Estrella D´Alva Benaion Bohadana
- Pessoa
- 1951-2015
Estrella D´Alva Benaion Bohadana
Estevam José Cardoso de Oliveira
Estácio Gonçalves de Souto Maior
Estácio de Figueiredo Monteiro
Nasceu em 11 de abril de 1915, na cidade do Rio de Janeiro, filho de Mario Monteiro e Edith de Figueiredo Monteiro. Em 1937 graduou-se pela Faculdade Fluminense de Medicina, atual Universidade Federal Fluminense, bem como concluiu o Curso de Aplicação do IOC e tornou-se tenente médico da Aeronáutica. Ainda em 1937 iniciou sua trajetória profissional no IOC, onde atuou como estagiário na Seção de Vírus sob a orientação de José Guilherme Lacôrte, assistente técnico, pesquisador, professor, médico, editor das Memórias do Instituto Oswaldo Cruz e membro da Comissão de Redação das Publicações do instituto. Além disso, exerceu as funções de chefe da Seção de Nutrição da Divisão de Higiene (1956-1962), superintendente dos Serviços Auxiliares de Diagnóstico do Hospital Evandro Chagas, compreendendo o Laboratório de Patologia Clínica e os Gabinetes de Raio X e Eletrocardiografia (1956-1959), chefe da Seção de Físico-Química da Divisão de Química (1962-1964) e chefe da Seção de Vírus da Divisão de Virologia (1964-1971). Aposentou-se em 1971, mas permaneceu em atividade ao longo da década como membro da Comissão Nacional de Controle da Meningite, coordenador do Projeto Prioritário de Produção de Vacina contra o Herpes e membro da missão técnica relacionada à vacina contra o sarampo que visitou o Instituto Mérieux, em Lyon (França). Morreu em 3 de julho de 1994, no Rio de Janeiro.
Esmeraldino Olympio de Torres Bandeira
Escritório Internacional de Higiene Pública
Escola Superior de Guerra (ESG)
Escola Politécnica do Rio de Janeiro
Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV)
Unidade técnico-científica da Fiocruz que promove atividades de ensino, pesquisa e cooperação no campo da Educação Profissional em Saúde. Oferece cursos técnicos de nível médio, de especialização e de qualificação nas áreas de Vigilância, Atenção, Informações e Registros, Gestão, Técnicas Laboratoriais, Manutenção de Equipamentos e Radiologia, além da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e de um Programa de Pós-graduação em Educação Profissional em Saúde.
Escola Politécnica de Pernambuco
Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp)
Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)
Em 3 de setembro de 1954 a lei n. 2.312 definiu que a “União manteria uma Escola Nacional de Saúde Pública à qual poderiam ser equiparadas outras existentes ou que viessem a ser criadas pelos Estados ou pela iniciativa particular”. Em decorrência dessa lei o governo federal baixou o decreto n. 43.926, de 26 de junho de 1958, dispondo sobre a estrutura e as finalidades da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), vinculada ao Ministério da Saúde. Em 1958 a ENSP passou a ter sob sua jurisdição os cursos do Departamento Nacional de Saúde e do Departamento Nacional da Criança. Em 23 de março de 1966 foi inaugurada a nova sede da ENSP, com o aproveitamento do esqueleto de um edifício abandonado, em área de 14 mil metros quadrados, situada em Manguinhos. Com a lei n. 5.019, de 7 de junho de 1966, a ENSP e outros estabelecimentos passaram a integrar a Fundação Ensino Especializado de Saúde Pública (Fensp), de personalidade privada, criada com a finalidade de ministrar ensino especializado em saúde pública em cursos de pós-graduação para pessoal de nível técnico-científico e cursos de preparação de pessoal auxiliarmédico, além de realizar estudos e pesquisas de interesse para o aperfeiçoamento técnico e científico do pessoal de saúde pública. Em 1º de outubro de 1969, pelo decreto-lei n. 904, a Fensp passou a denominar-se Fundação Recursos Humanos para a Saúde (FRHS), continuando a ENSP a fazer parte da estrutura da mesma Fundação. Entre suas finalidades incluíam-se a avaliação dos quantitativos e da qualificação do pessoal de que poderia dispor o Sistema Brasileiro de Proteção e Recuperação da Saúde, assim como a promoção de medidas para a formação e o aperfeiçoamento de pessoal. Em 22 de maio de 1970, o decreto n. 66.624 transformou a FRHS em Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz). Esta passou a integrar sete institutos, entre eles o Instituto Presidente Castelo Branco, novo nome da ENSP, que voltou a ser denominada desta forma em 1976. Em 2003, ela ganha a denominação atual: Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca. Sua estrutura organizacional é esta: quatro vice-diretorias integrantes da direção – Pós-Graduação, Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico, Escola de Governo em Saúde e Desenvolvimento Institucional e Gestão – e seis departamentos – Departamento de Ciências Sociais, Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos em Saúde, Departamento de Administração e Planejamento em Saúde, Departamento de Ciências Biológicas, Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental, Departamento de Endemias Samuel Pessoa. Integram ainda sua estrutura o Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana, o Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria e o Ambulatório de Saúde do Trabalhador.
Escola Nacional de Saúde (Espanha)
Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP/MG)
Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro (ERRJ)
Escola de Medicina Souza Marques (EMSM)
Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro (EMC/Unirio)
Em dezembro de 1948, o Instituto Hahnemanniano desvinculou-se de sua faculdade de medicina homeopática, criada em 1912, concedendo-lhe autonomia, quando então essa passou a denominar-se Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro. Organizada como sociedade civil, teve seu estatuto aprovado em 1949 e homologado pelo Ministério da Educação e Saúde no dia 28 de abril de 1950. Pela Lei n. 1.398, de 1951, parte do patrimônio do Instituto foi transferido para a Escola. Pelo decreto n. 3.271 de 30 de setembro de 1957, a Escola foi federalizada, ficando subordinada ao Ministério da Educação e Cultura. Tornou-se, então, uma faculdade de medicina alopática, ministrando algumas cadeiras eletivas de homeopatia. Em 1966 conseguiu do Governo Federal a incorporação do Hospital Gaffrée e Guinle. Três anos mais tarde, a Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro foi incorporada à nova entidade criada pelo Governo Federal, a Federação das Escolas Federais Isoladas do Estado da Guanabara (FEFIEG), que em 1975, passou a ser denominada de Federação das Escolas Federais Isoladas do Estado do Rio de Janeiro, devido à fusão do Estado da Guanabara com o antigo Estado do Rio de Janeiro. A partir de 1979, passou a denominar-se de Escola de Medicina e Cirurgia da Universidade do Rio de Janeiro.
Escola de Medicina e Cirurgia do Instituto Hahnemanniano
Criada no dia 10 de abril de 1912, como Faculdade de Medicina Homeopática do Rio de Janeiro . Alguns dos seus fundadores eram membros do Instituto Hahnemanniano do Brasil. Neste mesmo ano, foi extinta sendo recriada com o nome de Faculdade Hahnemanniana a partir de proposta apresentada pelo presidente do Instituto, Licínio Cardoso. Tendo por fim ministrar o ensino da medicina homeopática, diplomando médicos e farmacêuticos. Utilizou para o ensino prático hospitais mantidos pela Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. Adotou a denominação Escola de Medicina e Cirurgia em 1924.
Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres (Reino Unido)