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registro de autoridade

Luiz Viegas da Motta Lima

  • Pessoa
  • 1923-2018

Nasceu no Rio de Janeiro, em 1923, filho de Pedro da Motta Lima, jornalista e militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), e de Priscilla Viegas da Motta Lima; ambos nascidos em Viçosa, Alagoas. Estudou o curso primário em escola pública e o ginásio no Colégio Pedro II. Em dezembro de 1940 ingressou, através de concurso público, no quadro de funcionários do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB), onde trabalhou até 1943. Nesse momento, foi admitido também por concurso no Banco do Brasil. A partir de 1944, participou intensamente de todas as lutas e mobilizações do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro até o movimento militar de 1964. Foi um dos fundadores da Federação dos Bancários do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, sendo o seu primeiro presidente, em 1957, e reeleito, sucessivamente, até 1964. Participou também da fundação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Crédito (CONTEC), ocupando o cargo de secretário-geral de 1961 a 1964. Membro do CPB desde 1944, concorreu pela legenda do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) à Câmara Municipal do Rio de Janeiro, no período que antecedeu a mudança da capital para Brasília. Constou da lista dos primeiros 101 brasileiros atingidos pelo Ato Inconstitucional no 1 (AI-1), em abril de 1964. Nessa ocasião, exilou-se na Embaixada do México, no Rio de Janeiro, e depois transferiu-se para a Tchecoslováquia, onde viveu até 1965, quando então retornou ao Brasil. Demitido do Banco do Brasil por decreto-lei, em outubro de 1964, foi anistiado e aposentado em agosto de 1979. Em 1980, colaborou na organização do Departamento de Aposentados do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, no qual atua até hoje. Participou ainda como um dos organizadores do IX Congresso Nacional dos Aposentados e Pensionistas, realizado em 1985, em Curitiba e da criação da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas, sendo um dos seus vice-presidentes. Em 1986, participou da Comissão de Alto Nível, patrocinada pelo Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS), que sugeriu um plano de mudanças na Previdência Social. Faleceu em 15 de março de 2018.

Luiza Krau

  • Pessoa
  • 1916-2020

Nasceu em 28 de novembro de 1916 em São Mateus, distrito de São João de Meriti (RJ). Formada em história natural na Faculdade Nacional de Filosofia. Ingressou no IOC na década de 1940, sendo designada assistente de Lejeune de Oliveira na Estação de Hidrobiologia na Ilha do Pinheiro, com quem casou-se e teve uma filha. Faleceu em 8 de julho de 2020.

Lygia dos Reis Corrêa

  • BR RJCOC LY
  • Pessoa
  • 1935-2016

Nasceu em 3 de maio de 1935, na cidade de Belo Horizonte (MG), filha de Ary dos Reis Corrêa e Maria Ferreira dos Reis Corrêa. Em 1958 graduou-se em história natural pela Faculdade de Filosofia da Universidade de Minas Gerais, atual Universidade Federal de Minas Gerais. Nesse mesmo ano ingressou no Instituto Nacional de Endemias Rurais (INERu), do Departamento Nacional de Endemias Rurais, sediado em sua cidade natal. Na instituição atuou como auxiliar técnico (1958), biologista (1960) e pesquisadora em biologia (1967). Foi nesse período que conheceu o pesquisador Wladimir Lobato Paraense, de quem se tornou companheira de vida e de trabalho nas áreas de parasitologia e malacologia. No INERu realizou diversas atividades técnico-científicas, entre elas o inquérito epidemiológico sobre esquistossomose no município de Passos (MG) e o treinamento e orientação de estagiários e bolsistas do Centro de Identificação de Planorbídeos para as Américas, que foi estabelecido por meio de convênio firmado entre o Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde. Em 1968, junto com Lobato Paraense, ingressou na Universidade de Brasília, onde lecionou as seguintes disciplinas: parasitologia, biologia geral, zoologia de invertebrados e bloco de mecanismos de agressão e defesa (helmintoses). Em 1977 transferiu-se para a Fundação Oswaldo Cruz acompanhando Lobato Paraense, que havia sido nomeado vice-presidente de Pesquisas da instituição. Lotada no Instituto Oswaldo Cruz (IOC), atuou como pesquisadora associada (1977-1990), adjunta (1990-1995) e titular (1995-2005) nos laboratórios de Esquistossomose e de Malacologia. Além disso, de 1991 a 2005 chefiou o Departamento de Malacologia. Desenvolveu pesquisas sobre a suscetibilidade de planorbídeos neotropicais à infecção pelo Schistosoma mansoni e a relação planorbídeos - Schistosoma mansoni da região Neotropical, particularmente do Brasil. Ainda em 2005 foi aposentada compulsoriamente, mas permaneceu no IOC realizando pesquisas sobre planorbídeos. Integrou a Sociedade de Biologia de Minas Gerais, a Sociedade Brasileira de Parasitologia, a Federação Latino-Americana de Parasitologistas e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Morreu em 22 de dezembro de 2016, no Rio de Janeiro.

Lygia Madeira César de Andrade

  • Pessoa
  • 1917-2005

Nasceu em 18 de maio de 1917, no Rio de Janeiro, em uma família de médicos – o avô e o pai, por exemplo. Iniciou os estudos no colégio Notre Dame de Sion, em Petrópolis, em 1925, e permaneceu no colégio até 1929. Por causa do estado de saúde da mãe, tuberculosa, passou dois anos na Suíça. Retornou ao Brasil em 1932 e estudou no Colégio Mallet Soares, onde cursou o antigo curso ginasial. Com apoio da tia paterna fez o curso pré-médico – como era chamado o pré-vestibular na época – para poder cursar a Faculdade Nacional de Medicina, da Universidade do Brasil. Começou a graduação em 1937 e se formou em 1942. A partir do segundo ano de curso, começou a fazer estágios e extensão universitária nas áreas de Física Microscópica, Patologia, Obstetrícia e Eletrocardiografia Clínica. No quarto ano da graduação, fez estágio no Museu Nacional como Técnica de Laboratório. O Museu pertencia ao Ministério de Educação e Saúde, e seu trabalho foi desenvolvido no setor de Mineralogia, Geologia e Paleontologia. Foi transferida para o hospital Artur Bernardes, atual Instituto Fernandes Figueira, que em 1970 passou a fazer parte da Fiocruz. Começou a trabalhar no SNL em 1945, e foi convidada a fazer o Curso de Leprologia, do Departamento Nacional de Saúde, em 1947. Em 1976, quando ocorreu a transferência do IL para a Fiocruz, dra. Lygia era diretora do IL. Participou de vários congressos e conferências apresentando diversos trabalhos sobre sua prática em pesquisa laboratorial. Em 1984 participou do grupo de trabalho sobre Imunologia, epidemiologia e Aspectos Sociais da Hanseníase reunido de 28 de maio a 1° de junho de 1984, na Pontifícia Academia de Ciências do Vaticano, Itália. Faleceu em 12 de fevereiro de 2005, no Rio de Janeiro

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