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Wim Maurits Sylvain Degrave

Entrevista realizada por Nara Azevedo, Wanda Hamilton, Simone Kropf e Luis Otávio Ferreira, no Rio de Janeiro (RJ), em quatro sessões; 02 de setembro (fitas 1 e 2), 10 de outubro (fitas 3 e 4), 23 de outubro (fitas 5 e 6, lado A) e 24 de outubro de 1996 (fitas 7 e 8).

Vinicius da Fonseca

Entrevista realizada por Nara Brito e Wanda Hamilton, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 27 de junho, 07 e 22 de agosto, 03 e 04 de outubro de 1995.

Vinícius da Fonseca

Entrevista realizada por Nara Brito e Wanda Hamilton, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 27 de junho, 07 e 22 de agosto, 03 e 04 de outubro de 1995.

Sebastião Reis

Entrevista exploratória realizada por Anna Beatriz de Sá Almeida, Laurinda Rosa Maciel e Federico Orofino, com o intuito de compor o projeto "Memória e história da criação de animais de laboratório e do Centro de Criação de Animais de Laboratório (CECAL/Fiocruz): a constituição de um acervo de depoimentos orais" que, contudo, não teve prosseguimento. Foi gravada no campus Fiocruz Maré, antigo prédio da Expansão, no Rio de Janeiro, dia 4 de abril de 2016. O depoente narrou suas lembranças sobre a Ilha dos Pinheiros, onde o Instituto Oswaldo Cruz fazia a criação de animais para uso em laboratório.

Saúde Coletiva, Medicina Preventiva e Saúde Pública- História e Memória

O Projeto intitulado Saúde Coletiva, Medicina Preventiva e Saúde Pública- História e Memória, apresenta como um de seus produtos um conjunto de entrevistas gravadas com 28 personagens que participaram ou, mesmo, lideraram a construção dessas três áreas no Brasil. Este conjunto compõe dois subprojetos, que envolvem os três temas e alguns tópicos de seus processos de institucionalização no país. Um conjunto de entrevistas aborda os temas sob a ótica de entrevistados da Universidade Federal da Bahia, sob a titulação “A Saúde Coletiva na Universidade Brasileira: o Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, desde suas origens no Departamento de Medicina Preventiva da UFBA”. O outro conjunto reúne entrevistas de representantes de várias instituições de pesquisa e ensino em Saúde que atuam com o foco nas três áreas compondo o subprojeto “História da Saúde Coletiva no Brasil”.
Coordenação: Tania Maria Dias Fernandes (DEPES/ COC/Fiocruz)
Pesquisadores: Ediná Alves Costa e Ana Cristina Souto (ISC/UFBA)/ Subprojeto “A Saúde Coletiva na Universidade Brasileira: o Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, desde suas origens no Departamento de Medicina Preventiva da UFBA”
Auxiliares de Pesquisa/ Bolsistas: André Luiz da Silva Lima; Eliene Rodrigues; Otto dos Santos de Azevedo; Joel Nolasco; Vanêssa Alves Pinheiro. Os depoentes são: Aníbal Muniz Silvany Neto; Everardo Duarte Nunes; Fernando Martins Carvalho; Francisco Eduardo Campos; Gastão Wagner de Souza Campos; Glaucia Maria de Luna Ieno; Heloisa Maria Mendonça de Morais; Ines Lessa; José Carvalho de Noronha; José da Rocha Carvalheiro; José Jackson Coelho Sampaio; José Wellington Gomes de Araújo; Kenneth Rochel de Camargo Jr; Lorene Louise Silva Pinto; Luiz Umberto Ferraz Pinheiro; Maria Andrea Loyola; Naomar de Almeida Filho; Paulo Ernani Gadelha Vieira; Paulo Marchiori Buss; Pedro Miguel dos Santos Neto; Rita de Cássia Barradas; Roberto de Andrade Medronho; Romélio Aquino; Ronaldo Ribeiro Jacobina; Sebastiao Loureiro; Sonia Fleury; Tatiana Wargas de Faria Baptista e Vera Lucia Almeida Formigli.

Samuel Goldenberg

Entrevista realizada por Nara Azevedo e Wanda Hamilton, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 13 de novembro de 1996.

