de Souza no Rio de Janeiro, no dia 08 de setembro de 2005.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Elza de Jesus Oliveira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-08</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">12/02/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (16min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/b/0/fb054ac72f8140ad9d666805142d9c764e5774634b56e6fbc8e36c568aa0a9d6/Elza_de_Jesus_Oliveira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, Renato Gama-Rosa, Michele Soares, Graziela Barros e Consuelo Guimarães, no Rio de Janeiro, no dia 12 de fevereiro de 2004.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Gleide Guimarães</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-09</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">08/03 a 12/04/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h20min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/e/f/1ef087250e0b7eaf2a3f918a710cf6defc5c674f22d6916043a30ea92cb14683/Gleide_Guimar__es.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Maria Fernandes, Renato Gama-Rosa Costa, Fábio Souza, Michele Soares e Silvana Nascimento Modesto, no Rio de Janeiro, entre os dias 08 de março e 12 de abril de 2004.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Isabel Cristina Ferreira Martins</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-11</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">31/08 a 18/10/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (3h02min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/5/7/f5747e85f64756fc3523309f19ad0742baeef07140c9a2e6122dae45eb0f76a8/Isabel_Cristina_Ferreira_Martins.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tânia Fernandes, Fábio de Souza, Gleide Guimarães, Michele Soares e Vagner Lyra, no Rio de Janeiro, entre os dias 31 de agosto e 18 de outubro de 2004.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">João Francisco dos Santos</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-12</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">14/12/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (54min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/4/e/74eeb8a2ccd134181c0e660e6b104c75f1bf338a25228eb8b54a5f009853f848/Jo__o_Francisco_dos_Santos.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Fábio Souza, Michele Soares e Gleide Guimarães no Rio de Janeiro, no dia 14 de dezembro de 2004.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José de Carvalho FIlho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-13</unitid>
            <unitdate normal="2003/2003" encodinganalog="3.1.3">10/12/2003</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h33min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/7/c/d7ccae7cc73d189192a12b335b2de3c63909a3ba2406387a629d63ed510867b1/Jos___de_Carvalho_Filho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tânia Maria Fernandes, Renato Gama-Rosa, Michele Soares e Graziela no Rio de Janeiro, no dia 10 de dezembro de 2003.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José de Carvalho Filho</persname>
            <persname role="subject">Joel Sampaio Antunes</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Fernandes Luís</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-14</unitid>
            <unitdate encodinganalog="3.1.3">23/11/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (1h28min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Fábio de Souza no Rio de Janeiro, no dia 23 de novembro de 2004.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Josefa Tagina da SIlva</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-15</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">02/06/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (22min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/d/b/3db0a31ad1763e4a780499c18371025ccc9befa57907b3270e4bc2e7fbddced0/Josefa_Tagina_da_Silva.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Fábio de Souza e Michele Soares no Rio de Janeiro, no dia 02 de junho de 2005.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Josué dos Santos Moreira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-16</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">05/10/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h15min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/4/4/b/44b2780c86eb57f27952ce47e37d0f12d63a575aa6621dec9f7f5a9cd338ca1c/Josu___dos_Santos_Moreira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tânia Fernandes, Michele Soares, Fabiana e Fábio de Souza no Rio de Janeiro, no dia 05 de outubro de 2004.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Julio César Soares Aragão</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-17</unitid>
            <unitdate normal="2003/2008" encodinganalog="3.1.3">26/11/2003 e 17/04/2008</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h05min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/4/2/142a0a75ef721ed53a02f501863002417bbdd0c526378a72a8053c7cdcec753e/Julio_Cesar_Soares_Arag__o.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, Consuelo Guimarães, Michele Santos e Graziela Barros no Rio de Janeiro, nos dias 26 de novembro de 2003 e 17 de abril de 2008.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria Aparecida Guimarães</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-18</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">20/07/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h55min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/6/f/56f73938890d449b80cddc6869b237ea20c1a277726e265a10e18cc5e9b04a78/Maria_Aparecida_Guimar__es.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tânia Fernandes e Gleide Guimarães no Rio de Janeiro, no dia 20 de julho de 2004.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria das Graças</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-19</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">12/05/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (30min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/1/2/3128357f38d5c78a869ac4b01fc0b4b891b157733b794b6216c16c3e68f92e27/Maria_das_Gra__as.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Fábio de Souza e Michele Soares, no Rio de Janeiro, no dia 12 de maio de 2005.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Nelson Soares Marques</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-20</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">07/12/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h24min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/f/4/7f402e492ca247803d0e6695fff7ff8636133b555636c04bf0430d7d8624fe4f/Nelson_Soares_Marques.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Gleide Guimarães, Fábio Souza e Renato Gama-Rosa, no Rio de Janeiro, nos dias 07 e 14 de dezembro de 2004.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Nicolina Laia da Silva e João Felipe da Silva</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-21</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">26/04/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h19min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/2/6/c26c20aa724d1ee8a3c30b7c32e3c25c2af42d68155489dff151750830e7dc28/Nicolina_Laia_e_Jo__o_Felipe_da_Silva.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, Gleide Guimarães, Consuelo Guimarães, Michele Soares e Fábio Souza no Rio de Janeiro, no dia 26 de abril de 2004.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ana Maria Carvalho Patrício</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-02</unitid>
            <unitdate encodinganalog="3.1.3">s.d.</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete (48min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>A entrevista não possui transcrição. Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Condições de vida</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Gleide Guimarães e Mateus Nascimento</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-10</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">19/11/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (16min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Entrevista sem transcrição.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada para o projeto História e memória das comunidades de Manguinhos.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Nicolina Laia da Silva, Valquíria da Silva Gomes e Fátima Regina da Silva Gomes</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-22</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">26/10/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (57min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Fábio de Souza e Gleide Guimarães, no Rio de Janeiro, no dia 26 de outubro de 2005.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Raquel Paula Duarte de Souza</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-23</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">12/05/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (15min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/3/f/d3f60d6d4431aab120d6bce1dc80230d16af82508a57a7dd6a24c9807218f932/Raquel_Paula_Duarte_de_Souza.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Fábio de Souza e Michele Soares, no Rio de Janeiro, no dia 12 de maio de 2005.</p>
          </scopecontent>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Teodoro Buarque de Holanda</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-24</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">15/12/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h29min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/8/e/08e3bc9e64937556663c9fa2153fa1820b19be28d46da9ed5536cbaa57b623e5/Teodoro_Buarque_de_Holanda.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, Renato Gama-Rosa e Fábio de Souza, no Rio de Janeiro, no dia 15 de dezembro de 2005.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Teodoro Buarque de Holanda</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Vilma dos Santos Pereira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-20-25</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">16/03/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (1h02min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/a/f/9af8ec391f77793858d236c6841e0ca32efd8b403e1485299411f157702dac71/Vilma_dos_Santos.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, Gleide Guimarães, Michele Soares,<lb/>Wagner Lyra Martins e Fábio Souza, no Rio de Janeiro, no dia 16 de março de 2004.</p>
          </scopecontent>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">30 anos de Bio-Manguinhos</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21</unitid>
          <unitdate normal="2005/2006" encodinganalog="3.1.3">2005 - 2006</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 35 fitas cassete e 4 DVDs (34h07; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 14 entrevistas de História Oral realizadas no âmbito do projeto, que teve como objetivo traçar a história de Bio-Manguinhos, no contexto da recuperação da Fiocruz, em meados da década de 1970 até 2006; a participação da instituição nos programas de fomento à produção e desenvolvimento do setor de imunoterápicos empreendidos pelo Ministério da Saúde; os acordos de transferência de tecnologia e os investimentos em desenvolvimento tecnológico; os constrangimentos estruturais que desafiam a instituição e as transformações na organização da instituição.  O projeto foi coordenado por coordenado por Nara Azevedo, Wanda Hamilton e Carlos Fidélis da Ponte, e as entrevistas realizadas entre 15/06/2005 e 16/01/2006,</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Descrição por item, organização em ordem alfabética.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Akira Homma</persname>
          <persname role="subject">Artur Roberto Couto</persname>
          <persname role="subject">Marcos Henrique de Castro Oliveira</persname>
          <persname role="subject">Nádia Maria Batoréu</persname>
          <persname role="subject">Otávio Pinheiro Oliva</persname>
          <persname role="subject">Ricardo Galler</persname>
          <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
          <persname role="subject">Maria da Luz Fernandes Leal</persname>
          <persname role="subject">João Luiz de San Tiago Dantas Barbosa Quental</persname>
          <persname role="subject">Mariza Cristina Ribeiro Lima</persname>
          <persname role="subject">Marcos da Silva Freire</persname>
          <persname role="subject">Antônio Gomes Pinto Ferreira</persname>
          <persname role="subject">Antonio de Pádua Risolia Barbosa</persname>
          <persname role="subject">Ellen Jessouroun</persname>
          <persname role="subject">Raouf Emile Gerhard Sykora</persname>
          <subject>História oral</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Akira Homma</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-01</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">03/10/2005-21/12/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h26min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/a/8/6a87b9f236054b60c1984c4a2daf25f78ba7648dd0a9685c5029370e99a57ba4/Akira_Homma.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Wanda Hamilton, em Bio-Manguinhos/Fiocruz (RJ), nos dias 03 de outubro e 21 de dezembro de 2005.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>A transformação que vem ocorrendo em Bio-Manguinhos ao longo da última década, no sentido de superar a crise instalada nos anos 1990; a diminuição da apresentação da vacina contra febre amarela em frascos com cinco doses, visando diminuir a perda e aumentar a qualidade do produto; o processo de transferência de tecnologia da vacina contra a Hib, negociada com a GSK; sobre a ideia de se criar uma fundação de apoio para Bio-Manguinhos; a utilização da Fiotec por Bio-Manguinhos; sobre a exportação de vacina contra febre amarela; a tática utilizada para tirar Bio-Manguinhos da crise deficitária; a transferência da vacina tríplice viral da GSK.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>O interesse dos laboratórios internacionais por Bio-Manguinhos; a conquista do 2º lugar do Prêmio Finep de inovação tecnológica, em 2005; o acordo com instituições de pesquisa científica de Cuba; a preocupação com a auto-sustentabilidade; os trabalhos na área de reativos; as parcerias de Bio-Manguinhos com outras instituições; as dificuldades da competição com grandes laboratórios mundiais; os projetos considerados prioritários; dos recursos disponibilizados a Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Aproximação constante com Bio-Manguinhos, mesmo quando não estava trabalhando na instituição; os problemas de gestão que acarretaram a crise de Bio-Manguinhos nos anos 1990; o descontentamento que a crise de Bio-Manguinhos gerava às demais unidades da Fiocruz; a opção pela não eleição de um diretor para Bio-Manguinhos; a proposta de mudança de gestão de Bio-Manguinhos; a saída da OPAS e o retorno para Bio-Manguinhos; a escolha de Marcos Oliveira para a direção da instituição.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>Sobre a substituição da tecnologia da DTP pela Hib; a transferência de tecnologia da Hib e o impacto sobre Bio-Manguinhos; o papel de Marcos Oliveira e Antonio Luiz Figueira Barbosa no acordo de transferência de tecnologia da Hib; a criação do PROQUAL; a implantação de programas matriciais na área de desenvolvimento tecnológico; o desenvolvimento da vacina contra a meningite meningocócica soro-grupo B; sobre o crescimento atualmente verificado em Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>O investimento em marketing institucional; o segundo lugar obtido no Prêmio Finep de inovação tecnológica, em 2005; o prestígio dos representantes de Bio-Manguinhos em fóruns nacionais e internacionais; a preocupação com a auto-sustentabilidade; o investimento na área de biofármacos; o acordo de transferência de tecnologia realizado com instituições de Cuba; as expectativas de lucro com a produção de biofármacos; o incentivo da administração de Paulo Buss, presidente da Fiocruz, à área de desenvolvimento tecnológico; o papel fundamental de Vinícius da Fonseca na história de Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Retrospecto do trabalho desenvolvido por Bio-Manguinhos em seus 30 anos de existência; o salto qualitativo verificado com a introdução da vacina contra a meningite; a pesquisa tecnológica para produção da vacina contra febre amarela em cultura de células.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Akira Homma</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <geogname>São Paulo</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Antonio Barbosa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-02</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">10 e 12/08/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 DVD (3h30min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/1/a/11aedb4b74900aa101ee48d7d78d6275ca15b9efc01d57db81223f3ed7ff557f/Antonio_Barbosa.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Claudia Trindade e Wanda Hamilton, em Bio-Manguinhos/Fiocruz, nos dias 10 e 12 de agosto de 2005.<lb/>Sumário<lb/>CD 01<lb/>Origem familiar; a vinda para o Rio de Janeiro, em 1978, para estudar; a escolha da carreira; o apoio familiar à sua opção profissional; o ingresso na Escola de Química, em 1979; a escolha pela engenharia bioquímica como área de especialização; o primeiro projeto de pesquisa; o estágio no departamento de química; o mestrado em Tecnologia de Processos Bioquímicos, na Escola de Química; a primeira aproximação com a Fiocruz; os cargos assumidos na COPPE; a relação entre empresa e universidade; a criação do Polo Bio-Rio; sobre o cotidiano no alojamento universitário durante a ditadura militar; a não militância em nenhum grupo político nos tempos do movimento estudantil; o convite para trabalhar na produção de vacinas bacterianas da Fiocruz; o ingresso em Bio-Manguinhos, em 1989; as dificuldades encontradas nos primeiros anos de trabalho em Bio-Manguinhos; a decisão de descontinuar a fabricação das vacinas contra cólera e febre tifoide; as medidas para o crescimento da produção de vacinas bacterianas por Bio-Manguinhos; o processo de implantação da planta para produção de DTP; o contrato para a produção da vacina Hib, em 1998; a precariedade das condições de trabalho verificadas na Fiocruz nos anos 1970-1980; a melhoria das condições de trabalho a partir de meados dos anos 90; os problemas com a vacina de meningite produzida pela Fiocruz nos anos 1990; as dificuldades de implementação de mudanças no setor produtor de vacinas bacterianas, nos anos 1990; o trabalho desenvolvido com a pesquisadora Ellen Jessouroun; as consequências advindas da decisão de não mais se produzir a vacina DTP; o contrato de Bio-Manguinhos com a GlaxoSmithKline, em 1998; do investimento institucional para produção de DTP; o investimento em atualização dos equipamentos e no setor de pessoal; as dificuldades administrativas e de gestão; os cursos destinados ao treinamento de pessoal de Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>CD 02<lb/>A reestruturação empreendida em Bio-Manguinhos em meados dos anos 1990; a decisão de se produzir a vacina Hib; o papel de Akira Homma e de Marcos Oliveira no processo de negociação de transferência de tecnologia da Hib; o contrato entre Bio-Manguinhos e a GSK para a produção da vacina Hib; o trabalho do Instituto Butantan e do TECPAR; as mudanças na área administrativa de Bio-Manguinhos; a gestão de Marcos Oliveira como diretor de Bio-Manguinhos; as dificuldades de competir com outros laboratórios produtores de vacina; a desarticulação de Bio-Manguinhos com outros institutos de pesquisa; a saída de Marcos Oliveira e a entrada de Akira Homma na direção de Bio-Manguinhos; a influência de Akira Homma na instituição; o investimento institucional em novas lideranças para Bio-Manguinhos; a implantação de programas matriciais na área de desenvolvimento tecnológico; o processo de avaliação da viabilidade técnico-econômica de um projeto; as prioridades de Bio-Manguinhos na área de produção e desenvolvimento tecnológico; o projeto sobre pneumococos; a necessidade de construção de uma planta de protótipos; a reestruturação da produção e a criação de vice-direções; o projeto dos biofármacos; o contrato de transferência de tecnologia com Cuba; a discussão do planejamento estratégico de Bio-Manguinhos para os anos vindouros; a expectativa otimista para os próximos anos; a formação profissional dos membros do departamento de vacinas bacterianas; o mestrado profissional de Bio-Manguinhos; o curso de doutorado na Escola de Química da UFRJ.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Antonio de Pádua Risolia Barbosa</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <geogname>Minas Gerais</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Antonio Gomes Ferreira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-03</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">16/01/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h53min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/6/0/d600393c60b8f6215fc0519b4f7f10bd7370829b64e0636c7cef86f55f5fe5c8/Antonio_Gomes_Ferreira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Fidelis Ponte e Claudia Trindade, em Bio-Manguinhos/Fiocruz (RJ), no dia 16 de janeiro de 2006.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>O ingresso na Fiocruz; formação profissional; sobre o Dr. Helio Gelli Pereira; a efetivação na Fiocruz; as atividades nos primeiros anos de trabalho em Bio-Manguinhos; panorama de Bio-Manguinhos em 1987; as políticas governamentais e as atividades de diagnóstico de Aids realizadas por Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A crise de Bio-Manguinhos nos anos 1990; considerações sobre a área de reativos para diagnósticos de Bio-Manguinhos; a importância do mercado nacional de reativos para diagnóstico.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>A importância da construção da uma planta industrial para a produção de reativos; a produção de kits de diagnóstico no Brasil; concorrência internacional na área de reativos; das boas perspectivas para o setor de reativos de Bio-Manguinhos; mudanças na política de investimento do Ministério da Saúde em Bio-Manguinhos; a dedicação de Akira Homma a Bio-Manguinhos; as dificuldades administrativas do setor público; a relação de Bio-Manguinhos com a Fiocruz.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>As prioridades para a área de reativos para diagnósticos; as parcerias com outras instituições do governo para pesquisa em reativos; a terceirização de pessoal em Bio-Manguinhos; considerações sobre o investimento do governo federal em áreas que desenvolvem tecnologia de ponta; o processo de pós-produção de um produto; considerações sobre o CDTS.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Considerações sobre o CDTS; os produtos da área de reativos; as áreas de atuação de Bio-Manguinhos; avaliação sobre a trajetória de Bio-Manguinhos; os fatores da crise institucional nos anos 1990; a decisão de Bio-Manguinhos de não mais eleger seu diretor<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>A gestão de Marcos Oliveira na direção de Bio-Manguinhos; considerações acerca da sucessão de Akira Homma; relação da área de reativos com os laboratórios do IOC.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Antônio Gomes Pinto Ferreira</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Artur Couto</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-04</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">07/07/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h59min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/1/a/91a2750840910bfc88fc8af3199af43992fa2c3096caa5174eddb522cf3e2081/Artur_Roberto_Couto.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Fidelis Ponte e Wanda Hamilton, em Bio-Manguinhos/Fiocruz (RJ), no dia 07 de julho de 2005.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Origem familiar; escolaridade; formação universitária; os cursos de especialização na FGV e na COPPE; o mestrado na Candido Mendes; o ingresso na Fiocruz, em 1976, como auxiliar de biblioteca; gestão de Vinícius da Fonseca na Fiocruz; ingresso na área de custos de Bio-Manguinho<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>As mudanças operadas em Bio-Manguinhos na década de 1980; o crescimento de Bio-Manguinhos e a contratações de pessoal; considerações a respeito da gestão administrativa da Fiocruz e a relação com Bio-Manguinhos; a busca pela autonomia administrativa de Bio-Manguinhos; o apoio de Bio-Manguinhos à candidatura de Sérgio Arouca para a presidência da Fundação; as dificuldades encontradas ao longo do processo de autonomia de Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>A saída de Bio-Manguinhos durante a gestão de Marcos Oliveira; as diferenças entre a administração de Akira Homma e de Marcos Oliveira; o declínio verificado em Bio-Manguinhos durante a gestão de Otávio Oliva; a estratégia para trazer Akira Homma de volta a Bio-Manguinhos nos anos 1990; as discussões relativas aprovação do contrato de gestão com a Fiocruz; o aumento de produtividade verificado na gestão de Marcos Oliveira; sobre o fato de Bio-Manguinhos ter voltado atrás da decisão de não mais eleger um presidente; sobre o posicionamento de funcionários para a discussão das questões políticas referentes a Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>A relação de Bio-Manguinhos com a área de pesquisa da Fiocruz; os motivos da interrupção da produção vacina contra o sarampo; a relação com o governo federal; situação financeira de Bio-Manguinhos; os produtos que atualmente merecem investimento; as dificuldades de se estabelecer parcerias com outras instituições de pesquisa; sobre os motivos que levaram à reestruturação de Bio-Manguinhos; a política de priorização de projetos.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Sobre a reação dos laboratórios de Bio-Manguinhos frente à reestruturação da Unidade; os setores que atualmente se encontram sob sua responsabilidade; do processo de valorização da área de mercado em Bio-Manguinhos; considerações sobre a inserção de Bio-Manguinhos na Fiocruz; da importância de a Unidade estar sempre preparada para atender a eventuais demandas; sobre a necessidade de se ter flexibilidade dentro do modelo administrativo público; considerações sobre os salários pagos por Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Sobre o projeto de venda de serviços de Bio-Manguinhos; o maior comprador de Bio-Manguinhos e a venda de produtos para empresas privadas; sobre OMS, UNICEF e OPAS serem outros grandes clientes de Bio-Manguinhos; a relação de Bio-Manguinhos com o Instituto Butantan, o Instituto Tecpar e a Fundação Ataulfo de Paiva; sobre a defasagem da planta de vacinas bacterianas e as preocupações em não cometer os mesmos erros em relação à planta cuja construção atualmente se encontra em pauta; considerações sobre a legislação que envolve a produção, no sentido da garantir a qualidade do produto; de como é dinâmico o trabalho em Bio-Manguinhos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Artur Roberto Couto</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">João Quental</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-06</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">21/09/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h32min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/1/0/7106a85080213a8006f0ce242b113fefd476ab7d8c74181a35230b342943c2ce/Jo__o_Luiz_de_San_Tiago_Dantas_Barbosa_Quental.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Fidelis Ponte e Claudia Trindade, em Bio-Manguinhos/Fiocruz (RJ), no dia 21 de setembro de 2005.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Origem familiar; a militância política no PCdoB; a influência do professor Sérgio Escarlate, do Colégio Santo Inácio, na escolha da carreira; o desejo de aliar profissionalmente a atividade política e as ciências da natureza; a graduação em farmácia; seu ingresso no curso de saúde pública da ENSP, em 1979; o contrato na Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro; a vice-diretoria do Instituto Noel Nutels, em 1983, instituição da qual passaria a ser diretor interino em 1986; as mudanças políticas e o convite para trabalhar em Bio-Manguinhos; o ingresso em Bio-Manguinhos em 1987, no Laboratório de Garantia de Qualidade; considerações sobre a relação de Bio-Manguinhos com a Fiocruz quando de seu ingresso na Unidade; os motivos da crise de Bio-Manguinhos durante a gestão de Otávio Oliva.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A implantação dos Procedimentos Operacionais Padrão (POP); os desafios enfrentados por Bio-Manguinhos em decorrência da construção da planta industrial; a origem dos recursos financeiros para a construção da planta industrial; a proposta do Conselho Deliberativo da Fiocruz de impor sanções a Bio-Manguinhos em função de não atingir suas metas; as discussões em torno do uso dos recursos diretamente arrecadados com a venda de vacinas; as demandas de Bio-Manguinhos no início de sua administração; a crise da meningite; a ideia de Bio-Manguinhos abrir mão de seu orçamento do Tesouro destinado à produção, para usar os recursos diretamente arrecadados; sobre a proposta de substituição do Conselho Deliberativo da Unidade; a criação do Conselho Superior e da decisão de adotar eleições indiretas para diretoria de Bio-Manguinhos; da parceria feita com o IOC através de Ricardo Galler; a organização de Bio-Manguinhos durante sua gestão; o início da discussão do contrato de gestão de Bio-Manguinhos com a Fiocruz.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>A pressão sofrida por Bio-Manguinhos pela implementação de novas tecnologias e as estratégias utilizadas pela Unidade para evitar sua decadência; a relação com Isaias Raw, diretor do Instituto Butantan; considerações sobre a inserção de Bio-Manguinhos na Fiocruz; sobre a contribuição do IOC a Bio-Manguinhos; o investimento em biofármacos; a escolha de Marcos Oliveira para dirigir Bio-Manguinhos; o fim de sua gestão; as implementações realizadas em sua administração; considerações sobre o crescimento e o futuro de Bio-Manguinhos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">João Luiz de San Tiago Dantas Barbosa Quental</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Marcos da Silva Freire</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-07</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">03 a 29/08/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 DVD (5h53min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/c/2/3c26661250fc5d57c2ca3379071ecb3dc4a27f93c38c003f15ba124a15f6a069/Marcos_da_Silva_Freire.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Fidelis Ponte, Claudia Trindade e Wanda Hamilton, em Bio-Manguinhos/Fiocruz (RJ), nos dias 03. 17 e 29 de agosto de 2005.<lb/>Sumário<lb/>CD 1<lb/>Origem familiar; as atividades profissionais do pai e da mãe; escolha da carreira; a formação de seus irmãos; o ingresso na UFF em veterinária; a participação nos movimentos estudantis; o estágio no Instituto Vital Brazil, no Departamento de Microbiologia Veterinária; a efetivação no Vital Brazil, em 1982; a crise no Vital Brazil e o ingresso em Bio-Manguinhos em 1984; as atividades no projeto de transferência de tecnologia do sarampo; o contrato como tecnologista de Bio-Manguinhos; a preocupação com o controle de qualidade; as atividades desenvolvidas no infectório; o desenvolvimento de um novo estabilizador para a vacina contra sarampo; o treinamento em Londres; as patentes com os pesquisadores George Mann e Ricardo Galler; o trabalho realizado por George Mann; a tese de doutorado; os estudos com vírus de sarampo e febre amarela; o primeiro trabalho conjunto com Ricardo Galler.<lb/><lb/>CD 2<lb/>O primeiro trabalho de pesquisa realizado com Ricardo Galler; a reestruturação de Bio-Manguinhos, em fins dos anos 1980; considerações sobre disciplina e os problemas administrativos advindos de sua falta; o incentivo dado por João Quental à área de desenvolvimento tecnológico; o trabalho em febre amarela e dengue desenvolvido com Ricardo Galler; sobre a primeira patente obtida com Galler; os casos de reações adversas da vacina de febre amarela; os atuais estudos desenvolvidos por Freire; o ingresso no doutorado do IOC, em 2000; sobre o pouco estímulo de Bio-Manguinhos às tentativas de titulação de seus funcionários, nos anos 1980; a atual preocupação de Bio-Manguinhos com a formação de pessoal; sobre a prioridade dada atualmente ao produto; comentários sobre o PDTIS (Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Insumos para Saúde); considerações sobre a necessidade de avaliação dos projetos visando o desenvolvimento de produtos.<lb/><lb/>CD 3<lb/>A crise de Bio-Manguinhos, no fim do período João Quental; a gestão de Marcos Oliveira; as transferências de tecnologia das vacinas MMR e a Hib; o gosto pelo trabalho no laboratório; o papel do gerente de programa de desenvolvimento tecnológico em virais; da necessidade de se trabalhar para obtenção de produtos; os projetos que considera interessantes, atualmente desenvolvidos em Bio-Manguinhos; do atual trabalho desenvolvido com o vírus da caxumba; sobre a ideia de desenvolver uma vacina tríplice em Manguinhos; do seu conhecimento em estabilizadores e em produção de vírus; considerações sobre a necessidade de se construir uma planta de protótipo em Bio-Manguinhos; do surgimento de sua gerência e de como foi chamado para ocupá-la; a criação da Vice-direção de Desenvolvimento Tecnológico; o convite de Akira Homma feito a Ricardo Galler para ocupar a Vice-direção de Desenvolvimento Tecnológico; comentários sobre a necessidade de manter separadas as áreas de desenvolvimento tecnológico, produção e controle de qualidade; sobre o grupo do LATEV e as atividades desenvolvidas nesse laboratório, chefiado por Freire; a criação de uma área de manipulação de vírus no LATEV; a nova reestruturação física pela qual passarão alguns setores de Bio-Manguinhos; considerações sobre a estrutura matricial por programas implantada em Bio-Manguinhos; a questão da propriedade intelectual, em relação à produção de vacinas; da importância de a Fiocruz induzir pesquisas direcionadas para a inovação tecnológica; da política empreendida pelo PDTIS, vinculada à inovação; considerações sobre os recursos financeiros para o desenvolvimento tecnológico; o impacto causado pela produção de biofármacos em Bio-Manguinhos e na Fiocruz; a política de compra de vacinas pelo governo federal; da ideia de transformar o Pavilhão Rocha Lima em um departamento de desenvolvimento tecnológico; a necessidade de diversificar a pauta de produtos para garantir a auto-sustentabilidade de Bio-Manguinhos; considerações sobre o veto ao projeto voltado à obtenção do fator 9 com leite de porcas transgênicas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Marcos da Silva Freire</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Marcos Oliveira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-08</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">15/12/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h21min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 3 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/7/5/375bd919246a84b39c06596da1d58df625061a375a0e5d7b67e94573203f0886/Marcos_Oliveira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Fidelis Ponte e Wanda Hamilton, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 15 de dezembro de 2005.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Considerações acerca das questões da transferência de tecnologia e da propriedade intelectual; a preocupação do governo brasileiro com a imunização e a criação de mercado para produtores de vacinas; o início dos programas de vacinação infantil no Brasil; o interesse de Bio-Manguinhos na produção de vacinas múltiplas.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A transferência de tecnologia e desenvolvimento tecnológico; considerações sobre o modelo norte-americano de inovação tecnológica; o governo brasileiro e o financiamento de projetos de pesquisa acadêmicos; a necessidade de integração entre a academia e a indústria; críticas à capacidade gerencial da Fiocruz; o impacto financeiro da Hib em Bio-Manguinhos e o apoio a pesquisas em desenvolvimento tecnológico.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Características dos investimentos em desenvolvimento tecnológico; considerações acerca da gestão de recursos orçamentários governamentais; a negociação de Bio-Manguinhos e GSK para a transferência de tecnologia da Hib; o crescimento da instituição após a transferência de tecnologia da Hib<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>As dificuldades de Bio-Manguinhos para estruturar os setores de controle e garantia de qualidade; o projeto de instalação de uma planta de protótipos de Bio-Manguinhos; o ingresso em Bio-Manguinhos; considerações sobre a eleição direta do diretor de Bio-Manguinhos; as dificuldades encontradas para gerenciar Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Considerações sobre a integração entre as unidades da Fiocruz; os atuais entraves ao desenvolvimento de Bio-Manguinhos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Marcos Henrique de Castro Oliveira</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria da Luz Fernandes Leal</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-09</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">11 e 28/07/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h29min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Claudia Trindade, Carlos Fidelis Ponte e Wanda Hamilton, em Bio-Manguinhos/Fiocruz (RJ), nos dias 11  e 28 de julho de 2005.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>A vinda de sua mãe para o Brasil e a sua infância em Portugal; o reencontro com sua mãe e a vinda para o Brasil; as escolas nas quais estudou no Brasil; o choque cultural sofrido quando chegou a São Paulo; a escolha do curso de Farmácia; o ingresso na Universidade Federal do Rio de Janeiro; o curso de Farmácia.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>Sobre o mercado de trabalho para Farmácia, no final da década de 1970 e início dos anos 1980; o interesse em fazer pesquisa acadêmica; as atividades desenvolvidas no estágio do Hospital Getúlio Vargas; seu primeiro trabalho ligado à poliomielite; o término da faculdade e a aprovação no mestrado; o ingresso em Bio-Manguinhos para trabalhar no projeto de transferência de tecnologia da vacina contra polio; a ida para o Japão, para trabalhar no controle de qualidade da vacina oral contra a poliomielite; o processo de transferência de tecnologia da vacina contra a poliomielite.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>O contrato com a Fiocruz; o trabalho com Akira Homma; panorama do processo de transferência de tecnologia da polio; o início da produção de vacina contra polio por Bio-Manguinhos; as transferências de tecnologia de sarampo e polio no contexto do PASNI (Programa de Nacional de Auto-suficiência em Imunobiológicos).<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>O surgimento do tipo 3 da poliomielite e a estratégia definida por Bio-Manguinhos para combater a doença; sobre a atual discussão referente à erradicação da poliomielite; do montante produzido por Bio-Manguinhos para atender as campanhas de vacinação contra polio.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Sobre a transferência de tecnologia da vacina contra o sarampo, por Bio-Manguinhos; do interesse de Bio-Manguinhos em fazer transferência de tecnologia da polio e de sarampo; a equipe que foi para o Japão, realizar o processo de transferência da tecnologia; sobre o trabalho do pesquisador Renato Marchevsky; o crescimento de Bio-Manguinhos a partir da vinda das vacinas de polio, sarampo e Hib, e da implantação do PASNI; a importância do PASNI; sobre as negociações para implantação da planta industrial em Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>A inauguração do Centro de Processamento Final, em 1998; a crise pela qual passou Bio-Manguinhos nos anos 1990; a inserção de Bio-Manguinhos na Fiocruz; a recuperação de Bio-Manguinhos; as atividades do Conselho Superior de Administração; a introdução da Hib à pauta de produção; a gestão de Marcos Oliveira em Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>A gestão de Marcos Oliveira; sobre a escolha de Oliveira para diretor da instituição; a interinidade na direção de Bio-Manguinhos, enquanto Marcos Oliveira não assumia o cargo; considerações acerca da importância das questões de gestão, inovação e do controle de qualidade; os eventos adversos ocorridos com a vacina da febre amarela; os cursos de “Boas Práticas de Laboratório” e “Boas Práticas de Fabricação” em Bio-Manguinhos; a administração João Quental; a instalação da Garantia de Qualidade em Bio-Manguinhos; a preocupação com a profissionalização da gestão em Bio-Manguinhos, a partir de 1996; as mudanças implementadas por Marcos Oliveira; a criação da vice-direção de gestão; sobre as propostas de introdução de novos produtos, aceleração do desenvolvimento tecnológico e sustentabilidade, atualmente colocadas em prática  pelo diretor Akira Homma<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>A criação da vice-diretoria de desenvolvimento e dos programas de desenvolvimento de vacinas bacterianas, de vacinas virais e de biofármacos; considerações acerca de questões salariais; da dificuldade de se manter um quadro de funcionários estável em alguns setores de Bio-Manguinhos, devido à concorrência de outras empresas.<lb/><lb/>5ª Entrevista<lb/>O modelo de articulação entre as empresas e a universidade, realizado por países desenvolvidos; as inovações na área de produção de vacinas; o trabalho desenvolvido pelo DEDET – Departamento de Desenvolvimento Tecnológico; considerações sobre os investimentos brasileiros em capacitação de pessoal e desenvolvimento tecnológico; a importância do PDTIS; sobre as discussões estabelecidas no seminário Inovacina; o orçamento de Bio-Manguinhos para desenvolvimento tecnológico; sobre a mudança na forma de gerencia do DEDET; da reorganização dos projetos desenvolvidos em Bio-Manguinhos, a partir da definição de prioridades; da prioridade dada por Bio-Manguinhos à vacina contra Meningite B e a vacina contra Haemophilus influenzae; a transferência  de tecnologia da vacina Hib; o impacto que a produção da Hib terá sobre Bio-Manguinhos; sobre a diminuição da apresentação de doses nas vacinas de sarampo, febre amarela e Hib; sobre a entrada da MMR em Bio-Manguinhos; a complexidade de um processo de transferência de tecnologia; o consenso em torno dos objetivos da instituição; suas expectativas em relação à transferência de tecnologia e introdução de biofármacos em Bio-Manguinhos; considerações sobre a articulação entre  Bio-Manguinhos e o CDTS; sobre o mestrado profissional de Bio-Manguinhos; a escolha para chefiar a vice-direção de produção; as expectativas para o seu mandato como vice-diretora de produção.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Maria da Luz Fernandes Leal</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Mariza Lima</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-10</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">15/08/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 DVD (2h52min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/3/7/537ff7f75d8bdb61bfdc6864b1d1f369be48ef1514b293cd23ea84dcd578d143/Mariza_Lima.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Claudia Trindade e Wanda Hamilton, em Bio-Manguinhos/Fiocruz (RJ), no dia 15 de agosto de 2005.<lb/>Sumário<lb/>Origem familiar; escolaridade; sobre a opção pela biologia; o curso de biologia na Universidade Gama Filho; o trabalho como estagiária no Hospital Geral de Bonsucesso; o estágio no Hospital Pedro Ernesto, da UERJ; das pesquisas realizadas pelos grupos do Hospital Pedro Ernesto; a entrada na Fiocruz para  trabalhar no projeto de transferência de vacina contra o sarampo; o trabalho que realizou em sarampo nos primeiros anos em Bio-Manguinhos; sobre ter sido chefe do infectório; a participação no laboratório chefiado pelo pesquisador José Roberto Chaves, visando fazer vacina anti-rábica em célula de embrião de galinha; a chefia do laboratório de sarampo; considerações sobre a perda de lotes de vacina contra o sarampo, nos anos 1990, e a estratégia utilizada para combater a crise daí decorrente; a implantação de BPF e dos POPs em Bio-Manguinhos; da reforma nos laboratórios e a troca dos equipamentos, visando a melhora da qualidade dos produtos de Bio-Manguinhos; comparação entre as gestões de Akira Homma e Otávio Oliva; do incentivo dado por Oliva à área de pesquisa e desenvolvimento; a implantação da Garantia de Qualidade, por João Quental; o impacto da crise de Bio-Manguinhos nos anos 1990 sobre os funcionários; considerações sobre a falta de unidade verificada em Bio-Manguinhos durante a crise; a importância da gestão Marcos Oliveira para a reestruturação de Bio-Manguinhos; sobre a queda da procura por vacinas de sarampo, depois do surgimento da vacina tríplice; sobre o intercambio e a reciclagem das equipes da produção; da coesão verificada entre a equipe do sarampo; os passos da produção de vacina contra o sarampo; a construção da planta industrial; o processo de transferência de tecnologia da vacina tríplice viral (TVV); o convite para que assumir a Gerência de Produção de Vacinas Virais; o prêmio por ter colocado a máquina de DTP em funcionamento; de suas expectativas enquanto gerente de vacinas virais; o mestrado profissional realizado em Bio-Manguinhos; sobre a necessidade de Bio-Manguinhos continuar a produção de pólio; sobre as estratégias utilizadas para aumentar a fabricação da vacina contra febre amarela; explicação sobre o PROQUAL; o perfil dos integrantes do departamento de produção de vacinas virais.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Mariza Cristina Ribeiro Lima</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Nádia Maria Batoréu</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-11</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">15/06 a 08/07/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete e 8 CDs (6h41min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B das fitas 3 e 8 não foram gravados.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/1/1/b119e5f9daa33d4a854f3fe17ec67835739af85e1bb3ea7ee9a8b85d366d8508/N__dia_Maria_Bator__u.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Fidelis Ponte, Claudia Trindade e Wanda Hamilton, em Bio-Manguinhos/Fiocruz (RJ), entre os dias 15 de junho e 08 de julho de 2005.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Origem familiar; escolaridade; primeiras experiências de trabalho; a escolha da carreira profissional.<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>O ingresso na Fiocruz em 1981; a estratégia utilizada para conciliar a vida profissional e o exercício da maternidade; a entrada em Bio-Manguinhos, em 1982; o trabalho com anticorpos monoclonais; a montagem do Laboratório de Anticorpos Monoclonais (Latam); considerações sobre Bio-Manguinhos quando de seu ingresso na instituição.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>Os projetos realizados pelo Latam; a chefia do Latam; os primeiros trabalhos com HIV, realizados por Bio-Manguinhos; as atividades atualmente desenvolvidas por Bio-Manguinhos para atender os programas de Aids; o crescimento do Latam e sua equipe.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>A entrada da Fiocruz no campo dos biofármacos; a especialização em Biologia Médica na UFRJ; o mestrado no IOC; o projeto de desenvolvimento da vacina contra a meningite B; as pesquisas realizadas para sua dissertação.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Os testes clínicos da vacina contra meningite B; a bolsa na Universidad de Biologia Molecular de La Plata, na Argentina; a necessidade de conciliar o mestrado com suas atividades profissionais e domésticas.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>O apoio do marido; considerações acerca das diferenças entre a pesquisa acadêmica e de desenvolvimento tecnológico; sobre a implantação de normas de BPL (Boas Práticas de Laboratório).<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Criação do Setor de Hibridomas em 1983; produção e importância dos anticorpos monoclonais; humanização de anticorpos monoclonais e os biofármacos; papel de Otávio Oliva na criação do Setor de Hibridomas; a montagem e os trabalhos desenvolvidos pelo Setor de Hibridomas.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>O trabalho desenvolvido em Caxambu, em 1998, para implementar a saúde básica do município; as atribuições como chefe do Setor de Hibridomas de Bio-Manguinhos; as expectativas da Fiocruz sobre os biofármacos; os motivos da ida a Caxambu; o retorno para Bio-Manguinhos, em 2003.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado A<lb/>O trabalho desenvolvido em Caxambu; o retorno a Bio-Manguinhos, em 2003; o convite de Akira Homma para implantar a produção de biofármacos em Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 5 - Lado B<lb/>O acordo Brasil-Cuba de transferência de tecnologia de eritropoetina e interferon; sobre a construção da planta de biofármacos de Bio-Manguinhos; os usos terapêuticos da eritropoetina e do interferon; considerações acerca da demanda nacional por esses produtos; a diferença entre o interferon clássico e o interferon peguilado.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado A<lb/>As pesquisas sobre interferon peguilado de Bio-Manguinhos e a relação com os laboratórios farmacêuticos; descrição das diferentes fases dos testes clínicos, realizados com o objetivo de verificar a eficácia de um produto; as parcerias realizadas para a realização dos testes clínicos; sobre o trabalho do médico Paulo Picon, consultor de biofármacos de Bio-Manguinhos; a relação de Bio-Manguinhos com o INCQS; considerações acerca das normas de qualidade; implantação dos Procedimentos Operacionais Padrão (POP) em Bio-Manguinhos.<lb/><lb/>Fita 6 - Lado B<lb/>O custo financeiro da planta para produção de biofármacos; a estrutura da planta e sua utilidade para a Fiocruz; sobre o financiamento para a construção da planta; o surgimento e expansão do controle e da garantia de qualidade em Bio-Manguinhos ao longo dos anos; sobre a reestruturação de Bio-Manguinhos, no início da década de 2000.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado A<lb/>Sobre a reestruturação de Bio-Manguinhos, no início da década; sobre o andamento do projeto referente ao interferon; considerações acerca da estrutura “matricial” de projetos; a questão da propriedade intelectual em Bio-Manguinhos; relação do IOC com Bio-Manguinhos no campo da biologia molecular; as parcerias de Bio-Manguinhos com outras unidades da Fiocruz.<lb/><lb/>Fita 7 - Lado B<lb/>A questão do patenteamento em Bio-Manguinhos; os projetos atuais do setor de biofármacos; os parâmetros utilizados para definir projetos prioritários em biofármacos; as novas descobertas científicas no campo da engenharia genética e o impacto sobre Bio-Manguinhos; considerações sobre os transgênicos.<lb/><lb/>Fita 8 - Lado A<lb/>As dificuldades envolvidas no investimento em transgênicos; a expectativa de produção da planta de biofármacos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Nádia Maria Batoréu</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Otávio Oliva</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-12</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">25/11/2005-28/11/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete e 4 CDs (3h44min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/6/9/1694d85e3174e24b7399d0549a056d804a580a2238637c18af0fc97fec40e2a2/Otavio_Oliva.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Fidelis Ponte e Wanda Hamilton, em Bio-Manguinhos/Fiocruz, nos dias 25 e 28 de novembro de 2005.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1 - Lado A<lb/>Formação acadêmica; o convite para trabalhar na Fiocruz e o ingresso em Bio-Manguinhos; o processo de transferência de tecnologia realizado entre Bio-Manguinhos e a Jica, agência japonesa; sobre suas atividades de coordenação do processo de transferência entre Brasil e Japão; a crise ocorrida com a vacina anti-rábica, em 1980; a montagem do Laboratório Central de Controle de Drogas e Medicamentos (LCCDR), atual INCQS; sobre as atividades do Centro Nacional de Referência para a Raiva (CNRR).<lb/><lb/>Fita 1 - Lado B<lb/>A necessidade de Bio-Manguinhos investir no desenvolvimento de reagentes; o estudo sobre o tempo de duração da imunidade da vacina contra a febre amarela, produzida pela Fiocruz; o surgimento da notícia da Aids no Brasil e o início das políticas de saúde pública voltadas para o combate à doença; a implantação do diagnóstico de Aids, pela Fiocruz; o trabalho realizado pela Fiocruz no âmbito da política nacional contra a Aids.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado A<lb/>A preocupação com o controle de qualidade de sangue e hemoderivados, em decorrência do surgimento da Aids; a equipe do Programa de Aids; o papel de Bio-Manguinhos nas políticas de saúde e a relação com o Ministério da Saúde.<lb/><lb/>Fita 2 - Lado B<lb/>O período como diretor de Bio-Manguinhos; o projeto de construção da planta industrial de Bio-Manguinhos; considerações sobre a necessidade de Bio-Manguinhos em transformar o conhecimento científico em produto; a dificuldade de Bio-Manguinhos competir com indústrias privadas; da necessidade de os laboratórios brasileiros gerarem suas próprias tecnologias.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado A<lb/>Considerações sobre o projeto do Centro de Biotecnologia na Fiocruz; comentários sobre o CDTS; a importância de a Fiocruz estar inserida nas metas no Ministério da Saúde; a renda gerada pela venda da vacina de febre amarela; sobre as atividades de pesquisa e desenvolvimento priorizadas em Bio-Manguinhos durante sua gestão; a eleição para diretor de Bio-Manguinhos; as dificuldades enfrentadas enquanto diretor da instituição; as prioridades de sua gestão; a implantação da garantia de qualidade em Bio-Manguinhos; a certificação da vacina de febre amarela produzida em Bio-Manguinhos pela OMS; a importância das Boas Práticas de Fabricação para a produção de vacinas; sobre sua ida para a OPAS e o trabalho que desenvolveu na entidade.<lb/><lb/>Fita 3 - Lado B<lb/>Considerações sobre a necessidade de promover a integração de diversos institutos produtores de vacinas brasileiros; comentários sobre as dificuldades de cooperação entre a Fiocruz e o Instituto Butantan; o investimento em o desenvolvimento tecnológico, durante sua gestão como diretor de Bio-Manguinhos; considerações sobre a necessidade de se gerir Bio-Manguinhos como uma instituição peculiar dentro da Fiocruz.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado A<lb/>Comentário sobre a importância de a Fiocruz estar intrinsecamente ligada à área da saúde; sobre a impossibilidade de sucesso de Bio-Manguinhos como órgão independente da Fiocruz; sobre a ideia de promover a integração entre laboratórios produtores da América Latina; as funções que assumiu após deixar o cargo de diretor de Bio-Manguinhos; a preparação do plano de combate à influenza, desenvolvido pelo Brasil e outros países da América Latina; sobre o papel fundamental de Bio-Manguinhos no desenvolvimento do citado plano.<lb/><lb/>Fita 4 - Lado B<lb/>Sua visão sobre o processo de modernização pelo qual vem passando Bio-Manguinhos; considerações sobre a inexistência de normas boas práticas de produção nas plantas produtoras de vacinas que visitou na China; a decepção com a atual crise pela qual passa o PT; sobre sua preocupação em sempre agir com transparência, em defesa dos interesses nacionais.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Otávio Pinheiro Oliva</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ricardo Galler</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-14</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">13/07 e 04/08/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h28min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>A segunda sessão da entrevista possui apenas a transcrição; As informações que constam no campo "Dimensão e suporte" referem-se apenas à primeira sessão.
<lb/>O lado B da fita 2 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/6/d/06d18b343be75fc667ddee15297f765d077df2d8fb1d4be8aac706bb77769727/Ricardo_Galler.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Wanda Hamilton, em Bio-Manguinhos/Fiocruz (RJ), nos dias 13 de julho e 04 de agosto de 2005.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1<lb/>Origem familiar; a ida para Brasília; a opção pelas ciências biológicas; a influência do professor Carlos Morel na escolha da especialização em biologia molecular; sobre o talento dos profissionais da ciência com quem conviveu na UnB; a vinda para o Rio a convite de Carlos Morel; o mestrado no Instituto de Biofísica; a ida para a Alemanha, onde fez doutorado; o trabalho realizado no laboratório do pesquisador Hans Küpper, na Universidade de Heidelberg; a transferência para o Laboratório Europeu de Biologia Molecular, no qual trabalhou com o Jan-Erik Edström; dos procedimentos laboratoriais, até então realizados sem auxílio do computador; a utilização da tecnologia atual nos procedimentos científicos; a necessidade de associação entre os pesquisadores; a importância atual da pesquisa na área de imunologia; o ingresso na Fiocruz, em 1985; o trabalho em virologia com Oscar Souza Lopes; a matrícula no pós-doutorado, visando uma especialização em virologia; o curso de Biologia Molecular realizado na Grécia, em 1983, ministrado pelo pesquisador Richard Palmiter; a importância dos cinco anos que passou na Alemanha para sua carreira; a pesquisa científica realizada em Bio-Manguinhos em 1985; comentários sobre o Centro de Biotecnologia; as atividades de administração que hoje desenvolve em Bio-Manguinhos; sobre o projeto de desenvolvimento de uma vacina para dengue; sobre ter sequenciado o primeiro vírus de dengue, na Califórnia; sobre querer manter a ligação com o Departamento de Biologia Molecular do Instituto Oswaldo Cruz.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>O crescimento das atividades de biotecnologia no Brasil; os grupos de pesquisa que desenvolvem projetos de desenvolvimento tecnológico em parceria com Bio-Manguinhos; as instituições que financiam parte do trabalho realizado em Bio-Manguinhos; comparação entre o investimento financeiro em desenvolvimento no Brasil e nas empresas multinacionais que desenvolvem biotecnologia; sobre a terceirização de pessoal em Bio-Manguinhos; a patente conseguida pela Fiocruz em 2005 com a modificação genética de um vírus de febre amarela; a importância da concessão de uma patente para uma instituição de pesquisa científica; as prioridades estabelecidas pela Vice-Presidência de Desenvolvimento Tecnológico em relação aos projetos de desenvolvimento tecnológico; comentários sobre os diversos projetos de desenvolvimento tecnológico da instituição.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>Sua indicação para assumir o cargo de Vice-Presidente de Desenvolvimento Tecnológico; o enquadramento como tecnologista; a admiração pelo trabalho de Akira Homma e Carlos Morel; comentários sobre o Centro de Biotecnologia; o apoio dado por Otávio Oliva, à época diretor de Bio-Manguinhos, ao desenvolvimento tecnológico; a criação do DEDET; comentários sobre o Centro de Biotecnologia da Fiocruz; considerações sobre o modelo americano de integração entre empresa e universidade; a dificuldade de Bio-Manguinhos em concorrer com multinacionais de biotecnologia; o investimento realizado por Bio-Manguinhos em comércio, mercado e marketing, a partir de última sua reforma institucional; a dificuldade de se credenciar uma vacina no exterior; o orçamento de Bio-Manguinhos; a necessidade de se aliar desenvolvimento tecnológico à produção; os funcionários terceirizados na Fiocruz e em Bio-Manguinhos; a dificuldade de lidar com recursos humanos na instituição; a aposta de Bio-Manguinhos nos biofármacos; as prioridades de Bio-Manguinhos em desenvolvimento tecnológico; comentários sobre o CDTS; comentários sobre as vantagens da associação de Bio-Manguinhos com empresas de biotecnologia; os projetos de produção de vacinas desenvolvidos pela instituição; a relação com as políticas do Ministério da Saúde; comentários sobre a autonomia de Bio-Manguinhos; a competição entre o Instituto Butantan e Bio-Manguinhos; a ameaça que a vinda da GSK para o Brasil representa para Bio-Manguinhos; a produção de energia a partir de biomassa, como alternativa para expansão de Bio-Manguinhos; sobre a possibilidade de transformar parte de Bio-Manguinhos numa empresa; o avanço da área de Garantia de Qualidade da instituição; as perspectivas da Vice-Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico para os próximos anos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)</corpname>
            <persname role="subject">Ricardo Galler</persname>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Raouf Sykora</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-13</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">25/07 e 01/08/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h56min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/9/a/d9a60ba07d3af5a6a1c44cc478c1d0166b859bd35ca805512a96cf235af96167/Raouf_Sykora.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Carlos Fidelis Ponte, Claudia Trindade e Wanda Hamilton, em Bio-Manguinhos/Fiocruz (RJ), nos dias 27 de julho e 01 de agosto de 2005.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1<lb/><lb/>Origem familiar; a decisão de seus pais virem para o Brasil; a opção pela veterinária; o primeiro estágio como estudante de veterinária, no Instituto Nacional de Proteção Animal; o ingresso no Instituto Estadual de Saúde Louis Pasteur (IESP), atual Noel Nutels, em 1978; a graduação em veterinária na Universidade Federal Rural; as atividades realizadas pelo IESP; seu trabalho no biotério da instituição; o estágio de um ano em Bio-Manguinhos, para trabalhar de cultura de células de vacina antipólio; o controle feito nos animais utilizados pelo IESP; da interface entre o Noel Nutels e demais setores públicos responsáveis por vigilância sanitária e epidemiologia; sobre seu treinamento para fazer diagnóstico de Aids, nos anos 80; o trabalho como consultor temporário da OMS; os esquemas de falsificação de testes de HIV; a chegada no Departamento de Qualidade da Fiocruz; a implantação dos testes de Aids em hemocentros; a falta de informação, naquela época, sobre as formas de contaminação pelo vírus da Aids; a questão da eficácia dos kits para diagnóstico de Aids.<lb/><lb/>Fita 2<lb/><lb/>Sobre o seu trabalho no Programa DST-AIDS; as atividades do controle de qualidade de testes para diagnóstico de HIV; a avaliação realizada nos laboratórios que faziam testes para HIV; considerações sobre qualidade os kits para diagnóstico atualmente; do fato do Brasil estar antenado às discussões internacionais sobre AIDS e ser pioneiro em garantir gratuidade para a realização de importantes exames para indivíduos soropositivos; sobre o caráter educativo que o programa DST-AIDS também exercia sobre os produtores de  kits e os laboratórios públicos que os utilizavam; sobre a avaliação externa de qualidade feita hoje no Brasil pelo DST-AIDS; do fato de Bio-Manguinhos ser o produtor de kits e dos painéis de avaliação para a ANVISA e para o Programa Nacional DST-AIDS; o trabalho do controle de qualidade de Bio-Manguinhos para a avaliação dos kits e painéis produzidos pela Unidade; sua ida do Noel Nutels para o Controle de Qualidade de Bio-Manguinhos, em 1995; sobre o Controle de Qualidade de Bio-Manguinhos quando de seu ingresso na instituição; dos problemas ocorridos no laboratório de liofilização; do início da preocupação de Bio-Manguinhos com a validação de seus equipamentos e processos; sobre ter assumido, em 1995, a chefia do Departamento de Produção de Reativos; da introdução dos POPs (Procedimentos Operacionais Padrão) em Bio-Manguinhos, em 1998.<lb/><lb/>Fita 3<lb/><lb/>Da introdução dos POPs nas diversas áreas de Bio-Manguinhos; as diferenças entre as áreas de Controle de Qualidade e da Garantia da Qualidade em Bio-Manguinhos; da separação do setor de Controle de Qualidade e produção de Reativos; seu vínculo empregatício com o Noel Nutels e a cessão para Bio-Manguinhos; os testes para estabelecer a validade de um produto; o setor de pós-marketing de Bio-Manguinhos; comentários sobre as reações adversas decorrentes do uso da vacina de febre amarela; sobre não ter participado sobre as discussões em torno da eleição ou não de diretor para Bio-Manguinhos, por não ser funcionário; sobre a gestão Marcos Oliveira; a aprovação, em 1º lugar, no mestrado profissional de Bio-Manguinhos; a transferência para a chefia do Departamento de Produção de Reativos; da admiração pela competência do colega de trabalho Antonio Gomes; a dificuldade para conciliar mestrado e trabalho; a divisão do Departamento de Reativos entre Produção e Desenvolvimento; a necessidade de comunicação constante entre os chefes dessas duas áreas; considerações sobre o desenvolvimento de reagentes em escala industrial; do grande peso que a área de reagentes ocupa em Bio-Manguinhos; os kits para diagnóstico produzidos por Bio-Manguinhos atualmente; sobre os testes rápidos, atualmente em processo de transferência de tecnologia; sobre a concorrência mundial pelo mercado de testes rápidos; considerações sobre o papel do mestrado profissional de Bio-Manguinhos para os seus funcionários; as perspectivas na área de desenvolvimento e produção de reagentes  e kits para diagnóstico; considerações sobre os aspectos políticos envolvidos na gestão de Bio-Manguinhos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Raouf Emile Gerhard Sykora</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrições</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ellen Jessouroun</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-21-05</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">23/12/2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 DVD (2h18min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/2/8/928661f1d0c4ea1f219c5e8b79eea681577bbeefba7afc1219e38e811f9b6200/Ellen_Jessouroun.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Claudia Trindade e Wanda Hamilton, em Bio-Manguinhos/Fiocruz (RJ), no dia 23 de dezembro de 2005.<lb/>Sumário<lb/>Fita 1<lb/><lb/>Origem familiar; a opção pela formação em biologia e o ingresso na Faculdade Santa Úrsula, em 1974; os professores da graduação; o curso de especialização em microbiologia na UFRJ; o trabalho no Laboratório de Microbiologia de Alimentos da UFRJ; as atividades referentes à microbiologia dos alimentos; sobre a opção de ir para São Paulo, fazer mestrado na USP, em 1980; o trabalho na cervejaria Brahma; a saída da Brahma e o ingresso no curso de doutorado em Engenharia de Alimentos, na UNICAMP; a interrupção do doutorado e o retorno ao Rio de Janeiro; a vinda para a Fiocruz; o contrato para trabalhar com implantação da produção de vacina DTP em Bio-Manguinhos; comentários sobre a não concretização do projeto de produção de vacina DTP e sua transferência para os projetos de vacina contra meningite; considerações sobre as questões políticas envolvidas no andamento de  projetos científicos da Fiocruz; a inexistência, no Brasil, da cultura do desenvolvimento; a situação de Bio-Manguinhos à época de seu ingresso na instituição; a personalidade de Fernando Lopes; a gestão de Otávio Oliva e a melhoria das condições verificadas de Bio-Manguinhos; a admiração por Akira Homma; o apoio dado por Otávio Oliva ao seu trabalho; a aproximação com pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz; a montagem do laboratório de desenvolvimento de vacinas bacterianas com Graça Danelli; a estruturação do projeto de desenvolvimento da vacina contra meningite B envolvendo Bio-Manguinhos, o Instituto Butantan e o Instituto Adolfo Lutz no contexto do Pasni; a experiência acumulada por Bio-Manguinhos ao longo de uma década em desenvolvimento tecnológico e a importância do projeto de desenvolvimento da vacina contra meningite B; o desenvolvimento da vacina contra meningite C conjugada atualmente em fase de testes clínicos; a estruturação da Assessoria Clínica de Bio-Manguinhos; considerações sobre o campo de desenvolvimento tecnológico em imunobiológicos no Brasil; sobre a idéia de criação do CDTS; comentários sobre a necessidade de avaliação dos projetos de desenvolvimento tecnológico; considerações sobre a administração de João Quental em Bio-Manguinhos; considerações sobre a crise de Bio-Manguinhos nos anos 1990; a visita à fábrica da GlaxoSmithKline à época da transferência da vacina Hib; o papel de Akira Homma e Marcos Oliveira na superação da crise de Bio-Manguinhos; a opção de se produzir vacina Hib e o seu impacto sobre a instituição; os cursos de Boas Práticas de Produção e a implantação de Boas Práticas de Produção e de Laboratório em Bio-Manguinhos; considerações sobre a gestão Marcos Oliveira; o papel de Akira Homma em Bio-Manguinhos; considerações sobre a necessidade de Bio-Manguinhos permanecer na Fiocruz; a reestruturação recente de Bio-Manguinhos e a criação da Vice-direção de Desenvolvimento Tecnológico; a indicação para o cargo de gerente do Programa de Desenvolvimento Tecnológico de Vacinas Bacterianas; as perspectivas do Programa Desenvolvimento Tecnológico de Vacinas Bacterianas para os próximos anos; sobre a equipe multidisciplinar que atualmente lidera; a implantação da Gerência de Projetos; o papel desempenhado pela área de Controle de Qualidade em Bio-Manguinhos; sobre o projeto da Planta de Protótipos e sua possível construção em Jacarepaguá; o mestrado profissional de Bio-Manguinhos; o doutorado realizado no IOC; dos motivos que incapacitam Bio-Manguinhos a concorrer em condições de igualdade com as empresas multinacionais de produção de imunobiológicos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Ellen Jessouroun</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrições</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">História da criação da Faculdade de Medicina Souza Marques</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22</unitid>
          <unitdate normal="2006/2007" encodinganalog="3.1.3">2006 - 2007</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 47 fitas cassete (36h37min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 22 entrevistas de História Oral realizadas com alunos excedentes, professores e gestores do Ministério da Educação.  O projeto de pesquisa, coordenado por Dilene Raimundo Nascimento, propôs mostrar que a Escola de Medicina Souza Marques foi criada a partir do poder de organização dos excedentes do vestibular para medicina do ano de 1968, como resposta aos impasses de um sistema de ensino universitário incapaz à época de incorporar uma parcela significativa de seus aprovados. Tratou-se de reconstituir o processo de formação da identidade deste grupo como força de pressão política, tendo em vista seu desejo de inserção na carreira médica, num momento de escassez de instituições de nível superior. A reconstituição do processo que levou à criação da Escola de Medicina Souza Marques procurou responder às seguintes questões: Como se deu o processo de organização daqueles estudantes? Qual a sua visão do momento político que viviam? Quais as alternativas pensadas por eles para a solução imediata da ausência de vagas? Quais as suas estratégias de diálogo com os outros agentes envolvidos na questão, como o MEC, a Fundação Souza Marques e a Santa Casa da Misericórdia? Haveria a percepção clara de que sua ação em favor da criação de uma alternativa à carência de vagas no ensino superior público os colocava nos estreitos limites que separam o público do privado? As entrevistas foram realizadas entre 08 de março de 2006 e 17 de julho de 2007.<lb/>Entrevistados: Carlos Roberto Strauch Ribeiro, Ester Garson Passi, Francesco Serricella, Francisco José Medina Pereira Caldas, George Bittencourt Doyle Maia, Jesus Calhao Esteves, Maria Geralda França da Silva, Mauro da Costa Rodrigues, Roberto Consentino, Stella de Souza Marques Gomes Leal, Waldir Alves Balduíno, Anadil Vieira Roselli, Ney Abrantes Lucas, Vera Maria Ribeiro Vinhaes, Benedito Saldanha Filho, Carlos Alberto Ramos Albino, Bayron Nobre Filho, Mário Bruno Lobo Neves, José Celano Valadão, Zoraide da Silva Castelo Branco, Paulo Roberto Silveira Pagliarelli e José Carlos Vinhaes.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">George Bittencourt Doyle Maia</persname>
          <persname role="subject">Jesus Calhao Esteves</persname>
          <persname role="subject">Mauro da Costa Rodrigues</persname>
          <persname role="subject">Stella de Souza Marques Gomes Leal</persname>
          <corpname role="subject">Fundação Técnico-Educacional Souza Marques</corpname>
          <corpname role="subject">Escola de Medicina Souza Marques (EMSM)</corpname>
          <persname role="subject">Anadil Vieira Roselli</persname>
          <persname role="subject">Ney Abrantes Lucas</persname>
          <persname role="subject">Vera Maria Ribeiro Vinhaes</persname>
          <persname role="subject">Benedito Saldanha Filho</persname>
          <persname role="subject">Carlos Alberto Ramos Albino</persname>
          <persname role="subject">Bayron Nobre Filho</persname>
          <persname role="subject">Mário Bruno Lobo Neves</persname>
          <persname role="subject">José Celano Valadão</persname>
          <persname role="subject">Zoraide da Silva Castelo Branco</persname>
          <persname role="subject">Paulo Roberto Silveira Pagliarelli</persname>
          <persname role="subject">José Carlos Vinhaes</persname>
          <subject>História oral</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Anadil Vieira Roselli</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-01</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">23/05/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h55min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/d/c/7dc470e2a9df71c5f2b31eef75f32a013cbb4e46198c69ae305149ab4fadce0a/Anadil_Vieira_Roselli.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Alex Varela, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 23 de maio de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Anadil Vieira Roselli</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Byron Nobre Filho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-02</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">29/05/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h27min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/0/b/10b0c4c654bb77796cb67becd6502febe8d9d046ef27b3c1cadd1de221cb9180/Byron_Nobre_Filho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Alex Varela (AV) e Dilene Raimundo do Nascimento (DN), no Rio de Janeiro (RJ), no dia 29 de maio de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Bayron Nobre Filho</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Benedito Saldanha</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-03</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">14/04/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h03min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/5/9/759378dd18df2a77a929a3d4d400875e3973fa1d61996de7da95030b9a6a5a59/Benedito_Saldanha.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento, em Cuiabá (MT), no dia 14 de abril de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Benedito Saldanha Filho</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Carlos Alberto Ramos Albino</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-04</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">09/07/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h15min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 3 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/3/2/d32656ef92b6e34f7222d85d111223c4e9514040506ac2b866482134cbde1f6a/Carlos_Alberto_Ramos_Albino.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Alex Varela e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 09 de julho de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Carlos Alberto Ramos Albino</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Carlos Roberto Strauch Ribeiro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-05</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">08/06/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h43min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Alex Varela, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 08 de junho de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ester Garson Passi</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-06</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">26/05/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h34min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Alex Varela, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 26 de maio de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Francesco Serricella</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-07</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">30/05/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CDs (53min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Alex Varela e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 30 de maio de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Francisco José Medina Pereira Caldas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-08</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">08/05/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (2h03min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Alex Varela e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 08 de maio de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">George Bittencourt Doyle Maia</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-09</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">19/04/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h40min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Alex Varela, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 19 de abril de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">George Bittencourt Doyle Maia</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jesus Calhao Esteves</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-10</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">14/04/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h14min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 3 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento, em Cuiabá (MT), no dia 14 de abril de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Jesus Calhao Esteves</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Carlos Vinhaes</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-11</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">20/04/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CDs (46min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/5/d/55d4d9105f823efa84c998c94f1034a3fb7f8ad03c85e093367daec1c6646290/Jos___Carlos_Vinhaes.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Alex Varela, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 20 de abril de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Carlos Vinhaes</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Celano Valadão</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-12</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">25/08/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h50min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/1/3/f1367eae08a7034a4ea1a29abc1c0c0150333f774e6a28de8b4a0237bcffdbfc/Jos___Celano_Valad__o.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Alex Varela e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 25 de agosto de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Celano Valadão</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria Geralda França da Silva</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-13</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">15/05/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h41min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 15 de maio de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Mario Bruno Lobo Neves</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-14</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">09/05/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h31min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Alex Varela, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 09 de maio de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Mário Bruno Lobo Neves</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Mauro da Costa Rodrigues</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-15</unitid>
            <unitdate normal="2007/2007" encodinganalog="3.1.3">19/07/2007</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h26min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 3 não foi gravado.
