Indústria Brasileira de Produtos Químicos Ltda.
- Corporate body
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Indústria Brasileira de Produtos Químicos Ltda.
Indústria Química e Farmacêutica Schering S.A.
Indústria Química Mantiqueira S.A.
Indústria Química Matarazzo S.A.
Indústrias Brasileiras de Química Fina Ltda.
Indústrias Farmacêuticas Fontoura - Wyeth Ltda.
Inês Hortênsia de Hollanda Mascarenhas
Inpal Indústrias Químicas S.A.
Inspetoria da Lepra e das Doenças Venéreas
Em 1938, o Serviço Sanitário de São Paulo passou a denominar-se Departamento de Saúde do Estado, o Instituto Bacteriológico subdividiu-se nas seções de Pesquisas, Hemoculturas e Identificação de Culturas. Por decreto de 1940, o Instituto Bacteriológico fundiu-se com o Laboratório de Análises Químicas e Bromatológicas, criado também em 1892, constituindo assim o Laboratório Central de Saúde Pública do Estado. Em homenagem ao cientista recém- falecido que havia se tornado referência para os estudos sobre microbiologia e protozoologia no Brasil, a instituição recebeu o nome de Instituto Adolfo Lutz. Passou então a acumular as seguintes funções: realização de exames de laboratório necessários à elucidação de diagnósticos das moléstias infecto-contagiosas, inclusive exames histopatológicos; os necessários à verificação de portadores de germes e estados de imunidade e os exigidos para outros fins sanitários; análises clínicas auxiliares de diagnósticos das moléstias infecto-contagiosas; o estudo da etiologia das epidemias, das endemias e das epizootias que se transmitiam ao homem; análises físicas, físico-químicas, químicas e exames microscópicos e bacteriológicos das substâncias alimentícias; realização de exames para o controle dos produtos biológicos, químicos, drogas, medicamentos e especialidades farmacêuticas. Os serviços do Instituto ficaram distribuídos em três subdivisões: técnico-administrativa, de microbiologia e diagnóstico, e de bromatologia e química. Nesta ocasião, a instituição ganhou uma nova sede com instalações ampliadas.
Instituto Aggeu Magalhães (IAM)
Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA)
A Imperial Estação Agronômica de Campinas foi criada por decreto-lei de 27 de junho de 1887. A sede da instituição começou a ser construída, ainda em 1887, no bairro do Guanabara, em Campinas. A instituição orientava-se fundamentalmente para a pesquisa, seguindo o modelo alemão, segundo o qual os institutos agronômicos não deveriam ser direcionados para o ensino. A instituição dedicava-se ao conhecimento das características físico-químicas dos principais elementos da produção, ou seja, dos nutrientes do solo e das demandas dos vegetais, pois tais conhecimentos possibilitariam a manutenção e fertilização constante das terras. Em 1897 passou a denominar-se Instituto Agronômico do Estado de São Paulo, e posteriormente adotou a denominação atual.
Foi fundado em 1927 a partir do trabalho da Comissão para o Estudo e Debelação da Praga Cafeeira, criada em 1924 para o combate à praga da broca. Até 1937 era denominado Instituto Biológico de Defesa Agrícola , passando a adotar o nome atual. Desde a origem dedicou-se à pesquisa científica, incluindo a identificação entomológica do agente causador da praga, bem como à definição e divulgação de medidas de combate ao agente e fiscalização e vigilância. Instituição pública de pesquisa de sanidade vegetal e animal e suas relações com o meio ambiente que integra um conjunto de instituições de pesquisa criadas a partir das necessidades da economia do estado de São Paulo.
Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM)
Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE)
Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura (IBECC)
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)
Instituto Brasileiro do Café (IBC)
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)
Instituto Brasileiro para Investigação da Tuberculose (IBIT)
Em 1899, um surto de peste bubônica que se propagava a partir do porto de Santos levou a administração pública estadual a criar um laboratório de produção de soro antipestoso, vinculado ao Instituto Bacteriológico (atual Adolpho Lutz). Esse laboratório, instalado na Fazenda Butantan, foi reconhecido como instituição autônoma em fevereiro de 1901, sob a denominação de Instituto Serumtherápico, sendo designado como seu primeiro diretor o médico Vital Brazil Mineiro da Campanha, estudioso dos problemas de saúde pública.
Foi oficialmente criado, em 23 de fevereiro de 1901, destinado a fabricar soros e vacinas. Em 1918, com a reforma empreendida por Arthur Neiva, a entidade passou a denominar-se Instituto Soroterápico de Butantan. Em 1925 foram unidos os Institutos Bacteriológico, Soroterápico e Vacinogênico, e passaram a ser designados pela denominação atual, funcionando no mesmo local. Com a criação da Universidade de São Paulo, em 1934, passou a fazer parte daquela instituição como orgão complementar
Instituto Católico de Paris (ICP)