Remanescentes do Massacre de Manguinhos

O projeto foi realizado como parte do pós-doutoramento de Pedro Jurberg, supervisionado por Laurinda Rosa Maciel, pelo Programa de Pós-Graduação em Gestão e Preservação do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde, da Casa de Oswaldo Cruz. As entrevistas foram realizadas com personagens que trabalhavam nos laboratórios cujos cientistas foram cassados no episódio conhecido como Massacre de Manguinhos. Tem como objetivo narrar como estes laboratórios sobreviveram ao fato de terem seus principais cientistas fora da instituição, mas que, ainda assim, os herdeiros intelectuais destes mestres seguiram adiante em suas pesquisas. As demais atividades realizadas no âmbito do projeto foram uma disciplina eletiva no citado PPG, intitulada 'Instituto Oswaldo Cruz: ascensão, estagnação, queda e recuperação de uma instituição de pesquisa' oferecida no segundo semestre de 2018 e o Seminário “As contribuições das mulheres cientistas na formação da Fundação Oswaldo Cruz”, em novembro de 2019.

Projetos de pesquisa

Reúne depoimentos em áudio e/ou vídeo, distribuídos em 14 projetos de pesquisa que abordam temas como: história institucional de unidades da Fiocruz; história das políticas públicas de saúde e previdência no Brasil e história das doenças.

Pedro Jurberg

Entrevista realizada por Laurinda Rosa Maciel e Laís Marçal, no Rio de Janeiro, no dia 12 de dezembro de 2017, com a duração de 1h25min.

Ortrud Monika Barth Schatzmayr

Entrevista realizada por Pedro Jurberg e Laurinda Rosa Maciel, no Pavilhão Hélio e Peggy Pereira, no IOC, Fiocruz/RJ, no dia 27 de fevereiro de 2019, com a duração de 1h20min

O Campus da Fundação Oswaldo Cruz: Construções, registros, intervenções

Este projeto teve como objetivo principal organizar e divulgar o acervo de plantas arquitetônicas da instituição utilizadas tanto para os trabalhos de manutenção das construções da Fiocruz como para a pesquisa em outras áreas de interesse. Foi elaborado um inventário com a descrição dos documentos, suas principais características e a organização dada, além de imagens de algumas plantas significativas; foi feita uma exposição, um seminário e duas entrevistas. Os depoimentos tiveram a intenção de estabelecer uma comparação entre os dois períodos da arquitetura produzida em Manguinhos: o das décadas de 1940 a 1980 (representativo da era pós-heróica) e o da arquitetura produzida nas décadas de 1980 a 2010 (representativo da expansão e do crescimento do campus de Manguinhos). Os dois arquitetos escolhidos vivenciaram cada um destes períodos, Floroaldo Albano e Jorge de Azevedo Castro.

Mulheres na Fiocruz: trajetórias

Resumo: O objetivo do projeto foi a produção de registros audiovisuais visando documentar, preservar e divulgar a memória coletiva da instituição, especialmente tendo em vista as comemorações de seus 120 anos, em 2020. O projeto privilegiou trajetórias de mulheres buscando revelar aspectos da organização e dinâmica institucionais e, de forma mais abrangente, das próprias condições de emergência de profissionais dedicadas aos campos da saúde e da ciência no Brasil. Foram estabelecidas duas linhas de ação: a produção de um documentário sobre as mulheres “pioneiras” envolvidas em atividades de pesquisa/ensino (1940-1980), intitulado ‘Mulheres na Fiocruz: pioneiras’ e a produção de vídeos sobre a trajetória de 21 mulheres representativas dos campos do ensino, pesquisa, produção e assistência (1980-2020), cada uma delas com atuação em uma das unidades da Fiocruz. As três primeiras entrevistadas foram Maria da Luz Fernandes Leal, Yara Maria Traub-Cseko e Liléia Gonçalves Diotaiuti. A produção de registros sobre a presença feminina na Fiocruz contemplou duas linhas de ação: 1) a produção de um documentário sobre as mulheres “pioneiras” envolvidas em atividades de pesquisa/ensino (1940-1980); 2) a produção vídeos sobre a trajetória de 21 mulheres representativas dos campos do ensino, pesquisa, produção e assistência (1980-2020), cada uma delas com atuação em uma das unidades da Fiocruz.
O documentário Mulheres na Fiocruz: pioneiras foi integralmente produzido a partir de fontes arquivísticas, sobretudo do vasto acervo documental sob a guarda do Departamento de Arquivo de Documentação (DAD) da COC que contempla, além das mais de 3000 horas de entrevistas já realizadas com pesquisadoras da Fiocruz, um vasto conjunto de documentos como currículos, notícias de jornal, publicações, fotografias, documentos textuais, diários de viagens e de laboratório, entre outros. Para produção do documentário utilizamos 7 entrevistas gravadas oriundas dos projetos “Memória das Coleções Científicas do Instituto Oswaldo Cruz da Fiocruz”, liderado por Magali Romero de Sá, e “Gênero e ciência: carreira e profissionalização no IOC, Museu Nacional e Instituto de Biofísica”, liderado por Nara Azevedo. Através de um intenso trabalho de escuta, elaboração de roteiro, pesquisa histórica e edição, o filme contempla a trajetória das pesquisadoras Anna Kohn, Delir Correa Gomes Maués da Serra Freire, Dyrce Lacombe, Luiza Krau, Monika Barth e Ottilia Affonso Mitidieri, que ingressaram na instituição entre as décadas de 1950 e 1960.
As protagonistas das três primeiras entrevistas realizadas pelo projeto foram concedidas por Maria da Luz Fernandes Leal (Bio-Manguinhos), Yara Maria Traub-Cseko (Instituto Oswaldo Cruz) e Liléia Gonçalves Diotaiuti (Fiocruz Minas) . Entre 2020 e 2021, por força da pandemia de Covid-19, os depoimentos foram realizados remotamente seguindo a mesma dinâmica das entrevistas presenciais, com dois entrevistadores, a documentarista e a depoente. Foram ouvidas nesta fase Alzira Maria de Paiva Almeida, Keyla Belizia Feldman Marzochi, Marilda de Souza Gonçalves, Maria Cecilia de Souza Minayo, Nubia Boechat Andrade, Rachel Niskier Sanchez e Tizuko Shiraiwa. Essa reorientação da pesquisa direcionou para registrar diferentes formas de intervenção das cientistas da Fiocruz nas situações de emergências sanitárias, tanto em seus laboratórios quanto em sua relação com a sociedade. Assim, foram entrevistadas Valdiléia Veloso, Rita Nogueira, Maria Elena Caride, Marilda Siqueira, Simone Monteiro, Denise Valle e Celina Turchi, totalizando 17 depoimentos para o projeto.
A equipe de pesquisa foi constituída por Luiz Otávio Ferreira, Nara Azevedo, Simone Petraglia Kropf, Luciana Quillet Heymann, Aline Lopes de Lacerda e Denise Pimenta, dos bolsistas recém-doutores André Lima, Daiane Rossi e Polyana Valente, e da documentarista Cristiana Grumbach.