<lb/>A entrevista não foi transcrita.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada no dia 19 de julho de 2007.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Mauro da Costa Rodrigues</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ney Abrantes Lucas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-16</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">05/06/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h21min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 3 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Alex Varela, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 05 de junho de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Ney Abrantes Lucas</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Paulo Roberto Silveira Pagliarelli</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-17</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">13/04/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h32min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/5/b/b5b7f1bd72ace18b165a9190b567e9141e7b1d275d071664c531b465af7e06a5/Paulo_Roberto_Pagliarelli.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento, em Cuiabá (MT), no dia 13 de abril de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Paulo Roberto Silveira Pagliarelli</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Roberto Consentino</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-18</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">12 e 13/04/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h45min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento, em Cuiabá (MT), nos dias 12 e 13 de abril de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Stella de Souza Marques Gomes Leal</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-19</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">11/04/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h03min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Alex Varela, no Rio de Janeiro, no dia 11 de abril de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Stella de Souza Marques Gomes Leal</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Vera Maria Ribeiro Vinhaes</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-20</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">27/04/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h55min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 2 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/9/3/a93e236ba44b44f80b1a6fa270b6588f87a86391611719f66e1b964dbac956dd/Vera_Maria_Ribeiro_Vinhaes.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Alex Varela e Dilene Raimundo do Nascimento, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 27 de abril de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Vera Maria Ribeiro Vinhaes</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Waldir Alves Balduino</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-21</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">13/04/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 fita cassete e 1 CD (59min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento, em Cuiabá (MT), no dia 13 de abril de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Zoraide Castelo Branco</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-22-22</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">10/04/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (1h55min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/4/c/b/4cba765b4de1d3b70bc80025a6478a70a703487ff69640dd6ee589452db108a9/Zoraide_Castelo_Branco.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Nataraj Trinta, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 10 de abril de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Zoraide da Silva Castelo Branco</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">História da Associação Brasileira de Ensino Médico</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-23</unitid>
          <unitdate normal="2002/2003" encodinganalog="3.1.3">2002 - 2003</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 42 fitas cassete (37h42min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 4 entrevistas do projeto coordenado por Maria Rachel Fróes da Fonseca e Flávio Coelho Edler, que teve por finalidade registrar e analisar o significado do ensino da Clínica Médica na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) entre os anos 1950 e 1978. O objetivo foi desenvolver um trabalho sobre as contribuições pioneiras da primeira Cadeira de Clínica Médica para o processo de transição e transformação institucional.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Descrição por item, organizado em ordem alfabética.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Clementino Fraga Filho</persname>
          <persname role="subject">José Roberto de Araújo Ferreira</persname>
          <persname role="subject">Mário de Magalhães Chaves</persname>
          <corpname role="subject">Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM)</corpname>
          <persname role="subject">Roberto Figueira Santos</persname>
          <subject>História oral</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição aos arquivos de áudio. Possui transcrição da entrevista de Clementino Fraga Filho.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Brasil um imenso hospital: ideias e políticas de saúde na invenção do Brasil</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-24</unitid>
          <unitdate normal="2006/2008" encodinganalog="3.1.3">2006 - 2008</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 50 fitas cassete e 9 DVDs (55h19min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>O projeto, coordenado por Nísia Trindade Lima, reúne 7 entrevistas de História Oral, realizadas entre os dias 16 de outubro de 2006 e 07 de março de 2008. A importância de interpretações sobre a vida social presentes em textos médicos tem sido crescentemente reconhecida em estudos históricos, sociológicos e antropológicos e encontrou uma de suas mais precisas definições na ideia da Higiene como uma ciência social aplicada. No caso do Brasil, principalmente a partir da década de 1980, relatórios, artigos e livros escritos por médicos nos séculos XIX e XX vêm sendo valorizados como referência fundamental para a análise de temas como família, gênero, sexualidade, raça, contrastes culturais, sociais e econômicos, construção da nacionalidade, modernização e desenvolvimento do país. Entre os retratos do Brasil esboçados por médicos e que se tornaram marcos simbólicos de grande poder explicativo a influenciar a imaginação social e política, destaca-se a metáfora do “imenso hospital”. A expressão cunhada em 1916 por Miguel Pereira repercutiu fortemente tanto nas interpretações intelectuais sobre a nacionalidade, quanto nas propostas de políticas públicas de saúde. Tornou-se um emblema das posições críticas à ordem social e política da Primeira República e foi apontada como marco de origem do movimento pelo saneamento rural. A história da metáfora do Brasil como imenso hospital, seus antecedentes, seu impacto nos debates intelectuais e nas políticas públicas de saúde no Brasil até a década de 1960 foram os principais objetos deste projeto.  Pretendeu-se argumentar que sua expressividade simbólica e sua referência para a atuação política devem ser analisadas tanto no contexto do movimento sanitarista da Primeira República como em momentos posteriores.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Descrição por item, organizado em ordem alfabética.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">José Arthur Alves da Cruz Rios</persname>
          <persname role="subject">Edson Porto</persname>
          <persname role="subject">Ernesto Silva</persname>
          <persname role="subject">Luiz Fernando Raposo Fontenelle</persname>
          <persname role="subject">Luiz Rassi</persname>
          <persname role="subject">Pedro Luiz Tauil</persname>
          <persname role="subject">Isaac Barreto Ribeiro</persname>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Saúde pública </subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição aos arquivos de áudio.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Edson Porto</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-24-01</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">17/10/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 1 DVD (2h05min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 3 não foi gravado. Entrevista com transcrição sem conferência de fidelidade.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Kropf e Tamara Rangel. em Brasília (DF), no dia 17 de outubro de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Edson Porto</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ernesto Silva</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-24-02</unitid>
            <unitdate normal="2007/2007" encodinganalog="3.1.3">26 e 27/04/2007</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 DVD (4h12min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B das fitas 2 e 4 não foi gravado. </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/9/8/598a0af896efed0b80fff9a59d658ed73e6e41030463ca123333541653ca46bd/Ernesto_Silva.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Kropf e Gilberto Hochman, em Brasília (DF), nos dias 26 e 27 de abril de 2007.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Ernesto Silva</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Arthur Rios</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-24-04</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">13/07 a 08/11/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 DVDs (19h50min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 16 não foi gravada. </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/a/e/cae7f84576e9431516185e3e8d432f490ee656d7ee785d936a28a7eaed3525a3/Jos___Arthur_Rios.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nísia Trindade Lima, Marcos Chor Maio e José Leandro Cardoso nos dias 13 de julho, 03 de agosto, 13 de setembro, 14 de outubro e 08 de novembro de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Arthur Alves da Cruz Rios</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Isaac Barreto</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-24-03</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">16 e 18/10/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 DVD (3h16min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 4 não foi gravado.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/a/0/7a03e75c8e5d1247d935adfa057669f63ff380f9fef4863cecc870ca78e73418/Isaac_Barreto_Silva.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Kropf, Tamara Rangel e Dominichi Miranda de Sá, em Brasília (DF), nos dais 16 e 18 de outubro de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Isaac Barreto Ribeiro</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Luiz Raposo Fontenelle</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-24-05</unitid>
            <unitdate normal="2007/2008" encodinganalog="3.1.3">05/10/2007 a 07/03/2008</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 DVDs (18h54min; cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 7 não foi gravado.</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nísia Trindade e Marcos Chor Maio em Teresópolis (RJ), nos dias 05 de outubro e 09 de novembro de 2007 e 07 de março de 2008.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Luiz Fernando Raposo Fontenelle</persname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Luiz Rassi</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-24-06</unitid>
            <unitdate normal="2006/2006" encodinganalog="3.1.3">20/10/2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 DVD (5h34min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/2/e/d2efca2da94daa6456d9cd0f3663b67bcf5b018f0253a96496dcb1fcd732e380/Luiz_Rassi.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Kropf, Tamara Rangel e Dominichi Miranda de Sá em Brasília (DF), no dia 20 de outubro de 2006.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Luiz Rassi</persname>
            <subject>Hanseníase</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Pedro Luiz Tauil</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-24-07</unitid>
            <unitdate normal="2007/2007" encodinganalog="3.1.3">27/04/2007</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h29min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/0/1/c0136ec87f3cacc115e7edbeccef69623fc13f604a6596e630e9a851e5ed54a7/PEDRO_TAUIL.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Kropf e Gilberto Hochman, em Brasília, no dia 27 de abril de 2007.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Pedro Luiz Tauil</persname>
            <persname role="subject">José Rodrigues Coura</persname>
            <persname role="subject">Leônidas de Mello Deane</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Doença de Chagas</subject>
            <geogname>Brasília (DF)</geogname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Setembro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">A erradicação da poliomielite: uma história comparada Brasil e Peru</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-25</unitid>
          <unitdate normal="2004/2005" encodinganalog="3.1.3">2004 - 2005</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 25 fitas cassete (18h55min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 10 entrevistas de História Oral. O objetivo da pesquisa foi estudar a história da erradicação da poliomielite considerando sua importância social e econômica. Para tanto, procedeu-se à análise histórica de uma doença que condena crianças, suas principais vítimas, à paralisia e dependência permanentes. Também foi analisada a trajetória de campanhas de vacinação enquanto política governamental de saúde. Buscou-se ainda compreender as inter-relações institucionais nacionais e internacionais em jogo na decisão política de erradicação da poliomielite. Um estudo comparado com o Peru enriquece essa história, à medida que tratam-se de países distintos cujas etapas do processo foram diferentes. Esta pesquisa tem por objetivo: estudar as alianças institucionais (políticas e científicas) que possibilitaram a campanha contra a pólio, determinar os limites destas alianças, suas controvérsias, contradições e oposições, e as saídas encontradas que permitiram a implementação da campanha, levando em conta o momento histórico nacional de ambos os países e as discussões internacionais, nacionais e setoriais da saúde acerca do problema.<lb/>Entrevistados: Ana Cristina Reis Nogueira, Ciro de Quadros, David Alejandro Tejada de Rivero, Gustavo Gross, Jorge Medrano, Lúcia Helena Oliveira, Oswaldo Barrezueta, Roger Zapata, Rosa Maria Welles Cardoso e Washington Toledo.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Descrição por item, organizado em ordem alfabética.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <subject>História oral</subject>
          <geogname>Peru</geogname>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição ao áudio; a maior parte das transcrições encontram-se no seguinte endereço: http://www.bvspoliobrasileperu.coc.fiocruz.br/php/index.php.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Memória da tuberculose no Brasil</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-26</unitid>
          <unitdate normal="1982/1992" encodinganalog="3.1.3">1982-1992</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 82 fitas cassete (70h; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 11 depoimentos orais de médicos com atuação nas áreas de ensino, pesquisa e serviços de controle da tuberculose no Brasil desde a década de 1930. Buscou-se dar subsídios à reconstituição da história da tuberculose, questões como as representações sociais da doença, a evolução terapêutica e as políticas de saúde implementadas ao longo deste período. Este projeto resultou de convênio firmado entre a Casa de Oswaldo Cruz e a extinta Campanha Nacional contra a Tuberculose e sua continuidade foi assegurada através do Centro de Referência Professor Hélio Fraga e da Coordenação Nacional de Pneumologia Sanitária, órgãos da Fundação Nacional de Saúde.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Descrição por item, organizado em ordem alfabética.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Germano Gerhardt Filho</persname>
          <persname role="subject">Jayme Santos Neves</persname>
          <persname role="subject">José Antonio Nunes de Miranda</persname>
          <persname role="subject">José Rosemberg</persname>
          <persname role="subject">Milton Fontes Magarão</persname>
          <persname role="subject">Newton Manhães Bethlem</persname>
          <persname role="subject">Raphael de Paula Souza</persname>
          <persname role="subject">Aldo Villas Bôas</persname>
          <persname role="subject">Aloysio Veiga de Paula</persname>
          <persname role="subject">José Fonseca da Cunha</persname>
          <persname role="subject">José Silveira</persname>
          <corpname role="subject">Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF)</corpname>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Tuberculose</subject>
          <subject>Política de saúde</subject>
        </controlaccess>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. Departamento de Arquivo e Documentação. Memória da tuberculose: acervo de depoimentos. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1993. 120 p. ilus.</p>
        </otherfindaid>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aldo Villas Boas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-26-01</unitid>
            <unitdate normal="1990/1991" encodinganalog="3.1.3">20/12/1990 a 07/08/1991</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 16 fitas cassete e 16 CDs (15h31min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/4/e/e/4eebd8ea283cdcfe7470db11daab775de2ae50b2550b9d7ad3e3f224d4417d68/Aldo_Villas_Boas.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Maria Dias Fernandes, Anna Beatriz de Sá Almeida e Pedro Paulo Soares, no Rio de Janeiro (RH), nos dias 20 de dezembro de 1990, 10 de janeiro, 25 de junho, 03, 07 e 31 de julho e 07 de agosto de 1991.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Aldo Villas Bôas</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aloysio Veiga de Paula</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-26-02</unitid>
            <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">15/05/1990 e 02/10/1990</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (3h57min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/2/c/62cc808716277ca90b34ffd275a2cd203797dec3bd843ba6f41c8dd346366e49/Aloysio_Veiga_de_Paula.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Lorelai Brilhante Kury, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 15 de maio e 02 de outubro de 1990.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Aloysio Veiga de Paula</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Germano Gerhardt Filho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-26-03</unitid>
            <unitdate normal="1992/1992" encodinganalog="3.1.3">06/08/1992 a 01/09/1992</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete e 8 CDs (7h06min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/7/c/17c420eefa138e2d4e2102092d977d3747fd0bb02e60d2ad8608ecc575739c1b/Germano_Gerhardt_Filho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Tânia Maria Dias Fernandes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 06 e 12 de agosto e 01 de setembro de 1992.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Germano Gerhardt Filho</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jayme Santos Neves</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-26-04</unitid>
            <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">12 e 14/11/1990</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (3h58min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/4/7/6479cb8f77c1efc80d6d9b7b24fc9f14ada7d6ce319928fdbfcb3560c18e13b9/Jayme_Santos_Neves.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Dilene Raimundo do Nascimento, em Vitória (ES), nos dias 12 e 14 de novembro de 1990.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Jayme Santos Neves</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Antônio Nunes de Miranda</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-26-05</unitid>
            <unitdate normal="1992/1992" encodinganalog="3.1.3">30/06 a 01/09/1992</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete e 8 CDs (7h41min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/d/7/dd7c112bd05783f5f5fce3746d131a66318e5efb794f86dfb73a3a5502fd5ab4/Jos___Antonio_Nunes_de_Miranda.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Tânia Maria Dias Fernandes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 30 de junho, 09 de julho e 01 de setembro de 1992.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Antonio Nunes de Miranda</persname>
            <persname role="subject">Noel Nutels</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Brasileiro para Investigação da Tuberculose (IBIT)</corpname>
            <persname role="subject">Maurício Campos de Medeiros</persname>
            <corpname role="subject">Serviço de Unidades Sanitárias Aéreas (SUSA)</corpname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Fonseca da Cunha</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-26-06</unitid>
            <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">06/12/1990</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete e 3 CDs (2h22min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/0/9/c0916bf124cea707f6e0d80810d8a4e5fe8f0cb4a77fec72c5fbdb2d3235ecb5/Jos___Fonseca_da_Cunha.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Tânia Maria Dias Fernandes, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 06 de dezembro de 1990.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Fonseca da Cunha</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Rosemberg</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-26-07</unitid>
            <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">03/09/1991 a 14/10/1991</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 12 fitas cassete e 12 CDs (9h47min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/e/a/dea75cc2716624c5f5ebeaf022f6e4f2f9dbd1df6ab9432e5b21306a30301d07/Jos___Rosemberg.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Pedro Paulo Soares, no São Paulo (SP), nos dias 03. 04 e 05 de setembro e 13 e 14 de outubro de 1991.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Rosemberg</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Silveira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-26-08</unitid>
            <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">12 a 14/09/1990</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CDs (5h03min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/9/f/a9fea36a955d8ed0aa1a10810f75435bc79b71404e01f37acaa47b80cd988cae/Jos___Silveira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Tânia Maria Dias Fernandes, na Bahia, nos dias 12, 13 e 14 de setembro de 1990.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Silveira</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Milton Fontes Magarão</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-26-09</unitid>
            <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">20/10/1982</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete e 2 CDs (cópia digital)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Existe somente o documento de transcrição. </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/f/e/2fef285edcfaceb99e628569c4bfcba15dec1420c86a7b2eb34b02b72e8d3468/Milton_Fontes_Magar__o.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tânia Maria Dias Fernandes (TM) e Tereza Velloso (TV), no Rio de Janeiro (|RJ), no dia 20 de outubro de 1982.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Milton Fontes Magarão</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Newton Bethlem</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-26-10</unitid>
            <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">18/07/1990 e 01/11/1990</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CDs (4h43min; cópia digital)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/a/b/dab6dabc79096fe041ac2124dfd5da2bdf3a80eda31854c57833d5e9d8ebac7e/Newton_Bethlem.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Tânia Maria Dias Fernandes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 18 de julho e 01 de novembro de 1990.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Newton Manhães Bethlem</persname>
          </controlaccess>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Raphael de Paula Souza</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-26-11</unitid>
            <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">14/05/1990 a 05/10/1990</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 11 fitas cassete e 11 CDs (1h55min; cópia digital)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida e Tania Fernandes, em São Paulo (SP), nos dias 14 e 15 de maio e 04 e 05 de outubro de 1990.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Raphael de Paula Souza</persname>
          </controlaccess>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">História do Câncer: Atores, Cenários e Políticas Públicas</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-27</unitid>
          <unitdate normal="2009/2016" encodinganalog="3.1.3">2009 - 2016</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 DVDs (58h45min; arquivos digitais)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 29 depoimentos sobre aspectos diferenciados do controle do câncer no Brasil. O projeto se articula ao esforço mais geral da Fiocruz de ampliar suas ações no campo das doenças crônico-degenerativas e negligenciadas. Além disso, visa contribuir para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), sobretudo ao produzir conteúdos pertinentes à formação de recursos humanos para a Rede de Atenção Oncológica e integrar-se a uma rede de produção de conhecimentos e tecnologias em parceria com o Instituto Nacional de Câncer. Por fim, deve ser visto como uma contribuiçãoao campo da história das ciências e da saúde, em particular ao campo da história das doenças. O projeto no geral tem uma parte de pesquisa histórica, documental, iconográfica e de história oral. No que se refere aos depoimentos, procura registrar as falas de personagens importantes para a história do controle do câncer no Brasil. As entrevistas, gravadas em áudio e vídeo, representam uma fonte inestimável para o resgate e a preservação da memória dos principais atores, instituições e política públicas desenvolvidas ao longo das décadas sobre o controle do câncer. Neste projeto, temos algumas palestras proferidas sobre aspectos ligados ao câncer e suas políticas, controle e história que foram ministradas para os integrantes do grupo de pesquisa que igualmente fazem parte do acervo.<lb/>Entrevistados: ésar Cabello dos Santos, Dakir Duarte, Edmur Flávio Pastorelo, Eduardo Millen, Hilton Augusto Koch, João Carlos Guedes Sampaio Góes, João Emílio Peixoto, José Gomes Temporão, Leda Küll, Lírio Cipriani, Lucilia Maria Gama Zardo, Luiz Antonio Santini Rodrigues da Silva, Luiz Carlos Zeferino, Luiz Claudio Thuler, Luiz Henrique Gebrim, Maira Caleffi, Marcos Félix, Marcos Fernando de Oliveira Moraes, Maria do Espírito Santo, Maria Inez Pordeus Gadelha, Mario Jaconianni, Nelson Cardoso de Almeida, Roberto Gil, Ronaldo Correa, Ruffo de Freitas, Simone Maia Evaristo, Tereza Feitosa e Vera Lúcia Costa e Silva.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">João Carlos Guedes Sampaio Góes</persname>
          <persname role="subject">José Gomes Temporão</persname>
          <persname role="subject">Luiz Antonio Santini Rodrigues da Silva</persname>
          <persname role="subject">Luiz Henrique Gebrim</persname>
          <persname role="subject">Marcos Fernando de Oliveira Moraes</persname>
          <persname role="subject">Maria Inez Pordeus Gadelha</persname>
          <name role="subject">Nelson Cardoso de Almeida</name>
          <persname role="subject">Edmur Flávio Pastorelo</persname>
          <persname role="subject">Mario Jaconianni</persname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>Câncer</subject>
          <subject>Saúde pública </subject>
          <subject>Sistema Único de Saúde (SUS)</subject>
          <subject>Política de saúde</subject>
        </controlaccess>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição</p>
        </userestrict>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>TEIXEIRA, Luiz; PORTO, Marco A. T.; NORONHA, C. P. O câncer no Brasil: passado e presente. 1. ed. Rio de Janeiro: Outras Letras, 2012. Disponível em &lt;https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/18554/o_cancer_no_brasil_passado_e_presente%20-%20INTEGRAL%20FINAL%20COM%20CAPA.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y&gt;. Acessado em junho de 2023.
<lb/>
<lb/>TEIXEIRA, Luiz; PORTO, Marco A. T.; MAGALHÃES, M.; HABIB, P. A. B. B. ; ASSIS, M.; NOGUEIRA, D. . A mulher e o câncer de mama no Brasil. 2014. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Catálogo de exposição)
<lb/>
<lb/>PORTO, Marco A. T. ; TEIXEIRA, L. A. ; HABIB, P. A. B. B. ; TEMPERINI, R. S. L. . História do Câncer: atores, cenários e políticas públicas. 2011. (Site).
<lb/>
<lb/>TEIXEIRA, Luiz; PORTO, Marco A. T.; HABIB, P. A. B. B. ; MACIEL, L. R.; MAGALHÃES, M. ; NOGUEIRA, D.; ASSIS, M. A mulher e o câncer de mama no Brasil. 2013. (Exposição)
<lb/>
<lb/>MINISTÉRIO DA SAÚDE - INCA/FIOCRUZ. O Câncer como Problema de Saúde Pública - Volume 1 da Série Temática. 1ª. ed. Rio de Janeiro: INCA, 2012.
<lb/>
<lb/>MINISTÉRIO DA SAÚDE - INCA/FIOCRUZ. A mulher e o câncer de mama no Brasil. 1. ed. Rio de Janeiro: Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), 2014. v. Único. 46p </p>
        </bibliography>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Políticas Nacionais e Programas Internacionais de Saúde em Perspectiva Histórica e Comparada (Brasil, 1958-1973)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-28</unitid>
          <unitdate normal="2008/2008" encodinganalog="3.1.3">05/09/2008</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 item (1h20min; CD, arquivo digital)    </physdesc>
          <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/c/7/8c7a24db261bbfe912f0139dc9a34b97c5b29bd0f69191c5af1c0990942d9a90/Reinaldo_Felippe_Nery_Guimar__es.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Entrevista realizada por Gilberto Hochman e Érico Silva Muniz, na Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, no Rio de Janeiro/RJ, no dia 5 de setembro de 2008.<lb/>Resumo: O projeto reúne um depoimento e está inserido na linha de pesquisa que versa sobre os programas internacionais e políticas nacionais de controle e a erradicação da malária no Brasil entre as décadas de 1930 e 1980. Os resultados em termos de produção, orientação, apresentação de trabalhos e intercâmbios com grupos e pesquisadores que discutem temas semelhantes para outros países, sugerem uma ampliação do escopo de pesquisa e análise na direção da comparação entre programas, do alargamento da dimensão temporal e espacial e do aprofundamento da discussão conceitual sobre as relações entre agendas internacionais e nacionais na formulação e implementação de políticas públicas em perspectiva histórica. A análise das políticas brasileiras de combate à malária a partir de 1941 indica grande oscilação entre a sua autonomia, capacidade de inovação e a recusa a aderir ao programa de erradicação da OPAS/OMS/Unicef até o completo alinhamento com as orientações internacionais na década de 1960. A pré-existência ou não de políticas nacionais e de comunidades de especialistas, as variações na conjuntura internacional e nos regimes políticos, e a disponibilidade de recursos e os condicionantes do financiamento parecem explicar, em grande parte, a trajetória desses programas no Brasil. Nos últimos anos, o campo da história saúde internacional tornou-se sujeito e objeto de um renascimento acadêmico. Os estudos sobre a saúde internacional, suas motivações, princípios, prioridades e paradigmas - e sua estrutura dual de saúde pública e política internacional - têm gerado um debate saudável. Eles apontam sempre a centralidade do campo de estudos para relações internacionais atuais e passadas, para a compreensão das condições de saúde em nível local e nacional, e para as políticas públicas. Apesar desse renascimento, parte dos trabalhos acadêmicos nessa área ainda tende a partir da análise das "supra-instituições" da saúde internacional. A linha de pesquisa histórica na qual esse projeto está inserido analisa a saúde internacional no decorrer do século XX através de diferentes lentes e como uma arena dinâmica na qual atores locais, autoridades nacionais, pesquisadores e especialistas em políticas públicas, médicos, populações, profissionais transnacionais e agências internacionais interagem, modelam-se e remodelam-se uns aos outros. Os estudos históricos recentes têm demonstrado essa interação, ainda que muitas vezes baseada em relações assimétricas, produz resultados e processos diferentes e não antecipados no momento de sua formulação. O Brasil apresenta um panorama favorável ao estudo de ideologias, instituições e práticas de saúde internacional, dadas as preocupações com saúde pública enraizadas não só nos projetos de Estado-Nação, como nos movimentos políticos, nas idéias e nas instituições educacionais e culturais. A região também tem um precoce e longo envolvimento com a arena internacional a partir das conferências sanitárias ainda no século XIX, da criação da Repartição Sanitária Pan-Americana, depois OPAS, em 1902 e do profundo envolvimento na região da Comissão Sanitária Internacional da Fundação Rockefeller. Desse modo, a proposta central do projeto é de um estudo comparativo entre o programa brasileiro de erradicação da malária (1958-1970) e um outro programa, mais bem sucedido em escala nacional e global, como o da erradicação da varíola (1966-1973) pretende avançar tanto no conhecimento sobre a história dessas políticas e programas, como da compreensão da inserção do Brasil da segunda metade do século XX no campo da saúde internacional. Essa pesquisa no que diz respeito a formação de especialistas para os programas está integrada ao Observatório História dos Recursos Humanos em Saúde (COC-OPAS-Segets/MS). Do ponto de vista metodológico essa pesquisa utilizará fontes documentais em arquivos no Rio de Janeiro, Brasília, Washington D.C., Toronto e Genebra. Foi realizada uma entrevista com Reinaldo Felippe Nery Guimarães, em 05/09/2008, com cerca de 1h20min de gravação.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Transcrição</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Reinaldo Felippe Nery Guimarães</persname>
          <persname role="subject">Germano Gerhardt Filho</persname>
          <persname role="subject">José Rodrigues Coura</persname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>Saúde pública </subject>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Erradicação de doenças</subject>
          <subject>Medicina social</subject>
        </controlaccess>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição</p>
        </userestrict>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>MUNIZ, Érico Silva . Basta aplicar uma injeção? Desafios e contradições da saúde pública nos tempos de JK (1956-1961). 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz/Fino Traço Editora/EDUEPB, 2013.
<lb/>MUNIZ, Érico Silva . 'Basta aplicar uma injeção?': concepções de saúde, higiene e nutrição no Programa de Erradicação da Bouba no Brasil, 1956-1961. História, Ciências, Saúde-Manguinhos (Impresso) , v. 19, p. 197-216, 2012. </p>
        </bibliography>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Memória da assistência médica da Previdência Social no Brasil</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02</unitid>
          <unitdate normal="1986/1988" encodinganalog="3.1.3">1986 - 1988</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 353 fitas cassete (334h)    </physdesc>
          <note type="generalNote">
            <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
          </note>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Reúne 36 entrevistas de História Oral de personagens que participaram da constituição do sistema previdenciário no Brasil, como médicos, técnicos, assistentes sociais, políticos, sindicalistas, dirigentes dos setores público e privado, entre outros. Constitui referência fundamental para o conhecimento das concepções e políticas institucionalizadas no curso da história da assistência médica previdenciária no Brasil, além de suscitar reflexão sobre os possíveis caminhos para a previdência social no país. Como marcos cronológicos desta pesquisa foram consideradas: a Lei Eloy Chaves, de 24/01/1923, que determinou a criação de uma Caixa de Aposentadoria e Pensões em cada empresa ferroviária e as atuais políticas do INAMPS, contemporâneas à realização da investigação, em particular o Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde (SUDS). O projeto obteve apoio financeiro por meio de convênio da Casa de Oswaldo Cruz com o INAMPS.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Descrição por item, organizado em ordem alfabética.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Algy de Medeiros</persname>
          <persname role="subject">Aloysio de Salles Fonseca</persname>
          <persname role="subject">Aluízio Alves</persname>
          <persname role="subject">Armando de Oliveira Assis</persname>
          <persname role="subject">Carlos Leal Jourdan</persname>
          <persname role="subject">Celso Barroso Leite</persname>
          <persname role="subject">Demisthóclides Baptista</persname>
          <persname role="subject">Dermeval Santana</persname>
          <persname role="subject">Enilda Lins da Cruz Gouveia</persname>
          <persname role="subject">Fioravanti Alonso di Piero</persname>
          <persname role="subject">Francisco Luiz Torres de Oliveira</persname>
          <persname role="subject">Geraldo Augusto de Faria Baptista</persname>
          <persname role="subject">Jessé de Souza Montello</persname>
          <persname role="subject">João Batista Ramos</persname>
          <persname role="subject">José Dias Corrêa Sobrinho</persname>
          <persname role="subject">José Fuks</persname>
          <persname role="subject">José Gomes Talarico</persname>
          <persname role="subject">José de Segadas Viana</persname>
          <persname role="subject">Lauro Jurandir de Castro Leão</persname>
          <persname role="subject">Leila Maria Bugalho</persname>
          <persname role="subject">Luís Gonzaga do Nascimento e Silva</persname>
          <persname role="subject">Luiz Moura</persname>
          <persname role="subject">Luiz Viegas da Motta Lima</persname>
          <persname role="subject">Mário Duffles</persname>
          <persname role="subject">Moacyr Velloso Cardoso de Oliveira</persname>
          <persname role="subject">Murilo Villela Bastos</persname>
          <persname role="subject">Odilon Duarte Baptista</persname>
          <persname role="subject">Paulo da Silva Cabral</persname>
          <persname role="subject">Rio Nogueira</persname>
          <persname role="subject">Severino Montenegro</persname>
          <persname role="subject">Waldemar Luiz Alves</persname>
          <persname role="subject">Zélio Coutinho</persname>
          <persname role="subject">Djalma Chastinet Contreiras</persname>
          <persname role="subject">Eli Baia de Almeida</persname>
          <persname role="subject">Nildo Eimar de Almeida Aguiar</persname>
          <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
          <corpname role="subject">Instituto Nacional de Previdência Social (INPS)</corpname>
          <corpname role="subject">Instituto Nacional de Saúde no Trabalho (INST)</corpname>
          <corpname role="subject">Sistema Nacional de Previdência e Assistência Social (SINPAS)</corpname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Previdência social</subject>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>Sistema de saúde</subject>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
        </phystech>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Junho de 2010.<lb/>Revisão em fevereiro de 2024</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
        </processinfo>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>Fundo Corrêa Sobrinho<lb/>Fundo Hésio Cordeiro<lb/>Fundo Martinus Pawel<lb/>Fundo Carlos Gentile de Mello</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição, exceto o depoimento de Hélio Beltrão que não autorizou sua divulgação</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição, exceto o depoimento de Hélio Beltrão que não autorizou sua divulgação.</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Fundação Oswaldo Cruz, Casa de Oswaldo Cruz. Memória da assistência médica da previdência social no Brasil: catálogo de depoimentos. Casa de Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, PEC/ENSP, 1989. 192 p. ilus.</p>
        </otherfindaid>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>LIMA, Nísia Trindade, HOCHMAN, Gilberto, MAIO, Marcos Chor. Os Cardeais da Previdência Social: Apontamentos sobre a Gênese de uma Elite Técnica. Previdência Em Dados. , v.3, p.20 - 26, 1988.
<lb/>
<lb/></p>
        </bibliography>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Algy de Medeiros</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-01</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">18 e 25/03/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete (4h18min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/0/9/60966305a63f15502e223ec7263352f1f1855f87480704ba0f5d661a6bbc60a8/Algy_de_Medeiros.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 18 e 25 de março de 1987.<lb/><lb/>1ª ENTREVISTA – 18/03/1987<lb/>Fita 1 – Nascimento; origem familiar; formação escolar; lembrança dos pais; o início das atividades docentes; lembranças da casa onde morava; a religião da família; visão política do pai; lembranças da Revolução de 1930; o Rio de Janeiro na juventude; a vida escolar; referência ao médico da família; a utilização da medicina caseira pela família; a opção pelo curso de medicina; o trabalho como auxiliar de tesoureiro da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários da Central do Brasil; o trabalho como médico perito do IAPI; ausência de assistência médica na Previdência, na década de 40; o trabalho como assistente do professor Luiz Feijó; o início das atividades como médico; a concessão de benefícios aos ferroviários da Central do Brasil; incidência de tuberculose e lepra entre os ferroviários; relato das viagens aos estados de São Paulo e Rio de Janeiro para pagamento de pensões pela Caixa dos Ferroviários; lembranças do curso na Escola de Medicina e Cirurgia; referencia a Mauro Barreira, líder integralista e chefe do serviço jurídico da Caixa dos Ferroviários; influência de Luiz Feijó em sua formação profissional.<lb/>Fita 2 – Influência da docência em universidades sobre a prática médica; origens da Escola de Medicina e Cirurgia; crítica à homeopatia; o atendimento a pacientes com manifestações psicossomáticas; reflexões sobre o “clima neurotizante” da sociedade atual; comentário sobre o aumento de doenças cardio-vasculares devido ao uso do fumo; o atendimento a pacientes com manifestações psicossomáticas; características da atividade do médico perito no IAPI; os critérios médicos para concessão de auxílio-doença; as atividades como médico visitante contratado pelo setor de perícia médica do IAPI; as condições sócio-econômicas dos segurados atendidos pela perícia médica; aprovação no concurso para cardiologista do IAPI, em 1949; o salário dos médicos da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários da Central do Brasil e do IAPI; autonomia da perícia médica no preenchimento dos laudos para o IAPI; a equipe de saúde no ambulatório da Rua Henrique Valadares; comentários sobre a profissão de assistente social; os cursos de pós-graduação realizados no exterior; críticas ao crescimento das escolas particulares de medicina; as experiências vividas em hospitais-gerais da Filadélfia; comparação entre o padrão de vida dos ferroviários e o dos industriários; as condições de atendimento médico no ambulatório do IAPI; comentários sobre a vida nos Estados Unidos da América; concepção dos docentes das faculdades de medicina sobre assistência médica previdenciária.<lb/><lb/>2ª ENTREVISTA – 25/03/1987<lb/>Fita 3 – Referência às opções profissionais das irmãs; comentário sobre as atividades profissionais do filho; o trabalho no setor de angiologia do Hospital Moncorvo Filho; a qualidade do serviço de angiologia do HUPE; ausência de condições para o aperfeiçoamento  profissional na Previdência Social; referência à nomeação de médicos, sem concurso, durante o governo João Goulart; aumento do número de doenças cardio-vasculares em mulheres; o funcionamento do Centro de Estudos do ambulatório do IAPI; os motivos do menor interesse pelo trabalho na Previdência; características necessárias ao médico de clínica particular; o sistema de marcação prévia de consultas no HUPE e no ambulatório do IAPI; o sistema de atendimento da patronal; comentários sobre a unificação da Previdência; as condições de assistência médica fora do eixo Rio-São Paulo; a greve dos médicos, em 1953; comentários sobre a aposentadoria de Luiz Feijó; referência à falta de enfermeiras titulares; a equipe de profissionais de saúde no ambulatório do IAPI; a utilização de instalações hospitalares da rede privada, pela equipe médica do IAPI; a contratação de médicos, sem concurso, no governo João Goulart; o trabalho no ambulatório da Casa de Saúde Portugal; características do contrato do médico credenciado pelo IAPI.<lb/>Fita 4 – A nomeação como médico da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários da Central do Brasil; a possibilidade de atendimento familiar no IAPI e na Caixa dos Ferroviários; atuação no IAPI e na Caixa dos Ferroviários; atuação como assistente do diretor médico da Caixa; o número de atendimentos diários na Caixa dos Ferroviários e no IAPI; o atendimento aos industriários nos hospitais contratados pelo IAPI; o Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU); o concurso para o quadro de médicos do IAPI, em 1949; as condições de atendimento no HUPE; as visitas a favelas como médico perito do IAPI; a Previdência Social como mercado de trabalho para os médicos; a importância econômica da atividade no consultório particular; relato de um caso de extorsão de aposentados por um servente da Caixa dos Ferroviários; o convênio entre o HUPE e o Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS); a especificidade do atendimento em hospitais universitários; as internações por interesses científico e social no HUPE; a importância do convênio com o INAMPS; comentários sobre a medicina social; o interesse pelo doente como papel social do médico; posição sobre a medicina de grupo; a indústria do ensino médico.<lb/>Fita 5 – A reforma sanitária; reflexões sobre a Previdência Social; os políticos e a impunidade no Brasil; comentários sobre o ativismo político entre os médicos.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Algy de Medeiros</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <corpname role="subject">Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE/UERJ)</corpname>
            <corpname role="subject">Serviço de Assistência Médica e Domiciliar de Urgência (SAMDU)</corpname>
            <corpname role="subject">Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
            <subject>Hanseníase</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aloysio de Salles Fonseca</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-02</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">13/05/1987 a 01/09/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 19 fitas cassete (18h49min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/c/a/2cabaa475a8123684b332a3da1cd246bb88190ffcf448944f0ae7494832cc4be/Aloysio_de_Salles_Fonseca.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra, Nilson Moraes e Nísia Verônica Trindade Lima, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 13 e 26 de maio, 02, 09 e 23 de junho, 15 e 29 de julho, 04 e 25 de agosto e 01 de setembro de 1987.<lb/>Resenha biográfica: Aloysio de Salles Fonseca nasceu no Rio de Janeiro, a 16 de dezembro de 1918. Seus pais, naturais de Pernambuco, residiam em Jabuticabal, interior de São Paulo, onde Aloysio Salles viveu até a adolescência. Neste período, recebeu algumas influências que foram determinantes em sua formação; a disciplina e a ênfase humanista do Ginásio São Luiz e o convívio com médicos locais na farmácia do pai.<lb/>	Após o Movimento Constitucionalista de 1932, em conseqüência do clima adverso às famílias nordestinas residentes em Jabuticabal, mudou para Belo Horizonte (MG). A convivência com políticos mineiros de expressão nacional, como Magalhães Pinto, Milton Campos e José Maria Alkimim, na casa de seu tio, Alberto Salles Fonseca, e o ingresso na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais foram os acontecimentos mais importantes no curto período em que viveu na cidade.<lb/>	Em 1935, mudou para o Rio de Janeiro, continuando o curso de medicina na Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Após formar-se, instalou um consultório médico na farmácia do pai, nas proximidades do morro da Mangueira, além de trabalhar como assistente voluntário do professor Genival Londres, no Hospital Souza Aguiar.<lb/>	Em 1942, foi nomeado médico da Assistência Municipal por Jesuíno de Albuquerque, Secretário da Saúde e Assistência do DF. Apesar da importância atribuída a esta nomeação, demitiu-se após três meses de atividades, devido a um convite do tio, Apolônio Salles, para que ocupasse o cargo de oficial da gabinete do Ministério da Agricultura, sua primeira experiência em administração pública.<lb/>	De 1944 a 1947, dirigiu o serviço médico da Sede Nacional de Ensino e Pesquisas Agronômicas, atual Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, realizando pesquisas e campanhas sanitárias, muitas delas em convênio com o Serviço Nacional de Malária.<lb/>	A partir da decisão do Presidente Dutra em efetivar a construção do Hospital dos Servidores (HSE), cujas obras desenvolviam-se com grande morosidade, elaborou, por solicitação do então diretor Raimundo de Brito, o projeto de organização da assistência médico-cirúrgica do hospital. Chefe da Divisão Médica desde a inauguração, criou a residência médica e o centro de estudos, além de estabelecer procedimentos de organização e controle de informações semelhantes aos de hospitais norte-americanos de médio porte.<lb/>	Em 1954, no governo Café Filho, foi nomeado diretor do HSE, demitindo-se do cargo em dezembro deste mesmo ano, em protesto, segundo seu depoimento, à atitude presidencial de não sancionar a Lei nº 1.089, aprovada pelo Congresso a partir do projeto originalmente apresentado pelo próprio Café Filho, que estabelecia a melhoria dos salários para os médicos do setor público federal. Exerceu novamente a direção do HSE, de maio de 1960 a abril de 1961, durante o governo Kubitschek e início do período Jânio Quadros, quando se demitiu devido a não-autorização deste último Presidente para a compra, pelo Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE), do Hospital da Companhia Sul América de Seguros, atual Hospital da Lagoa.<lb/>	Em fevereiro de 1962, no governo João Goulart, foi nomeado pela terceira vez diretor do HSE. Afastou-se do cargo em 1964, quando foi cedido à Universidade Federal Fluminense (UFF), instituição em que ingressara como professor catedrático de clínica médica, por concurso público, em 1958. Na UFF, exerceu os cargos de diretor da Faculdade de Medicina e, simultaneamente, do Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP), tendo firmado convênio hospitalar universitário de cooperação com o Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS). No momento, mantém as atividades docentes no HUAP.<lb/>	De novembro de 1980 a setembro de 1982, no governo João Figueiredo, exerceu pela Quarta vez a direção do HSE. Durante este período, foi também nomeado presidente do Conselho Consultivo da Administração de Saúde Previdenciária (CONASP).<lb/>	Em 1982, foi convidado pelo Ministro Hélio Beltrão para presidir o Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS). Sua gestão, que se estendeu até março de 1985, caracterizou-se pela implementação das propostas aprovadas pelo CONASP, entre as quais destacam-se a prioridade atribuída ao setor próprio da Previdência Social; a substituição do pagamento por unidade de serviço ao setor contratado, pelo sistema de Autorização de Internação Hospitalar (AIH); e o desenvolvimento das Ações Integradas de Saúde (AIS), através de convênio entre os governos federal, estadual e municipal.<lb/>	No que se refere ao trabalho em entidades médicas de caráter científico, dirigiu, em diferentes momentos, a Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, a Associação Brasileira de Ensino Médico (ABEM) e a Federação Pan-Americana de Associações e Escolas de Medicina (FEPAPEM).<lb/>	Atualmente, preside pela Segunda vez a Academia Nacional de Medicina, entidade em que ingressou como membro titular, em 1961. Além disso, é professor *honoris causa* da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco e professor emérito da Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ). Casado, Aloysio de Salles tem dois filhos e, além das funções no setor público, sempre exerceu atividades como médico liberal.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª ENTREVISTA – 13/05/1987<lb/>Fita 1 – Nascimento; a vida escolar em Jabuticabal (SP); origem familiar, influência da Revolução. Constitucionalista de 1932 na vida do pai; o contato com médicos na farmácia do pai; a mudança para Belo Horizonte; referência à farmácia do pai; relato dos pais sobre a gripe espanhola; os médicos de Jabuticabal; a importância econômica do estado de São Paulo; a vida cultural e política de Jabuticabal; a discriminação contra os nordestinos residentes na cidade durante o movimento constitucionalista; lembranças do Ginásio São Luiz; a importância do ensino de português no ginásio; os debates literários no ginásio; influência religiosa na escola e na família; comentário sobre os irmãos; as perseguições políticas sofridas pelo pai em Pernambuco; a mudança para Jabuticabal; a concepção de prática médica de Pedro Ernesto; influência dos médicos de Jabuticabal em sua escolha profissional; dedicação à clientela do consultório; características do atendimento médico em Jabuticabal; o predomínio do médico de família até 1935; a opção pela clínica médica; opinião dos pais sobre a sua escolha profissional; a relação entre médicos e farmacêuticos em Jabuticabal; referência ao médico contratado pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro; o comportamento político dos médicos de Jabuticabal, em 1932; o atendimento aos ferroviários na farmácia do pai.<lb/><lb/>Fita 2 – Assistência médica e o fornecimento de remédios aos bancários de Jabuticabal; a situação financeira dos médicos; as doenças mais freqüentes em Jabuticabal; relato do atendimento médico na cidade; lembrança do Ginásio São Luiz; o fazer dos estudantes em Jabuticabal; a mudança para Belo Horizonte; lembranças da mãe; as primeiras impressões de Belo Horizonte; o namoro dos estudantes na cidade; a dedicação aos estudos; o prestígio dos médicos; recordações de Alfredo Balena, médico da família; os professores da Faculdade de Medicina de Belo Horizonte; comentários sobre as repúblicas de estudantes; a importância dos diretórios acadêmicos no lazer estudantil; a concessão de licença especial para o ingresso na faculdade; lembranças do convívio com o tio, Alberto Salles Fonseca; lembranças de José Maria Alkimin; a relação de Alberto Salles Fonseca com políticos udenistas; as primeiras impressões do Rio de Janeiro; as matérias e os professores mais marcantes na Faculdade de Medicina de Belo Horizonte; o desenvolvimento das especialidades na medicina; o status sócio-econômico da família; a transferência do pai para o Rio de Janeiro; as condições do atendimento médico à população do Rio de Janeiro; influência do período vivido em Belo Horizonte na formação de sua personalidade.<lb/><lb/>2ª ENTREVISTA – 26/05/1987<lb/>Fita 3 – A chegada ao Rio de Janeiro, em 1935; o contexto político da cidade; a ida para a pensão da Rua das Laranjeiras; descrição do centro da cidade; a vida na pensão; o atendimento hospitalar na época; a prática médica no Hospital Moncorvo Filho; o lazer dos estudantes; lembranças do cassino, da praia e do cinema Politeama; o namoro entre estudantes e empregadas domésticas; comentários sobre a prostituição; as concepções políticas entre os estudantes; o contato com estudantes de outros cursos; os estudantes naturais de outros estados; a pensão da mãe na Rua Paissandu; a farmácia do pai na Mangueira; a morte do irmão por febre tifóide; comentários sobre a característica arquitetônica da Universidade do Brasil; o prestígio dos catedráticos da Faculdade; a criação do Instituto de Biofísica por Carlos Chagas Filho; o papel de Carlos Chagas Filho e de Olympio da Fonseca na medicina experimental; a importância do hospital no aprendizado médico; o trabalho com o professor Aniz Dias no Hospital Moncorvo Filho; características do Hospital São Francisco de Assis; a residência médica de brasileiros nos Estados Unidos e as mudanças na medicina do país; as especialidades médicas e a transformação da medicina; o início da assistência médica nos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); o aprendizado médico nos hospitais de ensino e na Santa Casa da Misericórdia; as perspectivas dos médicos recém-formados na década de 40; a formação acadêmica dos estudantes que pretendiam clinicar no interior e a dos que pretendiam ser  médicos na cidade; avaliação da qualidade de ensino da faculdade de medicina.<lb/><lb/>Fita 4 – O ensino médico nos hospitais; a visão de mundo dos jovens de sua época; lembranças das prostitutas do Mangue; o namoro com as empregadas domésticas; a importância da radiologia clínica no desenvolvimento de diagnósticos médicos; a criação da residência médica no HSE; comentários sobre homeopatia; críticas à medicina alternativa; a medicina alternativa como resultado do ceticismo atual frente à ciência; o envolvimento político dos jovens de sua época e os da geração atual; os problemas sociais enfrentados pelos estudantes de medicina de sua época e os enfrentados pelos estudantes de hoje; comparação entre a Faculdade de Medicina de Belo Horizonte e a da Universidade do Brasil; a importância da rede hospitalar criada por Pedro Ernesto; lembrança de Afrânio Peixoto, professor de higiene e saúde pública; comentários sobre a ausência de discussões sobre Previdência social no curso de medicina; descrição da divisão por especialidades médicas no Hospital Moncorvo Filho; o trabalho na farmácia do pai; referência à condição de médico de família.<lb/><lb/>Fita 5 – A relação entre médico e paciente e a massificação da medicina; a importância do avanço tecnológico na medicina; o ceticismo frente à medicina alternativa; as perspectivas profissionais ao se formar; o concurso para médico da Universidade Rural, em 1947.<lb/><lb/>3ª ENTREVISTA – 02/06/1987<lb/>Fita 5 (continuação) – A experiência no consultório próximo ao morro da Mangueira, comentários sobre Pedro Ernesto; o prestígio de Pedro Ernesto no morro da Mangueira. Característica da clientela do morro da Mangueira; referencia a Quintanilha, médico em Vila Isabel; o trabalho como assistente voluntário de Genival Londres no Hospital Souza Aguiar; a nomeação para a Assistência Municipal; o convite do tio, Apolônio Salles, para assumir a função de oficial de gabinete do Ministério da Agricultura; o mercado de trabalho para os médicos nos anos 40 e o interesse pessoal pelo emprego na Assistência Municipal; o trabalho como assistente voluntário de Genival Londres no Hospital Souza Aguiar; o trabalho como secretário particular de Apolônio Salles; a criação do Centro de Saúde da Universidade Rural; o trabalho como chefe do Serviço Médico da Universidade Rural; o convênio entre o Serviço Nacional de Malária e o Serviço Médico da Universidade Rural; referência aos serviços médicos dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); histórico da fundação do HSE; a especificidade do IPASE.<lb/><lb/>Fita 6 – Comentários sobre a Assistência Pública Municipal; a destinação de verbas para o HSE; posição do HSE na estrutura administrativa do IPASE; os motivos da qualidade do atendimento médico prestado aos funcionários públicos federais; as normas de funcionamento do HSE; os hospitais americanos de porte médio como modelo para o HSE; assessoria de técnico cubano a projetos de administração hospitalar nos anos 40; comentários sobre o casamento, em 1947; a rotina pessoal no final da década de 40; reflexões sobre o casamento; a decisão de realizar o curso de residência médica nos Estados Unidos, em 1950; a criação do centro de estudos e de residência médica no HSE; o regime de trabalho dos médicos no HSE; o salário dos médicos do HSE; o prestígio da equipe médica do HSE; o plano de carreira para médico do HSE; a nomeação dos chefes de serviço no HSE; a relação dos médicos com os demais profissionais de saúde; o serviço social no HSE; o serviço de nutrição no HSE.<lb/><lb/>4ª ENTREVISTA – 06/06/1987<lb/>Fita 7 – A Associação dos Servidores Civis da União e a criação do HSE; a importância da criação do HSE para o funcionalismo federal; a participação do governo norte-americano no financiamento da construção do HSE; comentários sobre os intelectuais da Previdência; avaliação da política social no primeiro governo de Getúlio Vargas; o Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU); influência dos médicos do HSE na elaboração do Plano SALTE (Saúde, Alimentação, Transporte e Energia); o atendimento aos servidores públicos de outros estados no HSE, a Fundação do Hospital Alcidez Carneiro, em Campina Grande (PB); a relação da direção médica do HSE com os políticos; as condições de atendimento na maternidade do HSE; os ambulatórios mais procurados no hospital; doenças relacionadas às atividades profissionais dos funcionários; a concessão de licenças médicas no HSE; a criação do serviço de higiene mental do IPASE; as atividades no consultório particular; a importância do HSE em sua trajetória profissional.<lb/><lb/>Fita 8 – Atuação na Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro; a Associação Médica do Distrito Federal (AMDF); oposição ao veto de Café Filho à lei de enquadramento dos médicos na letra “O” (nível funcional pretendido); a mobilização da AMDF pelo enquadramento dos médicos na letra “O”; o acompanhamento médico a Café Filho; posição sobre a Constituição de 1946; amigdalectomias e apendicectomias no HSE;<lb/><lb/>5ª ENTREVISTA – 23/06/1987<lb/>Fita 8 (continuação) – O curso de residência médica nos Estados Unidos; o processamento de dados nos hospitais norte-americanos; a introdução do sistema hollerit no HSE; a disciplina nos hospitais universitários norte-americanos; o comportamento dos médicos hispano-americanos nos hospitais universitários dos Estados Unidos; o aprendizado de hematologia nos hospitais universitários norte-americanos.<lb/><lb/>Fita 9 – As condições de vida como residente nos Estados Unidos; o agravamento da situação financeira pessoal; o trabalho da esposa como baby-sitter nos EUA; influência da residência médica nos EUA na modernização da medicina latino-americana; comparação entre os modelos norte-americanos e europeu de assistência médica hospitalar; referência ao desenvolvimento de atividades docentes e de pesquisa médica no HSE; o Centro de Estudos do HSE; resistência do funcionalismo ao desenvolvimento do ensino médico no HSE; a intermediação de altos funcionários e parlamentares na aprovação de recursos para o HSE; comentários sobre a oposição entre medicina de alto custo e atendimento básico à população; o prestígio do cargo de diretor do HSE; o desenvolvimento de diferentes especialidades médicas no HSE; a relação do HSE com os demais hospitais da Previdência; a nomeação de Pedro Nava para a direção do HSE feita por Juscelino Kubitschek; considerações sobre a atividade de médico de presidência da República.<lb/><lb/>Fita 10 – Comentários sobre a atividade de médico de presidentes da república; considerações sobre Juscelino Kubitschek ; a convivência com Juscelino Kubitschek após a cassação; atuação de Sobral Pinto como advogado de Juscelino Kubitschek.<lb/><lb/>6ª ENTREVISTA – 15/07/1987<lb/>Fita 10 -  Recordação dos debates sobre a Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS); a participação dos funcionários públicos na gestão do IPASE; a importância do HSE face à assistência a presidentes da República e ministros de Estado; o HSE na estrutura administrativa do IPASE; a concepção desenvolvimentista de Juscelino Kubitschek; autorização do Presidente Kubitschek para a compra de aparelho de circulação extra-corpórea pelo Hospital de Ipanema; a participação do Presidente Kubitschek em cirurgia cardíaca realizada no Hospital de Ipanema; a importância de aparelhos sofisticados para os hospitais previdenciários durante o governo Kubitschek; influência do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) na Previdência Social; a relação com políticos enquanto presidente do INAMPS; o relacionamento com o Ministro Jarbas Passarinho na condição de presidente do INAMPS; os critérios para a escolha dos superintendentes regionais do INAMPS.<lb/><lb/>Fita 11 – Referência à atuação de Nildo Aguiar na Previdência social; o relacionamento com o Ministro Hélio Beltrão; comentários sobre a demissão do Coronel Camanho da Superintendência do INAMPS em São Paulo; o credenciamento de hospitais nas gestões de Hélio Beltrão e Jarbas Passarinho no MPAS; avaliação da influência do PTB na Previdência Social nos anos 50; a proposta de criação do Serviço de Assistência Médica da Previdência Social (SAMPS); o processo de compra do Hospital da Sul América pelo IAPB; o convite de João Goulart para dirigir o HSE; as atividades da Associação dos Funcionários do HSE no governo João Goulart; avaliação da gestão de Wilson Fadul no Ministério da Saúde;<lb/><lb/>7ª ENTREVISTA – 29/07/1987<lb/>Fita 11 (continuação) – Ampliação das instalações do HSE no governo João Goulart; a proposta da criação de escola de medicina no HSE; a internação do Ministro do Exército, Jair Dantas Ribeiro, semanas antes da deposição de João Goulart; relato da visita do Presidente Goulart ao HSE, no dia 31 de março de 1964.<lb/><lb/>Fita 12 – A gestão de Jorge Dodsworth Martins no HSE; o apoio do General Golbery do Couto e Silva às atividades desenvolvidas no HSE; a nomeação para diretor do HSE no governo João batista Figueiredo; a nomeação para presidente do CONASP; as diretrizes do CONASP; a substituição de Júlio Dickstein na presidência do INAMPS; o pagamento por unidade de serviço e as fraudes na Previdência; os procedimentos para uniformização e controle de pagamentos ao setor contratado; as dificuldades após a demissão de superintendentes regionais no INAMPS; a vida pessoal após o afastamento do HSE; a mobilização da Associação dos Funcionários do HSE contra a integração do hospital ao Instituto Nacional da Previdência Social (INPS); comentários sobre a oposição entre assistência médica primária e medicina de alto custo.<lb/><lb/>Fita 13 – Comentários sobre a oposição entre assistência médica primária e medicina de alto custo; a necessidade de recursos para a assistência médica previdenciária; comentários sobre as divergências do Ministério da Saúde com Albert Sabin; comentários sobre o movimento sanitarista; a VIII Conferência Nacional de Saúde;<lb/><lb/>8ª ENTREVISTA – 04/08/1987<lb/>Fita 13 – (continuação) – Oposição do setor privado ao convênio INPS/Hospital Universitário Antônio Pedro; o custo e a qualidade dos serviços médicos dos hospitais universitários; defesa do papel supletivo da rede privada de assistência médica; as prioridades da política de saúde da Previdência definidas pelo CONASP; a ociosidade dos hospitais públicos; a Associação Brasileira de Educação Médica; avaliação do crescimento das escolas de medicina da rede particular.<lb/><lb/>Fita 14 – A participação na Comissão de Especialistas em Educação Médica do Ministério da Educação; posição sobre o controle de fraudes na Previdência; os motivos da criação do CONASP; avaliação da gestão de Jair Soares no MPAS; avaliação da gestão de Harry Graeff no INAMPS; a indicação de Júlio Dickstein para substituir Harry Graeff na presidência do INAMPS; a relação com os sindicatos de médicos durante a sua gestão no INAMPS; o processo de escolha do seu nome para a presidência do INAMPS; o desenvolvimento de planos regionais orientados pelas diretrizes do CONASP; as diferenças regionais quanto à assistência médica previdenciária; as AIS; a participação de associações comunitárias nas AIS.<lb/><lb/>9ª ENTREVISTA – 25/08/1987<lb/>Fita 15 – O CONASP e a racionalização de gastos com assistência médica; o sistema de pagamento por autorização de internação hospitalar; críticas ao atendimento de urgência em clínicas particulares; avaliação do pagamento por procedimento; a desvinculação dos honorários médicos do pagamento aos hospitais contratados; a especificidade dos convênios com hospitais universitários; as AIS; as relações entre o MPAS e o Ministério da Saúde; as dificuldades no relacionamento com os diretores dos hospitais universitários.<lb/><lb/>Fita 16 – A universalização da assistência médica previdenciária; defesa da participação comunitária local na gestão da Previdência; comentários sobre o relacionamento com os ministros Hélio Beltrão, Jarbas Passarinho e Delfim Neto; as divergências entre Hélio Beltrão e Delfim Neto.<lb/><lb/>10ª ENTREVISTA – 01/09/1987<lb/>Fita 17 – A participação da Federação Brasileira de Hospitais (FBH) no CONASP, a participação da Associação Brasileira de Medicina de Grupo no CONASP; a participação das associações médicas de caráter científico no CONASP; as divergências com os sindicatos dos médicos; avaliação das lideranças do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro; os recursos para o INAMPS durante a sua gestão; assistência médica no meio rural; os convênios com sindicatos rurais; os convênios com sindicatos urbanos; medidas de redução do numero de consultas por turno de trabalho na rede privada; medidas racionalizadoras de distribuição de médicos pelos hospitais previdenciários; comentários sobre ligamentos de trompas realizados nos hospitais previdenciários; a equalização do pagamento de partos normais e cesáreos durante a sua gestão no INAMPS.<lb/><lb/>Fita 18 – Posição sobre a eficácia das campanhas contra o uso do fumo e de bebidas alcoólicas; comentários sobre as concessões do INAMPS para tratamentos médicos no exterior; o convênio com o Ministério da Saúde para co-gestão do Instituto do Câncer; posicionamento sobre a contraposição entre ações básicas de saúde e medicina sofisticada; avaliação do Projeto Niterói; a importância de São Paulo e do Rio de Janeiro na Previdência Social; o altruísmo e o corporativismo na prática médica; definição de médico militante.<lb/><lb/>Fita 19 – A incompatibilidade entre atuação político-partidária e o exercício da medicina; avaliação da sua trajetória profissional; a relação entre o exercício profissional e a vida familiar; a importância da Previdência social em sua trajetória profissional; relato do término de sua gestão na presidência do INAMPS.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Aloysio de Salles Fonseca</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <corpname role="subject">Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)</corpname>
            <corpname role="subject">Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)</corpname>
            <corpname role="subject">Universidade Federal Fluminense (UFF)</corpname>
            <corpname role="subject">Academia Nacional de Medicina (ANM)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aluízio Alves</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-03</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">23/10/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete (2h52min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/4/d/14df595d8afcadfbe933fdf35cbd81740b2e36454b417c844c81f7646c977cde/Alu__zio_Alves.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra e Marcos Chor Maio, em Brasília (DF), no dia 23 de outubro de 1986.<lb/>Resenha biográfica:<lb/>Aluízio Alves nasceu em Angicos, Rio Grande do Norte, em 1921. Cursou o primário em Angicos e o curso secundário em Natal, formando-se pela Faculdade de Direito de Maceió (AL), em 1950.<lb/>	Redator político do jornal A República, Aluízio Alves foi ainda diretor do Serviço Estadual de Reeducação e Assistência social (SERAS), presidente da seção norte-grandense da Legião Brasileira de Assistência (LBA), diretor da Biblioteca Norte-Rio-Grandense de História e da Sociedade Brasileira do Folclore, Presidente do Centro de Estudos Sociais do Rio Grande do Norte e membro da Sociedade de Higiene mental do Nordeste. Ganhou também grande projeção como organizador dos serviços de assistência social do estado.<lb/>	Aos 24 anos, foi eleito deputado pelo Rio Grande do Norte, à Assembléia Nacional Constituinte, na legenda da União Democrática Nacional (UDN). Neste primeiro mandato, tornou-se membro da Comissão Permanente de Legislação Social da Câmara dos Deputados, tendo integrado também a Comissão de Inquérito sobre Arrecadação e Aplicação das Rendas dos Institutos de Previdência.<lb/>	Em 1947, apresentou o projeto de criação da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS), que tramitou pelo Congresso durante 13 anos, sofrendo diversas modificações em sua versão original, até ser transformada em lei, em 1960.<lb/>	Também foi de sua autoria o projeto que transferiu a responsabilidade dos acidentes de trabalho de empresas particulares para a órbita da Previdência social, posteriormente transformado em lei.<lb/>	Em seu segundo mandato como deputado federal, sempre na legenda da UDN, voltou a atuar na Comissão de Legislação Social e, em 1956, participou da Conferência Internacional do Trabalho, realizada em Genebra, Suíça, como observador parlamentar.<lb/>	Em 1960, elegeu-se governador do Rio Grande do Norte, exercendo seu mandato até 1966 quando, filiado à Aliança Renovadora Nacional (ARENA), foi eleito deputado federal. Em 1969, foi cassado e, afastado da vida pública, passou a se dedicar à iniciativa privada. Em 1973, filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB).<lb/>	Em 1978, retornou à vida política embora ainda permanecesse impedido de atuar politicamente. Um ano depois, já anistiado, ingressou no Partido Popular (PP), incorporado em 1982 ao PMDB. Lançou-se candidato ao governo do Rio Grande do Norte, sendo derrotado nas eleições realizadas no mesmo ano.<lb/>	Em 1984, trabalhou na articulação da candidatura de Tancredo Neves à Presidência da República. Com a posse do novo governo, em março de 1985, Aluízio Alves assumiu o Ministério da Administração, permanecendo até 1988.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1 – A experiência na ajuda aos flagelados da seca de 1942 no Rio Grande do Norte; o trabalho como diretor do SERAS no Rio Grande do Norte; assistência aos menores carentes; atuação na LBA; o contato com Darcy Vargas no Rio de Janeiro; a criação da Escola de Serviço Social do RN, em 1942; origem familiar; a vida escolar e o trabalho na imprensa; a preocupação com a questão social; o ingresso na política e a campanha para a Assembléia Nacional Constituinte; lembranças da Revolução de 1930; as relações políticas do pai; o Golpe de 1937; as reações antigetulistas e a saída do colégio; o ingresso na UDN; atuação como deputado na Assembléia Constituinte; o trabalho na Comissão de Legislação Social do Congresso; a confecção do projeto de LOPS; o contato com dirigentes; os técnicos e atuários da Previdência Social, as resistências ao projeto; o Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB); o veto do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) ao projeto da LOPS; a negociação política para aprovação da LOPS; o projeto de João Batista Ramos; a Previdência Social para o trabalhador rural, a questão do seguro de acidentes de trabalho; a UDN e a questão social; análise da Previdência Social antes da uniformização; a utilização dos recursos previdenciários pelo governo; a situação financeira dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); assistência médica no projeto da LOPS; a organização do Serviço de Assistência Médica da Previdência Social (SAMPS).<lb/><lb/>Fita 2 – O Ministério da Saúde e a assistência médica; a transferência do seguro de acidentes do trabalho para a Previdência social; a campanha das seguradoras contra o projeto de estatização do seguro de acidentes de trabalho; algumas características do projeto da LOPS apresentado em 1947, influências da experiência internacional; o auxílio dos técnicos e atuários na confecção do projeto de LOPS; os problemas criados para a extensão da Previdência Social aos trabalhadores rurais e domésticos; atuação dos partidos políticos na Comissão de Legislação Social da Câmara dos Deputados; os problemas do trabalhador rural; as comunidades de serviços; as diferenças entre os institutos; os vários projetos de LOPS; a criação do Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS); concepção de segurado e de associado; a conversa com Eloy Chaves; a Previdência Social e o populismo; ação do PTB; o projeto de LOPS no governo Kubitschek; o destino dos recursos financeiros da Previdência Social; as injunções políticas nos IAPs; o controle dos empregados na estrutura previdenciária pelo PTB; o substituto Batista Ramos; o acordo com Gustavo Capanema para aprovação da LOPS; atuação parlamentar; o trabalho como jornalista da Tribuna da Imprensa; denúncia de escândalos.<lb/><lb/>Fita 3 – A Previdência Social no RN: o I Congresso Brasileiro de Previdência Social; posição dos trabalhadores sobre a direção colegiada; opinião sobre a versão da LOPS aprovada em 1960; as últimas negociações para aprovação da LOPS; atuação do deputado Carlos Lacerda; a “dramática vigília” na noite da aprovação da LOPS; a Previdência Social no campo; o custeio da Previdência social; comentário sobre a unificação dos IAPs; a participação como observador na Conferência Internacional do Trabalho realizada em Genebra, em 1956; a questão da homologação dos acordos internacionais pelo Congresso Nacional; o governo Kubitschek e os trabalhadores; atuação como governador do RN (1961/1966); a Previdência Social depois de 1964; a criação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE); o Ministério da Administração e a reforma administrativa; comentário sobre a administração pública brasileira; o grupo de técnicos do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI); o Projeto Brochado da Rocha para universalização da Previdência Social; a utilização pessoal dos serviços da Previdência Social; lembranças da passagem de Lampião por Angicos (RN), a Intentona comunista em Natal; comentário sobre a sua trajetória política.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <persname role="subject">Aluízio Alves</persname>
