Política partidária

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Wilson Fadul

  • BR RJCOC WF
  • Fundo
  • 1910-2012

Reúne cartas, anais de eventos, apontamentos, artigos, bilhetes, cartões-postais, certificados, comunicações em eventos, cópias-contato, discursos, ensaios, folhetos, fotografias, imagens impressas, informativos, medalhas, nomeações, ofícios, panfletos, periódicos, placas, processos, projetos, publicações, recortes de jornais e revistas, telegramas e troféus, entre outros documentos referentes à vida pessoal e à trajetória profissional e política do titular como médico, prefeito municipal de Campo Grande (MS), deputado federal, ministro da Saúde e gestor de instituição financeira.

Wilson Fadul

Tucuruí - Chico Mendes

Material Bruto telecinado a partir de negativos 16 mm subdivididos em quatro assuntos:

Chico Mendes - Campanha Política 1986
A seleção de registros da campanha de Chico Mendes para deputado estadual pelo PT do Acre em 1986 é a maior deste dossiê. Registros de showmícios, discursos, carreatas, votação, apuração e entrevistas com o candidato. Entrevista com Nabor Teles da Rocha Jr, ex-governador do Acre; gado, tratores abrindo a BR 364.
Essas imagens não editadas da Campanha de Chico Mendes foram sincronizadas no DAD/COC (Alexandra Carias).

Chico Mendes - Entrevista no Seringal
Imagens de Chico Mendes cortando Seringa e entrevista; entrevista de Chico Mendes num tapiri (escola) em um seringal; imagens de Marina Silva explicando a pirâmide social no quadro negro para um público adulto; Chico Mendes discursa em palanque num showmício; grupo de seringueiros trazem suas pelas (bolas de látex|) para vender.

Chico Mendes e Marina Silva
No Seringal Santa Isabel grande número de pessoas em pé, escutam Chico Mendes e Marina Silva; Chico Mendes dá entrevista numa canoa, Marina Silva lanchando ao fundo.

Chico Mendes – 1º Encontro Conselho Nacional de Seringueiros 1985
Reunião do 1º Encontro do Conselho Nacional de Seringueiros, Brasília, outubro de 1985, onde foi criado o Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS). Deste encontro saiu a proposta de uma aliança dos seringueiros com os índios amazônicos, o que levou o governo a criar reservas florestais para a colheita não-predatória de matérias-primas como o látex e a castanha do pará, através da criação de Reservas Extrativistas.

Rocha Lagoa

  • BR RJCOC HL-VP-MA-14
  • Dossiê
  • 17/03/1969 - 09/02/1977
  • Parte de Herman Lent

Abaixos - Assinados; Diários Oficiais; Recortes De Jornais; Jornais; Cartas; Ensaios.

Revistas

  • BR RJCOC GA-VP-01.v.2
  • Dossiê
  • 02/1972 - 17/06/1986
  • Parte de Paulo Gadelha

Inclui Revista Center Reporte, Revista The Andover Buletin, Revista Movimento, Revista Reporter, Revista Principios, Revista Terceiro Mundo, Revista Curso Completo de Fotografia e Revista Senhor.

Revistas

  • BR RJCOC GA-VP-01.v.3
  • Dossiê
  • 15/11/1985 - 11/1990
  • Parte de Paulo Gadelha

Inclui Revista Senhor, Revista Veja, Revista Archeoattulia del Passato, Revista Grande Personagens da Nossa História, Revista Paris Match, Revista Horizonte Geográfico, Revista Tesouros do Kremlin, Revista Projetos e Revista The New Yorker.

Revistas

  • BR RJCOC GA-VP-01.v.4
  • Dossiê
  • 10/1989 - 03/1996
  • Parte de Paulo Gadelha

Inclui Revista Momento, Revista Construção, Revista Sendas em Família, Revista Tecnologística e Revista Nosso Século.