Memória Institucional da Fiocruz – Constituição de acervo de história oral para a saúde

Resumo: O projeto de pesquisa realizará entrevistas de história oral com servidores, em atividade ou aposentados, que se disponham a registrar sua experiência profissional na Fiocruz. O intuito é preservar as histórias pessoais e profissionais destes colaboradores que tenham interesse em contar suas experiências para constituir um acervo permanente de história oral sobre a Fiocruz e sua memória institucional. Este material constituirá acervo disponível ao público para pesquisas na área de ciências sociais e humanas, ou de quaisquer outros que tenham interesse nesta temática.
A importância do projeto deve-se ao fato de a história institucional e a prática profissional de servidores não terem habitualmente registros em outras formas de preservação, sobretudo com a oralidade. Muito mais comum é a forma escrita, com textos autobiográficos ou aqueles onde são narrados episódios isoladamente. Consideramos que as falas e as memórias que surgem no decorrer das entrevistas, possuem conteúdo e abordagem diferenciada, pelo seu valor histórico e administrativo.
As entrevistas serão realizadas a partir de um roteiro pré-estabelecido com perguntas que abordarão aspectos pertinentes às trajetórias pessoal e profissional dos depoentes, sua participação ou proposição de projetos de pesquisa no decorrer de sua vida institucional, bem como possíveis experiências de docência, memórias mais significativas ou quaisquer outros pontos que os depoentes julgarem importantes para abordar. Acreditamos que estes profissionais ajudaram a conduzir e consolidar, de alguma forma, a instituição e fortalecem seu papel de protagonista das ações de saúde da realidade brasileira. Partimos deste ponto ao analisarmos os depoimentos relativos ao projeto de história oral, Remanescentes do Massacre de Manguinhos, onde se percebe com exatidão a importância que os estagiários, recentes contratados e outros colaboradores tiveram para a sobrevivência dos laboratórios no episódio citado. Os cientistas titulares destes espaços foram cassados, mas as atividades mais cotidianas permaneceram e foram fundamentais na sobrevivência da pesquisa científica, até a volta dos cientistas cassados pelas ações arbitrárias do golpe civil-militar de 1964, e sobretudo após o AI5, em 1968. As entrevistas serão gravadas em áudio digital, transcritas e conferidas e vão compor o acervo institucional permanente da Fiocruz, disponível em https://basearch.coc.fiocruz.br/.

Memória familiar de Pedro Affonso

Reúne 6 depoimentos sobre o barão de Pedro Affonso, diretor do Instituto Soroterápico Federal, com Arnaldo Franco de Toledo; Gabriela Fontenelle Loureiro Lima; Guilherme Franco de Toledo; Lea Fontenelle; Jorge Fontenelle e Pedro Franco de Toledo.

