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registro de autoridade

Ivan Richter

  • Pessoa
  • 19??-

Departamento de Administração e Planejamento em Saúde (DAPS/ENSP)

  • Entidade coletiva
  • 1970-

Em 1966, a Escola Nacional de Saúde Pública passou a integrar a Fundação Ensino Especializado em Saúde Pública criada pela Lei n. 5.019 de junho de 1966. No que se refere ao ensino, a Fundação Ensino Especializado em Saúde Pública se departamentaliza, constituindo o Conselho Departamental - integrado pelos chefes de departamento -, o orgão consultivo para a fixação da política educacional e da pesquisa. No estatuto da Fensp – Decreto n. 59.050 de 11 de agosto de 1966 – foram criados os departamentos de ensino ao qual a ENSP ficou subordinada: Ciências Biológicas, Epidemiologia, Metodologia e Planejamento, Saneamento, Administração de Saúde e Estatística. A Fensp em 1969 passou a denominar-se Fundação Recursos Humanos para a Saúde. Em 22 de maio de 1970 passou a denominar-se Instituto Presidente Castello Branco e a incorporar a Fundação Instituto Oswaldo Cruz, hoje Fundação Oswaldo Cruz. A Resolução n. 6 de 13 de abril de 1970 extinguiu o Departamento de Metodologia e Planejamento cujas atividades foram transferidas para o Departamento de Administração em Saúde que passou a denominar-se Departamento de Administração e Planejamento de Saúde. Extinguiu-se também o Departamento de Estatística cujas atividades foram transferidas para o Departamento de Epidemiologia que passou a denominar-se Departamento de Epidemiologia, depois Departamento de Epidemiologia e Estatística. A Resolução 20 de 12 de junho do mesmo ano, por sua vez, extinguiu o Departamento de Ciências Sociais, cujas atividades foram transferidas para o Departamento de Administração de Planejamento de Saúde. Enfim, apesar do Regimento do Instituto Castello Branco ser posterior as duas Resoluções, na prática entre 1970 e 1976, as funções exercidas pelos departamentos continuaram sendo desempenhadas. No Regimento do Instituto Castello Branco de 8 de setembro de 1970 constam dois departamentos: o de Recursos Humanos para a Saúde e o de Preparação de Pessoal. Este último através da Coordenação de Áreas de Docência incorporou as atividades desenvolvidas pelos departamentos. As áreas de docência são as seguintes: Ciências Biológicas, Epidemiologia, Saneamento, e Administração. Em 1976 o Instituto Presidente Castello Branco recuperaria sua denominação original: Escola Nacional de Saúde Pública.

Venâncio Bonfim

  • Pessoa
  • 1916-?

Nasceu em 8 de novembro de 1916, em Juiz de Fora (MG), na Fazenda Bela Vista, que pertencia à família de Carlos Chagas. Aos 18 anos mudou-se para o Rio de Janeiro para trabalhar com seu tio Joaquim Venâncio, na criação de gado no IOC. Estudou no Liceu Comercial da Penha e no Instituo Lacé, concluindo o curso de contabilidade. Em 1937, foi contratado como servente do IOC, passando logo em seguida a trabalhar na seção de bacteriologia e imunologia como auxiliar de laboratório, sob a chefia de Genésio Pacheco. Em 1958, viajou ao Nordeste, a convite de Genésio Pacheco, para trabalhar na campanha contra a brucelose. A convite de Francisco Laranja, na época diretor do Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU), colaborou na instalação de postos de saúde em Brasília, em 1960. Em 1967, foi designado chefe da seção auxiliar de biologia. No ano seguinte, participou do projeto Rondon como técnico de laboratório, no então território de Roraima. Colaborou também na produção de vacina anticolérica, distribuída às vítimas do terremoto na Nicarágua, em 1971. Dois anos depois, aposentou-se por tempo de serviço do Ministério da Saúde, ingressando no Centro de Pesquisas do Instituto Gonzaga da Gama Filho como técnico de laboratório, a convite do diretor Gobert Araújo Costa. Aposentou-se do Instituto Gonzaga da Gama Filho em abril de 1992.

