Presidente da Empresa Fluminense de Tecnologia - FLUTEC
- BR RJCOC ED-GI-PE-04
- Dossiê
- 15/05/1993
Parte de Eduardo Costa
Programas de eventos, resumos de eventos.
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Presidente da Empresa Fluminense de Tecnologia - FLUTEC
Parte de Eduardo Costa
Programas de eventos, resumos de eventos.
Presidente da Empresa Fluminense de Tecnologia
Parte de Eduardo Costa
Reúne comunicados, cartas, mensagens por fax, laudos técnicos, ofícios, processos administrativos, diário oficial, recortes de jornais, programas de eventos, convênios, ensaios, projetos de pesquisas, relatórios, transparências, organogramas.
Pós-doutorado na Escola de Higiene Medicina Tropical de Londres
Parte de Eduardo Costa
Reúne: Gráficos; Teses; Cartas; Programas de curso; Resumos; Roteiros; Bilhetes; Relatórios de atividades; Propostas; Trabalhos escolares; Ensaios; Fluxogramas; Transparências; Mapas; Tabelas.
Pós-doutorado na Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres
Parte de Eduardo Costa
Reúne: gráficos, teses, cartas, programas de cursos, resumos, roteiros, bilhetes, relatórios de atividades, prospectos, trabalho escolares, ensaios, fluxogramas, transparências, mapas, tabelas, artigos científicos, fichas, formulários, índices (incompleto), cadernos de apontamentos, desenhos, instruções normativas; listas bibliográficas, listas de figuras, listas de lugares, programas de cursos, apontamentos.
Pós-doutorado na Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres
Parte de Eduardo Costa
Artigos científicos, fichas, formulários, índices (incompletos), cadernos de apontamentos, desenhos, instruções normativas, listas bibliográficas, listas de figuras, listas de lugares, programas de cursos, apontamentos.
Parte de Celso Arcoverde
Parte de Herman Lent
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Gilberto Hochman e Érico Silva Muniz, na Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, no Rio de Janeiro/RJ, no dia 5 de setembro de 2008.
Resumo: O projeto reúne um depoimento e está inserido na linha de pesquisa que versa sobre os programas internacionais e políticas nacionais de controle e a erradicação da malária no Brasil entre as décadas de 1930 e 1980. Os resultados em termos de produção, orientação, apresentação de trabalhos e intercâmbios com grupos e pesquisadores que discutem temas semelhantes para outros países, sugerem uma ampliação do escopo de pesquisa e análise na direção da comparação entre programas, do alargamento da dimensão temporal e espacial e do aprofundamento da discussão conceitual sobre as relações entre agendas internacionais e nacionais na formulação e implementação de políticas públicas em perspectiva histórica. A análise das políticas brasileiras de combate à malária a partir de 1941 indica grande oscilação entre a sua autonomia, capacidade de inovação e a recusa a aderir ao programa de erradicação da OPAS/OMS/Unicef até o completo alinhamento com as orientações internacionais na década de 1960. A pré-existência ou não de políticas nacionais e de comunidades de especialistas, as variações na conjuntura internacional e nos regimes políticos, e a disponibilidade de recursos e os condicionantes do financiamento parecem explicar, em grande parte, a trajetória desses programas no Brasil. Nos últimos anos, o campo da história saúde internacional tornou-se sujeito e objeto de um renascimento acadêmico. Os estudos sobre a saúde internacional, suas motivações, princípios, prioridades e paradigmas - e sua estrutura dual de saúde pública e política internacional - têm gerado um debate saudável. Eles apontam sempre a centralidade do campo de estudos para relações internacionais atuais e passadas, para a compreensão das condições de saúde em nível local e nacional, e para as políticas públicas. Apesar desse renascimento, parte dos trabalhos acadêmicos nessa área ainda tende a partir da análise das "supra-instituições" da saúde internacional. A linha de pesquisa histórica na qual esse projeto está inserido analisa a saúde internacional no decorrer do século XX através de diferentes lentes e como uma arena dinâmica na qual atores locais, autoridades nacionais, pesquisadores e especialistas em políticas públicas, médicos, populações, profissionais transnacionais e agências internacionais interagem, modelam-se e remodelam-se uns aos outros. Os estudos históricos recentes têm demonstrado essa interação, ainda que muitas vezes baseada em relações assimétricas, produz resultados e processos diferentes e não antecipados no momento de sua formulação. O Brasil apresenta um panorama favorável ao estudo de ideologias, instituições e práticas de saúde internacional, dadas as preocupações com saúde pública enraizadas não só nos projetos de Estado-Nação, como nos movimentos políticos, nas idéias e nas instituições educacionais e culturais. A região também tem um precoce e longo envolvimento com a arena internacional a partir das conferências sanitárias ainda no século XIX, da criação da Repartição Sanitária Pan-Americana, depois OPAS, em 1902 e do profundo envolvimento na região da Comissão Sanitária Internacional da Fundação Rockefeller. Desse modo, a proposta central do projeto é de um estudo comparativo entre o programa brasileiro de erradicação da malária (1958-1970) e um outro programa, mais bem sucedido em escala nacional e global, como o da erradicação da varíola (1966-1973) pretende avançar tanto no conhecimento sobre a história dessas políticas e programas, como da compreensão da inserção do Brasil da segunda metade do século XX no campo da saúde internacional. Essa pesquisa no que diz respeito a formação de especialistas para os programas está integrada ao Observatório História dos Recursos Humanos em Saúde (COC-OPAS-Segets/MS). Do ponto de vista metodológico essa pesquisa utilizará fontes documentais em arquivos no Rio de Janeiro, Brasília, Washington D.C., Toronto e Genebra. Foi realizada uma entrevista com Reinaldo Felippe Nery Guimarães, em 05/09/2008, com cerca de 1h20min de gravação.