Recortes de Jornais

  • BR RJCOC RD-DP-LP-07.v.1-v.2
  • Dossiê
  • 14/05/1979 - 11/11/1994
  • Parte de Romualdo Dâmaso

Inclui O Globo, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, Jornal Gazeta Mercantil, O Dia, O Estado de São Paulo, Correio Braziliense, Estado de Minas, Jornal Ciência Hoje e Jornal do Comércio.

Raymundo de Britto

  • BR RJCOC RB
  • Coleção
  • 1886-1986

Reúne cartas, currículos, programas de eventos, prospectos, recortes de jornais, convites, álbuns, fotografias e cópias-contato, entre outros documentos referentes à vida pessoal e à trajetória profissional do titular como médico, ministro da Saúde, secretário de Saúde do estado da Guanabara, diretor do Hospital dos Servidores do Estado e da Policlínica dos Pescadores do Ministério da Agricultura, presidente do Instituto de Previdência e Aposentadoria dos Servidores do Estado e membro de sociedades e associações médico-científicas.

Raymundo de Moura Britto

Noticiários

  • BR RJCOC HL-VP-MA-12
  • Dossiê
  • 28/10/1965 - 15/06/1984
  • Parte de Herman Lent

Jornal do Brasil e Correio da Manhã.

Noticiários

  • BR RJCOC RD-DP-LP-19
  • Dossiê
  • 05/03/1989 - 15/08/1994
  • Parte de Romualdo Dâmaso

Jornal do Brasil

Noticiários

  • BR RJCOC GA-VP-05
  • Dossiê
  • 24/11/1973 - 03/05/1987
  • Parte de Paulo Gadelha

Jornal do Brasil e Diário de Brasília.

Mário Barbosa Carneiro

  • BR RJCOC PC-VP-FC-02.v.06
  • Dossiê
  • 25/09/1886 - 22/01/1944
  • Parte de Paulo Carneiro

Balanço, diários, jornais (Gazeta de Notícias, Diário de Notícias e Jornal Revolucionário).

Mário Barbosa Carneiro

  • BR RJCOC PC-VP-FC-02.v.30
  • Dossiê
  • 14/01/1887 - 1948
  • Parte de Paulo Carneiro

Solicitações de publicações, fichas de leituras, avisos circulares, propostas, mapas, ensaios, despachos, relatórios, boletins de cheque, ofícios, desenhos, recortes de revistas, resumo de cheques, declarações de rendimentos, notas de mercadorias, cédulas de identidades, carteiras de trabalho, formulários, programas de evento, anteprojetos, currículos, emendas, hinos, instruções normativas, manifestos, memoriais, relatórios de pesquisa, resumos de decretos, resumos históricos, tiquetes de bagagens, títulos eleitorais, plantas, negativos de vidro, diários de bordo, dossiê Antonio Dias Soares Lago, carta patente, diplomas.

Mário Barbosa Carneiro

  • BR RJCOC PC-VP-FC-02.v.21
  • Dossiê
  • 15/11/1889-27/04/1946
  • Parte de Paulo Carneiro

Inclui as publicações: Cidade do Rio, Correio do Povo, Jornal Gazeta da Tarde, Diário de Notícias, O Jornal, Jornal Diário da Noite, Jornal do Comércio, Correio da Manhã, Estado do Rio Grande, Jornal do Brasil, The Times e Diário Nacional.

Manoel Carlos de Gouvêa

  • BR RJCOC MG
  • Fundo
  • 1895-1999

Reúne telegramas, cartas, fotografias, recortes de jornal, portarias, panfletos, estatutos, livros, cartões, relatórios de atividades, memorandos, atas de reunião, discursos, entre outros documentos referentes à vida pessoal e à trajetória do titular como prefeito municipal de Iguatu e diretor do Hospital de Santo Antônio dos Pobres.

