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registro de autoridade

Akira Homma

  • Pessoa
  • 1939-

Nasceu em 1939, na cidade de Presidente Wenceslau (SP), graduou-se em medicina veterinária em 1967 pela UFF e concluiu o doutorado no Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, em 1972. No período de 1969 a 1971, cursou o pós-doutorado em virologia e epidemiologia, no Baylor College Of Medicine, EUA. Entre 1974 e 1976, ocupou o cargo de Gerente de setor da Bayer do Brasil Indústrias Químicas S.A., em São Paulo e em Colônia, na Alemanha. Em 1976, foi convidado pelo então presidente da Fiocruz, Vinicius da Fonseca, a ocupar o cargo de superintendente do recém-criado Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos – Bio-Manguinhos. Esteve à frente do instituto por 13 anos consecutivos, desde a sua criação. No período de abril de 1989 a março de 1990, foi presidente da Fiocruz. Entre 1990 e 1991 foi coordenador do Programa de Auto-Suficiência Nacional em Imunobiológicos (Pasni), do Ministério da Saúde. Na Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), atuou como coordenador de Biotérios do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico, Programa Especial de Vacinas e Imunização, entre 1991 e 1997, em Washington, EUA. Retornou ao Brasil no fim de 1997, ocupando o cargo de vice-presidente de Tecnologia da Fiocruz. Em 2001, deixou a função e tornou-se novamente diretor eleito de Bio-Manguinhos, em segundo mandato, cargo no qual permaneceu até 2009.

Anis Rassi

  • Pessoa
  • 1930-

Naftale Katz

  • Pessoa
  • 1940-

Artur Roberto Couto

  • Pessoa
  • 1954-

Nasceu em 1954, na cidade do Rio de Janeiro. Graduou-se em administração de empresas pelas Faculdades Integradas Simonsen, em 1979. Especializou-se em administração pública pela Fundação Getúlio Vargas em 1996 e cursou o MBA Executivo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1999. É vinculado, desde 1979, ao Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos – Bio-Manguinhos/Fiocruz, onde ocupou o cargo de vice-diretor de Gestão e Mercado.

Ricardo Galler

  • Pessoa
  • 1957-

Nasceu em 1957, na cidade do Rio de Janeiro. Graduou-se em biologia animal, em 1977, pela UnB, concluiu o mestrado em 1980, em ciências biológicas, no Instituto de Biofísica da UFRJ, e, no ano de 1984, defendeu doutorado em ciências da natureza, pela Universitat Heidelberg (Ruprecht-Karls), Alemanha. Cursou pós-doutorados no California Institute of Technology, Estados Unidos, entre 1985 e 1986, e na Washington University, Estados Unidos, entre 1987 e 1989. Em 1987, passou a atuar como pesquisador do IOC/Fiocruz, e, a partir de 1994, iniciou uma parceira mais efetiva com o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos – Bio-Manguinhos, onde exerceu a Vice-Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico.

Mário de Magalhães Chaves

  • Pessoa
  • 1920-2015

Nasceu em 12 de julho de 1920, na cidade do Rio de Janeiro. Sua formação profissional como cirurgião-dentista (1941) e médico (1948) ocorreu na Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atuou na Fundação Serviço Especial de Saúde Pública, Organização Pan-Americana da Saúde, Organização Mundial da Saúde e Escola Nacional de Saúde Pública, onde chefiou o Departamento de Administração de Saúde. Ocupou a cadeira 42 da Academia Brasileira de Odontologia. Morreu em 28 de fevereiro de 2015, no Rio de Janeiro.

Clementino Fraga Filho

  • Pessoa
  • 1917-2016

Nasceu em Salvador (BA), em 11 de agosto de 1917, filho de Clementino Rocha Fraga Júnior e Olindina da Silva Fraga.

Antônio Pereira da Silva

  • Pessoa
  • 1933-?