            <corpname role="subject">Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS)</corpname>
            <corpname role="subject">Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
            <geogname>Brasília (DF)</geogname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>ALVES, Aluísio (verbete). Disponível em: &lt;http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/alves-aluisio&gt;.</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Armando de Oliveira Assis</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-04</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">26/01/1987 a 13/04/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 21 fitas cassete (19h41min).    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/4/1/c4189303f96e87ca38c0ba5ec227cd09eea86ec5274ba309ff008803e07d3a2d/Armando_de_Oliveira_Assis.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Marcos Chor Maio, Nilson Moraes e Gilberto Hochman, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 26 de janeiro, 02, 09, 16, 23 de fevereiro, 16 de março, 06 e 13 de abril de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica: Armando de Oliveira Assis nasceu em Piracicaba, São Paulo, a 27 de Março de 1912, filho do dentista Francisco Ribeiro de Assis e de Adélia de Oliveira Assis. Realizou seus estudos básicos em Piracicaba (SP) e Juiz de Fora (MG), para onde mudou após o falecimento de seu pai.<lb/>	Em Juiz de Fora, trabalhou como tipógrafo no jornal de propriedade do seu avô materno. Mais tarde, transferiu-se para o Rio de Janeiro, cursando o internato do Colégio Pedro II, e depois a Faculdade Nacional de Direito, diplomando-se em 1936.<lb/>	Durante os seus estudos na faculdade de direito, trabalhou no escritório de advocacia de um tio, e depois ingressou na Companhia Adriática de Seguros, onde teve os primeiros contatos com as técnicas de seguro e cálculo atuarial.<lb/>	Em dezembro de 1937, prestou concurso para o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI), ingressando na carreira de secretaria, em janeiro de 1938.<lb/>	No IAPI, chefiou a secretaria do Departamento de Benefícios, de 1938 a 1940, assumindo no ano seguinte o cargo de diretor do departamento. Entre 1946 e 1955, já como assistente-técnico do Departamento de Benefícios, foi encarregado das relações com as instituições internacionais de seguridade social. Em 1956, assumiu a direção da Divisão de Estudo e Planejamento do IAPI, permanecendo no cargo até 1964, quando passou a consultor-administrativo da presidência do IAPI.<lb/>	Durante a década de 50, Armando de Oliveira Assis participou de inúmeras comissões de estudos e de apoio legislativo na área da Previdência Social. Integrou ainda a equipe, que junto à Fundação Getúlio Vargas (FGV), assessorou o deputado Aluízio Alves na revisão do projeto de Lei Orgânica da Previdência social (LOPS). Deste trabalho resultou a publicação, em 1950, de A Previdência Social no Brasil e no Estrangeiro.<lb/>	Participou, como representante das instituições de Previdência social brasileiras, de várias reuniões e congressos internacionais patrocinados pela Associação Internacional de Seguridade Social (AISS), Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Organização Ibero-Americana de Seguridade Social (OISS).<lb/>	Entre 1965 e 1966, foi designado representante do governo no Conselho Diretor do Departamento Nacional de Previdência Social (DNPS), e depois diretor do mesmo departamento. Entre abril e julho de 1966, ocupou a chefia de gabinete do Ministro do Trabalho e Previdência social.<lb/>	Além disso, entre outros cargos, presidiu o Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS) em dois períodos, sendo o Conselho  de Recursos da Previdência Social (CRPS) em dois períodos, sendo o último entre 1973 e 1985.<lb/>	Autor de inúmeros trabalhos e artigos publicados em revistas brasileiras e estrangeiras, Armando de Oliveira Assis preocupou-se durante toda a sua carreira com o debate de questões polêmicas no campo da previdência e do seguro social.<lb/><lb/>1ª ENTREVISTA – 26/01/1987<lb/>Fita 1 – Nascimento; origem familiar; lembranças de Piracicaba (SP) e de Juiz de Fora (MG); admiração pelo avô materno; o trabalho no jornal Correio de Minas, de propriedade do avô; posição política do avô; comentários sobre a família; o falecimento do pai e a mudança para Juiz de Fora; a clientela do consultório de odontologia do pai; formação religiosa.<lb/><lb/>Fita 2 – O contato com o pai; a situação financeira após o falecimento do pai; a saúde da mãe; lembranças da pobreza em Juiz de Fora; a orientação política do jornal do avô; avaliação do desempenho como aluno; as relações com os colegas; as leituras da infância; o gosto pelo estudo da língua portuguesa; influencia do professor de português do internato do Colégio Pedro II; a facilidade para redigir textos; atuação política do avô materno; opinião sobre a política e os políticos.<lb/><lb/>Fita 3 – João Carlos Vital e a confiança no concurso público; a experiência em um concurso para o Ministério da Agricultura; a descrença em relação aos concursos públicos; a inscrição para o concurso do IPAI, em 1937; aprovação no concurso; relato da apresentação ao IAPI no primeiro dia de trabalho; comentários sobre João Carlos Vital.<lb/><lb/>2ª ENTREVISTA – 02/02/1987<lb/>Fita 3 (Continuação) – O grupo escolar em Piracicaba; comparação entre o ensino de São Paulo e o de Minas Gerais; as relações com os colegas no ginásio; as matérias preferidas; os motivos da ida para o Rio de Janeiro; a opção pela advocacia; o trabalho no escritório de advocacia do tio.<lb/><lb/>Fita 4 – O trabalho no escritório de advocacia; comentário sobre o internato no Colégio Pedro II; comentário sobre os professores do internato; o conhecimento de línguas estrangeiras; a rotina no internato; a decisão em cursar a faculdade de direito; o movimento estudantil no Colégio Pedro II; o “tiro de guerra” no Pedro II; o entusiasmo com a Revolução de 1930; recordação de fatos políticos; o emprego na companhia de seguros; o ingresso na faculdade de direito; os professores da faculdade; opinião sobre a prática da advocacia.<lb/><lb/>Fita 5 – Os primeiros empregos após a formatura; o trabalho na Companhia Adriática de Seguros; o trabalho no setor de seguros de vida; o aprendizado de estatística e atuária; as diferenças entre seguro privado e seguro social; o salário inicial do IAPI; a inscrição no concurso do IAPI feita pela noiva; a descrença nos concursos públicos; as matérias do concurso básico do IAPI; o gosto pela música; lembranças do dia do concurso; opinião sobre o concurso; as repercussões da aprovação no concurso.<lb/><lb/>Fita 6 – As matérias do concurso de segunda entrância; o impacto do concurso na carreira dentro do IAPI; o sistema de mérito; a importância dos conhecimentos de técnica do seguro; o trabalho no Departamento de Benefícios do IAPI; as primeiras promoções; promoção à chefia do Departamento de Benefícios; relato da evolução da Previdência social no Brasil; o papel dos atuários do Ministério do Trabalho;<lb/><lb/>3ª ENTREVISTA – 09/02/1987<lb/>Fita 6 – (continuação) – O concurso do IAPI como modelo para o serviço público; o trabalho como assistente de Júlio de Barros Barreto; atuação como diretor do Departamento de Benefícios; as funções do departamento; os conflitos no departamento; a rigidez com os subordinados; a formação do “espírito de corpo” no IAPI.<lb/><lb/>Fita 7 – As responsabilidades do Departamento de Benefícios; as especialidades do funcionalismo do IAPI; a implantação de regras de promoção; a diferença entre o Departamento de Benefícios e o de Inversões; a generalização do sistema de apuração de mérito; o excesso de trabalho no Departamento de Benefícios; as reclamações dos funcionários contra os critérios de promoção; a organização do IAPI; os benefícios concedidos; a dificuldade para concessão de aposentadoria por tempo de serviço; a revista Inapiários; objetivos dos artigos escritos para a revista; resposta às críticas ao instituto.<lb/><lb/>Fita 8 – A representação de patrões e empregados nos conselhos do IAPI; seguro social e seguro privado; as reclamações dos segurados; crítica ao entendimento de Previdência Social como solução para todos os problemas nacionais; desejo de mudanças na Previdência social e no país; a Previdência social como união de solidariedade com reciprocidade; sugestões para a nova Constituição; concepção de Previdência Social.<lb/><lb/>Fita 9 – Crítica à concepção de Previdência Social como panacéia;<lb/><lb/>4ª ENTREVISTA – 16/02/1987<lb/>Fita 9 (continuação) – Os artigos publicados como resposta às críticas dos segurados; resposta às críticas em relação ao excesso de receitas e insignificantes despesas do instituto; o investimento do IAPI em imóveis e construções; os objetivos dos artigos escritos para as revistas Industriários e Inapiários; principais críticas à política do IAPI; aplicação rigorosa do plano estabelecido pela comissão organizadora do IAPI; as relações com a OIT e AISS; atuação como elemento de ligação com as instituições estrangeiras de Previdência social; a organização e leitura de trabalhos produzidos sobre Previdência Social.<lb/><lb/>Fita 10 – Comentários sobre o Plano Beveridge e seu impacto; comentários sobre direito previdenciário; o significado do Plano Beveridge; a criação do Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB); o ceticismo quanto à viabilidade do ISSB; a Previdência social hoje; a unificação dos Institutos desejada pelos técnicos.<lb/><lb/>Fita 11 – A necessidade de unificação da Previdência; o ISSB; defesa da unificação antes do Plano Beveridge; crítica à diferenciação existente entre os segurados; comentários sobre o ISSB; a questão da reabilitação profissional; o fracasso do ISSB; a Previdência social no Estado Novo; as relações com políticos; os congressos de delegados eleitores do IAPI; o Instituto de Direito social (SP); mudanças na administração do IAPI, entre 1941 e 1945.<lb/><lb/>5ª ENTREVISTA – 23/02/1987<lb/>Fita 11 (continuação) – As atividades realizadas ao deixar o Departamento de Benefícios; o contato com organizações nacionais e internacionais de Previdência social; referência a Rudolf A. Méttal.<lb/><lb/>Fita 12 – A Comissão Permanente de Intercâmbio e a Comissão Permanente de Direito Social; as funções do assistente-técnico no IAPI; a filiação do IAPI à AISS; comentários sobre a expressão seguridade social; concepções de William Beveridge; o estudo das doutrinas estrangeiras; a diversidade entre os institutos; o debate com dirigentes sindicais sobre a unificação; os argumentos pró e contra a unificação; a universalização da Previdência.<lb/><lb/>Fita 13 – A participação no trabalho da FGV sobre Previdência Social; a equipe de trabalho na FGV; o trabalho de subsidio ao projeto do deputado Aluízio Alves; atuação do deputado Aluízio Alves; resistência à unificação; o Estado Novo e o IAPI; o “espírito inapiário”; as várias versões da LOPS; a participação nos debates sobre Previdência social; os motivos da demora na aprovação da LOPS; os privilégios de determinadas categorias; posição dos técnicos em relação à unificação; o ISSB; opinião sobre o serviço social.<lb/><lb/>Fita 14 – Comentário sobre o serviço social na Previdência social;<lb/><lb/>6ª ENTREVISTA – 16/03/1987<lb/>Fita 14 (continuação) – comentários sobre o trabalho A Previdência Social no Brasil e no Estrangeiro, realizado em 1950; atuação durante a tramitação da LOPS; os argumentos dos opositores da LOPS; pesquisa e estudo da legislação internacional; a importância da experiência estrangeira em Previdência Social; a inspiração na legislação italiana e francesa; o estágio na Previdência social francesa; a importância da legislação na Previdência Social italiana; os problemas de assistência médica na Previdência Social.<lb/><lb/>Fita 15 – Reflexão sobre as principais responsabilidades da Previdência Social; considerações sobre a assistência médica; o problema da reabilitação profissional; o desvirtuamento dos objetivos da Previdência Social; a implantação da assistência médica no IAPI; o papel da assistência médica na redução dos gastos com benefícios; crítica à medicina exclusivamente curativa fornecida pela Previdência Social; o seguro de acidentes de trabalho; assistência patronal do IAPI; a perícia médica no IAPI; o trabalho na subchefia do IAPI, entre 1955 e 1956; a criação da Divisão de Estudos e Planejamento.<lb/><lb/>Fita 16 – O tipo de médico necessário ao IAPI; os estudos sobre a readaptação profissional; a resistência no IAPI; os estudos sobre readaptação; mudança de opinião a partir do contato com políticos; comentários sobre a direção colegiada criada pela LOPS.<lb/><lb/>7ª ENTREVISTA – 06/04/1987<lb/>Fita 17 – A crise financeira dos institutos; a LOPS e a unificação administrativa; as alternativas discutidas para solucionar a crise dos institutos; posição como representante do governo frente às reivindicações dos segurados; o trabalho de explicar o funcionamento da Previdência Social ao público e aos funcionários; as críticas dos segurados e dos empregadores; o clima de conflito na direção colegiada; as reivindicações dos empresários; a questão da tríplice contribuição; comentário sobre a responsabilidade de administração da Previdência Social.<lb/><lb/>Fita 18 – As críticas da opinião pública; o regime autoritário e a Previdência Social; comentários sobre a política habitacional do IAPI; o episódio em que se decidiu a venda de imóveis do IAPI; oposição à unificação; os problemas causados pela diversidade dos institutos; os problemas no processo de unificação a hegemonia do IAPI no processo de unificação.<lb/><lb/>Fita 19 – A importância do concurso do IAPI para a carreira na Previdência Social; as razões da ascensão dos técnicos do IAPI.<lb/><lb/>8ª ENTREVISTA – 13/04/1987<lb/>Fita 20 – O funcionamento do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS); a escolha dos membros do CRPS; a rotina do CRPS; a criação do Ministério da Previdência Social; a participação na elaboração da Lei nº 5.890 que unificava a legislação; o papel da Previdência privada e complementar; noção de risco social.<lb/><lb/>Fita 21 – O risco social como conceito fundamental; a necessidade de modificações na legislação; comentários sobre o passado; a paixão pela Previdência social; resumo da trajetória de vida até o congresso no IAPI.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <persname role="subject">Armando de Oliveira Assis</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição, com exceção da fita 11, lado A, cuja transcrição não foi possível por problemas técnicos na gravação.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição, com exceção da fita 11, lado A, cuja transcrição não foi possível por problemas técnicos na gravação.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Carlos Jourdan</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-05</unitid>
            <unitdate normal="1987/1988" encodinganalog="3.1.3">02/09/1987 e 26/01/1988</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete (5h27min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/9/8/1984adf3b3838d67148d61e195d61227b0afa262bcdbfa0e9b0e5f6a7bc8f71e/Carlos_Leal_Jourdan.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Gilberto Hochman, Luiz Octávio Coimbra e Paulo Gadelha, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 02 de setembro de 1987 e 26 de janeiro de 1988.<lb/><lb/>Resenha biográfica: Carlos Leal Jourdan nasceu no Rio de Janeiro, em 1909, no bairro de São Cristóvão, e foi criado pela mãe, viúva e professora do Instituto de Educação. Cursou o colégio Militar e formou-se pela Escola de Engenharia da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1932.<lb/>	Em 1927, começou a trabalhar para a Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB). Depois, passou pela Prefeitura do Distrito Federal e pelo Observatório Nacional, até que em 1936, participou do segundo concurso para a constituição do atuariado do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio (MTIC), iniciando uma carreira que anos mais tarde o levaria à presidência do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA). Na segunda metade da década de 40, foi diretor de publicações do IBA.<lb/>	Carlos Jourdan ocupou vários cargos de confiança na estrutura da Previdência Social brasileira; foi chefe de seção e chefe de serviços. Em 1951, foi nomeado para a direção do serviço atuarial do MTIC, posto  que ocupou por 15 anos ininterruptos, trabalhando durante a gestão de 25 ministros.<lb/>	Presidente do Conselho Atuarial do MTIC, de 1951 a 1966, reuniu à sua volta um grupo de atuários que teve relevante atuação na administração pública.<lb/>	Após o movimento político-militar de 1964, colaborou na instituição do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Em 1966, requereu sua aposentadoria. Em 1969, contratado pela Companhia Federal de Seguros, vinculada ao Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS), foi responsável pela implantação dos planos de seguro até a privatização da empresa.<lb/><lb/>1ª ENTREVISTA – 02/09/1987<lb/>Fita 1 – Nascimento; origem familiar; comentário sobre o Colégio Militar; a escola de engenharia; o trabalho na EFCB; medições para a Prefeitura do Rio de Janeiro; comentário sobre a Caixa de Previdência dos Empregados da EFCB; os cálculos atuariais nas Caixas de Aposentadoria e Pensões (CAPs); a gripe espanhola no Rio de Janeiro; comentário sobre as companhias privadas de seguro; a inspetoria de seguros do MTIC; referência a João Carlos Vidal; o primeiro concurso para o atuariado do MTIC, em 1934; o segundo concurso para o atuariado do MTIC, em 1936; os primeiros atuários.<lb/><lb/>Fita 2 – Referência aos antigos atuários; o ingresso no atuariado do MTIC; a carta de Mário Rezende a João Carlos Vidal; o encontro com Paulo Câmara; o trabalho de Sylvio Pinto Lopes na Comissão Permanente de Tarifas (MTIC); referencia a Clodoveu de Oliveira; os primeiros atuários do MTIC; o funcionamento do Conselho Atuarial do MTIC; a posição do Conselho Atuarial na criação do Serviço Social da Indústria (SESI) e do Serviço Social do Comércio (SESC); o apoio à causa constitucionalista, em 1932; referência a Costa Leite; referência a Oscar Porto Carreiro; os primeiros atuários do MTIC; as pesquisas estatísticas nos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs) e nas CAPs; referência a Oscar Porto Carreiro.<lb/><lb/>Fita 3 – Homenagem a Oscar Porto Carreiro; referência a Rio Nogueira; referência a Jessé Montello; o atendimento a pedido do Ministro do Trabalho Parsifal Barroso.<lb/><lb/>2ª ENTREVISTA – 26/01/1988<lb/>Fita 3 (Continuação) – A fiscalização das companhias de seguro privado; referência a Clodoveu de Oliveira; a tábua para cálculo das indenizações em acidentes de trabalho; o desentendimento entre Paulo Câmara e o Ministro Morvan de Figueiredo; as pressões das companhias de seguro privado; o apoio de Assis Chateubriand às seguradoras privadas; comentário sobre a Companhia Federal de Seguros; o seguro-educação; a privatização da Companhia Federal de Seguros.<lb/><lb/>Fita 4 – A privatização da Companhia Federal de Seguros; a estatização do seguro de acidente do trabalho; os congressos internacionais de atuária; o caso da obtenção do visto diplomático para Gastão Quartim Pinto de Moura; o interesse de Getúlio Vargas no serviço atuarial do MTIC; a compra de casas da Previdência Social por jornalistas; o discurso de João Goulart em São Paulo; a viagem para o Congresso Internacional de Atuária, em Madrid; parecer contrário ao abono de natal prometido pelo Ministro João Goulart (MTIC); o aumento do salário mínimo, em 1954; a reunião com Getúlio Vargas no Palácio Rio Negro, em Petrópolis (RJ); crítica pública de João Goulart aos atuários; comentários sobre a criação do SESI e do SESC; referência a Jessé Montello; o projeto de pensão automática para as viúvas de homens ilustres; o relacionamento com algumas autoridades políticas da República.<lb/><lb/>Fita 5 – Comentário sobre a aposentadoria por tempo de serviço; comentário sobre a criação da aposentadoria para os ferroviários; o encontro com oficiais militares no serviço atuarial; referência a Severino Montenegro; o IBA; o plano proposto pelos atuários para unificação dos benefícios previdenciários, comentário sobre a regulamentação da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS); referência a Thomás Russel Raposo de Almeida; as tábuas estatísticas para cálculo de despesas médicas e hospitalares; a elaboração do Plano de Assistência Médica para o Exército; propósito de criação de um seguro-desemprego; a participação de Oscar Porto Carreiro na elaboração do seguro-desemprego.<lb/><lb/>Fita 6 – A reunião com o Ministro do Trabalho Arnaldo Sussekind sobre seguro-desemprego; a criação do FGTS; a demissão de Oscar Porto Carreiro; os motivos do pedido de aposentadoria em 1966; o desentendimento com Sylvio Pinto Lopes; o trabalho com Oscar Porto Carreiro; os rumos dos atuários após a unificação da Previdência; o Conselho Atuarial do MPAS; a implantação da Companhia Federal de Seguros; referência a Gerson de Carvalho; a elaboração dos cálculos atuariais da Companhia Federal de Seguros; comentário sobre a remuneração dos atuários.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <persname role="subject">Carlos Leal Jourdan</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Celso Barroso Leite</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-06</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">03/09/1986 a 12/11/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 12 fitas cassete (10h23min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/2/8/9287f9f798c97d0e722403f633fcfe8cf76dc8fffa2ce55718edad4b0a580069/Celso_Barroso_Leite.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra, Marcos Chor Maio e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 03, 10, 17 de setembro e 12 de novembro de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica: Celso Barroso Leite nasceu em Santo Antônio de Pádua, Rio de Janeiro, a 6 de novembro de 1917. É bacharel em direito e jornalismo, e mestre em jornalismo pela Universidade de Siracuse, EUA.<lb/>	Funcionário do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI) através de concurso público, exerceu, entre outros cargos, o de chefe do serviço de divulgação e diretor do Departamento de Benefícios.<lb/>	Fundador e primeiro diretor da revista Industriários, foi secretário-geral do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MPAS), tendo ocupado o cargo de ministro interino. Além disso, exerceu a função de secretário de Previdência Social, do Ministério de Previdência e Assistência Social (MPAS), e coordenador das comissões de Intercâmbio Internacional e de Acordos Internacionais de Previdência Social. Assessorou a Coordenação-Geral do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), e foi também diretor-executivo da Coordenação do Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES).<lb/>	Entre as suas principais atribuições, destacam-se a de assessor-técnico da comissão instituída para estudar a reformulação da Previdência Social, em 1964, relator da comissão que elaborou o regimento geral da Previdência Social, em 1967, membro da comissão de elaboração do projeto que, transformado em lei, incluiu o seguro de acidentes do trabalho na Previdência Social; e da comissão de sua regulamentação. Chefiou a delegação brasileira na reunião de ministros responsáveis pelo bem-estar social, em 1968, e foi membro das delegações brasileiras na Conferência Internacional do Trabalho, realizada em Genebra, em 1968 e 1974.<lb/>	Presidiu ainda a reunião de peritos sobre prevenção e reparação dos acidentes de trabalho, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 1979, e coordenou o grupo que preparou a Consolidação das Leis da Previdência Social, e 1977, e sua atualização em 1984. Participou da comissão que preparou o desdobramento do Ministério do Trabalho e Previdência Social em dois ministérios (MT e MPAS).<lb/>	Celso Barroso Leite é considerado fonte obrigatória de consultas bibliográficas, devido aos inúmeros textos que publicou sobre Previdência social e Legislação Social. Atualmente é pesquisador bolsista do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), membro do Comitê Consultivo sobre pesquisas em seguridade social, da Associação Internacional de Seguridade Social (AISS).<lb/><lb/>1ª ENTREVISTA – 03/09/1986<lb/>Fita 1 – Nascimento; origem familiar; a profissão do pai; a situação financeira da família; o início da carreira profissional; lembranças de Santo Antônio de Pádua (RJ); passagem pelo trabalho na CAPES; a vida escolar; lembranças da Revolução de 1930; referência a um professor de matemática; as leituras da infância; o ingresso na faculdade de direito, em 1935; a carreira profissional ao chegar no Rio de Janeiro; o estudo da língua inglesa e o trabalho como tradutor da Seleção Reader’s Digest; os motivos da opção por direito e pela faculdade em Niterói (RJ); lembranças do trabalho no armarinho em Santo Antônio de Pádua; ajuda de um comerciante sírio; comentário sobre as dificuldades financeiras do pai; a ida da família para o Rio de Janeiro; a sobrevivência e a rotina no Rio de Janeiro; lembranças dos lugares em que morou no Rio de Janeiro; considerações sobre a sua participação política; posição ideológica; as leituras e preocupações atuais; a questão da participação política; lembranças de Filinto Müller; o aprendizado da língua inglesa.<lb/><lb/>Fita 2 – O concurso para o IAPI; a importância do ingresso no IAPI; o impacto do concurso; os contatos anteriores com a Previdência Social; as peculiaridades da criação do IAPI; a preparação para o concurso; as matérias do concurso; o trabalho no setor de processamento de dados; a resenha de livros para a revista Inapiários; o surgimento da revista Inapiários; os temas abordados pela revista; características do IAPI; a formação de um “espírito de corpo” entre funcionários do IAPI; o Clube dos Inapiários; a convivência com João Carlos Vital e Plínio Cantanhede; as preocupações de Plínio Cantanhede com as reservas do IAPI; a hierarquia no IAPI; assistência médica no Instituto; comparação entre o IAPI e os outros institutos; o casamento com uma funcionária do IAPI; o “espírito inapiário: ; a carreira na Previdência Social; o interesse pela divulgação da Previdência Social; a criação do serviço de divulgação do IAPI; os cargos ocupados no IAPI; a importância da consolidação dos atos normativos do IAPI; o surgimento da revista Industriários; as colaborações para a revista; a necessidade do estudo da doutrina da Previdência Social; os trabalhos publicados sobre Previdência Social; o Centro de Estudos da Previdência Social (CEPS); comentário sobre o papel do divulgador da Previdência Social; o financiamento e objetivos do CEPS.<lb/><lb/>2ª ENTREVISTA – 10/09/1986<lb/>Fita 3 – A preocupação com o estudo da doutrina da Previdência Social; o curso de jornalismo em Siracuse (EUA); comentário sobre o estilo de redação no trabalho de divulgação; o curso de inglês; a transferência para o setor jurídico do IAPI; as publicações e o esforço para a divulgação da Previdência Social; comentário sobre A Cartola do Mágico, publicada pelo IAPI; comentários sobre as pressões para a introdução da assistência médica no IAPI; as críticas dos jornais à Previdência Social; os objetivos da política habitacional do IAPI; os engenheiros do IAPI; referência a Alim Pedro, presidente do IAPI; o processo de indicação dos presidentes dos institutos; as associações e os clubes formados nos conjuntos habitacionais do IAPI; o trabalho de divulgação e esclarecimento das normas dos conjuntos habitacionais do IAPI; lembranças de solenidades nos conjuntos habitacionais; os critérios na distribuição de apartamentos aos segurados inscritos; referência à filmagem dos conjuntos habitacionais do IAPI para divulgação; a preocupação de Alim Pedro com a construção de conjuntos habitacionais; comentários sobre o tamanho e a localização dos conjuntos habitacionais; características dos planos de investimentos do IAPI; o financiamento da revista Inapiários; a criação da revista Industriários; o trabalho como articulista de revista; o público leitor da revista Industriários; a participação de técnicos do IAPI na elaboração da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS); a qualidade da revista  Industriários.<lb/><lb/>Fita 5 – A criação da revista Industriários; os objetivos da revista; o impacto no Brasil das mudanças ocorridas na Previdência social de outros países; a preocupação do IAPI com as despesas; o trabalho de divulgação da imagem do IAPI; a falta de compreensão dos segurados em relação aos institutos; o ABC do Associado; o atendimento ao segurado pelo IAPI; comentários sobre o Plano de Benefícios do IAPI; a reação dos funcionários à unificação da Previdência Social; crítica à posição dos bancários frente à unificação; a liderança do IAPI na unificação; o trabalho como procurador do IAPI; concepção de Previdência social; as razões da não inclusão da assistência médica no plano inicial do IAPI; comparação entre o IAPI e o Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE); introdução da assistência médica no IAPI, em 1949; o papel dos procuradores e atuários no IAPI; as razões do poder dos atuários; a jornada de trabalho dos fiscais e procuradores; a criação da assistência patronal do IAPI; comentários sobre o “espírito de corpo” dos funcionários do IAPI; as diferenças entre os funcionários do IAPI; a reação diante da transferência para a carreira de procurador; as facilidades dos funcionários graduados do IAPI; o trabalho na CAPES; as relações com membros do governo; o trabalho com o Ministro Jarbas Passarinho; autodefinição como tecnocrata; relação entre os “cardeais” do IAPI e o movimento político-militar de 1964; posição políticas enquanto funcionário; os motivos da ascensão dos “cardeais” do IAPI.<lb/><lb/>Fita 6 – O caráter apolítico dos “cardeais” do IAPI; a tentativa de prisão de José Dias Corrêa Sobrinho, feita por um coronel em 1964; o trabalho como assistente do diretor do Departamento de Benefícios do IAPI; o convite para dirigir o Departamento de Benefícios; relato da resolução de problemas cotidianos no IAPI; relato do caso de demissão de um chefe da perícia médica do IAPI; o trabalho de consolidação das normas do IAPI; os problemas da burocracia e desperdício no serviço público.<lb/><lb/>3ª ENTREVISTA – 17/09/1986<lb/>Fita 6 (continuação) – Considerações sobre os marcos fundamentais na história da Previdência Social; a política bismarckiana; a Conferência de Filadélfia e o Relatório Beveridge; Previdência social e atenuação dos conflitos sociais; comentários sobre o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Social do Comércio (SESC); opinião sobre o funcionamento do Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU); os motivos da criação, por Bismarck, das formas de proteção social na Alemanha; comentários sobre a relação do funcionário público com o poder; a questão do desconhecimento e da incompreensão da Previdência Social.<lb/><lb/>Fita 7 – Comentário sobre a perda de autonomia dos IAPs; apresentação de tese em congresso sobre Previdência Social, em 1948; referência a Alim Pedro; a proposta do Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB); considerações sobre a postura do funcionário público frente a determinações de caráter político; a neutralidade dos técnicos; o aumento de pressões políticas sobre a Previdência social, depois de 1945; os técnicos frente à política; comentário sobre o “espírito inapiário” e a política na Previdência Social; a direção colegiada e o excesso de admissões de funcionários; a recusa de uma proposta para defender as contratações consideradas excessivas; a necessidade de uma administração presidencialista na Previdência social; comentário sobre o papel e a representatividade dos líderes sindicais; a questão da acumulação de cargos de médicos e juizes; a participação dos funcionários graduados do IAPI na unificação da Previdência Social; o trabalho como secretário-geral do MTPS; relato de uma conversa com Augusto Portugal, então assessor da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria (CNTI); o MTPS e as greves de Osasco (SP) e Contagem (MG); a relação do Ministro Jarbas Passarinho com os sindicatos; posicionamento dos funcionários do MTPS frente ao Ato Institucional nº 5 (AI-5); a participação na criação do MPAS.<lb/><lb/>Fita 8 – Relato de uma conversa com Carlos Lacerda sobre o projeto de criação de um ministério da Previdência social; as relações com Alim Pedro e Jarbas Passarinho; atuação como divulgador da Previdência Social; comparação entre o período da direção colegiada e o do presidencialismo no IAPI; comentário sobre os critérios de indicação do presidente do IAPI; comentário sobre o direito dos trabalhadores em participar da gestão da Presidência social; posição dos técnicos frente aos governos militares pos-64; considerações sobre governos fortes; as relações dos técnicos com os militares; comentário sobre a privatização da Previdência Social; as relações pessoais nas indicações para a presidência do IAPI; comentário sobre os veículos entre o presidente do IAPI e o Presidente da República; a Previdência social como instrumento de equilíbrio econômico e social; comentários sobre as pressões dos trabalhadores para participar da administração dos institutos; o contato com representantes dos trabalhadores enquanto secretário-geral do MTPS; as formas de pressão dos empregados; a questão da privatização da assistência médica; o convite do Ministro Leonel Miranda para participar da elaboração do Plano Nacional de Saúde; oposição do Ministro Jarbas Passarinho ao Plano Nacional de Saúde; os convênios com sindicatos; o trabalho como diretor-executivo da CAPES; a elaboração de projeto para cobrar o ensino com base no imposto de renda; relato de um encontro com Jarbas Passarinho e Luiz Gonzaga do Nascimento e Silva; comentário sobre a assistência médica na Previdência Social.<lb/><lb/>Fita 9 – Os problemas da assistência médica na Previdência social; dificuldades e problemas do serviço público; comentário sobre os hospitais privados; a medicina de grupo; a experiência como paciente de um hospital da Previdência;<lb/><lb/>4ª ENTREVISTA – 12/11/1986<lb/>Fita 9 (continuação) – A participação na Comissão de Regulamentação da Lei de Acidentes de Trabalho; absorção do seguro de acidentes de trabalho pelo Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), em 1967; a discussão no Congresso Nacional da lei que estatizava o seguro de acidentes de trabalho; a Previdência Social rural; a Previdência social nos períodos autoritários; a experiência de trabalho com o Congresso Nacional; reflexões sobre as Forças Armadas; comparação entre a unificação dos institutos e a estatização do seguro de acidentes de trabalho; comentário sobre os acidentes de trabalho na Previdência Social; aprovação do DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres); o discurso na Organização das Nações Unidas (ONU) utilizando frase de Anísio Teixeira sobre assistência social; opinião sobre greve; a participação em Comissão de Estudos para a Reformulação da Previdência Social, em 1964.<lb/><lb/>Fita 10 – A marginalização nos processos de unificação e a criação do Sistema Nacional de Previdência e Assistência Social (SINPAS); a Comissão de Regulamentação da Previdência Social, em 1967; a comissão para sugerir reformas na Previdência Social, em 1986; as reformas na legislação e na administração da Previdência social, entre 1966 e 1967; as razões da prevalência do IAPI nas reformas; a carreira no IAPI; o convite para trabalho no Departamento de Benefícios; comentário sobre o “espírito inapiário”; as relações com Moacyr V. Cardoso de Oliveira; as estatísticas sobre acidentes de trabalho; o papel da OIT; referência a Moacyr V. Cardoso de Oliveira; atuação como assessor do Ministro do Trabalho e Previdência Social, em 1967; análise das reclamações contra a unificação; a experiência administrativa do IAPI; a coordenação da Comissão de Criação do MPAS; relato da evolução da Previdência Social; a criação do MPAS como questão política; a questão dos acidentes de trabalho no Brasil; tendência à universalização da assistência médica; o trabalho de consolidação da legislação previdenciária; a expansão da Previdência Social e a legitimidade política; os sindicatos e a Previdência Social.<lb/><lb/>Fita 11 – Comentário sobre a representatividade das lideranças sindicais; a participação em projetos de reformulação da legislação e da administração da Previdência Social; o futuro do Centro de Estudos da Previdência Social; comentário sobre os documentos e livros acumulados na passagem pela Previdência Social; o Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário; comentário sobre aposentadoria por tempo de serviço; a relação com os militares; considerações sobre a questão salarial pór-64; comentário sobre o Ministro Jarbas Passarinho; os motivos do impedimento em cursar a Escola Superior de Guerra (ESG); comentários sobre sua posição frente ao governo militar enquanto funcionário; críticas ao SAMDU; a patronal do IAPI e do INPS; comentários sobre a Previdência complementar das empresas estatais; referência ao livro Sociologia da Corrupção.<lb/><lb/>Fita 12 – Referência ao livro Sociologia da Corrupção; considerações sobre a entrevista; a Previdência Social no Brasil.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Celso Barroso Leite</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <persname role="subject">José Dias Corrêa Sobrinho</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Demisthóclides Baptista</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-07</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">08/05/1986 a 22/05/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete (4h20min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/a/2/0a282931459bdb2c539f2f1dc5b5a0dbf87a9ed161d1660895266431d2702a69/Demisth__clides_Baptista.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Marcos Chor Maio e Nara Brito, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 08, 14 e 22 de maio de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Demistóclides Baptista nasceu em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo, a 18 de outubro de 1925. Batistinha, como é mais conhecido, é filho de um ferroviário da Estrada de Ferro Leopoldina e teve 11 irmãos, dos quais sete morreram de tuberculose na infância.<lb/>	Aos 16 anos, ingressou na Estrada de Ferro Leopoldina, onde trabalhou até ser demitido por motivos políticos, em 1964. Foi eleito presidente do Sindicato dos Ferroviários da Leopoldina, em 1954, quando então comandou uma greve que resultou na intervenção do sindicato pelo Ministério do Trabalho. Participou também da articulação do Pacto da Unidade e Ação (PUA), movimento que congregou portuários, ferroviários e marítimos, e posteriormente o Comando Geral dos Trabalhadores (CGT).<lb/>	Com a promulgação da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS), em 1960, e a instituição da direção colegiada nos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs), atuou como representante dos trabalhadores na Junta de Julgamento e Revisão (JJR) do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados do Serviço Público (IAPFESP).<lb/>	Em Cachoeiro do Itapemirim, além de atuar no movimento sindical, foi também professor secundário, diretor da Casa do Estudante e jornalista do Correio do Sul, o Arauto e Sete Dias.<lb/>	Eleito deputado federal com 38 mil votos, por uma coligação integrada pelo Movimento Trabalhista Renovador (MTR), Partido Socialista Brasileiro (PSB) e pelo Partido Social Trabalhista (PST), cumpriu apenas 14 meses de mandato. Casado em abril de 1964, foi incluído no Inquérito Policial Militar (IPM) da Leopoldina, entre outros processos.<lb/>	Formado em direito pela Universidade Federal de Vitória, em 1958, passou a exercer advocacia no Rio de Janeiro, durante o regime militar. Atuou ainda na reorganização do movimento sindical dos ferroviários e, nas eleições de 1986, foi candidato ao Senado Federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT).<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 08 de maio<lb/>Fita 1<lb/>Origem familiar; o ingresso na Companhia da Estrada de Ferro Leopoldina; o curso de direito em Vitória; visão política do pai; influência política do irmão mais velho; as primeiras impressões políticas; características do pai; origem dos pais; a morte de sete irmãos por tuberculose; a importância atribuída ao estudo; posicionamento político-ideológico; explicação sobre o acesso à universidade; a participação dos filhos de operários na economia doméstica; referência ao casamento com uma tecelã; influência do irmão mais velho; a doação do anel de graduação pelos ferroviários da Leopoldina; a condição de negro e a discriminação racial; a interferência da mãe em seu ingresso na Estrada de Ferro Leopoldina; articulação da chapa vencedora nas eleições para o Sindicato dos Ferroviários da Leopoldina, em 1954; o movimento operário em Cachoeiro do Itapemirim; a indicação para candidato a presidente do Sindicato dos Ferroviários da Leopoldina; atuação como presidente do sindicato; as conquistas dos ferroviários durante a sua gestão no sindicato; a greve dos ferroviários da Leopoldina, em 1954; a transferência para São Geraldo; a orientação do Partido Comunista (PC) na greve de 1954; a formação política de Café Filho; a composição de Café Filho com os setores anti-getulistas; a relação do movimento sindical com Getúlio Vargas; impressões sobre o líder sindical Roberto Morena.<lb/><lb/>2ª Sessão: 14 de maio<lb/>Fita 2<lb/>A tradição familiar de trabalho entre os ferroviários; Associação Mútua e Auxiliadora dos Empregados da Estrada de Ferro Leopoldina; atuação solidária dos ferroviários na complementação dos benefícios da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados do Serviço Público (CAPFESP); a incidência de tuberculose entre os ferroviários; as doenças profissionais entre os ferroviários; os problemas visuais entre os maquinistas; atuação da CAPFESP no afastamento dos trabalhadores com base na constatação de deficiência visual; a importância da política habitacional na CAPFESP; resistência dos ferroviários diante da transformação da CAPFESP em IAPFESP; atuação como representante dos ferroviários na Junta de Julgamento e Rescisão (JJR) do IAPFESP; a relação dos funcionários da Previdência com os trabalhadores; os acidentes de trabalho e a atuação de companhias privadas de seguro; as questões encaminhadas à JJR; atuação de líderes ferroviários na luta pela aprovação da LOPS; a criação do grupo PUA; a greve pela paridade entre servidores públicos civis e militares; o PUA como embrião do CGT; o pacto de unidade intersindical; o crescimento de novas lideranças em oposição aos 'pelegos'; atuação sindical de Clodsmisth Riani; a relação com o PC; atuação em Cachoeiro do Itapemirim entre 1954 e 1957; a colaboração nos jornais cachoeirienses Correio do Sul e Sabatina; o movimento sindical e o governo Juscelino Kubitschek.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>O movimento sindical e o governo Kubitschek; o movimento sindical e o governo João Goulart; o desvio de recursos da Previdência para a construção de Brasília; avaliação do desenvolvimento da Previdência social após a década de 1950; a defesa da estatização dos serviços de saúde; atuação do Sindicato dos Ferroviários da Leopoldina na fiscalização do atendimento médico previdenciário; a unificação e o controle da Previdência  pelos trabalhadores; as reivindicações dos trabalhadores no início da década de 1960, a perda de conquistas trabalhistas após 1964; a reforma agrária; a candidatura a deputado federal; a eleição de líderes sindicais para o Parlamento, em 1960; atuação parlamentar; o governo Jânio Quadros, a greve nacional dos ferroviários pela posse de Jango; a tradição de mobilização dos ferroviários; resistência ao golpe de 1964; a solidariedade dos ferroviários de Cachoeiro do Itapemirim; a cassação do seu mandato e direitos políticos; o exílio no Uruguai; os problemas com a Embaixada do Brasil no Uruguai; o período de clandestinidade; a prisão em 1966.<lb/><lb/>3ª Sessão: 22 de maio<lb/>Fita 4<lb/>O exílio no Uruguai; os contatos com lideranças políticas dos exilados no Uruguai; as propostas de resistência ao regime militar; avaliação das perspectivas da luta democrática no Brasil; a solidariedade do movimento sindical durante o período de clandestinidade; as torturas sofridas na prisão; o retorno à clandestinidade após o Ato Institucional nº 5 (AI-5); o período de prisão na Polícia do Exército (Barão de Mesquita); o apoio familiar e a consciência política de sua mulher; o depoimento na Auditoria Militar; atuação do promotor da Auditoria Militar, Manes Leitão; o contato com o advogado Modesto da Silveira, em 1968; atuação como advogado de presos políticos; o escritório de advocacia como ponto de referência para ferroviários, marítimos e portuários; as lideranças sindicais dos portuários e marítimos nas décadas de 1950 e 1960; a posição da vanguarda do movimento sindical sobre a Previdência Social; avaliação da cooperativa de consumo dos ferroviários; a relação entre movimento sindical e Previdência Social; a direção colegiada dos IAPs; o julgamento e prisão no processo da Leopoldina; as perseguições sofridas após a absolvição no processo da Leopoldina; atuação no movimento sindical durante o regime militar; comentário sobre a atenção dedicada à família após 1964.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>Comentário sobre a atenção dedicada à família após 1964; referência aos filhos; atuação recente no movimento dos ferroviários; posicionamento ideológico e concepção sobre comunismo; atuação nas eleições para o Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil; atuação na reorganização do movimento sindical no ABC; referência ao Partido dos Trabalhadores (PT); defesa da formação de uma frente sindical progressista.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Demisthóclides Baptista</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <corpname role="subject">Partido Democrático Trabalhista (PDT)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
            <subject>Política partidária</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>BATISTA, Demistóclides (verbete). Disponível em: &lt;http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/batista-demistoclides&gt;.</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dermeval Santana</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-08</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">19/08/1986 a 26/08/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete (5h20min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/b/0/5b0c505518cabee6b8a5de81237071425e33574de4f9b8f9deaa46af202b3974/Dermeval_Santana.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 19 e 26 de agosto de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica: Dermeval Santana nasceu no Rio de Janeiro, a 6 de março de 1911. Seu pai, Álvaro Felipe Santana, foi condutor de trem da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB), tendo participado da administração da Caixa dos Jornaleiros (trabalhadores diaristas) e da Associação de Auxílios Mútuos, ambas na EFCB.<lb/>	Dermeval Santana realizou seus estudos básicos em escolas públicas e o curso de perito-contador, concluído em 1939, na Escola Superior de Comércio, no Rio de Janeiro.<lb/>	Em 1934, ingressou na EFCB como manipulador e revisor de bilhetes, passando depois a trabalhar como revisor de gráfica. Em 1939, foi aprovado em concurso para a Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Empregados da EFCB. Nesta Caixa, iniciou sua carreira como auxiliar de escritório, assumindo a chefia da Carteira de Empréstimos após a unificação, em 1953, e posteriormente, a chefia da seção de documentação da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados do Serviço Público (CAPFESP). Quando da transformação da CAPFESP em Instituto, ocupou o cargo de assistente-técnico do Conselho Administrativo, aposentando-se como chefe da secretaria, em 1964.<lb/>	Após participar da União dos Previdenciários do Distrito Federal (UPDF), desde a fundação, em 1947, liderou o movimento que originou a Associação Brasileira de Funcionários da Previdência Social (ABFPS), entidade que passou a presidir a partir de 1960.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 19 de agosto<lb/>Fita 1<lb/>Nascimento; origem familiar; atividade profissional do pai; referência à mãe; o Rio de Janeiro de sua infância e o da década de 1980; formação escolar; lembrança das brincadeiras de infância; os surtos de gripe espanhola e de febre amarela; a participação do pai nas associações mutualistas dos ferroviários; a formação da Caixa dos Jornaleiros (trabalhadores diaristas) da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB); a criação das Caixas de Aposentadoria e Pensões (CAPs); referência à cirurgia realizada pela mãe através da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários da Central do Brasil (Caixa da Central); a Previdência Social antes de 1930; a participação dos trabalhadores nas CAPs; a importância das associações mutualistas; assistência médica nas associações mutualistas; referência ao desvio de medicamentos e de material em associações mutualistas; lembranças da primeira professora no curso primário; comentário sobre as escolas públicas; o interesse pela leitura; referência à Sociedade Bibliotecária Progresso do Engenho de Dentro; comentários sobre a Revolução de 1930; o apoio do pai e de lideranças ferroviárias a Júlio Prestes; influência dos comunistas no movimento dos ferroviários; o ingresso na EFCB; as categorias de trabalhadores da EFCB; o trabalho como manipulador e revisor de bilhetes; referência ao trabalho como revisor de gráfica; referência ao movimento integralista; relato de um caso ilustrativo do clima de terror durante o Estado Novo; referência à simpatia por Luiz Carlos Prestes; o concurso para a Caixa da Central do Brasil; o trabalho no cálculo de benefícios; os critérios para a concessão de aposentadoria por invalidez; a situação funcional dos trabalhadores das CAPs.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>A direção colegiada nas CAPs; o atendimento médico nas CAPs; o cálculo de aposentadoria nas CAPs; o cálculo de aposentadoria na Caixa da Central do Brasil; o recurso à aposentadoria por invalidez quando da suspensão da aposentadoria por tempo de serviço; a trajetória profissional até 1964; avaliação dos trabalhadores sobre a transformação da Caixa de Aposentadoria e Pensões Ferroviários e Empregados em Serviços Públicos (CAPFESP) em Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados em Serviços Públicos (IAPFESP); opinião sobre Getúlio Vargas; as condições de trabalho dos ferroviários; as reivindicações dos funcionários das Caixas; referência à gestão de Raul Milliet na presidência da Caixa da Central; a política habitacional da Previdência Social; a massificação atual da Previdência; o não-cumprimento da gestão tripartite e a falência das Caixas; comentários sobre a direção colegiada no IAPFESP; a criação da CAPFESP; o não-cumprimento das obrigações financeiras do Estado e das empresas com a Previdência; referência às relações entre os funcionários das CAPs e os ferroviários; os ambulatórios próprios das Caixas; referência à Carteira de Empréstimos da Caixa da Central; a criação do IAPFESP; opinião sobre os serviços médicos da Caixa da Central do Brasil; o atendimento domiciliar na Caixa da Central; os ambulatórios da Caixa da Central no interior.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>O trabalho no setor de documentação da Caixa da Central; referência às intervenções do Ministério do Trabalho na CAPFESP e no IAPFESP; referência à Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS); o processo de unificação dos sindicatos na direção colegiada do IAPFESP; a intervenção no IAPFESP, em 1964; o predomínio do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI) na administração da Previdência; o trabalho como assistente-técnico do IAPFESP; a gestão colegiada nas CAPs e nos IAPs; comentário sobre o depoimento prestado em 1964 no Estado Maior do Exército; referência à Associação Brasileira dos Funcionários da Previdência Social (ABFPS); a participação na União dos Previdenciários do Distrito Federal (UPDF); a criação da ABFPS; referência às lideranças e reivindicações da UPDF; os benefícios e os serviços prestados pela ABFPS.<lb/><lb/>2ª Sessão: 26 de agosto<lb/>Fita 4<lb/>A Junta Administrativa da Caixa da Central, em 1939; comentários sobre Bento Viana de Andrade Figueira; a presença de comunistas na oficina do Engenho de Dentro; a concessão de aposentadoria e pensões pelo sistema de montepio; aprovação da dupla aposentadoria aos ferroviários que contribuíram para o montepio; a situação dos trabalhadores jornaleiros (diaristas) quanto à assistência previdenciária; a importância de Eloy Chaves e Frota Aguiar entre os ferroviários; a composição da Junta Administrativa da Caixa da Central, em 1939; referência à candidatura de Raul Milliet para a Câmara Federal; o fim da aposentadoria concedida pelo Governo Federal aos ferroviários, em 1922; lembrança do pai; as comemorações cívicas nos 'clubes dramáticos'; referência ao centro cívico da Boca do Mato; a participação do pai na Caixa dos Jornaleiros da Central do Brasil; a implantação do serviço médico, da Carteira Hipotecária e da Carteira de Empréstimos com a criação da CAP; a contribuição dos trabalhadores para a Caixa da Central; a implantação de cooperativas de consumo na EFCB; comentário sobre a Caixa-Geral do Pessoal Jornaleiro; referência a outras associações que congregavam ferroviários; a incidência de tuberculose entre os ferroviários; o tratamento médico à tuberculose na Caixa da Central; referência à compra de sua casa pela CAP; o entrosamento entre os médicos e demais funcionários da Caixa da Central; a contratação dos serviços hospitalares da Casa de Saúde Pedro Ernesto e do Hospital Gaffrée Guinle; o atendimento aos ferroviários dos demais estados.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>Resistência dos ferroviários à criação do IAPFESP; a predominância da Caixa dos Aeroviários na CAPFESP; a preocupação com o serviço médico no momento da fusão das Caixas; o estabelecimento da paridade salarial dos previdenciários com os demais setores do funcionalismo público após a LOPS; a mobilização dos previdenciários pela paridade; a UPDF; comentários sobre a organização do IAPI; os problemas na contribuição para as Caixas das empresas e do Estado; as despesas do IAPFESP com o serviço médico; a criação de novas carreiras e as nomeações sem concurso nas CAPs após 1945; admissão em massa de funcionários no IAPFESP e queda na qualidade de serviço; os conflitos entre as facções que disputavam o controle da UPDF; defesa das associações representativas desvinculadas da política partidária; os benefícios e a prestação de serviços pela ABFPS; a cassação de funcionários do IAPFESP após o golpe de 1964; o desaparecimento de documentos dos IAPs no momento da unificação; comentário sobre a utilização dos serviços próprios da Previdência; os problemas referentes ao arquivamento de processo na seção de documentação do IAPFESP;<lb/><lb/>Fita 6<lb/>Os políticos na Primeira República; a luta pelo poder econômico entre os políticos de hoje; a constatação de fraudes no pagamento de benefícios pelo IAPFESP; a honestidade como qualidade dos funcionários; referência ao destino no arquivo do IAPFESP; a fundação da UPDF; parábola que ressalta a importância da não-passividade; referência às perspectivas da Previdência Social no Brasil; comentário sobre a manifestação coletiva após o suicídio de Getúlio Vargas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Dermeval Santana</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Djalma Chastinet</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-09</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">16/09/1986 a 07/12/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete (5h09min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/7/7/a7782273933e6627d68db5e2994db66285122b2edc1f2fa94ec717f5dca38345/Djalma_Chastinet_Contreras.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra e Marcos Chor Maio, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 16/09, Fitas 1 a 3 (lado A – parte); dia 21/09/1987 – Fitas 3 (continuação) e 4, e 07/12/1987 – Fita 5.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Djalma Chastinet Contreras nasceu em Salvador, Bahia, em  1912. Estudou o primário no Colégio Padre Antônio Vieira e depois fez o curso preparatório, o que      correspondia ao curso ginasial da época. Seu pai  era médico e parlamentar na Bahia.<lb/>Em 1927, ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia, formando-se em 1933. Neste mesmo ano, transferiu-se com o pai para Belém, capital do estado do Pará, onde trabalhou num pronto-socorro, além de ensinar antropometria em um curso de especialização e professores. Em 1936, entrou para o Exército, onde a princípio fez um curso na escola de saúde. No ano seguinte, serviu no Rio Grande do Sul, onde permaneceu até 1939.<lb/>Ao voltar para o Rio de Janeiro, durante dois anos trabalhou como médico no 1º Regimento de Artilharia Montada e, de 1942 a 1944, serviu no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR).<lb/>De 1944 a 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, foi médico da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na campanha da Itália, na função de chefe de equipe cirúrgica do primeiro grupo que trabalhou em hospital norte-americano.<lb/>De volta ao Brasil após a vitória dos aliados, tornou-se cirurgião da 14ª enfermaria (de oficiais) do Hospital Central do Exército (HCE), onde trabalhou até 1950.<lb/>No início dos anos 50, foi um dos fundadores, presidente e secretário-geral da Associação Médica do Distrito-Federal (AMDF), entidade responsável pela mobilização dos médicos nas greves de 1953 e 1954. Nesse mesmo período, ingressou no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETC), tornando-se, em 1954, chefe do Serviço da Neurocirurgia do hospital deste órgão (atual Hospital de Bonsucesso), permanecendo no cargo até 1978. Em 1970, ocupou também o cargo de diretor do hospital.<lb/>Em 1972, foi um dos fundadores da Sociedade Cooperativa de Serviços Médicos e Hospitalares (UNIMED), do qual é presidente da seção do Rio de Janeiro e presidente da Federação UNIMED dos estados do Rio  de Janeiro e Espírito Santo desde 1976. Em 1979, tornou-se vice-presidente da Confederação Nacional das UNIMEDs, cargo que ocupava até a data da entrevista.<lb/>Obs.: Entrevista não concluída.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Djalma Chastinet Contreiras</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETC)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto de Previdência e Aposentadoria dos Servidores do Estado (IPASE)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Enilda Gouveia</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-11</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">12/11/1986 a 08;/12/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 10 fitas cassete (9h41min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/1/3/913c69107749db5d573a7b0b2b60448d9190c480567b2ad81d84b8cb21fa25d3/Enilda_Gouveia.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 12, 19, 26 de novembro e 08 de dezembro de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica: Enilda Lins da Cruz Gouveia nasceu em Palmares, Pernambuco, a 3 de maio de 1921. Filha de proprietários rurais, realizou o curso da Escola Normal de Pernambuco. Trabalhou, inicialmente, no Departamento de Educação Física da Secretaria de Educação de Pernambuco, entre 1945 e 1953, no serviço de antropometria.<lb/>	Em 1953, formou-se pela Escola Central de Nutrição do Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS), no rio de Janeiro.<lb/>	Entre 1954 e 1960, participou do curso de extensão em nutrição da Universidade de São Paulo (USP), do curso do Ministério da Saúde da Argentina e do curso de treinamento superior na Guatemala. Em 1954, participou ainda do I Congresso Brasileiro de Nutrição no Rio de Janeiro, e em 1959, foi nomeada assessora do Programa de Pesquisas Alimentares do SAPS. Neste mesmo ano, ocupou a direção da Escola de Visitadoras Alimentares do SAPS, em Belo Horizonte (MG).<lb/>	Em 1961, nomeada professora da disciplina de inquéritos de nutrição da Escola Central do SAPS, não só participou de uma série de inquéritos sobre hábitos alimentares e propriedades dos alimentos consumidos no Brasil, como também orientou a sua realização.<lb/>	Durante os anos 60, enquanto presidente e membro da direção da Associação Brasileira de Nutricionistas (ABN), liderou a luta pelo reconhecimento e regulamentação da profissão de nutricionista. Em 1964, presidiu um congresso brasileiro e outro latino-americano de nutricionistas, no Rio de Janeiro.<lb/>	Professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde 1966, participou em 1967 da IV Conferência Nacional de Saúde e também da Comissão de Funcionamento dos Cursos do SAPS. Em 1969, esteve no Congresso Latino-Americano de Alimentação e Desenvolvimento Sócio-Econômico, realizado em São Paulo.<lb/>	Entre 1967 e 1970, publicou diversos artigos sobre o papel da nutricionista nas atividades de saúde. Com a extinção do SAPS, em 1967, foi encaminhada para a Comissão Nacional de Alimentação, no Ministério da Saúde, de onde surgiu o Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição (INAN).<lb/>	Transferida em 1970 para o Departamento Nacional de Organização Sanitária do Ministério da Saúde, participou do INAN, organizando, em 1976, o Programa Nacional de Alimentação e Nutrição (PRONAN). Anteriormente, em 1975, participou também da montagem do Estudo Nacional de Despesa Familiar (ENDEF).<lb/>	Atualmente, aposentada do Ministério da Saúde, Enilda Gouveia é professora e diretora do Departamento de Nutrição e Saúde Pública da Universidade do Rio de Janeiro (UNI-RIO).<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 12 de novembro<lb/>Fita 1<lb/>Antecedentes familiares; os engenhos de açúcar do pai; lembranças da Revolução de 1930; lembranças da Revolta Comunista de 1935; o assassinato de João Pessoa; comentários sobre a mãe; o médico da família; o padre no engenho; a época da 'bagaceira' no engenho; as festas no engenho.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>Referência a um cunhado; o colégio de freiras em Recife; o Instituto de Educação; as comemorações do Estado Novo no Instituto de Educação; o emprego no Departamento de Educação Física de Pernambuco; a família após o falecimento da mãe; a volta aos estudos no Instituto de Educação; a rotina de trabalho no Departamento de Educação Física; a medição das crianças; o concurso para o curso de nutrição do SAPS.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>O concurso para o SAPS; a bolsa para o curso de nutrição no Rio de Janeiro; comentário sobre o irmão, médico do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM).<lb/><lb/>2ª Sessão: 19 de novembro<lb/>Fita 3 (continuação)<lb/>Influência do professor Dante Costa na estruturação do SAPS; comentário sobre o professor Bandeira de Mello; a regulamentação da profissão de nutricionista; caracterização das atividades de nutricionista; comentário sobre Josué de Castro; a criação do SAPS; aspectos da Escola de Nutrição do SAPS; o pensionato do SAPS; os pioneiros da criação do SAPS; as delegacias regionais; as visitadoras de alimentação; comentário sobre as pesquisas em nutrição do SAPS; os pesquisadores e as pesquisas desenvolvidas pelo SAPS.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>As pesquisas sobre o valor proteico das frutas do Nordeste; Josué de Castro e as pesquisas sociais; as pesquisas sobre a situação alimentar brasileira; o restaurante na mina de Morro Velho (MG); o trabalho da professora Vanda Saraiva da Fonseca com os madeireiros do Paraná; origem e criação do SAPS; a relação entre o Instituto de aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI) e o SAPS; as delegacias regionais e os restaurantes; o restaurante da Praça da Bandeira; os restaurantes nos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); o estágio nos restaurantes do SAPS; o restaurante do cais do porto em Pernambuco; o restaurante do Instituto de aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) e do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE) do Rio de Janeiro; alimentação comparada dos restaurantes populares; o papel do nutricionista nos restaurantes populares; a programação dos restaurantes; as dietas especiais; as comemorações no restaurante da Praça da Bandeira com a presença de Getúlio Vargas; influências políticas na administração Edson Cavalcanti; a organização administrativa e pedagógica da Escola de Nutrição; os serviços de dietoterapia do SAPS na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e no Hospital Pedro Ernesto (RJ); as diferenças entre o nutricionista e o dietista.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>Os postos de abastecimento do SAPS; o caso da compra excessiva de tecidos; a Escola de Visitadoras de Belo Horizonte; o caso da compra excessiva de café; as reestruturações do SAPS; o projeto de um serviço nacional de alimentação; a biblioteca e os cursos de alfabetização do SAPS; a delegacia regional de São Paulo.<lb/><lb/>3ª Sessão: 26 de novembro<lb/>Fita 5 (continuação)<lb/>Alguns hospitais de Recife; o retorno a Recife, em 1954; o serviço de antropometria na Secretaria de Saúde; o estudo de Manoel Caetano sobre a desnutrição infantil; o ingresso no SAPS; mudanças no SAPS após 1954; as fraudes no setor de abastecimento do SAPS.<lb/><lb/>Fita 6<lb/>A compra excessiva de gêneros alimentícios; a compra de alimentos deteriorados; os alimentos impróprios para consumo; o curso para nutricionista junto ao governo do Paraná; a volta ao Rio de Janeiro; o I Congresso Brasileiro de Nutrição; o encontro com médicos especialistas em nutrição; o interesse do SAPS na alimentação da família do trabalhador; as primeiras pesquisas alimentares do SAPS; comentários sobre o trabalho apresentado no I Congresso Brasileiro de Nutrição; os restaurantes do SAPS em São Paulo; a estrutura administrativa dos restaurantes; os restaurantes do SAPS no Rio de Janeiro; os restaurantes do SAPS em São Paulo; as reivindicações dos trabalhadores nos restaurantes; comentário sobre o restaurante Calabouço (RJ); o SAPS em Curitiba (PR); assessoria de técnica norte-americana em inquéritos alimentares em MG e RN; o treinamento alimentar no Chaco (AG); a viagem à Guatemala; o inquérito alimentar em Açu (RN); a colaboração do SAPS com o Ministério da Saúde nos anos 1960; a proposta de Dante Costa sobre pesquisas alimentares no SAPS; a nomeação para a assessoria técnica do Fundo de Alimentação da ONU (FAO); o trabalho com a técnica norte-americana; o encontro com D. Eugênio Sales em Açu; o inquérito alimentar em Açu; aspectos do quadro alimentar da população rural de Açu; o estudo do professor Nelson Chaves sobre desnutrição infantil; referência ao quadro alimentar no sertão de Pernambuco.<lb/><lb/>Fita 7<lb/>As deficiências alimentares da população pernambucana; o quadro alimentar dos estivadores; referência ao Instituto de Nutrição de Pernambuco; o I Congresso Brasileiro de Nutricionistas, em 1958; o Congresso de Nutricionistas no Palácio Tiradentes (RJ), em 1964; a participação na Associação Brasileira de Nutricionistas; referência à Sonia Liselote Ornelas; ascensão à presidência da Associação Brasileira de Nutricionistas; referência a Sonia Moreira Alves de Souza; a regulamentação da profissão de nutricionista; o Congresso de Nutricionistas no Palácio Tiradentes, em 1964; o I Congresso Latino-Americano de Nutricionistas; lembranças da morte do estudante Edson Luis; as atividades como diretora da Escola de Visitadores de Alimentação do SAPS; o médico do SAPS em Belo Horizonte; o fechamento de restaurantes nos anos 1960; a decadência do SAPS; a distribuição do pessoal e o acervo do SAPS após a extinção; o impacto do fechamento dos restaurantes populares; financiamento e recursos do SAPS; origem do SAPS no IAPI; a participação de Josué de Castro na criação do SAPS; a Comissão Nacional de Alimentação; referência ao Programa Integrado de Alimentação Aplicada; o curso de auxiliares de alimentação do IAPI e a origem do SAPS.<lb/><lb/>Fita 8<lb/>O trabalho do setor de divulgação do SAPS; as diversas categorias dos restaurantes populares; a distribuição nacional dos restaurantes; nomes de instituições ligadas à nutrição; referência ao serviço médico do SAPS; especialidades profissionais ligadas à nutrição; comentário sobre o Programa do Trabalhador do INAN.<lb/><lb/>4ª Sessão: 08 de dezembro<lb/>Fita 8 (continuação)<lb/>A Escola de Nutrição frente à unificação da Previdência Social; referência a IV Conferência Nacional de Saúde; o interesse de empresas multinacionais no SAPS; a participação da Nestlé em congressos de nutrição nos anos 1960 e 1970; o Congresso Nacional de Nutrição (RJ); a Comissão Nacional de Alimentação do Ministério da Saúde; o reconhecimento oficial dos cursos de nutrição; o concurso de nutricionista para o Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS); o serviço de nutrição nos hospitais do INAMPS; defesa de direitos dos nutricionistas nos hospitais do INAMPS.<lb/><lb/>Fita 9<lb/>As relações entre nutricionistas e médicos nos hospitais e ambulatórios; os estagiários da Escola de Nutrição no INAMPS; os resultados dos inquéritos alimentares da Comissão Nacional de Alimentação; a importância do hidrato de carbono na alimentação dos brasileiros; crítica aos hábitos alimentares dos brasileiros; a participação no Estudo Nacional de Despesa Familiar (ENDEF); a metodologia dos inquéritos alimentares; a reforma no ensino de nutrição; o esvaziamento dos congressos de nutrição; o nutricionista frente ao mercado de trabalho; comentário sobre a origem do INAN; a participação no INAN; as disputas políticas entre o Ministério da Saúde e o INAN; referência ao 1º Programa Nacional de Alimentação e Nutrição (PRONAN); o processo sobre fraudes no INAN.<lb/><lb/>Fita 10<lb/>Os objetivos do PRONAN; o Programa de Assistência ao Trabalhador (PAT); comentários sobre alimentação e saneamento; críticas à ação das instituições públicas no amparo ao trabalhador; o Simpósio Nacional de Alimentação e Nutrição; a importância dos estudos de saúde pública na universidade; origem do curso de nutrição da UNIRIO, no SAPS.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Enilda Lins da Cruz Gouveia</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fioravanti di Piero</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-12</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">06/11/1986 a 16/06/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 11 fitas cassete (10h10min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/b/d/7bd3751bfb5aa31d720bc663bd1e56badfd10ffad6a3bbbedae99d9034f44b40/Fioravanti_di_Piero.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Gilberto Hochman, Luiz Octávio Coimbra e Marcos Chor Maio, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias  06, 13, 20 de novembro, 09 de dezembro de 1986 e 16 de junho de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Fioravante Alonso di Piero nasceu em Itatinga, São Paulo, a 13 de maio de 1905, filho de imigrantes italianos. A partir de 1942, ocupou o cargo de consultor-médico da Previdência Social, no qual permaneceu durante 32 anos.<lb/>	Em 1930, obteve o título de Doutor pela Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro, onde trabalhou como interno na clínica de propedêutica médica, a cargo do professor Rocha Vaz.<lb/>	Iniciou suas atividades  profissionais em 1928, como auxiliar-acadêmico da Assistência Municipal do Rio de Janeiro. Após a sua formatura, foi admitido no corpo médico do Hospital São Francisco de Assis, da Santa Casa da Misericórdia, além da contratação para professor de clínica de propedêutica médica na Escola de Medicina e Cirurgia do Instituto Hahnemaniano do Rio de Janeiro (professor catedrático desde 1933), professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro, em 1934, e professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1937.<lb/>	A experiência universitária que adquiriu no decorrer dos anos, levou-o à direção da Escola de Medicina do Instituto Hahnemaniano, em 1958, quando então separou a escola do instituto, fundando a Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.<lb/>	Iniciou o seu trabalho em Previdência Social ao assumir o cargo de diretor-médico da Caixa dos Estivadores, em 1934, quando teve a oportunidade de elaborar um plano de assistência e previdência para o serviço médico desta Caixa de Aposentadoria e Pensões (CAP).<lb/>	Em 1937, participou da seleção médica dos candidatos ao primeiro concurso do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI). A partir daí, tornou-se então, sucessivamente, consultor-médico do IAPI e da Previdência social, cargo para o qual foi nomeado pelo Presidente Eurico Gaspar Dutra.<lb/>	Como consultor-médico da Previdência Social, participou da organização do Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU) e presidiu a Comissão de Unificação das CAPs.<lb/>	Foi representante do Brasil em várias entidades e conferências internacionais sobre Previdência Social, durante três décadas, tendo ainda contribuído na constituição do sistema previdenciário do México.<lb/>	Proprietário e articulista do jornal Gazeta de Notícias, escreveu e publicou inúmeros artigos e livros, abordando temas médicos, previdenciários e trabalhistas.<lb/>	Durante o governo João Goulart, a expressão política e administrativa da Consultoria Médica da Previdência Social (CMPS) ficou reduzida. Porém, com o movimento militar de 1964, o consultor-médico recuperou a sua importância e Fioravanti permaneceu no cargo até a sua aposentadoria, em 1974.<lb/>	Ainda na década de 70, organizou a Faculdade de medicina de Vassouras e Nova Iguaçu, ambas no Rio de Janeiro.<lb/>	Na data da entrevista, o depoente tinha 83 anos e mantinha consultório particular no centro do Rio.<lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 06 de novembro<lb/>Fita 1<lb/>Origem familiar; a infância em Itatinga (SP); o Colégio Coração de Jesus em São Paulo; a figura do pai; aspectos de Itatinga; a vida familiar; o grupo escolar; os médicos, hospitais e doenças em Itatinga; o colégio em São Paulo; o vestibular para medicina; os padres salesianos do colégio; a faculdade de medicina no Rio de Janeiro.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>A chegada ao Rio de Janeiro; a Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro; o vestibular para medicina; a faculdade de medicina de Vassouras e Nova Iguaçu; caracterização do médico da Previdência; a mobilização dos trabalhadores; o projeto para a Ordem dos Médicos; a indicação feita por Rocha Vaz; comentários sobre Olympio da Fonseca; a reforma Rocha Vaz; a Revolta Constitucionalista de 1932; o Hospital São Francisco de Assis; o concurso para a Escola Hahnemaniana; a organização da Escola de Medicina e Cirurgia; o Hospital Gaffrée Guinle; o Congresso de Homeopatia em São Paulo; comentários sobre a alopatia, homeopatia e acupuntura; as atividades no Hospital São Francisco de Assis; o serviço médico da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Estivadores.<lb/><lb/>2ª Sessão: 13 de novembro<lb/>Fita 3<lb/>As atividades como jornalista na Gazeta de Notícias; o apoio ao General Dutra; comentário sobre a esposa; as atividades como professor; a Escola de Medicina do Instituto Hahnemaniano; Miguel Couto e o fim da escola do Instituto Hahnemaniano; a organização do serviço médico da Caixa dos Estivadores; comentário sobre o SAMDU; as doenças profissionais entre os estivadores; comentário sobre os ambulatórios da Caixa dos Estivadores; o pagamento de despesas hospitalares na Caixa dos Estivadores; a participação dos trabalhadores na Caixa dos Estivadores; referência aos médicos da Caixa dos Estivadores; relato do caso de doença profissional de um estivador; comentário sobre a assistência farmacêutica; os serviços médicos na Caixa dos Estivadores; o concurso de 1937 para o IAPI.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>Comentário sobre a Caixa dos Estivadores; o médico da família; referência à polêmica com os atuários no Boletim do Ministério do Trabalho, o Plano de Assistência e Previdência; os diretores-médicos da Caixa; referência a Isaac Brown; os reflexos do Plano de Assistência e Previdência no serviço atuarial; comentário sobre o Plano Beveridge; a crise da Previdência Social francesa; o Plano do Instituto Nacional de Assistência Médico-Social (INAMES); o Instituto de Previdência Social do México; origem do cargo de consultor-médico da Previdência Social; o exame médico e psicotécnico do concurso para o IAPI de 1937; o trabalho como consultor-médico do IAPI.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>A função do consultor-médico do IAPI; parecer em caso de cirurgia plástica; as doenças de trabalho dos industriários.<lb/><lb/>3ª Sessão: 20 de novembro<lb/>Fita 5 (continuação)<lb/>Relato do caso de um segurado do IAPI que recusou-se a prestar exame médico; origem da CMPS; comentário sobre o período do Estado Novo; referência a Filinto Müller; o relacionamento com Eurico Dutra; assistência médica à esposa do General Dutra; a estrutura da CMPS; o fluxo dos processos enviados à consultoria médica; comentário sobre o Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS); comparação entre os dois períodos do governo Getúlio Vargas; o parecer favorável da CMPS a uma cirurgia plástica.<lb/><lb/>Fita 6<lb/>Relato de um caso de parecer favorável a uma cirurgia plástica; a comissão sobre seguro por acidente de trabalho; a importância da assistência médica na Previdência; a primeira concessão de benefício no IAPI; aspectos da assistência médica nos IAPs: comentários sobre a publicação "Curso de Orientação Sindical"; as divergências entre a CNOS e Dante Pelacani; a suspensão das funções do consultor-médico no governo João Goulart; os atos do consultor-médico após a unificação da Previdência Social; os setores da Consultoria Médica; a intervenção política na Consultoria; o papel do irmão na verificação dos processos da CMPS.<lb/><lb/>4ª Sessão: 09 de dezembro<lb/>Fita 7<lb/>A I Conferência Internacional de Seguridade Social no Chile, em 1942; os critérios para a determinação de incapacidade profissional; conceito de segurança social; conclusões da I Conferência Interamericana de Seguridade social; a Conferência de Filadélfia, em 1944; conceito de doença profissional; histórico da conceituação de doenças do trabalho; o acidente de trabalho na legislação brasileira; aspectos da Conferência de Filadélfia; criação da Comissão de Reabilitação dos Incapacitados das Forças Armadas (CRIFA); comentário sobre os congressos internacionais de Previdência; o encontro com Eva Perón; a comissão de estudo sobre estatização dos seguros por acidente de trabalho; comentário sobre o Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB).<lb/><lb/>Fita 8<lb/>Origem do SAMDU: comentário sobre o Serviço de Alimentação da Previdência social (SAPS); concepção de Previdência Social; as relações entre o SAMDU e a CMPS; o esvaziamento das funções da CMPS no governo João Goulart; o encontro com o deputado Nelson Omegna na CMPS; contribuição à legislação previdenciária; o encontro com o deputado Nelson Omegna na CMPS; contribuição à legislação previdenciária; o encontro com Juscelino Kubitschek em Brasília; opinião sobre a participação dos trabalhadores na administração da Previdência; comentário sobre a indicação de um motorista à previdência do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETEC); a imprevisão nos laudos médicos; o caso de exames a pedido do ministro; relato de uma conversa com o Presidente João Goulart; o golpe de março de 1964; a Consultoria Médica pós-1964; resistência à unificação das Caixas.<lb/><lb/>Fita 9<lb/>Os conflitos de competência entre a CMPS e o CRPS; o consultor-técnico do Ministério do Trabalho; o caso da tentativa do CRPS em rever uma decisão da CMPS; o conflito com o presidente do CRPS; critérios para as decisões da CMPS; comentário sobre as faculdades de medicina de Vassouras e Nova Iguaçu.<lb/><lb/>5ª Sessão: 16 de junho<lb/>Fita 9 (continuação)<lb/>O afastamento do presidente da Caixa dos Estivadores; parecer sobre a compra do Hospital da Lagoa (RJ); a suspensão das atribuições da CMPS; a compra de um hospital em Goiás; os concursos para a seleção dos médicos da Previdência; o concurso de 1937 do IAPI; a necessidade de prestação de assistência médica pela Previdência; comentário sobre o INAMES.<lb/><lb/>Fita 10<lb/>O regime de trabalho dos médicos; as escolas médicas; comentário sobre as licenças para tratamento médico; o ensino médico na Previdência Social; comentário sobre os serviços médicos da Previdência; as refeições no SAPS; o Congresso Internacional de Previdência no Chile, em 1942; a tese sobre reabilitação dos inválidos apresentada no Chile; referência à hanseníase e ao alcoolismo como motivo de aposentadoria; as doenças mentais na Previdência; a criação da CRIFA; o surgimento dos assistentes sociais na Previdência; a criação da CMPS; os salários dos médicos do IAPI; a rotina diária de trabalho; o Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro; a criação do SAMDU; assistência médica domiciliar e assistência farmacêutica nas CAPs; a propedêutica e a terapêutica no ensino médico; comentário sobre a massificação do ensino médico.<lb/><lb/>Fita 11<lb/>Conceito de segurança social; comentário sobre o Relatório Beveridge; a participação no ISSB; contribuição à Previdência do México; a comissão organizadora do ISSB; referência à unificação da Previdência, em 1967; assistência médica previdenciária pós-unificação; parecer sobre a compra de aparelho de raio-X por um hospital previdenciário; a necessidade no Brasil de fiscalização das atividades econômicas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Fioravanti Alonso di Piero</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <corpname role="subject">Serviço de Assistência Médica e Domiciliar de Urgência (SAMDU)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Francisco Torres de Oliveira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-14</unitid>