Parte de Conferência Nacional de Saúde, IX
Parte de Reinout Altman
Parte de Szachna Cynamon
Parte de Conferência Nacional de Saúde, IX
Parte de Eduardo Costa
Parte de Anthony Leeds
Parte de Herman Lent
Cartas; Decretos; Resoluções; Requerimentos; Comprovantes de Remessa; Ofícios; Fotografias; Cartões Postais; Informativos; Cartas Circulares. Jornais; Recortes de Jornais (Jornal El Pais, Jornal El Paraguaio, La Tribuna, Jornal O Globo); Normas; Convites; Telegramas; Discursos; Lista de Funcionários; Listas de Materiais; Relatórios de Atividades; Projetos; Noticiários; Prospectos; Apontamentos; Folhetos; Certificados; Bilhetes.
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Tania Fernandes e Silvia Santos, no Instituto Aggeu Magalhães, em Recife/PE, no dia 18 de junho de 2019.
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Simone Kropf e Gilberto Hochman, em Brasília, no dia 27 de abril de 2007.
Reúne cartas, ofícios, telegramas, memorandos, relatórios de atividades, currículo, portarias, declarações, requerimentos, fichas funcionais de médico, publicações, recortes de jornais, diapositivos, mapas, informativos, instruções normativas, artigos científicos e diários de campo, entre outros documentos referentes à vida pessoal e à trajetória profissional do titular como médico sanitarista e gestor do Serviço Nacional de Febre Amarela, Departamento Nacional de Endemias Rurais, Superintendência de Campanhas de Saúde Pública e Organização Pan-Americana da Saúde.
Pedro Freire Fausto
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, nos dias 23 de março e 07 de abril de 2022, via Plataforma Zoom, com duração total de 5h16min.
Parte de Conferência Nacional de Saúde, IX
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Eduardo Navarro Stotz e Cristina Fonseca, no Rio de Janeiro, em três sessões, nos dias 06 de julho (fitas 1 e 2), 15 de julho (fita 3) e 05 de agosto de 1999 (fita 4).
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Tania Fernandes, André Lima e Vanessa Pinheiro, no Centro de Relações Internacionais em Saúde (Fiocruz/CRIS - RJ), no dia 3 de outubro de 2016.
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada em duas sessões; a primeira por Tania Fernandes e Otto Santos, na Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Rio de Janeiro, no dia 26 de agosto de 2019 e a segunda etapa por Tania Fernandes, no dia 23 de outubro de 2019, na Fiocruz, Rio de Janeiro.
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, nos dias 31 de janeiro e 6 de fevereiro de 2023, via Plataforma Zoom, com duração de 1h52min.
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada em duas sessões, por Nísia Trindade, Maria Cristina Fonseca e Verônica Martins nos dias 16 (fita 1) e 19 de fevereiro de 2004 (fitas 2 e 3, lado A) .
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Simone Petraglia Kropf, Luana Bermudez e Thiago da Costa Lopes, no dia 29 de junho de 2021, via Plataforma Zoom, com duração de 1h58min.
Participação em bancas de seleção de defesa de mestrado e doutorado
Parte de Szachna Cynamon
Reúne cartas, cartões-postais, bilhetes, ofícios, telegramas, certidões, nomeações, conferências, discursos, relatórios, decretos, folhetos, catálogos, recortes de jornais e revistas, cadernos de aulas, cadernos de anotações, textos e artigos científicos, orçamentos, projetos, resumos, fotografias e desenhos, entre outros documentos referentes à vida pessoal e à trajetória profissional do titular como pesquisador e diretor do Instituto Oswaldo Cruz, diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública e prefeito de Petrópolis, bem como representante do Brasil em eventos no exterior.
Oswaldo Gonçalves Cruz
Ortrud Monika Barth Schatzmayr
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
A entrevista aborda o aparecimento da dengue no campo de estudos como temática de pesquisa de virologistas, infectologistas, entomologistas, epidemiologistas e gestores de saúde no contexto das primeiras grandes epidemias da doença no Brasil. A dissertação intitulada "A virologia no Instituto Oswaldo Cruz e a emergência da dengue como problema científico" foi publicada em 2020.
Orientação em Dissertação e Teses
Parte de Szachna Cynamon