Nasceu em 22 de março de 1933, em Pilar, Alagoas, em família numerosa, com 11 filhos. Na infância começou a apresentar sintomas de hanseníase; por falta de tratamento adequado perdeu a sensibilidade dos pés e das mãos. Sua família tratou da doença com medicamentos caseiros, tais como chás fitoterápicos e uma mistura de pólvora com limão para tratar os ferimentos. Mesmo apresentando sinais de avançado estado da doença, trabalhou anos na lavoura com os demais membros da família. Por causa da hanseníase, aos 10 anos foi isolado na casa-grande da fazenda onde trabalhava e lá permaneceu por alguns anos. Ao sair da fazenda passou a trabalhar em engenhos de cana-de-açúcar e na criação de gado. Na década de 1950 foi internado na Colônia Eduardo Rabello, em Alagoas. Quando essa Colônia foi desativada, seus pacientes foram transferidos para a Colônia de Mirueira, em Pernambuco, e nessa mudança Antônio Pereira evadiu-se. Posteriormente, foi para a Colônia Getúlio Vargas, na Paraíba.

Diltor Vladimir Araújo Opromolla

  • Pessoa
  • 1934-2004

Nasceu em 13 de abril de 1934, em São Paulo. Originário de família de poucas posses, foi office boy no Tribunal do Trabalho, onde a mãe trabalhava, antes de iniciar o curso de medicina. Sempre gostou muito de praticar esportes, principalmente basquete. Em 1952 foi para Sorocaba, cursar Ciências Médicas na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, e concluiu a graduação em 1957. Seu interesse pela dermatologia se deu através das aulas do professor Humberto Cerruti, que levou os alunos para fazer um curso no leprosário de Pirapitingui, em Itu, São Paulo. Outro fator que contribuiu para essa escolha foi a admiração pelo grande dermatologista Lauro de Souza Lima, que ministrou algumas aulas sobre lepra para sua turma na faculdade. Após a graduação, voltou para São Paulo para estagiar no Hospital das Clínicas com o professor João de Aguiar Pupo. Trabalhou no Hospital do Câncer e no Hospital do Pênfigo, ambos localizados em São Paulo. Em 1959 foi trabalhar com o dr. Mário Pernambuco em Bauru no Sanatório Aimorés. Em parceria com esse médico, empreendeu vários projetos e medidas que contribuíram para que esse Sanatório se transformasse, em 1989, em um dos principais centros de pesquisas no combate à hanseníase: o Instituto Lauro de Souza Lima (ILSL). Participou da equipe que promoveu as primeiras cirurgias reabilitadoras nos pacientes atingidos pela hanseníase, e hoje o ILSL é considerado uma instituição de referência no tratamento da hanseníase, sobretudo em cirurgias de reabilitação. Ingressou no doutorado em 1971, na USP, e em 1973 defendeu a tese Contribuição ao estudo da terapêutica da lepra, orientado por Luiz Ferreira Martins. Em seus primeiros anos de atividade médica, ligou-se ao dr. Lauro de Souza Lima em trabalhos sobre terapêutica em hanseníase. Dessa parceria resultou o uso pioneiro da Rifampicina que é, até hoje, a droga mais efetiva para o combate à doença. Graças à sua trajetória científica e profissional tornou-se muito respeitado no Brasil e no exterior. No decorrer de sua vivência acadêmica e profissional, publicou mais de duzentos trabalhos científicos em periódicos nacionais e estrangeiros, e participou de centenas de congressos, simpósios e seminários dentro e fora do Brasil. Foi especialista em Dermatologia pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo e em hansenologia pela Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH). Foi vice-presidente da Fundação Paulista contra a Hanseníase, membro do Steering Committee of the Therapy of Mycobacterial Diseases, presidente da International Leprosy Association (ILA) para a América Latina, chairman da Seção de Quimioterapia no Congresso Internacional de Lepra em Orlando (Flórida, EUA) em 1993 e convidado oficial da American Leprosy Missions (ALM) para todos os congressos internacionais de hanseníase. Profissionalmente ocupou os mais diferentes cargos no ILSL, tais como, diretor, professor e administrador. Faleceu aos 70 anos, no dia 15 de dezembro de 2004, em Bauru (SP).