Manoel Carlos de Gouvêa

Jornais

  • BR RJCOC GA-VP-09
  • Dossiê
  • 14/03/1975 - 25/08/1981
  • Parte de Paulo Gadelha

Inclui as publicações: Opinião; Nós Mulheres; Brasil Mulher; Em Tempos; Versus; Coojornal; Beijo; Bagaço; Pasquim; Flagrante; O Trabalho; Companheiro.

Jornais

  • BR RJCOC ED-DP-LP-41
  • Dossiê
  • 19/09/1986 - 05/10/1988
  • Parte de Eduardo Costa

Folha de São Paulo

João Batista Ramos

Entrevista realizada por Luiz Octávio Coimbra e Marcos Chor Maio, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 20, 21 e 22 de outubro de 1986.

Resenha biográfica:
João Batista Ramos nasceu em Queluz, São Paulo, a 7 de maio de 1910, filho do comerciante José Ramos de Paula e de Maria Arantes Ramos.
Como Parlamentar e Ministro do Trabalho, Batista Ramos teve a oportunidade de participar intensamente da elaboração e da aprovação da Lei Orgânica da Previdência Social (LOPS) de 1960.
Ainda secundarista, no final dos anos 20, trabalhou como datilógrafo no escritório do advogado Benedito Costa Neto, futuro Ministro da Justiça do governo Eurico Gaspar Dutra. Em 1935, obteve o título de Bacharel pela Faculdade de Direito de São Paulo.
De 1936 a 1941, exerceu advocacia em Monte Aprazível (SP), especializando-se em direito agrário. De volta a capital, em 1944, passou a exercer também o jornalismo na Folha da Manhã, tornando-se redator-chefe desta última, em 1947. No mesmo ano, passou a exercer o cargo de chefe da secretaria do Ministro Costa Neto.
Em 1950, montou o escritório “Soluções Trabalhistas”, em São Paulo, onde durante 20 anos ofereceu consultas gratuitas à população sobre Previdência Social e Legislação Trabalhista.
Entre 1951 e 1954, tornou-se diretor-presidente das rádios Nacional de São Paulo e Excelcior, esta de propriedade de seu irmão José Nabantino Ramos.
Em 1954, elegeu-se deputado federal pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e fez do tema Previdência Social a sua principal bandeira.
Na Câmara dos Deputados, em 1957, apresentou o substitutivo ao projeto do deputado Aluízio Alves, que foi posteriormente aprovado.
Nomeado Ministro do Trabalho da Indústria e Comércio, em 1960, trabalhou pela aprovação final da LOPS, elaborou o decreto contendo o regulamento da LOPS e obteve para a Previdência Social o pagamento de uma parte da dívida da União.
Em 1966, filiou-se ao Partido Aliança Renovadora Nacional (ARENA), através do qual chegou à presidência da Câmara.
Em junho de 1973, foi nomeado pelo Presidente Médici para o Tribunal de Contas da União (TCU).
Em agosto de 1980, aposentou-se do TCU, filiando-se no ano seguinte ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Nas eleições de novembro de 1982, Batista Ramos candidatou-se, sem êxito, a uma cadeira na Câmara pelo estado de São Paulo.

Sumário:
1ª ENTREVISTA – 20/10/1986
Fita 1 - Aspecto da legislação sobre aposentadoria por tempo de serviço; origem familiar; comentário sobre o irmão José Nabantino; a infância em Bauru (SP); a Estrada de Ferro Noroeste e as imigrações; comentário sobre o pai; o Banco São Paulo-Mato Grosso; os empregados do pai; a “chaga de Bauru”; a Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Empregados da Estrada de Ferro Noroeste; o diretor de serviço da Caixa da Noroeste Euzébio Guerra; assistência médica na Caixa da Noroeste nos anos 20; comentário sobre a mãe; o ginásio na capital paulista; os professores do Colégio Rio Branco; as disputas políticas envolvendo o pai em Bauru; comentário sobre a Revolução de 1930.