            <unitdate normal="1987/1988" encodinganalog="3.1.3">25/09/1987 a 29/01/1988</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 14 fitas cassete (13h30min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/9/0/090a525e19660539d95367721da6132b529f3ff7fa6278ad4530113bad700fdb/Francisco_Torres_de_Oliveira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Gilberto Hochman, Luiz Octávio Coimbra e Marcos Chor Maio, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 25 de setembro, 02, 16 de outubro, 27 de novembro, 04 de dezembro de 1987, 22 e 29 de janeiro de 1988.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Francisco Luiz Torres de Oliveira nasceu em 1916, na capital paulista. Filho de imigrantes portugueses, teve cinco irmãos e, entre eles, foi o único a completar o curso superior. Seu pai era proprietário de um sebo de livros.<lb/>	Aos 16 anos, trabalhou como protocolista do Departamento Central de Munições de São Paulo durante a Revolta Constitucionalista de 1932.<lb/>	Em 1937, foi aprovado no concurso para a carreira de oficial administrativo do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI). Bacharelou-se, em 1939, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Pouco depois, mudou para o Rio de Janeiro, passando a trabalhar na administração central do IAPI.<lb/>	No IAPI, ocupou diversos cargos em comissão, como o de diretor do Departamento de Benefícios e diretor do Departamento de Serviços Gerais. Foi também membro da Junta Consultiva do Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU).<lb/>	Participou de inúmeras comissões de estudos sobre a viabilidade da implantação da assistência médica para os segurados do IAPI. Também esteve presente no debate e nas principais etapas do processo de unificação da Previdência Social, principalmente durante os 13 anos de tramitação da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS).<lb/>	Após o movimento político-militar de 1964, foi nomeado presidente-interventor do IAPI. Nesta função, trabalhou ativamente no processo de unificação da Previdência Social, que culminou com a criação do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), em 1967. Foi presidente deste Instituto, entre 1967 e 1969.<lb/>	Em 1968, prestou longos depoimentos à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investigava a situação financeira da Previdência Social e os resultados da sua unificação. Estes depoimentos foram publicados pela revista Previdência Social (1968), que somados aos inúmeros artigos e trabalhos publicados ao longo de sua carreira profissional, proporcionaram um amplo panorama das concepções de Torres de Oliveira e dos chamados “cardeais” do IAPI, sobre a Previdência Social e o papel da assistência médica.<lb/>	Participou como técnico de administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no programa de assistência técnica à Reforma Administrativa Federal, proferindo aulas e palestras sobre o tema, entre 1971 e 1973.<lb/>	Participou da implantação do Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS) e do grupo de trabalho que elaborou a lei que instituiu o Sistema Nacional de Previdência e Assistência social (SINPAS), atuando também na sua implantação.<lb/>	No âmbito do MPAS, foi subsecretário de estudos especiais na Secretaria-Geral do Ministério, supervisionou os grupos de trabalho constituídos para estudar a implantação da assistência social no MPAS e o dimensionamento da assistência médica prestada pela Previdência Social.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 25 de setembro<lb/>Fita 1<lb/>Nascimento; origem familiar; o primário e o ginásio no Colégio Stafford; a participação na Revolta Constitucionalista de 1932 em São Paulo; comentário sobre o hábito da leitura na família; referência à Revolução de 1930; aproximação com adeptos do integralismo; lembranças da Faculdade de Direito em São Paulo; a internação de um irmão em um sanatório para tuberculosos através do IAPB; a participação em manifestação pública no campo do Fluminense Futebol Clube (RJ) com a presença de Vargas.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>As razões da participação em manifestação a favor de Getúlio Vargas; referência a alguns colegas comunistas do IAPI; os cargos existentes no IAPI; referência à Elsa Monerat; o estudo na faculdade de direito; o concurso para o IAPI, em 1937; comentário sobre os concursos públicos; conversa com João Carlos Vital; comentário sobre as nomeações de procuradores; o concurso para o IAPI, em 1937; conversa de João Carlos Vital com Getúlio Vargas; referência ao concurso de 1937; as primeiras tarefas no IAPI; comentário sobre os médicos peritos; referência a Fioravante di Piero; assistência médica no IAPI; comentário sobre a rede hospitalar do IAPB.<lb/><lb/>2ª Sessão: 02 de outubro<lb/>Fita 2 (continuação)<lb/>Comentário sobre a comissão organizadora do IAPI; o sistema de ascensão funcional implantado por Plínio Cantanhede.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>A importância do concurso público; a nomeação de procuradores para o IAPI; comentário sobre a criação de um 'espírito de corpo' no IAPI; a nomeação para o Departamento de Benefícios do IAPI no Rio de Janeiro; as razões da criação de um 'espírito de corpo' no IAPI; referência a Plínio Cantanhede; a colaboração entre o IAPI e o Departamento de Administração do Serviço Público (DASP); as autarquias frente ao controle do DASP; comentário sobre o Estatuto do Funcionalismo Público; restrições à ação administrativa do IAPI; o processo de descentralização administrativa do IAPI; os critérios para a ascenção funcional no IAPI; a escolha dos auxiliares na presidência do INPS; as condições para a unificação da Previdência; os critérios de promoção no IAPI; a aplicação do Estatuto do Funcionalismo Público nos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); defesa do regime autárquico do IAPI.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>A perda de autonomia das autarquias; comentário sobre a participação dos trabalhadores na administração dos institutos; os salários no IAPI; referência à esposa, funcionária do IAPI; o interesse de Plínio Cantanhede pelo restaurante popular; o restaurante popular no IAPI e a origem do Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS); referência às vilas operárias do IAPI; a transferência do patrimônio imobiliário dos institutos para o Banco Nacional de Habitação (BNH); a revista Inapiários; os clubes inapiários; o assassinato do delegado regional do IAPI no Nordeste; referência a Arquimedes Caripuna Maués; a indústria do fumo em São Félix (BA).<lb/><lb/>3ª Sessão: 16 de outubro<lb/>Fita 4 (continuação)<lb/>Os reflexos do Relatório Beveridge no Brasil; a viagem à Dinamarca; comentário sobre a Comissão de Estudos para a prestação de assistência médica no IAPI.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>Comentário sobre a Comissão de Estudos para a prestação de assistência médica aos associados em gozo de benefícios no IAPI (1945); referência a Hélio Beltrão e à implantação da assistência médica no IAPI; a divergência com os médicos no IAPI; comentário sobre o Relatório Beveridge; lembranças dos trabalhos para a criação do Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB); comentário sobre uma passagem do livro Três Alqueires e uma Vaca, de Gustavo Corção; lembranças do trabalho para a criação do ISSB; comentário sobre o SAMDU; a participação na Junta Consultiva do SAMDU; as reuniões de delegados eleitorais para a escolha dos membros do Conselho Fiscal do IAPI; referência aos representantes dos sindicatos na Previdência social; os benefícios concedidos aos ex-pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB); os debates sobre Previdência no IAPI; comentário sobre a participação de brasileiros em encontros internacionais de Previdência Social; comentário sobre a Consultoria Médica da Previdência social (CMPS).<lb/><lb/>Fita 6<lb/>Comentário sobre a CMPS; a participação de técnicos do IAPI na revisão do projeto de LOPS, apresentado ao Congresso em 1947; o  relacionamento entre o Presidente Dutra  e Alim Pedro; a conversa entre o presidente do IAPI, Afonso Celso, e Getúlio; referência a Afonso Celso; referência a Thomas Russel Raposo de Almeida; comentário sobre o manual para interpretação de laudos médicos no IAPI; referência a Thomas Russel Raposo  de Almeida; a viagem ao Rio Grande do Norte; comentário sobre a publicação da FGV "A Previdência Social no Brasil e no Estrangeiro"; a participação de técnicos de Previdência na elaboração da LOPS; comparação entre o projeto de LOPS (1947) e o projeto do ISSB (1945).<lb/><lb/>4ª Sessão: 27 de novembro<lb/>Fita 6 (continuação)<lb/>Comparação entre o projeto de LOPS (1947) e o projeto do ISSB (1945); a participação de técnicos da Previdência na elaboração  da LOPS; o ISSB segundo João Carlos Vital; comentários sobre os recursos dos IAPs; comentários sobre a LOPS; a criação de hospitais após a promulgação da LOPS; a diferença do Plano de Benefícios dos institutos após a promulgação da LOPS; os objetivos da LOPS; posição sobre a unificação do sistema previdenciário; depoimento  à CPI do Congresso Nacional sobre a unificação da Previdência (1967); a participação em grupos de trabalho formados para contribuir na elaboração dos vários projetos de LOPS; a colaboração entre Alim Pedro e o deputado Aluízio Alves; as relações entre os congressistas e os membros da estrutura administrativa da Previdência; a subcomissão de seguro social da Comissão Nacional de Bem–Estar Social (1952).<lb/><lb/>Fita 7<lb/>O debate com os médicos sobre implantação de assistência médica no IAPI; referência a Hélio Beltrão; origem dos serviços de assistência médica ao segurado do IAPI; comentário sobre o depoimento na Câmara dos Deputados; assistência médica no IAPI; os convênios do IAPI com médicos e hospitais; medicina liberal versus medicina estatizada; comentário sobre os cálculos atuariais para a assistência médica no Brasil; a expansão do sistema previdenciário e o assalariamento do médico; a viagem para o estudo de administração previdenciária na Dinamarca; a importância do intercâmbio internacional no campo da Previdência; a participação em organizações internacionais de intercâmbio técnico; o interesse internacional pela Previdência Social; referência à revista Industriários; o interesse dos sindicatos pela Previdência; referência aos bancários; as tentativas de uniformização administrativa dos institutos; o parecer contrário à extensão da Previdência Social para as empregadas domésticas; referência ao regimento único das Caixas e IAPs (1955); as funções do Departamento Nacional de Previdência Social (DNPS); resistência às mudanças administrativas nos IAPs; referência ao encontro de Batista Ramos com Geraldo Baptista.<lb/><lb/>Fita 8<lb/>Os computadores no IAPI; referência a José Neves; o equilíbrio financeiro do IAPI; os atrasos no pagamento dos benefícios no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM) e no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETEC); referência à gestão do Ministro da Previdência Waldir Pires; comentário sobre o sistema de repartição; referência a Furquim Werneck; comentário sobre a administração colegiada dos órgãos previdenciários; referência à administração de Waldemar Luiz Alves no IAPI; referência a Dante Pelacani; o IAPI no segundo governo Vargas; o Presidente Kubitschek e a Previdência Social.<lb/><lb/>5ª Sessão: 04 de dezembro<lb/>Fita 8 (continuação)<lb/>Referência aos contatos do presidente do IAPI, Afonso César, com Plínio Lourival Fontes; a direção colegiada do IAPI no governo Jânio Quadros; o trabalho como presidente-interventor do IAPI, em 1964; comentário sobre as comissões de inquérito; a unificação da Previdência Social; referência a Nazareth Teixeira Dias; o projeto de lei que extinguiu as secretarias originais do INPS; avaliação da reforma administrativa da Previdência; comentário sobre as normas PAPS; a viagem pelo Brasil com o presidente do DNPS, José Dias Corrêa Sobrinho; outros projetos para a unificação da Previdência Social; a viagem pelo Brasil com José Dias Corrêa Sobrinho; o convite para assumir a presidência do INPS.<lb/><lb/>Fita 9<lb/>O convite do Ministro do Trabalho, Jarbas Passarinho, para ocupar a presidência do INPS; a reunião com o Presidente Costa e Silva; a conversa com Nazareth Teixeira Dias; referência a José Dias Corrêa Sobrinho; administração do processo de unificação no INPS; resistência dos funcionários à unificação; a demissão dos funcionários sem concurso; referência à interpelação do Serviço Nacional de Informações (SNI) sobre a queda de arrecadação da Previdência; resistência dos bancários à unificação; a viagem do presidente do DNPS pelos estados brasileiros; comentário sobre uma indicação política para a delegacia  regional de São Paulo; a contratação de empresas para a prestação de serviços; aspectos revelados pelo censo dos servidores; a importância do concurso para o IAPI, em 1937; a formação profissional do IAPI; o aumento do número de funcionários sem concurso no IAPI; a importância do governo militar para a unificação da  Previdência Social; posição dos marítimos frente à unificação; origens da Previdência rural no IAPI; referência a Líbero Massari; comentário sobre a resistência dos bancários à unificação da Previdência Social.<lb/><lb/>Fita 10<lb/>Comentário sobre a resistência dos bancários à unificação da Previdência; a conversa com o Ministro do Trabalho Jarbas Passarinho; posição dos médicos frente à criação do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS); a CPI sobre a Previdência Social (1968); referência ao SAMDU; os nomes apresentados ao Ministro do Trabalho, Jarbas Passarinho, para a presidência do INPS; o depoimento na CPI sobre a Previdência Social; as razões do apoio ao golpe de março de 1964.<lb/><lb/>6ª Sessão: 22 de janeiro<lb/>Fita 10 (continuação)<lb/>Comentário sobre a publicação do depoimento na CPI da Previdência; a situação financeira do INPS; a Associação Médica Brasileira (AMB) e a defesa da livre escolha e da privatização da medicina; referência à posição de Gentile de Mello; a experiência da livre escolha em Ribeirão Preto (SP); os sistemas de prestação de assistência médica utilizados pelo INPS.<lb/><lb/>Fita 11<lb/>A recuperação de hospitais do INPS; comentário sobre a nomeação para a presidência do INPS; defesa dos critérios técnicos para administração da Previdência; os benefícios administrativos da unificação da Previdência Social; a evolução dos benefícios concedidos pela Previdência social; a participação na reunião da Associação Ibero-Americana da Previdência Social no Rio de Janeiro; os limites para a expansão da prestação de assistência médica na Previdência; a venda do patrimônio imobiliário da Previdência Social; a cessão de terrenos para o BNH; considerações sobre a repressão política durante os governos militares; as funções do DNPS após a unificação; a conversa com o Ministro Jarbas Passarinho sobre o relatório-síntese do INPS (1968); as razões da utilização da rede hospitalar privada; as taxas de internação nos hospitais estaduais na gestão de Carlos Lacerda no governo do estado da Guanabara; comentário sobre a unificação dos sistemas de saúde; referência a Hésio Cordeiro; comentário sobre a sua aposentadoria como presidente do INPS.<lb/><lb/>Fita 12<lb/>Comentário sobre a sua aposentadoria como presidente do INPS; o Plano Nacional de Saúde (PNS) do Ministro Leonel Miranda; assistência médica na Inglaterra; o papel da assistência médica previdenciária no Brasil; o Congresso de Medicina Social no México; a viagem aos Estados Unidos; referência à instituição do SINPAS; as atividades do Ministério da Saúde; o trabalho na FGV; a reforma administrativa; referência a José Maria Arantes; referência à participação em discussões sobre a unificação da Previdência Social.<lb/><lb/>7ª Sessão: 29 de janeiro<lb/>Fita 12 (continuação)<lb/>A escolha de Walter Graciosa para a presidência do INPS; administração do Ministro Júlio Barata; a instituição de gratificação especial para funcionários que atendem ao público; os hospitais padrão na Previdência social; referência ao Instituto Estadual de Cardiologia (RJ); a implantação do MPAS; a criação da Secretaria de Atuária no MPAS.<lb/><lb/>Fita 13<lb/>Referência à participação do Ministro do Trabalho, Arnaldo Prieto, na criação do MPAS; as razões da criação do MPAS; a estrutura do MPAS; origem da DATAPREV; o amparo aos idosos e inválidos não contribuintes; a evolução da Previdência Social brasileira; a estatização do seguro por acidente de trabalho; o Estatuto do Trabalhador Rural; o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (FUNRURAL); os benefícios previdenciários do trabalhador rural; o convênio com as santa casas da misericórdia para o atendimento ao trabalhador rural; o FUNRURAL depois da criação do SINPAS; os projetos aprovados na administração do Ministro Nascimento e Silva; referência à extinção da Fundação de Assistência ao Garimpeiro; os projetos implementados na administração de Nascimento e Silva; o projeto de criação da Fundação Nacional de Assistência Médica da Previdência Social; a reunião com o Ministro Nascimento e Silva sobre a reforma da Previdência; a estrutura administrativa no MPAS; o grupo de trabalho para elaboração do SINPAS; a implantação do SINPAS; as razões da exclusão do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE) na época da unificação.<lb/><lb/>Fita 14<lb/>O apoio da categoria médica à criação do INAMPS; a divisão de responsabilidade das instituições vinculadas ao SINPAS; referência à reforma administrativa do Ministro do Planejamento Hélio Beltrão; a intervenção do DASP na reforma da Previdência Social (1977); aprovação da criação do SINPAS no Congresso; comentário sobre o processo de designação de representantes do FUNRURAL no interior; referência à Legião Brasileira de Assistência (LBA) e à Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor (FUNABEM); a Previdência Social na Constituinte; a importância dos atuários; o MPAS após a implantação do SINPAS; referência ao Ministro Jair Soares; referência a João Carlos Serra; comentário sobre as fraudes na Previdência; referência ao estudo da reforma administrativa na FGV; lembranças da implantação do SINPAS; referência a Líbero Massari.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Francisco Luiz Torres de Oliveira</persname>
            <persname role="subject">Fioravanti Alonso di Piero</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Previdência Social (INPS)</corpname>
            <corpname role="subject">Associação Médica Brasileira (AMB)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Geraldo Baptista</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-15</unitid>
            <unitdate normal="1986/1987" encodinganalog="3.1.3">03/12/1986 a 02/04/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete (5h54min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/d/a/6da4d7193c8a3dfa86d918786cffc992977993d7a39250cc67e625d45cb50e0e/Geraldo_Baptista.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Gilberto Hochman, Luiz Octávio Coimbra e Marcos Chor Maio, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 03, 11 de dezembro de 1986, 26 de fevereiro e 02 de abril de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Geraldo Augusto de Faria Baptista nasceu em Belo Horizonte, em 1908, pertencendo a uma família de classe média do interior de Minas Gerais. Até os 15 anos viveu em Minas Gerais; onde cursou o primário no Grupo Escolar Afonso Pena, e os primeiros anos do curso secundário no Ginásio Mineiro.<lb/>	Em 1924, com a mudança da família para o Rio de Janeiro, concluiu o secundário no Colégio Pedro II. Em 1925, ingressou na Faculdade Nacional de Direito, formando-se em 1929.<lb/>	Iniciou sua carreira profissional no cartório do pai, e em seguida, trabalhou num escritório de advocacia. Em 1931, ingressou no Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio (MTIC), como primeiro adjunto do procurador-geral do Conselho Nacional do Trabalho (CNT), atuando na área da Previdência Social.<lb/>	Em 1938, foi requisitado pelo recém-criado Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI), para ocupar o cargo de procurador-geral.<lb/>	Em 1942, integrou a delegação brasileira na 1ª Conferência Interamericana de Seguridade Social, realizada em Santiago do Chile. Dois anos depois, voltou à Procuradoria da Previdência Social, do MTIC, e no ano seguinte, após a queda de Getúlio Vargas, presidiu o CNT no governo José Linhares.<lb/>	Em 1947, retornou ao MTIC e, quatro anos mais tarde, participou da Comissão Nacional de Bem-Estar Social, que reviu o primeiro projeto de Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS), do então deputado Aluízio Alves.<lb/>	Participou também, em 1953, do processo de unificação das Caixas de Aposentadoria e Pensões (CAPs), e mais tarde, no final da década de 50, atuou como consultor de legislação social do Senado, no período de aprovação da LOPS.<lb/>	No início dos anos 60, integrou a Comissão Permanente de Direito social (CPDS), que avaliava processos relativos à Previdência Social.<lb/>	Em 1965, apresentou-se e voltou a exercer advocacia. No governo Chagas Freitas (1970/1974), assumiu o cargo de Secretário de Justiça do estado do Rio de Janeiro.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 03 de dezembro<lb/>Fita 1<lb/>Origem familiar; lembranças da infância em Belo Horizonte; lembranças do Grupo Escolar Afonso Pena; formação religiosa; influência intelectual do pai; a política em Minas Gerais no início do século; a condição econômica da família; origem de Belo Horizonte; a mudança da família para o Rio de Janeiro; precariedade da assistência médica previdenciária em Belo Horizonte no início do século; a capital mineira como local privilegiado para a cura da tuberculose; a nova ocupação do pai; o ingresso no Colégio Pedro II; lembranças do Colégio Pedro II; o primeiro ano da Faculdade Nacional de Direito; a prática de esportes; o ambiente universitário; o trabalho na revista universitária ÉpocaI; os estudos ibero-americanos; comentários sobre o corpo docente da Faculdade Nacional de Direito; influência da esquerda na faculdade; o governo Arthur Bernardes.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>A equipe da revista Época; a política na República Velha; ausência de matérias de legislação trabalhista e previdência social na faculdade; as primeiras atividades profissionais; comentários sobre a Revolução de 1930; o ingresso no MTIC; o trabalho com as CAPs no MTIC.<lb/><lb/>2ª Sessão: 11 de dezembro<lb/>Fita 2 (continuação)<lb/>A situação das CAPs no início dos anos 1930; comentários sobre as CAPs; a representação dos trabalhadores no CNT; as reuniões do CNT; comentários sobre o Decreto-lei nº 20.465 das CAPs; explicações sobre a origem dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); comentários sobre a criação do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM); os conselhos de administração dos IAPs; o papel do CNT.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>O trabalho dos médicos no CNT; influência internacional na legislação previdenciária brasileira; assistência médica nos IAPs; origem do IAPI; as funções dos inspetores das CAPs; o regulamento dos serviços médicos das Caixas; perfil de João Carlos Vital; o trabalho como procurador-geral do IAPI; a política habitacional do IAPI; a perícia médica no IAPI; a saúde do IAPI; a 1ª Conferência Interamericana de Seguridade Social.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>A Previdência Social e a Seguridade Social; relato da 1ª Conferência Interamericana de Seguridade Social; comentários sobre a Previdência Social no Brasil; o Instituto de Serviço Social do Brasil (ISSB); a unificação das CAPS, em 1953; o trabalho como presidente do CNT; a reforma do CNT, em 1946; a Previdência Social na Constituinte de 1946; referência à LOPS; a Previdência Social para artistas, intelectuais e escritores; a 2ª Conferência Interamericana de Seguridade Social, em 1947; comentários sobre o ISSB.<lb/><lb/>3ª Sessão: 26 de fevereiro<lb/>Fita 5<lb/>Comentários sobre o ISSB; o primeiro projeto de LOPS, em 1947; atuação na Comissão Nacional de Bem-Estar Social de 1951; a ideia da direção colegiada na gestão da Previdência social; o trabalho como consultor da legislação social do Senado no período de aprovação da LOPS; conceito de associado, segurado e beneficiário; a Fundação da Casa Popular; a política dos IAPs; o débito da União com a Previdência Social no governo Juscelino Kubitschek; críticas ao projeto da LOPS aprovado pelo Congresso Nacional; o período da administração colegiada na Previdência Social; atuação na CPDS; a encampação do seguro de acidente de trabalho pela Previdência social.<lb/><lb/>4ª Sessão: 02 de abril<lb/>Fita 6<lb/>O regulamento da LOPS; trajetória profissional na Previdência Social; a extensão da Previdência Social ao trabalhador rural; avaliação da assistência médica na Previdência Social; comentários sobre a unificação dos IAPs; atuação na CPDS; comentários sobre aposentadoria por tempo de serviço; a dívida da União com a Previdência Social; o movimento de 1964 e as mudanças na Previdência Social; a indicação para Secretário de Justiça no primeiro governo Chagas Freitas; as publicações na área da Previdência Social.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Geraldo Augusto de Faria Baptista</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jessé Montello</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-16</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">13/08/1986 e 27/08/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 7 fitas cassete (6h10min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/0/3/d0387990a18e47919720571228b259278bfda780b58dcb607404e698eeeb1893/Jess___Montello.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 13 e 27 de agosto de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Jessé Montello nasceu em São Luiz, Maranhão, em 1919. Sua família, de origem pobre, era presbiteriana. Seu pai era proprietário de uma pequena sapataria e sua mãe dona de casa. O fato de possuírem grande sentimento religioso levou-os a batizar seus nove filhos com nomes bíblicos, como Jessé e seu irmão Josué.<lb/>	Os seus primeiros estudos foram realizados no Maranhão, onde também concluiu um curso técnico complementar de engenharia, dedicando-se muito cedo ao ensino de matemática.<lb/>	Com o objetivo de seguir a carreira militar, transferiu-se para o Rio de Janeiro. Porém, sem recursos financeiros, começou  a trabalhar como professor no Instituto Lafayette, ao mesmo tempo em que fazia a Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), concluindo o curso em 1945.<lb/>	Em 1939, prestou concurso para estatístico-auxiliar do Ministério da Fazenda e, mais tarde, para atuário do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio (MTIC). Em 1948, ainda na Universidade do Brasil, completou o curso de engenharia.<lb/>	Tempos depois, prestou mais um concurso público e ingressou no quadro de docentes da Universidade do Brasil, onde ocupa até hoje o cargo de professor titular.<lb/>	Entre 1943 e 1956, dirigiu o Departamento Atuarial do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB). No campo da previdência complementar, atuou também nos planos de suplementação da aposentadoria para funcionários de diversas empresas, como a Light e a Companhia Siderúrgica Paulista (COSIPA). Quanto às suas propostas para a Previdência Social, destaca-se a defesa da instituição de idade mínima para aposentadoria por tempo de serviço.<lb/>	Em 1957, foi indicado para assumir a direção do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE), tendo nesta ocasião a oportunidade de acumular experiências na área econômica, através de projetos realizados nesta instituição.<lb/>	Mais tarde, entre 1979 e 1985, ocupou a presidência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<lb/>	Na ocasião da entrevista, o depoente pertencia ao Conselho de Previdência complementar.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 13 de agosto<lb/>Fita 1<lb/>Nascimento; origem familiar; o trabalho do pai como sapateiro; atividade como professor de matemática; atividade docente no Instituto Lafayette; o ingresso no curso de matemática da Faculdade Nacional de Filosofia; o concurso para estatístico auxiliar do Ministério da Fazenda; referência aos professores do curso de engenharia; referência às diferentes atividades profissionais desenvolvidas; lembranças da Revolução de 1930 e seu impacto em São Luiz; lembranças do pai e dos irmãos; relato da morte da irmã mais velha, vítima de pneumonia; a vocação para matemática; lembranças das brincadeiras de infância numa fazenda em São Luiz; características do irmão Josué Montello; referência à origem social; referência aos conhecimentos históricos do filho; os debates entre comunistas e integralistas no curso complementar de engenharia realizado em São Luiz; a ida para o Rio de Janeiro; a participação no movimento estudantil da Faculdade Nacional de Filosofia na década de 1940; lembranças da atuação de San Thiago Dantas na Faculdade Nacional de Filosofia; a participação no movimento pela entrada do Brasil na Segunda Guerra ao lado das forças aliadas; atuação da União Nacional dos Estudantes (UNE) no período da guerra; opinião sobre Getúlio Vargas; a importância dos concursos realizados pelo Departamento de Administração do Serviço Público (DASP); a importância do cargo de atuário no serviço público federal; conceito de atuário; o atuariado do MTIC; a prestação do concurso para o MTIC; a experiência como examinador em concursos públicos realizados pela Universidade de São Paulo (USP); a pesquisa no campo da atuária; a confecção de tábuas estatísticas de mortalidade, invalidez e morbidez; visão do atuário sobre o sistema previdenciário; visão do atuário sobre a importância da assistência médica previdenciária.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>Assistência médica e redução dos gastos com aposentadoria por invalidez; oposição à aposentadoria por tempo de serviço; a experiência do aumento da idade limite para aposentadoria em outros países; a falência das Caixas de Aposentadoria e Pensões (CAPs) dos trabalhadores; a extinção da aposentadoria por tempo de serviço no primeiro governo Vargas; concepção sobre desigualdade de renda; avaliação da política salarial no governo Figueiredo; o impacto da política salarial no governo Figueiredo em relação ao financiamento da Previdência social; assistência médica no IAPB; a especificidade do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI) em função do número de segurados; comparação entre o sistema de contribuições dos segurados do IAPB e IAPI; avaliação da qualidade dos serviços médicos do IAPB enquanto usuário; os gastos com assistência médica no Hospital da Lagoa; comparação entre nível de renda e mortalidade realizada durante a sua gestão no IBGE; comparação entre as taxas de natalidade e mortalidade; o controle de natalidade na China; atualidade da Lei de Malthus; o amparo à invalidez, velhice e morte como finalidade na Previdência Social; posição sobre pensão por morte; a desigualdade social no sistema previdenciário; o sistema de aposentadoria por tempo de serviço a cargo das empresas; referência ao Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB); posição dos atuários da Previdência social sobre a criação do ISSB; a representação dos bancários na direção do IAPB.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>Posição dos bancários sobre a unificação dos institutos; a relação do Sindicato dos Bancários com o IAPB; a relação dos empregadores com os Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); posição sobre a contribuição da União para a Previdência; o impacto do congelamento de aluguéis sobre o equilíbrio financeiro dos IAPs; avaliação da política habitacional dos IAPs; defesa da utilização da contribuição da União para o desenvolvimento do país; comentário sobre a Ferrovia do Aço; contato com o consultor da Light do Canadá e atuação na Comissão Nacional de Energia; a participação em estudos sobre a viabilidade do metrô; avaliação da qualidade dos serviços e a estrutura financeira do metrô; posição dos sindicatos sobre a unificação; avaliação da atuação do deputado Aluízio Alves; referência à compra do Hospital da Lagoa pelo IAPB; avaliação da construção do Hospital de Clínicas e do campus universitário da UFRJ; comentário sobre a gestão de Leonel Miranda no Ministério da Saúde; considerações sobre Nascimento e Silva; considerações sobre Roberto Campos; visão da Previdência como seguro social extensivo a toda população; formação religiosa; defesa da neutralidade do conhecimento técnico; os pedidos dos parlamentares durante a sua gestão no IBGE; crítica ao plano de carreira do magistério na UFRJ na década de 1980 e à extinção da cátedra; comentários sobre a revista Industriários e o Boletim estatístico do IAPI; a desvalorização da profissão de atuário; a exigência de concurso para o exercício da profissão de atuário; a regulamentação das profissões de atuário e estatístico; avaliação da Escola Nacional de Ciência e Estatística (ENCE); atuação na Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV); posição sobre a formação necessária ao atuário; a participação no congresso de Previdência na Espanha; a participação em congressos internacionais de seguridade social; ampliação do conceito de previdência para o de seguridade social; a participação em comitê de atuários para o estudo do seguro social na Europa.<lb/><lb/>2ª Sessão: 27 de agosto<lb/>Fita 4<lb/>Avaliação da atuação de João Carlos Vital na Previdência; a redução da qualidade de assistência médica aos bancários após a unificação; a concepção de Previdência social de João Carlos Vital; atuação de Plínio Cantanhede no IAPI; comentário sobre Hélio Beltrão e sua atuação no IAPI; os problemas dos institutos diante da inexistência de idade mínima para aposentadoria por tempo de serviço; comparação entre taxa de natalidade e desenvolvimento; o envelhecimento da população e os custos com aposentadoria por tempo de serviço; a importância da FGV na determinação de indicadores econômicos; referência ao Plano Beveridge; atuação no Conselho Atuarial do MTIC; a perda de status econômico com a transformação da cátedra em cargo de professor titular da UFRJ; referência à situação financeira pessoal; a convivência com Silvio Pinto Lopes; a especialização de Silvio Pinto Lopes em acidente de trabalho; atuação de Silvio Pinto Lopes na transferência do seguro de acidente de trabalho para a Previdência Social; concepção de Previdência social como seguro social mais amplo; conversa com o Ministro Nascimento e Silva sobre a proteção aos velhos com mais de 65 anos; referência ao benefício por morte nos Estados Unidos; explicação para a exclusão dos trabalhadores rurais do sistema previdenciário; atuação de Aluízio Alves como parlamentar; opinião sobre a unificação; a mobilização dos bancários pela aposentadoria por tempo de serviço; a supressão da idade mínima para aposentadoria por tempo de serviço; o abono de permanência de serviço para  o aposentado ('pé na cova'); defesa da implantação de idade mínima para aposentadoria por tempo de serviço; a importância de um eficiente sistema de saneamento para o aumento da vida média; a mobilização sindical na França contra a redução da idade mínima para aposentadoria; atuação no BNDE durante o governo Kubitschek.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>Realização de estudo sobre a adoção da correção monetária pelo BNDE; avaliação do Plano Cruzado; a ligação com Guerreiro Ramos; o Conselho atuarial da Previdência Social; o ingresso no IAPB; atuação como diretor do Departamento Atuarial; o desinteresse progressivo do Instituto Nacional de Previdência (INPS) pela estrutura atuarial; apreciação de Projeto-lei sobre a Previdência no governo Kubitschek; a recuperação da importância do atuário; a realização de estudo para o Instituto de Previdência social da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (IPLEMG); a participação no Instituto Brasileiro de Atuária (IBA); o papel do IBA na formação do atuário; a criação da ENCE; o efeito da efetivação sobre a qualidade de ensino da ENCE; avaliação da cátedra na universidade; as mudanças na universidade brasileira; os objetivos do IBA; atuação do IBA na fiscalização do exercício da profissão de atuário; importância do concurso público em sua carreira; a Previdência suplementar dos trabalhadores da Light; a Previdência suplementar nas empresas; as fraudes nos atestados de tempo de serviço e as dificuldades financeiras das CAPs; a situação financeira das CAPs; as aplicações imobiliárias dos IAPs; e os problemas na formação de reservas; o impacto da Lei do Inquilinato sobre as aplicações imobiliárias dos IAPs; a compra de ações da Hidrelétrica de Paulo Afonso pelo IAPB; os gastos com assistência médica no IAPB; proposta de esclarecimento da aposentadoria por tempo de serviço; o deslocamento de investimentos do sistema financeiro para o sistema produtivo.<lb/><lb/>Fita 6<lb/>Posição sobre a contribuição do aposentado para a Previdência Social; posição sobre a aposentadoria por tempo de serviço; a Lei Salarial e o déficit na Previdência; posição sobre o Plano Cruzado; a criação do Instituto de Direito Previdenciário; a diferença entre expectativa de direito e direito adquirido na Previdência Social; a diferença entre assistência e Previdência Social; a Previdência privada; a Previdência complementar nas empresas; a Previdência privada no serviço público federal; os custos administrativos do serviço público; os problemas de qualificação profissional do funcionalismo público; a experiência como usuário dos serviços médicos do IAPB; a mobilização dos bancários e a qualidade da assistência médica no IAPB; a utilização do sistema privado de assistência médica para cirurgia de diverticulite; a experiência recente de utilização dos serviços médicos do ex-IAPB; explicações para a crise do INPS; a criação da Caixa de Previdência do BNDE no desenvolvimento do país; atuação no IBGE e os problemas na determinação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC); os problemas na adoção de preços congelados para a determinação da taxa de inflação; o levantamento de dados econômicos feito pelos atuários nos anos 1940.<lb/><lb/>Fita 7<lb/>A relação entre desenvolvimento econômico e desigualdade de renda; os efeitos negativos da política salarial do governo Figueiredo; defesa da responsabilidade da Previdência em relação aos benefícios provenientes de invalidez, velhice e morte; defesa do fim da aposentadoria por tempo de serviço; o envelhecimento da população.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Jessé de Souza Montello</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">João Batista Ramos</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-17</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">20/10/1986 a 22/10/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete (9h05min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/5/7/c57a904f81c658990b9ad95e95926060b6859e3369dab086b10fbe85800c620e/Jo__o_Batista_Ramos.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra e Marcos Chor Maio, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 20, 21 e 22 de outubro de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>João Batista Ramos nasceu em Queluz, São Paulo, a 7 de maio de 1910, filho do comerciante José Ramos de Paula e de Maria Arantes Ramos.<lb/>	Como Parlamentar e Ministro do Trabalho, Batista Ramos teve a oportunidade de participar intensamente da elaboração e da aprovação da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS) de 1960.<lb/>	Ainda secundarista, no final dos anos 20, trabalhou como datilógrafo no escritório do advogado Benedito Costa Neto, futuro Ministro da Justiça do governo Eurico Gaspar Dutra. Em 1935, obteve o título de Bacharel pela Faculdade de Direito de São Paulo.<lb/>	De 1936 a 1941, exerceu advocacia em Monte Aprazível (SP), especializando-se em direito agrário. De volta a capital, em 1944, passou a exercer também o jornalismo na Folha da Manhã, tornando-se redator-chefe desta última, em 1947. No mesmo ano, passou a exercer o cargo de chefe da secretaria do Ministro Costa Neto.<lb/>	Em 1950, montou o escritório “Soluções Trabalhistas”, em São Paulo, onde durante 20 anos ofereceu consultas gratuitas à população sobre Previdência Social e Legislação Trabalhista.<lb/>	Entre 1951 e 1954, tornou-se diretor-presidente das rádios Nacional de São Paulo e Excelcior, esta de propriedade de seu irmão José Nabantino Ramos.<lb/>	Em 1954, elegeu-se deputado federal pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e fez do tema Previdência Social a sua principal bandeira.<lb/>	Na Câmara dos Deputados, em 1957, apresentou o substitutivo ao projeto do deputado Aluízio Alves, que foi posteriormente aprovado.<lb/>	Nomeado Ministro do Trabalho da Indústria e Comércio, em 1960, trabalhou pela aprovação final da LOPS, elaborou o decreto contendo o regulamento da LOPS e obteve para a Previdência Social o pagamento de uma parte da dívida da União.<lb/>	Em 1966, filiou-se ao Partido Aliança Renovadora Nacional (ARENA), através do qual chegou à presidência da Câmara.<lb/>	Em junho de 1973, foi nomeado pelo Presidente Médici para o Tribunal de Contas da União (TCU).<lb/>	Em agosto de 1980, aposentou-se do TCU, filiando-se no ano seguinte ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Nas eleições de novembro de 1982, Batista Ramos candidatou-se, sem êxito, a uma cadeira na Câmara pelo estado de São Paulo.<lb/><lb/>Sumário:<lb/>1ª ENTREVISTA – 20/10/1986<lb/>Fita 1 -  Aspecto da legislação sobre aposentadoria por tempo de serviço; origem familiar; comentário sobre o irmão José Nabantino; a infância em Bauru (SP); a Estrada de Ferro Noroeste e as imigrações; comentário sobre o pai; o Banco São Paulo-Mato Grosso; os empregados do pai; a “chaga de Bauru”; a Caixa de Aposentadoria  e Pensões dos Empregados da Estrada de Ferro Noroeste; o diretor de serviço da Caixa da Noroeste Euzébio Guerra; assistência médica na Caixa da Noroeste nos anos 20; comentário sobre a mãe; o ginásio na capital paulista; os professores do Colégio Rio Branco; as disputas políticas envolvendo o pai em Bauru; comentário sobre a Revolução de 1930.<lb/><lb/>Fita 2 - Aspectos da Revolução de 1930; lembranças da Revolução Constitucionalista de 1932 em São Paulo; formação religiosa; comentário sobre o escritório “Soluções Trabalhistas” em São Paulo; a mudança para Monte Aprazível (SP); ascensão do irmão José Nabantino à Superintendência do Grupo Folha; comentário sobre os artigos publicados na Folha da Manhã  sob o pseudônimo Sancho; as leituras filosóficas; lembranças da Faculdade de Direito de São Paulo; as relações com Alfredo Buzaid e Plínio Salgado; posição frente à ideologia comunista; o exercício da advocacia em Monte Aprazível; o acordo com a União Democrática Nacional (UDN) para aprovação da LOPS; a participação em causas contra posseiros em Monte Aprazível; os motivos da volta para a capital paulista, em 1944; as atividades como jornalista da Folha da Manhã.<lb/><lb/>Fita 3 – As atividades no jornalismo; aproximação com o PTB; a candidatura a deputado federal, em 1950; comentário sobre o exercício do cargo de chefe da secretaria do Ministro da Justiça Costa Neto; o episódio da cassação do registro do Partido Comunista Brasileiro (PCB); comentário sobre o PTB em São Paulo; os benefícios do equilíbrio entre direita e esquerda; o PTB em São Paulo; a reunião com  o Presidente Juscelino Kubitschek e Elias Adaime; o funcionamento do escritório “Soluções Trabalhistas”; comentário sobre o assessor Cirilo Rezende; referência a Ademar de Barros; comentário sobre o fisiologismo da classe política; as razões da derrota nas eleições de 1950; as relações entre o PTB e a Previdência Social nos anos 50; comentário sobre Cirilo Rezende; origens do escritório “Soluções Trabalhistas”: Waldemar Luís Alves e a defesa da direção colegiada na Previdência Social; ascensão à liderança do governo na Câmara dos Deputados; o apoio da UDN na aprovação da lei que prorrogou os benefícios do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE); a conversa ao telefone com o Presidente Juscelino Kubitschek.<lb/><lb/>Fita 4 – O episódio da indicação para a liderança do Governo na Câmara feita por Juscelino Kubitschek; o convite para o Ministério do Trabalho; o encontro com representantes sindicais no Teatro João Caetano (RJ); e elaboração do regulamento da LOPS;<lb/><lb/>2ª ENTREVISTA – 21/10/1986<lb/>Fita 4 (continuação) - O escritório de consultas gratuitas sobre trabalho e novembro de 1982, Batista Ramos candidatou-se, sem êxito, a uma cadeira na Câmara pelo estado de São Paulo. Previdência Social; a colaboração de Mário Pinto Passos no substitutivo Batista Ramos; a exclusão do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE) do substitutivo Batista Ramos; a elaboração do substitutivo na Comissão de Serviços Públicos da Câmara; a instituição da direção colegiada na Previdência Social; visão pessoal do trabalhismo; defesa do substitutivo Batista Ramos; o diálogo com Carlos Lacerda sobre o custeio da Previdência; as articulações partidárias para aprovação do substitutivo Batista Ramos; a participação do secretário-geral da UDN, Guilherme Machado, nas articulações em favor da LOPS; a reunião com Carlos Lacerda e dirigentes sindicais sobre a LOPS; o projeto governamental de reforma da Previdência Social, em 1956; consolidação da dívida do governo com a Previdência; o aumento da parcela de contribuição dos trabalhadores; a rotina de trabalho para elaboração do substitutivo Batista Ramos; a mudança de nome do substitutivo Batista Ramos.<lb/><lb/>Fita 5 – Aprovação da LOPS (substitutivo dos líderes) na Câmara; origem do substitutivo Batista Ramos; atuação do deputado Lobo Coelho na exclusão do IPASE da LOPS; origem das instituições de Previdência no Brasil; aposentadoria por tempo de serviço entre os ferroviários; comentário sobre as origem do IPASE; defesa da unificação dos benefícios previdenciários; atuação parlamentar da UDN e do deputado Aluízio Alves; as razões da falta de apoio parlamentar ao projeto de Aluízio Alves; comentário sobre a UDN; o trâmite regional para aprovação do substitutivo Batista Ramos; a participação de Aluízio Alves; a exclusão dos trabalhadores rurais e das empregadas domésticas dos benefícios previdenciários; aprovação da LOPS no Senado; conversa com o Presidente Juscelino Kubitschek sobre a sanção da LOPS; a reunião com Juscelino Kubitschek e João Goulart sobre vetos à LOPS.<lb/><lb/>Fita 6 – A reunião com Juscelino Kubitschek, João Goulart e outras autoridades governamentais sobre vetos à LOPS; a reunião no Palácio Alvorada com líderes sindicais para sanção oficial da LOPS; a conversa com Kubitschek sobre a direção colegiada; o anúncio oficial da sanção da LOPS; a reunião com líderes sindicais no Teatro João Caetano; as razões do conflito com o Presidente Juscelino Kubitschek e a saída do Ministério do Trabalho; o discurso na Câmara explicando as razões da renúncia; ascenção no Ministério do Trabalho; o projeto de prorrogação das atividades do BNDE; a tramitação parlamentar do Projeto BNDE; lembranças de nomes de líderes dos movimentos sindicais; a regulamentação da LOPS; a relação entre o aumento dos benefícios e o custeio na LOPS; o seguro de acidente de trabalho.<lb/><lb/>Fita 7 – A não-inclusão do seguro de acidente de trabalho na LOPS; o custeio da assistência médica na LOPS; a consolidação da dívida do governo com a Previdência Social.<lb/><lb/>3ª ENTREVISTA – 22/10/1986<lb/>Fita 7 (continuação) – Considerações gerais sobre os institutos; o apoio eleitoral dos ferroviários; comparação entre os institutos; apoio à permanência do delegado do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados do Serviço Público (IAPFESP) em São Paulo; considerações sobre a direção colegiada na Previdência Social; defesa da permanência de Cirilo Rezende na Primeira Junta de Revisão do Instituto Nacional da Previdência Social (INPS) em São Paulo; comentários sobre as fraudes na Previdência Social; relato da viagem aos Estados Unidos com o Presidente Eurico Dutra; a compra do Grupo Folha; o afastamento do Grupo Folha; a direção da rádio Excelsior;  comentário sobre os colegas professores da Faculdade de Direito Mackenzie (SP); o recebimento da notícia do golpe militar de 1964; a reunião com João Goulart e líderes sindicais no Palácio Guanabara.<lb/><lb/>Fita 8 – Convite de Ivete Vargas para o comício da Central; considerações sobre o caráter do povo brasileiro; a conversa com Almino Afonso, em 1964; crítica às posições políticas extremadas; ascensão à vice-presidência da Câmara, em 1965; o ingresso na ARENA; afinidades e qualidades pessoais dos membros da UDN; comentário sobre o MDB; as razões do apoio à ARENA; a conversa com o Presidente Castelo Branco; o afastamento de Adauto Lúcio Cardoso e a ascensão à presidência da Câmara; a reunião com o Presidente Castelo Branco no Rio de Janeiro; aceitação do cargo de presidente da Câmara; a declaração de voto contra a autorização para processar Márcio Moreira Alves; o caso de escuta no telefone de Pedro Aleixo; a cassação de Márcio Moreira Alves; comentário sobre o autoritarismo no governo Médici; ascensão à presidência da ARENA; as razões da permanência na política; defesa do governo Médici; a visita da viúva e da filha do deputado Rubens Paiva.<lb/><lb/>Fita 9 – Conversa com  o Presidente Médici sobre a morte de Rubens Paiva; o apoio de Alfredo Buzaid para a vaga no tribunal de Contas da União; impugnação às contas do Departamento Nacional de Estradas de Rodagens (DNER); o isolamento político no governo Médici; a despedida do General Tourinho; considerações sobre os políticos; o retorno às atividades partidárias no PMDB; posicionamento político do irmão José Nabantino; considerações sobre a dicotomia entre forma e conteúdo; comentários sobre o Plano Cruzado do Presidente José Sarney; a importância de Brasília e a participação dos institutos de Previdência na sua criação; a conversa do Presidente Juscelino Kubitschek com o presidente do BNDE Lucas Lopes; a conclusão do trabalho de autobiografia para publicação.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">João Batista Ramos</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <corpname role="subject">União Democrática Nacional (UDN)</corpname>
            <persname role="subject">Juscelino Kubitschek de Oliveira</persname>
            <persname role="subject">Aluízio Alves</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
            <subject>Política partidária</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Francisco Laranja</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-13</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">26/11/1986 a 17/12/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 11 fitas cassete (10h17min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte). Esta entrevista faz parte do projeto Memória de Manguinhos e pode ser consultada na descrição respectiva (BR RJCOC 05-05-02-05-11)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Jaime Benchimol, Marcos Chor Maio e Rose Ingrid Goldschmidt, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 26 de novembro, 02, 10 e 17 de dezembro de 1986. Esta entrevista foi realizada para o projeto "Memória de Manguinhos".<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Francisco Laranja nasceu em São Borja, Rio Grande do Sul, a 28 de setembro de 1916. Seu padrinho de batismo foi Getúlio Vargas e o melhor amigo de infância, João Goulart. Estes laços de amizade foram de grande importância ao longo de sua vida, especialmente com relação a João Goulart, pois durante o seu governo desempenhou as funções de assessor e médico da família Goulart, chegando a acompanhar o Presidente em viagem oficial à Europa, URSS, China e Nova Zelândia.<lb/>	Realizou seus primeiros estudos em São Borja e Uruguaiana, e o ginásio em Porto Alegre, cursando mais tarde a Faculdade Federal de Medicina de Porto Alegre. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, em 1937, onde concluiu o curso de medicina, em 1940, pela Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).<lb/>	Iniciou sua carreira profissional como taquígrafo e datilógrafo autônomo, realizando alguns trabalhos e apostilas sobre cursos diversos, para um grupo de estudantes de direito de Porto Alegre. Em 1938, prestou concurso público para a vaga de auxiliar-administrativo no recém-criado Instituto de aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI), passando a exercer a função de médico-auxiliar, em 1939, após ser aprovado em concurso interno.<lb/>	A atividade que exerceu em eletrocardiograma no IAPI despertou-lhe o interesse pelos estudos em cardiologia. Trabalhou com perícia médica, diagnosticando casos de incapacidade para o trabalho, sob a orientação do professor Magalhães Gomes. Em 1941, através de concurso, tornou-se médico cardiologista do IAPI. Em 1944, entrou para o Instituto Oswaldo Cruz (IOC), como pesquisador responsável pelo setor de pesquisas cardiológicas até 1953. Nesse mesmo ano, seu nome foi indicado para a direção do Instituto Oswaldo Cruz (IOC). Foi empossado em janeiro de 1954, permanecendo no cargo até fevereiro do ano seguinte.<lb/>	Entre 1957 e 1961, dirigiu o Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU), buscando durante a sua administração privilegiar a assistência médica à população do interior do país. Porém em 1961, no início do governo Jânio Quadros, foi exonerado.<lb/>	Assumiu a presidência da NOVACAP (Nova Capital), companhia construtora de Brasília, por indicação de João Goulart no início do seu mandato presidencial, sendo destituído do cargo pouco antes do golpe militar de 1964, quando retornou ao IAPI como médico cardiologista. Participou também de diversos cursos médicos em nível nacional e pronunciou várias conferências em universidades americanas.<lb/>	Seu desempenho profissional conduziu-o a vários postos e comissões, tais como delegado da Sociedade Brasileira de Cardiologia, do Conselho Internacional no México, e relator do IV Congresso Internacional de Medicina Tropical e Malária, em Washington, realizado em 1946. Além disso, foi membro das comissões julgadoras do concurso para o Hospital dos Servidores do Estado (HSE) e do concurso para livre docência da Faculdade Nacional de Medicina, em 1952.<lb/>	Além de um compêndio de patologia cardiovascular, artigos de divulgação e atualização de temas sobre cardiologia, Francisco Laranja realizou trabalhos relativos à clínica, epidemiologia, patologia, experimentação animal e terapêutica da doença de Chagas. Este último foi realizado com a participação de pesquisadores do IOC, entre eles, Emanuel Dias, Genard Carneiro da Cunha Nóbrega, Eithel Duarte e Arnaldo Miranda. Ao desenvolver este trabalho, entre 1945 e 1956, os pesquisadores elaboraram conceitos cardiológicos de grande importância para o estudo da doença de Chagas, servindo inclusive como suporte científico às campanhas de profilaxia desta doença no Brasil, iniciadas na década de 50.<lb/>	Francisco Laranja atuou como médico cardiologista do Hospital de Cardiologia de Laranjeiras – INAMPS (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência social), no Rio de Janeiro, e também como pesquisador titular da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), onde desenvolveu um projeto experimental sobre doenças de Chagas, vindo a falecer em setembro de 1989.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fitas 1 a 3<lb/>Origem familiar e a infância no interior do Rio Grande do Sul; formação escolar; o curso ginasial em Porto Alegre; a morte do pai; a experiência como capataz de fazenda na adolescência e as transformações da vida rural; o caráter do homem gaúcho; a influência da migração europeia no Rio Grande do Sul; as personalidades políticas do sul do país; a convivência com personalidades políticas; a Revolução de 1930; a conclusão do ginásio em Porto Alegre; a relação com os pais; o lazer na infância; as relações com a família de Getúlio Vargas; o quadro epidemiológico no interior do Rio Grande do Sul; o interesse pelos estudos e o vestibular para medicina; a cadeira de direito do trabalho criada por Lindolfo Collor; o convívio com os estudantes na pensão em Porto Alegre; o comunismo na década de 1930; o curso médico e o interesse pela psicologia; a primeira viagem ao Rio de Janeiro em busca do melhores condições de trabalho; o concurso para datilógrafo do IAPI; a transferência para a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro; o atentado integralista de 1938; o trabalho burocrático no IAPI.<lb/><lb/>Fitas 4 e 5<lb/>O concurso interno do IAPI; as atividades em cardiologia no IAPI; a atividade assistencial do IAPI; comentários sobre as doenças cardíacas no Brasil; a perícia e a consultoria médica do IAPI; a política salarial do IAPI na década de 1930; a questão da saúde pública durante o curso médico; o concurso para cardiologista do IAPI; a relação entre médico e paciente; a organização do posto de Bambuí (MG); a especialidade em cardiologia; o primeiro contato com a doença de Chagas; a profilaxia da doença de Chagas; a divulgação de trabalhos no exterior.<lb/><lb/>Fitas 6 a 8<lb/>O desdobramento do Ministério da Educação e Saúde e a repercussão no IOC; a gestão Olympio da Fonseca no IOC; o ingresso no IOC na gestão Henrique Aragão; críticas à centralização administrativa do IOC; a indicação para a direção do IOC em 1953; as divisões científicas e os pesquisadores do IOC; a descentralização de sua administração no IOC; a produção do IOC; os recursos do IOC; a política científica do IOC; a modificação na estrutura física de Manguinhos; a gestão Antônio Augusto Xavier; o serviço fotográfico do IOC; o Curso de Aplicação do IOC; comentários sobre a sua gestão no IOC; o retorno à pesquisa; comentários sobre o Estado Novo; avaliação da FIOCRUZ; a influência americana e os modelos de pesquisa; saúde pública e educação sanitária.<lb/><lb/>Fitas 9 a 11<lb/>A nomeação para a direção do SAMDU; os vínculos de amizade com João Goulart; a estrutura funcional do SAMDU; o retorno ao IAPI em 1964; referência ao Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS); a padronização dos serviços do SAMDU; definição político-ideológica; adesão ao getulismo e ao juscelinismo; os acordos para as indicações de cargos públicos; a descentralização administrativa de sua gestão no SAMDU; o orçamento do SAMDU; o desligamento do SAMDU no governo Jânio Quadros; a pressão partidária sobre a nomeação nos cargos públicos; o concurso para acadêmico de medicina do SAMDU; o atendimento ambulatorial; a instalação de postos ambulatoriais na região Centro-Oeste no governo Juscelino Kubitschek; a ligação entre o SAMDU e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB); a relação ambulatorial entre médico e paciente; a relação entre saúde pública e política salarial; os critérios adotados para a instalação de postos do SAMDU; a direção do SAMDU no final dos anos 1950; o retorno ao IAPI após o golpe de 1964; a viagem com Jango à URSS e Europa Oriental; o regresso ao IOC e os trabalhos desenvolvidos; comentários sobre a FIOCRUZ; a questão dos relatórios administrativos do IOC; o governo João Goulart; a administração da NOVACAP; o retorno à fazenda de Goiás após o golpe de 1964; o casamento e a vida em Brasília na década de 1970; a “cassação branca”; o concurso para cardiologista no Hospital Distrital; a interferência do Serviço Nacional de Informação (SNI) em sua vida profissional.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Francisco da Silva Laranja Filho</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <corpname role="subject">Serviço de Assistência Médica e Domiciliar de Urgência (SAMDU)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
