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registro de autoridade

Faculdade de Medicina de Porto Alegre (Famed)

  • Entidade coletiva
  • 1898-

Originou-se da Escola Livre de Farmácia e Química Industrial de Porto Alegre, criada em fevereiro de 1896 por iniciativa dos membros da União Farmacêutica de Porto Alegre, entrou em funcionamento no ano seguinte, instalando-se na Escola Normal. Ainda em 1897, foi criado um curso de partos que era ministrado na Santa Casa da Misericórdia da capital gaúcha. A partir da junção dos cursos de farmácia, química industrial e de partos teve origem a Faculdade de Medicina e Farmácia de Porto Alegre em 25 de julho de 1898. No ano seguinte iniciou suas atividades. Embora tenha retirado a Farmácia de sua denominação em 1911, a Escola de Farmácia foi mantida como anexa à Faculdade de Medicina, tornando-se autônoma somente a partir de dezembro de 1949. Pelo decreto nº 20.530 de 17/10/1931, a faculdade tornou-se um instituto federal. Com a criação da Universidade de Porto Alegre foi autorizada a integração da Faculdade de Medicina, com suas escolas de Odontologia e Farmácia, à quela Universidade pela lei nº 173 de 06/01/1936. A partir de então, passou a se chamar Faculdade de Medicina da Universidade de Porto Alegre. Em 1949, os cursos de odontologia e farmácia foram transformados em institutos autônomos. Em 1965, todas as universidades vinculadas ao Ministério da Educação e Cultura foram qualificadas de federais. Dessa forma, a instituição aqui recebeu o nome de Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Faculdade de Medicina de São Paulo (FMUSP)

  • Entidade coletiva
  • 1912-

Criada como Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo pela lei estadual n.1.357, de 19 de dezembro de 1912. Essa lei estabeleceu que a Academia de Medicina, Cirurgia e Farmácia, prevista juridicamente em 1891, mas não regulamentada até aquele momento, deveria se tornar uma Faculdade. Funcionou inicialmente nas dependências da Escola de Comércio Álvares Penteado e da Escola Politécnica. Em 1934 foi incorporada à recém criada Universidade de São Paulo.

Faculdade de Medicina do Recife

  • Entidade coletiva
  • 1920-

Criada a partir de decisão da Congregação da Escola de Farmácia de Pernambuco no ano de 1914, entrando em funcionamento somente em julho de 1920. Inicialmente, ficou instalada na Escola Manuel Borba, sendo transferida em 1927 para sede própria. A partir da reforma de ensino Rocha Vaz, em 1925, foi oficializada a junção das escolas de farmácia e odontologia, que tornaram-se faculdades anexas à Faculdade de Medicina. Em 1958, tornou-se uma das unidades da Universidade do Recife, depois Universidade Federal de Pernambuco.

Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (FM/UFRJ)

  • Entidade coletiva
  • 1808-

O marco da criação da Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro é a nomeação do cirurgião Joaquim da Rocha Mazarém para a cadeira de anatomia, em 2 de abril de 1808. Funcionou inicialmente nas dependências do Hospital Real Militar, antigo Colégio dos Jesuítas, no morro do Castelo, transferindo-se depois para dependências da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, na praia de Santa Luzia. Considerada a segunda escola de ensino médico no país, somente em 1918, ganhou sede própria construída na Praia Vermelha, onde permaneceu até o ano de 1973, quando foi transferida para o campus universitário na Ilha do Fundão. Em 1920 passou a integrar a Universidade do Rio de Janeiro, transformada em Universidade do Brasil em 1937. A partir de 1965, tornou-se uma unidade da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Farro, A.

Fausto Pereira Guimarães

  • Pessoa
  • 1911-1997

Nasceu na cidade de Maceió em 1911. Diplomou-se pela Faculdade Nacional de Medicina da Bahia em 1933. Durante sua formação concluiu o Curso de Aplicação do IOC (1930-1932). Fez também o Curso de Pediatria e Higiene Infantil da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1934. No ano seguinte, passou a atuar como responsável pelo Serviço Médico e de Higiene do Trabalho das indústrias têxteis de Andorinhas e Santo Aleixo, no município de Magé (RJ). Em 1936, ingressou no Serviço de Febre Amarela da Fundação Rockefeller, tendo desempenhado as seguintes funções: médico assistente do Setor Paraná, chefe do Setor Santa Catarina, médico assistente dos setores Mato Grosso e Ceará. Em seguida, foi transferido para São Paulo como assistente da chefia do Setor Sul, onde foi chefe do Setor Bauru (1939) e Rio Grande do Sul (1940). Em 1940, concluiu o Curso de Malária do Departamento Nacional de Saúde (DNS), sendo nomeado médico sanitarista interino do Ministério da Educação e Saúde (MES), lotado na Divisão de Organização Sanitária, mais especificamente no Serviço de Saúde dos Portos. Fez então o Curso de Medicina de Guerra e foi designado chefe da Inspetoria de Saúde do Rio Grande do Norte, como responsável pela vigilância dos portos e aeroportos desse estado. Atuou como médico sanitarista do Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia (SEMTA) no ano de 1943. Foi aprovado), em 1944, no concurso do Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP) para a carreira de médico sanitarista do Ministério da Educação e Saúde (MES), sendo então nomeado para seu quadro permanente. Em 1956, com a criação do Departamento Nacional de Endemias Rurais (DENERu), assumiu a chefia da Seção de Epidemiologia da Febre Amarela. No ano de 1959 atuou como Chefe do Laboratório de Águas da Guanabara da ENSP. Morreu em 1997.

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