Fita 2 - Aspectos da Revolução de 1930; lembranças da Revolução Constitucionalista de 1932 em São Paulo; formação religiosa; comentário sobre o escritório “Soluções Trabalhistas” em São Paulo; a mudança para Monte Aprazível (SP); ascensão do irmão José Nabantino à Superintendência do Grupo Folha; comentário sobre os artigos publicados na Folha da Manhã sob o pseudônimo Sancho; as leituras filosóficas; lembranças da Faculdade de Direito de São Paulo; as relações com Alfredo Buzaid e Plínio Salgado; posição frente à ideologia comunista; o exercício da advocacia em Monte Aprazível; o acordo com a União Democrática Nacional (UDN) para aprovação da LOPS; a participação em causas contra posseiros em Monte Aprazível; os motivos da volta para a capital paulista, em 1944; as atividades como jornalista da Folha da Manhã.

Fita 3 – As atividades no jornalismo; aproximação com o PTB; a candidatura a deputado federal, em 1950; comentário sobre o exercício do cargo de chefe da secretaria do Ministro da Justiça Costa Neto; o episódio da cassação do registro do Partido Comunista Brasileiro (PCB); comentário sobre o PTB em São Paulo; os benefícios do equilíbrio entre direita e esquerda; o PTB em São Paulo; a reunião com o Presidente Juscelino Kubitschek e Elias Adaime; o funcionamento do escritório “Soluções Trabalhistas”; comentário sobre o assessor Cirilo Rezende; referência a Ademar de Barros; comentário sobre o fisiologismo da classe política; as razões da derrota nas eleições de 1950; as relações entre o PTB e a Previdência Social nos anos 50; comentário sobre Cirilo Rezende; origens do escritório “Soluções Trabalhistas”: Waldemar Luís Alves e a defesa da direção colegiada na Previdência Social; ascensão à liderança do governo na Câmara dos Deputados; o apoio da UDN na aprovação da lei que prorrogou os benefícios do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE); a conversa ao telefone com o Presidente Juscelino Kubitschek.

Fita 4 – O episódio da indicação para a liderança do Governo na Câmara feita por Juscelino Kubitschek; o convite para o Ministério do Trabalho; o encontro com representantes sindicais no Teatro João Caetano (RJ); e elaboração do regulamento da LOPS;

2ª ENTREVISTA – 21/10/1986
Fita 4 (continuação) - O escritório de consultas gratuitas sobre trabalho e novembro de 1982, Batista Ramos candidatou-se, sem êxito, a uma cadeira na Câmara pelo estado de São Paulo. Previdência Social; a colaboração de Mário Pinto Passos no substitutivo Batista Ramos; a exclusão do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE) do substitutivo Batista Ramos; a elaboração do substitutivo na Comissão de Serviços Públicos da Câmara; a instituição da direção colegiada na Previdência Social; visão pessoal do trabalhismo; defesa do substitutivo Batista Ramos; o diálogo com Carlos Lacerda sobre o custeio da Previdência; as articulações partidárias para aprovação do substitutivo Batista Ramos; a participação do secretário-geral da UDN, Guilherme Machado, nas articulações em favor da LOPS; a reunião com Carlos Lacerda e dirigentes sindicais sobre a LOPS; o projeto governamental de reforma da Previdência Social, em 1956; consolidação da dívida do governo com a Previdência; o aumento da parcela de contribuição dos trabalhadores; a rotina de trabalho para elaboração do substitutivo Batista Ramos; a mudança de nome do substitutivo Batista Ramos.

Fita 5 – Aprovação da LOPS (substitutivo dos líderes) na Câmara; origem do substitutivo Batista Ramos; atuação do deputado Lobo Coelho na exclusão do IPASE da LOPS; origem das instituições de Previdência no Brasil; aposentadoria por tempo de serviço entre os ferroviários; comentário sobre as origem do IPASE; defesa da unificação dos benefícios previdenciários; atuação parlamentar da UDN e do deputado Aluízio Alves; as razões da falta de apoio parlamentar ao projeto de Aluízio Alves; comentário sobre a UDN; o trâmite regional para aprovação do substitutivo Batista Ramos; a participação de Aluízio Alves; a exclusão dos trabalhadores rurais e das empregadas domésticas dos benefícios previdenciários; aprovação da LOPS no Senado; conversa com o Presidente Juscelino Kubitschek sobre a sanção da LOPS; a reunião com Juscelino Kubitschek e João Goulart sobre vetos à LOPS.

