Paula Parreiras Horta Laclette
- BR RJCOC 05-05-02-17-14
- Item
- 26/11/2002
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Nara Azevedo, Bianca Cortes e Magali Sá, no dia 26 de novembro de 2002.
Paula Parreiras Horta Laclette
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Nara Azevedo, Bianca Cortes e Magali Sá, no dia 26 de novembro de 2002.
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Paulo Gadelha e Wanda Hamilton, na Fiocruz/Rio de Janeiro, nos dias 19 e 27 de fevereiro de 1986.
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Simone Kropf e Wanda Hamilton, nos dias 12 e 14 de abril de 2000.
Reúne cartas, ofícios, telegramas, memorandos, relatórios de atividades, currículo, portarias, declarações, requerimentos, fichas funcionais de médico, publicações, recortes de jornais, diapositivos, mapas, informativos, instruções normativas, artigos científicos e diários de campo, entre outros documentos referentes à vida pessoal e à trajetória profissional do titular como médico sanitarista e gestor do Serviço Nacional de Febre Amarela, Departamento Nacional de Endemias Rurais, Superintendência de Campanhas de Saúde Pública e Organização Pan-Americana da Saúde.
Pedro Freire Fausto
Extra Feeding Pays (Produza mais alimentos)
Parte de Fundação Serviços de Saúde Pública
Mostra a necessidade do uso de silos na agricultura. Reforça ainda a importância de se ter bons pastos e recomenda o cultivo de vários tipos de árvores.
The Problem of hookworm infection (O Problema de infecção pelo ancilóstomo)
Parte de Fundação Serviços de Saúde Pública
Mostra os perigos do ancilóstomo; seu ciclo de vida, as condições em uma casa rural que conduzem à infecção e os efeitos dessa doença em uma jovem.
Parte de Fundação Serviços de Saúde Pública
Mostra as diversas áreas de trabalho de uma policlínica: arquivo, ambulatório, laboratório, radiologia, maternidade e o serviço de assistência domiciliar. Apresenta ainda, como é desenvolvido o trabalho educativo, tanto pelos médicos, quanto pelo pessoal de enfermagem e saneamento
Parte de Oswaldo Cruz
Contendo relatos minuciosos e mapas estatísticos sobre a epidemia, além dos entendimentos entre o titular e Victor Godinho, médico da Santa Casa de Misericórdia de Santos, a respeito da publicação do relatório sobre a doença. Duas cartas enviadas por Nuno de Andrade revelando os primeiros entendimentos entre o ministro da Justiça e Negócios Interiores, J.J. Seabra e o barão de Pedro Affonso para a construção de um instituto soroterápico, do qual o titular seria o diretor técnico após o fim dos trabalhos em Santos. Entre os demais missivistas destacam-se os médicos Eduardo Lopes, Jayme Silvado e Olympio de Niemeyer.
What is Disease (O que é a doença)
Parte de Fundação Serviços de Saúde Pública
Animação contendo noções elementares sobre germes e micróbios, explicando como eles dão origem às doenças e apontando as precauções e medidas preventivas que se deve tomar para evitar doenças.
Parte de Fundação Serviços de Saúde Pública
Animação mostrando que a prevenção da verminose depende da eliminação sanitária das fezes em toda a comunidade, enfatizando a classe de infecção e as medidas tomadas nas casas para evitar a reinfecção. Mostra ainda como uma família foi reduzida à pobreza por causa da verminose e como conseguiu livrar-se da doença.
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Wanda Hamilton e Simone Kropf, em Goiânia, nos dias 05 e 07 de junho de 2001.
O que você deve saber sobre a raiva
Parte de Fundação Serviços de Saúde Pública
Animação mostrando as medidas profiláticas que devem ser tomadas tanto em relação ao cão, como aos seres humanos para prevenção da doença.
The Sanitary Markets (Mercados asseados)
Parte de Fundação Serviços de Saúde Pública
Informa sobre o perigo que existe num mercado sujo para consumidores que os frequentam. Ensina ainda sobre as condições sanitárias que devem ser observadas nos mercados. Conclui que os mercados devem sempre tendo em vista que a saúde da comunidade depende da proteção dos alimentos contra os micróbios causadores de doenças.