Mauro Mazochi

Entrevista realizada por Wanda Hamilton e Simone Kropf, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 01 de agosto de 1996.

Marli Brito Moreira de Albuquerque Navarro

Entrevista realizada em duas sessões: 30 de julho e 05 de agosto de 2025; na primeira sessão foram gravadas 2h25min e na segunda sessão, 1h42min, totalizando 4h07min de gravação. As entrevistadoras foram Laurinda Rosa Maciel, Renata Silva Borges e Thayane Vicente Vam de Berg, na primeira sessão; Laurinda Rosa Maciel e Thayane Vicente Vam de Berg, na segunda sessão e foram realizadas no CDHS, no Departamento de Arquivo e Documentação, no campus de Manguinhos da Fiocruz/RJ. Glóris Albuquerque, filha da entrevistada, participou das duas sessões.

Marilia Santini

Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Ede Conceição Bispo Cerqueira e Thiago da Costa Lopes, no dia 1º de abril de 2021, via Plataforma Zoom, com duração de 2h11min.

Marilda Siqueira

Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Ede Conceição Bispo Cerqueira, Ester Paiva Souto e Thiago da Costa Lopes, nos dias 08 e 09 de setembro de 2020 (via Plataforma Zoom) e 19 de junho de 2024 (presencialmente na COC/Fiocruz), com duração total de 5h04min.

Maria José Deane

Entrevista realizada por Lúcio Flávio Taveira e Rose Ingrid Goldschmidt, na Fiocruz (RJ), no dia 12 de setembro de 1989.
Sumário
Fitas 1 e 2
As heranças austríaca, portuguesa e italiana presentes na formação dos pais; observações sobre a morte da irmã por difteria; recordações da infância em Belém; comentários sobre o avô e a busca da riqueza na Amazônia; o desprezo ao título de nobreza da família von Paumgartten; o empobrecimento da família devido à Primeira Guerra Mundial; a disciplina na educação e a valorização da literatura desde a infância; a formação francesa da mãe; o vínculo direto de Belém com a Europa no início do século; a qualidade do ensino público em Belém durante o ciclo da borracha; a organização do Colégio von Paumgartten pelas tias educadoras; a formação do pai; a morte do avô; o casamento por procuração dos pais; o curso normal realizado pela mãe em Paris; a aversão pelos movimentos políticos e ideológicos; críticas ao conceito de vocação nata; a escolha profissional; o desenvolvimento do senso crítico e o desprezo aos dogmas religiosos; a liberdade concedida pela família na escolha profissional; o significativo número de mulheres na turma da faculdade de medicina; o encontro com Leônidas Deane na faculdade e sua influência no interesse pela pesquisa científica; o estágio como interna na Santa Casa da Misericórdia; o ingresso na equipe de Evandro Chagas e a presença feminina em grupo de pesquisadores exclusivamente masculino; a recepção como cientista no interior do Brasil; a questão da virgindade e o questionamento da importância do casamento; o contato com a família Chagas na década de 1930; o choque causado pela morte de Evandro Chagas; as aventuras presentes nas campanhas pelo interior do Brasil; a importância do estágio realizado no Curso de Aplicação do IOC; a ausência de nomes femininos de peso no IOC na década de 1930; o trabalho em hematologia com Walter Oswaldo Cruz; o ingresso na campanha contra o Anopheles gambiae e a briga com Evandro Chagas; a estruturação da Fundação Rockefeller nas campanhas contra a malária; a discriminação em sua carreira profissional; as mudanças profissionais devido à maternidade; as aulas preparadas a partir da narrativa de experiências passada; a opção pela dedicação exclusiva à maternidade durante os primeiros anos da filha; o convite de Samuel Pessoa para ingressar na USP; o envolvimento da filha em movimentos estudantis durante a ditadura militar e a sua fuga para a Argentina; a violência moral sofrida pelos presos políticos; comentários sobre a ditadura militar argentina.

Maria da Luz Fernandes Leal

Entrevista realizada por Luciana Heymann e Nara Azevedo, no dia 15 de janeiro de 2020, no Auditório do CDHS/COC/Fiocruz, dirigida por Cristiana Grumbach, com fotografia e câmera de Eduardo Brantes e produzida por Crisis Produtivas.

Marco Antonio dos Santos Lima

Entrevista realizada por Laurinda Rosa Maciel e Renata Silva Borges, no dia 3 de abril de 2025, com 1 hora e 30 minutos de gravação, no no CDHS, no Departamento de Arquivo e Documentação, no campus de Manguinhos da Fiocruz/RJ.

Luna Escorel Arouca

Entrevista realizada por Simone Kropf, Thiago Lopes, Ede Cerqueira e André Lima, no dia 18 de março de 2021, via Plataforma Zoom, com duração de 2h18min.