Fita 6 – A reunião com Juscelino Kubitschek, João Goulart e outras autoridades governamentais sobre vetos à LOPS; a reunião no Palácio Alvorada com líderes sindicais para sanção oficial da LOPS; a conversa com Kubitschek sobre a direção colegiada; o anúncio oficial da sanção da LOPS; a reunião com líderes sindicais no Teatro João Caetano; as razões do conflito com o Presidente Juscelino Kubitschek e a saída do Ministério do Trabalho; o discurso na Câmara explicando as razões da renúncia; ascenção no Ministério do Trabalho; o projeto de prorrogação das atividades do BNDE; a tramitação parlamentar do Projeto BNDE; lembranças de nomes de líderes dos movimentos sindicais; a regulamentação da LOPS; a relação entre o aumento dos benefícios e o custeio na LOPS; o seguro de acidente de trabalho.

Fita 7 – A não-inclusão do seguro de acidente de trabalho na LOPS; o custeio da assistência médica na LOPS; a consolidação da dívida do governo com a Previdência Social.

3ª ENTREVISTA – 22/10/1986
Fita 7 (continuação) – Considerações gerais sobre os institutos; o apoio eleitoral dos ferroviários; comparação entre os institutos; apoio à permanência do delegado do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados do Serviço Público (IAPFESP) em São Paulo; considerações sobre a direção colegiada na Previdência Social; defesa da permanência de Cirilo Rezende na Primeira Junta de Revisão do Instituto Nacional da Previdência Social (INPS) em São Paulo; comentários sobre as fraudes na Previdência Social; relato da viagem aos Estados Unidos com o Presidente Eurico Dutra; a compra do Grupo Folha; o afastamento do Grupo Folha; a direção da rádio Excelsior; comentário sobre os colegas professores da Faculdade de Direito Mackenzie (SP); o recebimento da notícia do golpe militar de 1964; a reunião com João Goulart e líderes sindicais no Palácio Guanabara.

Fita 8 – Convite de Ivete Vargas para o comício da Central; considerações sobre o caráter do povo brasileiro; a conversa com Almino Afonso, em 1964; crítica às posições políticas extremadas; ascensão à vice-presidência da Câmara, em 1965; o ingresso na ARENA; afinidades e qualidades pessoais dos membros da UDN; comentário sobre o MDB; as razões do apoio à ARENA; a conversa com o Presidente Castelo Branco; o afastamento de Adauto Lúcio Cardoso e a ascensão à presidência da Câmara; a reunião com o Presidente Castelo Branco no Rio de Janeiro; aceitação do cargo de presidente da Câmara; a declaração de voto contra a autorização para processar Márcio Moreira Alves; o caso de escuta no telefone de Pedro Aleixo; a cassação de Márcio Moreira Alves; comentário sobre o autoritarismo no governo Médici; ascensão à presidência da ARENA; as razões da permanência na política; defesa do governo Médici; a visita da viúva e da filha do deputado Rubens Paiva.

Fita 9 – Conversa com o Presidente Médici sobre a morte de Rubens Paiva; o apoio de Alfredo Buzaid para a vaga no tribunal de Contas da União; impugnação às contas do Departamento Nacional de Estradas de Rodagens (DNER); o isolamento político no governo Médici; a despedida do General Tourinho; considerações sobre os políticos; o retorno às atividades partidárias no PMDB; posicionamento político do irmão José Nabantino; considerações sobre a dicotomia entre forma e conteúdo; comentários sobre o Plano Cruzado do Presidente José Sarney; a importância de Brasília e a participação dos institutos de Previdência na sua criação; a conversa do Presidente Juscelino Kubitschek com o presidente do BNDE Lucas Lopes; a conclusão do trabalho de autobiografia para publicação.

