- Pessoa
- 1885-1966
I Guerra Mundial
Taxonomia
Código
Nota(s) de âmbito
- Conflito armado global, ocorrido entre 1914 e 1918, principalmente no continente Europeu
Nota(s) de fonte(s)
- Descritores em Ciências da Saúde (DeCS). Disponível em https://decs.bvsalud.org/ths/resource/?id=38891. Acesso 26 fev. 2026.
Nota(s) de exibição
Termos hierárquicos
I Guerra Mundial
Termos equivalentes
I Guerra Mundial
- UP Primeira Guerra Mundial
- UP 1ª Guerra Mundial
- UP Guerra Mundial, 1914-1918
Termos associados
I Guerra Mundial
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Alexandre Mikhailovich Besredka
- Pessoa
- 1870-1940
Nasceu em Odessa, na Ucrânia, em 27 de março de 1870. Formado em biologia em 1892, mudou-se no ano seguinte para Paris, iniciando carreira no Instituto Pasteur como assistente do imunologista russo Ilya Ilyich Mechnikov (ou Élie Metchnikoff). Doutorou-se em medicina em 1897, e em 1910 obteve a cidadania francesa. Especializou-se na descrição dos mecanismos de autodefesa celular, tendo pesquisado imunológicos para várias doenças infecciosas. Seu nome está associado ao desenvolvimento de uma técnica de dessensibilização para evitar o choque anafilático no uso da soroterapia, procedimento hoje conhecido como “método Besredka”. Durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), serviu como oficial médico em Verdun e Bar-le-Duc. Terminado o conflito, sucedeu Metchnikoff – então já falecido – como chefe de serviço no Instituto Pasteur. Nos anos seguintes, dedicou-se a investigar a imunidade das infecções intestinais e carbunculosas. Morreu em Paris, a 28 de fevereiro de 1940.
- Pessoa
- 1885-1949
- Pessoa
- 1866-1946
- Pessoa
- 1886-1961
- Pessoa
- 1891-1981
- Pessoa
- 1891-1971
- BR RJCOC LRF
- Pessoa
- 1893-1976
Nasceu em 4 de novembro de 1893, em São Paulo, filho de Leonídio de Souza Ribeiro e Maria Henriqueta Marcondes Ribeiro. Em 1916 formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Discípulo de Afrânio Peixoto, tomou conhecimento em 1917 de um concurso para o cargo de legista da Polícia Civil. Inscrito e classificado, passou a exercer ainda naquele ano o cargo de médico legista da Polícia Civil do Distrito Federal. Em 1918, devido a divergências dentro do órgão, solicitou demissão e embarcou para a França, na Missão Médica que o Brasil enviou à Primeira Guerra Mundial. Como tenente-médico dirigiu um hospital em Marselha até 1919, quando foi dispensado e condecorado com a Legião de Honra pelo governo francês. Prosseguiu seus estudos na Europa e especializou-se em Cirurgia e Medicina Legal. Em 1925, no Brasil, tornou-se professor de Criminologia da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Com a Revolução de 1930 foi designado para o cargo de diretor do Gabinete de Identificação da Polícia Civil do Distrito Federal, pelo recém-empossado chefe de Polícia do Distrito Federal, seu amigo Baptista Luzardo. No gabinete permaneceu de 1931 a 1935 e promoveu a modernização da polícia, uma das exigências do governo de Getúlio Vargas. Em sua gestão criou o Laboratório de Antropologia Criminal, onde realizou pesquisas médicas sobre os biótipos de negros, criminosos e homossexuais. Esses estudos, ao lado de investigações sobre impressões digitais, causas endócrinas do homossexualismo masculino e biotipologia de criminosos, renderam-lhe em 1933 o prêmio Lombroso da Real Academia de Medicina da Itália. Ainda em 1933 tornou-se professor de Medicina Legal da Faculdade de Direito do Rio de Janeiro com a tese O direito de curar . Lecionou por 35 anos as cadeiras de Medicina Legal e Criminologia. Entre suas publicações destaca-se o livro Homossexualismo e endocrinologia, de 1935. Foi eleito membro da Academia Nacional de Medicina em 1928 com a memória intitulada Estudo clínico do protóxido de azoto, tendo sido saudado em sua posse pelo acadêmico Augusto Paulino Soares de Souza. Em 1960 tornou-se membro emérito da academia. Morreu no dia 27 de fevereiro de 1976, em Petrópolis (RJ).
