- BR RJCOC AP-DP-IC-18
- Dossiê
- 30/08/1989
Parte de Augusto Perissé
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Parte de Augusto Perissé
Memória e história da hanseníase no Brasil através de seus depoentes (1960-2000)
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Reúne 46 entrevistas do projeto que teve como objetivo registrar as memórias e vivências de profissionais de saúde e de ex-pacientes de hanseníase. As entrevistas foram realizadas com personagens que trabalharam com a hanseníase de diversas formas como, por exemplo, na elaboração de políticas de controle à doença, na administração hospitalar, pesquisa básica, atendimento às populações atingidas e etc., ou dos que padeceram com o diagnóstico positivo para a lepra/hanseníase e sua experiência com o adoecimento e o isolamento imposto como prática médica até as décadas de 1960 e 1970. Com estas entrevistas é possível recuperar aspectos como: as estratégias de sobrevivência numa época de grande estigmatização da doença; as dificuldades com a pesquisa básica pelas particularidades morfológicas do bacilo de Hansen; os diferentes tipos de medicamentos utilizados para controle da doença; a formação acadêmica; o surgimento de associações como a SORRI e o MORHAN; os embates entre a cosmética e a dermatologia sanitária, dentre vários outros aspectos relevantes.
Parte de Instituto Oswaldo Cruz
leishmaniose e da lepra; purificação de enzimas de restrição;técnicas de hibridização e síntese de oligonucleotídeos; preparação de DNA Genômico de Microorganismos, entre outros.
Parte de Instituto Oswaldo Cruz
Parte de Souza-Araújo
Parte de Souza-Araújo
Parte de Augusto Perissé
Publicações: Journal of Clinical Microbiobgy, Clinical Sciences, Currint Literature, Leprosy Review e International Journal of Leprosy.
Parte de Souza-Araújo
Parte de Souza-Araújo
Parte de Instituto Oswaldo Cruz
banco de dados mundial sobre Genética sediado pela Fio Cruz, intercâmbio de pesquisadores; produção de vacinas contra lepra e tuberculose; projeto Genoma Humano; Curso sobre Infórmatica integrada à Biotecnologia; Seminário em comemoração ao centenário da morte de Louis Pasteur; inauguração da nova iluminação do castelo da Fiocruz e testes de câncer de mama desenvolvidos pela Fiocruz. Consta também matéria sobre Louis Pasteur.
Parte de Souza-Araújo
O leprosário com 400 doentes. 1938. Aspectos da agricultura dos doentes
Parte de Souza-Araújo
Parte de Belisário Penna
Trecho do poema “São Francisco de Assis” de Augusto de Lima. Documento manuscrito.
O problema Brasileiro da Lepra
Parte de Belisário Penna
Texto do titular no qual afirma ver a hanseníase difundindo-se no Brasil gradual e progressivamente. Manifesta-se, assim, contra o isolamento domiciliar dos hansenianos, considerando não ser esta uma medida eficaz; eficiente seria o isolamento dos mesmos em um município próprio para eles. Para demonstrar que o seu plano está em conformidade com o de Oswaldo Cruz faz a leitura de um artigo deste, publicado no “O imparcial” de 3 de julho de 1913.
O Problema da Lepra - A lepra latente e seus perigos nas escolas - XVIII
Parte de Belisário Penna
Artigo que aborda a propagação da hanseníase nas escolas.
O Problema da Lepra - Diagnóstico Precoce - XIX
Parte de Belisário Penna
O problema da lepra - diagnóstico precoce - XIX. Artigo sobre a importância da hanseníase latente.
O Problema da Lepra - Município de S. Lázaro
Parte de Belisário Penna
Texto em que critica as direções apontadas pela III Conferência Internacional da Lepra, realizada em Strasburgo. Esta conferência indicou como passíveis de isolamento compulsório apenas os hansenianos vagabundos, mendigos, indivíduos sem domicílio fixo; indicando o isolamento domiciliar para aqueles doentes que o possuíssem. Para Belisário Penna, o isolamento compulsório deveria ser para todos os hansenianos, como única forma eficaz de conter e extirpar a doença.
O problema da lepra - recapitulando - XIX
Parte de Belisário Penna
Texto do titular sobre a hanseníase.
Parte de Belisário Penna
O problema da lepra III. Artigo sobre as condições de ocorrência da hanseníase no Brasil.
Parte de Belisário Penna
Artigo sobre o perigo da hanseníase latente nos Estados brasileiros.
O Problema da Lepra no Brasil I
Parte de Belisário Penna
Texto sobre o problema da hanseníase no Brasil, em que afirma ser este um foco da doença dos mais perigosos, uma vez que os infectados gozam de total liberdade, frequentando inclusive estações de águas. Afirma ser urgente o socorro aos doentes e considera o problemas do isolamento em um país com tão elevado número de hansenianos. Possui uma versão manuscrita e uma versão datilografada com correções manuscritas.
O Problema da Lepra no Brasil II
Parte de Belisário Penna
O problema da lepra no Brasil II. Dois textos apresentando o mesmo título, porém
considerando o problema da hanseníase de formas diferentes. Em um dos textos o titular
analisa a presença da hanseníase nos estados brasileiros e os efeitos por ela ocasionados. No
outro texto, Belisário Penna defende a idéia de se criar um município voltado para o
atendimento dos leprosos, devido ao grande número de portadores da doença existentes no
país.
O problema da lepra no Maranhão
Parte de Belisário Penna
Artigo sobre a presença da doença no Estado do Maranhão.
O problema da lepra no Maranhão (contribuição para o seu estudo)
Parte de Belisário Penna
Artigo produzido por Amaral Mattos e que fora publicado na Revista “Sciência Médica”
O problema da lepra nos Estados Unidos
Parte de Belisário Penna
O problema da lepra nos Estados Unidos. Texto produzido pelo médico O.E. Denney, do Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos e médico oficial do Hospital n. 66 da Marinha americana (Leprosário Nacional de Carville, Lousiana). Aborda o problema da hanseníase nos Estados Unidos da América.