            <subject>Massacre de Manguinhos</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Dias Corrêa Sobrinho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-18</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">14/08/1986 a 04/09/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 14 fitas cassete (13h46min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/d/6/bd68935a13d0701d9b34ca6710dae584e896aa5b01671a274b5a8b4c5642fac9/Jos___Dias_Corr__a_Sobrinho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra e Marcos Chor Maio, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 14, 28 de agosto e 04 de setembro de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>José Dias Corrêa Sobrinho nasceu em Itaúna, Minas Gerais, a 9 de maio de 1914, filho do comerciante português Manoel Dias Corrêa e de Maria da Fonseca Corrêa. Iniciou seus estudos na cidade de São João Del Rei (MG).<lb/>Ingressou na Faculdade de Direito de Belo Horizonte, em 1930, bacharelando-se em 1935. Nesse mesmo ano, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde exerceu a profissão de copista. Em 1936, de volta a Belo Horizonte, passou a trabalhar como representante farmacêutico.<lb/>Em 1939, após a aprovação em concurso público, foi nomeado fiscal do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI). Durante seis anos, participou do esforço da administração do IAPI em inscrever os trabalhadores industriais na Previdência Social.<lb/>Foi designado chefe do serviço de arrecadação do IAPI, em 1944, e em 1951 passou para a carreira de procurador.<lb/>Em 1964, foi nomeado presidente do Conselho de Administração do IAPI, e em setembro do mesmo ano, presidente da Junta Interventora. Dois anos depois, passou a presidir o Conselho Diretor do Departamento Nacional de Previdência social (DNPS), exonerando-se em 27 de março de 1967.<lb/>Durante o processo de unificação da Previdência Social, José Dias Corrêa Sobrinho teve atuação marcante ao percorrer todo o país para organizar e consolidar a nova estrutura da Previdência. Participou também, em 1967, da elaboração das normas do Plano de Ação para a Previdência Social (PAPS), que disciplinava as atividades iniciais do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS).<lb/>Além do trabalho no escritório particular de advocacia, José Dias Corrêa Sobrinho atuou na Consultoria da República, entre 1981 e 1985.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 14 de agosto<lb/>Fita 1<lb/>Nascimento; origem familiar, lembranças da infância em Itaúna (MG); referência a Tancredo Neves; lembranças do pai; referência aos irmãos; o curso de direito em Belo Horizonte; o trabalho como propagandista de produtos farmacêuticos; a ida para o Rio de Janeiro, em 1935; o trabalho de copista; o convívio com Pedro Aleixo; o concurso do IAPI, em 1937; o trabalho como fiscal do IAPI em São Paulo; lembranças dos pais; a vida escolar no internato de São João Del Rei; os professores do internato; comentários sobre a sua educação; o trabalho com o advogado Octacílio Brasil; o fechamento do Congresso por Getúlio Vargas, em 1937; opinião sobre o primeiro governo Vargas; comentário sobre o concurso do IAPI; a reação do pai diante do seu ingresso no IAPI; a ida a São Paulo para trabalhar como fiscal do IAPI, em 1939; o trabalho como fiscal; os artifícios utilizados pelos empregadores para não inscrever os trabalhadores na Previdência Social; as dificuldades na fiscalização; o problema da sonegação; assistência médica no IAPI; a transferência para Cabo Frio (RJ), em 1941; a inscrição dos salineiros de Cabo Frio no IAPI; o casamento; as penalidades impostas pela fiscalização; lembranças de fatos políticos; posicionamento como liberal; os vínculos com o catolicismo; a participação na elaboração da legislação previdenciária; as matérias do concurso do IAPI; a diferença entre IAPI e demais institutos.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>A organização do IAPI; comentários sobre João Carlos Vital e seu trabalho como organizador do IAPI; o falecimento do pai; referência a Plínio Cantanhede; a relação pessoal com João Carlos Vital e Plínio Cantanhede; referência a Hélio Beltrão; o trabalho de inscrição dos empregados das salinas de Cabo Frio no IAPI; os problemas criados pela autuação dos proprietários das salinas; método utilizado para calcular o número de empregados que trabalhavam numa salina; a rigidez no trabalho de fiscalização; as promoções; comentários sobre o irmão Oscar Dias Corrêa; a punição de fiscais; a participação em inquéritos contra fiscais e políticos; a carreira na Previdência Social; as revistas Industriários e Inapiários; a participação na elaboração das principais leis e decretos da Previdência Social; a criação da Associação dos Funcionários do IAPI; comentário sobre Sinval Palmeira; os conflitos pessoais gerados pelo trabalho de fiscalização; os funcionários do IAPI; a perda de autonomia dos institutos; ação do Departamento de Administração do Serviço Público (DASP); o funcionalismo dos institutos; a Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS); o Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB); os atuários do IAPI; a relação entre funcionários e segurados do IAPI; o trabalho como chefe de arrecadação do IAPI; os problemas com o patrimônio do IAPI; a política habitacional do IAPI; o regime de capitalização.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>A utilização do patrimônio da Previdência Social; os atuários do Ministério do Trabalho; os benefícios da Previdência Social; o processo de requisição de benefícios no IAPI; o crescimento da massa segurada; assistência médica na Previdência social; o tratamento de tuberculose no IAPI; a criação dos ambulatórios do IAPI; a construção de habitações para operários industriais; referência a Alim Pedro; localização das moradias dos trabalhadores; o Serviço de Alimentação da Previdência social (SAPS); a utilização das reservas financeiras do IAPI; opinião sobre o Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU); a situação financeira privilegiada do IAPI; atuação do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB); as agências dos institutos; atuação como interventor e presidente do IAPI após 1964; os conflitos devido a pedidos de nomeação de políticos; a saída da presidência do IAPI; as normas PAPS; retorno ao escritório de advocacia; o convite do Ministro Nascimento Silva para retornar à Previdência Social; o Plano de Pronta Ação; incumbência pessoal dada pelo Presidente Castelo Branco para unificar a Previdência Social; o processo de unificação da Previdência Social; a resistência à unificação; unificação e reforma administrativa; a indicação de Nazaré Teixeira Dias para ser o primeiro presidente do INPS.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>As razões do malogro das várias tentativas de unificação da Previdência Social; a necessidade da unificação; atuação na aprovação da LOPS; comentário sobre a direção colegiada; concepção de política; o tratamento individualizado do segurado da Previdência Social; formação profissional; formação universitária e especialização; Associação dos Funcionários do IAPI; a situação de conflito social no governo Goulart; crítica à ação dos sindicatos; a relação com os militares; a participação em comissões de inquérito; o contato com Golbery do Couto e Silva; acusação de ser comunista; o apoio de militares ao seu trabalho; o inquérito contra a gestão de Juscelino Kubitschek; os ganhos dos deputados do PTB com a Previdência Social; o dia 31 de março de 1964; comentários sobre a atuação do Ministro Arnaldo Sussekind; a perda de poder dos trabalhadores na Previdência Social; as cassações; a exoneração de funcionários do IAPI por motivos políticos; a patronal do IAPI; críticas ao nepotismo; os convênios com empresas para prestação de serviços médicos aos segurados; crítica à Previdência privada.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>As vantagens dos convênios para as empresas e para a Previdência Social; melhoria das condições profissionais dos médicos através da Previdência Social; a expansão da assistência médica; a compatibilização da assistência médica com Previdência Social; os limites financeiros para assistência médica; a Federação Brasileira de Hospitais (FBH); a construção de hospitais por interesses políticos; o apoio aos hospitais e excelência; atuação dos representantes da indústria de equipamentos médicos; as pressões da indústria farmacêutica; a criação da Central de Medicamentos (CEME); os problemas no fornecimento de remédios ao segurado; o apoio à medicina privada; a fiscalização sobre as casas de saúde; comentários sobre o Plano Nacional de Saúde; os problemas da ação do Estado no Brasil.<lb/><lb/>Fita 6<lb/>Crítica ao Plano Nacional de Saúde; o aprimoramento da qualidade da assistência médica; elogio à iniciativa privada; a gestão Luis Seixas no INPS; o crescimento da massa segurada e o aumento da intervenção estatal na assistência médica; as intenções do Ministro Leonel Miranda; os motivos do afastamento da Previdência Social; atuação como assessor do Ministro Nascimento e Silva; a criação do Sistema Nacional de Previdência e Assistência Social (SINPAS); referência a Murilo Villela Bastos; as dificuldades da assistência médica fornecida pela Previdência Social; referência ao Relatório Beveridge; concepção de seguridade social; as diferenças sociais e a diferenciação no tratamento médico; comentário sobre os limites da ação do Estado e as garantias da individualidade; o plano de emergência do IAPI, em 1964; comentário sobre as comissões de reorganização da Previdência Social; referência a Jorge Lobo; o aumento da arrecadação com o ingresso de novos segurados; a inadimplência dos empresários e a instituição da correção monetária; a instituição da Carteira de Trabalho e Previdência Social; a extinção do DNPS, em 1971; os motivos da criação do Ministério da Previdência e Assistência social (MPAS); referência à denominação “canal 4” ao grupo oriundo do IAPI; a reação dos funcionários contra decisões que contrariavam as normas da Previdência Social; influência de Octacílio Brasil na sua formação profissional.<lb/><lb/>Fita 7<lb/>Revalorização atual do papel dos técnicos; posição em relação à presença das indústrias estrangeiras no Brasil; a necessidade do desenvolvimento tecnológico; pesquisas para quantificar os recursos necessários para a assistência médica; razões pelas quais funcionários do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos comerciários (IAPC) dirigiram a assistência médica na unificação;<lb/><lb/>2ª Sessão: 28 de agosto<lb/>Fita 7 (continuação)<lb/>Os problemas da falta de mão-de-obra no IAPI; os primeiros convênios para prestação de serviços médicos; as dificuldades de assistência médica no IAPI; a contratação de pessoal universitário através de prestação de serviços; resistência do IAPI à prestação de assistência médica; a cobrança de contribuição complementar para assistência médica; as dificuldades na arrecadação das contribuições; os convênios com bancos para facilitar a arrecadação; resistência dos médicos ao assalariamento; o surgimento das empresas médicas; os problemas da interiorização da medicina no Brasil; os dois tipos de médicos da Previdência: o perito e o atendente; o esforço na melhoria das condições de trabalho e de salário dos médicos do IAPI.<lb/><lb/>Fita 8<lb/>Assistência médica e redução do absenteísmo; referência a opiniões de Carlos Gentile de Mello; a questão do pagamento dos médicos por unidade de serviço; comentário sobre a expressão “médicos anfíbios”; as dificuldades na melhoria do atendimento médico; os abusos na licença médica; os convênios com indústrias e a diminuição do afastamento do trabalho por motivos de saúde; a fiscalização dos convênios; as tentativas de unificação; a diferença entre os vários institutos; a reduzida presença da Previdência Social no interior antes de 1964; o esvaziamento do Ministério da Saúde; crítica aos convênios com sindicatos; os sindicatos no governo Goulart; João Goulart e a política na Previdência Social; os funcionários do IAPI e a unificação.<lb/><lb/>Fita 9<lb/>A presença dos “cardeais” do IAPI no MTPS; os conflitos com o Ministro Júlio Barata e o afastamento dos funcionários do ex-IAPI; o crescimento das empresas médicas e hospitais privados; os problemas da gestão de Luis Seixas no INPS; o afastamento dos atuários; o aproveitamento dos funcionários do ex-IAPI em outras funções; o retorno dos “cardeais” com o Ministro Nascimento e Silva; os convênios com as universidades; tendência à universalização da assistência médica; a Lei nº 6.170; os problemas gerados pelo não-pagamento da contribuição da União; assistência médica aos institutos; a compra e reforma de agências para o INPS; os convênios com bancos para arrecadação de contribuições e pagamento de benefícios; os convênios com hospitais universitários; a criação da DATAPREV; o SINPAS.<lb/><lb/>Fita 10<lb/>Autonomia das instituições previdenciárias e sua utilização por políticos; ação do DNPS; a criação do SAPS; o funcionamento do SAMDU; a viagem pelo Brasil com os presidentes dos institutos para implementar a unificação; seguridade social e distensão política; o papel da Previdência Social na distribuição de renda; o Estatuto do Trabalhador Rural; a Previdência Social rural; a universalização e interiorização da Previdência Social de 1974 a 1978; os conflitos em função da orientação da assistência médica fornecida pelo MPAS; a CEME; a retomada da política de convênios; a superposição de entidades no atendimento médico ao trabalhador; assistência médica nas empresas; assistência patronal.<lb/><lb/>3ª Sessão: 04 de setembro<lb/>Fita 10<lb/>A carreira profissional após 1965; a participação na organização do SINPAS; comentário sobre a gestão de Jair Soares no MPAS; as conseqüências de nomeações políticas para a Previdência Social; a crise da Previdência; a gestão de Hélio Beltrão no MPAS; referência à política adequada de assistência médica; os motivos para a criação do SINPAS; críticas ao SINPAS; a unificação das políticas de bem-estar; críticas aos trabalhos escritos sobre previdência e assistência médica; melhoria nas condições de trabalho dos médicos; os convênios na gestão de Nascimento e Silva; o SINPAS e a assistência médica; comentário sobre as fraudes; atuação como Procurador-Geral do INPS, em 1969; as razões da sua saída da Procuradoria-Geral; o papel do procurador na Previdência Social; as leis de aposentadoria especial.<lb/><lb/>Fita 12<lb/>A utilização de computador na Procuradoria-Geral do INPS; os desvios nos objetivos iniciais da DATAPREV; o trabalho junto à CEME; a cobrança de medicamentos pelos hospitais; resistência à atuação da CEME; posição dos médicos; a criação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS); o Sistema Financeiro de Habitação (SFH); a experiência como proprietário de empresa de construção de habitações populares; a política habitacional dos institutos e do BNH; viagem à URSS para um congresso da Associação Internacional de Seguridade social (AISS); a Previdência Social na URSS; comentário sobre a necessidade de se guardar documentos profissionais; o destino dos documentos da Previdência Social; impressões sobre a URSS.<lb/><lb/>Fita 13<lb/>A Previdência Social na URSS; as relações da Previdência Social brasileira com a AISS; a elaboração da LOPS; o trabalho em Belo Horizonte, em 1935; o déficit da Previdência; os inquéritos no Ministério da Saúde; o Fundo de Assistência Social (FAZ); comentários sobre as mudanças na administração pública; assistência médica após 1964; o esvaziamento do Ministério da Saúde; as empresas médicas; o processo de fiscalização da prestação de serviços médicos; avaliação da sua atuação na Previdência Social; comentário sobre a política previdenciária na URSS; os problemas dos serviços de saúde no Brasil; definição de direito previdenciário.<lb/><lb/>Fita 14<lb/>Abertura política; o papel da administração; comentários gerais sobre a política brasileira; a saída de Hélio Beltrão do MPAS; o papel atual dos economistas; o convênio da Volkswagen com o Serviço Nacional da Indústria (SENAI); comentários finais; a gravação de anúncios de fiscalização do IAPI realizada durante a sua gestão.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <persname role="subject">José Dias Corrêa Sobrinho</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Fuks</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-19</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">10/09/1986 a 28/09/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 7 fitas cassete (6h25min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/a/2/ba2b486e373ece264e7830ec4611aca6c7bb14f7be8f8715cf5ca1d2fde573e9/Jos___Fuks.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra, Marcos Chor Maio e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 10, 23 e 28 de setembro.<lb/><lb/>Resenha biográfca:<lb/>José Fuks nasceu no Rio de Janeiro, em 1923, filho de imigrantes poloneses de origem judaica. Seu pai era alfaiate e sua mãe dona de casa. Entre os três filhos que tiveram, José Fuks é o mais velho.<lb/>Estudou em escolas públicas, cursando o ginásio e o complementar noturno no Colégio Pedro II. Aos 13 anos, começou a trabalhar para ajudar nas despesas da família; alfabetizando crianças.<lb/>Em 1945, enquanto trabalhava em um escritório de contabilidade, prestou concurso para o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI), sendo designado para a delegacia do Paraná como escriturário-auxiliar. Neste mesmo ano, iniciou o curso de engenharia na Universidade Federal do Paraná.<lb/>De volta ao Rio de Janeiro, em 1948, foi trabalhar no setor de arrecadação do IAPI, transferindo-se no ano seguinte para o setor de engenharia, onde assumiu a direção de fiscalização das obras do conjunto residencial da Penha. Com o término destas obras, transferiu-se para o conjunto residencial de Bangu, ocupando o mesmo cargo.<lb/>A partir de 1952, já então formado, exerceu vários cargos no setor de engenharia do IAPI, tais como: chefe de seção, de serviço, assistente de departamento, chefe de departamento. Depois da unificação dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs), assumiu a chefia de engenharia do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS).<lb/>Entre 1970 e 1977, trabalhou na empresa de engenharia Carvalho Hosken, porém, não se desligou do INPS, do qual tornou-se engenheiro-chefe, em 1977. Um ano depois, ocupou o cargo de secretário-geral de engenharia e patrimônio do Instituto de Administração Financeira da Previdência Social (IAPAS), aposentando-se em 1985.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 10 de setembro<lb/>Fita 1<lb/>Origem familiar; a imigração dos pais para o Brasil; a vida profissional do pai; formação escolar; lembranças da escola pública; recordações da família; formação religiosa; comparação entre a situação dos judeus e não-judeus no Brasil nas décadas de 1920 e 1930; referência ao apoio comunitário existente entre os judeus; comentários sobre a situação dos judeus no mundo; a comunidade judaica na época do Estado Novo; lembranças do integralismo; as atividades de lazer na infância; as comemorações de festas judaicas; lembranças do Colégio Pedro II; a situação familiar no período da Segunda Guerra Mundial; comentário sobre os professores do Pedro II; o impacto da Segunda Guerra Mundial no ambiente familiar; assistência médica na família; o início da vida profissional; a experiência com os concursos para a Aeronáutica, Banco do Brasil, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Instituto de Aposentadorias e Pensões do Industriários (IAPI).<lb/><lb/>Fita 2<lb/>O ingresso no IAPI do Paraná; o trabalho como escriturário-auxiliar no IAPI; relato da concessão de benefícios no IAPI; a política de descentralização da concessão de benefícios no IAPI; comentário sobre o rigor excessivo na concessão de benefícios no IAPI; avaliação dos benefícios concedidos pela Previdência Social ao longo de sua existência; reflexões sobre um possível modelo de assistência médica na Previdência social; as doenças mais frequentes entre os segurados do IAPI; a relação dos funcionários do IAPI com os segurados; posição político-ideológica; comentário sobre o quadro político-partidário; as lutas estudantis no período universitário; o retorno ao Rio de Janeiro; o trabalho social na comunidade judaica; o trabalho no setor de arrecadação  do IAPI; o ingresso no Departamento de Investimentos do IAPI; o trabalho de fiscalização das obras do conjunto residencial da Penha.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>Comentário sobre a política de construção dos conjuntos habitacionais do IAPI; a venda de apartamentos da Previdência social após a unificação; avaliação da política habitacional da Previdência Social; origem dos programas habitacionais dos IAPs; a política de capitalização do IAPI; a importância da habitação para o segurado e os critérios de aquisição; comentário sobre o modelo de conjunto habitacional construído pelo IAPI; os problemas provenientes da construção de conjuntos habitacionais; a importância social dos conjuntos habitacionais; as contradições da política habitacional do Banco Nacional de Habitação (BNH); a polêmica em torno do plano de investimentos do IAPI; as qualidades das construções dos conjuntos habitacionais; as diferenças existentes nas políticas habitacionais dos IAPs; a resistência dos funcionários do IAPI diante de influências externas; assistência médica própria dos funcionários do IAPI; influência do concurso na trajetória do IAPI.<lb/><lb/>2ª Sessão: 23 de setembro<lb/>Fita 4<lb/>Os cargos ocupados na Previdência social; a visita do Presidente Dutra ao conjunto habitacional da Penha antes da inauguração; referência a Alim Pedro; lembranças da fase de construção do conjunto habitacional da Penha; a estrutura física dos conjuntos habitacionais; visão de técnicos e políticos em relação aos conjuntos habitacionais; concepção de Previdência social no passado e no presente; assistência médica na Previdência Social; comentários gerais sobre os conjuntos habitacionais; o comportamento dos segurados do IAPI nos conjuntos habitacionais; atuação da direção do IAPI nos conjuntos habitacionais; atuação dos centros sociais nos conjuntos habitacionais; os critérios para a compra de áreas para construção de conjuntos habitacionais; a importância política dos conjuntos habitacionais; os critérios políticos para a localização dos conjuntos habitacionais nos estados; o “boom” imobiliário dos anos 1950 e a Previdência Social.<lb/><lb/>3ª Sessão: 28 de setembro<lb/>Fita 5<lb/>Comentários sobre o regime de capitalização e de repartição; os planos de investimento na área habitacional do IAPI; relato de um caso polêmico de investimento imobiliário no IAPI; avaliação do período da direção colegiada no IAPI; a crise na política habitacional dos IAPs; a construção de unidades habitacionais em Brasília com recursos da Previdência Social; as irregularidades nestas obras; atuação da Fundação da Casa Popular; lembranças do processo de unificação dos IAPs; a construção de agências e unidades de assistência médica após a unificação da Previdência social; os problemas dos imóveis alugados pela Previdência Social; a situação do IAPI após o golpe de 1964; o golpe de 1964 e a unificação dos IAPs.<lb/><lb/>Fita 6<lb/>Avaliação da Previdência social na gestão de Jarbas Passarinho no Ministério do Trabalho; comentário sobre a influência da ditadura militar de 1964 na Previdência social; avaliação da direção colegiada; a situação da assistência médica da Previdência social; os motivos de apoio à unificação; o processo político da unificação; o processo técnico da unificação; a saída da direção da Secretaria-Geral de Patrimônio, em 1970; lembranças da gestão de Júlio Barata no Ministério do Trabalho; atuação na direção-geral do IAPAS; comentário sobre o Sistema Nacional de Previdência Social (SINPAS).<lb/><lb/>Fita 7<lb/>Comentário sobre as invasões de terrenos da Previdência Social; a saída do IAPAS; o período de crise financeira da Previdência Social; comentário sobre a política; perspectivas da Previdência Social.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <persname role="subject">José Fuks</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Gomes Talarico</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-21</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">03/08/1987 a 16/11/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete (7h30min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/7/4/a7498395731075c502f45760af56ace12bbf36ae58ff7e219a8cd71265f4b139/Jos___Gomes_Talarico.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra, Marcos Chor Maio e Nísia Verônica Trindade Lima, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 03, 12 de agosto, 04 e 16 de novembro de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>José Gomes Talarico nasceu na cidade de São Paulo, em 1915. Descendente de imigrantes italianos e portugueses, seu pai era arquiteto e amigo do Presidente Washington Luis (1926-1930) e de várias personalidades do Partido Republicano Paulista (PRP).<lb/>	Estudou no Ginásio Moura Santos e fez o curso de criminologia na Escola de Polícia do Instituto Paulistano.<lb/>	Mais tarde, ingressou na Faculdade de Filosofia de São Bento, mas não chegou a completar o curso.<lb/>	Em 1932, assumiu a direção administrativa do Centro Acadêmico Oswaldo Cruz, da Faculdade de Medicina de São Paulo, e foi secretário do grêmio universitário do PRP.<lb/>	Partidário do governo provisório chefiado por Getúlio Vargas, trabalhou nesse período no gabinete do presidente do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM), Luis Aranha, e no gabinete do Ministro da Fazenda, Oswaldo Aranha.<lb/>	Iniciou sua carreira jornalística ainda em 1933, como repórter do Correio Paulistano, tendo trabalhado na sucursal paulista do jornal carioca, A Noite, por dois anos. Foi um dos fundadores da União Nacional dos Estudantes (UNE), em 1937, sendo nomeado inspetor federal do ensino secundário no ano seguinte. Em 1939, foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Esportes Universitários, exercendo na mesma época o cargo de secretário-geral da Federação Universitária Paulista de Desportos (FUPD).<lb/>	Mudou para o Rio de Janeiro, em 1941, e passou a trabalhar na redação do jornal A Noite. Em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), participou das manifestações públicas – organizadas pela UNE  e por outras entidades antifascistas – em favor da entrada do Brasil no conflito contra a Alemanha e Itália. Nesse mesmo ano, foi nomeado inspetor do trabalho, passando a desempenhar papel relevante na burocracia do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio (MTIC).<lb/>	Em 1944, participou da luta pela regulamentação da profissão de jornalista e ajudou a fundar o sindicato da categoria no Rio de Janeiro, sendo eleito seu representante junto à Federação Nacional dos Jornalistas, então criada. Foi presidente da comissão organizadora da federação e, em seguida, seu primeiro vice-presidente.<lb/>	Em 1945, participou da fundação do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Apoiou o Presidente Getúlio Vargas, sendo preso ao tentar organizar resistência quando de sua queda em outubro daquele ano. Em 1950, participou da campanha de Vargas às eleições presidenciais e, com a sua vitória, chefiou o Comitê de Imprensa do Ministério do Trabalho até 1964.<lb/>	Em 1951, participou da delegação brasileira no I Congresso Ibero-Americano de Seguridade Social na Espanha, onde teve um estreito contato com a Previdência social espanhola, considerada na época uma das mais avançadas do mundo.<lb/>	Em 1954, nos últimos meses do governo Vargas, presidiu a Comissão do Imposto Sindical, por designação do Ministro Hugo Faria. Em outubro do mesmo ano, candidatou-se a deputado federal pelo Distrito Federal, na legenda do PTB, obtendo uma suplência.<lb/>	De novembro de 1955 a janeiro de 1956, presidiu a Comissão Técnica de Orientação Sindical, por designação do Ministro do Trabalho Nelson Omega. Logo depois, foi convocado para exercer o mandato na Câmara Federal, de setembro de 1956 a maio de 1957, tendo participado da Frente Parlamentar Nacionalista (FPN). No ano seguinte, Talarico voltou à Comissão Técnica de Orientação Sindical como substituto do presidente.<lb/>	Em outubro de 1958, candidatou-se mais uma vez a deputado federal pelo Distrito Federal, na legenda do PTB, e obteve novamente uma suplência, exercendo o mandato de setembro a outubro de 1960. Ainda nesse ano, foi nomeado assessor subchefe do gabinete do Ministro do Trabalho e assessor-técnico do Vice-Presidente João Goulart, além de Presidente da Associação de Servidores do Ministério do Trabalho. De novembro de 1961 a fevereiro de 1962, voltou a exercer o mandato na Câmara, e foi eleito deputado estadual do então estado da Guanabara, na legenda do PTB, sendo empossado em fevereiro de 1963.<lb/>	Com a vitória do movimento político-militar de 1964, teve seu mandato cassado e os direitos políticos suspensos pelo Ato Institucional nº 1 (AI-1). Em 1966, após diversas prisões, colaborou na formação da Frente Ampla.<lb/>	Anistiado em 1978, filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) e foi reintegrado ao Ministério do Trabalho. Em 1982, foi eleito deputado estadual, cumprindo o mandato até 1986.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 03 de agosto<lb/>Fita 1<lb/>Nascimento; origem familiar, lembranças da infância e da família; o ingresso no mercado de trabalho; as ligações políticas do pai; a participação no “quebra-quebra” na sede do PRP, na época da Revolução de 1930; atuação no movimento estudantil; a participação na Revolta Tenentista de 1924, em São Paulo; as sociedades beneficentes e de lazer em São Paulo; atividade esportiva; retrospectiva da atuação política até 1930; atuação da esquerda no movimento estudantil na década de 1930; o trabalho no Centro Acadêmico Oswaldo Cruz da Faculdade de Medicina em São Paulo.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>As conquistas estudantis no primeiro governo de Getúlio Vargas; a campanha contra sífilis, em 1933; o primeiro encontro com Getúlio Vargas, em 1933; comentários sobre a Revolução de 1932; o ingresso no PRP; o apoio à candidatura de José Américo, em 1937; atuação na união cultural Brasil-Estados Unidos contra o nazi-fascismo; referência ao integralismo; origem da UNE; atuação do movimento estudantil contra o nazi-fascismo; análise do Estado Novo; as funções exercidas no Ministério do Trabalho; o emprego no Ministério da Fazenda e no Ministério da Educação; comentários sobre o caso de Olga Benário Prestes; atuação de Oswaldo Aranha no Ministério das Relações Exteriores.<lb/><lb/>2ª Sessão: 12 de agosto<lb/>Fita 2<lb/>A função de inspetor do trabalho; a participação de dirigentes sindicais na Previdência Social; comentários sobre o “peleguismo”; o trabalho na Comissão Técnica de Orientação Sindical; o controle do Estado sobre os sindicatos; o contato com sindicatos e Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); comentário sobre o projeto do Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB); referência aos conjuntos habitacionais construídos pelos IAPs; as manifestações do 1º de maio; a participação na Comissão do Imposto Sindical, em 1953.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>Comentários sobre a organização sindical no Brasil; ligações com alguns políticos; a queda de Getúlio Vargas e o movimento queremista; a importância do Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS); comentários sobre a assistência médica na Previdência Social; referência ao Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU); origem do PTB; as diferenças entre o PTB e o Partido Comunista Brasileiro (PCB); as atividades profissionais durante o governo Dutra; o Ministério do Trabalho no Estado Novo e no governo Dutra; a Previdência Social no governo Dutra; o jornalismo nos anos 1940 e 1950; referência à origem do PTB; o clientelismo político nos sindicatos e IAPs; o apoio do PTB à candidatura Dutra; trajetória profissional.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>Referência à vida familiar.<lb/><lb/>3ª Sessão: 04 de novembro<lb/>Fita 5 (continuação)<lb/>A participação no I Congresso Ibero-Americano de Seguridade na Espanha, em 1951; o contato com o General Franco; a indicação para participar do Congresso Ibero-Americano; resistência à unificação da Previdência Social; comentários sobre a Previdência Social espanhola; referência ao I Congresso dos Trabalhadores da Previdência social, em 1953; comentários sobre a unificação da Previdência Social; a situação política que culminou no suicídio de Getúlio Vargas; histórico da Previdência Social; o trabalho como jornalista; os conflitos entre o Partido Social Democrático (PSD) e o PTB no governo Kubitschek; a eleição para deputado federal pelo PTB.<lb/><lb/>Fita 6<lb/>Bases eleitorais e atuação parlamentar; os contatos com lideranças sindicais; atuação junto aos moradores de favelas; os convênios da Previdência Social com hospitais privados a partir do governo Juscelino Kubitschek; comparação entre o governo Dutra e o governo Kubitschek; os conflitos entre Juscelino Kubitschek e João Goulart; comentários sobre a Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS); avaliação da direção colegiada na gestão dos órgãos da Previdência Social; críticas à unificação da Previdência Social e a necessidade de se retornar à direção colegiada; visão da Previdência Social como seguro social.<lb/><lb/>4ª Sessão: 16 de novembro<lb/>Fita 6 (continuação)<lb/>Comentário sobre a LOPS; críticas à Previdência Social a partir dos governos militares; a Previdência Social como seguro social; a manipulação dos recursos da Previdência pela União; comentários sobre a direção colegiada nas instituições previdenciárias; referência a questão de Previdência Social discutidas em congresso sindical durante o governo Dutra.<lb/><lb/>Fita 7<lb/>Os descaminhos na Previdência Social: habitação e assistência médica; as discordâncias do PTB com o governo Kubitschek; as diferenças entre os governos autoritários de Getúlio Vargas e os militares pós-1964; avaliação do processo de unificação da Previdência Social; comentários sobre a assistência data aos idosos; a Previdência social como seguro social; a participação na campanha presidencial do Marechal Lott.<lb/><lb/>Fita 8<lb/>A participação na campanha presidencial do Marechal Lott; a trajetória política de João Goulart; atuação política após o golpe de 1964; trajetória política até a década de 1980.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José Gomes Talarico</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <corpname role="subject">Serviço de Assistência Médica e Domiciliar de Urgência (SAMDU)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>TALARICO, José Gomes. Disponível em: &lt;http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/jose-gomes-talarico&gt;.</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José de Segadas Vianna</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-20</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">15/01/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h52min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/8/6/98685e0b0d5a51cbe5ca4e15347f7c804af1616ec9991680f1ed3473073c35ba/Jos___de_Segadas_Viana.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Marcos Chor Maio e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 15 de janeiro de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>José de Segadas Vianna nasceu no Rio de Janeiro, a 1º de julho de 1906, filho de João Vieira de Segadas Vianna e Violeta Brandão de Segadas Vianna. Casado com Isolina Becker de Segadas Vianna, tem três filhos.<lb/>Depois de realizar os estudos básicos no Colégio Paula Freitas, ingressou na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, bacharelando-se em ciências jurídicas e sociais, em 1929. Atuou, em seguida, como promotor público na comarca de Monte Carmelo (MG).  Em 1930, aderiu à Aliança Liberal (AL), coligação oposicionista que patrocinou a candidatura de Getúlio Vargas à Presidência da República e o levante armado de 3 de outubro. Em 1932, manifestou apoio à Revolução Constitucionalista de São Paulo, mas depois voltou a apoiar o governo Vargas.<lb/>Retornando ao Rio de Janeiro, ingressou no jornalismo como secretário do Diário da Noite e do O Jornal, que pertenciam à cadeira dos Diários Associados. Em 1940, durante a Segunda Guerra Mundial, foi enviado pelos Diários Associados a Roma, onde permaneceu durante 10 dias. Neste mesmo ano, assumiu o cargo de Procurador da Justiça do Trabalho, atuando no setor de Previdência Social.<lb/>Em 1942, após ser nomeado assistente-técnico do Ministro do Trabalho, Alexandre Marcondes Filho, tornou-se diretor-geral do Departamento Nacional do Trabalho (DNT). Em 1943, passou a chefiar a Divisão de Organização e Assistência Sindical, além de participar com Dorval de Lacerda e Arnaldo Lopes Sussekind, da elaboração da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)&gt;<lb/>Nos anos seguintes, presidiu a Comissão de Enquadramento Sindical e a Comissão Técnica de Orientação Sindical, e também integrou a Comissão do Imposto Sindical, Comissão Permanente de Direito Social e a Seção de Segurança Nacional do Ministério do Trabalho.<lb/>Ainda no Estado Novo, foi um dos fundadores do Centro Trabalhista de Estudos Políticos e Sociais que, após a redemocratização de 1945, teve destacado papel na articulação do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).<lb/>Em agosto de 1945, assumiu a presidência do diretório do PTB, no Distrito Federal, e em setembro foi eleito secretário-geral da primeira Comissão Executiva do partido. Nas eleições para a Assembleia Nacional Constituinte, elegeu-se deputado pelo Ditrito Federal, tornando-se líder da bancada carioca e vice-líder da bancada nacional do PTB. Com a transformação da Constituinte em Congresso Ordinário, te3ve seu mandato estendido até 1951.<lb/>Assumiu em seguida o Ministério do Trabalho, enfrentando dois anos depois expressivos movimentos de trabalhadores, como a greve dos 300 mil e a greve dos marítimos no Rio de Janeiro, Santos e Belém. Tentando utilizar-se de um decreto promulgado durante a Segunda Guerra Mundial, através do qual a Marinha Mercante poderia ser convocada como reserva da Marinha de Guerra, provocou a oposição aberta do então presidente nacional do PTB, João Goulart, que terminou por substituí-lo no ministério.<lb/>Em 1954, concorreu novamente pela legenda do PTB à Cãmara dos Deputados do Distrito Federal, alcançando a primeira suplência.<lb/>Em 1961, após a renúncia de Jânio Quadros, assumiu interinamente a chefia do Ministério do Trabalho, cargo que ocupou até a posse de João Goulart. Pouco depois, participou do governo Carlos Lacerda no então estado da guanabara, tendo ocupado os cargos de secretário do interior e segurança, e chefe de polícia.<lb/>Como especialista em direito do trabalho, foi consultor da Organização Internacional do Trabalho (OIT), tendo elaborado os projetos do Código de Trabalho da República Dominicana do Panamá. Integrou as delegações brasileiras que participaram da Conferência de Seguro Sociel a em Viena e Madri, das duas Conferências Internacionais de Serviço Social em Porto rico e Tóquio, da Conferência dos Chanceleres em Washington, da X Assembleia da Previdência Social em Viena, e do Congresso Sindical Mundial em Milão.<lb/>Lecionou direito do trabalho e direito social na Faculdade Cândido Mendes e na Pontifícia Universidade Católica (PUC). Com diversas obras publicadas, especialmente sobre direito do trabalho, dedica-se atualmente às atividades no setor jurídico da Santa Casa da Misericórdia e à publicação de novos livros.<lb/><lb/>Sumário<lb/>Fita 1<lb/>O convite para assumir o DNT na gestão do Ministro Marcondes Filho; o trabalho como procurador da Justiça do Trabalho, responsável pelo setor de Previdência; o incidente entre Getúlio Vargas e João Carlos Vital face à nomeação de Hélio Beltrão para a chefia de gabinete do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI); a responsabilidade de Getúlio Vargas em sua nomeação como procurador da Justiça do Trabalho; os motivos do interesse pela Previdência social; um exemplo da concepção de Getúlio Vargas sobre a forma de lidar com movimentos grevistas; as diferenças entre os ministros Waldemar Falcão e Marcondes Filho; a situação financeira das Caixas de Aposentadoria e Pensões (CAPs) e a necessidade de ampliação da cobertura previdenciária; referência aos recursos encaminhados à Justiça do Trabalho relativos à aposentadorias e pensões; comentários sobre Moacyr Velloso Cardoso de Oliveira; o papel dos sindicalistas “pelegos” no governo Getúlio Vargas; posicionamento sobre greves; autonomia dos técnicos do DNT na gestão do Ministro Marcondes Filho; visão social de Getúlio Vargas; ausência de condições para a extensão da Previdência ao trabalhador rural; comentários sobre Assis Chateaubriand; a paixão pelo jornalismo; os principais técnicos do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio (MTIC) na gestão de Marcondes Filho; o Serviço de Recreação Operária; os objetivos da Comissão Técnica de Orientação Sindical; comentário sobre Luiz Augusto Rego Monteiro; resistência à proposta de maior liberdade sindical e de inclusão da segurança do trabalho na CLT; a proposta de criação de um partido trabalhista semelhante ao partido trabalhista da Inglaterra; os centros trabalhistas como embriões do PTB; referência ao Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS); referência ao Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU); posicionamento sobre a candidatura de Eurico Gaspar Dutra à Presidência da República.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>O interesse pelo direito coletivo do trabalho; o objetivo político da Comissão do Bem-Estar Social; concepção sobre seguridade social; o processo de nomeação para o MTIC; comentário sobre a volta de Getúlio Vargas ao governo; o tratamento às greves em sua gestão no MTIC; os motivos da demissão do cargo; referência à falta de recursos financeiros no MTIC; a intervenção no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETC); o processo de escolha dos presidentes dos institutos de Previdência; a decisão de não mais se candidatar ao Legislativo; a participação na OIT; as divergências regionais no PTB; as dificuldades para obtenção do registro do PTB; referência a lideranças sindicais expressivas durante a sua gestão no MTIC; as diferenças entre os institutos quanto a organização e atendimento aos segurados; o trabalho na comissão que elaborou a CLT; comentários sobre a Assembleia Nacional Constituinte eleita em 1986; definição ideológica; comentários sobre o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e a liderança de Leonel Brizola; a rotina de trabalho e o gosto por escrever.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José de Segadas Viana</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <corpname role="subject">Serviço de Assistência Médica e Domiciliar de Urgência (SAMDU)</corpname>
            <corpname role="subject">Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>VIANA, José de Segadas. Disponível em: &lt;http://www.fgv.br/CPDOC/BUSCA/dicionarios/verbete-biografico/jose-de-segadas-viana&gt;.</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lauro Jurandir de Castro Leão</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-22</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">24 e 29/07/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete (5h38min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/9/4/e942dd933e99ba29ce27e7461a246303f39bc875281192e510a867d2d3652e09/Lauro_Jurandir_de_Castro_Le__o.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra, Marcos Chor Maio e Nílson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 24 e 29 de julho de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Lauro Jurandir de Castro Leão nasceu em Belém, no estado do Pará, no dia 1º de janeiro de 1917, filho de um comandante de embarcações no amazonas. Estudou o primário e o ginásio em sua terra natal e concluiu o curso de contabilidade no Rio de Janeiro.<lb/>	Começou a trabalhar aos 16 anos em uma sapataria, e mais tarde, como praticante de piloto do rio Amazonas. Aos 18 anos, decidiu seguir carreira militar, mudando para São Paulo em dezembro de 1933. Em 1936, quando terminava o curso para sargento, foi excluído do Exército devido à sua ligação, na época, com a Ação Integralista Brasileira (AIB). Trabalhou durante alguns meses em atividade comercial, em São Paulo, até transferir-se um ano depois para o Rio de Janeiro, quando iniciou sua carreira de bancário.<lb/>	Em 1937, ingressou no Banco Borges e Irmãos S. A. e filiou-se ao Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro. No final do Estado Novo, tornou-se membro do Partido Comunista Brasileiro (PCB), participando desta agremiação durante o pequeno período de sua legalidade.<lb/>	Em 1946, foi integrante da Junta Interventora no Sindicato dos Bancários. Na década de 50, exerceu, consecutivamente, quatro mandatos na diretoria do sindicato.<lb/>	Eleito, em 1957, delegado regional do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB), ocupou o cargo até 1962, sendo indicado neste mesmo ano, pela Confederação Nacional de Trabalhadores em Empresas de Crédito (CONTEC), para a direção do setor de arrecadação e fiscalização do IAPB. Em 1964, com o movimento político-militar que derrubou o Presidente João Goulart, foi exonerado e preso, voltando posteriormente às atividades como bancário.<lb/>	Em 1982, participou, como representante do Sindicato dos Bancários, da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado Federal, para apurar a crise da Previdência Social.<lb/>	Em 1984, participou da criação do Departamento de Aposentados do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, e no ano seguinte, da Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Estado do Rio de Janeiro. Em 1986, representou essas instituições na VIII Conferência Nacional de Saúde.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 24 de julho<lb/>Fita 1<lb/>Nascimento; origem familiar, lembranças da infância; o primeiro emprego; a experiência como piloto de navios; lembranças do pai; referência aos marítimos em Belém; a mudança para o Rio de Janeiro; a entrada para o Exército; a exclusão do Exército; o ingresso na carreira bancária; a identificação com o nacionalismo e o socialismo; o ingresso na AIB; referência ao Golpe Integralista de 1938 e a Gustavo Barroso; atuação na AIB; o ingresso no Banco Borges e Irmãos; a filiação ao Sindicato dos Bancários; a intervenção no Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro; a capacidade de mobilização do Sindicato dos Bancários; a greve dos bancários de 1934, a criação do IAPB e a luta pela estabilidade no emprego; atividade sindical bancária no Estado Novo; as reivindicações dos bancários no Estado Novo; as lutas dos bancários com a redemocratização de 1945; comentários sobre a Caixa de Previdência dos Empregados do Banco do Brasil; a participação dos funcionários do Banco do Brasil na direção do Sindicato dos Bancários; os motivos para o ingresso na carreira militar.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>Os motivos para o ingresso na carreira militar; a prisão como bancário e a anistia como militar, em 1964; visão do Exército; os cargos e funções na carreira de bancário; a trajetória no Sindicato dos Bancários e no IAPB; comentários sobre a profissão de bancário; comentários sobre a greve dos bancários de 1946 e 1962; algumas instâncias de organização do Sindicato dos Bancários; o trabalho como delegado regional do IAPB; influência do Sindicato dos Bancários no IAPB; a eleição para delegado regional do IAPB; administração do IAPB antes da Lei Orgânica da Previdência social (LOPS); os critérios para a ocupação de cargos no IAPB; influência  de políticos no IAPB; os motivos da ausência de concurso público no IAPB; atuação de Enos Sadoch na presidência do IAPB; as lideranças bancárias; comentários sobre a LOPS; a unificação dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); comentários sobre o Hospital dos Bancários antes e depois da unificação; críticas ao processo de unificação.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>A tuberculose entre os bancários; o Sanatório Cardoso Fontes e o ambulatório do IAPB na Avenida 13 de Maio; posição dos bancários frente à unificação da Previdência social; comentários sobre o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI); críticas à assistência patronal do IAPI; comentário sobre o convênio do IAPB com o Hospital do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM); crítica aos convênios do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS) com instituições médicas privadas; comentários sobre os convênios com casas de saúde privadas; assistência médica previdenciária na Espanha; comentários sobre a crise da Previdência Social; o Congresso de Bancários, em 1954, e as principais teses defendidas.<lb/><lb/>2ª Sessão: 29 de julho<lb/>Fita 3 (continuação)<lb/>As funções de um delegado regional do IAPB; o regime presidencialista na gestão da Previdência Social; o papel do Conselho Fiscal no IAPB; o processo de escolha do presidente e dos delegados regionais do IAPB; a estrutura interna do IAPB após a LOPS; comentários sobre a direção colegiada; os motivos para o atraso do pagamento da Previdência Social por parte das empresas e do governo; as pressões do IAPB junto ao governo para o pagamento da dívida; a política de aplicação de reservas do IAPB.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>A política de aplicação de reservas do IAPB; a utilização dos recursos da Previdência social pelo Governo Federal; comentário sobre a direção colegiada; comentários sobre os projetos de retorno à gestão colegiada na Previdência social; o projeto para o aposentado poder ser eleito para as diretorias dos sindicatos; a importância dos mais experientes dentro do movimento sindical; comentários sobre a direçào colegiada; influência do Sindicato dos Bancários no IAPB; o processo de luta pela LOPS; as questões que mais sensibilizaram os trabalhadores nas discussões sobre a LOPS; a utilização pessoal dos serviços médicos do IAPB; comentários sobre a incidência de tuberculose e de doenças nervosas entre os bancários; a tensão do trabalho em banco; relato da compra do Hospital dos Bancários (atual Hospital da Lagoa); comentários sobre as qualidades do Hospital dos Bancários; a intervenção no IAPB após o golpe de 1964; o processo de unificação da Previdência Social após 1964; o papel do Departamento Nacional de Previdência Social (DNPS); as relações entre o Ministério do Trabalho e o IAPB na década de 1950; referência a Dante Pellacani; comentário sobre a política habitacional do IAPB; os sindicatos bancários mais mobilizados; os líderes bancários que atuaram na luta pela LOPS; as relações entre o IAPB e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB); ausência de “partidarização” na vida sindical dos bancários; comentários sobre os convênios do Sindicato dos Bancários com a Previdência Social; os serviços médicos nos sindicatos bancários; a importância dos serviços assistenciais nos sindicatos de trabalhadores; referência ao Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS) e ao Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU); perfil da União Democrática Nacional (UDN) e de Carlos Lacerda; comentários sobre os movimentos grevistas que antecederam o golpe de 1964.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>Comentários sobre os movimentos grevistas que antecederam o golpe de 1964; ausência de questões referentes à Previdência nas greves dos trabalhadores; atuação dos bancários em questões relativas à Previdência Social; origem da CPI; da Previdência Social e do Senado Federal; os depoimentos da CPI da Previdência Social; referência ao projeto de Roberto Campos sobre a privatização da Previdência Social; a participação na VIII Conferência Nacional de Saúde; posição contrária à transferência da assistência médica previdenciária para o Ministério da Saúde; as deficiências do Ministério da Saúde; a criação da Comissão de Reforma da Previdência Social; comentário sobre os tecnocratas; comentário sobre a liderança dos técnicos do IAPI no processo de unificação; os motivos para as fraudes na Previdência Social; defesa da posição dos bancários quanto à unificação; origem social dos bancários; a prisão em 1964; referência aos companheiros na prisão; a viabilidade da Previdência Social; a necessidade de punição dos responsáveis pelas fraudes.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Lauro Jurandir de Castro Leão</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Leila Bugalho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-23</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">28/05/1987 a 13/07/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 11 fitas cassete (9h05min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/0/8/e08330fc28c0f6fd84fc032449cb1f92ed48c602e76f85b241e5ed6b0150a07e/Leila_Maria_Bugalho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Gilberto Hochman, Marcos Chor Maio e Nísia Verônica Trindade Lima, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 28 de maio, 01, 25 de junho, 02 e 13 de julho de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Leila Maria Bugalho nasceu em Barão de Monte Alto, Minas Gerais, a 3 de dezembro de 1930. Seu pai, comerciante português, morreu quando ela tinha seis anos. Sua mãe professora e organizadora do primeiro grupo escolar de Barão de Monte Alto, exerceu influência marcante na sua infância e adolescência.<lb/>	Cursou o primário no grupo escolar de sua cidade natal e os dois primeiros anos de ginásio no Colégio Santa Marcelina, em Muriaé (MG), completando o curso no Colégio Santa Tereza, no Rio de Janeiro, para onde veio aos 13 anos.<lb/>	Neste colégio, integrou-se ao movimento Ação Católica Brasileira, no qual permaneceu até o curso secundário, quando então passou a atuar na Juventude Universitária Católica (JUC). Durante o período de militância na Ação Católica, desenvolveu atividades em várias fábricas, junto aos operários, visando a organização local dos trabalhadores e sua conscientização.<lb/>	Em 1948, ingressou no Colégio Pedro II, onde concluiu o curso clássico. Nesta ocasião, participou do movimento estudantil e das atividades do grêmio literário.<lb/>	Em 1952, ingressou no quadro de funcionários administrativos do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB), como escriturária, sendo então designada para trabalhar no serviço social do instituto. O trabalho no serviço social, que começava a se organizar no IAPB, aliado ao seu antigo interesse por problemas sociais despertado nas atividades que desenvolveu junto à Ação Católica Brasileira, influenciaram a opção pelo curso de graduação em serviço social, que realizou na Pontifícia Universidade Católica (PUC), no Rio de Janeiro, e que foi concluído em 1958.<lb/>	No IAPB, atuou como assistente social na Clínica Psiquiátrica Santa Alice e na supervisão do serviço social das clínicas psiquiátricas conveniadas.<lb/>	Em 1961, foi designada pelo Departamento Nacional de Previdência Social (DNPS) para participar da Comissão Nacional de Reabilitação Profissional. Três anos depois, foi convidada a ocupar o cargo de superintendente geral da Superintendência de Reabilitação Profissional para a Previdência Social (SUSERPS).<lb/>	De 1968 a 1972, foi assessora-chefe do serviço social da Secretaria de Bem-Estar do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS). Em 1978, com a implantação do Sistema Integrado de Previdência e Assistência Social (SINPAS), passou a chefiar a Coordenadoria de Serviço Social do INPS, cargo que ocupou até 1981. Nesta ocasião, teve como objetivo a extensão do serviço social nas várias agências regionais do INPS e também a humanização do atendimento aos segurados.<lb/>	Quanto à atividade docente, iniciou-a em 1958, como monitora na Escola de Serviço Social da PUC-RJ. Nesta mesma instituição, exerce atualmente a função de professora orientadora do curso de mestrado em serviço social.<lb/>	Em 1975, ingressou também no quadro permanente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde ocupava o cargo de professora adjunta no curso de mestrado da Escola de Serviço Social até a data da entrevista.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 28 de maio<lb/>Fita 1<lb/>Nascimento; lembranças de Barão de Monte Alto (MG); o trabalho educacional da mãe; a organização do primeiro grupo escolar de Barão de Monte Alto; a vida familiar; as condições de ensino no grupo escolar de Barão de Monte Alto; as condições socioeconômicas da família; atividade do pai como comerciante; a morte do pai; status da mãe como professora; as condições socioeconômicas da população de Barão de Monte Alto; influência da mãe; o papel da mulher na sociedade; o ingresso no Colégio Santa Marcelina em Muriaé (MG); as matérias preferidas; o interesse pela literatura; características da Congregação das Irmãs Marcelinas; as doenças em Barão de Monte Alto; a vida política em Barão de Monte alto; visão política da mãe; a educação feminina no Colégio Santa Marcelina; o convívio com as filhas de fazendeiros, em Muriaé; as dificuldades de adaptação em Muriaé; características de Muriaé; a ida para o Rio de Janeiro; as dificuldades econômicas da família na cidade; lembranças do Colégio Santa Tereza; a diferença social em relação às alunas do colégio; a rebeldia durante o período de internato no colégio.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>O interesse pela literatura; as preferências literárias na adolescência; a participação no clube literário do Colégio Pedro II; atividade profissional da mãe na Companhia Sul América de Seguros; o predomínio de figuras femininas em sua formação; o contato com a Ação Católica Brasileira; o contato com Alceu Amoroso Lima; o trabalho como datilógrafa; o trabalho na Confederação Católica; o ingresso no Colégio Pedro II; os debates políticos no Pedro II; visão política da Ação Católica; influência das ideias políticas do pensador católico Emanuel Mounier; as preocupações sociais de setores da Igreja Católica; os grupos políticos que atuavam no Pedro II; avaliação dos serviços médicos do IAPB como usuária; o lazer entre os jovens da Ação Católica; posicionamento sobre o catolicismo; o trabalho da Ação Católica nas fábricas; o contato com os operários; a relação com os sindicatos; as orientações intelectuais da Ação Católica; posicionamento da mãe sobre sua atividade na Ação Católica; referência ao namoro e casamento.<lb/><lb/>2ª Sessão: 01 de junho<lb/>Fita 3<lb/>O ingresso no IAPB; o contato com o serviço social do IAPB; o serviço social na área de saúde; a organização do serviço social no IAPB; o trabalho do assistente social nos conjuntos habitacionais do IAPB; os centros sociais nos conjuntos habitacionais; o serviço social nos demais Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs) e nas Caixas; a organização do serviço social na Previdência; reflexões sobre a profissão de assistente social; visão dos funcionários do IAPB sobre o assistente social; a promoção de atividades educacionais nos conjuntos habitacionais; o serviço social na área de saúde; ênfase aos aspectos psicossociais do serviço social nos anos 1950; atividade profissional dos bancários e os problemas psiquiátricos; o ingresso na Faculdade de Serviço Social da PUC; as disciplinas cursadas na faculdade; influência do professor de Previdência Social Moacyr Velloso Cardoso de Oliveira; visão dos técnicos da Previdência sobre o serviço social; influência do serviço social norte-americano; o predomínio da concepção psicossocial do serviço social a partir dos anos 1950; visão funcionalista e a proposta de desenvolvimento de comunidade; o movimento estudantil na PUC-Rio.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>Lembranças do professor Alceu Amoroso Lima; a eleição de Getúlio Vargas, em 1950; as condições de ingresso no quadro de funcionários do IAPB; a interferência do Sindicato dos Bancários e do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) no IAPB; a dimensão política da atuação do serviço social nos centros sociais; atuação do assistente social na perícia médica; atuação do serviço social na seleção de moradores para os conjuntos habitacionais do IAPB; a ética profissional dos assistentes sociais do IAPB; atuação na supervisão do serviço social; a criação do Departamento de Serviço Social e Reabilitação Profissional do IAPB.<lb/><lb/>3ª Sessão: 25 de junho<lb/>Fita 5<lb/>Influência da ideologia desenvolvimentista no serviço social; a gestão financeira da Previdência Social; o trabalho como assistente social na área de saúde; o serviço social nas clínicas psiquiátricas conveniadas com o IAPB; o trabalho com a família dos doentes; o processo de preparação da família para a alta nas clínicas psiquiátricas; o trabalho do assistente social com o empregado em seu retorno ao trabalho; a incidência de tuberculose entre os bancários; os tratamentos usuais nas clínicas psiquiátricas; a supervisão do atendimento nas clínicas psiquiátricas conveniadas; o serviço social nos ambulatórios e hospitais cirúrgicos do IAPB; as situações em que o segurado era encaminhado ao serviço social; atuação do serviço social nas altas hospitalares; atuação do serviço social nas maternidades; o serviço social e a condição feminina; a relação com os médicos; o exercício profissional e a vida particular; referência ao casamento com um médico; a prestação de concurso público para o cargo de assistente social do IAPB; os problemas político-administrativos e a perseguição sofrida no IAPB; a crise no serviço social após a criação do Departamento de Serviço Social e Reabilitação Profissional do IAPB.<lb/><lb/>Fita 6<lb/>A crise no serviço social após a criação do Departamento de Serviço Social e Reabilitação Profissional do IAPB; a direção colegiada no IAPB; a designação para a Comissão Nacional de Reabilitação Profissional, em 1961.<lb/><lb/>4ª Sessão: 02 de julho<lb/>Fita 7<lb/>O debate sobre a criação da direção colegiada pela Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS); a reação dos bancários diante da unificação da Previdência; a participação na Comissão Nacional de Reabilitação Profissional; a criação da SUSERPS; o papel da reabilitação na Previdência Social; os centros de reabilitação como unidades próprias da Previdência; a perícia médica e a concessão de benefícios; o debate político nos anos 1960; as dificuldades enfrentadas pelos usuários na obtenção de benefícios; atuação na Secretaria de Bem-Estar (INPS); o regime político instaurado em 1964 e a atividade dos assistentes sociais; atuação dos assistentes sociais vinculados ao movimento de reconceituação na Previdência.<lb/><lb/>Fita 8<lb/>A disputa pela hegemonia no serviço social da Previdência entre grupos originários do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) e do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI); atuação como assessora-chefe do serviço social da Previdência (1968/1972); a participação na Comissão de Estudos sobre Assistência Psiquiátrica da Secretaria de Bem-Estar (INPS); as condições de atendimento nas clínicas psiquiátricas contratadas; a localização das unidades de serviços médicos do INPS; avaliação do SINPAS; atividade como assistente social da Companhia Lopes Sá Industrial de Fumo (1961/1965); a visita domiciliar como procedimento do serviço social; a metodologia tradicional utilizada no serviço social e sua crítica; a influência da concepção psicossocial originária do serviço social norte-americano; o documento de Araxá (MG) como precursor do movimento de reconceituação; influência da perspectiva marxista no serviço social brasileiro.<lb/><lb/>Fita 9<lb/>O movimento de reconceituação e o serviço social na América Latina; a teoria e prática do serviço social; visão da população sobre o serviço social.<lb/><lb/>5ª Sessão: 13 de julho<lb/>Fita 9 (continuação)<lb/>Atuação como professora no curso de graduação em serviço social da PUC-Rio; o serviço social na área de saúde e a metodologia utilizada no trabalho com indivíduos; o movimento de reconceituação do serviço social na América Latina; o papel do Comitê Brasileiro na Conferência Internacional de Serviço Social (CBCISS) na crítica e aperfeiçoamento da metodologia tradicional; análise marxista do serviço social; a criação do curso de pós-graduação em serviço social na PUC-Rio; a reavaliação do curso de mestrado da PUC-Rio; a prestação de concurso público para a Escola de Serviço Social da UFRJ; a relação entre atividade profissional e vida pessoal; o retorno à Previdência Social após a designação para a chefia do serviço social do INPS; a implantação do serviço social nas agências do INPS após a criação do SINPAS.<lb/><lb/>Fita 10<lb/>A disciplina "Previdência Social" no curso de serviço social; as dissertações de mestrado na PUC-Rio e UFRJ sobre Previdência Social; as contradições na atuação de assistente social nas instituições; a oposição entre trabalho com a coletividade e trabalho com o indivíduo; a dedicação aos filhos; visão do serviço social sobre o atendimento médico; a discussão sobre a utilização do auxílio supletivo (verba a cargo do serviço social para aplicação junto aos segurados); avaliação da Previdência Social brasileira e as perspectivas quanto à atuação do assistente social; comparação entre os cursos de pós-graduação em serviço social da PUC-Rio e UFRJ.<lb/><lb/>Fita 11<lb/>Comparação entre os cursos de pós-graduação em serviço social da PUC-Rio e UFRJ; a dissertação de mestrado sobre prática do serviço social nas agências regionais do INPS; reflexão sobre a atuação dos assistentes sociais.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Leila Maria Bugalho</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Luís Gonzaga do Nascimento e Silva</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-24</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">17/09/1987 a 03/12/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 16 fitas cassete (15h25min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/3/c/c3cb9a6f916d581b0dd7bd469c0f71ae3652b4f37ce0a53913dead69a8c6005c/Luiz_Gonzaga_do_Nascimento_e_Silva.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Gilberto Hochman, Marcos Chor Maio e Nísia Verônica Trindade Lima, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 17, 22, 25, 29 de setembro, 12, 19, 24, 26 de novembro e 03 de dezembro de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Luiz Gonzaga do Nascimento e Silva nasceu em Itajubá, Minas Gerais, a 24 de janeiro de 1915, filho do advogado Francisco Eulálio do Nascimento e Silva e de Maria do Rosário do Nascimento e Silva.<lb/>	Cursou o primário no Colégio São José e o secundário no internato do Colégio Pedro II, bacharelando-se, em  1936, pela Faculdade Nacional de Direito, dando continuidade à tradição familiar. Em 1937, logo após terminar a faculdade, viajou para a Europa, onde permaneceu por quase um ano.<lb/>	Ao retornar ao Brasil, passou a trabalhar no escritório de advocacia de seu pai. Nesta ocasião, participou da oposição ao Estado Novo, sendo redator e signatário do “Manifesto da Resistência Democrática”, publicado na revista do Centro D. Vital.<lb/>	No início da década de 50, foi presidente da Fábrica Pneus-Brasil, de propriedade da família de Wilma de Carvalho Brito do Nascimento e Silva, com quem se casara em 1947. Além disso, foi presidente do Sindicato Nacional das Indústrias de Artefatos de Borracha.<lb/>	Advogado e diretor de várias empresas, Nascimento e Silva chegou a ser cogitado para ocupar o cargo de procurador-geral no governo Kubitschek.<lb/>	Em 1957, foi convidado para chefiar o Departamento Jurídico do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE), cargo que ocupou até 1961. No BNDE, participou do esforço pela mudança nas relações do empresariado nacional com as agências estatais de financiamento.<lb/>	Em 1964, atuando como consultor-jurídico do Ministério do Planejamento e Coordenação Econômica, participou do grupo de trabalho que esboçou o Estatuto da Terra, Lei nº 4.504, promulgada em 30 de novembro de 1964.<lb/>	Em 1965, aceitou o convite do Presidente Castelo Branco para presidir o Banco Nacional de Habitação (BNH). Enquanto presidir o Banco Nacional de Habitação (BNH). A utilização da correção monetária nos reajustes das prestações do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) foi regulamentada durante a sua gestão.<lb/>	O projeto de criação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que substituiu a estabilidade no emprego após dez anos de trabalho numa empresa, foi encaminhado ao governo por Nascimento e Silva. O projeto previa a utilização dos recursos do FGTS, pelo BNH, para o financiamento de habitações.<lb/>	Em 27 de julho de 1966, assumiu o Ministério do Trabalho e Previdência Social, substituindo Peracchi Barcelos. Quanto à sua atuação na legislação trabalhista, destaca-se a aprovação do projeto que instituiu a correção monetária nos débitos trabalhistas. No campo da Previdência Social, o ato mais importante foi a unificação dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs), com a criação do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS).<lb/>	Ao deixar o ministério, em 15 de março de 1967, por ocasião da posse do Presidente Costa e Silva, foi nomeado embaixador plenipotenciário do Brasil, na posse de Oscar Gestido como Presidente do Uruguai.<lb/>	Entre 1970 e 1974, foi membro do Conselho de Administração do BNH, e de 1972 a 1974, membro do Conselho de Administração do BNDE. Neste período, também dirigiu a Fábrica Nacional de Motores.<lb/>	Em 1974, participou do grupo que assessorou, informalmente, o General Ernesto Geisel, em questões relativas à política econômica. Em julho desse ano, assumiu o recém-criado Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS), tendo como primeira tarefa criar e organizar sua estrutura administrativa.<lb/>	Em sua atuação no MPAS, destaca-se a criação do salário-maternidade e a concessão de renda mensal vitalícia aos maiores de 60 anos e aos inválidos, visando com isto a ampliação da cobertura da Previdência Social.<lb/>	Em 1977, foi criado o Sistema Nacional de Previdência e Assistência Social (SINPAS), que significou uma nova reorganização na Previdência Social. O SINPAS congrega o INPS, o Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS), a Legião Brasileira de Assistência (LBA), o Instituto de Administração Financeira da Previdência Social (IAPAS) e a Empresa de Processamento de Dados da Previdência Social (CATAPREV) – criada em 1974.<lb/>	Com a posse do Presidente Figueiredo, em 15 de março de 1979, foi convidado para ser embaixador do Brasil na França, permanecendo nesse país até 1985.<lb/>	Colaborador de diversas revistas jurídicas e de jornais, Nascimento e Silva, atualmente, dedica-se ao seu escritório de advocacia.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 17 de setembro<lb/>Fita 1<lb/>Recordações da infância; comentário sobre a família; referência à tradição familiar de advocacia; lembranças da mãe; o internato do Colégio Pedro II; referência aos professores; as preferências literárias; referências a J. G. de Araújo Jorge; os esportes preferidos; lembranças do impacto da Revolução de 1930 no Colégio Pedro II; as diferenças sociais entre os alunos do Pedro II; avaliação do ensino no Pedro II; referência ao fato do pai assumir a chefia de polícia do estado do Rio de Janeiro; as conversas sobre política na família; o interesse pelos assuntos políticos; o ingresso na faculdade de direito; referência aos colegas Carlos Lacerda e Moacyr Werneck de Castro; as tendências políticas dos professores; a polarização entre socialismo e integralismo na faculdade; referência à Alzira Vargas; posição política na faculdade; referência à relação com o profesor Hânnema Guimarães; a preferência pelo direito civil; avaliação da qualidade de ensino da faculdade de direito; o estudo da legislação trabalhista e previdenciária na faculdade; referência ao professor Leônidas Rezende; a viagem à Europa, em 1937; comentário sobre o trabalho como advogado militante.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>O acompanhamento da Constituinte de 1934; comentários sobre a Constituição de 1937; referência a Francisco Campos; referência a Vicente Raó; influências estrangeiras no direito brasileiro; comentário sobre direito constitucional; o debate sobre proteção ao trabalho na faculdade; as condições de saúde da família.<lb/><lb/>2ª Sessão: 22 de setembro<lb/>Fita 2 (continuação)<lb/>A viagem à Europa, em 1937; lembranças das paradas militares na Alemanha nazista; a cerimônia de coroação de Jorge VI como Rei da Inglaterra; recordações da Frente Popular da França; a Guerra Civil Espanhola; a viagem pelas principais cidades europeias; a importância da viagem na vida pessoal e profissional; a conversa com o embaixador do Brasil na França sobre a carreira diplomática; a opção pela advocacia; o encontro com Hânnema Guimarães na Alemanha; a situação política e militar da Alemanha, em 1937; comparação entre integralismo e nacionalismo; posição dos advogados frente ao Estado Novo; a presença do professor Castro Rebelo, então preso, numa formatura da faculdade de direito; o contato com Sobral Pinto; o exercício da advocacia civil e comercial durante o Estado Novo; o cotidiano no escritório de advocacia; referência à prisão do General Euclides Figueiredo; o contato com Sobral Pinto; comentário sobre o Centro Dom Vital; referência a Jackson de Figueiredo; definição da postura liberal durante o Estado Novo; o debate sobre questão social; o desenvolvimento da legislação trabalhista; a criação dos IAPs.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>Comentários sobre o direito social no Estado Novo; posição dos empresários e magistrados frente às reivindicações trabalhistas; a opção pela advocacia e a recusa em ocupar cargos públicos; referência a Vitor Nunes Leal; a participação em órgãos de classe; a importância para o Exército da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial; lembranças do período da Segunda Guerra Mundial; a siderúrgica de Volta Redonda (RJ) e o desenvolvimento industrial brasileiro; o trabalho como diretor de empresas privadas; impressões sobre a visita à Inglaterra, em 1946; comentário sobre o “Manifesto dos Mineiros” e a queda de Getúlio Vargas; a participação no “Manifesto da Resistência Democrática”; as perspectivas da política brasileira com o fim do Estado Novo; comentário sobre a expressão “advogado militante”; referência ao Brigadeiro Eduardo Gomes; referência ao grupo que frequentava o Centro Dom Vital; avaliação da Constituição de 1946; a reintegração dos professores afastados da faculdade de direito; considerações sobre a eleição de Eurico Gaspar Dutra; a importância da Constituição de 1946; o cotidiano e as amizades; as leituras preferidas; a importância da liberdade para a produção cultural; comentário sobre a cassação do registro do Partido Comunista Brasileiro (PCB); o papel do Estado na economia brasileira; a importância do BNDE para o desenvolvimento brasileiro; a Fundação da Casa Popular.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>Comparação entre o político e o empresário; a Fundação da Casa Popular e o BNH.<lb/><lb/>3ª Sessão: 25 de setembro<lb/>Fita 4 (continuação)<lb/>O casamento; comentário sobre a mulher e os filhos; a opção do filho pela advocacia; comentário sobre a carreira de atriz e cineasta da filha; a experiência como professor de direito; o trabalho como diretor da Fábrica Pneus-Brasil; referência a Carvalho Brito, seu sogro; comentário sobre sua atuação como presidente do Sindicato das Indústrias de Artefatos de Borracha; a relação com as empresas multinacionais que fabricavam pneus; o falecimento de Carvalho Britto e a crise na Pneus-Brasil; o convite de Roberto Campos para trabalhar no BNDE; considerações sobre empresas familiares; o papel do BNDE na modernização do empresariado nacional; o entusiasmo com o desenvolvimento de Juscelino Kubitschek; as pressões políticas para a obtenção de financiamento do BNDE; os novos padrões de comportamento do empresariado brasileiro; o grupo dirigente do BNDE; os contatos com políticos; a relação entre desenvolvimento econômico e desenvolvimento social.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>A contribuição dos empresários e do Estado para a Previdência Social; os nacionalistas no BNDE; posição frente aos conflitos ideológicos na diretoria do BNDE; referência a San Thiago Dantas, características do governo Jânio Quadros; o pedido de demissão do BNDE; a saída do BNDE e o retorno ao escritório de advocacia; avaliação do governo Kubitschek; comentários sobre a criação de Brasília; posição de Juscelino Kubitschek em relação a Brasília; o convite de Castelo Branco para assumir o MTPs.<lb/><lb/>4ª Sessão: 29 de setembro<lb/>Fita 5 (continuação)<lb/>Comentário sobre o governo João Goulart; recordação do dia 01 de abril de 1964; posição do Exército Brasileiro; as reivindicações trabalhistas durante o governo Goulart; referência a uma conversa com San Thiago Dantas sobre a possível queda de Goulart; comentário sobre a relação entre as bases e a cúpula sindical que apoiava João Goulart; a reforma agrária proposta pelo governo Goulart; o Instituto de Pesquisa e Estatutos Sociais (IPES) e o Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB); atuação como consultor-jurídico do Ministério do Planejamento e Coordenação Econômica, entre 1964 e 1965; a participação no grupo de trabalho que elaborou o Estatuto da Terra; a discussão do Estatuto da Terra com parlamentares; o convite para assumir a presidência do BNH; a conversa com o Presidente Castelo Branco sobre o projeto de reforma agrária.<lb/><lb/>Fita 6<lb/>Comentários sobre o Estatuto da Terra; as pressões dos proprietários de terra; comentário sobre o Estatuto da Terra; as principais realizações da gestão de Roberto Campos no Ministério do Planejamento; resistência dos empresários diante das medidas que aumentavam a intervenção do Estado na economia; posição de Castelo Branco em relação à participação dos trabalhadores nos lucros da empresas; visão de estadista do Presidente Castelo Branco; comentário sobre os convites de Castelo Branco para assumir a presidência do BNH e depois o MTPS; a viagem aos Estados Unidos e o telegrama solicitando aceitação do convite para o MTPS; considerações sobre as características de Castelo Branco; as dificuldades no início do trabalho no BNH; o descrédito do BNH perante a sociedade; a equipe de diretores do BNH; a instituição da correção monetária; a criação do FGTS; a presença na cerimônia da Confederação Nacional da Indústria; defesa do projeto de FGTS.<lb/><lb/>Fita 7<lb/>O incidente com representantes dos sindicatos dos Marítimos e Portuários; comentário sobre a estabilidade no emprego.<lb/><lb/>5ª Sessão: 12 de novembro<lb/>Fita 7 (continuação)<lb/>A instituição da correção monetária sobre os salários nos processos trabalhistas; resistência do ministro da Fazenda e do Planejamento diante da medida adotada; os conflitos entre os ministros do Trabalho e da Fazenda; os problemas na fixação do salário mínimo; o caso da Panair do Brasil; posição dos líderes sindicais depois de 1964; as relações com os ministros da Fazenda e do Planejamento; a situação financeira dos IAPs; alternativa de fusões parciais dos IAPs; a irracionalidade do sistema previdenciário vigente; referência a José Dias Corrêa Sobrinho; a formulação do anteprojeto de unificação dos IAPs; resistência à unificação; considerações sobre a unificação como problema de natureza administrativa; o processo de racionalização da Previdência social.<lb/><lb/>Fita 8<lb/>Comentário sobre os colaboradores no processo de unificação; posição do IAPI frente à unificação; ênfase técnica na gestão da Previdência Social; características do trabalho à frente do MTPS; o afastamento do escritório de advocacia; críticas de empresários a determinadas políticas do Ministério do Trabalho; a oposição ao projeto de estatização do seguro de acidentes de trabalho; a relação de trabalho com o Presidente Castelo Branco; o processo decisório no governo Castelo Branco; a sucessão presidencial; a recusa de Castelo Branco em estender seu mandato; posição dos ministros do governo Castelo Branco em relação ao General Costa e Silva; influência dos militares no governo Castelo Branco; comentário sobre o chamado “grupo Castelo” e sua posição em relação ao governo Costa e Silva; os principais objetivos da política do Presidente Castelo Branco; a transmissão do cargo de ministro a Jarbas Passarinho; a extinção das comunidades de serviço; comentário sobre a assistência médica; o ministro da Saúde; a contribuição da União para o custeio dos órgãos de Previdência.<lb/><lb/>6ª Sessão: 19 de novembro<lb/>Fita 8 (continuação)<lb/>A viagem como embaixador plenipotenciário do Brasil na posse do Presidente do Uruguai, em 1967; a conversa com o Presidente do Uruguai sobre as preocupações e intenções do governo brasileiro.<lb/><lb/>Fita 9<lb/>A viagem ao Uruguai; as razões da sua escolha para ser embaixador plenipotenciário na posse do Presidente do Uruguai; as relações de amizade com Castelo Branco após sua saída do governo; comentário sobre o impacto do falecimento de Castelo Branco; atuação como membro dos Conselhos de Administração do BNH e do BNDE; os problemas enfrentados pelo BNH; o exercício da advocacia durante o governo Costa e Silva; o "grupo Castelo” durante os governos Costa e Silva e Médici; comentários sobre a sucessão do Presidente Castelo Branco; atuação como presidente da Fábrica Nacional de Motores; a sugestão do Presidente Geisel da criação do MPAS; as reuniões do “grupo Castelo” para subsidiar o governo Geisel; os contatos anteriores com Ernesto Geisel; os motivos da separação do MTPS em dois  ministérios distintos; as possibilidades de crescimento da assistência social no âmbito da Previdência Social; os recursos financeiros para a assistência social e para a expansão da assistência médica; o impacto da “crise do petróleo” sobre a Previdência Social; as razões da criação do MPAS; Previdência Social como instrumento de distenção social; a instituição do salário-maternidade pago pela Previdência Social; a concessão de renda mensal vitalícia aos maiores de 70 anos e aos inválidos.<lb/><lb/>Fita 10<lb/>Resistência à implementação da assistência social no MPAS; a evolução das prestações da Previdência Social; acordos bilaterais com vários países; a questão da incorporação dos trabalhadores do chamado “mercado informal”; a expansão da assistência médica previdenciária; referência a Gerson Coutinho; o papel do setor contratado; a importância da criação da DATAPREV; as funções da DATAPREV.<lb/><lb/>7ª Sessão: 24 de novembro<lb/>Fita 10 (continuação)<lb/>Relato de uma reunião com a equipe com que trabalhara no MTPS para preparar o programa de gestão do MPAS; a criação da DATAPREV e da Central de Medicamentos (CEME); comentário sobre a CEME; a contagem recíproca do tempo de serviço público, federal e trabalhista, para efeito da aposentadoria estatutária e demais benefícios (Lei nº 6.226); a permissão para que os aposentados ao retornarem ao trabalho pudessem formar um pecúlio com direito aos serviços médicos e assistenciais (Lei nº 6.243); o papel da CEME na distribuição de medicamentos; a relação do MPAS com o Ministro da Saúde.<lb/><lb/>Fita 11<lb/>Os convênios com hospitais universitários; resistência de dirigentes dos hospitais universitários à vinculação com a Previdência Social; as formas de pagamento dos serviços dos hospitais universitários; os convênios com empresas para prestação de assistência médica aos empregados; o controle da qualidade dos serviços conveniados; a licença médica; a importância da medicina de grupo; a transferência de responsabilidade pela licença médica para a empresa; as vantagens dos convênios com empresas; comparação entre os custos com assistência médica do setor público e do setor privado; a questão do superfaturamento; a relação do MPAS com a Federação Brasileira dos Hospitais (FBH); os custos elevados do investimento no setor público de atendimento; o financiamento ao setor privado; os convênios com sindicatos; a Previdência Social do trabalhador rural sobre as características de trabalho do Presidente Geisel.<lb/><lb/>Fita 12<lb/>Referência ao Ministro Golbery do Couto e Silva; comparação entre a rotina de trabalho do Presidente Castelo Branco e do Presidente Geisel; referência ao chamado “grupo Castelo”; as relações com o Poder Legislativo; sondagens de política para se candidatar ao governo de Minas Gerais; a participação no Conselho Político da Aliança Renovadora Nacional (ARENA); comentário sobre a sua trajetória política; os contatos com políticos do governo e da oposição; referência à conversa com Dom Paulo Evaristo Arns.<lb/><lb/>8ª Sessão: 26 de novembro<lb/>Fita 12 (continuação)<lb/>As medidas para facilitar o acesso da população aos médicos; a universalização da assistência médica; a questão dos recursos para ampliação da assistência médica; as relações do MPAS com as instituições que prestavam assistência médica; a relação do MPAS com o Ministério da Saúde.<lb/><lb/>Fita 13<lb/>A questão da unificação dos setores que prestavam serviços de saúde à população; comparação entre a Previdência Social brasileira e outras experiências; as atribuições do MPAS e do Ministério da Saúde; o poder econômico da Previdência Social; comentário sobre o envelhecimento da população e seu impacto na Previdência Social; considerações sobre a contribuição dos empregados via folha de pagamento; a criação do SINPAS; a extensão do Serviço de Assistência Social dos Economiários (SASSE); reação contra a extensão do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Servidores do Estado (IPASE); posição dos médicos do Hospital dos Servidores do Estado (HSE) frente à extensão do IPASE; os objetivos da criação do SINPAS; os recursos para assistência social; o projeto de lei do SINPAS no Congresso Nacional; o veto à interferência política nas nomeações; aprovação da lei de criação do SINPAS; comparação entre a gestão dos benefícios e a gestão da assistência médica; postura em relação às pressões para nomeações políticas; a questão da eleição dos dirigentes de hospitais públicos pelos servidores.<lb/><lb/>Fita 14<lb/>Considerações sobre a eleição de dirigentes de hospitais públicos; as reivindicações do funcionalismo da Previdência Social; o credenciamento de médicos; comentários sobre os ministros da Previdência Social; a política e administração da Previdência; o cotidiano em Brasília; os contatos com ministros e políticos; a escolha do General Figueiredo para a Presidência da República; a sondagem para ser apresentado como candidato à Presidência da República; contato com o General Figueiredo; o gosto pelo hipismo; as nomeações para os cargos do MPAS e o papel do Serviço Nacional de Informações (SNI); a indicação para escrever a história do governo Geisel; o convite para ser embaixador do Brasil na França, em 1979.<lb/><lb/>9ª Sessão: 03 de dezembro<lb/>Fita 14 (continuação)<lb/>Aprovação do seu nome pelo Senado Federal; atuação como embaixador; os contatos com embaixadores latino-americanos; posição da França na Guerra das Malvinas; o processo de indicação para ser embaixador na França; a questão dos exilados brasileiros na França; reações na França ao processo de abertura política; atuação no caso da prisão de padres franceses no Brasil.<lb/><lb/>Fita 15<lb/>As pressões políticas na França para a soltura dos padres; a imagem do Brasil depois do Ato Institucional nº 5 (AI-5); as relações econômicas entre o Brasil e a França; o racismo e as tensões sociais na França; posição do governo francês em relação à dívida externa da América Latina; postura dos governos Giscard D’Estaing e Mitterrand em relação ao Brasil; as diferenças entre os embaixadores de carreira e os que não pertencem aos quadros do Itamaraty; comparação entre o ritmo de trabalho como ministro e como embaixador; a atuação dos embaixadores brasileiros nas negociações do governo brasileiro com o francês; comentários sobre a política francesa; a eleição presidencial francesa, em 1988; o respeito dos franceses aos políticos idosos; avaliação da política brasileira na Nova República; comentário sobre o quadro partidário.<lb/><lb/>Fita 16<lb/>Considerações sobre problemas da Previdência Social; a necessidade de integração dos serviços médicos das três esferas de governo; o retorno ao escritório de advocacia; a tradição da advocacia na família; comentários finais.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Luís Gonzaga do Nascimento e Silva</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>NASCIMENTO E SILVA, Luís Gonzaga do. Disponível em: &lt;http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/silva-luis-gonzaga-do-nascimento-e&gt;.</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Luiz Moura</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-25</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">13/05/1987 a 17/06/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 12 fitas cassete (9h49min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte).