Dora Martins Cypreste

  • Pessoa
  • 1955-

Nasceu em 24 de maio de 1955, em Vitória, Espírito Santo. Cursou o segundo grau com o objetivo de tornar-se professora, mas posteriormente decidiu ingressar na faculdade de Serviço Social. Estudou na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) de 1977 a 1981. Em 1982 começou a trabalhar no Hospital Pedro Fontes, o que a princípio foi um grande choque para a família, uma vez que o medo do contágio era muito presente no imaginário de toda a sociedade. Como uma de suas funções, encaminhava os filhos dos pacientes aos Dispensários a fim de evitar o contágio. Ao ter acesso à Portaria Ministerial nº 165 de 1976, da Secretaria Nacional de Saúde, reviu sua atuação profissional e buscou transformar o tratamento dado aos doentes. Em 1982 fundou o Morhan do Espírito Santo. Em 1987 ajudou na formulação de uma nova Portaria Ministerial. Participou, também, do Comitê Nacional de Estruturação das Colônias, do Programa Nacional de Controle da Hanseníase (PNCH), nos períodos de 1998 e 2007/2008. Assumiu a direção do Hospital Pedro Fontes em 1990, e transformou o hospital em ambulatório, que passou a atender também a comunidade externa e organizou um espaço específico para receber e tratar os idosos. Participou do 3º Congreso de Hansenologia del Países Endémicos, em Alicante, Espanha, e logo depois do Congresso de Epidemiologia, em Cuba, ambos em 1990. Em 1994 foi assessora do Programa de Controle de Hanseníase de São Paulo; ao sair, assumiu o cargo de Supervisora do Centro Regional de Especialidades (CRE) de Vitória. No início da década de 2000, trabalhou como Assistente Social Perita coordenando o programa de estágios da Faculdade de Serviço Social em Vitória, Espírito Santo. Além disso, assessorou os hospitais Francisco Ribeiro Arantes e Arnaldo Pezutti Cavalcante, antigos sanatórios do estado de São Paulo. Atualmente, trabalha na Previdência Social de Vitória (ES).

Euzenir Nunes Sarno

  • Pessoa
  • 1938-

Nasceu em 1938, na Bahia. Em 1963 concluiu o curso de Medicina na Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), em Salvador. Logo após sua formatura ingressou na Residência Médica em Anatomia Patológica, na mesma instituição. Veio para o Rio de Janeiro, onde trabalhou no Departamento de Anatomia Patológica da UERJ e realizou pesquisas sobre hepatite B. Alcançou o título de livre docência pela UFRJ, em 1971. Desde 1976 tem sido orientadora de diversas dissertações de mestrado e teses de doutorado nas áreas de Dermatologia, Nefrologia e Medicina Tropical na UERJ, na UFF, na UFRJ e no IOC/Fiocruz. Em 1986 foi convidada por Sérgio Arouca para trabalhar como chefe do Laboratório de Hanseníase, da Fiocruz e empreendeu uma série de modificações no Departamento, tanto na parte física do prédio, com a modernização de equipamento e instalações, como incentivando a qualificação profissional dos que lá trabalhavam. Participou de vários congressos ao longo de sua carreira acadêmico-científica, dentre os quais se destacam os Congressos Internacionais de Hanseníase, o I Encontro Nacional de Tuberculose e o XXVII Meeting of the Brazilian Society of Immunology, realizado no Rio de Janeiro, em 2003. Em 2002 assumiu a Vice-Presidência de Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico, da Fiocruz, convidada por Paulo Gadelha, onde permaneceu até 2005. Atualmente, é a chefe do Laboratório de Hanseníase, no IOC/Fiocruz.