Luiza Cristina Krau de Oliveira

Entrevista temática sobre os pais, Luiza Krau e Lejeune Pacheco Henriques de Oliveira, ambos cientistas no IOC, que trabalhavam com biologia marinha na Ilha dos Pinheiros, desde a década de 1940 até a de 1970; a depoente narra suas lembranças sobre a vida no local, acompanhando os pais quando criança, e o cotidiano vivido até cerca de 10 anos de idade.

Leônidas de Mello Deane

Entrevista realizada por Nara de Azevedo Brito, Paulo Gadelha, Rosbinda Nuñes e Rose Ingrid Goldschmidt, na Fiocruz (RJ), nos dias 11 de janeiro de 1987, 20 de janeiro, 02 e 09 de fevereiro, 10 e 17 de março e 17 de junho de 1988.
Sumário
Fita 1
A família e a infância no Pará; a influência da cultura europeia na formação escolar; o curso de desenho; os estudos nos colégios Progresso Paraense e Moderno; a Faculdade de Medicina do Pará; a repercussão da passagem de Oswaldo Cruz por Belém; o contato com Antônio Acatauaçu Nunes Filho e o trabalho no laboratório de análises clínicas da Sana Casa da Misericórdia de Belém em 1930; o contato com Henry Kumm e o interesse pela entomologia.

Fitas 2 e 3
Evandro Chagas e a criação do IPEN; o convite para trabalhar no IPEN; a influência profissional de Antônio Acatauaçu Nunes Filho e de Jaime Aben Athar; a precariedade dos meios de comunicação e transporte no Brasil no início do século; a primeira doença estudada pelo IPEN; a excursão com Evandro Chagas a Abaeté (BA) em 1936 e a pesquisa da leishmaniose visceral americana; a atividade clínica paralela às pesquisas de campo; a liderança de Evandro Chagas; a relação de Evandro Chagas com o IOC; a Fundação Rockefeller e a campanha contra o Anopheles gambiae em 1938 no Nordeste; as conseqüências da morte de Evandro Chagas para continuidade dos trabalhos no IPEN; o apoio de Carlos Chagas Filho à campanha contra o Anopheles gambiae; a chegada de Emanuel Dias a Belém e a formação de um novo grupo de pesquisadores; a contribuição do IPEN para o avanço da ciência; comentários sobre Felipe Neri Guimarães, Leoberto Ferreira e Oliveira Castro; a primeira visita ao IOC.

Fitas 4 a 6
Os resultados das pesquisas em Abaeté; a inoculação voluntária com leishmânia; os diários de campo enviados a Evandro Chagas; a pesquisa sobre o mal de cadeiras em Marajó; a campanha contra o Anopheles gambiae em 1938 e a campanha do Serviço de Malária do Nordeste em 1940; os riscos presentes nas pesquisas de campo; o início dos trabalhos no Serviço de Malária; a participação de Gladstone Deane e de Maria von Paumgartten Deane na campanha; o contato com Marshal Barber e o trabalho no laboratório do Serviço de Malária.

Fitas 7 a 9
A migração do Anopheles gambiae da África para o Brasil em navios franceses durante a Segunda Guerra Mundial; Marshal Barber e o Método do Verde Paris; Carlos Chagas e o combate à epidemia de malária em 1905; a dificuldade na implementação de métodos de erradicação de doenças no início do século; o Serviço de Demarcação de Limites do Anopheles gambiae e o trabalho dos guardas sanitários; comparação entre a atuação da Fundação Rockefeller nos Estados Unidos e no Brasil; Manoel Ferreira e a campanha contra a malária na Baixada Fluminense; considerações sobre as profecias do Padre Cícero e a crendice das populações do Nordeste; comentários sobre Lampião; o prédio da sede do Serviço de Malária na zona rural de Aracati e o estudo sobre a ecologia do Anopheles gambiae em Cumbe; as dificuldades de controle da malária na África devido a questões políticas; a tradição brasileira em campanhas nacionais; a equipe do Serviço de Malária do Nordeste aproveitada pelo SESP em 1942; os guardas sanitários formados em entomologia; o fim da campanha contra o Anopheles gambiae; impressões sobre a cidade de Fortaleza em 1941.

