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Mariza Cristina Ribeiro Lima

  • Person
  • 1958-

Nasceu em 1958, na cidade do Rio de Janeiro. Graduou-se em ciências biológicas, em 1981, pela Universidade Gama Filho, e, em 1984, especializou-se em microbiologia pela Faculdade de Barra Mansa, ambas no Rio de Janeiro. Em 1987, realizou o curso de especialização em saúde do trabalhador e ecologia humana, oferecido pela Escola Nacional de Saúde Pública. É vinculada ao Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos – Bio-Manguinhos desde 1981, e exerceu a chefia do Departamento de Produção de Vacinas Virais.

Instituto Biológico

  • Corporate body
  • 1927-

Foi fundado em 1927 a partir do trabalho da Comissão para o Estudo e Debelação da Praga Cafeeira, criada em 1924 para o combate à praga da broca. Até 1937 era denominado Instituto Biológico de Defesa Agrícola , passando a adotar o nome atual. Desde a origem dedicou-se à pesquisa científica, incluindo a identificação entomológica do agente causador da praga, bem como à definição e divulgação de medidas de combate ao agente e fiscalização e vigilância. Instituição pública de pesquisa de sanidade vegetal e animal e suas relações com o meio ambiente que integra um conjunto de instituições de pesquisa criadas a partir das necessidades da economia do estado de São Paulo.

João Batista Dumont

  • Person
  • 1943-

Nasceu em 5 de junho de 1943, em Bayeux (PB), em uma família composta pela mãe e uma irmã. Aos 7 anos começou a trabalhar na agricultura de cana-de-açúcar para ajudar a mãe no orçamento doméstico. Os primeiros sintomas de hanseníase surgiram em 1947, quando começou a ter perda de sensibilidade e manchas espalhadas pelo rosto. O diagnóstico preciso veio em 1953, aos 10 anos, após a realização de um exame laboratorial. Logo após o diagnóstico, em 1954, foi internado na Colônia Getúlio Vargas, em João Pessoa. Depois de quatro anos internado, teve alta após ser examinado pela Comissão de Alta do estado. No período em que esteve fora da Colônia trabalhou essencialmente na área da construção civil. Teve uma rápida passagem pelo exército, aos 18 anos, mas logo obteve uma licença por seu pai ter morrido. Sem a medicação e o tratamento adequados, teve o estado de saúde agravado nos anos em que esteve fora da Colônia. Com a morte da mãe e muito debilitado pela doença, decidiu voltar à Colônia Getúlio Vargas, em 1968. Casou-se, constituiu família e trabalhou muitos anos no refeitório e na cozinha da Colônia.

Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira (IMASJM)

  • Corporate body
  • 1924-

Devido à superlotação da Seção Pinel do Hospital Nacional de Alienados, foram criadas as Colônias de Alienados da Ilha do Governador (São Bento e Conde de Mesquita), em 1890. Em 1909, João Augusto Rodrigues Caldas, diretor das Colônias da Ilha do Governador, verificou a necessidade de transferi-las para um local mais amplo, pois o número de doentes já atingia a casa do 300. Este número aumentou gradativamente com a transferência de doentes do Hospital Nacional de Alienados, a fim de poder dar a eles melhor tratamento. Em 1912, a fazenda do Engenho Novo em Jacarepaguá foi desapropriada para utilidade pública. Juliano Moreira e Rodrigues Caldas encontraram, nesta fazenda, o local apropriado para a colônia agrícola, por ser uma área ampla, com matas virgens, rios e cachoeiras. Em 1921, as obras e as novas construções foram iniciadas, mas só em 1923 é que os 15 pavilhões estavam em condições de habitação. Sendo assim, a Colônia de Alienados de Jacarepaguá foi inaugurada em 29 de março de 1924, e todos os pacientes das Colônias da Ilha do Governador foram para ela transferidos. Em 1935, a Colônia de Alienados de Jacarepaguá mudou seu nome para Colônia Juliano Moreira (CJM), em homenagem ao médico Juliano Moreira, que havia falecido em 1933. Por muito tempo a CJM foi referência nacional em atenção à Saúde Mental. Entre as décadas de 1920 e 1980 a instituição funcionou como destino final para pacientes considerados irrecuperáveis. Na década de 1960 chegou a abrigar cerca de 5.000 pessoas. Entretanto, no início da década de 1980, após longo processo de deterioração, a instituição iniciou uma transformação do seu modelo assistencial, em consonância com a Reforma Psiquiátrica, que vinha acontecendo em diversos países. Foram abolidos os eletrochoques, as lobotomias e os abusos de neurolépticos. Novas internações de longa permanência deixaram de ser aceitas e a assistência a novos pacientes em crise passou a ser realizada pelo Hospital Jurandyr Manfredini, especialmente criado para este fim. Em 1996, a Colônia Juliano Moreira (CJM) foi municipalizada, tendo seu nome alterado para Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira.

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