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada em suas sessões, por Maria Cristina Fonseca, Verônica Brito e Paulo Elian dos Santos nos dias 09 (fitas 1 e 2) e 16 de dezembro de 2003 (fitas 3 a 5, lado A).
Parte de Fundação Serviços de Saúde Pública
Mostra a contaminação das águas dos rios por larvas que infectam caramujos e o consequente adoecimento do corpo humano através do consumo e utilização da água. O filme ensina ainda como combater o “mal do caramujo”.
The Invasion of Erythrocytes by Malária Merozoites
Parte de Fundação Serviços de Saúde Pública
O filme mostra como a malária Merozoites invade os eritrócitos.
A Vehiculação Microbiana pelas Águas (Tese de Doutoramento)
Parte de Oswaldo Cruz
Texto original da tese apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro como trabalho de conclusão do curso. Tal trabalho encontra-se dividido em três partes: I - A água e os micróbios; II - Profilaxia contra a infecção pelas águas; III - Exposição dos processos de técnica empregados na realização das experiências. Na primeira parte estuda a biologia dos micróbios e discute a questão da veiculação das moléstias microbianas pelas águas; na segunda parte, os meios que a ciência ensina para que se evite a infecção pelas águas; e por último, uma breve exposição da técnica utilizada para a realização das experiências citadas ao longo deste trabalho. Ao final da tese, o titular produziu três proposições acerca de cada cadeira cursada na referida faculdade.
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Lisabel Spellet Klein (LK), Eduardo Vilela Thielen, no Rio de Janeiro, no dia 04 de outubro de 1990.
Paginação e detalhes das calçadas do Pavilhão Lauro Travassos
Parte de Presidência
Cortes e fachadas do biotério de Helmintologia
Parte de Presidência
Colagem contendo agradecimentos de pacientes de Virginia Portocarrero
Parte de Virgínia Portocarrero
Versão impressa do poema Exaltação dedicado à Virginia Portocarrero
Parte de Virgínia Portocarrero
Reprodução de fotografia e poema dedicado à Virginia Portocarrero
Parte de Virgínia Portocarrero
Poema Exaltação dedicado à Virginia Portocarrero
Parte de Virgínia Portocarrero
Poema escrito por um paciente de Virginia Portocarrero
Parte de Virgínia Portocarrero
Soneto dedicado à Virginia Portocarrero
Parte de Virgínia Portocarrero
Integrantes da chapa “Reme Mais” na eleição do Sindicato Médico do Rio de Janeiro
Parte de Paulo Gadelha
Da esquerda para a direita, 2º plano: Pedro Silva, Léo Queiroz Benjamin, Carlos A. F. Lucena, Arnaldo Bonfim, Eros Sucena Martins Teixeira, Maurício Veigas Miranda e Paulo Ernani Gadelha Vieira. 1º plano: Mauro Brandão Carneiro, Isaac Majer Roitman, José Mendes Ribeiro, Emílio R. G. Mira y Lopes, Roberto de Almeida Gil, Maria Alice G. Werneck Genofre, Miguel Olímpio Cavalcanti, Luís Roberto Tenório, Cláudio Campos Filho, Moysés Rechtman, Eduardo L. Arquelles de Souza e Ivan de Lemos.
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Tania Fernandes e Fernando Dumas, em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 21 e 22 de setembro de 1999 e 30 de novembro de 2000.
Sumário
Fita 1 - Lado A
Referência a sua origem familiar, sua vida e seus estudos em Marília (SP); comentário sobre sua mudança para São Paulo e seu interesse pela medicina; seus estudos preparatórios para o curso de medicina; sua entrada na Escola Paulista de Medicina e sua rotina como aluno da faculdade; o envolvimento com a farmacologia e a relação com os professores Ribeiro do Vale e Leal Prado.
Fita 1 - Lado B
Comentário sobre a criação do Laboratório de Farmacologia na Escola Paulista de Medicina; a trajetória acadêmica de Ribeiro do Vale e as viagens pelo nordeste do país com este professor.