<lb/>Não há transcrição da fita 7, apenas disponíveis sumário e áudio</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/6/e/56e76bddac102b1f24a9ac059732a0ff90ecc0620e2e003467167f8dc5414f04/Luiz_Moura.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Gilberto Hochman, Luiz Octávio Coimbra e Marcos Chor Maio, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 13, 20 de maio, 03 e 17 de junho de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Luiz Moura nasceu no Rio de Janeiro, a 4 de maio de 1925. Teve influência marcante de seu pai, Pedro Moura, que durante muitos anos chefiou a 12ª enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. Pedro Moura foi também membro ativo da Ação Integralista Brasileira, sendo inclusive preso após a tentativa de golpe, em 1938.<lb/>	Luiz Moura cursou o primário no colégio alemão Detsche Schule e o secundário nos colégios Lafayette e Santo Antônio Maria Zacaria. Cursou o complementar de medicina no Colégio Santo Inácio e ingressou na Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1944), apesar da resistência do pai, que almejava para seu filho a carreira militar, opção de seus três irmãos.<lb/>A partir do quarto ano da faculdade, passou a ser interno do serviço de clínica da 12ª enfermaria da Santa Casa da Misericórdia, onde permaneceu até 1949, quando concluiu o curso.<lb/>Em 1950, ingressou como cirurgião no Hospital General Manoel Vargas, atual Hospital de Bonsucesso, que pertencia ao antigo Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados dos Transportes e Cargas (IAPETC). Paralelamente, manteve clínica médica particular e administrou durante alguns anos uma granja criada por seu pai no início da década de 50.<lb/>	Em 1960, transferiu-se para o plantão do Hospital do IAPETC e permaneceu lá até 1967. Segundo seu depoimento, neste período, descontente com os rumos do país e com a excessiva interferência dos sindicatos no hospital, aderiu ao movimento político-militar de 1964, sendo incumbido de ajudar a controlar o hospital no dia da eclosão do golpe. Dois anos depois, diplomou-se pela Escola Superior de Guerra (ESG).<lb/>	Assistente-técnico do Hospital de Bonsucesso a partir de 1967, foi convidado pelo General Médici, em 1969, para assumir a Secretaria Executiva de Assistência Médica do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), cargo no qual foi empossado em 24 de novembro de 1969. No ano seguinte, com a saída de Walter Graciosa, assumiu a presidência do INPS em 25 de fevereiro.<lb/>	Nos dois cargos que ocupou, procurou implementar uma política de produção e distribuição de medicamentos para a população, a partir da sua experiência com a indústria de medicamentos do Hospital de Bonsucesso. A ênfase na produção e distribuição de medicamentos gerou inúmeros conflitos, provocando a sua exoneração em 4 de agosto do mesmo ano.<lb/>	Apesar do seu afastamento de cargos públicos, continuou denunciando a ação das indústrias farmacêuticas estrangeiras, através do deputado Florim Coutinho.<lb/>	Em 1970, foi transferido para o ambulatório de Cavalcanti e, em 1973, para o Hospital Cardoso Fontes, onde foi assistente de dois diretores e chefe de clínica médica.<lb/>	No final de 1980, foi nomeado diretor nacional da Divisão Nacional de Medicamentos do Ministério da Saúde (DIMED/MS). Dois anos depois, retornou à Previdência Social, trabalhando em projetos especiais da Superintendência Regional do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS), sendo nomeado, posteriormente, diretor do Serviço de Medicina social do município do Rio de Janeiro e coordenador da Administração Médica do estado do Rio de Janeiro, aposentando-se em 1983.<lb/>	Desde 1979 vem estudando e divulgando a bioenergética e outras práticas médicas não-ortodoxas, através de palestras e conferências.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 13 de maio<lb/>Fita 1<lb/>Nascimento; origem familiar; a tradição da profissão de médico na família; influência do pai; a medicina como sacerdócio; atuação do pai como chefe da 12ª Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia; lembranças do pai como cirurgião; comentário sobre Irineu Malagueta de Ponte; o aprendizado nas enfermarias da Santa Casa da Misericórdia; o interesse pela medicina; a concepção de Pedro Moura sobre medicina; o aprendizado na 12ª Enfermaria; comentário sobre a necessidade do médico possuir um conhecimento abrangente; a rigidez profissional e moral do pai; influência da escola alemã de medicina; a viagem de estudos do pai à Alemanha na década de 1920; comentário sobre Ferdinand Sauer Bruck; as viagens ao exterior para especialização; comentário sobre o lado materno da família; comentário sobre um tio fazendeiro; as condições financeiras da família; histórias de um cliente do pai; a infância do pai; o desejo do pai de que os filhos seguissem a carreira militar; comentário sobre Floriano Peixoto; o nacionalismo do pai e a obrigatoriedade de consumir produtos brasileiros; ajuda da família aos favelados de Ipanema; o integralismo; o pai integrando a “Câmara dos 40”; a prisão do pai, em 1938; a cura da filha do Ministro Agamenon Magalhães; comentário sobre Rocha Vaz; a prisão dos dirigentes integralistas; atuação de Agamenon Magalhães; a recusa do pai em ser libertado; lembranças da pregação nacionalista do integralismo; a disciplina familiar e a obrigatoriedade de frequentar a igreja; o integralismo na Igreja e nas Forças Armadas; o nacionalismo como elemento aglutinador; comentário sobre o socialismo.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>Críticas do pai ao internacionalismo socialista; as manifestações integralistas; Getúlio Vargas e o integralismo como movimento de elites intelectuais; o integralismo e o anti-semitismo; a prevenção contra os estrangeiros; a compatibilidade entre medicina e política; as relações com os irmãos; os lugares onde residiu; comentário sobre Jorge Gouveia; os estudos na Deutsche Schule; a rigidez da educação alemã; os amigos do colégio; comentário sobre a disciplina na Deutsche Schule e as matérias preferidas; o aprendizado da língua alemã; viagem à Áustria, Suíça e Alemanha; comentário sobre o modo de vida do povo alemão; as amizades no colégio; comentário sobre a região onde mora em Jacarepaguá (RJ); o deslocamento para o centro da cidade; o curso secundário no Colégio Lafayette; influência francesa; as matérias do curso secundário; a passagem pelo Colégio Santo Antônio Maria Zacaria; a opção dos irmãos pela carreira militar; a decepção do pai com a política; opinião do pai sobre Getúlio Vargas; a preparação dos irmãos para o ingresso na Escola Militar; o contato do pai com Pedro Ernesto.<lb/><lb/>2ª Sessão: 20 de maio<lb/>Fita 3<lb/>O curso complementar de medicina; o ingresso na Faculdade Nacional de Medicina, em 1943; as opções de curso de medicina no Rio de Janeiro; a reação familiar quando ingressou na faculdade de medicina; comentário sobre os professores e suas influências; os cursos práticos ministrados nos hospitais; comentário sobre o professor Irineu Malagueta; comentário sobre o pai do professor Malagueta; concepções do professor Malagueta sobre Previdência Social; ausência da questão previdenciária na faculdade de medicina; comentário sobre o sanitarismo; as endemias no Brasil e a doença de Chagas; visão corrente sobre o médico sanitarista; concepção dos estudantes sobre a carreira médica; a decepção do pai com a medicina; a instalação de uma granja em Jacarepaguá; a experiência como administrador da granja; os problemas da avicultura no Brasil; o envolvimento com o trabalho na Santa Casa da Misericórdia durante a faculdade; comentário sobre a homeopatia; comparação entre o aprendizado médico nos anos 1940 e nos anos 1980; o interesse econômico nos laboratórios da faculdade; os exames radiológicos; o funcionamento da 12ª Enfermaria; comentário sobre o temperamento do pai; comentários sobre os cargos de chefia na enfermaria da Santa Casa da Misericórdia; referência a Daniel D’Almeida; o relacionamento entre os chefes de enfermarias e os provedores.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>O assistente do chefe de enfermaria; a primeira cirurgia; a sensação quando da morte de um paciente; relato da viagem de férias à Foz do Iguaçu; os tipos de operação que “viram moda”; o encaminhamento dos pacientes na 12ª Enfermaria; a situação sócio-econômica das pessoas atendidas pela Santa Casa da Misericórdia; comentário sobre os comerciantes portugueses que se internavam na Santa Casa da Misericórdia; o ingresso no Hospital General Manoel Vargas do IAPETC, em 1950; o salário do médico; a oferta de empregos para médicos recém-formados; o número de médicos que permaneciam no Rio de Janeiro depois de formados; os requisitos para o ingresso no Hospital General Manoel Vargas; a qualidade do hospital; as doenças mais comuns entre os segurados do IAPETC; comparação entre os pacientes da Santa Casa da Misericórdia e os do Hospital do IAPETC; os problemas de infecção pós-operatória no hospital; a compra excessiva de material cirúrgico por parte de um diretor; a descoberta de falhas no processo de esterilização do material cirúrgico; a efetivação dos médicos do hospital; comentário sobre Djalma Chastinet; comentário sobre as nomeações dos diretores do hospital; a transferência para o plantão do hospital, em 1967; a demissão de um anestesista ligado à clínica de aborto; a intervenção do Ministro Jarbas Passarinho no caso; a interferência dos dirigentes sindicais no hospital; a compra desnecessária de material; os privilégios no atendimento aos dirigentes sindicais; o uso indevido de quartos do hospital; as pressões das lideranças sindicais sobre o hospital; relato da visita de um ministro do governou Goulart ao hospital.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>Conversa do ministro com os líderes sindicais; a decepção com a situação vigente e a adesão ao golpe de 1964; atuação enquanto encarregado do controle do Hospital do IAPETC no dia da eclosão do movimento de 1964; o convite para cursar a ESG; comentário sobre o Ministro da Saúde Leonel Miranda; considerações sobre o Plano Nacional de Saúde (PNS); a reação contra o plano; o envolvimento do filho do Presidente Costa e Silva com uma empresa do Ministro Leonel Miranda; denúncia aos órgãos de informação sobre as irregularidades do PNS; a fuga para a fronteira de Mato Grosso com o Paraguai e o retorno ao Rio de Janeiro.<lb/><lb/>3ª Sessão: 03 de junho<lb/>Fita 6<lb/>Lembranças de contatos do pai com Pedro Ernesto; opinião sobre Pedro Ernesto; a inauguração do Hospital do IAPETC; o ambulatório do IAPETC na Avenida Venezuela; comentário sobre a localização do ambulatório; a relação entre os médicos do ambulatório e os do hospital; a qualidade dos serviços médicos no Hospital do IAPETC; a utilização dos serviços médicos das ordens religiosas e das beneficências pelo Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI); comentários sobre o dimensionamento da capacidade de atendimento do Hospital do IAPETC; o funcionamento de um laboratório para produzir medicamentos no hospital; a carreira médica no IAPETC; a greve pela conquista da letra “O” (nível salarial pretendido pelos médicos do serviço público); comentário sobre o dimensionamento do hospital e do ambulatório; os “picos” de serviços: os acidentes mais comuns entre os segurados do IAPETC; o desinteresse dos sindicatos pela prevenção de acidentes; comentário sobre as doenças profissionais e a “indústria da licença”; comentário sobre o Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU); a obrigatoriedade da presença de nutricionistas nos hospitais da Previdência Social; comentário sobre a preparação das refeições no hospital; a relação entre leitos e médicos; menção a Walter Oswaldo Cruz; os casos psiquiátricos no hospital; o caráter psicossomático de várias enfermidades; explicação da bioenergética sobre a origem das doenças; o caso de um médico que fingiu ter operado um paciente; a desconsideração na época com os médicos homeopatas; opinião do pai sobre a homeopatia; o ressurgimento da homeopatia; o trabalho do médico francês Patrick Verek sobre a relação entre bioenergética; homeopatia e alopatia; a pressão da indústria farmacêutica sobre o Hospital General Vargas; a luta do hospital para produzir medicamentos; ação dos representantes de laboratórios farmacêuticos nos hospital.<lb/><lb/>Fita 7<lb/>A produção de medicamentos pelo laboratório do hospital quando da passagem pela vice-direção; a denúncia da Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica (ABIFARMA) contra o laboratório do Hospital do IAPETC; conversa com o General Médici sobre a questão dos medicamentos no Brasil; o convite para assumir a presidência do INPS; a decisão em assumir o cargo de secretário-executivo da Assistência Médica do INPS; a exposição do plano de trabalho do General Médici para a assistência médica previdenciária; as liminares impedindo a compra de matéria-prima pelo INPS para a fabricação de medicamentos; o depoimento do diretor do Departamento Nacional de Propriedade Industrial (DNPI) a oficiais do Serviço Nacional de Informações (SNI); comentário sobre as patentes de medicamentos; denúncia da importação de matérias-primas com preços inflacionados pelos laboratórios estrangeiros; o papel do SNI; a indústria de medicamentos do Hospital de Bonsucesso; a distribuição no país de remédios fabricados pelo hospital; comentários sobre o desaparelhamento da indústria de medicamentos do Hospital de Bonsucesso; o convite do Presidente Médici, em fevereiro de 1970, para assumir a presidência do INPS; o apoio do golpe de 1964; o contato com Jânio Quadros durante a campanha presidencial; esperanças a votar em Jânio Quadros; João Goulart e o movimento sindical; o Hospital do IAPETC entre 1964 e 1966; ascensão de Leonel Miranda ao Ministério da Saúde no governo Costa e Silva; o funcionamento da casa de saúde de Leonel Miranda; a participação no controle do Hospital General Vargas no momento da eclosão do golpe de 1964; o inconformismo com a destruição da indústria de medicamentos do Hospital de Bonsucesso; comentários sobre o discurso do deputado Florim Coutinho denunciando o incêndio criminoso da indústria do Hospital de Bonsucesso; a criação da Central de Medicamentos (CEME); comentário sobre o Presidente Médici e a distribuição de remédios aos assalariados; as alegações do Ministro Júlio Barata para cessar a produção de remédios pelo INPS; medicina liberal e medicina socializada; as dificuldades da população com os custos da assistência médica; o surgimento da Previdência Social; comentário sobre o princípio de justiça social que rege a Previdência Social; oposição ao PNS; o boicote do Ministro Júlio Barata às contratações de pessoal; relato do caso de enriquecimento ilícito de um médico que intermediava mão-de-obra para o INPS.<lb/><lb/>Fita 8<lb/>Denúncia do caso através de discurso do deputado Florim Coutinho; comentário sobre uma interpelação ao Ministro Nascimento e Silva durante palestra na ESG; a regularização da situação de 30 mil funcionários do Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS); a transferência dos terrenos da Previdência Social para o Banco Nacional de Habitação (BNH); o debate sobre a Previdência Social durante o curso na ESG, em 1966; a questão da unificação na ESG; a transferência para o laboratório em Cavalcanti, em 1970; os gastos com assistência médica na Baixada Fluminense; assistência médica na Espanha.<lb/><lb/>4ª Sessão: 10 de junho<lb/>Fita 8<lb/>Adoção do Código Internacional de Doenças durante a sua gestão no INPS; denúncia de um sanatório credenciado pelo INPS que tornava crônicos os casos de tuberculose; o descredenciamento do sanatório; o envio do caso para a Comissão Geral de Investigações; o discurso do deputado Florim Coutinho, em março de 1973, denunciando clínicas e sanatórios que lesavam o INPS; comentário sobre Luiz Moura de Castro; os interesses contrários aos serviços médicos próprios da Previdência Social e à indústria farmacêutica do Hospital de Bonsucesso; motivos da demissão da presidência do INPS; comentário sobre os propósitos do presidente Médici na produção e distribuição de remédios da indústria farmacêutica do Hospital de Bonsucesso para a Marinha; a criação e o funcionamento da CEME; comentário sobre um laboratório ligado ao Hospital Pedro Ernesto.<lb/><lb/>Fita 9<lb/>As críticas da ABIFARMA; auditoria realizada em casas de saúde em Goiânia, em 1969; a reação dos médicos e da Associação Médica de Goiás; a questão da expansão dos serviços médicos próprios; as especificidades da relação entre médico e paciente no setor privado; os descaminhos das práticas médicas; as fraudes na Previdência Social; os motivos da transferência para um ambulatório em Cavalcanti; a decepção com a vida pública; relato do caso de acusação injusta ao superintendente do INPS em São Paulo; o trabalho no ambulatório de Cavalcanti; a opção pela clínica médica; os problemas de saúde daqueles que procuravam o ambulatório de Cavalcanti; a clínica particular e os convênios; a descoberta da bioenergética e das práticas médicas alternativas; a explicação da febre à luz da bioenergética; comentário sobre a auto-homeopatia; relato da cura de esclerodermia através da auto-homeopatia; as possibilidades de aplicação da medicina alternativa no INAMPS; o contato com o Instituto de Orgonomia de Paris; o pioneirismo na utilização da caixa orgânica no Rio de Janeiro; os benefícios na utilização da caixa orgânica.<lb/><lb/>Fita 10<lb/>As pesquisas de Wilhem Reich; a caixa orgânica da estabilização do nível energético do corpo e dos alimentos; a receptividade dos pacientes ao uso de práticas médicas não-ortodoxas; relato de um caso de cura de febre reumática com a utilização da auto-homeopatia e da caixa orgânica.<lb/><lb/>5ª sessão - 17 de junho<lb/>Fita 11<lb/>O trabalho como diretor da DIMED/MS, em 1980; relato do caso da proibição de contatos com a Iugoslávia para a produção de Interferon; os motivos do retorno a cargos públicos; atuação como diretor da Divisão de Medicina Social do INAMPS, no município do Rio de Janeiro; referência ao caso de um médico acusado de desonestidade; referência a Harry Gaeff e aos conflitos com o Ministro Jair Soares; relato de irregularidades no pagamento de convênios com uma universidade; a promoção para o cargo de coordenador de Administração Médica do estado do Rio de Janeiro; o trabalho na DIMED; a situação precária na fiscalização de medicamentos; a FIOCRUZ na administração de Rocha Lagoa; a unificação do setor de saúde; os problemas de municipalização dos serviços médicos; a viagem aos Estados Unidos pela ESG; a pesquisa médica nos hospitais da Previdência Social; referência ao transplante de órgãos; as sociedades médicas e os sindicatos; a acupuntura.<lb/><lb/>Fita 12<lb/>Relato do caso que originou a construção de caixas orgânicas em Visconde de Mauá (RJ); relato do tratamento de um paciente com ulceração na perna através de práticas alternativas; a caixa orgânica em hospitais públicos; a diminuição do consumo de medicamentos com a utilização da bioenergética.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Luiz Moura</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETC)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Luiz Viegas da Motta Lima</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-26</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">31/07/1986 a 12/08/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 10 fitas cassete (10h)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/8/6/28665bd8be11ec17e95cb452ad5a8f5a8cdd2bbf36c4702f64f289e7127155e2/Luiz_Viegas_da_Motta_Lima.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra, Marcos Chor Maio e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 31 de julho, 07 e 12 de agosto de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Luiz Viegas da Motta Lima nasceu no Rio de Janeiro, em 1923, filho de Pedro da Motta Lima, jornalista e militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), e de Priscilla Viegas da Motta Lima; ambos nascidos em Viçosa, Alagoas.<lb/>Estudou o curso primário em escola pública e o ginásio no Colégio Pedro II. Em dezembro de 1940 ingressou, através de concurso público, no quadro de funcionários do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB), onde trabalhou até 1943. Nesse momento, foi admitido também por concurso no Banco do Brasil.<lb/>A partir de 1944, participou intensamente de todas as lutas e mobilizações do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro até o movimento militar de 1964. Foi um dos fundadores da Federação dos Bancários do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, sendo o seu primeiro presidente, em 1957, e reeleito, sucessivamente, até 1964.<lb/>Participou também da fundação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Crédito (CONTEC), ocupando o cargo de secretário-geral de 1961 a 1964.<lb/>Membro do CPB desde 1944, concorreu pela legenda do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) à Câmara Municipal do Rio de Janeiro, no período que antecedeu a mudança da capital para Brasília.<lb/>Luiz Viegas constou da lista dos primeiros 101 brasileiros atingidos pelo Ato Inconstitucional no 1 (AI-1), em abril de 1964. Nessa ocasião, exilou-se na Embaixada do México, no Rio de Janeiro, e depois transferiu-se para a Tchecoslováquia, onde viveu até 1965, quando então retornou ao Brasil. Demitido do Banco do Brasil por decreto-lei, em outubro de 1964, foi anistiado e aposentado em agosto de 1979.<lb/>Em 1980, colaborou na organização do Departamento de Aposentados do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, no qual atua até hoje. Participou ainda como um dos organizadores do IX Congresso Nacional dos Aposentados e Pensionistas, realizado em 1985, em Curitiba e da criação da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas, sendo um dos seus vice-presidentes.<lb/>Em 1986, participou da Comissão de Alto Nível, patrocinada pelo Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS), que sugeriu um plano de mudanças na Previdência Social.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 31 de julho<lb/>Fita 1<lb/>Local de nascimento; a vida política do pai; origem materna; lembranças dos movimentos políticos de 1930, 1932, 1935 e as consequências para a sua família; conflito com integralistas no Colégio Pedro II.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>Lembranças do internato do Pedro II; o vestibular para engenharia; o ingresso no IAPB; comentários sobre a unificação da Previdência Social; as comunidades de serviços; os benefícios dos segurados do IAPB; a Carteira Imobiliária do IAPB; os critérios para ocupação de um imóvel do IAPB; as doenças mais frequentes entre os bancários; o tratamento de tuberculose nos hospitais do IAPB.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>A simulação de doenças entre os bancários; a transferência para a agência de Madureira por perseguição do Banco do Brasil; o estresse provocado pelo trabalho na agência Madureira; a transferência para a Carteira Agrícola do Banco do Brasil; a cumplicidade dos médicos com os bancários em algumas situações; os motivos da freqüência de tuberculose entre os bancários; origem social dos bancários; a importância de ser funcionário do Banco do Brasil; o movimento no IAPB de apoio ao rompimento de relações diplomáticas do Brasil com as forças do Eixo; o início da militância sindical; os cargos ocupados até 1964; origem da CONTEC.<lb/><lb/>2ª Sessão: 07 de agosto<lb/>Fita 4<lb/>A trajetória histórica do IAPB e a relação com os sindicatos bancários; a luta pela lista tríplice; a eleição de Enos Sadoch de Sá Mota para a presidência do IAPB e as críticas à sua gestão; a eleição de sindicalistas para a direção colegiada do IAPB; a luta para direcionar o IAPB aos bancários; atuação da direção colegiada do IAPB; a relação entre os sindicatos bancários e o IAPB; comentários sobre liberdade, democracia e conquistas dos trabalhadores; a intervenção no Sindicato dos Bancários do RJ na redemocratização de 1945; a situação do IAPB no período de intervenção no Sindicato dos Bancários do RJ; a pressão dos bancários durante a intervenção do sindicato.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>A história da lista tríplice para a presidência do IAPB; comentários sobre a liberdade sindical em diversos períodos do Brasil contemporâneo; política e Previdência Social; os partidos políticos no Brasil; os partidos e a Previdência Social; a candidatura a vereador pelo PTB; a constituição das federações regionais dos bancários e a origem da CONTEC; o surgimento da Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT); atuação do PCB no movimento sindical.<lb/><lb/>Fita 6<lb/>A excessiva valorização da força política da CGT no início dos anos 1960; a política do PCB para a Previdência Social; posição diante da unificação da Previdência Social; a resistência dos bancários diante da unificação; origem da assistência médica na Previdência Social; os desvios da assistência médica da Previdência Social; a luta pela aprovação da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS) e a participação dos comunistas; o interesse dos bancários pela Previdência Social; comentário sobre a greve geral; comentário sobre a utilização do Hospital dos Bancários por outras categorias profissionais; a importância da Previdência Social para o movimento sindical; a importância da Previdência Social para os bancários; comentário sobre a direção colegiada na Previdência Social.<lb/><lb/>3ª Sessão: 12 de agosto<lb/>Fita 7<lb/>A experiência da direção colegiada no IAPB; atuação de Dante Pellacani como líder sindical; os serviços médicos do IAPB; referência ao Instituto de Aposentadoria dos Industriários (IAPI) e ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM); o Hospital dos Bancários e a utilização de seus serviços médicos em dois períodos diferentes; comentário sobre o Hospital dos Marítimos; a experiência do IAPB através de convênios com casas de saúde particulares; a compra do Hospital dos Bancários; comentários sobre o “peleguismo”; o trabalho de organização do Departamento de Aposentados do Sindicato dos Bancários do RJ; os congressos da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas.<lb/><lb/>Fita 8<lb/>A contribuição dos congressos para a luta dos aposentados da Previdência Social; as relações entre o movimento sindical e o movimento dos aposentados; as associações de aposentados; origem das associações de aposentados; análise do golpe de 1964 e a visão das lideranças sindicais; o projeto de reforma bancária da CONTEC apresentado ao Congresso Nacional, em 1963; a luta da CONTEC contra a corrupção e o empreguismo na Previdência Social; os acontecimentos que precederam o golpe de 1964; o golpe de 1964; a perseguição e o exílio.<lb/><lb/>Fita 9<lb/>A volta do exílio; o trabalho como fiscal de obra de construção civil; o ingresso na faculdade de economia; o trabalho como contador da Carvalho Hosken Engenharia; a experiência universitária; comentários sobre a liderança dos técnicos do ex-IAPI na Previdência Social; referência a Jessé Montello; a qualidade do ensino universitário; a situação da Previdência Social após a unificação; os convênios entre os sindicatos e a Previdência Social; as condições da rede hospitalar previdenciária; a reivindicação para a volta da direção colegiada na gestão da Previdência Social; a política de saúde aprovada pela VIII Conferência Nacional de Saúde; os pontos de consenso na Comissão para a Reformulação da Previdência Social.<lb/><lb/>Fita 10<lb/>A participação dos trabalhadores na comissão para a reforma da Previdência Social; a importância da Previdência Social em congressos sindicais antes de 1964; comentários sobre o processo de liquidação da Previdência Social durante o regime militar; a participação do movimento sindical na VII Conferência Nacional de Saúde; o projeto de Roberto Campos sobre a Previdência Social; o endividamento da Previdência Social no período da recessão econômica; a participação do Sindicato dos Bancários na Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado sobre a crise da Previdência Social; comentários sobre o Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS) e o Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU); relato da morte do líder sindical bancário Aluísio Palhano Pedreira Ferreira.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Luiz Viegas da Motta Lima</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB)</corpname>
            <corpname role="subject">Serviço de Assistência Médica e Domiciliar de Urgência (SAMDU)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Mário Duffles</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-27</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">27/08/1987 a 10/12/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete (8h29min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/8/e/68ed7624a324b2962221c777fff118e2b1d14a8cab57e223ec8c58f0f133c4c1/M__rio_Duffles.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Marcos Chor Maio e Nísia Verônica Trindade Lima, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 27 de agosto, 10, 15 de setembro, 03, 26 de novembro e 10 de dezembro de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica<lb/>Mário Duffles nasceu em Antônio Carlos, Minas Gerais, em 1926, descendente da família Andrada e de imigrantes holandeses e ingleses. Seu pai após ter sido expulso da Escola Militar de Realengo, devido ao seu envolvimento na sublevação de 1918; dedicou-se à agricultura e industrialização de alimentos.<lb/>Em 1932, depois da morte do pai no combate à Revolução Constitucionalista, mudou com a família para o Rio de Janeiro. Seis anos mais tarde, sua mãe morreu de tuberculose e, assistido pela tia, Antonieta Lott, ingressou no Colégio Militar do Rio de Janeiro, onde passou a viver como interno.<lb/>Em 1944, quando estudava na Escola Militar de Resende, decidiu-se pela carreira médica, ingressando na Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ainda estudante, foi nomeado pelo prefeito Ângelo Mendes de Moraes, para a Secretaria de Saúde e Assistência, onde começou a trabalhar como técnico do Laboratório Bromatológico. Neste período, exerceu também a atividade de acadêmico de medicina do Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU).<lb/>Recém-formado, alugou uma sala em um centro espírita da Rocinha, onde começou o trabalho que mais tarde daria origem à Clínica São Sebastião. De início, atendia basicamente à população da localidade, dedicando-se à pediatria e clínica geral.<lb/>A partir dos anos 60, passou a se dedicar especialmente à ginecologia e obstetrícia, atendendo hoje uma clientela que não mais se limita aos moradores da Rocinha.<lb/>Iniciou suas atividades na Secretaria da Saúde, como técnico de análise de leite, no Laboratório Bromatológico. Depois de formado, passou a atuar na Fiscalização Sanitária do Leite, onde trabalhou aproximadamente 15 anos. A partir daí, foi trabalhar na Fiscalização de Alimentos do VI Distrito de Higiene Sanitária (VIHS).<lb/>Em 1966 participou da organização do Centro Médico Sanitário Alberto Borghetti, em Madureira. Meses depois, ainda como funcionário da Secretaria da Saúde, foi para a Fiscalização da Medicina, onde permaneceu até a sua aposentadoria, em 1984.<lb/>Quanto às suas atividades no SAMDU, foi contratado como médico assim que se formou. Em 1952, o então diretor, Nelson Chustoff, nomeou-o chefe do Posto Central, na Rua do Matoso. Após essa experiência, não mais exerceu cargos de chefia, tendo trabalhado mais tarde nos postos da Gávea e de Botafogo. No momento da unificação da Previdência Social, prestava atendimento no atual Posto de Assistência Médica (PAM) da Rua Voluntários da Pátria, onde permaneceu até a sua aposentadoria.<lb/>Casado, Mário Duffles tem duas filhas, e atualmente dedica-se às atividades na Clínica São Sebastião na Rocinha.<lb/><lb/><lb/>Sumário<lb/>1a Sessão<lb/>Data: 27/08/1987<lb/>Fita 1 – Nascimento; as condições do parto; os primeiros moradores da Rocinha; características da localidade nos anos 40; comentários sobre o trabalho das parteiras; referência aos irmãos, a morte do pai durante a Revolução Constitucionalista de 1932; passagem pelo Colégio Militar e pela Escola Militar de Resende; o ingresso no Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil; lembranças do Colégio Militar; a situação da família após a morte da mãe; lembranças de Agildo Barata Ribeiro no Colégio Militar; comentário sobre a morte do pai; o nacionalismo e civismo como herança paterna; lembranças da mãe; lembranças da infância no período em que morou no bairro Grajaú (RJ); a separação dos irmãos após a morte da mãe; repercussões na família de sua opção pela medicina; o trabalho como professor particular das netas do Ministro da Aviação, General Mendonça Lima; a nomeação para o Laboratório Bromatológico na administração de Mendes de Moraes; o trabalho na Fiscalização Sanitária do Leite, o ingresso no SAMDU como acadêmico; lembranças da faculdade de medicina; o comportamento profissional dos médicos formados nos anos 40, 50 e no período atual; o contato com diferentes especialidades médicas na faculdade.<lb/>Fita 2 – O desinteresse pela saúde pública na Faculdade Nacional de Medicina; origem regional dos estudantes; a relação entre professores e alunos na faculdade; comentário sobre a assistência médica previdenciária; comentários sobre a ausência de medicina preventiva; referência às epidemias ocorridas na Rocinha; recordação do professor Moreira da Fonseca, da cadeira de doenças infecciosas e tropicais; comentários sobre o “mito Getúlio Vargas”, a disciplina no Colégio Militar; as brincadeiras e a vida sexual no período do colégio; as dificuldades na decisão de abandonar a carreira militar; influência da doença da mãe na escolha da carreira; o início das consultas em um centro espírita na Rocinha; a cessão da sede do centro espírita para a instalação de seu consultório; a imagem do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) entre os estudantes da Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil.<lb/><lb/>2a Sessão<lb/>Data: 10/09/1987<lb/>Fita 2 (continuação) – Assistência médica em sua época de estudante; a atual redução das oportunidades de aprendizado para o acadêmico; a irreverência dos estudantes de medicina; atividades do diretório acadêmico da Faculdade Nacional de Medicina; a qualidade do ensino; as estratégias dos estudantes para dar início à carreira; ausência de aulas sobre ética profissional; a medicina preventiva nos anos 40 e 50; as condições de vida e o pequeno desenvolvimento da quimioterapia naquele período.<lb/><lb/>Fita 3 – O diagnóstico da tuberculose há 40 anos; o predomínio do exame clínico no diagnóstico médico; comentários sobre o avanço tecnológico na medicina; a relação entre as especialidades médicas e a clínica geral; reflexões sobre a necessidade atual de retorno à natureza; defesa de um programa de educação sanitária; a prática da medicina caseira na Rocinha no início de suas atividades.<lb/><lb/>3a Sessão<lb/>Data: 15/09/1987<lb/>Fita 3 (continuação) – Ausência de contato com associações médicas na faculdade; a orientação alopata na Faculdade Nacional de Medicina; comentários sobre a cura do vitiligo a partir de propriedades da placenta; a decisão de clinicar na Rocinha; os habitantes da Rocinha até a década de 50; a história da doação da casa onde organizou a Clínica São Sebastião; as condições de atendimento no início da atividade; a opção pela Rocinha; referência ao casamento e às filhas; o contato com a comunidade e a postura como médico; as práticas médicas populares; as mudanças após sua chegada.<lb/>Fita 4 – As atividades das rezadeiras, a vida religiosa na Rocinha; a questão do pagamento aos serviços prestados na clínica; as plantações na Rocinha há 40 anos; origem do nome Rocinha; a população da localidade há 40 anos; a chegada dos nordestinos; o problema das mulheres abandonadas; a solicitação de conselhos pelas clientes; a mudança da especialidade básica de clínica de pediatria para ginecologia e obstetrícia; a realização de laqueaduras tubárias na clínica; posição sobre o uso do diafragma intra-ulterino (DIU); posição sobre a laqueadura  de trompas; as doenças mais comuns entre as crianças da Rocinha; a evolução das condições terapêuticas sanitárias locais; o crescimento da favela após o surto da construção civil; a população da Rocinha hoje; referência a Armando da Fonseca: político de grande votação na favela nos anos 50; os contatos com os políticos nos períodos eleitorais; posição sobre os políticos; referência à atuação de comunistas na Rocinha; posicionamento político; comentários sobre Juscelino Kubitschek; referência ao seu voto em diferentes pleitos eleitorais; referência à atividade das mulheres na associação de moradores.<lb/><lb/>4a Sessão<lb/>Data: 03/11/1987<lb/>Fita 4 (continuação) – O início das atividades do SAMDU; a nomeação para chefe do Posto Central do SAMDU, em 1952.<lb/>Fita 5 – O estilo de atuação como chefe do Posto Central; o seu ingresso no SAMDU; o contrato de trabalho dos médicos; relato dos erros profissionais no início das atividades; o salário dos médicos; referência à Maria Candelária, símbolo dos funcionários do nível “O”; a imagem dos médicos do SAMDU nos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); referência ao atendimento a Getúlio Vargas no dia de sua morte; o intenso atendimento no SAMDU; o problema da licença médica; os problemas derivados do acúmulo de serviço; referência ao Hospital dos Servidores do Estado (HSE); avaliação das reivindicações das lideranças sindicais; a instalação de postos de saúde por interesse eleitoral; a contribuição financeira dos IAPs para o SAMDU; referência ao Hospital do SAMDU; Presidente Getúlio Vargas; a formação de clientela particular por médicos do SAMDU; o primeiro atendimento como acadêmico do SAMDU.<lb/><lb/>5a Sessão<lb/>Data: 26/11/1987<lb/>Fita 6 – Os cargos ocupados no SAMDU; comparação entre os diferentes postos do SAMDU no Rio de Janeiro; o desprestígio dos médicos do SAMDU; as alíquotas dos IAPs destinadas ao SAMDU; maior atendimento aos industriários e comerciários; posição sobre a remoção de favelas, a concessão de remoções de favelas; a concessão de licenças médicas pelo SAMDU; as várias administrações do SAMDU; as reivindicações dos líderes sindicais; a expansão do SAMDU a partir de pressões políticas; o Centro de Estudos do SAMDU; a relação entre médicos e pacientes no SAMDU; o encaminhamento dos segurados do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI) e do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) aos hospitais contratados; ausência de corrupção no SAMDU; a unificação da Previdência; ausência de colegiado no SAMDU; o primeiro contato com Getúlio Vargas; comentários sobre a personalidade do ex-Presidente; o SAMDU no segundo governo Vargas; a interiorização do SAMDU no governo Juscelino Kubitschek; comentário sobre Juscelino Kubitschek; a participação na campanha do Marechal Henrique Lott, seu tio.<lb/>Fita 7 – Comentários sobre o Marechal Lott, comentários sobre a eleição de Jânio Quadros; relato de um exemplo da honestidade e rigidez do marechal; avaliação da unificação da Previdência; comentários sobre a gestão de Waldir Pires no Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS); comentários sobre a “anarquia social” no Brasil; influência da formação militar; atuação no Departamento de Higiene Alimentar; reflexões sobre a mudança de valores da sociedade atual; comentários sobre as potencialidades do Brasil; a importância atribuída ao trabalho na Rocinha; o ingresso no Laboratório Bromatológico; o trabalho na fiscalização Sanitária do Leite; análise dos alimentos no Laboratório Bromatológico; a fiscalização sanitária hoje; a redução do padrão do leite no Brasil; a decisão de reduzir o percentual de gordura do leite no segundo governo Vargas; a realização do curso no IOC; o conflito entre o Ministério da Agricultura e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal quanto à fiscalização do leite; a transferência do controle do leite para o Ministério da Agricultura.<lb/>Fita 8 – Denúncia da baixa qualidade do leite consumido no Brasil.<lb/><lb/><lb/><lb/><lb/>6a Sessão<lb/>Data: 10/12/1987<lb/>Fita 8 (continuação) – O processo de fiscalização do leite no Departamento de Higiene Alimentar da Secretaria de Saúde; a rotina do trabalho na Fiscalização Sanitária do Leite; o trabalho no VI Distrito de Higiene Sanitária (HIHS); os profissionais que atuaram na Fiscalização Sanitária do Leite; o conflito com a Cooperativa Central dos Produtores de Leite (CCPL) durante a administração de Mendes de Moraes; as condições atuais de higienização do leite, as repercussões do episódio de inutilização do leite feita pela Fiscalização Sanitária; a colaboração no livro de Marcos Miglevitch, Análise Biológica do Leite; a redução do percentual de gordura do leite; as normas de fiscalização de alimentos; comparação entre a fiscalização do leite e a dos demais alimentos; a desvalorização do médico sanitarista; a dicotomia entre medicina preventiva e medicina curativa; atuação dos comandos sanitários durante a gestão de Guilherme Romano na Secretaria de Saúde e Assistência; o trabalho no Centro Médico Sanitário Alberto Borguetti; as doenças infecto-contagiosas constatadas em manipuladores de alimentos; ausência de educação sanitária no Brasil.<lb/>Fita 9 – Defesa da regionalização do controle sanitários; os médicos recém-formados de sua época e os da geração atual; o Instituto de Puericultura criado por Martagão Gesteira; a fiscalização da medicina; comentários sobre a criatividade dos brasileiros; opinião sobre os serviços de medicina de grupo; a mudança dos valores médicos; assistência médica previdenciária após a unificação; comentários sobre a gestão de Waldir Pires no MPAS; a baixa remuneração dos convênios da Previdência com o setor privado; a decisão de não firmar convênios na Clínica São Sebastião.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Mário Duffles</persname>
            <corpname role="subject">Serviço de Assistência Médica e Domiciliar de Urgência (SAMDU)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
            <p>Notícia do jornal "O Semanário" (RJ), de 02 a 08 de abril de 1960, sobre a campanha do marechal Henrique Teixeira Lott; conforme mencionado em sua entrevista, o depoente Mário Duffles envolveu-se diretamente.<lb/>"Cento e sessenta mil ferroviários na campanha de Lott". O Semanário, 02-08/04/1960. Disponível em: &lt;http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=149322&amp;pagfis=2983&amp;url=&gt;.</p>
          </relatedmaterial>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Moacyr Velloso Cardoso de Oliveira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-28</unitid>
            <unitdate normal="1986/1987" encodinganalog="3.1.3">18/10/1986 a 02/01/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 22 fitas cassete e 25 CDs (22h18min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte). Não há transcrição das fitas 16 e 17; acesso apenas aos áudios com a gravação da entrevista</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/0/a/90ad694b6f8849166aad46c1449c0ce25bfd1e6ca0a3a6d96e033687243837c5/Moacyr_Velloso_Cardoso_de_Oliveira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra e Marcos Chor Maio, no Rio de Janeiro (RJ) e em Brasília (DF), entre os dias 18 de outubro de 1986 a 2 de janeiro de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica:<lb/>Moacyr Velloso Cardoso de Oliveira nasceu em Vitória, Espírito Santo, a 25 de julho de 1913, filho de Arthur Cardoso de Oliveira e Teresa Velloso de Oliveira, ambos baianos e de famílias de profissionais liberais.<lb/>Realizou o curso primário na Escola Olavo Bilac e no Externato Pitanga, no Rio de Janeiro, e o secundário no Externato Santo Inácio, na mesma cidade. Em 1933, bacharelou-se em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, doutorando-se em direito público pela mesma faculdade, em 1935. Católico por formação, foi fundador da Ação Universitária Católica, em 1934, e sócio do Centro D. Vital.<lb/>Em 1937, ingressou na Previdência Social como assistente-técnico da comissão organizadora do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI), participando, entre outras atividades, da elaboração do primeiro concurso público para o ingresso nos quadros técnicos do IAPI, e do seu primeiro regulamento.<lb/>Procurador do IAPI a partir de 1938, ocupou entre 1941 e 1948 os seguintes cargos: diretor de Previdência Social do Conselho Nacional do Trabalho (CNT), diretor-geral do Departamento de Previdência Social (DPS) e diretor-geral do Departamento de Previdência Social (DNPS). Além dessas ocupações, participou da elaboração do decreto que extinguiu a administração das Caixas de Aposentadoria e Pensões (CAPs) e da organização e regulamentação da Justiça do Trabalho, em 1941. Também fez parte da comissão que elaborou e regulamentou a Lei de Acidentes do Trabalho e assinou o decreto que criou o Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU). Em 1945, chefiou a delegação brasileira no I Congresso Pan-Americano de Serviço Social no Chile.<lb/>Após o fim do Estado Novo, assessorou diversos projetos de Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS), desde a primeira versão apresentada ao Congresso Nacional, em 1947, até a versão definitiva, aprovada em 1960, além de participar de sua regulamentação. Em 1950, tornou-se membro da Comissão Permanente de Direito Social do Ministério do Trabalho.<lb/>Em 1955, foi nomeado chefe de gabinete do Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio (MTIC) e, de 1958 a 1959, foi assistente-técnico desse Ministério.<lb/>Após o movimento político-militar de março de 1964, foi designado chefe de gabinete do Ministro do Trabalho Arnaldo Sussekind, assumindo interinamente a pasta em duas ocasiões. No governo Castelo Branco, participou da formulação do projeto de unificação dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs) e assessorou o Ministro do Planejamento Roberto Campos, na instituição do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).<lb/>Aposentado do cargo de procurador do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), em 1977, voltou à Previdência Social a convite do Ministro Hélio Beltrão, 1982, afastando-se em 1988, quando já ocupava a Secretaria da Previdência Social do Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS).<lb/>Ao longo de sua carreira pública, participou de diversas comissões e assessorias, tanto na área do trabalho como na Previdência Social, além de congressos internacionais promovidos pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e instituições de Previdência Social.<lb/>Foi professor titular de Direito do Trabalho e Previdência Social, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, diretor da Escola de Serviço Social e decano do Centro de Ciências Sociais da mesma universidade.<lb/>Além de artigos técnicos sobre trabalho e Previdência Social, publicou diversas obras, entre elas: Noções de Legislação de Previdência e do Trabalho (1937) e A Previdência Social Brasileira e a Nova Lei Orgânica (1961).<lb/><lb/><lb/><lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª entrevista<lb/>Data: 18 de outubro de 1986<lb/><lb/>Fita 1<lb/>Origem familiar; posição do pai; a morte dos irmãos; os tratamentos homeopáticos na infância; lembranças da infância em vitória; as razões da mudança para o Rio de Janeiro; referência ao pai; lembranças do curso primário; o Colégio Santo Inácio; influência da formação jesuítica; os votos de fé católica; comentário sobre o ensino no Colégio Santo Inácio; influências literárias; referência ao romance A Cidadela, de A. J. Cronin; a situação financeira da família.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>Lembranças de disputas políticas na República Velha; referência a Wilson Pinto Ribeiro; comentários sobre a Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários da Companhia Paulista; a mudança para o bairro de Copacabana (RJ); a Ação Universitária Católica; influência política da Liga Católica; comentários sobre os intelectuais católicos ligados ao Centro Dom Vital; a simpatia pela doutrina integralista; as ações da Ação Universitária Católica; o movimento estudantil de orientação católica na faculdade de direito; a inscrição nos movimentos de renovação litúrgica; a disputa entre Dom Sebastião Leme e Anísio Teixeira; a participação nos movimentos e grupos católicos; referência aos professores da faculdade de direito; a reforma Francisco Campos na faculdade de direito; referência aos professores da faculdade de direito; a obtenção do título universitário; as atividades como advogado recém-formado; o interesse pelo estudo de direito; o interesse pelo direito do trabalho; atividade como procurador da Confederação Nacional dos Trabalhadores Católicos.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>Comentário sobre as Juntas de Conciliação e Julgamento (JCJ) do MTIC; atividade como advogado de Alceu de Amoroso Lima; a participação na Semana de Ação Social; atividade como advogado junto ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC); comentário sobre as ideias de Antonio Gramsci; comentário sobre as ideias de Oliveira Viana.<lb/><lb/>2ª entrevista<lb/>Data: 22 de outubro de 1986<lb/><lb/>Fita 3 (continuação)<lb/>O motivo do interesse pela Previdência Social; o surgimento do IAPI; referência aos membros da comissão organizadora do IAPI; a indicação feita por Rubens Porto para assessorar Joaquim Borges de Medeiros; a distribuição das tarefas na comissão organizadora do IAPI; as fontes obtidas para a pesquisa da legislação previdenciária; as atividades na comissão organizadora do IAPI; o recenseamentos dos industriários; referência a João Carlos Vital; a Lei nº 367 que originou o IAPI; características da categoria industriária.<lb/><lb/>Fita 4<lb/>As dúvidas em torno da filiação de categorias aos IAPs; os motivos para a criação das CAPs para os ferroviários; influências internacionais na Previdência brasileira; comentário sobre a comissão organizadora do IAPI; a participação de Murilo Braga na comissão organizadora do IAPI; influência internacional nos estudos de atuária; influência inglesa na organização administrativa das primeiras CAPs; avaliação da legislação previdenciária nos anos 1930; a supressão das juntas e conselhos administrativos das CAPs e IAPs; a regulamentação da administração colegiada na LOPS; a opção política parlamentarista; referência aos concursos públicos; o empreguismo nos IAPs; comentário sobre o recenseamento dos industriários; as tabelas atuariais; o concurso de 1934 para o Ministério do Trabalho; referência aos antigos atuários; o preconceito contra a assistência médica no IAPI; a defesa da assistência médica na Previdência Social; comentário sobre as leis e normas do IAPI; a perda de documentos referentes à comissão organizadora; aspectos do concurso do IAPI em 1937; referência à publicação de Noções de Legislação de Previdência e do Trabalho.<lb/><lb/>3ª entrevista<lb/>Data: 23 de outubro de 1986<lb/><lb/>Fita 5<lb/>Justificativa para a obrigatoriedade da filiação ao seguro social; a função das tábuas bioestatísticas; distinção entre previdência e assistência social; posicionamento a favor dos sindicatos livres: conceito de seguridade social; comentário sobre o Plano da Caixa Geral do Estado (1931); referência ao conceito de seguridade social; o Plano da Caixa Geral do Estado (Plano Coutinho); a comissão organizadora do IAPI; atuação de Getúlio Vargas pelo trabalhismo previdenciário; a participação de João Carlos Vital e Plínio Cantanhede na criação do IAPI; aspectos do primeiro concurso público para o IAPI; a conversa de Getúlio Vargas com João Carlos Vital sobre a nomeação de Hélio Beltrão para chefe de gabinete do presidente do IAPI; a criação do “espírito de corpo” entre os funcionários do IAPI; o sistema de mérito; as nomeações por influência política na década de 1950; a juventude como característica dos dirigentes da Previdência Social nos anos 1930.<lb/><lb/>4ª entrevista<lb/>Data: 24 de outubro de 1986<lb/><lb/>Fita 6<lb/>O primeiro regulamento do IAPI; a comissão organizadora do IAPI; o dia da inauguração do IAPI; o concurso de 1937; o exame médico no concurso de 1937; versão para a ascensão de Plínio Cantanhede à presidência do IAPI; as primeiras instruções de serviço do IAPI; os jurista e técnicos pioneiros da Previdência Social brasileira; o primeiro regulamento do IAPI; referência a João Carlos Vital; aspectos do regulamento do IAPI; referência a Geraldo Baptista; a prova de habilitação para admissão como procurador do IAPI; o concurso de Alceu de Amoroso Lima para a Faculdade de Direito; a prova de habilitação para admissão como procurador do IAPI; comentário sobre a Divisão Jurídica do IAPI; posição em relação ao Estado Novo de Getúlio Vargas.<lb/><lb/>Fita 7<lb/>Posição em relação ao Estado Novo; o conselho de Alceu de Amoroso Lima; comentário sobre as manifestações populares no Estado Novo; influência do elemento técnico no Estado Novo; comentário sobre a equipe de juristas ligada ao Ministro do Trabalho, Marcondes Filho; origens do Departamento de Administração do Serviço Público (DASP); referência a Murilo Braga; o convênio entre o IAPI e o DASP; referência aos antigos técnicos do MTIC; aproximação entre os procuradores e os atuários.<lb/><lb/>5ª entrevista<lb/>25 de outubro de 1986<lb/><lb/>Fita 7 (continuação)<lb/>As primeiras tarefas no IAPI; os conflitos entre os fiscais de cobranças dos IAP's; a comissão de procuradores dos IAP's para dirimir dúvidas sobre filiação de empresas; o Boletim da Divisão Jurídica do IAPI; aspectos da organização da Justiça do Trabalho no MTIC.<lb/><lb/>Fita 8<lb/>A instalação da Justiça do Trabalho; aspectos originais da Justiça do Trabalho ocasionada pela Constituição de 1946; o convite para a direção do DPS do CNT; o relatório de Oswaldo Soares sobre as CAPs; comentário sobre a reorganização do CNT, em 1941; nomeação para a direção do DPS; a participação em manifestações públicas no Estado Novo; formação religiosa; atuação como diretor do DPS; a segunda reforma do CNT, em 1941; comentário sobre a fusão das primeiras CAP's; a participação do CNT na administração das CAP's; a situação financeira das instituições de Previdência Social; a suspensão das aposentadorias ordinárias, em 1930; a situação financeira dos IAP's na década de 1930.<lb/><lb/>Fita 9<lb/>Comparação entre IAP's e CAP's por número de segurados; a estrutura do pessoal do DPS; os métodos administrativos aplicados no DPS; resistência às tentativas de modernização administrativa; o controle dos inspetores de Previdência Social; o rigor no controle dos horários; a preservação dos funcionários do DPS nas CAP's; avaliação do quadro de pessoal no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM); comentário sobre os benefícios das CAP's; a instituição da assistência médica para os aposentados; referência à assistência médica nos IAPs e CAPs; características da assistência médica nas CAP's; o comprometimento do DPS com a assistência médica; o plano de seguridade na Nova Zelândia; a extinção da administração colegiada das CAP's, em 1941; a criação da Consultoria Médica da Previdência Médica da Previdência Social (CMPS); referência aos serviços de utilização comum às CAP's e aos IAP's; a criação do SAMDU; o reconhecimento da importância dos colegiados das CAP's.<lb/><lb/>Fita 9 (continuação)<lb/>A Conferência Interamericana de Seguridade Social (CISS) no Chile, em 1942; o Brasil deixa a CISS, em 1970; comentário sobre a Ata de Chapultepec; a Declaração de Filadélfia; relação entre o Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB) e a Ata de Chapultepec; influência da Segunda Guerra Mundial; o desenvolvimento do conceito de seguridade social; referência a Levi Xavier de Souza; referência a Celso Barroso Leite; referência a Francisco Luiz Torres de Oliveira; comentário sobre o Centro de Estudos da Previdência Social; o Instituto de Direito Social.<lb/><lb/>Fita 10<lb/>Referência a Afonso Cesarino Jr.; referência a Rudolf Alladar Mettall; a 1ª Semana de Trabalho e Previdência Social (SP); referência ao Instituto Brasileiro do Trabalho e Previdência Social; o Instituto de Direito Social e a revista Arquivos de Direito Social; definição de serviço social; referência a Luiz Carlos Mansini; referência à Zeni Miranda; aspectos do serviço social nos conjuntos habitacionais; origem do serviço social; referência a Filinto Müller; a instituição do serviço social nos IAP's e nas CAP's; a criação de escolas para assistentes sociais; o serviço social da PUC-Rio; os objetivos do serviço social; os centos sociais; referência à esposa Anita; o serviço nos conjuntos habitacionais.<lb/><lb/>6ª entrevista<lb/>Data: 26 de outubro de 1986<lb/><lb/>Fita 10 (continuação)<lb/>Conceito de reabilitação profissional; referência a Fioravanti di Piero; origens e importância da reabilitação profissional na Previdência Social; referência a Rita de Cássia Revoredo; a tentativa de implantação da Comissão da Reabilitação Profissional no IAPI; os conceitos de readaptação e reeducação profissional; cooperação técnica com países estrangeiros; concessão de abono de Natal aos Pensionistas da Previdência Social; a conversa com Filinto Müller sobre assistência médica aos aposentados; referência a Filinto Müller; a Comissão para a Consolidação das Leis da Previdência Social, em 1943.<lb/><lb/>Fita 11<lb/>A proposta do DASP para unificação da Previdência Social, em 1944; origem da Lei de Serviços Sociais do Brasil; as tarefas junto à Comissão do ISSB; defesa do ISSB; resistência ao projeto do ISSB; as campanhas das companhias seguradoras privadas; defesa da unificação da Previdência Social; os relatórios da Comissão do ISSB; resistência ao projeto do ISSB; apoio do Ministro do Trabalho, Marcondes Filho ao ISSB; as razões do apoio de Vargas ao ISSB; os motivos da não implantação do ISSB; os aspectos legais da revogação do ISSB; a descentralização administrativa do ISSB; o esvaziamento da Comissão do ISSB; defesa do municipalismo; os atritos com Plínio Cantanhede; o apoio de Geraldo Baptista para a sua permanência no DPS; a concepção de Previdência dos colegas do IAPI nos anos 1940.<lb/><lb/>7ª entrevista<lb/>26 de dezembro de 1986<lb/><lb/>Fita 12<lb/>A proposta de regionalização das instituições de Previdência nos anos 1930; influência do Relatório Beveridge; o Conselho Atuarial do Ministério do Trabalho e as propostas de unificação da Previdência nos anos 1940; os presidentes dos IAPs frente às propostas de unificação; comentário sobre o projeto de Lei Orgânica do Conselho Atuarial; as condições de surgimento do Relatório Beveridge; a 1ª Conferência Pan-Americana de Serviço Social no Chile, em 1945; os objetivos do ISSB; comentário sobre o regime de contribuição previsto para o ISSB; oposição empresarial à Lei de Serviços Sociais do Brasil; referência a Plínio Cantanhede; referência a Celso Barroso Leite; conceito de segurança social; a elaboração do primeiro projeto da LOPS apresentado por Aluízio Alves; aspectos da primeira versão da LOPS apresentada ao Parlamento; comentário sobre a origem do SAMDU; o auxílio-desemprego na LOPS; avaliação do empenho da União Democrática Nacional (UDN) e de Aluízio Alves em defesa da LOPS.<lb/><lb/>Fita 13<lb/>O estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre a Previdência Social; as modificações no projeto de LOPS; a subcomissão de Previdência Social da Comissão Nacional do Bem-Estar Social (CNBES); as restrições do auxílio-matrimônio; comentário sobre a autorização de Vargas para que a LOPS permanecesse com o deputado Aluízio Alves; a participação de atuários na LOPS; referência a Aluízio Alves e à UDN; o novo projeto de LOPS na gestão do Ministro do Trabalho Parsifal Barroso; a participação do presidente da Associação Nacional de Medicina, Hilton Rocha, no projeto de LOPS; comentário sobre a estatização do seguro por acidente de trabalho; crítica à versão final da LOPS; a elaboração da primeira versão da LOPS; críticas aos partidos políticos; as nomeações de médicos por determinação do Presidente Dutra; as pressões políticas após a redemocratização de 1946; posição frente às pressões políticas; o contato com líderes trabalhistas e comunistas; a participação de Homero Senna nos estudos para a LOPS; comentário sobre o relacionamento com Aluízio Alves; as atividades profissionais exercidas entre 1948 e 1955; o convite de Batista Ramos para o MTIC; assessoria na fase final de aprovação da LOPS; a participação no regulamento da LOPS;<lb/><lb/>8ª entrevista<lb/>Data: 28 de dezembro de 1986<lb/><lb/>Fita 13 (continuação)<lb/>Comentário sobre a subcomissão de Previdência Social da CNBES; referência a Josué de Castro; autorização de Vargas para devolver o projeto de LOPS ao deputado Aluízio Alves; comentário sobre o custeio da LOPS; aspectos principais do projeto LOPS; comentário sobre o projeto do Serviço de Assistência Médica da Previdência Social (SAMPS); o projeto elaborado junto com Rafael Paula Souza, em 1947.<lb/><lb/>Fita 14<lb/>O projeto para a unificação dos serviços médicos; comentário sobre o SAMDU; o projeto de ambulatórios pré-fabricados; assistência à unificação; o Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário; os debates sobre Previdência Social; as razões da sua saída do DNPS; a conversa com o Ministro do Trabalho Morvan Dias de Figueiredo; comentários sobre as pressões políticas; o pedido de exoneração do DNPS; a compra irregular de imóvel; comentário sobre a aplicação das reservas dos institutos; comentários sobre as compras de imóveis pelas CAP's e pelo IAPM; a Comissão para Estudo da Reestruturação da Previdência Social, em 1956; resistência ao projeto de criação de um ministério da Previdência; referência a Geraldo Baptista; posição a favor do sistema presidencialista na Previdência Social; referência às JJR; o Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS); o contencioso administrativo da Previdência Social; a contribuição de Hilton Rocha na defesa da livre escolha do médico na Previdência Social; resistência à implantação do sistema de livre escolha; comentário sobre a utilização dos serviços médicos existentes na comunidade.<lb/><lb/>Fita 15<lb/>A Fundação da Casa Popular no projeto de reestruturação da Previdência Social; comentário sobre o regime de capitalização; as construções dos IAP's e CAP's em Brasília; o encontro com o deputado Baptista Ramos; a LOPS no Senado; a passagem pelo Ministério da Agricultura; atuação como assistente-técnico do Ministro do Trabalho Baptista Ramos; a rejeição da emenda que previa a estatização do seguro por acidente de trabalho; a LOPS na Comissão de Redação da Câmara; resistência da União Democrática Nacional (UDN); as tentativas veto à LOPS; a reunião com o Presidente Juscelino Kubitschek sobre a LOPS; a pressão dos sindicatos pela aprovação da LOPS; o interesse do Presidente Kubitschek em nomear livremente os funcionários; referência a Ari Campista; as lideranças sindicais que se mobilizaram pela LOPS; o trabalhador rural na LOPS; a participação de técnicos de Previdência na LOPS; o auxílio-reclusão; aprovação final da LOPS no Congresso; a mobilização sindical em defesa da LOPS;<lb/><lb/>9ª entrevista<lb/>30 de dezembro de 1986<lb/><lb/>Fita 15 (continuação)<lb/>A Comissão para a Regularização da LOPS; a elaboração do Regulamento Geral da Previdência Social; indicação dos representantes do governo para as instituições previdenciárias; o veto às indicações do Ministro Baptista Ramos.<lb/><lb/>Fita 16 (Não há transcrição)<lb/>A exoneração do Ministro Baptista Ramos; o convite para a Procuradoria-Geral do IAPI; a criação do Departamento de Reabilitação Profissional e Serviço Social; as contribuições na regulamentação da LOPS; comentário sobre a direção colegiada; resistência dos técnicos do IAPI; comentário sobre o colegiado como opção administrativa; o Conselho Técnico Consultivo no DNPS; defesa da participação do governo; defesa dos colegiados administrativos; o trabalhador rural no regulamento da LOPS; a suspensão do limite de idade para aposentadoria; a contribuição do governo conforme o regulamento da LOPS; a uniformização dos regimes de Previdência; os efeitos negativos da inflação; a prestação de assistência médica conforme a LOPS; os convênios para assistência médica; o Regulamento Geral da Previdência Social, 1954.<lb/><lb/>Fita 17 (Não há transcrição)<lb/>A instituição do Regulamento Geral da Previdência, em 1954; avaliação do segundo governo Vargas; referência a Dante Pelacani; referência a Furquim Werneck; referência a Almino Afonso; referência a Amauri de Souza; comentário sobre o DNPS; os contatos com Dante Pelacani; a elaboração do projeto de lei do salário-família; o Projeto de Estatuto do Trabalhador Rural; referência a Roberto Morena e Oswaldo Pacheco; referência a Clodsmidth Riani; opinião sobre os comunistas; comentários sobre o golpe militar de 1964; o convite de Arnaldo Sussekind para a chefia de gabinete do MTPS; a chefia de gabinete dos ministros Nelson Omegna e Fernando Nóbrega.<lb/><lb/>10ª entrevista<lb/>Data: 31 de dezembro de 1986<lb/><lb/>Fita 17 (continuação)<lb/>As mudanças na Previdência após o golpe de 1964; aliança administrativa entre empregadores e empregados; a substituição dos representantes do governo por determinação do Presidente Jânio Quadros; as modificações na representação classista após 1964; as razões da liderança exercida por técnicos do IAPI; referência a José Dias Corrêa Sobrinho.<lb/><lb/>Fita 18<lb/>A administração de José Dias Corrêa Sobrinho; críticas ao governo João Goulart; referência ao Ministro Arnaldo Sussekind (MTPS); defesa das opções técnicas em detrimento das opções políticas; histórico da situação financeira dos IAPs e das Caixas; avaliação da qualidade técnica do quadro de pessoal dos IAPs; queixas contra a predominância do IAPI; a intervenção militar nos órgãos de Previdência; os entendimento com o Ministro Sussekind sobre a reformulação da Previdência; a Comissão de Reformulação da Previdência; a proposta de criação do MPAS; os debates sobre a proposta de reformulação da Previdência; referência aos bancários; comentário sobre a proposta de levar a assistência médica previdenciária para o Ministério da Saúde; referência a Murilo Vilela Bastos; os casos de aposentadorias especiais; Plano Geral e Plano Básico de Previdência Social.<lb/><lb/>Fita 19<lb/>O Plano Básico da Previdência Social; os atuários que contribuíram na elaboração do Plano; as causas de extinção do SAPS; a participação dos trabalhadores na Previdência pós-1964; comparação entre o regime militar e o Estado Novo; referência ao Presidente Castelo Branco; o convite do Ministro Roberto Campos; entrega do Projeto de Reformulação da Previdência ao Presidente Castelo Branco; resistência ao Projeto de Reformulação da Previdência; influência de Marcelo Pimentel sobre o Ministro Perachi Barcelos; a participação nos decretos que reformaram a LOPS e unificaram os IAPs; as relações com o Presidente Castelo Branco; os trabalhadores da Comissão de Reforma da Previdência; a participação das entidades privadas na prestação de assistência médica; referência a José Dias Corrêa Sobrinho; a OIT; comentários sobre o cumprimento às determinações da OIT.<lb/><lb/>11ª entrevista<lb/>Data: 02 de janeiro de 1987<lb/><lb/>Fita 19 (continuação)<lb/>A unificação da Previdência; referência a José Nazaré Dias; referência a Francisco Luiz Torres de Oliveira; comentário sobre a Organização internacional do Trabalho (OIT); a reunião no Canadá com a presença de William Beveridge.<lb/><lb/>Fita 20<lb/>A participação em reunião da OIT no Canadá; comentário sobre a seguridade social na Nova Zelândia; comentário sobre a medicina social inglesa; crítica à mercantilização da medicina; medicina privada versus socialização da medicina; a medicina social no Québec (Canadá); comentário sobre a Previdência Social frente à medicina privada no Brasil; críticas aos movimentos dos trabalhadores anestesistas na Previdência; recusa de atendimento ao trabalhador rural; a importância do médico generalista; assessoria jurídica ao Ministro Roberto Campos; as justificativas para a criação do FGTS.<lb/><lb/>Fita 21<lb/>A elaboração de projetos para a criação do FGTS; comentário sobre o FGTS; os trabalhos no Ministério do Planejamento; a Subsecretaria de Justiça do Estado do Rio de Janeiro; o seguro de acidentes de trabalho para os presidiários; aposentadoria do serviço público; o convite para a Secretaria de Previdência Social; comentário sobre a crise financeira da Previdência; os trabalhos do MPAS; a Comissão de Reforma de Previdência, em 1986; comentário sobre a exoneração do Ministro Hélio Beltrão do MPAS; referência aos Ministros Jarbas Passarinho, Waldir Pires e Raphael de Almeida Magalhães; a contribuição do empregador rural; a conferência sobre Previdência Social na Constituição (1965); o livro sobre a história da Previdência Social brasileira; a Comissão de Reforma da Previdência em 1986; comentário sobre o Estatuto do Trabalhador Rural (1963); a evolução da Previdência brasileira; o domínio de línguas estrangeiras; as perspectivas frente ao quadro de inflação e dívida externa.<lb/><lb/>Fita 22<lb/>Abordagem do curso de política social na PUC-Rio; o aumento da contribuição das empresas; a necessidade de formação de recursos humanos para a Previdência Social; o dia da Previdência Social.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Moacyr Velloso Cardoso de Oliveira</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <corpname role="subject">Serviço de Assistência Médica e Domiciliar de Urgência (SAMDU)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
            <geogname>Brasília (DF)</geogname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; não há transcrição das fitas 16 e 17, disponível apenas o áudio</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; não há transcrição das fitas 16 e 17, disponível apenas o áudio</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Murilo Villela Bastos</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-29</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">18/06/1986 a 09/07/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 13 fitas cassete (13h22min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/4/1/5411f9318d5e53d51f4ca6e2a08894bbb9f4dfaf87d9e04c4bb52a18664d0dcd/Murilo_Villela_Bastos.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra, Mabel Imbassahy, Marcos Chor Maio e Nilson Moraes , no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 18, 25 de junho, 02 e 09 de julho de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica<lb/>Murilo Villela Bastos nasceu na cidade de São Paulo, em 1918. Seu pai era médico, mas abandonou a profissão para ser fazendeiro. Iniciou os estudos em Penápolis, onde o pai clinicava. Fez o curso de Admissão numa pequena escola da fazenda da avó, na zona da mata mineira, e o ginásio no Liceu Franco Brasileiro, na cidade de São Paulo.<lb/>Em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde durante um ano cursou o pré-médico. Em 1935, entrou para a Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), formando-se em 1940. Como acadêmico, trabalhou no Hospital Miguel Couto e no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina. Depois de formado, em 1941, tornou-se médico do Hospital Psiquiátrico D. Pedro II, trabalhando no laboratório da instituição. Em 1945, fez concurso para médico do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC), dos Industriários (IAPI), e para biologista do Ministério da Educação e Saúde, sendo aprovado em todos. Ao longo do ano de 1945, foi técnico de laboratório do Ministério da Educação e Saúde.<lb/>Em 1946, ingressou no IAPC, trabalhando como médico no ambulatório central, na Cinelândia. Em 1952, a partir do interesse despertado para a administração médica, fez um curso de administração pública na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em 1953, foi membro da Comissão de Reorganização do Departamento de Assistência Médica do IAPC. Em 1954 e 1955, com o objetivo de ampliar os conhecimentos na área de organização da assistência médica, realizou diversos cursos nos Estados Unidos e Inglaterra.<lb/>Em 1956, trabalho no Hospital dos Comerciários (atual Hospital de Ipanema), sendo mais tarde nomeado chefe do serviço médico. No período de 1961 a 1962, foi diretor da Divisão de Organização Hospitalar do Ministério da Saúde, presidente da Associação Brasileira de Hospitais e membro do Conselho de Medicina da Previdência Social, representando o Ministério da Saúde.<lb/>Em 1963, ingressou no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB), tornando-se assessor do Departamento Médico deste instituto e do IAPC, de 1964 a 1966. Nesse mesmo período, foi membro do grupo de planejamento de saúde do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, do Ministério do Planejamento.<lb/>Em 1967, foi assessor técnico da Secretaria de Assistência Médica, do recém-criado Instituto Nacional de Previdência Social (INPS). De 1971 a 1972, foi membro do Conselho de Administração do Centro de Integração de Atividades Médicas do estado de São Paulo, representando a presidência do INPS. Entre 1973 e 1974, assessorou o superintendente regional do INPS, no antigo estado da Guanabara.<lb/>Com a criação do Ministério da Previdência Social, em 1974, atuou como assessor do ministro junto à Secretaria de Estudos Especiais do Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS).<lb/>Em 1976, representou a Previdência Social brasileira em um grupo de estudos da Organização Panamericana de Saúde (OPAS), para a realização de um projeto de planejamento de saúde nas Américas. Em 1977, foi representante do Brasil em um grupo de estudos sobre o planejamento de saúde no mundo. Além dos cargos que ocupou na Previdência Social, foi professor de fundamentos socioeconômicos de saúde nos cursos do Departamento de Saúde do Ministério da Saúde, e na Escola Nacional de Saúde Pública, do mesmo ministério.<lb/>Entre as inúmeras atuações na área da saúde, escreveu diversos artigos e livros, entre os quais: Assistência Médica na Previdência Social (1973); Organização do Setor Saúde para o Desenvolvimento (1974); Contribuição para a Discussão do Sistema Nacional de Saúde (1975); O Impacto da Previdência Social na Organização dos Serviços Médicos (1978).<lb/>Na ocasião da entrevista, Murilo Villela Bastos é médico do Hospital de Ipanema.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1a ENTREVISTA<lb/>Data: 18/06/1986<lb/>Fita 1 – Origem familiar; local de nascimento; trajetória do pai; projeto de vida; comentários sobre alguns personagens da cidade do interior; perfil ideológico do pai; lembranças da qualidade de vida e das condições de trabalho na zona rural; a opção pela carreira médica; formação escolar; lembranças da revolução de 1932 em São Paulo; o ingresso na faculdade de medicina; comentários sobre a medicina liberal e a medicina social; trajetória profissional; ausência de cadeiras relacionadas relacionadas à medicina social na faculdade; o trabalho em laboratório clínico; os médicos que influenciaram a sua carreira profissional.<lb/>Fita 2 – O trabalho no IAPC; o exercício da medicina na Santa Casa de Misericórdia; os serviços médicos dos institutos como “escola” para médicos recém-formados; a qualidade dos serviços médicos do IAPC; o curso de administração pública na FGV; o curso de administração médica nos Estados Unidos; o estágio na Inglaterra, comentários sobre o Relatório Beveridge; o trabalho no Hospital dos Comerciários (atual Hospital de Ipanema); referência a Martinus Pawel e Mário Magalhães da Silveira.<lb/>Fita 3 – As primeiras tentativas de exercício da administração médica no Brasil;<lb/><lb/>2a ENTREVISTA<lb/>Data: 25/06/1986<lb/>Fita 3 (continuação) – O ingresso no IAPC; a qualidade dos médicos na fase inicial dos institutos; as dificuldades na implantação da administração médica no Brasil; os ensinamentos dos cursos no exterior; os motivos da má qualidade dos serviços públicos no Brasil; algumas questões relativas à história da assistência médica na Previdência Social; influência dos técnicos do IAPI para o entendimento da assistência médica na Previdência Social; comentário sobre a assistência médica nas Caixas de Aposentadoria e Pensões (CAPs); a prática recente do nascimento em hospitais; comentários sobre a categoria dos estivadores e a concepção de Previdência Social; resistência à utilização de hospitais públicos e santa casas pela Previdência Social.<lb/>Fita 4 – Comentário sobre a qualidade da Assistência Médica nas CAPs; comentários gerais sobre os Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); referência ao primeiro governo de Getúlio Vargas; explicações para a crise econômica de alguns IAPs;, em 1964; a situação do IAPB; ausência de contribuição do governo para a Previdência Social; assistência médica no IAPB; comentários sobre o concurso para médicos do IAPC, em 1953; o acesso da população pobre aos serviços médicos através da Previdência Social; comparação entre o IAPB e o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM); a criação e composição do Conselho de Medicina da Previdência Social (CMPS); atuação dos institutos no CPMS.<lb/>Fita 5 – Visão do IAPI sobre a assistência médica; a concepção de assistência médica do IAPC; comentário sobre o problema das filas no atendimento aos previdenciários; o conflito com o delegado do IAPC no Rio de Janeiro; comentários sobre o Serviço de Pronto Atendimento (SPA); comentário sobre o Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU); a importância dos medicamentos na visão popular; comentário sobre o Departamento de Administração do Serviço Público (DASP); origem social e consciência política; os cargos da Previdência Social; comentários sobre a Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS); o trabalho na chefia da Divisão de Organização Hospitalar do Ministério da Saúde.<lb/>Fita 6 – A Associação Brasileira de Hospitais; os casos de corrupção de instituições ligadas ao Ministério da Saúde; visão dos trabalhadores sobre os hospitais públicos, santas casas e hospitais de ensino; o projeto de encampação das santas casas; relato das discussões na Comissão de Reforma da LOPS no governo Castelo Branco; o ingresso no IAPB; comentário sobre a compra do Hospital dos Bancários (atual Hospital da Lagoa); críticas à utilização do Hospital dos Bancários; atuação como representante do INPS nos postos médicos em São Paulo; o trabalho de elaboração de uma tabela de serviços médicos em 1961; a elaboração de uma classificação da rede hospitalar; origem da classificação de hospitais nos EUA; as dificuldades em estabelecer critérios para uma classificação de hospitais.<lb/>Fita 7 – As dificuldades em estabelecer critérios para uma classificação de hospitais; a saída do Ministério da Saúde; influência do movimento político-militar de 1964 na atuação dos IAPs; a questão do concurso público dentro dos IAPs; a situação da assistência médica nos primeiros anos de Brasília; comentários sobre o período da direção colegiada no IAPC e no IAPI; o trabalho no Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA); definição de saúde; participação na Comissão da Lei Básica de Saúde do Ministério da Saúde e no Projeto de Normas sobre Assistência Médica; as vinculações do movimento político-militar de 1964 com a tecnologia; a hegemonia dos técnicos do IAPU na Previdência Social após o movimento político-militar de 1964.<lb/><lb/>3a ENTREVISTA<lb/>Data: 02/07/1986<lb/>Fita 8 – Origem dos ambulatórios do IAPC; o atendimento nos ambulatórios do IAPC; a mudança da situação dos médicos com a Previdência Social; as relações entre cristianismo e medicina; o corpo clínico dos ambulatórios do IAPC; o atendimento médico nos EUA; a função da assistência social na assistência médica; considerações sobre o número de médicos necessários para um serviço médico; concepção sobre o atendimento ambulatorial; os conflitos ocorridos no exercício do cargo de administrador do Hospital de Ipanema; comentário sobre as cirurgias nos hospitais da Previdência Social; referência à qualidade do corpo médico do Hospital dos Comerciários; a situação da assistência médica da Previdência Social após a unificação; os motivos para a contratação de serviços médicos de terceiros por parte do INPS.<lb/>Fita 9 – Os desvios na política de convênios da Previdência Social com empresas; os convênios do IAPI com empresas industriais; avaliação dos convênios da Previdência Social com empresas; a contribuição do INPS para a formação de um complexo médico-hospitalar; a importância da sociologia na análise da assistência médica; a palestra na Associação de Docentes da Escola Superior de Guerra (ADESG) sobre o plano de saúde do Ministro Leonel Miranda; a contribuição da Previdência Social para o crescimento do setor médico privado; o ingresso na assessoria do Ministro da Previdência Social; comentário sobre o Projeto do Sistema Nacional de Saúde.<lb/><lb/>4a ENTREVISTA –<lb/>Data: 09/07/1986<lb/>Fita 10 – As dificuldades na implementação do Sistema Nacional de Saúde, repercussão do Projeto do Sistema Nacional de Saúde na V Conferência de Saúde; comentários sobre a função e o papel político do Ministério da Saúde; o papel do Ministério da Saúde a nível internacional; a diferença entre política sanitária e atividade assistencial; medidas para a melhoria da saúde no Brasil; comentário sobre a redução do poder político do Ministério da Saúde a partir de 1964; comentários sobre a relação entre saúde e política de privilegiamento do setor privado na assistência médica previdenciária.<lb/>Fita 11 – Algumas questões do debate internacional sobre a assistência à saúde; reflexões sobre a privatização ou estatização do setor saúde; opositores à unificação da Previdência Social; comentários sobre o provedor nas santas casas de misericórdia; referência à atuação da Federação Brasileira de Hospitais; episódios da compra de equipamento médico estrangeiro; os casos de corrupção no setor de assistência médica e a postura da Previdência Social; comentários sobre a situação do funcionário do serviço público; comentário sobre os convênios da assistência médica com sindicatos, do programa de valorização da ação sindical no período do Ministro Júlio Barata.<lb/>Fita 12 – Referência a certos convênio da Previdência Social com empresas; comentários sobre a utilização política da Previdência Social; origem do MPAS; comentário sobre a distribuição dos recursos da Previdência Social; a decisão sobre os convênios das prefeituras com a Previdência Social; comentários sobre o controle de absenteísmo nas empresas; comentários sobre os contribuintes da Previdência Social; referência ao Plano de Pronta Ação (PPA); comentários sobre planejamento em saúde; a crise da Previdência Social, no governo Figueiredo.<lb/>Fita 13 – A Previdência Social e a Nova República; comentário sobre o Plano de Ações Integradas; referência ao PPA; comentário sobre o Conselho Nacional de Assistência Previdenciária (CONASP); o processo de extinção do médico liberal; referência ao Plano de Atendimento Médico do Ministro Leonel Miranda; alguns problemas nos convênios da Previdência Social com hospitais universitários; críticas à atuação do Sindicato dos Médicos e do Conselho de Medicina  no caso da posse de médicos no hospital da Previdência em Nova Iguaçu (RJ), relação entre a situação econômica do país e a Previdência Social.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Murilo Villela Bastos</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Nildo Aguiar</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-30</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">14/01/1987 a 29/04/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 11 fitas cassete (10h25min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/4/3/f4332f7a5caf3cb1510457bf193bca73b0cc3be6e508ed7320cf3805b2e3490c/Nildo_de_Almeida_Aguiar.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Marcos Chor Maio e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 14, 28 de janeiro, 22 e 29 de abril de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica<lb/>Nildo de Almeida Aguiar nasceu em Manaus, Amazonas, a 12 de março de 1924. Filho de Pompeu Lino de Almeida, um próspero comerciante português, e de Eulália da Silva Aguiar. Iniciou seus estudos em casa, prática usual entre a classe média alta da cidade naquela época. Terminou o primário no Colégio Dom Bosco e o curso ginasial no Ginásio Amazonense.<lb/>No início da década de 40, estudou dois anos no Colégio Militar de Fortaleza. Após esse período, já no Rio de Janeiro, completou o curso secundário no Colégio Jurema, onde participou ativamente do grêmio estudantil.<lb/>Cursou medicina na Universidade Federal Fluminense (UFF), graduando-se em 1951. Iniciou sua carreira profissional no ano seguinte, na Leite de Rosas S.A., e também no Hospital Moncorvo Filho, como auxiliar de ensino. Ainda em 1952, foi indicado para integrar o quadro de médicos do Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU). Neste órgão, desempenhou as funções de plantonista no posto Matoso, chefe de equipe no posto de Deodoro, e a partir de 1964, assumiu a direção do Hospital Getúlio Vargas, permanecendo no cargo até 1967, quando o serviço foi extinto devido à unificação dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs).<lb/>Em 1957, ingressou também no quadro de médicos do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC), em Niterói, através de concurso público. Em 1964, foi transferido para o Hospital dos Comerciários, em Ipanema, onde exerceu o cargo de diretor no período de 1966 a 1978, quando então passou a dirigir o Departamento de Administração Médica da Previdência  Social (INAMPS). Ao assumir a direção do Hospital de Ipanema, abandonou a medicina liberal, dedicando-se exclusivamente ao serviço público.<lb/>Quanto à política, participou do processo de formação do Partido Socialista Brasileiro (PSB), ao qual foi filiado até 1964. A partir daí, não desenvolveu mais nenhuma atividade político-partidária.<lb/>Em 1967, foi delegado brasileiro na 16a Assembléia de Seguridade, em Leningrado, onde pôde observar importantes experiências no campo da medicina preventiva.<lb/>Durante a gestão de Reinhold Stephanes na presidência do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), no período de 1974 a 1977, foi indicado como representante deste instituto, no estabelecimento do protocolo MEC/MPAS, que substituiu o sistema de pagamentos por unidades de serviço em subsídio mensal, relativo ao número e ao tipo de altas nos hospitais de ensino.<lb/>Em 1980, passou a atuar no Ministério da Saúde, na assessoria do Ministro Dirceu Arcoverde, participando da implementação do sistema de co-gestão entre o Ministério da Previdência Social e o Ministério da Saúde, em suas unidades de assistência médica, como o Instituto Nacional do Câncer (INCA) e o Hospital Fernandes Figueira.<lb/>Em 1985, retornou à direção do Hospital de Ipanema, eleito pela comunidade hospitalar, onde permanecia até a data da entrevista.<lb/><lb/>1a ENTREVISTA – 14/01/1987<lb/>Fita 1 – Origem familiar; condição social da família e alternativas profissionais para a classe média alta de Manaus; passagem pela Faculdade Livre de Filosofia; o interesse pela psicanálise; os primeiros estudos; lembranças do Ginásio Amazonense e do Colégio Dom Bosco; formação religiosa; influência humanista do irmão mais velho; lembranças do tio paterno; o cosmopolitismo de Manaus; passagem pelo Colégio Militar de Fortaleza; a chegada ao Rio de Janeiro; lembranças do Colégio Jurema; a opção pela carreira médica; as doenças em Manaus; influência de Alfredo Monteiro; o aprendizado médico no Hospital Moncorvo Filho; mudança do curso de psicologia para medicina; o interesse pela psicanálise; atuação como auxiliar de ensino no Hospital Moncorvo Filho; a prática hospitalar e o aprendizado médico; a orientação para a cirurgia; transferência da Faculdade de Ciências Médicas para a UFF; lembranças da pensão no período de faculdade e influência de um amigo comunista; o convívio com lideranças que formariam o PSB; referência à formação do PSB.<lb/><lb/>Fita 2 – A atuação no PSB; a ligação com J.G. De Araújo Jorge; impressões sobre o perfil político do sogro e sua atuação como empresário na Leite de Rosas S.A.; a convivência com Dante Costa; referência ao primeiro casamento; lembranças da UFF; o curso de medicina; a formação de grupo de elite no Hospital Moncorvo Filho; o ingresso no SAMDU; as atividades no consultório e na Policlínica de Copacabana; a nomeação para o Hospital de Clínica de Deodoro; a importância atribuída ao SAMDU pela população; a licença médica; o auxílio à natalidade; os professores titulares na condição de médicos do SAMDU; a relação do SAMDU com os hospitais previdenciários; a sobrecarga do Hospital Carlos Chagas pelo SAMDU; o poder político dos segurados do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETC) e do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Marítimos (IAPM) sobre o SAMDU; visão dos segurados do IAPETC e do IAPM sobre o SAMDU; a distribuição de postos do SAMDU; a definição do índice de pagamentos dos institutos para o SAMDU; a gestão de Francisco Laranja no SAMDU; a interiorização do SAMDU; discussão sobre a responsabilidade do município  no atendimento de urgência; referência aos “cardeais” do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários (IAPI); o convênio entre o Ministério da Educação e Cultura e o Instituto Nacional de Previdência Social (MEC/INPS); referência ao artigo de Carlos Gentile de Mello sobre convênios da Previdência com o estado e o município; referência ao artigo “Nuno Colan” de Carlos Gentile de Mello; a dupla militância do médico no serviço público e no setor contratado; o SAMDU e a universidade.<lb/><lb/>Fita 3 – Visão do médico como profissional liberal e sua participação em greves; acumulação de cargos no serviço público; a população e o SAMDU; o SAMDU como escola; o SAMDU e o atendimento humanizado; atuação como diretor do Hospital Getúlio Vargas do SAMDU; a municipalização das instituições de saúde; a proposta de Luiz Carlos Seixas para a recriação do SAMDU no governo Médici; a expansão do SAMDU na região Norte após 1964; o SAMDU e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB); as condições salariais dos médicos do SAMDU; visão dos médicos do IAPC sobre o ASMDU; atuação do Hospital do IAPC de Ipanema; o ingresso na equipe médica do IAPC de Niterói; assistência médica do IAPC; o nível profissional dos médicos da Previdência; as condições salariais dos médicos da Previdência; as condições salariais dos médicos da previdência; posicionamento político; assistência médica previdenciária no pós-1964; mudança de posição em relação a Getúlio Vargas; o compromisso social de Vargas; o SAMDU como expressão de reconhecimento dos direitos dos trabalhadores.<lb/><lb/>2a ENTREVISTA – 28/01/1987<lb/>Fita 4 – O Centro de Estudos do SAMDU; a Previdência e a democratização de conhecimentos na área médica; ausência de visão social na “corporação médica”; a Previdência Social e a formação de categorias profissionais na área de saúde; o serviço social; a sindicalização dos médicos; a greve dos médicos pelo enquadramento na última categoria do funcionalismo público; a relação dos médicos com as demais categorias profissionais da área de saúde; a Junta Consultiva do SAMDU; o financiamento do SAMDU; o IAPC e a implantação da primeira comunidade de serviços; a expansão da assistência médica através do SAMDU; o padrão arquitetônico dos postos do SAMDU; avaliação da qualidade dos serviços prestados pelo SAMDU; as relações entre o SAMDU e o Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS); a criação do hospital de urgência: Hospital Presidente Vargas; críticas dos segurados ao SAMDU; os períodos de maior incidência de atendimento; a concessão de licenças médicas pelo SAMDU.