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registro de autoridade

Departamento de Vacinas Virais

  • Entidade coletiva
  • 2002-

O Departamento de Vacinas Virais é subordinado à Vice-diretoria de Produção criada em 2002. O Departamento é composto pelo Laboratório de Febre Amarela (LAFAM), Laboratório de Pólio (LAPOL), Laboratório de Antígenos Virais (LAANV), Laboratório de Produção de Células (LAPRC) e pela Divisão de Apoio de Virais (DIAPV).

Departamento de Zoologia Médica

  • Entidade coletiva
  • 1926-

A Seção de Zoologia Médica foi criada e formalizada no regulamento do Instituto Oswaldo Cruz de 1926, compondo-se das subseções de Protozoologia, Entomologia e Helmintologia. Entretanto, o IOC, desde a sua criação, atribuiu importância fundamental às áreas de estudos e pesquisas que compunham a zoologia médica, a qual permaneceu prestigiada até a atualidade. Esta importância ficou evidente quando o Instituto, ao delimitar suas áreas de atuação, estruturou-se formalmente em seções cujas denominações refletiam suas atribuições finalísticas. Sendo assim, em 1919 foram definidos como seus objetivos principais, os estudos de patologia experimental, de higiene, de zoologia, de veterinária e fitopatologia. Em 1921, foi criada a Seção de Protozoologia, área de excelência do Instituto para o que contribuiu de forma decisiva a descoberta das doença de Chagas. Em 1922 foi criada a Seção de Entomologia e, finalmente, como já mencionado anteriormente, em 1926, a Seção de Zoologia Médica. Esta estrutura manteve-se até 1982 com algumas alterações. Em 1942, a Seção de Zoologia Médica passou a chamar-se Divisão de Zoologia Médica: em 1962, nova denominação foi atribuída ao órgão, Divisão de Zoologia, acrescendo-se ao mesmo as seções de Malacologia e Hidrobiologia e, em 1970, substituiu se o termo divisão por departamento, passando a denominar-se Departamento de Zoologia. Nesta ocasião foi também suprimida a Seção de Malacologia. Ao iniciar-se a década de 80, as seções se departamentalizaram e a Zoologia Médica não mais foi mencionada na estrutura organizacional da instituição, sendo porém representada pelas disciplinas que a compõe. Hoje, fazem parte do IOC, entre outros, o Departamento de Protozoologia, formado pelos Laboratórios de Biologia, de Tripanossoma, de Imunidade Celular e Humoral e de Imuno-Modulação; o Departamento de malacologia, que tem sob sua orientação o laboratório de mesmo nome, e o Departamento de Helmintologia, composto pelos laboratórios de Esquistossomose Experimental, de Helmintos Parasitas de Vertebrados e de Helmintos Parasitas de Peixes. Por sua vez, a entomologia enquanto disciplina permanece atualmente vinculada ao Departamento de Biologia.

Dermeval Santana

  • Pessoa
  • 1911-?

Nasceu no Rio de Janeiro em 6 de março de 1911. Seu pai, Álvaro Felipe Santana, foi condutor de trem da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB), tendo participado da administração da Caixa dos Jornaleiros (trabalhadores diaristas) e da Associação de Auxílios Mútuos, ambas na EFCB. Realizou seus estudos básicos em escolas públicas e o curso de perito-contador, concluído em 1939, na Escola Superior de Comércio, no Rio de Janeiro. Em 1934, ingressou na EFCB como manipulador e revisor de bilhetes, passando depois a trabalhar como revisor de gráfica. Em 1939, foi aprovado em concurso para a Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Empregados da EFCB. Nesta Caixa, iniciou sua carreira como auxiliar de escritório, assumindo a chefia da Carteira de Empréstimos após a unificação, em 1953, e posteriormente, a chefia da seção de documentação da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados do Serviço Público (CAPFESP). Quando da transformação da CAPFESP em Instituto, ocupou o cargo de assistente-técnico do Conselho Administrativo, aposentando-se como chefe da secretaria, em 1964. Após participar da União dos Previdenciários do Distrito Federal (UPDF), desde sua fundação, em 1947, liderou o movimento que originou a Associação Brasileira de Funcionários da Previdência Social (ABFPS), entidade que passou a presidir a partir de 1960.

Diaulas Abreu

  • Pessoa
  • 1885-1968

Diltor Vladimir Araújo Opromolla

  • Pessoa
  • 1934-2004

Nasceu em 13 de abril de 1934, em São Paulo. Originário de família de poucas posses, foi office boy no Tribunal do Trabalho, onde a mãe trabalhava, antes de iniciar o curso de medicina. Sempre gostou muito de praticar esportes, principalmente basquete. Em 1952 foi para Sorocaba, cursar Ciências Médicas na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, e concluiu a graduação em 1957. Seu interesse pela dermatologia se deu através das aulas do professor Humberto Cerruti, que levou os alunos para fazer um curso no leprosário de Pirapitingui, em Itu, São Paulo. Outro fator que contribuiu para essa escolha foi a admiração pelo grande dermatologista Lauro de Souza Lima, que ministrou algumas aulas sobre lepra para sua turma na faculdade. Após a graduação, voltou para São Paulo para estagiar no Hospital das Clínicas com o professor João de Aguiar Pupo. Trabalhou no Hospital do Câncer e no Hospital do Pênfigo, ambos localizados em São Paulo. Em 1959 foi trabalhar com o dr. Mário Pernambuco em Bauru no Sanatório Aimorés. Em parceria com esse médico, empreendeu vários projetos e medidas que contribuíram para que esse Sanatório se transformasse, em 1989, em um dos principais centros de pesquisas no combate à hanseníase: o Instituto Lauro de Souza Lima (ILSL). Participou da equipe que promoveu as primeiras cirurgias reabilitadoras nos pacientes atingidos pela hanseníase, e hoje o ILSL é considerado uma instituição de referência no tratamento da hanseníase, sobretudo em cirurgias de reabilitação. Ingressou no doutorado em 1971, na USP, e em 1973 defendeu a tese Contribuição ao estudo da terapêutica da lepra, orientado por Luiz Ferreira Martins. Em seus primeiros anos de atividade médica, ligou-se ao dr. Lauro de Souza Lima em trabalhos sobre terapêutica em hanseníase. Dessa parceria resultou o uso pioneiro da Rifampicina que é, até hoje, a droga mais efetiva para o combate à doença. Graças à sua trajetória científica e profissional tornou-se muito respeitado no Brasil e no exterior. No decorrer de sua vivência acadêmica e profissional, publicou mais de duzentos trabalhos científicos em periódicos nacionais e estrangeiros, e participou de centenas de congressos, simpósios e seminários dentro e fora do Brasil. Foi especialista em Dermatologia pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo e em hansenologia pela Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH). Foi vice-presidente da Fundação Paulista contra a Hanseníase, membro do Steering Committee of the Therapy of Mycobacterial Diseases, presidente da International Leprosy Association (ILA) para a América Latina, chairman da Seção de Quimioterapia no Congresso Internacional de Lepra em Orlando (Flórida, EUA) em 1993 e convidado oficial da American Leprosy Missions (ALM) para todos os congressos internacionais de hanseníase. Profissionalmente ocupou os mais diferentes cargos no ILSL, tais como, diretor, professor e administrador. Faleceu aos 70 anos, no dia 15 de dezembro de 2004, em Bauru (SP).

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