Joaquim Francisco de Assis Brasil
- Pessoa
- 1857-1938
Joaquim Francisco de Assis Brasil
Joaquim Francisco de Freitas Cavalcanti
Nasceu em 31 de janeiro de 1905, na cidade de Piracicaba (SP), filho de Serafim Franco de Toledo e Guilhermina Augusta de Toledo. Iniciou as atividades de desenho aos 16 anos elaborando mapas para um recenseamento escolar em sua terra natal. Em 1923 mudou-se para São Paulo e no ano seguinte foi admitido na Sessão de Botânica do Museu Paulista, onde produziu ilustrações para os trabalhos a serem publicados pela instituição. No mesmo período realizou desenhos de ofídios para Afrânio do Amaral, do Instituto Butantan, e de insetos e animais marinhos para Hermann Luederwaldt. Junto com Carlos Rudolf Fischer, integrou a equipe de desenhistas da Comissão de Estudos e Debelação da Praga Cafeeira (1924-1927), chefiada por Arthur Neiva. Esses profissionais foram os responsáveis pela elaboração do material de propaganda e orientação a respeito do inseto que atacava os cafezais paulistas. Passou a atuar no Instituto Biológico de Defesa Agrícola e Animal em 1927, que se originou da mesma comissão. Dedicou-se também à classificação botânica como autodidata. Entre 1937 e 1938 atuou no Departamento de Botânica da Universidade de São Paulo, cooperando com o diretor Felix Rawitscher. Convidado por Frederico Carlos Hoehne, em 1938, ocupou o cargo de chefe do Serviço Científico de Embriófitas na Seção de Botânica do Instituto Biológico. Em 1942 dirigiu a Seção de Fitotécnica do Instituto de Botânica. Além dos trabalhos de sua autoria como botânico, assinou ilustrações para diversos pesquisadores, como Lauro Travassos, César Ferreira Pinto e Adolph Hempel. Morreu em 17 de maio de 1952, na cidade de São Paulo.
Joaquim José da Silva Sardinha
Joaquim Leonel de Resende Alvim
Joaquim Manoel Xavier da Silveira
Nasceu em 10 de julho de 1898, em Belém (PA), filho de Joaquim Travassos da Rosa e Maria Eleonora Muller Travassos da Rosa. Graduou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1924, tendo sido monitor e preparador da cadeira de microbiologia entre 1922 e 1926. Em seguida trabalhou como médico bacteriologista da Diretoria de Higiene do Rio Grande do Sul, de 1927 a 1929, e, a partir dessa data, como assistente do Instituto Butantan. Em 1948 foi comissionado junto ao IOC, atuando como chefe da Seção de Rickettsias e depois diretor (1961-1964). Entre as décadas de 1950 e 1960 ocupou ainda os cargos de chefe da Divisão de Vírus do Instituto de Microbiologia da Universidade do Brasil, de assessor científico e subchefe de gabinete do Ministério da Saúde e de assessor técnico e científico da Fundação Serviço Especial de Saúde Pública. Pesquisou nos campos da bacteriologia e virologia questões ligadas a problemas médico-sanitários. Integrou a Academia Brasileira de Ciências, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, a Sociedade Brasileira de Higiene, a Sociedade Brasileira de Microbiologia, a Academia Mineira de Medicina e a Society of American Bacteriologists, entre outras entidades médico-científicas. Morreu em 25 de novembro de 1967, no Rio de Janeiro.