<lb/><lb/>Fita 5 – As licenças médicas na Previdência; a humanização do atendimento; os serviços médicos de empresas; o absenteísmo; o desenvolvimento da tecnologia médica; a infecção hospitalar e o uso indiscriminado de antibióticos; a expansão da assistência médica previdenciária de 1967 a 1970; assistência médica e concepção da Previdência Social como financiadora das instituições públicas e privadas voltadas à saúde; o Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS); a gestão  colegiada; os “pelegos” como representantes da sociedade na época; o Golpe de 1964; o Inquérito Policial Militar (IPM) no SAMDU e a denúncia contra Carlos Gentile de Mello; atuação de Carlos Gentile de Mello como crítico da Previdência Social; a nomeação para diretor do Hospital Getúlio Vargas do SAMDU; defesa do privilégio dos serviços públicos na área de saúde; a opção pelo serviço público; indicação para a direção do Hospital do SAMDU; a qualidade técnica dos hospitais previdenciários; absorção dos médicos do SAMDU após a unificação do sistema previdenciário.<lb/><lb/>Fita 6 – Avaliação da unificação; resistência à unificação; o papel do IAPI na unificação; os “cardeais” do IAPI; as propostas de unificação anteriores a 1967; os privilégios dos funcionários do IAPI na administração previdenciária; o predomínio da concepção do IAPI no processo de unificação; a incorporação do Hospital dos Servidores do Estado (HSE) ao sistema previdenciário; o IAPI e a modernização administrativa; o desaparecimento da categoria dos funcionários públicos e a integração do Instituto de Aposentadoria e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE) ao sistema previdenciário unificado; a unificação e a qualidade do atendimento médico; o Decreto-lei no 200, de 1967, e a modernização administrativa; as normas do Plano de Ação da Previdência Social (PAPS); a 16a Assembléia de Seguridade, realizada em Leningrado, em 1967; a importância atribuída pela Previdência Social de outros países à medicina preventiva; seguridade social; a gestão de Luiz Seixas no INPS e a defesa da expansão do setor próprio; os convênios com hospitais universitários; impressões sobre a assistência médica na União Soviética; a tradição médica francesa e alemã; o modelo americano de assistência médica.<lb/><lb/>3a ENTREVISTA – 22/04/1987<lb/>Fita 7 – Dedicação exclusiva à medicina previdenciária; o ensino médico e a Previdência Social; as reações contrárias aos convênio MEC/INPS; o papel da Associação Brasileira de Escolas de Medicina (ABEM);\ referência às gestões de Luiz Carlos Seixas e Reinhold Stephanes no INPS; as escolas médicas; comparação entre o atendimento e o tempo de permanência nos hospitais de ensino e hospitais privados; a importância dos convênios MEC/INPS na formação dos médicos; a dedicação exclusiva do médico à medicina previdenciária; a gestão de Luiz Seixas e a expansão do setor próprio; o predomínio do setor privado no sistema médico previdenciário; a mudança na forma de pagamento do INAMPS ao setor contratado; o privilégio do setor público na gestão de Luiz Seixas; a Central de Medicamentos (CEME); o Plano de Pronta Ação (PPA); a redistribuição da medicina previdenciária.<lb/><lb/>Fita 8 – Os encontros dos diretores dos hospitais próprios da Previdência Social; o pagamento por unidade de serviço; atuação no Ministério da Saúde como assessor de Arcoverde; a co-gestão das unidades do Ministério da Saúde com o Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS); a co-gestão do INCA; o Programa Integrado de Medicina Nuclear; atuação como superintendente do INAMPS no Rio de Janeiro; o projeto Niterói; o grupo de reforma sanitária; a regionalização do atendimento médico; a criação do INAMPS; as ações primárias de saúde; a modalidade assistencial da medicina previdenciária; as diretrizes que orientaram a criação do INAMPS; a Conferência Nacional de Saúde; o concurso público para médico do INPS, em 1976; o Programa Nacional de Serviços Básicos de Saúde (PREV-SAÚDE); a proposta de passagem pelo INAMPS para o Ministério da Saúde na gestão de Jair Soares.<lb/><lb/>4a ENTREVISTA – 29/04/1987<lb/>Fita 9 – Os centros de estudos nos hospitais previdenciários; o processo eleitoral para a direção dos centros de estudos na gestão de Hésio Cordeiro; o predomínio do setor privado na Previdência Social brasileira; assistência médica rural e Ações Integradas de Saúde (AIS); a expansão do setor privado após a unificação; o Conselho Consultivo da Administração de Saúde Previdenciária (CONASP) e a reorientação da assistência médica previdenciária; características do período de 1974 a 1978; a gestão de Jair Soares; a proposta de privatização do INCA na gestão de Raimundo de Brito Ministério da Saúde e proposta de privatização da saúde; a recessão econômica e o CONASP; as diretrizes básicas do CONASP.<lb/><lb/>Fita 10 – A gestão de Hélio Beltrão no MPAS; os contatos com Reinhold Stephanes; a integração do HSE ao INAMPS; a participação como superintendente do INAMPS no Rio de Janeiro; a gestão de Hélio Beltrão no MPAS; as AIS; o CONASP; a Nova República e o fortalecimento do setor público na medicina previdenciária; o retorno ao Hospital de Ipanema; o governo Leonel Brizola e a co-gestão Secretaria Estadual de Saúde/INAMPS; a situação atual do Hospital de Ipanema; a reforma sanitária; a universalização do atendimento; o Ministério da Saúde e a medicina previdenciária; a regionalização da assistência médica.<lb/><lb/>Fita 11 – A resistência dos funcionários diante das propostas de racionalização do atendimento; a concepção liberal dos médicos; a consciências social dos médicos na Previdência; fatos que marcaram a sua trajetória; vida profissional e vida pessoal; defesa da municipalização do atendimento.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Nildo Eimar de Almeida Aguiar</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Odilon Baptista</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-31</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">10/07/1986 a 05/08/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete (6h03min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/e/8/0e8de25b81227d9b701b188c0a2f9c64c745d9fd433b10ca57aa62117d33cf64/Odilon_Baptista.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra, Marcos Chor Maio e Nilson Moraes, no RIo de Janeiro (RJ), nos dias 10, 15, 22 de julho e 05 de agosto de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica<lb/>Odilon Duarte Baptista nasceu no Rio de Janeiro, em 1910. Filho de Pedro Ernesto, recebeu forte influência do pai, tanto na sua formação profissional, em que valoriza o sentido humanitário da medicina, como em suas concepções éticas e políticas. Casado, Odilon Baptista tem uma filha e três netos.<lb/>Realizou os estudos básicos no Colégio Santo Inácio e o curso secundário no Colégio Pedro II. Formou-se, em 1932, pela Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).<lb/>Iniciou suas atividades profissionais na Casa de Saúde Pedro Ernesto, local em que desde o final dos anos 20 desenvolviam-se articulações políticas, tornando-o conhecido como “Centro da Revolução de 1930”.<lb/>Em 1933, foi nomeado para o quadro de médicos da Colônia Juliano Moreira e do recém-criado Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM). Três anos depois, devido à sua participação na Aliança Nacional Libertadora (ANL), foi preso e demitido do IAPM e do Ministério da Educação, ao qual se subordinava a Colônia Juliano Moreira.<lb/>Em 1938, retornou ao IAPM, passando então a chefiar o Centro Cirúrgico, atividade que exerceu até 1964, quando todos os chefes de clínica do Hospital dos Marítimos foram destituídos de seus cargos.<lb/>Cirurgião e cancerologista, introduziu no Hospital dos Marítimos procedimentos modernos de diagnóstico do câncer, como a biópsia por congelamento. Em 1943, realizou nos Estados Unidos um curso de especialização em cancerologia. Integrou também a delegação brasileira nos congressos internacionais de câncer, realizados em 1952 e 1962.<lb/>Em 1953 e 1954, quando ocupava o cargo de presidente da Associação Médica do Distrito Federal (AMDF), foi um dos líderes do movimento nacional pelo enquadramento na letra ‘O”- nível salarial pretendido pelos médicos do serviço público.<lb/>Além das atividades de caráter sindical, Odilon Baptista atuou me diversos movimentos políticos, e hoje pertence ao Conselho Mundial da Paz.<lb/>Na ocasião da entrevista, exercia a medicina em seu consultório e também como chefe de cirurgia da Ordem Terceira da Penitência.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1a Entrevista<lb/>Data: 10/07/1986<lb/>Fita 1 – Formação universitária; a carreira profissional; a prisão do pai, em 1936; a viagem aos Estados Unidos para o estudo da planta do Hospital dos Empregados Municipais (atual Instituto do Câncer); a demissão da Colônia Juliano Moreira e do IAPM; referência à documentação existente sobre Pedro Ernesto no Centro de Pesquisa e Documentação em História Contemporânea da Fundação Getúlio Vargas (CPDOC/FGV); origem familiar; dados biográficos de Pedro Ernesto; nascimento; formação escolar básica; lembrança do movimento OS 18 do Forte; a participação de Pedro Ernesto no movimento tenentista de 1924; o movimento no terceiro regimento de infantaria, em 1926; lembranças de Copacabana na década de 20; a chegada de Pedro Ernesto no Rio de Janeiro; o ingresso de Pedro Ernesto na Saúde Pública; a resistência à vacinação antivariólica na Favela; atuação de Pedro Ernesto na erradicação de focos de febre amarela no morro da Favela; resistência à vacinação contada por Pedro Ernesto; comentário sobre a defesa de tese de medicina; atuação de Pedro Ernesto na Santa Casa da Misericórdia e na Policlínica de Botafogo; o primeiro consultório de Pedro Ernesto numa farmácia da Rua Riachuelo; o prestígio do médico nos anos 20; referência à qualidade de atendimento do Hospital São Francisco de Assis e da Santa Casa da Misericórdia; a vocação para medicina; os convênios firmados pela Casa de Saúde Pedro Ernesto; lembrança da gripe espanhola; o vestibular para a faculdade de Medicina da Universidade do Brasil na década de 20; lembrança dos professores da faculdade; os movimentos de esquerda da faculdade, entre 1928 e 1932.<lb/>Fita 2 – O discurso do orador da turma em que se formou; as reivindicações dos estudantes da faculdade de medicina; características do curso de medicina da sua época; a Casa de Saúde Pedro Ernesto e o tenentismo; a vinculação ao Partido Comunista Brasileiro (PCB); a ligação entre Luiz Carlos Prestes e Pedro Ernesto antes da Revolução de 1930; a nomeação para o corpo médico do IAPI a ligação de Pedro Ernesto com o movimento dos marítimos na década de 30; assistência médica no IAPM; atuação de Anísio Teixeira como Secretário de Educação na administração Pedro Ernesto; ampliação hospitalar durante a administração Pedro Ernesto; a ligação com líderes marítimos;<lb/><lb/>2a Entrevista<lb/>Data: 15/07/1986<lb/>Fita 2 (continuação) – A ligação de Pedro Ernesto com Getúlio Vargas; as bases populares de Pedro Ernesto decorrentes da sua trajetória como médico; o contrato da Casa de Saúde Pedro Ernesto com a Sul América para o atendimento aos acidentes de trabalho; atuação de Pedro Ernesto como mediador na greve dos marítimos em 1934; a posição antiintegralista de Pedro Ernesto; comentários sobre a ANL; a participação dos médicos na ANL; ampliação do atendimento ambulatorial e hospitalar na administração Pedro Ernesto no Distrito Federal; o contrato do IAPM com o Hospital Graffrée Guinle.<lb/>Fita 3 – Opinião sobre a unificação da Previdência Social; o atendimento ambulatorial e hospitalar do IAPM; descrição do Hospital do IAPM no Andaraí; a relação entre médico e paciente no Hospital dos Marítimos; referência à qualidade dos profissionais da área de saúde no Hospital dos Marítimos; as condições salariais dos profissionais de saúde no IAPM; atuação dos assistentes sociais no Hospital dos Marítimos; a prisão em 1937; o retorno ao IAPM através de Luiz Aranha, em 1938; realização do curso de cirurgia do câncer nos Estados Unidos, em 1943; a participação no Congresso Internacional do Câncer, em 1954, a958 e 1962; o atendimento de urgência no Hospital dos Marítimos; admiração dos marítimos pelo serviço médico do IAPM; o atendimento aos marítimos durante a Segunda Guerra Mundial; a especificidade do atendimento aos marítimos; a greve dos médicos do serviço público, em 1953; as características das associações médicas do Rio de Janeiro, Ceará e Fortaleza; influência do PCB na AMDF; a dedicação dos médicos de esquerda ao movimento médico do Distrito Federal; o apoio dos jornais Última Hora e Diário de Notícias ao movimento dos médicos; referência às gestões de Homero Mesquita e Eduardo Ribeiro no IAPM; referência à gestão de Armando Falcão no IAPM; o prestígio dos sindicatos dos bancários e dos marítimos; as decisões sobre assistência médica no Hospital dos Marítimos; o desenvolvimento da biópsia por congelamento no Hospital dos Marítimos; o contrato do Hospital dos Marítimos com Cosolano Machado para serviços de radioterapia e cobaltoterapia; o Centro de Estudo do Hospital dos Marítimos; o papel do Centro de Estudos na identificação de erros de tratamento médico.<lb/>Fita 4 – O impacto do movimento de 1964 sobre a equipe médica do Hospital dos Marítimos; a demissão dos chefes de clínica do Hospital dos Marítimos, em 1964; o inquérito devido à participação no Congresso Internacional do Câncer realizado em Moscou, em 1962; a queda de qualidade do atendimento do Hospital dos Marítimos no pós-1964; a recusa ao convite para dirigir o Hospital dos Marítimos; comentários sobre José Bica, médico do Hospital Miguel Couto; comentário sobre Armando Amaral, diretor do Hospital da Casa de Saúde Santa Teresinha; assistência médica previdenciária e assalariamento dos médicos; os centros de estudos dos hospitais previdenciários e o aprendizado médico; atuação do médico como conselheiro familiar no período de predomínio da medicina liberal; comentários sobre a profissão médica; opinião sobre a socialização da medicina; avaliação da Colônia Juliano Moreira e do Hospital Central do Hospício; o atendimento às doenças infecto-contagiosas na Previdência Social; a resistência médica no Hospital dos Marítimos;<lb/><lb/>3a Entrevista<lb/>Data: 22/07/1986<lb/>Fita 4 (continuação) – A conquista da letra “O” pelos médicos do Distrito Federal, em 1953; o movimento nacional dos médicos pelo enquadramento na letra “O”; a heterogeneidade do grupo médico; a importância do setor público na assistência médica na década de 50; a utilização dos serviços médicos do IAPM pelos marítimos; atuação na AMDF; oposição de Carlos Lacerda ao movimento dos médicos; origem social do médico e sua dificuldade de mobilização.<lb/>Fita 5 – Assistência médica gratuita até a década de 30; opinião sobre a socialização da medicina em países capitalistas; a evolução tecnológica e o alto custo da assistência médica; comentários sobre os contratos da Previdência Social com o setor privado; comentário sobre as fraudes nos contratos com o setor privado e a posição dos médicos; o crescimento populacional e o atendimento médico; conseqüências da unificação da Previdência na relação entre médico e paciente; a perda da qualidade do Hospital dos Marítimos após 1964; o atual trabalho como chefe de cirurgia no Hospital da Ordem Terceira da Penitência; modelo filantrópico de assistência médica; atual atividade como médico no consultório particular e no Hospital da Ordem Terceira da Penitência; posição sobre os convênios com empresas de medicina de grupo; comentário sobre a família; comentário sobre o neto Pedro Ernesto; a crença na evolução da medicina.<lb/><lb/>4a Entrevista<lb/>Data: 05/08/1986<lb/>Fita 6 – A evolução da cancerologia; referência ao desenvolvimento da medicina preventiva em Cuba e na China; a relação entre medicina e política; influência do sentido humanitário da atuação de Pedro Ernesto na carreira médica do bisneto; comentário sobre a atitude dos médicos que se negavam a trabalhar no Hospital da Posse, em Nova Iguaçu (RJ); o empastelamento do Diário Carioca, em 1933; o julgamento de Odilon Baptista e Pedro Ernesto pelo Tribunal de Segurança Nacional, em 1937; a primeira prisão de Pedro Ernesto em 1937; a prisão em 1937, na Casa de Correção onde estavam Otávio Mangabeira, Euclides Figueiredo, Arturzinho Bernardes e Carlos Lacerda; impressões sobre Euclides Figueiredo; o contato com Spencer Bittencourt e José Oiticica na prisão; a libertação após 45 dias de prisão; o contexto histórico do golpe de 1937; a posição antiintegralista de Pedro Ernesto; influência de Góes Monteiro, João Gomes e Eurico Gaspar Dutra na prisão de Pedro Ernesto; a permanência de Pedro Ernesto no interior de Minas Gerais após sua saída da prisão; o retorno de Pedro Ernesto ao Rio de Janeiro; a doença e morte de Pedro Ernesto; defesa da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial por Pedro Ernesto; comentários sobre a posição de Getúlio Vargas; a participação no Conselho Mundial da Paz; comentários sobre a transição para o socialismo no Brasil; avaliação da atuação do Sindicato dos Médicos; opinião sobre a unificação da Previdência.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Odilon Duarte Baptista</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <corpname role="subject">Partido Comunista Brasileiro (PCB)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Paulo da Silva Cabral</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-32</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">06/11/1986 a 18/12/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 17 fitas cassetes (16h49min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/a/6/9a6f18c0efb862e69b50770711c96574a43211febde54f42dd01e9a8f56c6cd9/Paulo_da_Silva_Cabral.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 06, 13, 20, 27 de novembro, 04, 11 e 18 de dezembro.<lb/><lb/>Resenha biográfica<lb/><lb/>Pedro da Silva Cabral, nasceu no Rio de Janeiro, 1919. Seu pai era funcionário público e faleceu, vítima de malária, quando Paulo Cabral ainda era recém-nascido. Criado pela mãe e pelo irmão mais velho, viveu muitas dificuldades no bairro do Riachuelo. Cursou o ginásio e o secundário no Colégio Pedro II, internato. É casado e tem um filho.<lb/>Formado pela atual Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF), iniciou sua carreira de profissional defendendo no Tribunal de Segurança alguns dos militares revoltosos de 1935. Ao mesmo tempo, iniciou suas atividades como redator do Jornal A Noite, função que exerceu até 1957.<lb/>Ingressou na Previdência Social, em 1940, sendo nomeado por Getúlio Vargas como inspetor de Previdência do Ministério do Trabalho.<lb/>Em 1942, assumiu a Procuradoria da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB). E, 1977, aposentou-se como procurador-chefe da Consultoria Jurídica do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS) e, em 1984, voltou a ocupar o cargo de procurador-geral do INPS, por um breve período.<lb/>Durante a sua trajetória no sistema previdenciário – na procuradoria, no setor de benefícios, no serviço social, na presidência da Junta Interventora do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETC), em 1964, ou na presidência do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS) – acumulou um grande conhecimento ao que se refere à Previdência brasileira.<lb/>Organizador e chefe do serviço social da Caixa da Central do Brasil, entre 1944 e 1949, lançou nesta ocasião o jornal O Trilho.<lb/>Estudioso das primeiras Caixas de Previdência que antecederam a Lei Eloy Chaves, participou do I Congresso Brasileiro de Serviço Social, realizado em 1947. Foi representante da Caixa da Central junto ao grupo de trabalho para a constituição do Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB), membro de diversas comissões para apuração dos débitos da União com a Previdência, professor universitário, professor da Escola Naval, especialista em direito previdenciário e membro da Academia Brasileira de Previdência Social, com sede em São Paulo.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 06 de novembro<lb/>Fita 1<lb/>Origem familiar; o avô materno; a infância no Rio de Janeiro; o ingresso no internato do Colégio Pedro II; influência do Professor Júlio César Melo e Souza (Malba Tahan); comentário sobre Jetro Batista da Mora; o lazer dos jovens no bairro do Riachuelo na década de 1930; o vestibular para a Faculdade de Direito da atual UFF; o trabalho para os jornais A Noite e Lux Jornal; a nomeação para o cargo de inspetor da Previdência Social; a avaliação do Movimento Tenentista; comentário sobre Luiz Carlos Prestes.<lb/>Fita 2<lb/>O trabalho como defensor dos militares revoltosos de 1935, no Tribunal de Segurança; posicionamento ideológico; amizade com Heráclito de Souza Ribeiro; o médico da família; a gripe espanhola de 1917 e o tratamento com homeopatia; referência à mãe; a utilização da Carteira de Empréstimos do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE); a formatura do irmão na Escola Naval.<lb/><lb/>2ª Sessão: 13 de novembro<lb/>Fita 2 (continuação)<lb/>Os professores do Pedro II; comentário sobre o Professor Hânnema Guimarães; o convite para a vice-presidência do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Ferroviários e Empregados do Serviço Público (IAPFESP), em 1964; histórico das Caixas de Aposentadoria e Pensões (CAPs) no Brasil; a Caixa da Estrada de Ferro Recife-Caruaru; as relações trabalhistas da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB); a substituição funcional da EFCB.<lb/>Fita 3<lb/>A Lei Eloy Chaves; a estabilidade no emprego prevista pelo Lei Eloy Chaves; histórico das CAPs; as mobilizações trabalhistas nas décadas de 1910 e 1920; os cocheiros; a greve dos padeiros; a permissão para serviços hospitalares pelas CAPs, em 1931; a bula da Lei nº 22.016 que previa a internação hospitalar apenas para operações; crítica à segmentação das CAPs; a exclusão dos trabalhadores rurais; o surgimento dos Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs); o concurso de 1937 para o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI); os “intelectuais” da Previdência Social; comentário sobre João Carlos Vital e o ISSB; análise do projeto do ISSB; comentários sobre o Plano Beveridge; a guerra e o comunismo; Previdência Social e direito natural; entrevista com Moacyr Velloso Cardoso de Oliveira para A Noite.<lb/>Fita 4<lb/>A chefia do serviço social da Caixa Central; a defesa dos segurados no serviço social; a organização da revista O Trilho no serviço social; comentário sobre Clóvis Bevilacqua e Ruy Barbosa; os processos na Caixa da Central; assistência jurídica aos segurados; relato de um caso de recebimento indevido de pensões por parte de hansenianos; a revista O Trilho do serviço Social da Caixa Central; a chefia do serviço social; o trabalho como inspetor de Previdência do Departamento Nacional de Previdência Social (DNPS) junto à Caixa da Central e ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Estivadores (IAPE); a nomeação para procurador da Caixa da Central; as irregularidades na Caixa da Central e no IAPE; comentário sobre o caso de uma prostituta que requeriu pensão; a participação no I Congresso Brasileiro de Direito Social; a repercussão da política habitacional da Caixa da Central.<lb/><lb/>3ª Sessão: 20 de novembro<lb/>Fita 5<lb/>A presidência do IAPFESP; relato do caso de suicídio de um aposentado; o encontro com o General Ernesto Geisel; comentário sobre a Carteira Predial da Caixa da Central; comentário sobre o conjunto habitacional dos institutos de Previdência; o valor das aposentadorias; as responsabilidades da Caixa da Central e do Tesouro Nacional no pagamento das aposentadorias dos funcionários públicos vinculados ao sistema previdenciário; promoção à Diretoria de Benefícios da CAPFESP; atuação como diretor da CAPFESP; relato do caso de um funcionário tuberculoso; os benefícios concedidos e as doenças profissionais dos ferroviários; relato de casos de tuberculose e hanseníase.<lb/>Fita 6<lb/>Aposentadoria de uma hanseniana na CAPFESP; hanseníase e estigma; a incidência de doenças por categoria profissional na CAPFESP; relato do caso de um colega tuberculoso; as doenças e o tempo de carência das contribuições; parecer sobre a aposentadoria de um menor acidentado no trabalho; defesa de tese no I Congresso Internacional de Seguridade Social (RS); a estrutura nacional do serviço médico na Caixa da Central; o médico visitante da Caixa da Central; as eleições para o Conselho Deliberativo da Caixa da Central, em 1950.<lb/>Fita 7<lb/>Histórico da estrutura administrativa da Caixa da Central; o Hospital Graffrée Guinle (RJ) e a Caixa da Central; o trabalho no jornal A Noite; o trabalho junto à Presidência da República, em 1952; lembranças do I Congresso dos Trabalhadores na Previdência Social, em 1953.<lb/><lb/>4ª Sessão: 27 de novembro<lb/>Fita 7 (continuação)<lb/>Histórico do criação CAPFESP, em 1953; as Caixas de Ferroviários do Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais absorvidas pela CAPFESP; o impacto da unificação das Caixas de ferroviários e servidores públicos; o ambulatório da Caixa da Central na Rua do Matoso; os funcionários da CAPFESP-IAPFESP; a comunidade de serviços informal entre o Instituto de Aposentadoria e Pensões e Pensões dos Bancários (IAPB) e o IAPFESP.<lb/>Fita 8<lb/>Relato do caso de um segurado do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM) que foi operado por Egas de Barros; o atendimento aos tuberculosos; comentário sobre o Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS); o papel do procurador na Previdência Social; os critérios para confirmação de paternidade na Previdência brasileira; relato de um caso de atraso do pagamento de contas municipais na CAPFESP sobre cobrança de dívida com o IAPFESP; a saúde pessoal e da esposa; o dia de pagamento do IAPFESP; a presidência do IAPFESP; a situação financeira do IAPFESP.<lb/>Fita 9<lb/>A Comissão de Estudos da CAPFESP sobre a cobrança de dívidas das empresas públicas; as intervenções de interesses político-partidários na CAPFESP; a carreira profissional de uma cunhada na Previdência Social; ascensão à chefia da Procuradoria do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS); a equipe de colaboradores na procuradoria; a organização do quadro de pessoal do IAPFESP no governo Kubitschek comentários sobre a Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS); as Juntas de Julgamento e Revisão (JJR); a chefia da Procuradoria Regional do IAPFESP; a perseguição a Raimundo Lopes Machado após 1964.<lb/>Fita 10<lb/>A perseguição ao representante dos trabalhadores na direção do IAPFESP; as invasões a conjuntos residenciais no governo João Goulart.<lb/><lb/>5ª Sessão: 04 de dezembro<lb/>Fita 10 (continuação)<lb/>Comentário sobre a posse na Procuradoria-Geral do INPS; o centenário do Colégio Pedro II; a Junta Interventora do IAPFESP, em 1964; a nomeação para a presidência da Junta Interventora; a solidariedade com Jesus Soares Pereira; as perseguições políticas no IAPFESP; o caso de desfalque na tesouraria do IAPFESP.<lb/>Fita 11<lb/>O caso de desfalque na tesouraria do IAPFESP; a nomeação para a presidência do IAPFESP; o contato com o Ministro Peracchi Barcelos; as casas para funcionários do IAPFESP em Brasília; a reunião com a participação do deputado João Alves; o encontro com o Ministro Peracchi Barcelos; a presença do Serviço Nacional de Informações (SNI) e de autoridades militares no IAPFESP; comentários sobre Raimundo Lopes Machado.<lb/>Fita 12<lb/>Relato do caso de tentativa de impedimento de uma nomeação para a delegacia de Pernambuco; as relações com o Ministro Nascimento e Silva; unificação dos IAPs; a transformação do IAPFESP em secretaria; a nomeação para a Secretaria de Seguros Sociais do INPS.<lb/><lb/>6ª Sessão: 11 de dezembro<lb/>Fita 12 (continuação)<lb/>A organização da Secretaria de Seguros Sociais do INPS; o convite para a reunião da Associação Internacional de Seguridade Nacional (AISS), em Leningrado; a reunião com o Ministro Jarbas Passarinho; a participação na reunião da AISS em Leningrado; a questão da idade-limite para aposentadoria; o convite para auxiliar a Comissão de Direito Social do Ministério do Trabalho.<lb/>Fita 13<lb/>O convite para a presidência do CRPS; os primeiros dias de trabalho no CRPS; histórico dos conselhos de recursos da Previdência; o papel do CRPS.<lb/>Fita 14<lb/>O prêmio aos funcionários do CRPS concedido pelos laboratório Roche; relato do caso de aposentadoria da mulher de um segurado acidentado; os conflitos entre o presidente do CRPS e o consultor-médico da Previdência Social; a equipe de assessoria do CRPS; o afastamento do CRPS; as relações entre a Comissão Médica da Previdência Social (CMPS) e o CRPS.<lb/>Fita 15<lb/>O conflito entre o CRPS e a CMPS; a intervenção do Ministro Júlio Barata e o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP); Júlio Barata no governo Vargas; opinião sobre o seu afastamento do CRPS; a estrutura de funcionamento do CRPS; o encontro com o Ministro do Trabalho Júlio Barata; comentários sobre a manifestação dos subordinados quando do seu afastamento do CRPS; avaliação do trabalho na CMPS; opinião sobre o regime militar pós-1964; a intervenção de um oficial do SNI no IAPFESP.<lb/><lb/>7ª Sessão: 18 de dezembro<lb/>Fita 15 (continuação)<lb/>A representação da CMPS contra o presidente do CRPS; conceituação de lei e decreto-lei; histórico dos decretos no primeiro governo Vargas; a CMPS e o CRPS na estrutura do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS); avaliação da CMPS; leitura da defesa contra a representação promovida pela CMPS; o caso Raimundo Lopes Machado; a carta enviada por Raimundo Lopes Machado, em 1965; a carta recebida, em 1980, de um ex-funcionário do IAPFESP que foi anistiado; o curso na Associação de Docente da Escola Superior de Guerra (ADESG); a divisão territorial do país; avaliação do trabalho no CRPS; a equipe de trabalho no CRPS; as pressões sofridas pelo responsável do setor de contratos da Previdência; o caso de uma ameaça telefônica.<lb/>Fita 16<lb/>O exemplo de vida e o suicídio do avô; opinião sobre a criação do Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS); posicionamento contrário à instituição da Procuradoria Jurídica do Instituto de Administração Financeira da Previdência Social (IAPAS); comentários sobre a extensão dos benefícios previdenciários pós-1974; defesa da filiação de donas-de-casa e das prostitutas ao sistema previdenciário; a Academia Brasileira de Previdência Social; o Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário; o I Congresso Brasileiro de Seguridade Social em Porto Alegre; comentários sobre as fraudes na Previdência; relato de um caso de fraude na Diretoria de Benefícios em Barra do Piraí (RJ); os procedimentos em casos de fraudes; o caso de uma aposentadoria fraudada; a tese apresentada no Congresso de Porto Alegre, em 1980; opinião sobre seguro e seguridade social; opinião sobre Bismarck e Beveridge; visão comparativa da Previdência Social em diversos países; comentários sobre a aposentadoria dos aeronautas; o cálculo da própria aposentadoria; sugestão sobre as formas de cobrança das contribuições previdenciárias; a doença da esposa; a saúde pessoal; os tratamento médicos na família; comentários sobre a massificação da Previdência brasileira; o caso de diagnóstico feito na juventude por Fioravanti di Piero; opinião sobre a transferência do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS) para o Ministério da Saúde; lembranças dos dispensários de tuberculose; as condições da própria aposentadoria.<lb/>Fita 17<lb/>Comentário sobre a sua aposentadoria; elaboração da lei sobre os empregados das estatais aposentados pelo Presidente da República, em 1964; o caso de um benefício concedido a uma segurada com neto tuberculoso; o aspecto humano dos funcionários da Previdência Social; os conselhos aos alunos da Escola Naval.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Paulo da Silva Cabral</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETC)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
            <subject>Ditadura Militar (1964-1985)</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Rio Nogueira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-33</unitid>
            <unitdate normal="1986/1987" encodinganalog="3.1.3">07/11/1986 a 12/02/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete (8h23min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/d/a/dda78e1d46cd0de92d33bdde840719a6c67ef3588896c9b8bead4ccc11b7575c/Rio_Nogueira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Marcos Chor Maio, Luiz Octávio Coimbra e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 07, 14 de novembro de 1986 e 12 de fevereiro de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica<lb/>Rio Nogueira nasceu no Rio de Janeiro, a 7 de dezembro de 1922. Desde cedo, manifestou grande interesse pela matemática e se dedicou inteiramente aos estudos, destacando-se como excelente aluno. Cursou o Colégio Pedro II, externato, e teve como uma de suas maiores influências o professor José Oiticica.<lb/>Bacharelou-se em matemática pela Faculdade Nacional de Filosofia e, em engenharia civil, pela Escola Nacional de Engenharia. Além disso, licenciou-se em matemática pela Faculdade de Filosofia do Distrito Federal.<lb/>Obteve ainda o título de Doutor em matemática, por aprovação em concurso para professor catedrático da Escola Nacional de Agronomia, e de Doutor em ciências econômicas, contábeis e atuariais, por aprovação em concurso para a cátedra da Faculdade Nacional de Ciências Econômicas, realizados em 1950 e 1962.<lb/>Em 1941, ingressou no Ministério da Agricultura, através de concurso, ocupando o cargo de metereologista e, em 1945, assumiu o cargo de atuário do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio (MTIC).<lb/>Foi nomeado, em 1951, diretor do Departamento de Estatística e Atuária do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETEC), tendo sido membro do Conselho Atuarial do Ministério do Trabalho.<lb/>Com a extinção do Conselho Atuarial do Ministério do Trabalho, foi convidado para assessorar o Ministro do Planejamento Hélio Beltrão. Em 1978, aposentou-se como diretor no Instituto Nacional de Previdência Social (INPS).<lb/>Em 1942 e 1972, exerceu inúmeras atividades didáticas, lecionando na faculdade Nacional de Filosofia, na Pontifícia Universidade Católica (PUC), na Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE) e na Fundação Getúlio Vargas (FGV), entre outras instituições de ensino.<lb/>Em 1963, fundou com Iscar Porto Carreiro a STEA – Serviços Técnicos de Estatística e Atuária, responsável pela estrutura atuarial da Previdência complementar de inúmeras empresas. Na STEA, elaborou planos para a implantação de fundações de seguridade social na Companhia Vale do Rio Doce, Embratel, Rede Ferroviária Federal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco Central, entre outras empresas.<lb/>Autor de vários livros didáticos, artigos, trabalhos e monografias premiadas, publicou também, em 1985, o A Crise Moral e Financeira da Previdência Social, em que retrata a sua experiência de 40 anos de atividades, sugerindo a reformulação da política de Previdência do Governo Federal.<lb/>Participou também de vários congressos nacionais e internacionais, inclusive como representante dos ministros do Trabalho e Planejamento. Desde 1970, vem proferindo palestras e conferências sobre Previdência Social e complementar.<lb/>Em 1982, aposentou-se na cátedra de matemática financeira da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), continuando o seu trabalho na presidência da STEA.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 07 de novembro<lb/>Fita 1<lb/>Nascimento; origem familiar; origem do nome Rio; comentário sobre Oscar Porto Carreiro, atividade do pai como empresário teatral; o falecimento do pai; comentário sobre a família; comentário sobre os avós; recordações da casa onde morou com os avós; o início do estudo de matemática; comentário sobre o professor José Oiticica; lembranças da mãe; a profissão dos pais e dos irmãos; relação entre religião e ciência; origem portuguesa dos avós; o Colégio Pedro II; comentário sobre os professores; o trabalho de conscientização dos empresários sobre Previdência complementar; o interesse pela matemática; o desempenho escolar; a busca de segurança pessoal através da matemática; o lazer na infância; a prática de esportes.<lb/><lb/>Fita 2<lb/>O gosto pelos estudos; recordações da Revolução de 1930; comentário sobre Getúlio Vargas; o concurso para meteorologista do Ministério da Agricultura, em 1942; o concurso para atuário do MTIC, em 1945; relato de uma conversa entre Luiz Simões Lopes e Getúlio Vargas; críticas a Filinto Müller; lembranças de fatos políticos; comentário sobre o professor Oiticica e o caso de um aluno integralista; as aulas do professor Oiticica; o Estado Novo; a queda de Getúlio Vargas; a participação política na universidade; o Colégio Pedro II durante o Estado Novo; o trabalho como meteorologista; o curso de engenharia; o curso de matemática na Faculdade Nacional de Filosofia; o primeiro trabalho publicado; o título de Catedrático em agronomia, em 1948; os livros escritos; relato de uma conversa com Mário Henrique Simonsen sobre os militares; os trabalhos sobre a Previdência Social; o aprendizado dos idiomas francês e italiano; a presença de professores italianos antes da Segunda Guerra Mundial; críticas ao governo Vargas; o Barão de Itararé; o convite para estudar em Princeton; origem da palavra atuário; o ceticismo em relação à política; a preparação para o concurso de atuário com Oscar Porto Carreiro; influência do professor Porto Carreiro.<lb/><lb/>Fita 3<lb/>Comentário sobre Oscar Porto Carreiro; definição de atuária; a doutrina atuarial; os requisitos necessários para a profissão de atuário; os estudos na faculdade de engenharia; comentário sobre Nino Leal de Sá Pereira; os atuários do Ministério do Trabalho e da STEA; o convite de San Thiago Dantas para estudar em Princeton; as palestras sobre Previdência Social.<lb/><lb/>2ª Sessão: 14 de novembro<lb/>Fita 3 (continuação)<lb/>A opção pela matemática; a reação da avó diante da opção pela matemática; o falecimento da avó; comentário sobre o concurso de atuário no Ministério do Trabalho; as provas do concurso; a função do atuário no Ministério do Trabalho; o desgaste com o concurso; o trabalho na Divisão de Pesquisa do Serviço Atuarial do MTIC; o primeiro concurso para catedrático da Faculdade Nacional de Ciências Econômicas, em 1950; o escândalo do preterimento à cátedra; a nomeação para a diretoria do Departamento de Atuária e Estatística do IAPETC; a obtenção da cátedra, em 1962; as pesquisas no serviço atuarial; a valorização do atuário; os estudos sobre mortalidade; a probabilidade; a ENCE do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<lb/><lb/>Fita 4<lb/>A criação do ENCE, em 1953; os cursos ministrados na ENCE; o significado da palavra estatística; comentário sobre estatística; a lei empírica do acaso; a utilização do cálculo de probabilidade; os objetivos da ENCE; comentário sobre o trabalho para o jornal Correio da Manhã; o Correio da Manhã e o movimento militar de 1964; Getúlio Vargas e o estímulo aos concursos públicos; a organização do serviço atuarial; a dimensão do atuariado do MTIC; o seguro de acidentes de trabalho; o trabalho premiado pela Associação Brasileira de Estatística, em 1948; a confiabilidade dos dados utilizados para pesquisa na STEA; os estudos no Departamento de Pesquisas do serviço atuarial; as mudanças na legislação previdenciária e os cálculos atuariais; a assistência médica e o cálculo atuarial; advertência sobre a utilização das reservas dos institutos para cobrir as despesas com assistência médica; as consequências da transferência da assistência médica para o Ministério da Saúde; a seguridade social; a Previdência rural e o cálculo atuarial; o problema das despesas na área da Previdência e assistência social; o uso de simulações; o conflito dos técnicos com os políticos; opinião sobre o sistema de capitalização; a interferência dos políticos; o regime de repartição.<lb/><lb/>Fita 5<lb/>Visão dos atuários sobre a assistência médica; utilização das reservas dos institutos para a assistência médica; interferência política na Previdência Social; o trabalho como atuário do IAPETC; peculiaridades do IAPETC; a contribuição dos estivadores; a gestão de José Cecílio Pereira Marques no IAPETC; as reivindicações dos trabalhadores; relato de um caso de atrito com segurados em Campinas (SP); comentário sobre o Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS); o impacto da assistência médica e social nos cálculos atuariais; a duração das várias gestões na presidência do IAPETC; o contato com Juscelino Kubitschek; o impacto da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS); a criação da aposentadoria por tempo de serviço; o regime de repartição; a crise da Previdência Social.<lb/><lb/>Fita 6<lb/>O fim da contribuição da União; as despesas de administração do INPS; o sistema de capitalização; a utilização das reservas da Previdência Social pelo governo; atuação fiscalizadora dos atuários e o conflito com políticos e segurados; o desprezo pelo pareceres dos atuários; os serviços médicos do IAPETC; relato de uma consulta médica; o controle estatístico dos serviços médicos; as diferenças entre o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI) e o IAPETC; o débito das empresas com a Previdência Social; o cálculo atuarial e a queda na arrecadação dos institutos; o problema dos trabalhadores autônomos (estivadores) no IAPETC; o equilíbrio financeiro do IAPETC; o investimento em imóveis com as reservas do IAPETC; o impacto dos aumentos das contribuições à Previdência Social; comentários sobre a LOPS; atuação dos atuários no plano de custeio dos benefícios da LOPS; a participação no Conselho Atuarial do MTIC; a extensão do cargo de atuário do INPS; atuação dos atuários na unificação dos institutos, em 1967; a dispersão dos atuários depois da extinção do cargo; atuação dos atuários na discussão sobre o Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB), em 1945; opinião sobre a LOPS; a direção colegiada no IAPETC.<lb/><lb/>3ª Sessão: 12 de fevereiro<lb/>Fita 7<lb/>Os motivos da extinção do quadro de atuários do INOS; os problemas financeiros surgidos com a unificação; atuação no Ministério do Planejamento; crítica à política implantada no Banco Nacional da Habitação (BNH); as investigações do Serviço Nacional de Informação (SNI) sobre sua vida; o desconhecimento do papel do atuário por parte dos governantes; o mercado de trabalho e o ensino da atuária; assessoria ao Correio da Manhã; a criação do setor de Previdência complementar da Petrobrás (PETROS), em 1970; crítica ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS); comentário sobre a Previdência complementar; a revitalização do Conselho Atuarial; a criação da STEA, em 1963; o papel da Previdência complementar.<lb/><lb/>Fita 8<lb/>A patronal do IAPI; a Previdência complementar nas empresas estatais; aplicação do fundo de reserva das entidades de Previdência complementar; comentário sobre as falsas fundações; modelo matemático de quantificação da produtividade do trabalho humano; conceito de trabalho; a relação entre produtividade do trabalhador e aposentadoria; o problema da perda de produtividade por parte do trabalhador; a experiência da expulsória na Vale do Rio Doce; opinião sobre as aposentadoria especiais dos professores, aeronautas e jornalistas; os dois tipos de déficit da Previdência: o atuarial e o contábil; a relação entre adoção da aposentadoria por tempo de serviço e déficit da Previdência; comentários sobre fraudes e abusos; o fim da idade mínima para aposentadoria; a política econômica do Ministro Delfim Neto e a degradação dos salários; a necessidade de se vincular o seguro-desemprego à Previdência Social; a relação entre política salarial e política de benefícios da Previdência Social; as oscilações no salário do trabalhador e o cálculo da aposentadoria.<lb/><lb/>Fita 9<lb/>Assistência médica na Previdência Social; oposição dos atuários aos gastos dos institutos com os serviços médicos; os problemas surgidos com a privatização dos serviços médicos; comentários sobre a utilização de serviços médicos conveniados e contratados; a depreciação do atendimento médico; o problema da licença; esperanças na melhoria da Previdência Social; o descaso em relação à competência na área da Previdência Social.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Rio Nogueira</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETC)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Severino Montenegro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-34</unitid>
            <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">16/03/1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete (2h30min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Fita 3, Lado B não tem gravação. Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte).</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/4/d/54d3761fe8954c73c91e7cae7d18e152478347fa7541340b7d10cbafa2b2f700/Severino_Montenegro.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Gilberto Hochman, Luiz Octávio Coimbra e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 16 de março e 24 de agosto de 1987.<lb/><lb/>Resenha biográfica<lb/>Severino Montenegro nasceu em Olinda, Pernambuco, a 9 de maio de 1911. Seu pai era dono de uma usina açucareira. Entre seus três irmãos Severino Montenegro é o mais velho. Cursou o primário na usina e o curso secundário no Colégio dos Irmãos Maristas.<lb/>Em 1928, iniciou seus estudos na Faculdade de Engenharia de Recife, concluindo o curso em 1932. Casou-se em seguida e um ano depois mudou-se para o Rio de Janeiro, ingressando no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) como atuário, por indicação do então Ministro do Trabalho Agamenon Magalhães. Nesta ocasião, criou o serviço atuarial do IAPC, que mais tarde transformou-se em Diretoria de Atuária e Estatística, da qual foi seu primeiro e único diretor.<lb/>Em 1945, participou da Comissão de Estudo sobre a viabilidade atuarial do Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB). Com a unificação dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs), em 1967, e face à inexistência de um departamento atuarial no recém-criado Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), passou a trabalhar no serviço atuarial do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS).<lb/>Em 1974, com a criação do Ministério da Previdência Social (MPAS), assumiu a chefia da Coordenadoria Atuarial deste ministério. Exercendo diferentes atividades na Previdência Social.<lb/><lb/>1a ENTREVISTA – 16/03/1987<lb/>Fita 1 – O ingresso no IAPC; origem familiar; lembranças da infância; o Conselho Atuarial do Ministério do Trabalho; o significado da atuária no Ministério do Trabalho; o início do trabalho no IAPC; a criação do serviço atuarial do IAPC; a função do Departamento Nacional do Trabalho (DNT); os novos métodos utilizados pelo serviço atuarial; lembranças da infância; lembranças do pai; a política em Pernambuco no início do século XX; formação religiosa; lembranças do Colégio Marista; influência familiar na opção profissional; o ingresso na faculdade de engenharia; comentários sobre a Revolução de 1930; expectativas e atividades do curso de engenharia; o trabalho no IAPC.<lb/><lb/>2a ENTREVISTA – 25/08/1987<lb/>Fita 2 – O corpo de atuários do Ministério do Trabalho; comentários sobre João Carlos Vital; atuação como membro da comissão que formulou o ISSB; avaliação do ISSB; o Plano Beveridge; comentários sobre o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB) e IAPC; assistência médica na Previdência Social; a contribuição dos segurados para a assistência médica do IAPC; a construção do Hospital dos Comerciários (atual Hospital de Ipanema); a unificação dos institutos e a extinção dos departamentos atuariais; a relação entre os sindicatos dos comerciários e o IAPC; a política habitacional do IAPC; o ingresso no IAPC; a ligação com Agamenon Magalhães; origem familiar; o envolvimento do pai com a política pernambucana; posicionamento político; a participação da direção colegiada no IAPC; avaliação dos IAPs no período da unificação; a hegemonia do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI) na unificação; a desvalorização dos atuários com a unificação; o retorno ao Ministério do Trabalho como atuário, na gestão de Júlio Barata; as viagens internacionais a serviço da Previdência Social; comparação entre o sistema previdenciário brasileiro e os estrangeiros; avaliação atuarial dos IAPs; o trabalho de elaboração d legislação previdenciária para o trabalhador rural; comentário sobre os convênios desenvolvidos pelo IAPC na área da assistência médica; a incidência de tuberculose entre os comerciários; o gosto pela literatura e pela arte; comentário sobre a regulamentação dos serviços médicos do IAPC; a qualidade da assistência médica no IAPC.<lb/><lb/>Fita 3 – A qualidade da assistência médica no IAPC; referência à arrecadação do IAPC; comentário sobre a Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Severino Montenegro</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Waldemar Luiz Alves</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-35</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">01/07/1986 a 28/07/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 8 fitas cassete (7h54min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/4/0/a/40adc417565e8afd268464e72ec42f7cfdc697ca476546848601f9eed5b50af0/Waldemar_Luiz_Alves.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra, Marcos Chor Maio e Nilson Moraes, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 01, 08, 16 e 28 de julho de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica<lb/>Waldemar Luiz Alves, nasceu em Paulista, Pernambuco, em 1920. Filho de um foguista, ainda criança foi morar em Recife, onde começou a trabalhar como torneiro-mecânico. Mais tarde, aprendeu com um primo o ofício de pespontador e após seis meses tornou-se autônomo, até ser convidado para dirigir a seção de pesponto de uma grande fábrica de calçados em Recife.<lb/>Em 1942, fez parte da Junta Interventora no Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Calçados de Recife que, após 60 dias, convocou eleições para a nova diretoria, sendo Waldemar Luiz Alves eleito presidente do sindicato.<lb/>Em 1944, houve eleições para o Conselho Fiscal do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI), na qual foi eleito suplente da representação dos trabalhadores. Continuou como presidente do sindicato por mais dois anos quando, em 1946, tornou-se membro efetivo do Conselho Fiscal do IAPI, transferindo-se para o Rio de Janeiro.<lb/>Nos anos 50, participou ativamente na luta pela reforma da Previdência Social e, particularmente, na aprovação da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS), que possibilitava, entre outras coisas, a participação de empregados e empregadores na administração dos órgãos de Previdência Social. Além disso, foi membro da Comissão Ministerial que regulamentou a referida lei.<lb/>No governo Kubitschek foi assessor do então Ministro do Trabalho João Batista ramos, para assuntos relacionados à Previdência Social. Logo após a regulamentação da LOPS, quando foram convocadas as eleições para o preenchimento dos cargos de representante classista junto à Previdência Social, concorreu e foi eleito um dos representantes dos empregados no Conselho de Administração do IAPI.<lb/>Como integrante do Conselho Administrativo, foi eleito pelo mesmo, presidente do IAPI, permanecendo no cargo por um ano, de 1962 a 1963.<lb/>Participou também das eleições de 1962, como candidato da coligação Partido Social Trabalhista e Partido Socialista Brasileiro (PST-PSB), em Pernambuco, sendo um dos mais votados para deputado federal. Porém, em 9 de abril de 1964, teve o seu mandato cassado pelo Ato Institucional nº 1 (AI-1).<lb/>Em 1984, atuou no Movimento Nacional Tancredo Neves, na qualidade de coordenador das entidades de classe.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 01 de julho<lb/>Fita 1<lb/>Origem familiar; a profissão do pai; as condições de trabalho do pai; comentários sobre a família; o nível de escolaridade; a infância em Paulista (PE); a mudança para Recife e os primeiros trabalhos; a vida escolar; trajetória profissional; o início da atividade sindical; as impressões sobre o Estado Novo; atuação dos comunistas em Pernambuco; definição de “pelego”; a eleição para a diretoria do sindicato dos Trabalhadores de Calçados de Recife.<lb/>Fita 2<lb/>Avaliação do Estado Novo; os comunistas durante o Estado Novo; a gestão como presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Calçados de Recife; as reivindicações dos trabalhadores; atuação de Agamenon Magalhães junto aos sindicatos dos trabalhadores; a política partidária após a queda do Estado Novo; atuação da União Democrática Nacional (UND) em Pernambuco; a eleição para o IAPI; a Previdência Social em Pernambuco; comentário sobre a assistência médica no IAPI; a política do Departamento de Inversões do IAPI; críticas a atual política habitacional; atuação do Conselho Fiscal do IAPI; as reivindicações dos trabalhadores quanto à Previdência Social; a LOPS; a luta pela aprovação da LOPS.<lb/><lb/>2ª Sessão: 08 de julho<lb/>Fita 3<lb/>A luta dos trabalhadores pela aprovação da LOPS; o 1º Congresso dos Trabalhadores da Previdência Social, em 1953; os objetivos do IAPI; a política habitacional do IAPI; comentário sobre os conjuntos habitacionais do IAPI; a falta de consciência dos trabalhadores quanto à Previdência Social; comentário sobre o Congresso dos Trabalhadores da Previdência Social, em 1953; comentário sobre os congressos do IAPI e dos trabalhadores em geral; a política e a Previdência Social; os motivos que determinaram a lentidão para a aprovação da LOPS; comentário sobre a UDN; a relação entre o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e a Previdência Social.<lb/>Fita 4<lb/>A falta de funcionários para atender os segurados do IAPI; a situação das contratações de funcionários no período da presidência no IAPI; comentários sobre a direção colegiada na administração da Previdência Social; a participação do IAPI na construção de Brasília; a criação do Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU); comentário sobre o Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS); o trabalho como assessor do deputado federal João Batista Ramos; o trabalho do Departamento Nacional de Previdência Social (DNPS); a luta pela implantação da assistência médica no IAPI; a contratação de serviços ambulatoriais e hospitalares.<lb/><lb/>3ª Sessão: 16 de julho<lb/>Fita 4 (continuação)<lb/>Comparação entre os serviços médicos contratados e o atendimento em hospitais da Previdência Social; visão sobre o emprego público e o emprego em empresa privada; comentário sobre a consciência de classe; os contratos do IAPI com ambulatórios e hospitais privados; a luta pela estatização do seguro de acidentes na década de 1950; ampliação da assistência médica no IAPI a partir de 1960.<lb/>Fita 5<lb/>Atuação das empresas privadas contra a estatização; a qualidade dos hospitais dos bancários, marítimos e dos servidores públicos; a diferença entre uniformização e unificação da Previdência Social; o apoio e resistência à aprovação da LOPS; a contribuição de Batista Ramos para a LOPS; comentários sobre a direção colegiada nos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); comentário sobre os “cardeais” do IAPI; a liderança dos “cardeais” do IAPI na Previdência Social após o golpe de 1964; o desconhecimento da Previdência Social pelas lideranças sindicais; o convite para a presidência do Instituto de Administração Financeira da Previdência Social (IAPAS); a candidatura para deputado federal pela coligação PST-PSB; os temas levantados na campanha eleitoral; atuação parlamentar; comentário sobre o “peleguismo”; a repressão nos IAPs e no sindicato depois do movimento militar de 1964; a clandestinidade.<lb/><lb/>4ª Sessão: 28 de julho<lb/>Fita 6<lb/>A criação do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS); resistência à unificação da Previdência Social; o apoio à proposta de unificação da Previdência Social; o trabalho no Conselho Fiscal do IAPI; a irregularidade da contribuição do governo pela Previdência Social; aplicação de reservas no IAPI; a criação de uma entidade assistencial para os funcionários do IAPI; comentário sobre os ambulatórios do IAPI.<lb/>Fita 7<lb/>O afastamento dos trabalhadores da gestão da Previdência Social após 1964; o IAPI e as comunidades de serviços; crítica à condenação da privatização da Previdência Social; os benefícios da patronal do IAPI; comentários sobre seguridade social; atuação dos médicos na Previdência Social; referência aos congressos sobre Previdência Social; a ligação com Tancredo Neves; a reivindicação pelo restabelecimento da direção colegiada na Previdência Social; a direção colegiada e as influências políticas; a Previdência Social na Nova República; a questão da estatização do seguro de acidentes de trabalho.<lb/>Fita 8<lb/>O aumento do nível de mobilização dos trabalhadores no período de aprovação da LOPS; atuação em uma instituição religiosa; a reivindicação dos trabalhadores para dirigir a Previdência Social.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Waldemar Luiz Alves</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Eli Baia</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-10</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">29/08/1986 a 14/11/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete (7h50min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/f/7/6f728ae1546988ec3a3755a9b6c487b74b8fdbfc6243c5b21e7790d8addabbc9/EliBaia.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Ana Luce Girão Soares de Lima, Luís Otávio Coimbra e Marcos Chor Maio, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 29 de agosto, 24 de setembro, 07 e 14 de novembro de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica: Eli Baia de Almeida nasceu em Viçosa, Alagoas, em 1915. Sua mãe era filha de um próspero comerciante holandês, que desfrutava de grande prestígio na cidade. Seu pai, comerciante de algodão e criador de gado, motivado pela concorrência após a instalação da empresa Anderson Clayton na cidade e também pelo desejo de proporcionar melhores opções de estudo para seus filhos, decidiu mudar com a família para Maceió, em 1929.<lb/>Realizou o curso básico em Viçosa, na escola pública local, e estudou no Colégio Diocesano Maristas e no Liceu Alagoano, em Maceió, onde concluiu o ginásio.<lb/>Formado pela Faculdade de Medicina de Recife, em 1939, especializou-se em tisiologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Iniciou suas atividades profissionais no Centro de Saúde da Rua do Rezende, onde o professor Manoel de Abreu desenvolvia o programa de abreugrafia.<lb/>Em 1942, ingressou no corpo médico do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB), trabalhando inicialmente no Dispensário de Tuberculosos, na Avenida 13 de Maio.<lb/>De 1950 a 1954, prosseguiu suas atividades como fisiologista, no Sanatório Cardoso Fontes, em Jacarepaguá (RJ). Neste período, realizou palestras em sindicatos e participou de congressos no Brasil e no exterior, divulgando a experiência de recuperação do tuberculoso para o trabalho, desenvolvida pelo IAPB.<lb/>Posteriormente, foi diretor-médico do IAPB, procurando estender a outros estados as condições de atendimento médico do Rio de Janeiro. Sua administração foi pautada pela instalação de hospitais nos demais grandes centros de população bancária, como São Paulo, Fortaleza e Belo Horizonte, além do estabelecimento de convênios com sanatórios particulares e o credenciamento de fisiologistas. Participou ainda da comissão de instalação do Hospital da Lagoa<lb/>               No governo de Juscelino Kubitschek, foi nomeado para a comissão organizadora do Sistema de Assistência Médica da Previdência Social (SAMPS), que propôs, em suas conclusões, a unificação da assistência médica previdenciária e uma melhor distribuição regional de postos e serviços médicos.<lb/>	Filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), manteve estreita ligação com lideranças sindicais bancárias durante os anos 50.<lb/>	Representante do IAPB no processo de unificação da Previdência Social, assumiu o cargo de diretor da Divisão Hospitalar do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), em 1967.<lb/>	Durante a gestão de Júlio Barata no Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), foi nomeado superintendente regional em Brasília, e no ano seguinte, ocupou o mesmo cargo em São Paulo. Neste estado, assumiu a superintendência após uma crise em que ocorreram denúncias de fraudes e descredenciamento de casas de saúde. Durante a sua gestão, algumas casas de saúde foram recredenciadas e estabeleceram-se convênios com o estado e o município de São Paulo.<lb/>	Em seu retorno ao Hospital da Lagoa, reassumiu o cargo de chefe do serviço de pneumologia. Atualmente, preside o centro de estudos deste hospital e a Academia de Administração Hospitalar, além de exercer atividades como médico liberal.<lb/><lb/>1ª ENTREVISTA – 29/08/1986<lb/>Fita 1 – Origem familiar; o ingresso no IAPB, em 1942; origem do nome Baia; o programa de combate à esquistossomose desenvolvido pela Fundação Rockefeller, em 1927; as condições de habitação e higiene em Viçosa; assistência médica em Viçosa; atividades econômicas em Viçosa; os efeitos da instalação da Anderson Clayton na cidade, de 1927 a 1928;mo trabalho educativo da Fundação Rockefeller; os casos de esquistossomose na família; influência na escolha de sua carreira profissional; biografia do pai; a escola pública em Viçosa; os intelectuais da cidade; ausência de cursos universitários em Alagoas; a mudança para Maceió, em 1929; lembranças do Colégio Diocesano; as relações com a comunidade israelita de Maceió; lembranças da Revolução de 1930; a Aliança Nacional Libertadora (ANL); lembranças do movimento de 1935; o vestibular para engenharia em São Paulo, em 1932; lembranças do movimento constitucionalista; a Faculdade de Medicina de Recife; lembranças dos professores e das matérias preferidas na Faculdade; o aprendizado médico na rede hospitalar de Recife; o contato com professores de diferentes ideologias na faculdade; o vestibular para a Faculdade de Medicina de Recife; ausência de discussões sobre Previdência Social na universidade.<lb/><lb/>Fita 2 – A opção pela tisiologia; o programa de combate à tuberculose do Serviço de Divisão Nacional de Tuberculose (SDNT); admissão no IAPB; o trabalho no Dispensário de Tuberculose do Posto 13 de Maio (IAPB); o programa do IAPB de assistência aos tuberculosos; assistência médica aos bancários; o programa de Pedro Ernesto para a construção de hospitais; o trabalho com o professor Manoel de Abreu no centro de saúde da Rua do Rezende; o primeiro cadastro toráxico da Previdência Social; os interesses literários e intelectuais; o Rio de Janeiro no Estado Novo; a campanha do Serviço Nacional de Tuberculose; a missão no IAPB; assistência médica aos bancários; relação entre a equipe médica do IAPB e o Sindicato dos Bancários; o trabalho no Sanatório Cardoso Fontes; a viagem aos Estados Unidos com o apoio da American Torax Society; a participação no Congresso Médico na Índia, em 1957; incidência de tuberculose nos outros Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); a regionalização da assistência à tuberculose pelo IAPB; os convênios com hospitais e casas de saúde particulares; a participação no movimento de reivindicação da letra Ö”.<lb/><lb/>Fita 3 – A filiação ao PTB; a designação para diretor-médico do IAPB; a proposta do Sindicato dos Bancários para candidatar-se a deputado federal; o trabalho na área de cancerologia pulmonar; a participação em congressos internacionais de pneumologia; o desenvolvimento de conhecimentos médicos no IAPB; ascensão a diretor-médico do IAPB; a classificação de hospitais da rede privada para o estabelecimento de convênios; a indicação da sociedade médica do IAPB para que assumisse a direção médica; a exigência da abreugrafia pelo IAPB; assistência médica no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC); assistência médica no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI); o projeto de Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS).<lb/><lb/>2ª ENTREVISTA - 24/09/1986<lb/>Fita 4 – Lembranças do farmacêutico de Viçosa; comentários sobre José Viegas da Motta Lima; diretor-geral do Departamento Médico do IAPB; o tratamento de tuberculose por pneumotórax; o estigma social contra tuberculosos; as condições de contágio; a permanência do doente no sanatório; trajetória profissional; o credenciamento de médicos e o pagamento por unidade de serviço pelo IAPB; a tentativa de unificação da assistência médica previdenciária no governo Kubitschek; a experiência como superintendente regional em São Paulo; o trabalho no setor de pneumologia do Hospital da Lagoa; o relacionamento com Júlio Barata; denúncia de irregularidades no INPS de São Paulo; método adotado para o controle de irregularidades; avaliação do Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU); resistência dos sindicatos à unificação da Previdência; comentários sobre a assistência prestada pelo IAPB e SAMDU; o controle financeiro no IAPB; as duas gestões como diretor-médico (antes e depois da unificação); avaliação da experiência de direção colegiada no IAPB; a compra do Hospital da Lagoa.<lb/><lb/>Fita 5 – A compra do Hospital da Lagoa; o sistema de assistência médica previdenciária do Brasil em relação a outros países; oposição do SAMDU à unificação dos serviços médicos proposta pelo SAMPS; influência do PTB nas nomeações de funcionários para o IAPB; assistência médica nos conjuntos habitacionais do IAPB; referência ao Plano Beveridge nas formulações do SAMPS; os grupos de seguro-saúde; as fraudes no INPS; a distribuição regional dos hospitais do IAPB; as prisões e cassações no IAPB pós-64; os convênios dos IAPs e INPS; a universalização da Previdência; assistência materno-infantil no IAPB; o tratamento de câncer originário do IAPB e atualmente desenvolvido no Hospital da Lagoa; os tratamentos médicos no exterior através do IAPB; os casos de câncer pulmonar tratados como tuberculose; os sanatórios de tuberculose no Rio de Janeiro; a participação em congressos médicos internacionais pelo IAPB; a redução do número de aposentadorias por invalidez como resultado do tratamento contra tuberculose; o Boletim do Centro de Estudos do IAPB.<lb/><lb/>3ª ENTREVISTA – 07/11/1986<lb/>Fita 6 – As atividades no Centro de Estudos do IAPB, entre 1952 e 1968; influência do modelo do Centro de Estudos do Hospital dos Servidores do Estado (HSE); influência do modelo norte-americano nos hospitais previdenciários; a importância da informática na medicina; o atendimento hospitalar pela Previdência, em São Paulo; as condições de atendimento nos hospitais conveniados; a qualidade do atendimento do HSE; resistência do HSE à unificação; a relação entre universalização e perda de qualidade do serviço médico; as dificuldades atuais dos hospitais previdenciários; as correntes político-partidárias e a atuação do centro de estudos; as dificuldades nos projetos de unificação, como o SAMPS; a idéia de criação do SAMPS no governo Kubitschek; o senso médico do SAMPS; os padrões de convênios do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS) com a rede hospitalar privada.<lb/><lb/>Fita 7 – Remoção da maternidade do Hospital da Lagoa na administração de Luiz Seixas no INPS; a direção colegiada no IAPB; a distribuição de medicamentos e a ampliação da assistência durante a gestão colegiada; a participação na comissão de instalação do Hospital da Lagoa; o treinamento de funcionários do hospital; a organização da equipe médica; a utilização da capacidade do hospital; a carência de auxiliares de enfermagem; ampliação do corpo médico após a unificação; administração da Previdência Social nos governos militares; a importância da Previdência no desenvolvimento da medicina; a nomeação para diretor da divisão hospitalar do INPS; reação dos bancários à unificação; assistência médica previdenciária após a unificação; atuação no processo de unificação; a participação de representantes dos antigos institutos após a unificação da Previdência.<lb/><lb/>Fita 8 – Atuação de Torres de Oliveira no processo de unificação; convocação para a Superintendência do INPS em Brasília; atuação como superintendente regional em São Paulo; a fiscalização das condições de atendimento das casas de saúde contratadas; os convênios com sindicatos; comentários sobre a condição de superintendente regional no governo Médici;<lb/><lb/>4ª ENTREVISTA – 14/11/1986<lb/>Fita 8 (continuação) – Os cargos ocupados no IAPB e no INPS; o salário dos médicos após a unificação; comentários sobre a política salarial e a carreira na Previdência; comentário sobre o Plano Nacional de Saúde na gestão do Ministro Leonel Miranda; ampliação dos contratos com o setor privado após a unificação; explicação para o crescimento do setor contratado; os convênios do IAPB com sindicatos; comentários sobre a assistência médica no IAPI; os convênios da Previdência com os hospitais universitários; comentários sobre a não-remuneração dos médicos que participam das atividades de ensino nos hospitais; a diferença de tratamento nos hospitais próprios da Previdência e nos contratados; a residência médica nos hospitais previdenciários; a Sociedade Médica dos Bancários como embrião do Centro de Estudos dos Bancários; o papel do Boletim do Centro de Estudos dos Bancários; o intercâmbio entre os médicos dos IAPS; comentários sobre as jornadas médicas realizadas no Hospital de Ipanema; assistência médica no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM); comparação entre a assistência médica do IAPB, IAPC e IAPM; a construção de hospitais pelo Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETC); comentários sobre a fundação do Hospital do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE) em campina Grande (PB).<lb/><lb/>Fita 9 – Comentários sobre a construção do Sanatório Alcides Carneiro pelo IPASE; a organização da Comissão do SAMPS; referência à posição de Francisco Laranja quanto à unificação; a participação de Fioravanti di Piero nas discussões sobre a unificação; a excessiva centralização das decisões após a unificação; aproximação recente entre a concepção do médico e do atuário; os conflitos entre médicos e o serviço atuarial do IAPB; referência à gestão de Rafael de Almeida Magalhães no Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS); mudanças no perfil dos pacientes do Hospital da Lagoa; a participação na Academia Brasileira de Administração Hospitalar; as diferenças entre o trabalho desenvolvido atualmente e no início da sua carreira no IAPB.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Eli Baia de Almeida</persname>
            <corpname role="subject">Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (INAMPS)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Zélio Coutinho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-02-36</unitid>
            <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">27/06/1986 a 03/07/1986</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete (4h35min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/1/2/a128362c046e9e7cb4706847ba8d821b7eaa1adafe92466710a549ba66e0d113/Z__lio_Coutinho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra e Marcos Chor Maio, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 27 de junho e 03 de julho de 1986.<lb/><lb/>Resenha biográfica<lb/>Zélio Coutinho nasceu no Rio de Janeiro, em 1980, filho de um médico formado na mesma turma de Oswaldo Cruz. Estudou em escolas públicas e fez o curso profissionalizante na Escola da Marinha Mercante, além do curso de ciências e letras.<lb/>Iniciou sua carreira profissional na Marinha Mercante, assumindo, em 1933, o cargo de secretário-geral do Sindicato dos Pilotos e Capitães da Marinha Mercante. No ano seguinte, ingressou no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos (IAPM), criado em 1933.<lb/>No IAPM, chefiou a seção de recrutamento de segurados entre 1938 e 1945, e também a seção de serviços médicos do estado do Rio de Janeiro, em 1946. Além disso, foi inspetor de segurança do trabalho.<lb/>Em 1947, foi nomeado delegado do IAPM em São Paulo. Um ano depois, instalou a delegacia do IAPM no antigo estado do Rio de Janeiro, da qual foi seu primeiro delegado, incorporando ao instituto o Hospital Orêncio de Freitas, Niterói (RJ). Organizou, nesta ocasião, o Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU) e o Serviço de Parteiras, por bairros, em Niterói e São Gonçalo.<lb/>E, 1954, foi eleito para a Câmara dos Vereadores de Niterói pela legenda do Partido Republicano (PR), e em 1959, primeiro suplente de deputado estadual pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), exercendo o mandato de 1961 a 1963.<lb/>De volta à Marinha Mercante, foi nomeado agente da Companhia Lloyd Brasileiro, em Buenos Aires, entre 1959 e 1961.<lb/>A partir de 1966, passou a presidir a Recíproca Assistência, entidade de Previdência complementar criada inicialmente para atender aos marítimos e hoje franqueada a todos os interessados.<lb/><lb/>Sumário<lb/>1ª Sessão: 27 de junho<lb/>Fita 1<lb/>Nascimento; trajetória profissional do pai; formação escolar: lembranças da campanha civilista de Rui Barbosa na Paraíba; as condições de vida da população paraibana; as condições socioeconômicas da família; lembranças do avô paterno; influência do espírito da Revolução Francesa; a Revolução de 1930; a carreira profissional ao chegar no Rio de Janeiro, em 1923; a opção pela Marinha Mercante; o curso da Escola da Marinha Mercante; a presença de estrangeiros no comando de embarcações brasileiras; as principais companhias de navegação; origem social dos alunos da Marinha Mercante; influência do pai em sua educação; formação política e moral; o Rio de Janeiro da década de 1920; a criação das Caixas de Aposentadorias e Pensões (CAP's); a lei Eloy Chaves, em 1923; a criação do IAPM, em 1933; o Departamento de Acidentes de Trabalho do IAPM; a greve nacional pelo aumento salarial dos marítimos, em 1935; a reivindicação pela nacionalização dos comandos; o nacionalismo entre os marítimos; o movimento sindical dos marítimos nos anos 1920; a relação com os armadores; os salários e a contribuição previdenciária; a participação popular na revolução de 1930; a participação na Revolução Constitucionalista de 1932; a repercussão da revolução de 1930 na Marinha Mercante; as pressões para a criação do IAPM.<lb/>Fita 2<lb/>A prisão de marítimos durante a luta pela criação do IAPM; a criação do Sindicato dos Pilotos e Capitães da Marinha Mercante, em 1932; a legislação trabalhista antes de 1930; as CAP's; a criação do IAPM, em 1933; a disputa para escolha do primeiro presidente do IAPM; a reivindicação pela nomeação de marítimos para dirigir o IAPM; as principais doenças que atingiam os marítimos; alimentação durante as viagens; assistência médica no IAPM; o ingresso no IAPM, em 1934; atuação na organização de sindicatos; a instauração do Estado Novo, em 1937.<lb/><lb/>2ª Sessão: 03 de julho<lb/>Fita 2 (continuação)<lb/>Comentários sobre o Estado Novo; a criação da delegacia do IAPM, em Niterói (RJ); atuação como inspetor de segurança do trabalho; os acidentes de trabalho mais frequentes; o tratamento dos acidentados; a intervenção no IAPM em 1946; os hospitais do IAPM; os motivos da intervenção; o regime de capitalização; as demandas por hospitais e ambulatórios; as mudanças na estrutura administrativa dos institutos; a deterioração da Previdência Social após a unificação; as reclamações dos marítimos em relação aos serviços e benefícios do IAPM.<lb/>Fita 3<lb/>A solicitação de aposentadoria pelo associado; a contribuição dos empregadores; a punição das empresas que se descuidavam da segurança do trabalhador; as mudanças na estrutura administrativa dos institutos; a perda de autonomia administrativa dos IAP's; os motivos das mudanças; a ingerência política nos institutos durante o regime democrático; a política sindical no IAPM; o afastamento do cargo de delegado do IAPM em Niterói, em 1954; atuação como vereador; a nomeação para agente do Lloyd Brasileiro em Buenos Aires; em 1959; atuação em Buenos Aires; atuação durante a greve dos marítimos de 1957; a direção colegiada do IAPM; influência do Partido Trabalhista Brasileiro (PDT) no IAPM; os convênios do IAPM com casas de saúde e hospitais em Niterói; a criação do SAMDU em Niterói; a doação ao IAPM de um hospital em Niterói; o funcionamento dos serviços médicos do IAPM em Niterói; os abusos nas licenças médicas; a fiscalização dos convênios com as casas de saúde.<lb/>Fita 4<lb/>Os abusos dos médicos conveniados; o funcionamento do SAMDU em Niterói; os marítimos frente à Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS); os sindicatos mais ativos; atuação como agentedo IAPM em Campos (RJ); a gestão de Eduardo Ribeiro na presidência do IAPM; a criação da Recíproca Assistência; comentário sobre a função da Previdência privada e complementar; os funcionários do IAPM depois de 1964; atuação dos comunistas nos sindicatos dos marítimos; a encampação da Caixa de Aposentadorias e Pensões da Cantareira pelo IAPM; a situação financeira dos institutos; comentário sobre o socialismo; a Previdência Social e o regime militar pós-1964; o clientelismo e a corrupção na política brasileira; balanço sobre a unificação; atuação de Pedro Ernesto junto aos marítimos; a situação financeira pessoal; os principais dirigentes do IAPM; a gestão de Armando Falcão no IAPM.<lb/>Fita 5<lb/>Avaliação da direção colegiada; o Conselho Administrativo do IAPM; as características do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI); os problemas do funcionalismo da Previdência Social; a gestão de Napoleão Alencastro Guimarães no IAPM; as dificuldades na vida do marítimo; os motivos da posição de vanguarda dos marítimos; os problemas da Previdência Social; os investimentos do IAPM; a construção de conjuntos habitacionais; o aluguel e a venda de imóveis.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Zélio Coutinho</persname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI)</corpname>
            <corpname role="subject">Serviço de Assistência Médica e Domiciliar de Urgência (SAMDU)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Previdência social</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição – Março de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP): 50 anos de história</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-01</unitid>
          <unitdate normal="2003/2004" encodinganalog="3.1.3">2003 - 2004</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 53 fitas cassete (44h48min)    </physdesc>
          <note type="generalNote">
            <p>Documentos analógicos e representantes digitais (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
          </note>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>O projeto, coordenado por Nísia Trindade, teve como objetivo constituir um acervo de entrevistas de História Oral realizadas por profissionais da Casa de Oswaldo Cruz com atores sociais que participaram da criação e organização da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) em comemoração de seu cinquentenário (1953/2003). Foram gravados 10 entrevistas, entre 14/11/2003 e 17/06/2004, com personagens importantes na criação e consolidação da ENSP como espaço de formação e atuação na saúde pública brasileira.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Adauto José Gonçalves de Araújo</persname>
          <persname role="subject">Elsa Ramos Paim</persname>
          <persname role="subject">Fernando Leitão</persname>
          <persname role="subject">Hélio Wanderley Uchôa</persname>
          <persname role="subject">Luiz Fernando da Rocha Ferreira da Silva</persname>
          <persname role="subject">Maria do Carmo Leal</persname>
          <persname role="subject">Paulo Marchiori Buss</persname>
          <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
          <persname role="subject">Szachna Eliasz Cynamon</persname>
          <persname role="subject">Eduardo de Azeredo Costa</persname>
          <persname role="subject">Arlindo Fábio Gômez de Sousa</persname>
          <corpname role="subject">Departamento Nacional de Saúde (DNS)</corpname>
          <persname role="subject">Gustavo Capanema Filho</persname>
          <corpname role="subject">Ministério da Educação e Saúde (MES)</corpname>
          <corpname role="subject">Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu)</corpname>
          <corpname role="subject">Serviço de Assistência Médica e Domiciliar de Urgência (SAMDU)</corpname>
          <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETC)</corpname>
          <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
          <corpname role="subject">Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)</corpname>
          <persname role="subject">Lenita Peixoto Vasconcelos</persname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>Política de saúde</subject>
          <subject>História institucional</subject>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Projeto PESES/PEPPE</subject>
          <subject>Saúde pública </subject>
          <subject>Planejamento</subject>
          <subject>Enfermagem</subject>
          <subject>Sanitarismo</subject>
          <subject>Parasitologia</subject>
          <subject>Higiene</subject>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
        </phystech>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2023</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
        </processinfo>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>Fundo Escola Nacional Saúde Pública</p>
        </relatedmaterial>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição.</p>
        </userestrict>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>LIMA, Nísia Trindade; FONSECA, Cristina M. O. e SANTOS, Paulo Roberto Elian dos (orgs.). Uma escola para a saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2004, 268 p., ilust.</p>
        </bibliography>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Adauto José Gonçalves de Araújo</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-01-01</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">07/04/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h55min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/6/e/d6e4f189d812cee61e01cf1239c60fcd8eca9b51aa40824cd6f5054b622fdcc3/Adauto_Jos___Gon__alves_de_Ara__jo.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Maria Cristina Fonseca e Paulo Elian dos Santos no dia 07 de abril de 2004.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Adauto José Gonçalves de Araújo</persname>
            <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrições</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Arlindo Fábio Gómez de Sousa e Luiz Fernando Ferreira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-01-02</unitid>
            <unitdate normal="2003/2003" encodinganalog="3.1.3">14 e 18/11/2003</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 6 fitas cassete (5h34min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/a/a/3aa94b1e3b560e61d31450a28c5fcf53b24500e2d9c0c3f6cbbb9c634a43efdd/Arlindo_F__bio_G__mez_de_Sousa_e_Luiz_Fernando_Ferreira.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em duas sessões, por André de Faria Pereira Neto, nos dias 14 (fitas 1 a 3) e 18 de novembro de 2003 (fias 4 a 6), no Rio de Janeiro/RJ.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Arlindo Fábio Gômez de Sousa</persname>
            <persname role="subject">Luiz Fernando da Rocha Ferreira da Silva</persname>
            <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História institucional</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrições</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Eduardo de Azeredo  Costa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-01-03</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">02/03 a 13/04</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 10 fitas cassete (8h46min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B das fitas 8 e 10 não foi gravado; documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte).</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/7/9/979994caa466c6940a4162115c5c87f51254eb1741b8da132e51cc4349acee1d/Eduardo_de_Azeredo_Costa.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em quatro sessões por Maria Cristina Fonseca, Paulo Roberto Elian dos Santos e Lisabel Espellet Klein, nos dias 02 (fitas 1 e 2), 8 (fitas 3 até 6, lado A) e 16 de março (fitas 6 lado B até fita 8, lado A) e 13 de abril de 2004 (fitas 9 e 10 lado A), no Rio de Janeiro/RJ.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Eduardo de Azeredo Costa</persname>
            <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Projeto PESES/PEPPE</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Planejamento</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Elsa Ramos Paim</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-01-04</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">27/04 a 17/06/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 10 fitas cassete (7h26min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B das fitas 2, 4 e 10 não foi gravado; documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte).</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/c/d/ccdc945711ea7e2267fc7316dc2fd244f9c65146727076942d5a7b917fde1324/Elsa_Ramos_Paim.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em cinco sessões por Maria Cristina Fonseca e Verônica Brito, nos dias 27 (fitas 1 e 2, lado A) e 29 de abril (fitas 3 e 4, lado A), 07 (fitas 5 e 6) e 12 de maio (fitas 7 e 8) e 17 de junho de 2004 (fitas 9 e 10, lado A).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Elsa Ramos Paim</persname>
            <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
            <corpname role="subject">Departamento Nacional de Saúde (DNS)</corpname>
            <persname role="subject">Gustavo Capanema Filho</persname>
            <corpname role="subject">Ministério da Educação e Saúde (MES)</corpname>
            <corpname role="subject">Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Enfermagem</subject>
            <subject>Sanitarismo</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2021</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrições</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fernando Leitão</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-01-05</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">17/05/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (2h02min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/7/8/17857a70d082b155c7956ede44dc638c343dedae1bc6afb666a416afe88d762b/Fernando_Leit__o.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Maria Cristina Fonseca e Lisabel Klein no dia 17 de maio de 2004, no Rio de Janeiro/RJ.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Fernando Leitão</persname>
            <corpname role="subject">Serviço de Assistência Médica e Domiciliar de Urgência (SAMDU)</corpname>
            <corpname role="subject">Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETC)</corpname>
            <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Parasitologia</subject>
            <subject>Higiene</subject>
            <subject>Instituição de saúde</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrições</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Hélio Wanderley Uchôa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-01-06</unitid>
            <unitdate normal="2003/2003" encodinganalog="3.1.3">18 e 25/11/2003</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete (2h49min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B das fitas 2 e 4 não foi gravado; documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte).</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/9/a/19a318070606eae479d92c4502d1836f24466e809fddd1dcd2c66fb234e53dd1/H__lio_Wanderley_Uch__a.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em duas sessões, por Maria Cristina Fonseca, Verônica Brito e Paulo Elian dos Santos nos dias 18 (fitas 1 e 2, lado A) e 25 de novembro de 2003 (fitas 3 e 4, lado A).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Hélio Wanderley Uchôa</persname>
            <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
            <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Odontologia</subject>
            <subject>Sanitarismo</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Higiene</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrições</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lenita Peixoto Vasconcelos</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-01-07</unitid>
            <unitdate normal="2003/2003" encodinganalog="3.1.3">09 e 16/12/2003</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete (4h35min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/2/b/52ba8f02506cd708b77cdb63daea59b18a4edc11507bfc5ff588951ec4dd6ed6/Lenita_Peixoto_Vasconcelos.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em suas sessões, por Maria Cristina Fonseca, Verônica Brito e Paulo Elian dos Santos nos dias 09 (fitas 1 e 2) e 16 de dezembro de 2003 (fitas 3 a 5, lado A).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)</corpname>
            <corpname role="subject">Sociedade Civil Bem-estar Familiar no Brasil (BEMFAM)</corpname>
            <corpname role="subject">Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu)</corpname>
            <persname role="subject">Edmar Terra Blois</persname>
            <persname role="subject">Lenita Peixoto Vasconcelos</persname>
            <persname role="subject">Hortênsia Hurpia de Hollanda</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Educação e Ensino</subject>
            <subject>Malária</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrições</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria do Carmo Leal</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-01-08</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">02/06/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h48min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/7/9/f79227059936fa53612734af3059a0abb198e91cd759edd171525a6f740bb6a8/Maria_do_Carmo_Leal.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Maria Cristina Fonseca no dia 02 de junho de 2004, no Rio de Janeiro/RJ.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Maria do Carmo Leal</persname>
            <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
            <persname role="subject">Ciro de Quadros</persname>
            <persname role="subject">Hésio de Albuquerque Cordeiro</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Epidemiologia </subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Enfermagem</subject>
            <subject>Projeto PESES/PEPPE</subject>
            <subject>Medicina preventiva </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrições</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Paulo Buss</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-01-09</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">16 e 19/02/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 3 fitas cassete (2h08min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B da fita 3 não foi gravado; documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/1/1/c11ade82ab6e76471ce632bf3ac5aa3e02e05a31045f00aaa82e8f9de9df9e69/Paulo_Buss.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em duas sessões, por Nísia Trindade, Maria Cristina Fonseca e Verônica Martins nos dias 16 (fita 1) e 19 de fevereiro de 2004 (fitas 2 e 3, lado A) .</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Paulo Marchiori Buss</persname>
            <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
            <corpname role="subject">Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)</corpname>