Antonio Gonçalves Peryassú

  • Pessoa
  • 1879-1962

Nasceu em 19 de novembro de 1879, na cidade de Igarapé-Miri (PA), filho de Napoleão Manoel Gonçalves e Benedita Pinheiro Gonçalves. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1908, quando obteve o título de doutor ao defender a tese Os culicideos do Brazil, a primeira sobre insetos elaborada em Manguinhos, que teve Oswaldo Cruz e Arthur Neiva como orientadores. Atuou em pesquisas sobre mosquitos, com destaque para a descrição de novas espécies para a ciência, em campanhas de combate à gripe espanhola, malária e febre amarela e no ensino superior em diversos estados brasileiros. Foi membro da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, Sociedade Médico-Cirúrgica do Pará, Sociedade Entomológica do Brasil, Sociedade Brasileira de Higiene e Sociedade de Biologia do Rio de Janeiro, entre outras entidades científicas. Morreu em 29 de março de 1962, no Rio de Janeiro.

Raphael de Paula Souza

  • BR RJCOC RP
  • Pessoa
  • 1902-1999

Nasceu em 19 de maio de 1902, em São Paulo, filho de Calixto de Paula Souza e Elfrida Pacheco de Paula Souza. Enquanto aluno da Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro, em 1923, foi acometido pela tuberculose, doença que o afastaria temporariamente dos estudos. Mudou-se para Belo Horizonte, onde, mesmo em tratamento, conseguiu concluir os estudos na Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais, em 1927. Dois anos depois seguiu para a França a fim de fazer o Curso de Aperfeiçoamento em Tisiologia na Faculdade de Medicina de Paris com o professor Leon Bernard. De volta ao Brasil, em 1930, assumiu a direção do Sanatório São Paulo, atividade que exerceu até 1932. O sucesso de sua administração resultou na organização de um conjunto de sanatórios beneficentes, voltados para pacientes de tuberculose, denominado Associação de Sanatórios Populares (Sanatorinhos), do qual foi presidente de honra. Nesse mesmo período exerceu a clínica particular, atividade que desempenhou até 1945. Ainda em São Paulo, ingressou, como assistente voluntário, na Clínica do Instituto de Higiene de São Paulo, tornando-se funcionário efetivo em 1938. Quando, em 1945, o instituto transformou-se em Faculdade de Higiene e Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), passou a professor catedrático de tisiologia, tendo sido diretor da faculdade em 1953-1959 e 1961-1962. Organizou, ainda, o Serviço de Inspeção de Saúde de estudantes e funcionários da USP, onde respondeu pela área de pneumologia. Posteriormente, quando o serviço transformou-se em Instituto de Saúde e Serviço Social da Faculdade de Higiene e Saúde Pública, assumiu sua direção. Em 1945, mudou-se para o Rio de Janeiro a fim de dirigir o Serviço Nacional de Tuberculose (SNT) a convite de Ernesto de Souza Campos, ministro da Educação e Saúde. Condicionou sua ida para o SNT à autonomia na elaboração e gestão de uma campanha de cunho nacional contra a doença. Uma vez traçadas as linhas básicas de trabalho, foi criada a Campanha Nacional Contra a Tuberculose (CNCT), em 1946, da qual ocupou a superintendência até 1951. Ao deixar nesse ano o SNT e a CNCT, retornou a São Paulo, onde, paralelamente às atividades desenvolvidas na faculdade, assumiu a Divisão dos Serviços de Tuberculose da Secretaria de Saúde do estado. Ficou no cargo de 1967 a 1968, e foi responsável pela Coordenadoria de Saúde da Comunidade de 1968 a 1970. Foi também diretor da Divisão dos Serviços de Tuberculose da Secretaria de Saúde de São Paulo, membro da Comissão Técnica da Divisão Nacional de Tuberculose, da Comissão Científica da Federação Brasileira de Tuberculose, da Comissão de Peritos sobre Tratamento da Tuberculose e da Divisão Nacional de Pneumologia Sanitária, além de consultor da Organização Pan-Americana da Saúde no Curso de Pós-Graduação de Sanitaristas da Escola de Saúde Pública do México, em 1962. Morreu em 2 de junho de 1999.