Fita 2 - Lado A
Referência a sua experiência como estudante de medicina nas instituições de ensino e pesquisa no nordeste do país; comenta sobre seu interesse e estudos sobre maconha e o interesse de Ribeiro do Vale por plantas; sua entrada como professor na Escola Paulista de Medicina; aborda a criação da Pós-graduação no país e o curso de farmacologia no Chile.
Fita 3 - Lado A
Comenta a formação acadêmica de colegas no curso de farmacologia no Chile e o retorno ao Brasil; suas pesquisas e tese sobre hormônios e o canal deferente; a conjuntura política pós-64; discute sobre sua decisão de não fazer uma tese sobre maconha; comentário sobre a eletrofisiologia e suas experiências nos Estados Unidos; o retorno ao Brasil e a segunda viagem ao Estados Unidos; a entrada na Escola Paulista de Medicina.
Fita3 - Lado B
Comentário sobre as dificuldades financeiras que sofreu quando veio dos Estados Unidos para o Brasil; referência ao convite para prestar concurso para a Universidade de São Paulo e convite de Ribeiro do Vale para coordenar projeto de plantas medicinais; sobre a escolha das plantas medicinais como objeto de estudo científico; sobre a interrupção do projeto de plantas medicinais pela Central de Medicamento (CEME); sobre a proposta de criação de um projeto integrado de produtos naturais e sua relação com a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP); comentário sobre a sua proposta pessoal para se estudar plantas medicinais no país.
Fita4 - Lado A
Comentário sobre a aplicação de um projeto de especialização em farmacologia no norte e nordeste do país: instituições envolvidas, dificuldades, qualificação dos alunos e repercussão social dos cursos; comenta o fato da CAPES ter cortado o financiamento do projeto de especialização em farmacologia; o convite para trabalhar em projeto da CEME de plantas medicinais.
Fita 4 - Lado B
Referência a grupos e projetos de estudo sobre plantas organizados pela CEME: problemas, investimentos e resultados; o projeto e estudos de toxidade de substâncias; a necessidade de treinamento de pessoal para se fazer testes de toxidade em substâncias; testes em medicamentos e o uso de cães como cobaias.
Fita 5 - Lado A
Referência a correlação entre os projetos da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Tecnológico (CAPES) e da Central de Medicamentos (CEME) sobre plantas medicinais no período de 1982 à 1988; as correntes científicas e o conhecimento popular sobre plantas; a necessidade de se formar farmacêuticos e a instalação de indústrias farmacêuticas multinacionais no país; o desenvolvimento da toxicologia; a diferença entre efeito colateral e tóxico.
Fita 5 - Lado B
Referência ao conceito de reação tóxica; a relação do projeto de formação de farmacologistas no país da CAPES e da CEME; fontes de financiamento para projetos de plantas medicinais; a relação entre subdesenvolvimento e investimento na atividade científica; o envio de plantas para fora do Brasil; a relação da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) com os projetos de plantas no país; diferença entre as gerações de farmacologistas e a mudança no conceito de toxidade.
Fita 6 - Lado A
Comentário sobre a indústria de fitoterápicos e consumo de medicamentos no país; o processo de valorização da planta para a produção de medicamentos; a importação de técnicas e métodos de pesquisas científicas estrangeiras; marcadores e testes biológicos; a relação das universidades com a indústria farmacêutica.
Fita 6 - Lado B
Referência a relação entre a produção de medicamentos, testes de toxidade e medicamentos inovadores; a distribuição e comercialização de medicamentos; o papel do medicamento natural nos Estados Unidos e Europa ocidental.
Fita 7 - Lado A
Referência a relação entre o estudo clínico das plantas e o pré-clínico; o desenvolvimento da clínica no país; ação, risco e toxidade das plantas; lei de patente no Brasil, controle de qualidade e legislação de vigilância sanitária.
Fita 7 - Lado B
Comentário sobre política de patentes; a diferença entre legalidade e legitimidade para se patentear produtos naturais; a relação entre a política de patentes e a Central de Medicamentos (CEME).