Jingle de Campanha Política

Mensagem musicada elaborada para candidatura de Leonel Brizola à Presidência da República.

Hésio Cordeiro

Entrevista exploratória realizada por Marcos Chor Maio, Nilson Moraes e Paulo Gadelha, no dia 02 de dezembro de 1986, para o futuro projeto “Constituição de Acervo de História Oral da Assistência Médica na Previdência Social”.
Sumário
Fita 1 - Lado A
Nascimento em Juiz de Fora; referência a formatura do pai, em Medicina; sua origem familiar e lembrança dos pais e avós; sobre a trajetória profissional de seu pai; lembranças de sua família e infância; a presença da religião na sua formação; recordações do Colégio Militar; sua infância no Méier.

Fita 1 - Lado B
Breve referência a seu avô; seu ingresso no Colégio Militar e lembrança dos colegas; referência a sua simpatia por Getúlio Vargas e recordações do Golpe de 1964; lembranças do Colégio Militar.

Fita 2 - Lado A
Lembranças do Colégio Militar e a rivalidade com outras escolas; breve referência a acontecimentos políticos da sua juventude; novas referências ao Colégio Militar e recordações de sua juventude; alusão a seu irmão, Eraldo; as festas na sua juventude, no Méier; sua opção pela Medicina e a dedicação de seu pai pela profissão.

Fita 2 - Lado B
Sua opção pela Medicina e a dedicação do pai pela profissão; o ambiente cultural de sua família; sobre sua atuação na Universidade; a influência de seu pai na sua escolha pela Medicina; lembranças de sua passagem pela escola pública e da infância no Méier; comentário sobre a qualidade do ensino público no seu tempo; a ligação com sua mãe e a influência religiosa; os programas que assistia na sua infância; breve comentário sobre seu relacionamento com os pais; sua trajetória estudantil.

Fita 3 - Lado A
A conjuntura sob a qual estava inserida a Faculdade; o diretório acadêmico e sua atuação; o Partido Comunista e a Faculdade de Ciências Médicas.

Fita 3 - Lado B
Grupo de estudos teóricos em torno do professor Piquet Carneiro; atuação profissional ainda na formação acadêmica; reflete sobre possível dicotomia entre sua militância sobre questões internas (Faculdade) e externas.

Eventos

Reúne registros de eventos no campo da história das ciências e da saúde.

Eduardo Costa

  • BR RJCOC ED
  • Fundo
  • 1923-1998

Reúne cartas, memorandos, ofícios, artigos científicos, discursos, fotografias, estudos de caso, cartões-postais, trabalhos escolares, relatórios de atividades, certificados, declarações, projetos de pesquisa, programas de eventos, apostilas de curso, informativos, mensagens por fax, diapositivos, ensaios, cartazes, recortes de jornais e revistas, entre outros documentos referentes à vida pessoal e à trajetória profissional do titular como professor, pesquisador, dirigente e membro de instituições científicas e político-partidárias no Brasil.

Eduardo de Azeredo Costa

Djalma Chastinet

Sumário:
Fita 1 - Lado A
Referência ao cargo de secretário geral da AMDF (Associação Médica do Distrito Federal), que ocupou em substituição a Afonso Taylor de Cunha Melo; sua simpatia pelo Partido Comunista; dedicação ao trabalho e o consequente papel de destaque que conquistou na AMDF; referência a publicação de seus trabalhos; menção a posição de esquerda da AMDF em oposição às demais associações médicas, e sua extinção após 1964; a respeito das lutas internas na Previdência Social em torno do princípio da ‘livre escolha’; referência a sua candidatura à AMB (Associação Médica Brasileira), em 1963.

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