Fitas 9 a 11
A incorporação do Instituto Evandro Chagas ao SESP; o retorno ao Instituto Evandro Chagas em 1942; os estudos sobre doenças tropicais; os cursos de treinamento para técnicos e médicos no Instituto Evandro Chagas; o grau de contaminação da malária no interior do Brasil; o primeiro estudo de campo para verificar o papel preventivo da cloroquina no Pará; as experiências com o DDT no Brasil em 1945; o controle da malária na Amazônia pelo SESP em 1946; o curso de mestrado em saúde pública na Universidade Johns Hopkins em 1942 e a especialização em entomologia na Universidade de Michigan em 1943; o desenvolvimento da área de saúde pública nos Estados Unidos; o interesse pela medicina experimental; o grupo de sanitaristas brasileiros que cursaram a Universidade Johns Hopkins e o seu papel no desenvolvimento da saúde pública; comparação entre as escolas de saúde pública do Rio de Janeiro e de São Paulo; o SESP e a primeira pesquisa sobre filariose no Brasil; a produção de DDT nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial; as excursões científicas com Maria von Paumgartten Deane pelo Brasil; a participação nas campanhas conta a filariose em 1945 e contra a bouba em 1950; comentários sobre Mário Pinotti.

Fitas 12 e 13
Avaliação do desempenho do SESP; o trabalho no Instituto de Malariologia no Rio de Janeiro em 1949; a administração de Marcolino Candau na OMS; a instrução de professoras primárias pelo SESP; a chefia da Divisão de Malária de São Paulo; a utilização de sal cloroquinado no combate à malária entre 1958 e 1959; as diferenças entre campanhas de controle e campanhas de erradicação de doenças; a passagem do Serviço Nacional de Malária para Campanha de Erradicação da Malária; comentários sobre o funcionamento do Serviço Nacional de Malária; o início das campanhas de erradicação no país; o Instituto de Malariologia e as pesquisas com mosquitos transmissores da malária; os problemas de localização do Instituto de Malariologia; o convite de Samuel Pessoa para lecionar na Faculdade de Medicina de São Paulo em 1953.

Fitas 14 a 16
As pesquisas sobre malária em Ilhéus e Itabuna (BA); a evolução das técnicas na área de epidemiologia; a política de desmatamento no combate à malária em Santa Catarina; as expedições científicas pelo Brasil; o adiamento da tese sobre parasitos em animais da Amazônia e o trabalho na campanha contra o calazar no Ceará em 1953; o Prêmio Oswaldo Cruz em 1955 com o trabalho sobre a campanha contra o calazar; o perfil de Samuel Pessoa e sua equipe de pesquisadores; a prioridade à pesquisa aplicada e o convívio de Samuel Pessoa com a população da zona rural; as fontes de financiamento para as grandes campanhas; as bandeiras científicas e o interesse por saúde pública despertado em seus participantes; o fim das bandeiras científicas com o golpe de 1964; a pesquisa sobre malária em macacos e sua relação com a malária humana.

Fitas 17 a 20
A experiência adquirida no Departamento de Parasitologia da Universidade de São Paulo (USP); as pesquisas em reservatórios do Trypanosoma cruzi no Norte; os recursos provenientes da OMS para as pesquisas sobre malária em macacos; o Inquérito Policial-Militar (IPM) na Faculdade de Medicina de São Paulo em 1964; o esvaziamento da faculdade depois do inquérito e o fechamento do Departamento de Parasitologia; o exílio da filha na França em 1968; a prisão da filha em Buenos Aires em 1974; o trabalho no Instituto de Medicina Tropical de Lisboa; o exílio na Venezuela em 1976 e o trabalho como orientador de pós-graduação; o retorno ao Brasil em 1979 e o trabalho no Departamento de Entomologia do IOC; avaliação do Departamento de Pesquisa em Parasitologia de Portugal e da Venezuela; o Departamento de Parasitologia organizado por Maria Deane na Venezuela; a participação na Comissão de Consultores em Pesquisa Médica da OMS na Venezuela; as instituições de pesquisa no Brasil durante a ditadura militar; a situação de Manguinhos na década de 1950; a auto-suficiência financeiro-administrativa da Faculdade de Medicina de São Paulo; o curso sobre o método de determinação da idade do mosquito na Universidade de Londres em 1958; a tradição do estudo em parasitologia no Brasil; o papel desempenhado pelo IOC na área de parasitologia; o interesse de Oswaldo Cruz e de Samuel Pessoa pela saúde pública.

Fita 21
A descoberta da tripanossomíase americana e o reconhecimento internacional de Carlos Chagas; os estudos sobre o Trypanosoma cruzi no Brasil e o prêmio do Congresso Internacional de Higiene em Berlim; Gaspar Viana e a descoberta do tártaro emético para o tratamento da leishmaniose tegumentar; Henrique Aragão e o estudo sobre parasitos da malária em pombos; o fenômeno Oswaldo Cruz; Alcides Godoy e a descoberta da vacina contra a manqueira; Rocha Lima e as pesquisas em tifo exantemático; as contribuições de Arthur Neiva e Costa Lima para o desenvolvimento da entomologia no Brasil; considerações sobre as diferentes vocações de Oswaldo Cruz e Carlos Chagas; o destaque de Adolpho Lutz na área de parasitologia; a oposição de alguns sanitaristas à intervenção da Fundação Rockefeller no Brasil; o convite para a conferência em homenagem a Fred Soper em Los Angeles em 1987.