Fita 8 - Lado A
Referência a atividade de pesquisa na período posterior ao presidente Fernando Collor de Mello; o regionalismo na prática científica; os aspectos quantitativos de eventos acadêmicos sobre plantas.
Fita 9 - Lado A
Considerações sobre a organização da comunidade científica de plantas medicinais e as agências de fomento; a Escola Paulista de Medicina e a instituição e credenciamento da pós-graduação em farmacologia; o curso de farmacologia no Chile em 1968; referência ao intercâmbio com cientistas e os encontros latino-americanos; o curso nos Estados Unidos; menção a Ribeiro do Valle.
Fita 9 - Lado B
Referência a Carlini e o setor de psicobiologia; considerações sobre a farmacologia acadêmica e de plantas medicinais; menção ao trabalho nos Estados Unidos; Ribeiro do Valle e a coordenação do projeto de plantas medicinais da CEME; a questão da integração entre farmacologia, química e botânica; a CEME e os 13 projetos integrados de plantas medicinais.
Fita 10 - Lado A
Continuação dos comentários sobre a interação dos grupos de pesquisa de plantas medicinais e o fim do projeto da CEME em 1978; a elaboração do Projeto Integrado de Botânica, Farmacologia e Química de Produtos Naturais e a questão do financiamento da FINEP; a relação dos projetos de produtos naturais e de plantas medicinais; o convênio entre CAPES e a universidade para os cursos de recrutamento e formação de farmacologistas; considerações sobre a área de farmacologia e a formação acadêmica dos profissionais envolvidos na pesquisa com plantas medicinais; referência a Delby Fernandes.
Fita 10 - Lado B
Continuação das considerações sobre Delby Fernandes e a estrutura da pós-graduação na UFPb; a elaboração do protocolo de pesquisa de farmacologia em plantas medicinais em 1982; breve menção ao Programa Flora; os grupos de toxicologia para medicamentos; os estudos toxicológicos e os testes clínicos; referência ao Programa da CEME, a Portaria nº 6 e os estudos de toxicidade para fitoterápicos; o Comitê de Ética e os testes com cápsula.
Fita 11 - Lado A
Os projetos da CEME e a pesquisa em plantas medicinais; a questão da divulgação da eficácia nos estudos de plantas; a produção de cápsula para testes; o desenvolvimento de medicamentos e a discussão das patentes; o financiamento hoje e a área de plantas medicinais; referência aos simpósios de plantas medicinais.
Fita 11 - Lado B
Considerações sobre os recursos para pesquisa no Brasil, os órgãos de fomento e a questão da produção de medicamentos; o financiamento do CNPq para projetos regionais e o compromisso das pró-reitorias das universidades; menção ao programa da CEME, o PROCADE, o PRONEX (Programa de Apoio a Núcleos de Excelência) e os grupos de pesquisa com plantas medicinais; crítica a ausência de incentivo e financiamento para pesquisa de plantas no Brasil; referência a criação da Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais em 1998.
Parte de Casa de Oswaldo Cruz
Entrevista realizada por Tania Fernandes e Fernando Dumas, em Fortaleza (CE), nos dias 10 e 11 de junho de 1997.
Sumário
Fita 1 - Lado A
Comenta sua origem familiar; sua experiência no Exército; a entrada para a faculdade de farmácia, como aluno e professor; sua experiência de trabalho junto ao professor Richard Wasicky em São Paulo; o trabalho na farmácia de propriedade da família; o trabalho no Laboratório Lilly; referência ao ensino e as pesquisas em química no Estado do Ceará; as atividades dos farmacêuticos nas farmácias do país e o papel dos estabelecimentos farmacêuticos na saúde pública brasileira; referência ao Projeto Flora.
Fita 1 - Lado B
Continua comentário sobre o Projeto Flora; faz referência ao Projeto de Pesquisa em Plantas Medicinais (PPPN) e aos materiais e informações do Projeto Flora; comenta o banco de dados sobre plantas medicinais na Universidade de Illinois (EUA); suas pesquisas antes do desenvolvimento do Projeto Flora.