Victor Tavares de Moura

  • BR RJCOC VT
  • Pessoa
  • 1892-1960

Nasceu em 12 de abril de 1892, em Nazareth (PE), filho de João de Moura Vasconcelos e Davina de Moura Tavares. Em 1906 ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia, mas concluiu o curso em 1913 na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Entre 1916 e 1918 fez cursos em Paris e Berlim, especializando-se em cirurgia, e regressou em seguida a Pernambuco, em consequência da Primeira Guerra Mundial. Em Recife foi diretor do posto de Assistência, da Diretoria de Higiene e Saúde Pública. Em 1920 foi nomeado médico da prefeitura de Garanhuns e dois anos depois coordenou a campanha contra a peste bubônica. Exerceu a profissão de médico sanitarista e foi nomeado, em 1928, diretor do Hospital Santa Francisca, em Barreiros. A essa atividade acumulou, entre 1928 e 1930, as funções de chefe do posto de Saneamento Rural e diretor do Centro de Saúde anexo ao hospital. De volta a Recife em 1930, atuou como epidemiologista até 1934. No ano seguinte transferiu-se para o Rio de Janeiro para trabalhar como médico da prefeitura do Distrito Federal. Posteriormente foi assistente de clínica sifilográfica da Diretoria Geral de Assistência Municipal e médico dos Institutos de Aposentadorias e Pensões dos Bancários (IAPB) e dos Comerciários. Em 1937 foi nomeado chefe do Albergue da Boa Vontade, pelo interventor federal cônego Olímpio de Melo. Em virtude da Lei de Desacumulação deixou o IAPB em 1938, ao optar pelo cargo que ocupava na prefeitura. Exerceu as funções de adido chefe e diretor na Secretaria Geral de Saúde e Assistência. Em 1941 constituiu uma comissão para o estudo das favelas, tornando-se um dos responsáveis pela execução do projeto piloto dos Parques Proletários, o primeiro dos quais inaugurado em 1939 no bairro carioca da Gávea. No contexto da Segunda Guerra Mundial tomou parte, em janeiro de 1943, da comissão denominada Mobilização Econômica, cujo objetivo era encaminhar trabalhadores para a extração de borracha na região amazônica. Nesse mesmo ano tornou-se chefe do Serviço Social, que, transformado em Departamento de Assistência Social, teve-o como seu primeiro diretor. Entre 1944 e 1958 foi professor das cadeiras de medicina social e sociologia da Escola de Enfermeiras Rachel Haddock Lobo. Em 1949, a convite de Euvaldo Lodi, presidente da Confederação Nacional da Indústria, assumiu o cargo de chefe de serviço para a divisão regional do Rio de Janeiro do Serviço Social da Indústria, onde permaneceu até 1953. Ainda em 1949 participou do I Congresso Americano de Medicina do Trabalho, em Buenos Aires, Argentina. Em 1951 tornou-se membro da Associação Brasileira de Medicina do Trabalho e organizou o II Congresso Americano de Medicina do Trabalho, realizado no Brasil em 1952, ocasião em que foi agraciado com a medalha de ouro. Apesar da especialização em cirurgia, trocou a medicina curativa pela preventiva e dedicou-se inteiramente à medicina social e do trabalho, à prevenção de acidentes e doenças profissionais. Morreu em 3 de novembro de 1960, no Rio de Janeiro.