Fabíola Aguiar Nunes

  • Pessoa
  • 1943-

Nasceu em 1943, em Salvador (BA). Filha de médico sanitarista, viveu em uma grande família. Ingressou concomitantemente na Faculdade de Medicina e de Farmacologia, mas após o segundo ano optou pela Medicina. A escolha pela Saúde Pública teve grande influência de seu pai. Em 1966, último ano da faculdade, recebeu convite de Jorge Novis para estudar Arquivo Médico na Costa Rica e posteriormente organizar o arquivo médico do Hospital das Clínicas da Bahia. Sua intenção era não apenas organizar esse arquivo, mas também implantar um curso semelhante ao existente na Costa Rica, tanto para brasileiros quanto para estrangeiros. Em 1970 inicia o mestrado em saúde pública, na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Estados Unidos. O tema de sua dissertação foi o papel e a importância dos Centros de Saúde na saúde pública. Em 1972, começou a lecionar no Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Em 1974 foi nomeada vice-diretora do Hospital das Clínicas da Bahia e pouco depois trabalhou na Primeira Diretoria Regional de Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde. Fez concursos para bolsa do DAAD, para ir à Alemanha, solicitou bolsa ao Conselho Britânico e fez um concurso da OPAS. Optou pela OPAS, e foi para o Programa de Saúde Pública na Costa Rica, o programa de Planejamento Estratégico Centro América Panamá (Pascap), em 1980. Por indicação do secretário de Saúde de São Paulo foi nomeada para a Secretaria Nacional de Programas Especiais, em 1985, na gestão do ministro da Saúde Carlos Santana. Nessa secretaria estavam sediados os programas de controle de agravos como tuberculose e dermatologia sanitária (DST/Aids, hanseníase, leishmaniose tegumentar) e o programa de doenças crônico-degenerativas (diabetes, hipertensão e câncer). Em sua gestão podem se ressaltar os seguintes resultados: início do controle do tabagismo e da AIDS e reestruturação do Programa de Controle da Hanseníase com a implantação da poliquimioterapia. Foi delegada do Ministério da Saúde na 8ª Conferencia Nacional de Saúde, em 1986. Na década de 1990 trabalhou no Hospital da Universidade de Brasília e no Hospital Regional de Sobradinho, no Distrito Federal. Em 1995 foi convidada pelo ministro da Saúde, Adib Jatene, para assumir a Coordenação do Conselho Nacional de Saúde, e em sua gestão foi elaborada a Resolução 196/96, que define regras para pesquisas envolvendo seres humanos e o Plano de Erradicação do Aedes Aegypti. Em 1997, retornou para o Hospital de Sobradinho e organizou o trabalho de controle e combate ao mosquito transmissor da dengue; iniciou, também, a implantação do Programa Saúde em Casa, precursor do Programa de Saúde da Família. De 2001 a 2003, coordenou a Fiocruz em Brasília; em 2005 aposentou-se da Fundação Hospitalar do Distrito Federal, e em 2009 assumiu novamente a coordenação da Fiocruz em Brasília. Em 2010, assumiu a Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

Fuad Abílio Abdala

  • Pessoa
  • 1918-2005

Nasceu em 1918, em Uberaba (MG), descendente de libaneses. Seu pai chegou ao Brasil pouco antes da Primeira Guerra Mundial, quando começou a trabalhar no comércio e foi proprietário de uma confeitaria. Embora tenha nascido em Uberaba, passou a maior parte de sua infância e juventude na cidade de Pedregulho, interior de São Paulo, onde estudou até o fim do curso ginasial. Em 1933, aos 15 anos de idade, foi denunciado como portador de hanseníase e internado compulsoriamente no leprosário de Cocais, em Casa Branca, São Paulo. Durante sua internação, escrevia cartas para os familiares dos pacientes analfabetos, atividade que praticou mesmo fora do leprosário. Em 1937 saiu de Cocais e foi para o Sanatório Padre Bento, em Guarulhos, no mesmo estado, e ali trabalhou no clube da Caixa Beneficente. Praticava diversos esportes como basquete, futebol e salto com vara, com outros internos e até mesmo com médicos. Depois de dois anos sendo tratado com Promim, recebeu alta em 1948. Fora do hospital, trabalhou no escritório de contabilidade de um tio. Em 1950 o dr. Lauro de Souza Lima o convidou para trabalhar no Departamento de Profilaxia da Lepra (DPL) como agente comunitário. Ficou nessa atividade até 1962, quando foi demitido pelo diretor que sucedeu Lauro de Souza Lima. Apresentou problemas de visão por conta da hanseníase, ficou cego e aposentou-se, mas, mostrando prova de verdadeira dedicação e persistência, foi aprovado no vestibular para o curso de Direito na Universidade de São Paulo (USP), em 1976. Em 1981, já formado, montou seu escritório e tornou-se membro e advogado do Morhan. Atuou como advogado até 1988. Casou-se com dona Palmira, teve filhos e foi um dos fundadores do Pensionato São Francisco, instituição localizada ao lado do Hospital Padre Bento e que presta assistência aos ex-pacientes do antigo Sanatório e aos idosos em geral daquela região. Viveu nesse pensionato até o falecimento, em 2005.

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