Fita 2 - Lado A
Referência ao Projeto Botânica, Química e Farmacologia; sua experiência no Instituto de Química Agrícola (IQA); a relação com o prof. Otto Gottlieb; comenta o fechamento do IQA; a relação entre a pesquisa científica pura e a aplicada no Brasil; referência ao trabalho do Centro de Pesquisas Pluridisciplinares de Química, Biologia e Agricultura; aborda a política pública brasileira para plantas medicinais.
Fita 2 - lado B
Continua comentário sobre política pública no setor de plantas medicinais; referência aos programas Saúde da família e Farmácia Viva; a relação da medicina com o conhecimento popular sobre plantas; sua relação com a indústria farmacêutica; faz referência a idealização e organização do Projeto Farmácia Viva; a relação do Projeto Farmácia Viva com a universidade e a criação do Laboratório de Produtos Naturais (LPN).
Fita 3 - Lado A
Comenta as políticas científicas no Brasil e a organização de grupos de estudo de produtos naturais: o Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF), financiamento e bolsas de pesquisa; aborda a pesquisa de produtos naturais a época que era estudante de Farmácia e, posteriormente, como docente; a relação entre os pesquisadores de produtos naturais na década de 50; a relação ensino-pesquisa; a contratação e incorporação de professores nas universidades brasileiras; as mudanças na organização do trabalho científico da década de 50 ao período atual.
Fita 3 - Lado B
Continua abordando as mudanças operadas no trabalho científico; transformações no padrão de avaliação dos pesquisadores; o papel da titulação acadêmica na área de pesquisa; a importância da patente para a carreira do pesquisador na área de produtos naturais.
Fita 4 - Lado A
Aborda sua experiência administrativa na universidade; avalia historicamente a administração pública nas universidades; a repercussão do Golpe Militar de 1964 na Universidade Federal do Ceará (UFC); sua transferência do Departamento de Farmácia para o Departamento de Química na UFC.
Fita 4 - Lado B
Comenta transformações históricas durante o século XX no curso de farmácia e a formação profissional do seu paí, avô e bisavô; a trajetória profissional do pai; a relação entre os farmacêuticos a época de seu pai; as motivações para seguir o curso de farmácia; a trajetória profissional dos colegas de faculdade; a relação entre a farmácia e as análises clínicas; a relação entre a medicina e a farmácia; o papel da fitoterapia atualmente.
Fita 5 - Lado A
Aborda a criação do Projeto Farmácias Vivas; a interação do Projeto Farmácias Vivas com os Centros Integrados de Educação e Saúde; os projetos similares ao Projeto Farmácias Vivas; a criação e a utilização dos hortos nas pesquisas científicas; os trabalhos dos professores Selerino (Carriconde?) e Evani; avalia o trabalho das pastorais da Igreja; sua viagem para Barra do Corda (MA); o conhecimento popular sobre plantas; a utilização das plantas medicinais e nocivas; a integração do conhecimento científico e popular
Fita 5 - Lado B
Referência a utilização e as pesquisas com a Aroeira; a relação da fitoterapia com a saúde pública; a regulamentação do trabalho do fitoterapêuta; o papel da tradição para o conhecimento popular das plantas; o Projeto Integrado Botânica-Química-Farmacologia e as pesquisas com moluscos; a relação do trabalho nas universidades e as necessidades do sistema de saúde pública do Estado; o trabalho do Programa Estadual de Fitoterapia; o financiamento do Projeto Farmácias Vivas.
Fita 6 - Lado A
Aborda suas atividades como sindicalista na área de farmácia; a orientação de teses acadêmicas e o trabalho de Teresa N. de Castro Dantas; a organização dos simpósios de plantas medicinais; as publicações em fitoterapia e o trabalho com a cidreira; os núcleos de plantas medicinais que ajudou a criar no país; a relação dos cientistas com a indústria em matéria de fomento e investimento em pesquisa; o trabalho do Dr. Afrânio Craveiro.
Fita 6 - Lado B
Continua a referência as pesquisas do Afânio Craveiro; comenta os trabalhos do Projeto Farmácia Viva e da Oficina Farmacêutica; a relação dos médicos dos postos de saúde com os fitoterápicos; as pragas e o tratamento dos hortos.