Maria do Carmo Corrêa e Castro

  • BR RJCOC MCC
  • Pessoa
  • [1908]-1983

Nasceu na cidade de Juiz de Fora (MG) no dia 6 de janeiro de 1908, filha de Alfredo Baptista Corrêa e Castro e Julia Azeredo Coutinho. Estudou na Escola Normal Santa Cruz, em sua cidade natal. Logo que o Brasil rompeu relações diplomáticas e declarou guerra à Alemanha em agosto de 1942, esteve envolvida nas mobilizações do esforço de guerra. Como funcionária do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, participou ativamente na organização de um posto de alistamento de voluntários para a Cruz Vermelha, cujo objetivo inicial era dar assistência às famílias dos combatentes. Também presidiu a Comissão de Assistência ao Bancário Convocado. Em 1943 alistou-se para integrar o contingente brasileiro que seria enviado ao teatro de guerra no norte da Itália. Como voluntária socorrista, realizou o Curso de Emergência de Enfermeiras da Reserva do Exército (CEERE), sendo aprovada em primeiro lugar na turma de 1944, juntamente com Berta Moraes e Elza Cansanção Medeiros. Concluído o curso em 2 de junho de 1944, foi incluída no Quadro de Emergência de Enfermeiras da Reserva do Exército (QEERE) como enfermeira de terceira classe. Passou a integrar o Destacamento Precursor de Saúde do Exército, estando à disposição do Primeiro Escalão da Força Expedicionária Brasileira (FEB), que incluía inicialmente 67 enfermeiras. Partiu do Brasil em 4 de agosto com o segundo grupo de enfermeiras que foi enviado para a guerra. Serviu nos seguintes hospitais norte-americanos na Itália: 105th Station Hospital (Cevitavecchia), 64th General Hospital (Ardenza), 38th Evacuation Hospital (Cecina, Pisa, Florença), 24th General Hospital (Marzabotto, Parola e Salsomaggiore), 7th Station Hospital (Livorno), 16th Evacuation Hospital (Pistoia), 15th Evacuation Hospital (Corvella, Porreta Terme) e 35nd Field Hospital (Sparanise, Nápoles), onde aguardou o embarque de retorno. Casou-se na Itália com um oficial norte-americano, mas que não viajou ao Brasil com ela. Ao voltar da Europa em 1º de outubro, depois de 13 meses no front de guerra, foi licenciada do Exército (portaria n. 8.660, de 27 de novembro de 1945), retomando seu cargo no Banco do Brasil. Em agosto de 1946, juntamente com outras enfermeiras da FEB, foi condecorada pelo Exército brasileiro com a “Medalha de Guerra” e a "Medalha de Campanha", por sua participação nas operações de guerra, sem nota desabonadora. Também recebeu a distinção "Meritorium Service", concedida pelo governo dos Estados Unidos da América. Nos anos 1950 fez parte da Associação dos Ex-Combatentes do Distrito Federal (Rio de Janeiro), tendo participado do 1º Congresso Brasileiro de Medicina Militar, em 1954. Morreu em 12 de abril de 1983, no Rio de Janeiro.

Rio Nogueira

  • Pessoa
  • 1922-2005

Nasceu no Rio de Janeiro, em 7 de dezembro de 1922. Desde cedo, manifestou grande interesse pela matemática e se dedicou inteiramente aos estudos, destacando-se como excelente aluno. Cursou o Colégio Pedro II, externato, e teve como uma de suas maiores influências o professor José Oiticica. Bacharelou-se em matemática pela Faculdade Nacional de Filosofia e, em engenharia civil, pela Escola Nacional de Engenharia. Além disso, licenciou-se em matemática pela Faculdade de Filosofia do Distrito Federal. Obteve ainda o título de Doutor em matemática, por aprovação em concurso para professor catedrático da Escola Nacional de Agronomia, e de Doutor em ciências econômicas, contábeis e atuariais, por aprovação em concurso para a cátedra da Faculdade Nacional de Ciências Econômicas, realizados em 1950 e 1962. Em 1941, ingressou no Ministério da Agricultura, através de concurso, ocupando o cargo de meteorologista e, em 1945, assumiu o cargo de atuário do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio (MTIC). Foi nomeado, em 1951, diretor do Departamento de Estatística e Atuária do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETEC), tendo sido membro do Conselho Atuarial do Ministério do Trabalho. Com a extinção do Conselho Atuarial do Ministério do Trabalho, foi convidado para assessorar o Ministro do Planejamento Hélio Beltrão. Em 1978, aposentou-se como diretor no Instituto Nacional de Previdência Social (INPS). Em 1942 e 1972, exerceu inúmeras atividades didáticas, lecionando na faculdade Nacional de Filosofia, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), na Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE) e na Fundação Getúlio Vargas (FGV), entre outras instituições de ensino. Em 1963, fundou com Iscar Porto Carreiro a STEA – Serviços Técnicos de Estatística e Atuária, responsável pela estrutura atuarial da Previdência complementar de inúmeras empresas. Na STEA, elaborou planos para a implantação de fundações de seguridade social na Companhia Vale do Rio Doce, Embratel, Rede Ferroviária Federal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco Central, entre outras empresas. Autor de vários livros didáticos, artigos, trabalhos e monografias premiadas, publicou também, em 1985, o A Crise Moral e Financeira da Previdência Social, em que retrata a sua experiência de 40 anos de atividades, sugerindo a reformulação da política de Previdência do Governo Federal. Participou também de vários congressos nacionais e internacionais, inclusive como representante dos ministros do Trabalho e Planejamento. Desde 1970, vem proferindo palestras e conferências sobre Previdência Social e complementar. Em 1982, aposentou-se na cátedra de matemática financeira da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), continuando o seu trabalho na presidência da STEA. Faleceu no Rio de Janeiro em 29 de maio de 2005.