            <persname role="subject">Anamaria Testa Tambellini</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Administração em saúde </subject>
            <subject>Planejamento</subject>
            <subject>Projeto PESES/PEPPE</subject>
            <subject>Saneamento</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrições</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Szachna Eliasz Cynamon</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-01-10</unitid>
            <unitdate normal="2004/2004" encodinganalog="3.1.3">03 a 17/02/2004</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete (7h45min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>O lado B das fitas 3 e 6 não foram gravados; documento analógico e representante digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/c/8/ac84db3f73a0aa10049cd8fcffb4211d37e51db180fb5b9aca2525267df15d66/Szachna_Cynamon.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em três sessões, por Maria Cristina Fonseca e Paulo Elian dos Santos nos  dias 03 (fitas 1 a 3, lado A),10 (fitas 4 a 6, lado A) e 17 de fevereiro de 2004 (fitas 7 a 9).</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Szachna Eliasz Cynamon</persname>
            <corpname role="subject">Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP)</corpname>
            <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
            <persname role="subject">José Joaquim Seabra</persname>
            <persname role="subject">Alzira Vargas do Amaral Peixoto</persname>
            <persname role="subject">Getúlio Dornelles Vargas</persname>
            <corpname role="subject">Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP)</corpname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Higiene</subject>
            <subject>Águas residuais</subject>
            <subject>Saneamento rural</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp3, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Revisão da descrição - Fevereiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Revisão da descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrições</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Saúde Coletiva, Medicina Preventiva e Saúde Pública- História e Memória</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30</unitid>
          <unitdate normal="2015/2019" encodinganalog="3.1.3">2015-2019</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 31 itens (arquivos nato digitais; cerca de 52 horas de gravação)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>O Projeto intitulado Saúde Coletiva, Medicina Preventiva e Saúde Pública- História e Memória, apresenta como um de seus produtos um conjunto de entrevistas gravadas com 28 personagens que participaram ou, mesmo, lideraram a construção dessas três áreas no Brasil. Este conjunto compõe dois subprojetos, que envolvem os três temas e alguns tópicos de seus processos de institucionalização no país. Um conjunto de entrevistas aborda os temas sob a ótica de entrevistados da Universidade Federal da Bahia, sob a titulação “A Saúde Coletiva na Universidade Brasileira: o Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, desde suas origens no Departamento de Medicina Preventiva da UFBA”. O outro conjunto reúne entrevistas de representantes de várias instituições de pesquisa e ensino em Saúde que atuam com o foco nas três áreas compondo o subprojeto “História da Saúde Coletiva no Brasil”.<lb/>Coordenação: Tania Maria Dias Fernandes (DEPES/ COC/Fiocruz)<lb/>Pesquisadores: Ediná Alves Costa e Ana Cristina Souto (ISC/UFBA)/ Subprojeto “A Saúde Coletiva na Universidade Brasileira: o Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, desde suas origens no Departamento de Medicina Preventiva da UFBA”<lb/>Auxiliares de Pesquisa/ Bolsistas: André Luiz da Silva Lima; Eliene Rodrigues; Otto dos Santos de Azevedo; Joel Nolasco; Vanêssa Alves Pinheiro. Os depoentes são: Aníbal Muniz Silvany Neto; Everardo Duarte Nunes; Fernando Martins Carvalho; Francisco Eduardo Campos; Gastão Wagner de Souza Campos; Glaucia Maria de Luna Ieno; Heloisa Maria Mendonça de Morais; Ines Lessa; José Carvalho de Noronha; José da Rocha Carvalheiro; José Jackson Coelho Sampaio; José Wellington Gomes de Araújo; Kenneth Rochel de Camargo Jr; Lorene Louise Silva Pinto; Luiz Umberto Ferraz Pinheiro; Maria Andrea Loyola; Naomar de Almeida Filho; Paulo Ernani Gadelha Vieira; Paulo Marchiori Buss; Pedro Miguel dos Santos Neto; Rita de Cássia Barradas; Roberto de Andrade Medronho; Romélio Aquino; Ronaldo Ribeiro Jacobina; Sebastiao Loureiro; Sonia Fleury; Tatiana Wargas de Faria Baptista e Vera Lucia Almeida Formigli.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Descrição por item, organizado em ordem alfabética.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
          <corpname role="subject">Instituto Aggeu Magalhães (IAM)</corpname>
          <corpname role="subject">Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)</corpname>
          <corpname role="subject">Fundação Rockefeller</corpname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>Saúde pública </subject>
          <subject>Medicina preventiva </subject>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>História institucional</subject>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>Projeto PESES/PEPPE</subject>
          <geogname>Salvador (BA)</geogname>
          <geogname>Recife (PE)</geogname>
          <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
          <geogname>Ceará</geogname>
          <geogname>São Paulo</geogname>
          <geogname>Campinas (SP)</geogname>
          <geogname>Brasília (DF)</geogname>
        </controlaccess>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição</p>
        </userestrict>
        <otherfindaid encodinganalog="3.4.5">
          <p>Possui transcrição</p>
        </otherfindaid>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aníbal Muniz Silvany Neto</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-01</unitid>
            <unitdate normal="2016/2016" encodinganalog="3.1.3">16/05/2016</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h22min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/b/0/6b0c85d4057a58bf3f600a10f3951caf79a6d8383639342086f7064bc994534a/Entrevista_An__bal_Muniz.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, Eliene Rodrigues e Joel Nolasco, no Instituto de Saúde Coletiva, da Universidade Federal da Bahia, em Salvador, no dia 6 de maio de 2016.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Salvador (BA)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição - Possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Everardo Duarte Nunes</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-02</unitid>
            <unitdate normal="2018/2018" encodinganalog="3.1.3">16/08/2018</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (2h23min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/1/f/c1f23df438e78d3e03a5f8f391e3d340a613776b1739f341d8521fbb1ba947cd/Entrevista_Everardo_Nunes.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Dias Fernandes e Otto Santos, na Faculdade de Ciências Médicas/Departamento de Saúde Coletiva (FCM/DSC/Unicamp) – Campinas/SP, no dia 16 de agosto de 2018.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Everardo Duarte Nunes</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <geogname>Campinas (SP)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fernando Martins Carvalho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-03</unitid>
            <unitdate normal="2016/2016" encodinganalog="3.1.3">18/02/2016</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h50min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/c/b/7cbf06bacae78020bab864d975e382d14f22afd432a60bb15c33f7914be584b5/Entrevista_Fernando_Martins.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Dias Fernandes e Joel Nolasco, no Instituto de Saúde Coletiva, da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA), em Salvador, no dia 18 de fevereiro de 2016.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <geogname>Salvador (BA)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição, tem transcrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição, tem transcrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Francisco Eduardo Campos</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-04</unitid>
            <unitdate normal="2019/2019" encodinganalog="3.1.3">28/08/2019</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros:  2 arquivos nato digitais (2h20min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/1/7/e171bb4ac5394975e7f8d8f8dedfc5b8fd8500a7ceea84a15e98cf48e1d1bc0e/Entrevista_Francisco_Campos.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Dias Fernandes, em Brasília/DF, no dia 28 de agosto de 2019, em duas sessões.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Francisco Eduardo de Campos</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Ditadura Militar (1964-1985)</subject>
            <geogname>Brasília (DF)</geogname>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; tem transcrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; tem transcrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Gastão Wagner de Souza Campos</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-05</unitid>
            <unitdate normal="2018/2018" encodinganalog="3.1.3">17/07/2018</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h14min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/4/4/8441da59968dee23a9e957236086ddcc8dbc08e971452e928cc75001038f8c4d/Entrevista_Gast__o_Wagner.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, Otto Santos e Eliene Rodrigues, na Abrasco (Fiocruz/Manguinhos), no Rio de Janeiro, no dia 17 de julho de 2018.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Gastão Wagner de Sousa Campos</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Glaucia Maria de Luna Ieno</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-06</unitid>
            <unitdate normal="2019/2019" encodinganalog="3.1.3">30/09/2019</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h19min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/5/c/d5c944c8dae0f77d8d899ff668a2e8b6af68b33e3c35867d20a111633623dde3/Entrevista_Glaucia_Ieno.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, em João Pessoa/PB, no dia 30 de setembro de 2019.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição, possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição, possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Heloisa Maria Mendonça de Morais</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-07</unitid>
            <unitdate normal="2019/2019" encodinganalog="3.1.3">17/06/2019</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h38min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/a/4/0a4f2b623359c28e474e139c7e2938509c8e3227e46a4f320017a90deb799c5c/Entrevista_Helo__sa_Maria.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Silvia Santos, no Instituto Aggeu Magalhães, em Recife/PE, no dia 17 de junho de 2019.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Heloísa Mendonça de Morais</name>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição, possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição, possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ines Lessa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-08</unitid>
            <unitdate normal="2016/2016" encodinganalog="3.1.3">17/05/2016</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h52min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/5/c/15cc91f7dadaf1e599a2bb4195c9128cfea9c443164b0ab36a73bfac953c2d64/Entrevista_Ines_Lessa.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Eliene Rodrigues, em Salvador/BA, no dia 17 de maio de 2016.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição - Possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição - Possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Carvalho de Noronha</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-09</unitid>
            <unitdate normal="2016/2016" encodinganalog="3.1.3">04/10/2016</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (59min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/6/a/26a51feeab4fa227f84dcc4b387824faaa4c2e7bed3b23b35e9f51e5df0cb357/Entrevista_Jos___Carvalho_de_Noronha.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Vanessa Alves Pinheiro, no Rio de Janeiro/RJ, no dia 4 de outubro de 2016.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição, possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição, possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José da Rocha Carvalheiro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-10</unitid>
            <unitdate normal="2018/2018" encodinganalog="3.1.3">10/10/2018</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (2h30min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/e/0/2e0d682691f55c9d119d41d542cfeffbcd745a4548d3d1a63416f64e8eb332fb/Entrevista_Jos___da_Rocha_Carvalheiro.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Otto Santos, no Instituto de Saúde, em São Paulo/SP, no dia 10 de outubro de 2018.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">José da Rocha Carvalheiro</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Sanitarismo</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição - Possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição - Possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Jackson Coelho Sampaio</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-11</unitid>
            <unitdate normal="2019/2019" encodinganalog="3.1.3">03/09/2019</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 arquivos nato digitais (2h59min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/4/5/c/45c093e835042a5fb35d90a4e69df87a1e0449a928b52ab66477a32d11f5cab2/Entrevista_Jos___Jackson.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, na Universidade Estadual do Ceará (UECE), em Fortaleza/CE, no dia 3 de setembro de 2019; possui dois arquivos de áudio porque houve interrupção na gravação.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Ensino</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição - Possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição - Possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Wellington Gomes de Araújo</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-12</unitid>
            <unitdate normal="2016/2016" encodinganalog="3.1.3">01/11/2016</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h30min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/6/0/d606097fe660862bcc1ee9eb88c4171df88dfed18404319fae612548663473e0/Entrevista_Jos___Wellington.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e André Lima, no Departamento de Epidemiologia/ENSP-Fiocruz, no Rio de Janeiro, no dia 1º de novembro de 2016.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Kenneth Rochel de Camargo Jr</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-13</unitid>
            <unitdate normal="2018/2018" encodinganalog="3.1.3">24/05/2018</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h18m)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/5/f/e5fc649197781e7a73410f813ec3de921b6c389990f9bbd43d72d50f792d609c/Entrevista_Kenneth_Rochel.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Maria Fernandes, André Lima e Otto Santos, no Instituto de Medicina Social, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (IMS/UERJ), Rio de Janeiro/RJ, no dia 24 de maio de 2018.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Ensino</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lorene Louise Silva Pinto</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-14</unitid>
            <unitdate normal="2016/2016" encodinganalog="3.1.3">07/06/2016</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h32min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/a/e/eaee9aca481325bb112106317c6a399391c12418c7b9917799f8481195b96e97/Entrevista_Lorene_Louise.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, Eliene Rodrigues e Joel Nolasco, na Faculdade de Medicina, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador/BA, no dia 7 de junho de 2016.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Ensino</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Luiz Umberto Ferraz Pinheiro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-15</unitid>
            <unitdate normal="2016/2016" encodinganalog="3.1.3">08/03/2016</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros; 1 arquivo nato digital (1h54min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/e/e/beefc04c33327a4dd7ab1067aeb64c13d298c0809db06c7323c6cf7220cd9fdb/Entrevista_Lu__s_Umberto.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Joel Nolasco, na Faculdade de Medicina, da Universidade Federal da Bahia/UFBA, em Salvador, no dia 8 de março de 2016.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria Andrea Loyola</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-16</unitid>
            <unitdate encodinganalog="3.1.3">2019-2020</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 arquivos nato digitais (1h28min)<lb/> Tania Maria Fernandes, André Lima e Otto Santos (1ª.)<lb/> Tania Fernandes (2ª.)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/c/a/fcaa657a6c5d63d63cd84cfb232b53bd87229886870fe019b637d3fb5798b9e2/Maria_Andrea_Loyola.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em duas sessões; a primeira por Tania Fernandes, André Lima e Otto Santos, na cidade do Rio de Janeiro/RJ, no dia 31 de julho de 2019 e a segunda no dia 28 de novembro de 2020, por Tania Fernandes.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Naomar de Almeida Filho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-17</unitid>
            <unitdate encodinganalog="3.1.3">2018</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 arquivos nato digitais (3h53min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/9/4/3945a44caffe06d76fb126603675ce33343fc2a307a8d852ba875b7890b57066/Entrevista_Naomar_de_Almeida.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em duas sessões; a primeira por Tania Fernandes e Eliene Rodrigues, no Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA), no dia 30 de outubro de 2018 e a segunda por Tania Fernandes e Otto Santos, na Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), no dia 6 de novembro de 2018.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Ensino</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Paulo Ernani Gadelha Vieira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-18</unitid>
            <unitdate encodinganalog="3.1.3">2019</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 arquivos nato digitais (2h58min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/c/f/3cf81c5f516c961eb640148ae9e749dd1d2fa4d182c71111e3219a7790b57489/Entrevista_Paulo_Gadelha.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada em duas sessões; a primeira por Tania Fernandes e Otto Santos, na Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Rio de Janeiro, no dia 26 de agosto de 2019 e a segunda etapa por Tania Fernandes, no dia 23 de outubro de 2019, na Fiocruz, Rio de Janeiro.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Paulo Marchiori Buss</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-19</unitid>
            <unitdate normal="2016/2016" encodinganalog="3.1.3">03/10/2016</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h15min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/d/e/5dec1ab228e7b0007a2df8d872da765769257e8fa78626af73048335f02fbace/Entrevista_Paulo_Buss.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes, André Lima e Vanessa Pinheiro, no Centro de Relações Internacionais em Saúde (Fiocruz/CRIS - RJ), no dia 3 de outubro de 2016.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição, possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição, possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Pedro Miguel dos Santos Neto</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-20</unitid>
            <unitdate normal="2019/2019" encodinganalog="3.1.3">18/06/2019</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h41min)	 	Tania e Silvia Santos    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/6/9/b6915f6b4a9c94161366717684ed3883ea6aa84054d4489f1d0979cc3e704e0a/Entrevista_Pedro_Miguel.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Silvia Santos, no Instituto Aggeu Magalhães, em Recife/PE, no dia 18 de junho de 2019.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição, possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição, possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Rita de Cássia Barradas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-21</unitid>
            <unitdate normal="2018/2018" encodinganalog="3.1.3">16/08/2018</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (2h20min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/1/c/11cce6602a1b60388fa0d3488ce8bb561c091491d62718aaa6a1f7ae02898c82/Entrevista_Rita_Barradas.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Otto Santos, na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCM/Santa Casa), na cidade de São Paulo/SP, no dia 16 de agosto de 2018.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Ensino</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Roberto de Andrade Medronho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-22</unitid>
            <unitdate normal="2018/2018" encodinganalog="3.1.3">10/05/2018</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h15min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/6/1/161e813187a74bd0b1adc9d42f757d3432e2995ef36e51d3570d1c1299c1404e/Entrevista_Roberto_Medronho.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Otto Santos, no Centro de Ciências da Saúde, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CCS/UFRJ), na cidade do Rio de Janeiro/RJ, no dia 10 de maio de 2018.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Romélio Aquino</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-23</unitid>
            <unitdate normal="2016/2016" encodinganalog="3.1.3">19/05/2016</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h55m)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Joel Nolasco, no Instituto de Saúde Coletiva, da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA), em Salvador/BA, no dia 19 de maio de 2016.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ronaldo Ribeiro Jacobina</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-24</unitid>
            <unitdate normal="2016/2016" encodinganalog="3.1.3">07/03/2016</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (2h05min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/f/e/4/fe445af89bbd7982a08e9aa258d846c4a4cb89f60032da342a1617fb0b0c3a26/Entrevista_Ronaldo_Jacobina.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Joel Nolasco, na Faculdade de Medicina, da Universidade Federal da Bahia-UFBA, na cidade de Salvador/BA, no dia 7 de março de 2016.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Psiquiatria</subject>
            <subject>Saúde mental</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Sebastião Loureiro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-25</unitid>
            <unitdate normal="2015/2015" encodinganalog="3.1.3">26/11/2015</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (2h04min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/5/a/15acd01687ec09ca50d06ce1326bf75af5c80897566fcf22295645428821f59f/Entrevista_Sebastiao_Loureiro.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Joel Nolasco, no Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFBA), em Salvador/BA, no dia 26 de novembro de 2015.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Sonia Fleury</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-26</unitid>
            <unitdate normal="2018/2018" encodinganalog="3.1.3">26/06/2018</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h25min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/c/2/ac2e93ed8916fce8319df708bbffc28f17b0ebbbcd8352ac97c0e9eab38b2d17/Entrevista_Sonia_Fleury.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Otto Santos, na Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), no Rio de Janeiro/RJ, no dia 26 de junho de 2018.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Antônio Sérgio da Silva Arouca</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Reforma Sanitária</subject>
            <subject>Medicina social</subject>
            <subject>Projeto PESES/PEPPE</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Tatiana Wargas de Faria Baptista</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-27</unitid>
            <unitdate normal="2017/2017" encodinganalog="3.1.3">06/02/2017</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (1h21min)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/4/8/7/4873e7d2e8219ad7a841cddd67ab1d503240af9ceeb1d8620c47ea9cbb2151f9/Entrevista_Tatiana_Wargas.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Otto Santos, Escola Nacional de Saúde Pública – ENSP/Fiocruz (Manguinhos), no Rio de Janeiro/RJ, no dia 6 de fevereiro de 2017.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Antônio Sérgio da Silva Arouca</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Medicina social</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Vera Lucia Almeida Formigli</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-30-28</unitid>
            <unitdate normal="2016/2016" encodinganalog="3.1.3">19/03/2016</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 1 arquivo nato digital (2h12m)    </physdesc>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/f/1/df12b93c38a3be653d1b69a18a3fd77a39a649beb2b4bb60ea3e2ea88be9a488/Entrevista_Vera_Formigli.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Tania Fernandes e Joel Nolasco, na Faculdade de Medicina, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador/BA, no dia 19 de março de 2016.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Medicina preventiva </subject>
            <subject>Saúde comunitária</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Pioneirismo Feminino na Medicina Brasileira: o caso das primeiras docentes em Ginecologia do Rio de Janeiro</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-31</unitid>
          <unitdate normal="2008/2008" encodinganalog="3.1.3">2008</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete (3h40min - arquivo digitalizado)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Projeto de pesquisa coordenado por André Pereira, como parte das atividades de iniciação científica (PIBIC), da aluna  Bárbara Araújo Machado. Foi realizada entrevista com Clarice Amaral Ferreira em duas sessões, nos dias 22 (fitas 1 e 2) e 29 de fevereiro de 2008 (fitas 3 e 4), no Rio de Janeiro.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <name role="subject">Clarice Ferreira</name>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>Saúde pública </subject>
        </controlaccess>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição; não possui transcrição nem sumário</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição; não possui transcrição nem sumário</p>
        </userestrict>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ciência, Natureza e Raça no Pensamento Brasileiro: o positivismo de Paulo Carneiro</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-32</unitid>
          <unitdate normal="1998/1998" encodinganalog="3.1.3">1998</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 4 fitas cassete (3h35min; 1 DVD; arquivo digitalizado)    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Entrevista com Carlos Chagas Filho, realizada em duas sessões, nos dias  23 de novembro e 4 de dezembro de 1998, no âmbito do projeto de pesquisa coordenado por Marcos Chor Maio, desenvolvido entre os anos de 1998 e 2001. Material recebido para preservação documental em 2019.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Carlos Chagas Filho</persname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Ciência</subject>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>Eugenia</subject>
          <subject>Positivismo</subject>
        </controlaccess>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição; não possui transcrição ou sumário.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição; não possui transcrição ou sumário.</p>
        </userestrict>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">História da Vigilância Sanitária no Brasil</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-33</unitid>
          <unitdate normal="2004/2005" encodinganalog="3.1.3">2004 - 2005</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 9 fitas cassete (arquivos digitalizados; 2 HDs) - 8h08min    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Resumo do projeto: as ações voltadas para o controle sanitário do exercício da medicina e farmácia, da produção, circulação e venda de produtos de interesse da saúde, assim como da circulação de pessoas apresentam, no Brasil, uma trajetória vinculada à constituição dos serviços sanitários iniciada no começo do século XIX, embora os rudimentos já aparecessem com a instalação da Colônia. Foram criados, desde então, vários órgãos públicos ao longo do período que se destinavam a estes serviços respondendo às características dos diversos contextos, tanto no que diz respeito às de ordem econômica e política, como institucionais e técnico-científicas, propiciando mudanças significativas de práticas de “fiscalização” para “vigilância”. Este projeto abordou o processo de formulação das políticas de vigilância sanitária no Brasil, sobretudo a partir da criação da Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária, em 1976, e estes depoimentos contribuem para elaborar uma análise específica do panorama histórico que possibilitou a construção deste campo. Destacamos neste panorama as questões que englobam a vigilância sobre os medicamentos, especificamente os fitoterápicos, estabelecendo um diálogo com as pesquisas sobre plantas medicinais. Este projeto foi desenvolvido em articulação com o Instituto de Saúde Coletiva, da Universidade Federal da Bahia, e a Casa de Oswaldo Cruz, coordenado por Tania Fernandes. Foram realizadas três entrevistas com Alexandre K Picanso, Edná Alves Costa e Hélio Pereira Dias, entre dezembro de 2004 e outubro de 2005.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Descrição por item, organizado em ordem alfabética.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Hélio Pereira Dias</persname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>Saúde pública </subject>
          <subject>Alimentação </subject>
          <subject>Vigilância Sanitária</subject>
        </controlaccess>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição; possui transcrição.</p>
        </userestrict>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Alexandre K Picanso</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-33-01</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h22min; arquivo digitalizado, 1 DVD)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista com Alexandre K. Picanso, realizada no dia 5 de outubro de 2005, na cidade de Brasília/DF, por Tania Fernandes e Tania Pimenta.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vigilância Sanitária</subject>
            <subject>Memória</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição e sumário.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição e sumário.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Edná Alves Costa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-33-02</unitid>
            <unitdate normal="2004/2005" encodinganalog="3.1.3">2004 - 2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 5 fitas cassete (4h44min; arquivos digitalizados; 1 DVD)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista com Edná Alves Costa, realizada em três sessões, nos dias 10 de dezembro de 2004; 01 e 02 de junho de 2005, na cidade de Salvador/BA, por Tania Fernandes e Tania Pimenta.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vigilância Sanitária</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição e sumário.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição e sumário.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Hélio Pereira Dias</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-33-03</unitid>
            <unitdate normal="2005/2005" encodinganalog="3.1.3">2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoros: 2 fitas cassete (1h58m; arquivos digitalizados)    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista com Hélio Pereira Dias, realizada por Ediná Alves Costa, Tânia Pimenta e Tânia Fernandes, no dia 6 de outubro de 2005.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Hélio Pereira Dias</persname>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Vigilância Sanitária</subject>
          </controlaccess>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição; possui transcrição e sumário.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição; possui transcrição e sumário.</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Mulheres na Fiocruz: trajetórias</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34</unitid>
          <unitdate normal="2019/2021" encodinganalog="3.1.3">2019 - 2021</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos digitais: 59 itens (filmes mp4 - 28 itens); cerca de 43h46min; (arquivo de som mp3 e wav - 31 itens)    </physdesc>
          <note type="generalNote">
            <p>Documento nato digital (Área de Identificação/Dimensão e suporte)</p>
          </note>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Resumo: O objetivo do projeto foi a produção de registros audiovisuais visando documentar, preservar e divulgar a memória coletiva da instituição, especialmente tendo em vista as comemorações de seus 120 anos, em 2020. O projeto privilegiou trajetórias de mulheres buscando revelar aspectos da organização e dinâmica institucionais e, de forma mais abrangente, das próprias condições de emergência de profissionais dedicadas aos campos da saúde e da ciência no Brasil. Foram estabelecidas duas linhas de ação: a produção de um documentário sobre as mulheres “pioneiras” envolvidas em atividades de pesquisa/ensino (1940-1980), intitulado ‘Mulheres na Fiocruz: pioneiras’ e a produção de vídeos sobre a trajetória de 21 mulheres representativas dos campos do ensino, pesquisa, produção e assistência (1980-2020), cada uma delas com atuação em uma das unidades da Fiocruz. As três primeiras entrevistadas foram Maria da Luz Fernandes Leal, Yara Maria Traub-Cseko e Liléia Gonçalves Diotaiuti. A produção de registros sobre a presença feminina na Fiocruz contemplou duas linhas de ação: 1) a produção de um documentário sobre as mulheres “pioneiras” envolvidas em atividades de pesquisa/ensino (1940-1980); 2) a produção vídeos sobre a trajetória de 21 mulheres representativas dos campos do ensino, pesquisa, produção e assistência (1980-2020), cada uma delas com atuação em uma das unidades da Fiocruz.<lb/>O documentário Mulheres na Fiocruz: pioneiras foi integralmente produzido a partir de fontes arquivísticas, sobretudo do vasto acervo documental sob a guarda do Departamento de Arquivo de Documentação (DAD) da COC que contempla, além das mais de 3000 horas de entrevistas já realizadas com pesquisadoras da Fiocruz, um vasto conjunto de documentos como currículos, notícias de jornal, publicações, fotografias, documentos textuais, diários de viagens e de laboratório, entre outros. Para produção do documentário utilizamos 7 entrevistas gravadas oriundas dos projetos “Memória das Coleções Científicas do Instituto Oswaldo Cruz da Fiocruz”, liderado por Magali Romero de Sá, e “Gênero e ciência: carreira e profissionalização no IOC, Museu Nacional e Instituto de Biofísica”, liderado por Nara Azevedo. Através de um intenso trabalho de escuta, elaboração de roteiro, pesquisa histórica e edição, o filme contempla a trajetória das pesquisadoras Anna Kohn, Delir Correa Gomes Maués da Serra Freire, Dyrce Lacombe, Luiza Krau, Monika Barth e Ottilia Affonso Mitidieri, que ingressaram na instituição entre as décadas de 1950 e 1960.<lb/>As protagonistas das três primeiras entrevistas realizadas pelo projeto foram  concedidas por  Maria da Luz Fernandes Leal (Bio-Manguinhos), Yara Maria Traub-Cseko (Instituto Oswaldo Cruz) e Liléia Gonçalves Diotaiuti (Fiocruz Minas) . Entre 2020 e 2021, por força da pandemia de Covid-19, os depoimentos foram realizados remotamente seguindo a mesma dinâmica das entrevistas presenciais, com dois entrevistadores, a documentarista e a depoente. Foram ouvidas nesta fase Alzira Maria de Paiva Almeida, Keyla Belizia Feldman Marzochi, Marilda de Souza Gonçalves, Maria Cecilia de Souza Minayo, Nubia Boechat Andrade, Rachel Niskier Sanchez e Tizuko Shiraiwa. Essa reorientação da pesquisa direcionou para registrar diferentes formas de intervenção das cientistas da Fiocruz nas situações de emergências sanitárias, tanto em seus laboratórios quanto em sua relação com a sociedade. Assim, foram entrevistadas Valdiléia Veloso, Rita Nogueira, Maria Elena Caride, Marilda Siqueira, Simone Monteiro, Denise Valle e Celina Turchi, totalizando 17 depoimentos para o projeto.<lb/>A equipe de pesquisa foi constituída por Luiz Otávio Ferreira, Nara Azevedo, Simone Petraglia Kropf, Luciana Quillet Heymann, Aline Lopes de Lacerda e Denise Pimenta, dos bolsistas recém-doutores André Lima, Daiane Rossi e Polyana Valente, e da documentarista Cristiana Grumbach.</p>
        </scopecontent>
        <controlaccess>
          <persname role="subject">Alzira Maria Paiva de Almeida</persname>
          <persname role="subject">Maria Cecília de Souza Minayo</persname>
          <persname role="subject">Lileia Gonçalves Diotaiuti</persname>
          <persname role="subject">Maria da Luz Fernandes Leal</persname>
          <persname role="subject">Tizuko Shiraiwa</persname>
          <persname role="subject">Yara Maria Traub-Cseko</persname>
          <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
          <persname role="subject">Denise Valle</persname>
          <corpname role="subject">Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)</corpname>
          <genreform>Sonoro</genreform>
          <genreform>Audiovisual</genreform>
          <subject>Memória</subject>
          <subject>História institucional</subject>
          <subject>Ciência</subject>
          <subject>História oral</subject>
          <subject>Saúde pública </subject>
          <subject>Saúde do trabalhador</subject>
          <subject>Relação de sociabilidade</subject>
          <geogname>São Paulo (SP)</geogname>
          <geogname>Recife (PE)</geogname>
          <geogname>Salvador (BA)</geogname>
          <geogname>Petrópolis (RJ)</geogname>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>Documento nato digital em mp3, wav e m4a (arquivos de som) e mp4 (arquivos de vídeo), acessível por computador</p>
        </phystech>
        <custodhist encodinganalog="3.2.3">
          <p>Em 2023, o pesquisador Luiz Otávio Ferreira deixou na secretaria do DAD um HD contendo material produzido pelo grupo que integrou o projeto; havia vídeos, arquivos de áudio, fotografias e documentos textuais. A equipe do DAD entrou em contato para poder proceder a incorporação deste acervo ao patrimônio documental do DAD, o que foi concluído em 2024.</p>
        </custodhist>
        <processinfo>
          <p>
            <date>2023 (criação)<lb/>Revisão da descrição - Julho de 2024</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição e revisão</p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição</p>
        </userestrict>
        <bibliography encodinganalog="3.5.4">
          <p>https://www.youtube.com/watch?v=yQ1pCRkiHxs
<lb/>https://www.youtube.com/watch?v=GknhzSN_wSE
<lb/>https://www.youtube.com/watch?v=7L9UEMMe5GA
<lb/>https://www.youtube.com/watch?v=OMVaRWkIV4o
<lb/>https://www.youtube.com/watch?v=TdRmMLF6xxc
<lb/>https://www.youtube.com/watch?v=TdRmMLF6xxc
<lb/>https://www.youtube.com/watch?v=91nKJ8igdcE</p>
        </bibliography>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Alzira Maria Paiva de Almeida</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-01</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">12/03/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (filme mp4 e áudio mp3; 2h32min59seg)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de descrição/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Aline Lacerda e Luciana Heymann, via plataforma Zoom, no dia 12 de março de 2021, sendo responsável pela gravação Cristiana Grumbach, da Crisis Produtivas; as entrevistadoras estavam no Rio de Janeiro e a depoente em Recife.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Alzira Maria Paiva de Almeida</persname>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <geogname>Recife (PE)</geogname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp3 e mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data da descrição - Fevereiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>https://www.youtube.com/watch?v=2MUkN1hJAAc</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Keyla Belízia Feldman Marzochi</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-02</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">06/08/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (filme mp4 e áudio mp3; 2h58min16seg)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luis Otávio Ferreira, Nara Azevedo e Daiane Rossi, no dia 6 de agosto de 2021, via plataforma Zoom, sendo responsável pela gravação Cristiana Grumbach, da Crisis Produtivas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp3 e mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data da descrição - Fevereiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>https://www.youtube.com/watch?v=BFVG4q-Cbdo</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Liléia Gonçalves Diotaiuti</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-03</unitid>
            <unitdate normal="2020/2020" encodinganalog="3.1.3">06/03/2020</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (filme mp4 e áudio mp3; 2h42min57seg)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Simone Kropf, no dia 6 de março de 2020, no Auditório do Centro de Documentação em História da Saúde (CDHS), na COC/Fiocruz; gravação dirigida por Cristiana Grumbach, fotografia e câmera por Eduardo Brantes, da Crisis Produtivas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Lileia Gonçalves Diotaiuti</persname>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp3 e mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data da Descrição - Fevereiro de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>https://www.youtube.com/watch?v=Mmv4urO-iuY</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria Cecília de Souza Minayo</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-04</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">05 e 11/02/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (filme mp4 e áudio mp3; 4h31min57seg)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luís Otávio Ferreira, Nara Azevedo e Daiane Rossi, nos dias 5 e 11 de fevereiro de 2021, por plataforma Zoom, entre Rio de Janeiro e Petrópolis/RJ, tendo como responsável pela gravação Cristiana Grumbach e produzido por Crisis Produtivas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)</corpname>
            <persname role="subject">Maria Cecília de Souza Minayo</persname>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>Ciências sociais</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp3 e mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data da Descrição - Março de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>https://www.youtube.com/watch?v=N2osqG-4UiU
<lb/></p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria da Luz Fernandes Leal</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-05</unitid>
            <unitdate normal="2020/2020" encodinganalog="3.1.3">15/01/2020</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (filme mp4 e áudio mp3; 2h09min25seg)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luciana Heymann e Nara Azevedo, no dia 15 de janeiro de 2020, no Auditório do CDHS/COC/Fiocruz, dirigida por Cristiana Grumbach, com fotografia e câmera de Eduardo Brantes e produzida por Crisis Produtivas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Maria da Luz Fernandes Leal</persname>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <subject>História institucional</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp3 e mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data da descrição - Março de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>https://www.youtube.com/watch?v=qMERuXF4HJM</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Marilda de Souza Gonçalves</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-06</unitid>
            <unitdate normal="2020/2020" encodinganalog="3.1.3">16/12/2020</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (filme mp4 e áudio mp3; 3h05min07seg)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Aline Lacerda, Luciana Heymann e Daiane Rossi, no dia 16 de dezembro de 2020, via plataforma Zoom, entre Rio de Janeiro e Salvador/BA, sendo responsável pela gravação Cristiana Grumbach e produzida pela Crisis Produtivas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp3 e mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data da descrição - Março de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>https://www.youtube.com/watch?v=kgmy6qHuIzc
<lb/></p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Núbia Boechat Andrade</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-07</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">16/06/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (filme em mp4 e áudio em mp3; 2h26min20seg)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de descrição/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luciana Heymann e Aline Lacerda, via plataforma Zoom, no dia 16 de junho de 2021, no Rio de Janeiro; responsável pela gravação, Cristina Grumbach e produzida por Crisis Produtivas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp3 e mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data da descrição - Março de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>https://www.youtube.com/watch?v=prAcTdydMfU</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Rachel Niskier Sanchez</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-08</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">11/01/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 1 item (filme mp4 e áudio mp3; 2h08min16seg)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de descrição/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luciana Heymann, Simone Kropf e Daiane Rossi, no dia 11 de janeiro de 2021, no Rio de Janeiro; foi dirigida por Cristina Grumbach, com fotografia e câmera de Eduardo Brantes e produzida pela Crisis Produtivas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp3 e mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data da descrição - Março de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>https://www.youtube.com/watch?v=lzMGSbxyCn0</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Tizuko Shiraiwa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-09</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">10/09/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (filme em mp4 e áudio em mp3; 1h39min06seg)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de descrição/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luis Otávio Ferreira e Daiane Rossi, no dia 10 de setembro de 2021, via plataforma Zoom, no Rio de Janeiro; responsável pela gravação, Cristiana Grumbach e produzida por Crisis Produtivas</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Tizuko Shiraiwa</persname>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp3 e mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data da descrição - Março de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>https://www.youtube.com/watch?v=hI6I9qRx0-8</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Yara Maria Traub-Cseko</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-10</unitid>
            <unitdate normal="2020/2020" encodinganalog="3.1.3">18/02/2020</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (filme em mp4 e áudio em mp3; 2h13min39seg)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de descrição/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luciana Heymann, Nara Azevedo, Daiane Rossi e André Luiz Lima, no dia 18 de fevereiro de 2020, no Rio de Janeiro (Auditório do CDHS – COC - Fiocruz), gravação dirigida por Cristiana Grumbach, com fotografia e câmera de Eduardo Brantes e produzida por Crisis Produtivas</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Yara Maria Traub-Cseko</persname>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp3 e mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data da descrição - Março de 2023</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
          <bibliography encodinganalog="3.5.4">
            <p>https://www.youtube.com/watch?v=9ZMvHAZyajM</p>
          </bibliography>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Celina Maria Turchi</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-11</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">21/07/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (filme em mp4 e audio em m4a; 1h59min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Otávio Ferreira, Denise Pimenta e Polyana Valente, no dia 21 de julho de 2022, em Rio de Janeiro e São Paulo, pela plataforma Zoom, responsável pela gravação Cristiana Grumbach e produzido por Crisis Produtivas, com duração de 1h59min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>História oral</subject>
            <geogname>Rio de Janeiro (RJ)</geogname>
            <geogname>São Paulo (SP)</geogname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em m4a e mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Denise Valle</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-12</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">16/09/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (filme em mp4 e áudio em m4a); 2h05min    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <controlaccess>
            <persname role="subject">Denise Valle</persname>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp4 e m4a, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Rita Nogueira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-13</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">25/11/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (filme em mp4 e áudio em m4a; 1h57min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Otávio Ferreira e Polyana Valente, no dia 25 de novembro de 2021, no Rio de Janeiro, pela plataforma Zoom, responsável pela gravação Cristiana Grumbach e produzido por Crisis Produtivas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em  mp4 e m4a, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Simone Monteiro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-14</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">03/12/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 6 itens (1 filme em mp4 e 5 áudios em m4a; 2h12min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)
<lb/>Os arquivos de áudio estão individualizados, não existindo um arquivo de áudio que concentre todas as falas ao mesmo tempo</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Otávio Ferreira, Nara Azevedo e Polyana Valente, no dia 3 de dezembro de 2021, no Rio de Janeiro, pela plataforma Zoom, responsável pela gravação Cristiana Grumbach e produzida por Crisis Produtivas</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp4 e m4a, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maria Elena Caride</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-15</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">18/04/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 8 itens (1 áudio wav e 7 vídeos mp4; 2h58min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)
<lb/>O vídeo está dividido em 7 arquivos diferentes: 01s; 05min; 08s; 01min; 1h12min; 44min; 57min.
<lb/></p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Polyana Valente, no dia 18 de abril de 2022, no CDHS/COC/Fiocruz, Rio de Janeiro, dirigida por Cristiana Grumbach, fotografia e câmera de Eduardo Brantes e produzida por Crisis Produtivas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp4 e wav, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Marilda Siqueira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-16</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">23/05/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 2 itens (áudio em wav e vídeo em mp4; 2h15min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)</p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Luiz Otávio Ferreira e Polyana Valente, no dia 23 de maio de 2022, no CDHS/COC/ Fiocruz, Rio de Janeiro, dirigida por Cristiana Grumbach, fotografia e câmera de Eduardo Brantes, produzida por Crisis Produtivas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em mp4 e wav, acessivel por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Valdiléia Veloso</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-34-17</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">23/05/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento digital: 7 itens (1 áudio wav e 6 vídeos mp4; 2h15min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital (Área de identificação/Dimensão e suporte)
<lb/>O vídeo está dividido em 6 arquivos diferentes: 14s; 1h02min; 11min; 01min; 06min; 51min.
<lb/></p>
            </note>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Nara Azevedo e Polyana Valente, no dia 23 de maio de 2022, no CDHS/COC/Fiocruz, no Rio de Janeiro, dirigida por Cristiana Grumbach, fotografia e câmera de Eduardo Brantes e produzida por Crisis Produtivas.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Digital</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Memória</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>História oral</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento nato digital em wav e mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição - Julho de 2024</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
      <c level="file">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Tempo Presente na Fiocruz: ciência e saúde no enfrentamento da pandemia de Covid-19</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35</unitid>
          <unitdate normal="2020/2024" encodinganalog="3.1.3">2020-2024</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos digitais: vídeos em mp4, áudios em m4a e transcrição e sumário em pdf    </physdesc>
          <note type="generalNote">
            <p>Documentos digitais </p>
          </note>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Resumo: Reúne depoimentos coletados entre 2020 e 2024, cujo objetivo foi produzir a memória e a análise histórica da atuação da Fiocruz no enfrentamento da covid-19. Sob os marcos teóricos e metodológicos da história do tempo presente e dos estudos sociais da ciência e da tecnologia, essa atuação foi examinada como caso emblemático da dimensão social e política da ciência, concebida enquanto atividade coletiva, historicamente situada, constituída por meio de redes que conectam o mundo estrito da prática científica a diversas outras instâncias da vida social. Buscamos observar as dinâmicas concretas pelas quais a Fiocruz se colocou como ator-chave não apenas para o enfrentamento da pandemia, mas como referência fundamental para a própria credibilidade da ciência, num contexto em que as incertezas produzidas pela emergência sanitária eram agravadas pela instabilidade política e por discursos e práticas negacionistas. Além da pesquisa histórica, o projeto teve como objetivo produzir um acervo de entrevistas de história oral, abrangendo um conjunto amplo e diverso de depoentes, que inclui gestores de unidades e setores diversos da fundação, além de outros atores, internos e externos à Fiocruz, que se destacaram nessa atuação institucional. As entrevistas foram realizadas de forma remota, via plataforma Zoom. O projeto foi coordenado pela pesquisadora Simone Petraglia Kropf, e sua equipe foi composta por Tania Maria Fernandes, Luciana Heymann, Kátia Lerner, Janine Cardoso, Ede Conceição Bispo Cerqueira, Thiago da Costa Lopes, André Luiz da Silva Lima, Ester Paiva Souto e Danielle Cristina dos Santos Barreto. As atividades do projeto se estenderam de 2020 a 2025, e tiveram apoio do Programa de Incentivo ao Desenvolvimento Institucional (PIDI) e do Programa de Excelência em Pesquisa (PROEP/COC/CNPq) da Casa de Oswaldo Cruz.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Transcrição, sumário, áudio e vídeo.</p>
        </arrangement>
        <controlaccess>
          <genreform>Audiovisual</genreform>
          <genreform>Sonoro</genreform>
        </controlaccess>
        <phystech encodinganalog="3.4.3">
          <p>Documentos em vídeo e pdf, acessíveis por computador</p>
        </phystech>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Descrição - Janeiro de 2025</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Laurinda Rosa Maciel - Criação da descrição </p>
        </processinfo>
        <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
          <p>Sem restrição</p>
        </accessrestrict>
        <userestrict encodinganalog="3.4.2">
          <p>Sem restrição</p>
        </userestrict>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Andrea da Luz Carvalho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-05</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">04/06/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (2h41min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/5/3/a53218e4de8af946a6ff17c3d41fb9522de4a3a992921fef2ee5f3d00dfd79c3/sum-transc-ent_AndreCarvalho_20240805_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Ede Conceição Bispo Cerqueira e Thiago da Costa Lopes, no dia 4 de junho de 2021, via Plataforma Zoom, com duração de 2h41min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Saúde do trabalhador</subject>
            <subject>Recursos humanos</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>Pandemia</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Anakeila Stauffer</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-03</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">27/08/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 item (vídeo mp4; 2h39min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/b/9/1b98aa5319b750c227991b43338960004bb160eaf9cdafd6702b9c7a8c258d1b/sum-transcr-ent_AnakeilaStauffer_20210827_tx_Depes_COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf e Thiago da Costa Lopes, no dia 27 de agosto de 2021, via Plataforma Zoom, com duração de 2h39min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Educação e Ensino</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>Pandemia</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Carlos Machado de Freitas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-07</unitid>
            <unitdate normal="2021/2022" encodinganalog="3.1.3">25/03/2021 e 21/11/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 videos (4h17min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/1/b/21bd19140df006416f321248aef0900f387e79005ba89a726d8f78ec2ae0f408/sum-transcr-ent_CarlosMachado_20250109_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Ede Conceição Bispo Cerqueira e Thiago da Costa Lopes, nos dias 25 de março de 2021 e 21 de novembro de 2022, via Plataforma Zoom, com duração total de 4h17min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento disponível em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em março de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Christovam Barcellos</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-09</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">29/06/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (3h05min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/2/8/52873d511cd2345c11b2ee3a1a55b39fdde22260f299cd907a69c93a5fdc0ad8/sum-transc-ent_ChristovamBarcellos_20220629_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf e Ede Conceição Bispo Cerqueira, no dia 29 de junho de 2022, via Plataforma Zoom, com duração de 3h05min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Epidemiologia </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em março de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Constância Ayres</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-11</unitid>
            <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">21/06/2024</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (1h27min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/1/8/b181229b0ec3709dc8e36c978775e1b8a99a706f425fe45afa771a6a17baf200/sum-transc-ent_ConstanciaAyres_20260310_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, no dia 21 de junho de 2024, via Plataforma Zoom, com duração de 1h27min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em maio de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Cristiani Vieira Machado</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-12</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">28/06/2021; 20/09/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 vídeos (2h24min; 2h36min=5h01min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/4/4/e/44e7227b696ea0d3a6d60d51f87fe2f6cd5294f0058b83de2bbe20b8e5b9dcd7/sum-transc-ent_CristianiMachado_20241022_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Ede Conceição Bispo Cerqueira e Thiago da Costa Lopes, nos dias 28 de junho e 20 de setembro de 2021, via Plataforma Zoom, com duração total de 5h01min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fundação Oswaldo Cruz</corpname>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Educação e Ensino</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>Pandemia</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Elisa Andries</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-15</unitid>
            <unitdate normal="2021-01-03" encodinganalog="3.1.3">2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 vídeos (4h54min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/0/f/50f887bd597257b25d2244ec96b4fd5ceb511616f229fb4d31f16fd2d1d0b9e9/sum-transc-ent_ElisaAndries_20251107_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Katia Lerner, Thiago da Costa Lopes e Ede Conceição Bispo Cerqueira, nos dias 1º de março e 16 de dezembro de 2021, via Plataforma Zoom, com duração total de 4h54min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <genreform>Textual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em pdf, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em novembro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Estevão Portela</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-16</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">02/03/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (1h29min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/4/6/7/4676e622409690f41a265b6595148c2bda3c0f7a042ffa17f8840ec86362189a/sum-transc-ent_EstevaoPortela_20260317_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, no dia 2 de março de 20022, via Plataforma Zoom, com duração de 1h29min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Pesquisa</subject>
            <subject>Instituição de saúde</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em abril de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fabio Russomano</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-18</unitid>
            <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">12/07/2024</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 item (vídeo mp4; 1h12min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/b/6/db60aebeda87578297fa2ba32f9760f59f2bbf1fcd32f42213f91858da2ee08b/sum-transc-ent_FabioRussomano_20260209_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, no dia 12 de julho de 2024, via Plataforma Zoom, com duração de 1h12min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Instituição de saúde</subject>
            <subject>Assistência médica</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em pdf, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em fevereiro de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Felipe Naveca</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-19</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">20/04/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (3h14min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/0/c/b0c91c7724526da0496b0e46c7d514d838a438ec58b862512ed090049049f97c/sum-transc-ent_FelipeNaveca_20220420_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, no dia 20 de abril de 2022, via Plataforma Zoom, com duração 3h14min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Laboratório</subject>
            <subject>Pesquisa</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em março de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fernando Bozza</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-20</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">11, 22/03 e 03/05/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 3 vídeos (8h16min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/7/f/67f6db63a8f17601595a59d50ce0eb4b9bf5005e406417cfa0475f9b2d9e1d7f/sum-transc-ent_FernandoBozza_20251126_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, nos dias 11 e 22 de março e 03 de maio de 2022, via Plataforma Zoom, com duração total de 8h16min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Favela</subject>
            <subject>Movimento social</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Pesquisa</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em dezembro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Hermano Castro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-22</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">13/08/2021 e 01/09/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 vídeos (1h48min + 1h30min = 3h18min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/d/1/4/d146772ea532764b5a99e6542c1517d5e51abf2483716ce66cab3f8c145a7603/sum-transc-ent_HermanoCastro_20250715_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Ede Conceição Bispo Cerqueira e Thiago da Costa Lopes, nos dias 13 de agosto e 1º de setembro de 2021, via Plataforma Zoom, com duração total de 3h18min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Ensino</subject>
            <subject>Política de saúde</subject>
            <subject>Profissional de saúde</subject>
            <subject>Serviço de saúde </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em agosto de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">José Paulo Gagliardi Leite</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-23</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">22/06/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 vídeos (1h57min; 19min=2h18min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/7/7/977c7ab04be3f53c7e9c08ae8479403cbc06ed41a8f42d1c6b8acf833b0e21c1/sum-transc-ent_JosePauloLeite_20240926_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Ede Conceição Bispo Cerqueira e Thiago da Costa Lopes, no dia 22 de junho de 2021, via Plataforma Zoom, com duração de 2h18min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Laboratório</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>Pandemia</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Juliano Lima</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-24</unitid>
            <unitdate normal="2023/2023" encodinganalog="3.1.3">17/10/2023</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 item (1h46min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/8/6/c86ef4629cdde24beb767322bf9d03f2bf95086cfc5627504234540679f0b4a3/sum-transc-ent_JulianoLima_20250929_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, no dia 17 de outubro de 2023, via Plataforma Zoom, com duração de 1h46min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em novembro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Júlio Croda</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-25</unitid>
            <unitdate normal="2020/2022" encodinganalog="3.1.3">09/09/2020; 13/12/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 vídeos (1h49min; 2h08min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/e/0/ee024e47f5fc1d8a3fd9a130db59b2a80afb095276cbd94d6a19b66e54a90b00/sum-transc-ent_JulioCroda_20240806_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Ester Paiva Souto e Thiago da Costa Lopes, nos dias 9 de setembro de 2020 e 13 de dezembro de 2022, via Plataforma Zoom, com duração 3h59min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>Vigilância em Saúde</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lenice Reis</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-26</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">12/09/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (2h02min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/3/1/3/313f3f94c3238af7d01b201ddb5012fe8bc581c91e37bde1c4a37c3edfe79d69/sum-transc-ent_Lenice_Reis_20260323_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf e Ede Conceição Bispo Cerqueira, no dia 12 de setembro de 2022, via Plataforma Zoom, com duração de 2h02min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em pdf, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em maio de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Luna Escorel Arouca</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-28</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">18/03/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento sonoro: 1 arquivo m4a (2h18min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/1/8/d/18d4727ba814fee596fb52152ad709005be80312dacd9dfd87a80337c8248b07/sum-transcr-ent_LunaArouca_20210318_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Kropf, Thiago Lopes, Ede Cerqueira e André Lima, no dia 18 de março de 2021, via Plataforma Zoom, com duração de 2h18min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Favela</subject>
            <subject>Movimento social</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>Pandemia</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em áudio m4a, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Manoel Barral Netto</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-29</unitid>
            <unitdate normal="2023/2023" encodinganalog="3.1.3">17/08/2023</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (2h04min)    </physdesc>
            <note type="sourcesDescription">
              <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/1/2/a1274591e51fff8ef221597a5f5d1258bc5228a018939a16049662430864e55a/sum-transc-ent_ManoelBarral_20250729_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, no dia 17 de agosto de 2023, via Plataforma Zoom, com duração de 2h04min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Assistência médica</subject>
            <subject>Vigilância em Saúde</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <subject>Comunicação em Saúde</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em agosto de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Marco Krieger</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-30</unitid>
            <unitdate normal="2021-06-10/2021-08-11" encodinganalog="3.1.3">2021-06-10 - 2021-08-11</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 vídeos (3h01min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/5/5/2/5523237142136e53a89fc9e6ac50ebbdcbba4ca74f8ffbc5b53260c3e3880f76/sum-transc-ent_MarcoAurelioKrieger_20211108_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf e Thiago da Costa Lopes, nos dias 6 de outubro de 8 de novembro de 2021, via Plataforma Zoom, com duração total de 3h01min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Tecnologia</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Vacinação</subject>
            <subject>Biotecnologia </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em fevereiro de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Marco Menezes</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-31</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">16/02/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (2h12min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/0/f/80f08a0d9613ae4318bf40806d07748f06ea42aebcc1987fe69e6677f650cdea/sum-transc-ent_MarcoMenezes_20250721_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf e Thiago da Costa Lopes, no dia 16 de fevereiro de 2022, via Plataforma Zoom, com duração de 2h12min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Política de saúde</subject>
            <subject>Serviço de saúde </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em agosto de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Margareth Dalcolmo</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-32</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">29/08/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 item (vídeo; 2h02min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital </p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/8/c/3/8c376cac46bc2800871fa7e70317c000c47981b6e26d8c953e3aa79905c54821/sum-transc-ent_MargarethDalcolmo_20220829_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Katia Lerner e Ede Conceição Bispo Cerqueira, no dia 29 de agosto de 2022, via Plataforma Zoom, com a duração de 2h02min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>Pandemia</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Margareth Portela</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-33</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">10/06/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 item (vídeo mp4, 3h25min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/8/2/2827337de1c37c191542418723d6487512faa9e4dd9cc541f93df2207f854ed1/sum-transc-ent_MargarethPortela_20260121_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf e Ede Conceição Bispo Cerqueira, no dia 10 de junho de 2022, via Plataforma Zoom, com duração de 3h25min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Assistência hospitalar</subject>
            <subject>Assistência médica</subject>
            <subject>Sistema de saúde</subject>
            <subject>Sistema Único de Saúde (SUS)</subject>
            <subject>Serviço de saúde </subject>
            <subject>Monitoramento Epidemiológico</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Marilda de Souza Gonçalves</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-34</unitid>
            <unitdate normal="2020/2020" encodinganalog="3.1.3">21/12/2020</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 item (vídeo mp4; 2h43min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/a/d/0ad5bba7dad8ac8cf495b5a0e88fdcb8fab2132712b09d1fc6d30f7e9dc4f7ef/sum-transc-ent_MarildaGon__alves_20250521_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Ede Conceição Bispo Cerqueira e Thiago da Costa Lopes, no dia 21 de dezembro de 2020, via Plataforma Zoom, com duração de 2h43min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador.</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descriçao em junho de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Marilda Siqueira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-35</unitid>
            <unitdate normal="2020/2024" encodinganalog="3.1.3">08/09/2020 a 19/06/2024</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documentos sonoro e audiovisual: 3 itens de áudio e 2 itens de vídeo (5h04min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/c/c/7ccad42902bd1538b53f9b9df8f03c53f414083fec0fe02f4e9786cd6e13fd07/sum-transc-ent_MarildaSiqueira_20250911_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Ede Conceição Bispo Cerqueira, Ester Paiva Souto e Thiago da Costa Lopes, nos dias 08 e 09 de setembro de 2020 (via Plataforma Zoom) e 19 de junho de 2024  (presencialmente na COC/Fiocruz), com duração total de 5h04min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Monitoramento Epidemiológico</subject>
            <subject>Laboratório</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em novembro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Marilia Santini</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-36</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">01/04/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 item (arquivo m4a; 2h11min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/6/e/e6e4301e22b202b5ec7134e0d120fbc42a75bb7612f3e28bf67e2d3aa3bcb8e4/sum-transc-ent_MariliaSantini_20210401_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Ede Conceição Bispo Cerqueira e Thiago da Costa Lopes, no dia 1º de abril de 2021, via Plataforma Zoom, com duração de 2h11min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Saúde do trabalhador</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em áudio m4a, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em março de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maurício Zuma</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-39</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">29/10/2021-22/12/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 itens (2 vídeos mp4: 2h22min e 54min = 3h16min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/c/6/1/c61d568101948e098d6f493bbe9bc98f50d634efa2beae14e224aa5e1340ae98/sum-transc-ent_MauricioZuma_20250904_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf e Thiago da Costa Lopes, nos dias 29 de outubro e 22 de dezembro de 2021, via Plataforma Zoom, com a duração total de 3h16min</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em setembro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrições</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Patrícia Neves</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-41</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">02/09/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (2h22min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/9/4/b/94b858b574f2399f0068b8af4bdffd9dce951669dd571acf540124f09c132575/sum-transc-ent_PatriciaNeves_20260318_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf e Thiago da Costa Lopes, no dia 2 de setembro de 20022, via Plataforma Zoom, com duração de 2h22min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <genreform>Textual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Vacina</subject>
            <subject>Tecnologia</subject>
            <subject>Biotecnologia </subject>
            <subject>Laboratório</subject>
            <subject>Pesquisa</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em pdf, acessível por computador.</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em abril de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Paulo Buss</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-42</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">29/06/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 item (vídeo mp4, 1h58min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/d/5/2d51ab701e492c0b765337897e3a8a47f93a3601fe87307ffa70fabad2f2a93a/sum-transc-ent_PauloBuss_20250604_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Luana Bermudez e Thiago da Costa Lopes, no dia 29 de junho de 2021, via Plataforma Zoom, com duração de 1h58min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em junho de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Paulo Chapchap</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-43</unitid>
            <unitdate normal="2023/2023" encodinganalog="3.1.3">30/01/2023-06/02/2023</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 itens (2 vídeos mp4: 51min e 1h01min = 1h52min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/1/0/610cd70637189dee131c1f30a07945e4a8a43d96c33ab8aad960e77f87e0f15e/sum-transc-ent_PauloChapchap_20250527_tx_Depes-COC..pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, nos dias 31 de janeiro e 6 de fevereiro de 2023, via Plataforma Zoom, com duração de 1h52min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Assistência hospitalar</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em junho de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Pedro Barbosa</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-44</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">23/03/2022-07/04/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 vídeos (5h16min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/1/b/71b76d78847c915f4b3e1fe9084163baefbd59ac0163f7bf9349f28e8e260051/sum-transc-ent__PedroBarbosa_20241030_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, nos dias 23 de março e 07 de abril de 2022, via Plataforma Zoom, com duração total de 5h16min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Assistência hospitalar</subject>
            <subject>Biotecnologia </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em março de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ricardo de Godoi</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-45</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">23/02 e 16/03/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 vídeos (1h45min+1h19min=3h04min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/b/a/2bae6bb74b33d3e31f450191485fe306c9c2da530d3d775287dbf2a97a0de37a/sum-transc-ent_RicardodeGodoi_20251223_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, nos dias 23 de fevereiro e 16 de março de 2022, via Plataforma Zoom, com duração total de 3h04min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em janeiro de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Ricardo Ventura</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-46</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">23/09/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (2h29min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/a/b/2ab482f01df1c910c94ffc03f5de8ba04dea5a901ad67cbd040c7d6e4f524bcc/sum-transc-ent_RicardoVenturaSantos_20260224_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf e Thiago da Costa Lopes, no dia 23 de setembro de 2022, via Plataforma Zoom, com duração de 2h29min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <genreform>Textual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em pdf, acessível por computador.</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em abril de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Rivaldo Venâncio da Cunha</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-48</unitid>
            <unitdate normal="2021-03-05/2023" encodinganalog="3.1.3">24/02/2021-03/05/2023</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 3 vídeos (3h03min + 1h55min + 2h28min = 7h28min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/e/f/b/efb2ba15ca3d7758a98d386b3d3ae669908ec354033c0c395dcc6f0a0a54d031/sum-transc-ent_RivaldoVenancio_20250602_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevistas realizadas por Simone Kropf, Ede Conceição Bispo Cerqueira, Ester Paiva Souto e Thiago da Costa Lopes, nos dias 24 de fevereiro e 26 de março de 2021, e no dia 3 de maio de 2023, via Plataforma Zoom, com duração total de 7h28min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Assistência médica</subject>
            <subject>Sistema de saúde</subject>
            <subject>Vigilância em Saúde</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em agosto de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Roberta Gondim</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-49</unitid>
            <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">24/06/2024</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento sonoro: 2 itens (1h26min + 50m = 2h46min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/6/a/8/6a8dadb7a0606d4615892d4d2e1f515bb6da69a6c91307d6179d18277a9bf91e/sum-transc-ent_RobertaGondim_20260408_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, no dia 24 de junho de 2024, na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fiocruz/RJ, com duração de 2h46min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Sonoro</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Movimento social</subject>
            <subject>Favela</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em pdf, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em maio de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Rodrigo Corrêa-Oliveira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-50</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">25/08/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (2h30min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/5/2/0528071965a5b330a6242a00a0d70d219944229550ae7cb843797164d04ec3f1/sum-transc-ent_RodrigoCorrea-Oliveira_20260203_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf e Ede da Conceição Bispo Cerqueira, no dia 25 de agosto de 2021, via Plataforma Zoom, com duração 2h30min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Pesquisa</subject>
            <subject>Laboratório</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em fevereiro de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Rodrigo Murtinho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-51</unitid>
            <unitdate normal="2021/2021" encodinganalog="3.1.3">16/07/2021-31/08/2021</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 itens (2 vídeos mp4: 2h40min e 2h24min = 5h04min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/0/c/a0ceb0d662d7502ba6ddeb0a1a33498bf985cde04cb03d8633ad37f28e3d0e2c/sum-transc-ent_RodrigoMurtinho_20250520_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevistas realizadas por Simone Petraglia Kropf, Ede Conceição Bispo Cerqueira, Kátia Lerner e Thiago da Costa Lopes, nos dias 16 de julho e 31 de agosto de 2021, via Plataforma Zoom, com duração total de 5h04min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em junho de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Sinval Pinto Brandão Filho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-52</unitid>
            <unitdate normal="2020/2024" encodinganalog="3.1.3">16/09/2020 e 05/06/2024</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento textual: 1 item (49p.)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital.</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/4/c/4/4c4cf6467783ef0dae34aae73ffdd64eb780b7f5c4b11845c22644a5984f7e57/sum-transc-ent_SinvalBrandaoFilho_20250625_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Kropf, Thiago Lopes e Camila Pimentel, nos dias 16 de setembro de 2020 e 05 de junho de 2024, via Plataforma Zoom, com duração total de 3h56min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Textual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em formato pdf, acessível por computador.</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em agosto de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Stenio Fragoso</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-53</unitid>
            <unitdate normal="2024/2024" encodinganalog="3.1.3">14/06/2024</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (2h30min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/2/f/6/2f6bc2e1efca17e53df5d4e018a499c4c29bbdbfd86dd137ba5e0986e902d9de/sum-transc-ent_StenioFragoso_20260210_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, no dia 14 de junho de 2024, via Plataforma Zoom, com duração 2h30min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Monitoramento Epidemiológico</subject>
            <subject>Tecnologia</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em fevereiro de 2026</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Valdiléa Veloso</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-55</unitid>
            <unitdate encodinganalog="3.1.3">2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 2 vídeos (5h43min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/a/d/2/ad26530af030bb0a475fae36975a7e2be2f91b77377621aded79bea7a68a2b76/sum-transc-ent_ValdileaVeloso_20251106_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, nos dias 11 e 25 de novembro de 2022, via Plataforma Zoom, com duração total de 5h43min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <genreform>Textual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Assistência médica</subject>
            <subject>Assistência hospitalar</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em novembro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Com restrição. Acesso apenas à transcrição do depoimento.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Vitor Grabois</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-56</unitid>
            <unitdate normal="2022/2022" encodinganalog="3.1.3">15/08/2022</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (2h30min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/0/5/a/05ac266861c30c82c7adbed68a982ee09188468c63fd82a1c45c5b009ad74f35/sum-transc-ent_VictorGrabois_20251121_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf e Ede Conceição Bispo Cerqueira, no dia 15 de agosto de 2022, via Plataforma Zoom, com duração total de 2h30min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
            <subject>Profissional de saúde</subject>
            <subject>Assistência médica</subject>
            <subject>Instituição de saúde</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em dezembro de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição.</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição.</p>
          </userestrict>
        </c>
        <c level="item">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Zélia Profeta</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="RJCOC">05-05-02-35-58</unitid>
            <unitdate normal="2020/2020" encodinganalog="3.1.3">16/09/2020</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Documento audiovisual: 1 vídeo (2h43min)    </physdesc>
            <note type="generalNote">
              <p>Documento nato digital</p>
            </note>
            <dao linktype="simple" href="http://basearch.coc.fiocruz.br/uploads/r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/b/8/3/b83adb2d8729f525d8976afd9ab32962e8ef34dd40e691bc941a97132a1bfe86/sum-transc-ent_ZeliaProfeta-20250211_tx_Depes-COC.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Polyana Aparecida Valente, Denise Nacif Pimenta e Thiago da Costa Lopes, no dia 16 de setembro de 2020, via Plataforma Zoom, com duração de 2h43min.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <genreform>Audiovisual</genreform>
            <subject>Pandemia</subject>
            <subject>COVID-19</subject>
            <subject>SARS-CoV-2</subject>
            <subject>História institucional</subject>
            <subject>Ciência</subject>
            <subject>Saúde pública </subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Documento em mp4, acessível por computador</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Descrição em março de 2025</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Laurinda Rosa Maciel - Descrição</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Sem restrição</p>
          </accessrestrict>
          <userestrict encodinganalog="3.4.2">
            <p>Sem restrição</p>
          </userestrict>
        </c>
      </c>
    </dsc>
  </archdesc>
</ead>