Fitas 22 a 24
O aspecto militarista da atividade sanitária no Brasil; a filosofia disciplinar da Fundação Rockefeller; os financiamentos e incentivos da Fundação Rockefeller às faculdades de São Paulo; a importância da participação da Fundação Rockefeller nas campanhas de controle de doenças; os trabalhos sobre febre amarela e malária desenvolvidos no Brasil nas décadas de 1940 e 1950; o serviço de combate à malária instalado na Baixada Fluminense pela Fundação Rockefeller em 1922; a contribuição da Fundação Rockefeller na produção de vacinas contra a febre amarela; a falta de confiança da Fundação Rockefeller nos cientistas brasileiros; a importância da viscerotomia para os estudos epidemiológicos; o papel da Universidade Johns Hopkins na formação de uma mentalidade sanitária homogênea; a influência da tradição científica francesa na formação dos sanitaristas brasileiros no início do século; os sanitaristas brasileiros formados pela Universidade Johns Hopkins; os estudos sobre leishmaniose desenvolvidos por Samuel Pessoa; comparação entre as linhas de pesquisa de Barros Barreto, Samuel Pessoa e Mário Magalhães; a saúde pública sob as gestões de Oswaldo Cruz e Carlos Chagas; a deficiência tecnológica para o controle de doenças nos últimos 30 anos do século XX; a utilização de sal cloroquinado no controle da malária; a atuação de Mário Pinotti no Ministério da Saúde nas décadas de 1950, 1960 e 1970.

Fitas 25 a 27
O retorno ao Brasil em 1979 e o convite para trabalhar no Departamento de Entomologia do IOC; comentários sobre o técnico Archibaldo Galvão; os laboratórios do Departamento de Entomologia e as atuais pesquisas em desenvolvimento; as pesquisas de classificação de insetos nas florestas do Rio de Janeiro; o período de estagnação dos estudos sobre doença de Chagas e o desenvolvimento das recentes pesquisas dessa doença; a pesquisa de Maria Deane sobre a transmissão do Trypanosoma cruzi pelo gambá; a valorização do estudo biológico da doença de Chagas em detrimento do estudo clínico; a diferença entre ciência básica e aplicada; os estudos de Antônio Paulino sobre oncocercose na Amazônia; as pesquisas sobre malária na FIOCRUZ; o projeto de estudo sobre malária em macacos; a importância da coleção entomológica da FIOCRUZ; comparação entre o IOC e outras instituições de pesquisa no Brasil; comentários sobre o Instituto Evandro Chagas; as pesquisas sobre doença de Chagas desenvolvidas por Joaquim Eduardo de Alencar na Universidade Federal do Ceará; comentários sobre o Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães; os trabalhos desenvolvidos na Faculdade de Medicina da Paraíba; comentários sobre a Escola Tropicalista Baiana; a polêmica na comunidade científica sobre a utilização racista da teoria darwinista; comentários sobre o Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz e a Fundação Ezequiel Dias; as pesquisas científicas nas instituições do sul do país; comentários sobre o Instituto de Biofísica; comparação entre os institutos de pesquisa do Rio de Janeiro e os de São Paulo; as pesquisas em parasitologia desenvolvidas na FIOCRUZ e sua importância em relação ao Terceiro Mundo; o estágio de desenvolvimento do Instituto Venezuelano de Investigação Científica; avaliação das instituições de pesquisa estrangeiras e seu intercâmbio com o Brasil; as pesquisas em parasitologia no Brasil e sua importância em relação aos países desenvolvidos; as pesquisas em parasitologia desenvolvidas atualmente em Manguinhos; comentários sobre o desempenho da atividade científica.

Fitas 25 a 27
Comparação entre as pesquisas em parasitologia desenvolvidas no IOC e em outras instituições do Brasil; as pesquisas de Patrick Manson sobre filariose; a influência da teoria darwinista na comunidade científica brasileira; Otávio Mangabeira e a direção do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz; comentários sobre a Fundação Ezequiel Dias; as pesquisas em parasitologia realizadas por institutos e universidades brasileiras; a situação da ciência brasileira em relação aos países do Terceiro Mundo; a situação da ciência brasileira em relação aos países desenvolvidos; a qualidade do ensino universitário no Brasil; perspectivas em relação ao desenvolvimento da ciência no Brasil.