- BR RJCOC LN
- Entidade coletiva
- 1919-1946
A Liga das Nações ou Sociedade das Nações foi uma organização internacional idealizada durante a Conferência de Paz de Paris (1919-1920), na qual as potências vencedoras da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) negociaram um acordo de paz. Em 28 de junho de 1919 foi assinado o Tratado de Versalhes, que encerrou oficialmente a guerra e também estabeleceu a criação da Liga, cujo papel seria o de resolver as disputas entre os países por meio de negociações, em vez de combates, para assegurar a paz mundial. A Liga era formada por três órgãos principais – Secretariado, Conselho e Assembleia Geral – e inúmeras agências e comissões especializadas, como a Organização Internacional do Trabalho e a Organização de Saúde. Em novembro de 1920 sua sede foi transferida de Paris para Genebra, na Suíça. O fracasso da Liga em evitar a eclosão da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) revelou seu enfraquecimento em manter a paz perante os interesses isolados de países membros. Em 1946 a instituição autodissolveu-se, passando suas responsabilidades e patrimônio para a Organização das Nações Unidas, criada um ano antes.
- BR RJCOC MK
- Pessoa
- 1891-1983
Nasceu em 13 de outubro de 1891, na cidade de São Francisco de Paula (RS), filho de Carlos Miguel Kroeff e Idalina Horn Kroeff. Iniciou os estudos de medicina em 1910, na Faculdade de Medicina de Porto Alegre, e formou-se em 1916 pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, com defesa da tese de doutoramento intitulada Sífilis pulmonar. Depois de formado regressou a seu estado natal, onde iniciou sua trajetória profissional como médico em Vacaria e São Joaquim da Costa da Serra. Em seguida atuou em Campos Novos e Brusque, cidades catarinenses. Em 1917 tornou-se primeiro-tenente da Marinha, tendo servido como médico na Primeira Guerra Mundial. Em 1920 deixou a carreira militar e, aprovado em concurso para médico de saúde pública, foi nomeado para atuar em um dispensário dedicado ao tratamento de doenças venéreas. Voltou à Europa para se aperfeiçoar nessa área e, na Alemanha, adquiriu um aparelho de diatermocoagulação. Ao retornar ao Brasil ingressou na Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, como assistente de Augusto Brandão Filho, onde se especializou em cirurgia. Em 1929 prestou concurso para livre-docente de Clínica Cirúrgica da Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro e passou a dedicar-se à criação de uma unidade hospitalar especializada no tratamento do câncer. Obteve verba para a construção de uma unidade hospitalar anexa ao Hospital Estácio de Sá, em que trabalhou como médico do Departamento Nacional de Saúde Pública. Uma vez que essa unidade, depois de concluída, foi destinada a outra especialidade médica, reiniciou sua saga em busca de apoio para a construção de outro prédio, que só conseguiu ver pronto e inaugurado pelo presidente Getúlio Vargas, em 1937, e funcionando em 1938: o Centro de Cancerologia, do qual foi o primeiro diretor. Em 1940 ingressou na Academia Nacional de Medicina. Em 1941 o Centro de Cancerologia foi transformado no Serviço Nacional de Câncer, para o qual também foi nomeado diretor, cargo que exerceu até 1954. Dessa iniciativa derivou uma primeira expansão de clínicas de tratamento de câncer em diversos estados brasileiros e realizaram-se campanhas nacionais de educação sanitária, para fins de esclarecimento da população sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer. Em 1944 fundou o Asilo dos Cancerosos no bairro da Penha, subúrbio carioca, dedicado à prevenção e ao tratamento de câncer, atualmente denominado Hospital Mário Kroeff. Além das publicações relacionadas à sua trajetória no campo da medicina, escreveu três obras literárias: Imagens do meu Rio Grande, Ensarilhando as armas e O gaúcho no panorama brasileiro. Morreu em 23 de dezembro de 1983, na cidade de Vassouras (RJ).
- Pessoa
- 1896-1984
Paulo de Figueiredo Parreiras Horta
- Pessoa
- 1884-1961