Hospital Santo Antônio dos Pobres
- Entidade coletiva
- 1930-
Hospital Santo Antônio dos Pobres
Hospital Sanatório Torres Homem
Inaugurado Sanatório João Penido, mudou de nome para Hospital Regional João Penido
Inaugurado como Sanatório do Sancho, também conhecido como Sanatório Popular do Recife, Conjunto Sanatorial de Teijipió, e atualmente pertence ao Hospital Otavio de Freitas, bairro de Tejipió, Recife (PE).
Hospital Municipal Souza Aguiar (HMSA)
Hospital Municipal Raphael de Paula Souza
O Conjunto Sanatorial de Curicica passou a se chamar Hospital Municipal Raphael de Paula Souza.
Hospital Municipal Miguel Couto (HMMC)
Hospital Municipal de Maracanaú
Inaugurado como Sanatório de Maracanaú, atualmente se chama Hospital Municipal de Maracanaú.
Hospital Maternidade Fernando Magalhães (HMFM)
Em 1935 o prédio do Instituto de Proteção e Assistência à Infância (IPAI), fundado em 1899 por Arthur Moncorvo Filho, foi cedido pela família à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro para abrigar seu hospital de clínicas, passando a denominar-se Hospital Moncorvo Filho. A partir de 1942, o prédio passou a abrigar o Instituto de Ginecologia (IG/UFRJ) e, posteriormente, o Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (IEDE). O prédio foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC) em 1990 por sua importância histórica e arquitetônica para a cidade.
Hospital Federal dos Servidores do Estado (HFSE)
Hospital Federal de Ipanema (HFI)
Hospital Federal de Bonsucesso (HFB)
Em 1908 Carlos Chagas vai a Lassance, em Minas Gerais, com a missão de organizar a profilaxia da malária nos canteiros de obras da Estrada de Ferro do Brasil, onde permaneceu desenvolvendo trabalhos que levaram à descoberta de uma nova tripanossomíase, causada por um protozoário e transmitida ao homem por um inseto hematófago denominado barbeiro. Em parte, graças à repercussão dos estudos sobre esta doença, Oswaldo Cruz obteve recursos para construir em Manguinhos um hospital destinado aos estudos clínicos e bacteriológicos de moléstias encontradas no interior do país. Esta verba não foi suficiente, e o Hospital Oswaldo Cruz teve suas obras custeadas, em boa parte, por recursos do próprio Instituto. Data de 1918 a sua inauguração, embora só tenha começado a funcionar, efetivamente, em 1921. O primeiro projeto de construção do Hospital Oswaldo Cruz, de 1917, elaborado pelo arquiteto Luís de Moraes e exibido na Exposição Internacional de Berlim, não foi executado. O segundo, de 1912, previa seis pavilhões, mas apenas um foi edificado e está em atividade até hoje. Dirigido por Evandro Chagas, o Hospital de Manguinhos cumpria sua função de Centro de estudos de pesquisas clínicas, como também prestava assistência médica à população. A entidades mórbidas, tais como a febre amarela, a Leishmaniose Visceral e tegumentar, a doença de Lutz e o pênfigo foliáceo fossem também objeto de estudo. Após a morte prematura de Evandro Chagas, em 1940, o hospital passou a se chamar Hospital Evandro Chagas. Nos anos 50, iniciou-se a construção de um novo prédio - o Pavilhão 26 - com instalações físicas bem maiores, mas nunca chegou a funcionar plenamente. Em meados dos anos 70, o Hospital Evandro Chagas, sem recursos, retornou ao seu antigo prédio, o histórico Pavilhão Gaspar Viana. Hoje o Hospital Evandro Chagas realiza pesquisas e presta serviços assistenciais de referência nas áreas de febre amarela, esquistossomose, leishmaniose, malária, cólera, dengue e Aids, entre outras doenças.
Hospital Estadual Santa Maria (HESM)
Hospital Estadual Getúlio Vargas (HEGV)
Hospital Estadual Carlos Chagas (HECC)
Hospital Especializado Octavio Mangabeira (HEOM)
Hospital Escola São Francisco de Assis (HESFA/UFRJ)
Hospital dos Tuberculosos de Campos
Hospital de Nossa Senhora das Dores
Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho
O Manicômio Judiciário do Rio de Janeiro foi criado pelo decreto n° 14.831, de 25 de maio de 1921. A instituição ficou sob a responsabilidade do Ministério da Justiça e Negócios Interiores até 1931, quando passou para a jurisdição do Ministério da Educação e Saúde Pública, conforme o decreto n° 21.110, de 16 de junho. Com a sanção da lei n° 6.568, de 24 de setembro de 1978, a União cedeu ao estado do Rio de Janeiro o prédio do manicômio e também a sua administração. Em 1955 a instituição foi denominada Manicômio Judiciário Heitor Carrilho e, em 1984, Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho. O hospital foi oficialmente extinto no dia 20 de março de 2013, em consonância com a lei federal n° 10.216, de 6 de abril de 2001. No dia 8 de outubro de 2013 foi inaugurado o Instituto de Perícias Heitor Carrilho, com sede no pavilhão administrativo do antigo complexo do Manicômio Judiciário.
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Hospital Central do Instituto de Assistência dos Servidores do Estado da Guanabara
Hospital Central do Exército (HCE)
O Hospital Real Militar e Ultramar foi criado em 1768 com o objetivo de prestar atendimento médico às tropas do Exército, instalando-se inicialmente nas dependências do antigo Colégio dos Jesuítas, no Morro do Castelo. Em 1832, então denominado como Hospital Regimental do Campo, foi transferido para o Quartel do Campo da Aclamação. Em 1844, como Hospital Militar da Guarnição da Corte, retornou à antiga sede no Morro do Castelo. Em 1890 passou a denominar-se Hospital Central do Exército, e ainda funcionava no Morro do Castelo. Em 1902 foi inaugurado seu novo edifício no Bairro de Benfica, na cidade do Rio de Janeiro.
Hospital Central da Marinha (HCM)
Com o decreto imperial de 9 de dezembro de 1833, foi criado um hospital próprio para a Armada, o Hospital da Armada e Corpo da Artilharia da Marinha, e definida sua instalação na Fortaleza de São José da Ilha das Cobras, localizada na Baía de Guanabara. Teve como primeiro diretor Francisco Julio Xavier, formado na Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro, e cirurgião-mor da Armada Imperial. O Decreto de 3 de janeiro de 1853, que promulgou o novo regulamento dos hospitais da Armada, conferiu nova denominação ao hospital, passando a denominar-se Hospital da Marinha da Corte. Adotou a denominação atual em 1908.