Leon Rabinovitch

Entrevista realizada em duas sessões: 24 de setembro e 10 de dezembro de 2024; na primeira sessão foram gravadas 3h21min, em dois arquivos (2h; 1h21min) e na segunda sessão, um arquivo de 1h03min, totalizando 4h24min de gravação. As entrevistadoras foram Laurinda Rosa Maciel e Renata Silva Borges e realizadas no CDHS, no Departamento de Arquivo e Documentação, no campus de Manguinhos da Fiocruz/RJ.

Leon Rabinovitch

Entrevista realizada por Nara Azevedo e Wanda Hamilton, nos dias 6 de dezembro de 1996 e 13 de janeiro de 1997, no Rio de Janeiro.

Jorge de Azevedo Castro

Entrevista realizada pelos pesquisadores Renato Gama Rosa e Laurinda Rosa Maciel, no campus da Fiocruz, em Manguinhos, cidade do Rio de Janeiro, no dia 09 de julho de 2010.
Sumário
0 min a 6 min e 15 seg
Identificação do local, da data e da entrevista, breve comentário sobre a formação escolar e
acadêmica, e a composição familiar.
6 min e 15 seg a 10 min e 24 seg
Descrição de obras arquitetônicas do subúrbio e opinião sobre intervenções em tais obras.
Descrição da vida estudantil no Colégio Pedro II e a opção pela UFRJ.
10 min e 24 seg a 17 min e 04 seg
Fatores que levaram a optar por arquitetura, a experiência da graduação na UFRJ, os contatos
estabelecidos e experiências profissionais obtidas ao longo do curso de graduação.
17 min e 04 seg a 20 min
Trabalhos com o INCQS.
20 min a 25 min e 32 seg
Envolvimento com a vida acadêmica, relação com a Universidade Gama Filho, a visão da
profissão de professor e suas experiências no exercício desta.
25 min e 32 seg a 31 min e 11 seg
Ingresso na UFF e o seu mestrado.
31 min e 11 seg a 40 min e 43 seg
Ingresso em curso na França, a opção pelo doutorado e comentários sobre obras de Niemeyer.
40 min e 43 seg a 55 min e 09 seg
Trabalho na ICOPLAN, relacionamento com Sérgio Arouca, execução de trabalho na Fiocruz,
projetos arquitetônicos relacionados ao Governo Estadual, estudos e trabalho em manutenção.
55 min e 09 seg a 1 h 1 min e 23 seg
Arquitetura e avaliação pós-ocupação e o projeto nessa área desenvolvido na Casa de Rui
Barbosa.
1 h 1 min e 23 seg a 1 h e 9 min
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Mudanças na arquitetura, resultantes da tecnologia e seu perfil profissional.
1 h e 9 min a 1 h 19 min e 45 seg
Opinião sobre mudanças arquitetônicas nos últimos 25 anos.
1 h 19 min e 45 seg a 1 h 30 min e 13 seg
Lembranças da época em que trabalhava na Dirac, na época da chegada de novos arquitetos no
campus, para a Casa de Oswaldo Cruz; e o convite para ser diretor.
1 h 30 min e 13 seg a 1 h 40 min e 11 seg
Atual papel na Dirac, desenvolvimento do projeto do “primeirão”, união entre arquitetura e
saúde, curso de especialização em gestão da infraestrutura e saúde.
1 h 40 min e 11 seg a 1 h 44 min e 27 seg
Problemas em projetos arquitetônicos pela falta de conhecimento sobre saúde, projeto Cidade
Saudável.
1 h 44 min e 27 seg a 1 h 51 min e 45 seg
Experiência como professor na UFRJ e seu papel no meio acadêmico.
1 h 51 min 45 seg a 2 h 4 min e 18 seg
Opinião sobre a visão de diferentes profissionais dentro da Fiocruz, sua atuação na UFF, a
NIT e o trabalho em inovação tecnológica na ENSP.
2 h 4 min e 18 seg a 2 h 7 min e 27 seg
Participação em congressos, eventos e encontros na área de arquitetura, saída da Dirac.
2 h 7 min e 27 seg a 2 h 9 min e 54 seg
Conversas sobre o projeto ao qual a entrevista pertence, agradecimentos finais.

Gilberto Barbosa Domont

Entrevista realizada por Laurinda Rosa Maciel e Thayane Vicente Vam de Berg, no Centro de Pesquisa em Medicina de Precisão (CPMP), do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da UFRJ, no dia 11 de agosto de 2025, com cerca de 1h30min de duração. Tratou da trajetória do depoente e sua convivência com o professor Haity Moussatché, desde os anos 1960, antes do Massacre de Manguinhos e depois de sua volta da Venezuela, na década de 1980, após 15 anos de exílio. O depoente falou sobre pesquisas realizadas em parceria, o trabalho na ciência, o cotidiano com ele e seu falecimento em 1998.

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