Henrique de Oliveira Rodrigues

  • BR RJCOC OR
  • Pessoa
  • 1937-

Nasceu em 1° de março de 1937, no Rio de Janeiro, filho de Henrique Rodrigues y Rodrigues e Helena Maria de Oliveira. Em 1961 graduou-se como farmacêutico químico pela Faculdade Nacional de Farmácia da Universidade do Brasil. Além disso, frequentou o Curso de Aplicação do IOC entre 1964 e 1965 e obteve os títulos de licenciado em história natural pela Universidade do Estado da Guanabara, em 1970, e de mestre em ciências biológicas (zoologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1981. Sua trajetória científico-acadêmica esteve ligada aos estudos de helmintos parasitos de vertebrados desenvolvidos no IOC, onde atuou como bolsista de Lauro Travassos e J. F. Teixeira de Freitas (1959-1962), biologista (1962), pesquisador (1969) e curador da Coleção Helmintológica (1977-1981). Ainda no IOC foi chefe da Seção de Helmintologia da Divisão de Zoologia e do Laboratório de Helmintologia do Departamento de Zoologia Médica (1968-1974). Em 1970, na cidade de Lisboa, realizou estágios no Laboratório de Entomologia e Helmintologia da Escola Nacional de Saúde Pública e de Medicina Tropical e no Laboratório dos Serviços Veterinários dos Portos de Pesca. Foi membro da Sociedade de Biologia do Rio de Janeiro, da Associação de Biologia do Rio de Janeiro, da Sociedade dos Amigos do Museu Nacional, da Associação de Docentes, Pesquisadores e Tecnologistas da Fiocruz e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Aposentou-se em 1992.

Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)

  • BR RJCOC 03
  • Entidade coletiva
  • 1954-

Em 3 de setembro de 1954 a lei n. 2.312 definiu que a “União manteria uma Escola Nacional de Saúde Pública à qual poderiam ser equiparadas outras existentes ou que viessem a ser criadas pelos Estados ou pela iniciativa particular”. Em decorrência dessa lei o governo federal baixou o decreto n. 43.926, de 26 de junho de 1958, dispondo sobre a estrutura e as finalidades da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), vinculada ao Ministério da Saúde. Em 1958 a ENSP passou a ter sob sua jurisdição os cursos do Departamento Nacional de Saúde e do Departamento Nacional da Criança. Em 23 de março de 1966 foi inaugurada a nova sede da ENSP, com o aproveitamento do esqueleto de um edifício abandonado, em área de 14 mil metros quadrados, situada em Manguinhos. Com a lei n. 5.019, de 7 de junho de 1966, a ENSP e outros estabelecimentos passaram a integrar a Fundação Ensino Especializado de Saúde Pública (Fensp), de personalidade privada, criada com a finalidade de ministrar ensino especializado em saúde pública em cursos de pós-graduação para pessoal de nível técnico-científico e cursos de preparação de pessoal auxiliarmédico, além de realizar estudos e pesquisas de interesse para o aperfeiçoamento técnico e científico do pessoal de saúde pública. Em 1º de outubro de 1969, pelo decreto-lei n. 904, a Fensp passou a denominar-se Fundação Recursos Humanos para a Saúde (FRHS), continuando a ENSP a fazer parte da estrutura da mesma Fundação. Entre suas finalidades incluíam-se a avaliação dos quantitativos e da qualificação do pessoal de que poderia dispor o Sistema Brasileiro de Proteção e Recuperação da Saúde, assim como a promoção de medidas para a formação e o aperfeiçoamento de pessoal. Em 22 de maio de 1970, o decreto n. 66.624 transformou a FRHS em Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz). Esta passou a integrar sete institutos, entre eles o Instituto Presidente Castelo Branco, novo nome da ENSP, que voltou a ser denominada desta forma em 1976. Em 2003, ela ganha a denominação atual: Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca. Sua estrutura organizacional é esta: quatro vice-diretorias integrantes da direção – Pós-Graduação, Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico, Escola de Governo em Saúde e Desenvolvimento Institucional e Gestão – e seis departamentos – Departamento de Ciências Sociais, Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos em Saúde, Departamento de Administração e Planejamento em Saúde, Departamento de Ciências Biológicas, Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental, Departamento de Endemias Samuel Pessoa. Integram ainda sua estrutura o Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana, o Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria e o Ambulatório de Saúde do Trabalhador.

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